Hatchetfield themed 22 panels
This is a assignment I did for my comics class and he said to make this redraw our own so I drew Hatchetfield characters 😋 this took forever lowkey. The original panels are below
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Hatchetfield themed 22 panels
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Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
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This is a strip that will likely fly over the heads of anyone who reads my stuff that ISN'T also a cartoonist, but hopefully will hit square between the eyes for my fellow inkslingers. (And/or, digital inkslingers, as the case may be.) For those curious about who Wally Wood was and what his 22 panels are, you can read all about it HERE. It's an invaluable guide to ways to, as described here in the strip, add much-needed life and excitement to otherwise dull scenes in a comic. (Special thanks to Larry Hama for sharing the original with the world!) I've wanted to try my had at drawing them all myself over the years, and decided to finally give it a crack with a twist: could I also tell a STORY using those exact panel layouts? After gabbing about my idea with my frequent Giant Girl Adventures collaborator and bestie, Sabrina Pandora, the basic structure and premise of this strip took shape. Yes, this is self-indulgent as all get out, but I had a LOT of fun working this out, and I hope you enjoy the final results!
[Storm Bringer]
My lips could not help but automatically curl into a smile as I watched Master Chuuya walk with a spring in his step.
Come listen in on the lovely chat we got to have over at 22 Panels talking about "Growing Up on the Spectrum". Along with comics, cats, and everything else!
march 2020, 22 panels of akeshu

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Reza a lenda que, quando Wally Wood foi contratado pela Marvel em 1964 (seu primeiro trabalho pra editora foi Daredevil #5, e duas edições depois ele já introduzia o uniforme vermelho que o herói usa até hoje), ele era o artista mais bem pago da indústria dos quadrinhos. Wood vinha da revista MAD (ele foi um dos artistas da edição #1 da revista, em 1952), onde trabalhou por 12 anos e na qual recebia 200 dólares por página. Para se ter uma ideia, a Marvel pagava 20 dólares por página pra boa parte dos seus desenhistas. Wood chegou na Marvel recebendo 45 dólares por página arte-finalizada (lápis + nanquim), bem acima da média paga pela editora, mas bem aquém do que ele estava acostumado a receber na MAD.
Pra manter o mesmo nível salarial de antes, Wood precisou acelerar o ritmo de produção. Foi por essa época que surgiu o famoso diagrama "22 Panels That Always Work", que Wood teria elaborado justamente para ganhar tempo, para si e para seus assistentes, na elaboração dos layouts: "22 Panels" oferecia uma forma rápida e eficiente de escolher um ângulo pra cada quadro, sem precisar pensar demais, ao mesmo tempo em que evitava a repetição dos mesmos ângulos em uma cena, o que poderia tornar a narrativa tediosa e desinteressante.
Variar os ângulos de cada quadro, portanto, parecia algo essencial a Wally Wood para manter vivo o interesse do leitor. É curioso que esse tipo de preocupação parece não afetar alguns autores, como Jaime Hernandez nesta cena de Love and Rockets: New Stories #6 (setembro de 2013):
Temos um grid de 8 quadros em que o ângulo da câmera não varia um milímetro sequer. O que varia – e aí está a chave da cena – é a linguagem corporal e as expressões faciais de cada um dos cinco personagens retratados.
Jaime Hernandez é um mestre dos diálogos, e já declarou em várias entrevistas que adora cenas (seja nas suas próprias histórias, seja nas histórias de alguns dos seus personagens favoritos, como Archie ou Dennis, o Pimentinha) nas quais os personagens simplesmente conversam – como na página a seguir (Everything's Archie #14, de 1971):
Pode-se argumentar, aliás, que é justamente o ângulo fixo que, na página de Hernandez, ressalta ainda mais a exatidão dramática com que o artista combina as palavras, as expressões e as reações de cada personagem na cena. Não precisamos reposicionar nosso ponto-de-vista a cada quadro: nossa atenção pode se dedicar exclusivamente às interações entre os personagens. Ou por outra: o que acontece na cena é tão interessante que alterações de ângulo ou de iluminação são desnecessárias. Essa é uma técnica que Jaime Hernandez usou em várias ocasiões, mas que só funciona, é evidente, com artistas do seu calibre. O que está sendo dito e retratado tem que ser interessante e envolvente, como é normalmente o caso nas histórias desse mestre dos quadrinhos.
Episode 15 - Wally Wood special, with Gabriel Hardman, Michael T. Gilbert and Tim McEwen
More lovely photos of the 22 Panels convention, which showcased wonderful work by established, independent and burgeoning comic creators from across the UK.