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send me ❅ for my muse to cuddle up next to yours while asleep on the couch scorpius)
Sorem dissera que não iria a lugar algum até que Scorpius não quisesse mais sua companhia e mantivera-se fiel às suas palavras. Era extremamente devastador não saber o que fazer para melhorar a atmosfera e, principalmente, o estado de espírito do outro. Porém, sabia que não tinha direito algum de tentar interferir em algo tão delicado quanto a despedida de alguém, ainda mais alguém tão importante para o outro. De todo jeito, tentara manter-se por perto sem que fosse desagradável. Como quando a noite finalmente caíra e com ela, alegadamente, a hora de descansar. Não que sequer soubesse que horas eram ou que ao menos estivesse preocupado, mas teve noção disso ao baixar os olhos para a figura ao seu lado no sofá e não saber dizer se Scorpius já tinha adormecido ou se apenas estava com os olhos fechados. De todo jeito, Sorem tentara ajeitar melhor o braço que servia de travesseiro para o outro e continuara com os afagos em seus cabelos por mais algum tempo até sentir as próprias pálpebras pesando conforme o corpo parecia desligar aos pouquinhos até que finalmente tivesse dormido. E fora durante aquele estado que, ao buscar por uma posição mais confortável para si, só conseguira sossegar realmente quando aconchegara seu corpo mais junto ao outro, enlaçando-lhe a cintura com o braço livre e, também, imitando o gesto com sua perna, ao enlaçar as dele.
♗: Your muse falling asleep with their head in my muse's lap.
Ainda que nem mesmo 24 horas tivessem se passado, Sorem sentia como se já tivesse acordado há vários dias, tamanha fora a agitação daquele dia infernal e infindável. O corpo dolorido e as pálpebras pesando eram os principais sinais de suas energias chegando ao fim. Ele sabia que era uma péssima hora para simplesmente procurar um canto para si e tirar um cochilo. E, de fato, lutara com o sono mais alguma porção de horas. Todavia, ao encontrar um tanto de tranquilidade ao lado de Cassidy, pegara-se escorregando lentamente, até que tivesse ajeitado-se com a cabeça em suas pernas. sua intenção ainda não era dormir, só esperar que o coração agitado se acalmasse pelo menos um pouco. Entretanto, fora questão de segundos para que pensasse que talvez não fosse de todo mal fechar os olhos por alguns segundos, ainda mais quando Cassidy não parecia incomodado com a posição em que o mais novo se encontrava naquele momento. Era apenas para aliviar aquela sensação de pesar… E ainda que tivesse repetido aquilo para si mesmo algumas vezes quando já estava com os olhos fechados, Sorem fora vencido pelo cansaço em pouco tempo e os lábios cheios entreabrindo-se cada vez mais era a maior prova de que já não estava consciente.
Se dissesse que tinha planejado alguma coisa, uma palavra que fosse, estaria mentindo. Era por conta de seu mais puro instinto de preocupação que Sorem fazia aquele trajeto. Precisava saber de Scorpius, mesmo que fosse de longe ou por outras pessoas, não importava. E talvez fosse por isso que não tivesse pensando em nada para dizer. Honestamente, nada parecia muito apropriado no meio de todo aquele caos, principalmente no que tinha se instaurado dentro de sua cabeça. Entretanto, nem mesmo por um momento pensara que seria tão fácil encontrá-lo em pessoa e, menos ainda, estivera preparado para a cena diante de seus olhos. A preocupação aumentara uns bons porcentos ao que apertava o passo para por um fim àquela distância de uma vez. — Ei, Scorpius. — Chamou, apreensivo, mas ainda assim tentando manter a estabilidade da voz ao anunciar sua aproximação. Por um segundo, Sorem acreditou que seria melhor se afastar. Todavia, naquele mesmo segundo, acabara por aproximar-se ainda mais, incapaz de conter-se. — Olha pra mim. — Pediu baixinho, quase em um sussurro, ao usar o indicador e o polegar para erguer o rosto dele com gentileza, buscando por seus olhos. — O que aconteceu? Por que você está chorando?
Sorem aproximou-se silenciosamente. Correu os dedos pelos cabelos de Noah com gentileza e então pregou um beijo em sua têmpora. — Eu sei que você não quer que suas plantinhas morram, mas eu espero que você também se preocupe em não morrer, Noah. — Disse em tom baixo, não sentindo necessidade de falar mais que aquilo, ao que deixava o copo d'água que trouxera sob o tampo da mesa, próximo ao outro.
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i must become a lion hearted girl, ready for a fight, before I make the final sacrifice.
A varinha girava entre os dedos longos em um hábito antigo. Ainda que o objeto há muito tivesse caído em desuso, o costume permanecia. Todavia, a atenção do dono da varinha já não estava mais no objeto. Vagava por cenários distantes, já quase esquecidos, ao que os olhos esquadrinhavam os arredores em um hábito recém adquirido. Sentia que já memorizara cada canto da pouca sombra oferecida pelas árvores secas do jardim, mas ainda assim o fazia. O machado jazia ao lado do corpo, manchado de sangue seco. Todavia, não tinha água para lavá-lo, tampouco a camisa também manchada ou os dedos ainda pegajosos. Fora a percepção do calor aumentando exponencialmente com o passar das horas que o fizera levantar e ir para dentro da casa parcialmente destruída por saqueadores há poucas horas, antes do dia amanhacer. Suas pernas ainda tremiam, mas não olhara para trás até que estivesse escondido no canto mais escuro do que costumava ser a cozinha. E ali, parecia que tal qual as pernas que cederam ao peso do corpo, fazendo-o cair ao chão com mais força do que gostaria, parecia que o mundo cedia sobre seus ombros e o que mais pesava eram as lágrimas grossas transbordando das linhas d'água. Porque parecia que não havia mais água nem mesmo dentro dentro dele para formá-las. Se não tivesse sentido o gosto extremamente salgado contra os lábios, poderia jurar que era sangue.
Sorem pensava nas palavras do pai, dizendo-o para cuidar de tudo enquanto ele estivesse fora tentando ajeitar as coisas. No fundo, o rapaz sabia que nada se ajeitaria. Parecia, naquele momento, um sonho longínquo demais para que a esperança ainda tivesse espaço para florescer. Todavia, acreditara, por um momento, que poderia dar conta, que ficaria tudo bem. Agora estava assustado, trêmulo e ensanguentado. E o sangue sequer era seu. Nem fora parar em suas roupas por acaso. Por um alguns mantimentos restantes na dispensa... E agora sequer sentia fome. Na verdade, seu horror era tanto que parecia que o estômago sairia pela boca e ele jamais seria capaz de comer outra vez. Respirou fundo algumas vezes, tentando forçar o corpo a se acalmar. Sempre soubera que seu lugar era no inferno e, talvez, finalmente tivesse chegado ao seu destino. Não adiantava mais chorar.
Ainda assim vasculhou a mochila que o pai indicara que jamais deixasse seus flancos e de lá tirou um aparelho de telefone no qual aprendera às pressas como funcionava, uma vez que jamais tivera contato ou um mínimo de intimidade com tecnologia trouxa. Discara para o número que o pai deixara salvo. — Pai, por favor, atende... Por favor... — Chamava, chamava, chamava e Benjamin jamais atendia. Atendera uma vez e desde então aquele beep irritante que só fazia apertar o coração do jovem era a única resposta que tinha. De todo jeito, mesmo que fosse para aquele ruído infernal, Sorem fez o pedido que tanto precisava: — Pai, volta para casa. Por favor. Eu não consigo... Eu realmente não consigo... Eu... Já fiz besteira. Eu tô com medo. Por favor, volta para casa. Não me deixa sozinho. — Por mais que normalmente tivesse uma ótima capacidade de conter suas emoções, naquele momento elas vinham e afloravam com uma força tremenda. Motivadas por todas as dores e todo o medo que o tomavam. Sentia-se desprotegido, tanto pela ausência do pai quanto de sua magia. Por mais que costumasse temer seus poderes, a falta deles era pior ainda.
Tal como a varinha escapara dos dedos, o telefone também escapou. E pouco importava, porque seguia chamando e chamando sem que ninguém pretendesse atender.
O resto do dia fora caótico. Não havia outra descrição que pudesse dar. Talvez, também, agonizante.
Tentara, de todas as formas, entender o que acontecera. Vasculhara seus livros, suas memórias e os papéis de seu pai que estavam espalhados pelo chão de seu quarto. Ele deixara daquele jeito quando saíra às pressas. Sorem quis ir junto, quis ajudar, mas ele disse que precisava de Sorem em casa. Deus sabia o motivo. E agora ele estava em casa, questionando-se a troco de quê tudo aquilo acontecera. Que tipo de sonho era aquele? Ou se, de fato, tivera razão ao devanear que acabara por chegar ao destino final de sua vida: o inferno. Sequer era religioso, mas ali estava ele, esperando que o diabo fosse bater em sua porta e apresentar-lhe a lista de seus pecados. O que justificaria tudo aquilo. Uma vez mais, olhara para suas mãos. A falta do formigamento causado pelos poderes fortes demais era clara. A absoluta normalidade era intrigante e... Vazia.
Na verdade, tudo parecia vazio. Seco, sem vida. De dentro para fora e ao redor. Seus lábios estavam secos, sua garganta arranhava quando engolia. A cabeça doía, os braços pesavam. Encontrara um ponto sob as poucas árvores que ainda faziam sombra e fora para lá que arrastara seu colchão. Deitado sob o sol escaldante sem misericórdia de sua própria existência simplesmente porque esperava que o calor todo fosse acender as chamas dentro de si, como costumava ser. Vasculhando os bolsos, achou aquela foto de quando era pequena, a favorita de Benjamin. Ela não estava mexendo. Sorem via seu próprio sorriso de dentes faltantes, típico de criança cuja arcada ainda não estava completa, mas ele não parecia real. A falta de movimento da foto tornava tudo igualmente frio... Sem vida.
Seu coração tornara-se um salão vazio onde seus demônios dançavam. Sua mente estava cheia de questionamentos, mas a resposta parecia ser uma só. Principalmente quando tornara a olhar para o rosto de seu pai na foto entre seus dedos. Ele estava morto, sabia disso. Amassou a foto entre os dedos, aceitando naquele espaço vazio onde costumava estar seu coração que ele se fora. E Sorem também não deveria viver. A morte fora gentil o suficiente para dar-lhe 20 anos a mais do que merecia. Entretanto, tanto quanto queria concordar com aquela afirmação, não tinha forças para fazê-lo. Provavelmente era o instinto de sobrevivência fazendo o seu trabalho ao encher-lhe a mente com tudo o que ficaria para trás. Todos os seus amigos - ainda que não fossem muitos. Todas as pessoas por quem daria um tiro na própria cabeça sem pensar duas vezes. Pensar a respeito o fizera franzir o cenho repetinamente, preocupado. Sorem não podia morrer. Ele tinha um trabalho, ele era auror. Precisava cuidar das pessoas, das suas pessoas, especialmente. Haviam prioridades ali que ele falhara em notar até aquele momento.
&&. is that ( scott eastwood )?? no, it’s just ( levente croÿ ). he is the ( crown prince ) of ( hungary ). he is ( 32 ) years old and his birthday is the ( 28th ) of ( may ) which makes him a ( gemini ). he is ( decisive, dutiful ) and ( ambitious, goal-oriented ) but, unfortunately, also ( impatient, selfish ). those traits just make him a ( slytherin ) and in scientific terms an ( istj ).he is ( straight ) and the plaza’s ( heel ). his interests include ( painting, boxing ). he is ( roman catholic ) and is a supporter of ( N/A ). his quirk is ( being strict about how well ironed his shirts are ) and favourite quote is ( happiness never made anyone rich or famous. that must be why ambitious people avoid it. ) by ( marty rubin ) because ( he likes the utter irony in it, it’s not so much that he is inspired by it or strongly relates to it, he just finds it amusing and he keeps it in the back of his mind whenever he fees discouraged ). last but not least he ( does not ) believe in true love.
&&. is that ( doutzen kroes )?? no, it’s just ( ebba bernadotte ). she is the ( crown princess ) of ( sweden ). she is ( 31 ) years old and her birthday is the ( 15th ) of ( april ) which makes her an ( aries ). she is ( responsible, educated ) and ( humourous, .calculative ) but, unfortunately, also ( vindictive, unyielding ). those traits just make her a ( slytherin ) and in scientific terms an ( estj-a ). she is ( bisexual ) and the plaza’s ( martyr ). her theme song is ( breath of life ) by ( florence + the machine ). her interests include ( theater + poetry ). she is a ( lutheran ) and is a supporter of ( moderate party ). her quirk is ( twiddling her hair if it’s loose ) and favourite quote is ( “crying is all right in its way while it lasts. but you have to stop sooner or later, and then you still have to decide what to do.” ) by ( c.s. lewis) because ( it helps her with difficult decisions ). last but not least she ( does not ) believe in true love.