Sweet Seals For You, Always
I'd rather be in outer space 🛸
art blog(derogatory)
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH
Lint Roller? I Barely Know Her
todays bird

❣ Chile in a Photography ❣

titsay

if i look back, i am lost

Jar Jar Binks Fan Club

Product Placement
he wasn't even looking at me and he found me
One Nice Bug Per Day
Mike Driver
The Bowery Presents

Discoholic 🪩

#extradirty

oozey mess
Today's Document

seen from Mexico

seen from TĂĽrkiye

seen from United States

seen from Brazil

seen from Vietnam
seen from Bangladesh
seen from TĂĽrkiye
seen from Netherlands

seen from Germany
seen from United States
seen from United Kingdom

seen from France

seen from Malaysia
seen from Russia
seen from Mexico

seen from United States

seen from Canada

seen from Russia

seen from United States
seen from United Kingdom
@studyordie

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
art fibrosas

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
As cores
Por:Â OrĂgenes Lessa
Maria Alice abandonou o livro onde seus dedos longos liam uma histĂłria de amor. Em seu pequeno mundo de volumes, de cheiros, de sons, todas aquelas palavras eram a perpĂ©tua renovação dos mistĂ©rios em cujo seio sua imaginação se perdia. Esboçou um sorriso... Sabia estar sĂł na casa que conhecia tĂŁo bem, em seus mĂnimos detalhes, casa grande de vários quartos e salas onde se movia livremente, as mĂŁos olhando por ela, o passo calmo, firme e silencioso, casa cheia de ecos de um mundo nĂŁo seu, mundo em que a imagem e a cor pareciam a nota mais viva das outras vidas de ilimitados horizontes.
Como seria cor e o que seria? Conhecia todas pelos nomes, dava com elas a cada passo nos seus livros, soavam aos seus ouvidos a todo momento, verdadeira constante de todas as palestras. Era, com certeza, a nota marcante de todas as coisas para aqueles cujos olhos viam, aqueles olhos que tantas vezes palpara com inveja calada e que se fechavam, quando os tocava, sensĂveis como pássaros assustados, palpitantes de vida, sob seus dedos trĂŞmulos, que diziam ser claros. Que seria o claro, afinal? Algo que aprendera, de há muito, ser igual ao branco. Branco, o mesmo que alvo, caracterĂstica de todos os seus, marca dos amigos da casa, de todos os amigos, algo que os distinguia dos humildes serviçais da copa e da cozinha, Ă s vezes das entregas do armazĂ©m. Conhecia o negro pela voz, o branco pela maneira de agir ou falar. Seria uma condição social? Seguramente. Nos primeiros tempos, perguntava. É preto? É branco? Raramente se enganava agora. Já sabia... Nas pessoas, sabia... Ă€s vezes, pelo olfato, outras, pelo tom de voz, quase sempre pela condição. Embora algumas vezes – e aquilo a perturbava – encontrasse tambĂ©m a cor social mais nobre no trato das panelas e na limpeza da casa. Nas paredes, porĂ©m, nos objetos, já nĂŁo sentia aquelas cores. E se ouvia geralmente um tom de desprezo ou de superioridade, quando se falava no negro das pessoas, que envolvia sempre a abstração deprimente da fealdade, o mesmo negro nos gatos, nos cavalos, nas estatuetas, vinha sempre conjugado Ă ideia de beleza, que ela sabia haver numa sonata de Beethoven, numa fuga de Bach, numa polonaise de Chopin, na voz de uma cantora, num gesto de ternura humana.
Que seria a cor, detalhe que fugia aos seus dedos, escapava ao seu olfato conhecedor das almas e dos corpos, que o seu ouvido apurado não aprendia, e que era vermelho nas cerejas, nos morangos e em certas gelatinas, mas nada tinha em comum com o adocicado de outras frutas e se encontrava também nos vestidos, nos lábios (seriam os seus vermelhos também e convidariam ao beijo, como nos anúncios de rádio?), em certas cortinas, naquele cinzeiro áspero da mesinha do centro, em determinadas rosas (e havia brancas e amarelas), na pesada poltrona que ficava à direita e onde se afundava feliz para ouvir novelas? Que seria a cor, que definia as coisas e marcava os contrastes, e ora agradava, ora desagradava? E como seria o amarelo, para alguns padrão de mau gosto, mas que tantas vezes provocava entusiasmo nos comentários do mundo onde os olhos viam? E que seria ver? Era o sentido certamente que permitia evitar as pancadas, os tropeções, sair à rua sozinho, sem apoio de bengala, e aquela inquieta procura de mãos divinatórias que tantas vezes falhavam. Era o sentido que permitia encontrar o bonito, sem tocar, nos vestidos, nos corpos, nas feições, o bonito, variedade do belo e de outras palavras sempre ouvidas e empregadas e que bem compreendia, porque o podia sentir na voz e no caráter das pessoas, nas atitudes e nos gestos humanos, no Rêve d’Amour, que executava ao piano, e em muita coisa mais...
Ver era saber que um quadro nĂŁo constava apenas de uma superfĂcie estranha, áspera e desigual, sem nenhum sentido para o seu mundo interior, por vezes bonita, ao seu tato, nas molduras, mas que para os outros figurava casas, ruas, objetos, frutas, peixes, panelas de cobre (tĂŁo gratas aos seus dedos), velhos mendigos, mulheres nuas e, em certos casos, mesmo para os outros, nĂŁo dizia nada...
Claro que via muito pelos olhos dos outros. Sabia onde ficavam as coisas e seria capaz de descrevê-las nos menores detalhes. Conhecia-lhes até a cor... Se lhe pedissem o cinzeiro vermelho, iria buscá-lo sem receio. E sabia dizer, quando tocava em Ana Beatriz, se estava com o vestido bege ou com a blusa lilás. E de tal maneira a cor flutuava em seus lábios, nas palestras diárias, que para todos os familiares era como se a visse também.
— Ponha hoje o vestido verde, Ana Beatriz... Dizia aquilo um pouco para que não dessem conta da sua inferioridade, mais ainda para não inspirar compaixão. Porque a piedade alheia a cada passo a torturava e Maria Alice tinha pudor de seu estado. Seria mais feliz se pudesse estar sempre sozinha como agora, movendo-se como sombra muda pela casa, certa de não provocar exclamações repentinas de pena, quando se contundia ou tropeçava nas idas e vindas do cotidiano labor.
— Machucou, meu bem?
DoĂa mais a pergunta. Certa vez a testa sangrava, diante da famĂlia assustada e do remorso de Jorge, que deixara um mĂłvel fora do lugar, mas teimava em dizer que nĂŁo fora nada.
E quando insistiam, com visita presente, para que tocasse piano, era sistemática a recusa.
— Maria Alice é modesta, odeia exibições...
Outro era o motivo. Ela muita vez bem que ardia em desejos de se refugiar no mundo dos sons, para escapar aos mexericos de toda a gente... Mas como a remordia a admiração piedosa dos amigos... As palmas e os louvores vinham sempre cheios de pena e havia grosserias trágicas em certos entusiasmos, desde o espanto infantil por vê-la acertar direitinho com as teclas à exclamação maravilhada de alguns:
— Muita gente que enxerga se orgulharia de tocar assim...
Nunca Maria Alice o dissera, mas seu coração tinha ternuras apenas para os que não a avisavam de haver uma cadeira na frente ou não a preveniam contra a posição do abajur.
— Eu sei... eu já sei...
E como tinha os outros sentidos mais apurados, sempre se antecipava na descrição das pessoas e coisas. Sabia se era homem ou mulher o recém-chegado, antes que se pusesse a falar. Pela maneira de pisar, por mil e uma sutilezas. Sem que lhe dissessem, já sabia se era gordo ou magro, bonito ou feio. E antes que qualquer outro, lia-lhe o caráter e o temperamento. Àqueles pequeninos milagres de sua intuição e de sua capacidade de observar, todos estavam habituados em casa. Por isso lhe falavam sempre em termos de quem via para quem via. E nesses termos lhes falava também.
O livro abandonado sobre a mesa, o pensamento de Maria Alice caminhava liberto. Recordava agora o largo tempo que passara no Instituto, onde a famĂlia julgara que lhe seria mais fácil aprender a ler. Detestava o ambiente de humildade, raramente de revolta, que lá encontrara. Vivendo em comunidade, sabia facilmente quais os que enxergavam, sem que nenhum destes se desse conta disso ou dissesse que enxergava. Pela simples linguagem, pela maneira de agir o sabia. E ali começara a odiar os dois mundos diferentes. O seu, de humildes e resignados, cĂ´nscios de sua inferioridade humana, o outro, o da piedade e da cor. — Me dá o cinzeiro vermelho, Maria Alice...
Maria Alice dava.
— Vou ao cinema com o vestido claro ou com aquele estampado, Maria Alice?
Maria Alice aconselhava.
Ninguém conseguia entender como sabia ela indicar qual o sapato ou a bolsa que ia melhor com este ou aquele vestido. Quase sempre acertava. Assim como ninguém sabia que, com o tempo, Maria Alice fora identificando as cores com sentimentos e coisas. O branco era como barulho de água de torneira aberta. Cor-de-rosa se confundia com valsa. Verde, aprendera a identificá-lo com cheiro de árvore. Cinza, com maciez de veludo. Azul, com serenidade. Diziam que o céu era azul. Que seria o céu? Um lugar, com certeza. Tinha mil e uma ideias sobre o céu. Deus, anjos, glória divina, bem-aventurança, hinos e salmos. Hendel. Bach. Mas sabia haver um outro, material, sobre as pessoas e casas, feito de nuvens, que associava à ideia do veludo, mais própria do cinza, apesar de insistirem em que o céu era azul.
Aquelas associações materiais, porĂ©m, nĂŁo a satisfaziam. A cor realmente era o grande mistĂ©rio. Sentira muitas vezes que o cinza pertencia a substâncias ásperas ou duras. Que o branco estava no mármore duro e na folha de papel, leve e flexĂvel. E que o negro estava num cavalo que relinchava inquieto, com um sopro vigoroso de vida, e na suavidade e leveza de um vestido de baile, mas era ao mesmo tempo a cor do Ăłdio e da negação, a marca inexplicável da inferioridade.
E agora Maria Alice voltava outra vez ao Instituto. E ao grande amigo que lá conhecera. Voltavam as longas horas em que falavam de Bach, de Beethoven, dos mistérios para eles tão claros da música eterna. Lembrava-se da ternura daquela voz, da beleza daquela voz. De como se adivinhavam entre dezenas de outros e suas mãos se encontravam. De como as palavras de amor tinham irrompido e suas bocas se encontrado... De como um dia seus pais haviam surgido inesperadamente no Instituto e a haviam levado à sala do diretor e se haviam queixado da falta de vigilância e moralidade no estabelecimento. E de como, no momento em que a retiravam e quando ela disse que pretendia se despedir de um amigo pelo qual tinha grande afeição e com quem se queria casar, o pai exclamara horrorizado:
— VocĂŞ nĂŁo tem juĂzo, criatura? Casar-se com um mulato? Nunca!
Mulato era cor.
Estava longe aquele dia. Estava longe o Instituto, ao qual nĂŁo saberia voltar, do qual nunca mais tivera notĂcia, e do qual somente restara o privilĂ©gio de caminhar sozinha pelo reino dos livros, tĂŁo parecido com a vida dos outros, tĂŁo cheio de cores... Um rumor familiar ouviu-se Ă porta. Era a volta do cinema. Ana Beatriz ia contar-lhe o filme todo, com certeza. O rumor – passos e vozes – encheu a casa.
— Tudo azul? – perguntou Ana Beatriz, entrando na sala.
— Tudo azul – respondeu Maria Alice.

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
ribossomos
A localização dos ribossomos indica o tipo de proteĂna que essas estruturas citoplasmáticas vĂŁo produzir. Quando eles estĂŁo distribuĂdos por toda as cĂ©lulas, produzem proteĂnas que sĂŁo usadas dentro da prĂłpria cĂ©lula. Caso estejam agrupados ao retĂculo endoplasmático, os ribossomos passam a ser referidos como retĂculo endoplasmático rugoso ou RE rugoso. As proteĂnas produzidas no retĂculo endoplasmático rugoso sĂŁo usadas tanto dentro, quanto fora da cĂ©lula.
GĂŞmeos monozigĂłticos sĂŁo geneticamente idĂŞnticos, dessa forma possuem: DNA igual / RNAs diferentes / proteĂnas diferentes. Apesar de geneticamente idĂŞnticos, gĂŞmeos monozigĂłticos nĂŁo possuem a mesma expressĂŁo genĂ©tica, visto que diferentes fatores do meio podem exercer efeitos epigenĂ©ticos em suas cĂ©lulas, levando Ă transcrição de diferentes fragmentos de DNA e Ă sĂntese de diferentes proteĂnas.
GĂŞmeos monozigĂłticos ou univitelinos
GĂŞmeos dizigĂłticos ou fraternos ou bivitelinos

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Freq. eixo = Fa
Va=Vb
Fb=Fc
Vc= Vd
Fd=Fponteiro
V = 2Ď€RF
F= frequĂŞncia
V= velocidade tangencial