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Closer (2004) dir. Mike Nichols
âCome on, letâs play.â
â âââ Foi vocĂȘ quem pediu. â Rendeu-se, a reverĂȘncia que fizera sendo pura formalidade de inĂcio de batalha â com uma pincelada de sarcasmo, Ă© claro. Levantou o glĂĄdio e o escudo, pernas separadas e apenas uma flexionada. Começou a batalha, usando todos os conselhos dados por Bea e seus antigos mentores, ainda que mal se lembrasse por nĂŁo ter posto em prĂĄtica em todos os anos. Devia dizer que as pistolas dadas por Vulcano facilitaram sua vida, e sempre que o fio da espada trincava com a da filha de Ares, lembrava-se o por que de detestar tanto aquele mĂ©todo antigo de lutas. Mas como aconselhada por seus irmĂŁos, deveria aprender a dominar vĂĄrias tĂ©cnicas de lutas se quisesse ser a melhor. E Savannah, mais que ninguĂ©m, aspirava em ser a melhor. O suor escorria na sua testa e o cabelo voava com a brisa ao ter de se esquivar, muito mais vezes que a morena fazia, Ă© claro. Se desconcentrou por um momento ao escutar o agoniante ruĂdo da espada de Beatrice deslizar bruscamente contra a sua, e entĂŁo conseguiu um segundo de boa visĂŁo, atĂ© perceber a ponta da espalha alheia em seu pescoço. Soltou um suspiro cansado, mas nĂŁo menos nervoso, dos lĂĄbios entreabertos. â âââ Really? Essa Ă© a sua ideia de diversĂŁo, Laurence? â Arfou, soltando a espada e o escudo juntos sobre a terra. â âââ Luta de glĂĄdio? â Suas feiçÔes mudaram de exaustas para maliciosas numa fração de segundo. NĂŁo sabia ao certo o motivo da sua reclamação, visto que nĂŁo poderia esperar menos dos filhos de Ares. Algo em seu protesto, porĂ©m, a motivara a continuar, o sorriso perverso alargando-se com a ideia: â âââ Por que nĂŁo acabamos com essa brincadeira de criança e⊠vamos dar inĂcio a uma brincadeira de adultos? â

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parece que vocĂȘ vem conquistando mais e mais admiradores pelo acampamento, @sxvannvh
s-sxmmers
âȘđâ«âą      ââ ââ VocĂȘ âtĂĄ de brincadeira comigo? ââ Serena riu em escĂĄrnio, com as sobrancelhas levemente erguidas em pura descrença por tamanha ousadia. ââ ââ Quatro horas de atraso e essa Ă© a melhor desculpa que pode me dar? Sinceramente, vocĂȘ jĂĄ foi melhor nisso. Se nĂŁo quisesse treinar, era sĂł ter me dito nĂŁo. Eu entenderia, droga. ââ Resmungou, verdadeiramente frustrada. Seus pĂ©s haviam enchido de bolhas entre seus dedos pelo tempo que havia aguardado em pĂ©, ansiando que todo aquele atraso fosse proposital apenas para que fosse pega desprevenida a algum ataque. PorĂ©m, quando o sol anunciara sua partida, ela havia entendido que fora em vĂŁo. ââ ââ âTĂĄ fazendo o que na minha porta ainda? Ă falta de tchau? Quer um convite formal para se retirar? ââ
â âââ Primeiro afrouxa esse nervo solto aĂ que nĂŁo sou nenhuma das suas irmĂŁs pra vocĂȘ falar comigo nesse tom. â Savannah tratou da frase ter uma sonoridade alta, mas nem um pouco rude. â âââ E segundo, um filho de Afrodite se acidentar nĂŁo Ă© desculpa. Eu devia ter avisado, sim, e peço desculpas. â Assegurou, levemente irritada pela garota achar que dizia calĂșnias a respeito da sua ausĂȘncia. Se ela nĂŁo quisesse, seria a primeira a dizer que nĂŁo iria e fim de histĂłria, e nĂŁo ficar inventando coisas para servir de pretexto. Pairou delicadamente no batente da porta, com a maior paciĂȘncia do mundo --- talvez a convivĂȘncia dos gregos tivesse provocado tal comportamento, mas nĂŁo sabia ao certo. Se via muitas vezes com um jeito maternal com os campistas novos, as vezes exagerado. NĂŁo era algo que sabia controlar, porĂ©m. â âââ Ainda vai querer treinar? â
applejack-rp
âĂ, eu nunca joguei como guerreiro, sempre fui mago. Nunca fui bom no corpo a corpo.â A filha de Ares era realmente excepcional, mas ele nĂŁo era bom realmente com a espada. Muito menos com a lança ou arco e flechas. Ele nĂŁo entendia qual seria seu papel em uma batalha e muito menos se sairia vivo de uma, mas sĂł de tentar treinar jĂĄ se sentia menos inĂștil. Aidan deu uma tragada enquanto ela acendia o cigarro e droga, como era bom sentir o a nicotina invadir seus pulmĂ”es novamente. Cigarros um dia iriam mata-lo, mas tudo bem. Ele morreria feliz. âĂ. Eu fumava muito mais quando tinha dezesseis. Quando meu pai teve cĂąncer eu dei uma parada, mas nĂŁo foi por muito tempo como pode ver.â Ele nĂŁo se orgulhava muito disso, mas era muito bom fumar novamente. Soltou a fumaça para cima para que nĂŁo fosse na direção da mulher. Ela era bonita, mas nĂŁo era para o bico de um moleque como Aidan. âVocĂȘ parecia boa com armas de fogo. Foi da polĂcia ou algo assim?âÂ
â âââ Se precisar de uma ajuda, pode passar no chalĂ© de VĂȘnus que lĂĄ estarei. Ou no bar. Para todos os efeitos, sempre estou disposta a auxiliar um bom aprendiz. â Ofereceu, internamente animada com a possibilidade de treinar um semideus mais uma vez. ApĂłs o incidente de Natal, sua ajuda era muitas vezes recusada por nĂŁo quererem perturbĂĄ-la --- mentira para mascarar o medo do que a lunĂĄtica poderia fazer durante o dia. Depois de algum tempo, a sua relação com o restante do acampamento melhorou, mas nĂŁo ao ponto de que a requisitassem ajuda novamente. â âââ NĂŁo se preocupe, as estatĂsticas afirmam que nove em dez semideuses morrem sem o uso do tabagismo. Isso aqui, provavelmente, vai prolongar a nossa vida. â Dito isso, tragou novamente e prendeu a nicotina dentro do sistema, apenas para fazer igual ao loiro e soltar a fumaça para cima. â âââ NĂŁo tive o desprazer. â Respondeu, com certo humor presente na voz. â âââ E eu sou boa. Anos de treinamento e tĂ©cnica, alĂ©m da benção de Marte, o qual sou eternamente grata por me ajudar a me manter concentrada. â Se afastou, pegando a espada do outro encostada na ĂĄrvore, analisando a mesma. NĂŁo era diferente das muitas que vira por aĂ, mas tinha personalidade. â âââ NĂŁo Ă© bom com espadas, nem a corpo a corpo. Qual Ă© o seu modo de combate, semideus? â
cainmarkcd
      ânĂŁo imaginou, sĂ©rio ?? â, as vezes, sulzbach nĂŁo                           conseguia   capturar as                           sutilezas do  sarcasmo. Â
ele deu um leve sorriso, de pura educação,      mais do que tudo. o alemão, desde pequeno,    aprendera que as vezes era melhor rir de tudo,  desde que fosse acompanhado por outra pessoa, o que validaria aquilo ser       socialmente     aceitåvel   ou     não.
      âo meu carma pessoal      é   qualquer coisa que      seja      considerado      tĂpico    para    um      semideus.           â, lembrava-se   dos dias   em   que   era                          acordado   pelos   seus  colegas de quarto,                          para que pudesse treinar.    ele odiava aquilo.                          era terrĂvel ter que acordar pra algo no qual ele                          nĂŁo       era       nem    um pouco bom.
quando savannah pediu para ver a arma, leviathan hesitou um pouco, afinal, tinha medo   do que ela poderia achar, das crĂticas que ela   poderia soltar. mas     tinha     que  ENFRENTAR     aquilo.
      âpode olhar.         â, falou, estendendo a mĂŁo para a outra. Â
â âââ SĂ©rio. â Sorriu de lado, um pouco preocupada com a ingenuidade de Levi. Deveria ter mais cautela com as palavras ao se tratar do semideus, fez uma nota mental. â âââ Acho que somos dois. Quem foi que disse que temos que gostar de fogueiras, mesmo? â Apontou, mesmo que soubesse que tal era uma tradição no acampamento grego. Mas devido o estranhamento ao lidar com o sarcasmo, Savannah duvidava que ele pudesse gostar dos eventos tĂpicos do Half Blood. Coletou a arma rĂĄpido demais por conta da ansiedade em analisar. Girava em sua mĂŁo atĂ© os dedos se acostumarem com a textura, media o peso da mesma, se familiarizando com a arma. â âââ Vamos ver o estrago que essa lindinha faz. â Mirou com um olho fechado, segurando-a com ambas as mĂŁos. Apontou em direção a um alvo distante, provavelmente usado para treinos com arco e flecha e disparou. Cerrou os olhos diante do grande buraco que fizera na madeira. â âââ Ă, vocĂȘ sabe o que estĂĄ fazendo. â

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capricebrandon
- Eu nĂŁo sinto⊠NĂŁo existe. NĂŁo hĂĄ nada. -Caminhei para o campo aberto agora com a arma presa atrĂĄs das costas - VĂȘ? NĂŁo hĂĄ nada. Se houvessem equidnas aqui, eu jĂĄ estaria morta, Sav. Olhe para mim. - Disse, rodopiando pelo campo - Caminhei atĂ© ela e a abracei com força, tentando acorda-la daquele sonho - Estamos seguras. VocĂȘ estĂĄ segura.
Originalmente publicado por sweetssunflower
Savannah se abaixou na mureta quando a morena tivera a coragem de ir para o campo aberto, se pondo Ă prova de que nĂŁo existia nada. Se fosse real, a filha de VĂȘnus nĂŁo cogitaria em correr para salvĂĄ-la; porĂ©m, pelo estado do delĂrio, o medo tomava conta de seu corpo mais que tudo. Ao que raciocinava as palavras da outra, sua mente ia clareando atĂ© nĂŁo ter a mais densa sensação de que haviam monstros ali. NĂŁo lembrava ao certo quando Caprice a tinha abraçado, e nem quando ela havia envolvido os braços ao redor de seu corpo. â âââ Eu juro pra vocĂȘ que eu sabia que tinha algo. â Seu tom era desesperador, como se a devesse explicaçÔes. Largou a morena nĂŁo muito tempo depois, constrangida --- era o que indicava ao desviar o olhar alheio sobre si. â âââ VocĂȘ nĂŁo devia ter presenciado a isso. â
applejack-rp
Aidan tinha terminado de ler mais um livro debaixo da arvore que jĂĄ tinha se tornado um tipo de amiga. A Ășnica amiga de Aidan naquele lugar. Filho da discĂłrdia, seguir asiĂĄticos de amarelo, maçãs amaldiçoadas, terremotos e ameaças vindas do chĂŁo. Era um mundo novo e ele nĂŁo estava lidando cem porcento bem com tudo aquilo ainda. Era tĂŁo confuso ver que sua vida toda era uma mentira e ao mesmo tempo ter que lidar com um fardo divino que ele nĂŁo entendia ainda. Sua cabeça estava prestes a explodir. Ele precisava fazer alguma coisa, entĂŁo pegou sua espada e foi fingir que treinava alguma coisa jĂĄ que ele nĂŁo sabia nem como empunhar aquele pedaço de ferro pesado. Dava golpes e mais golpes na madeira e fingia que seu alvo eram todos os seus problemas enquanto descontava todas as noites mal dormidas e dores ali; atĂ© que se cansou. Suor começava a escorrer por sua testa e seu braço doĂa de segurar a espada errado. Ele nĂŁo costumava fazer aquilo, nem sabia se era permitido isso naquele acampamento, mas ousou tirar da bolsa um maço de cigarros e acender um. Ele nĂŁo gostava de ser fumante, mas ele sempre recorria a nicotina nos momentos mais difĂceis e aquela transição estava sendo horrĂvel. Ao ver alguĂ©m se aproximar ele pensou em esconder o cigarro, mas chegou a conclusĂŁo que nĂŁo ligava para isso e que se quisessem delata-lo ou algo assim ele estava pouco se fodendo. âSe vai me falar pra apagar, quero lembrar que estou armado.â Disse claramente cansado.
â âââ Uh, que medo. â Ignorou a ameça alheia, os traços da face denunciando a exaustĂŁo apĂłs horas de treino campo de Marte. â âââ Depois de Beatrice me encher o saco sobre como empunhar corretamente uma espada, dĂĄ pra ver que vocĂȘ tambĂ©m nĂŁo Ă© um fĂŁ dessas armas do tempo da pedra. â Os treinos com a filha de Ares eram desastrosos. Apesar de todo o sucesso que tinha por conta das inĂșmeras missĂ”es realizadas com sucesso, ainda haviam os trogloditas que nĂŁo aceitavam os tempos modernos e insistiam em armas como espadas e arco e flecha. O desafeto que tinha pelas modalidades nĂŁo se devia ao fato de serem mĂ©todos antigos, na verdade, mas Savannah nunca tivera jeito com armas brancas como tinha com suas pistolas. O presente de Vulcano aquecera seu coração e ela soube que pelo menos um deus prestava atenção nela. PorĂ©m, vez ou outra, podia contentar a instrutora ao ter jeito com facas e adagas; nada excepcional, porĂ©m. â âââ Nunca ouviu falar em primeiro as damas? â Ergueu uma sobrancelha, em sinal de dĂ©bito sobre a gentileza. Devido a toda a vida de semideusa que levava, Savannah se orgulhava em dizer que tinha modos de uma dama, e nunca se esquecia dos ensinamentos dos pais adotivos. Por fim, se aproximou com passos nada rĂĄpidos do mais novo e surrupiou com cuidado um cigarro do seu maço, acendendo o mesmo com a mĂŁo sobre a do semideus. â âââ NĂŁo sabia que fumava. â Comentou de modo desinteressado, a canhota indo parar no bolso de trĂĄs do jeans enquanto dava a primeira tragada.
thunderxwolfx
â â » O filho de JĂșpiter ia e vinha do templo caĂdo de seu pai, por vezes carregava algumas pedras, outras apenas olhava de forma desolada para a estrutura em ruĂnas e concluĂa, com pesar, que estava cansado. Seu regresso para o chalĂ© foi interrompido por uma voz feminina e mais ainda por uma arma de fogo apontada para o templo de um dos deuses. â â Cobertura para quĂȘ? â Louis questionou jĂĄ em alerta, mas nĂŁo encontrando nada que fosse uma ameaça.
â âââ VocĂȘ nĂŁo tĂĄ vendo? â Nem ela estava, pensou, mas prosseguiu. â âââ Pelo menos duas equidnas atrĂĄs do templo de Marte. â Virou a cabeça abruptamente para o lado, tendo a sensação de algo passara ali. Apontou as duas pistolas para no que parecia ser um vulto e atirou, a bala atingindo apenas um cascalho dâuma ĂĄrvore. â âââ VocĂȘ nĂŁo viu?! â
applejack-rp
Aidan apenas observava e tentava nĂŁo ficar assustado com aquela mulher empunhando uma arma perto dele. Armas de fogo eram um de seus maiores medos. Ele as olhava e seu corpo começava a tremer, mas ele precisava para-la antes que isso machucasse alguĂ©m. âEi, quer uma ĂĄgua?â Disse ele colocando sua mĂŁo direita no ombro dela. âNĂŁo tem nada lĂĄ.â
â âââ Tem pelo menos uma manticora atrĂĄs da estĂĄtua de Bellona, vocĂȘ nĂŁo consegue sentir? â Ela disse, indo de sĂșbito ao chĂŁo quando seus sentidos a alarmavam que o monstro estava prĂłximo. Em todas as suas batalhas, Savannah nunca ficava desse modo. â âââ Ăgua? VocĂȘ tĂĄ falando sĂ©rio? â
capricebrandon
Ao mesmo tempo que a mulher rolou pelo chĂŁo e esbarrou nela, rapidamente soltou o arco e bateu na mĂŁo dela, agora lhe apontando a arma.
Originalmente publicado por scottstiles
- Por favor, fique calma e olhe para mim. NĂŁo hĂĄ nada por aqui. Acho que vocĂȘ estĂĄ sonhando.
â âââ Como Ă© que vocĂȘ nĂŁo sente? â Bradou, irritada por ter permitido a outra lhe pegar a pistola. A sensação era de estar dentro de uma caixa metĂĄlica e escura, sĂł que havia equidnas fora dela e ela estava desarmada. Dirigiu um olhar desesperado para Caprice, em busca de socorro, a boca se curvando numa fina linha. Abriu a boca algumas vezes, se encolhendo contra a mureta. Alguma coisa fervia dentro de si e a filha de VĂȘnus conhecia bem o sentimento. O medo crescia da boca do estĂŽmago e perfurava seu corpo, entalando na garganta e quase saindo dos olhos. â âââ Please, weâre going to die. â

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warchildxbea
âBem vindo ao mundo dos monstros, mi amor! Acha que eles ficam quietinhos enquanto falam? Com certeza nĂŁo ficam. E espadas sĂŁo a melhor escolha por aqui, balas comuns nĂŁo matam monstros e ouro imperial nĂŁo dĂĄ em ĂĄrvore pra fabricar balas, entĂŁo, pense em espadas como uma salvação para o desmatamento do ouro imperial e bronze celestial⊠Mais ou menos isso.â franziu a testa, rodando a espada com uma mĂŁo enquanto a outra estava na cintura. âEspadas vĂŁo salvar o nosso metal mĂĄgico.â
A risada de escĂĄrnio deixava evidente o quanto Savannah desprezou aquele discurso. â âââ Deixe-me pĂŽr em termos bem fĂĄceis para vocĂȘ, mi amor. Se vocĂȘ grita desse modo que nem minha mĂŁe faz, eu desligo tudo ao meu redor e extravaso. A pancada machucou? â Repreendia um segundo revirar de olhos, sabendo que a ignorĂąncia alheia era fruto da prĂłpria degradação. Se nĂŁo fosse por noites mal dormidas e pela maldita maldição, Savannah se faria mais conhecida entre os campistas. Especialmente os gregos. â âââ A mira Ă© perfeita, bem melhor do que ficar treinando o peso de uma lĂąmina. Sinceramente, toda essa luta ensaiada Ă© um tanto medieval, e os tempos sĂŁo novos. â Suspirou, tirando da calça a pistola destra. Ofereceu a arma para a morena, os dedos um pouco enciumados em emprestĂĄ-la. â âââ Se Ă© tĂŁo boa em lutas, por que nĂŁo tenta? Ela nĂŁo morde. E nĂŁo se preocupe, vocĂȘ nĂŁo estĂĄ desmatando ouro imperial. As balas sĂŁo infinitas. â
warchildxbea
Os passos de Beatrice, por mais calculados que fossem, nĂŁo podiam prever os passos alheios, logo, era difĂcil manter a mesma estratĂ©gia por muito tempo, por mais que estivesse sendo bem sucedida por enquanto. âErgue a guarda!â expressou no momento em que fingiu acertar o rosto do outro. âMexe mais esses pĂ©s, isso tĂĄ uma droga.â franziu os lĂĄbios, desviando de um golpe. âEspada erguida, golpes redondos. NĂŁo estoque porque vocĂȘ nĂŁo estĂĄ usando uma lança e nĂŁo coloca o braço na frente, vocĂȘ tĂĄ sem escudo. Passo para trĂĄs, volta para frente eâŠâ
âOkay, eu gostei disso.â a semideusa riu, massageando o maxilar.
Savannah se confundia a toda nova informação por tĂŁo somente ser proferida pela filha de Ares. NĂŁo imaginava, no entanto, que era por incompetĂȘncia prĂłpria; ou era no que preferia acreditar. Nunca admitiria que era a instrutora que a deixava nervosa. â âââ Calma, o quĂȘ?! â Tinha certeza que era por culpa da aura agressiva que emanava de Beatrice que nĂŁo conseguia se concentrar e, por isso, se frustava a todo o momento em sua presença. Os movimentos eram realmente desastrados, piscava duas vezes para acompanhar a semideusa. Sacudiu a cabeça, porĂ©m, nĂŁo deixando a outra finalizar e bateu com o punho em que a espada estava contra o rosto da semideusa. â âââ Bea, cala a boca. â Jogou a espada no chĂŁo e revirou os olhos. â âââ Se vocĂȘ grita comigo eu desligo. AlĂ©m disso, odeio espadas. â