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15 Important Life Lessons
1. Don’t take yourself too seriously. Learn to laugh at your mistakes.
2. Life is too short it to waste it on resentments, bitterness or grudges you’re holding against others.
3. You don’t have to win every argument and fight. Sometimes it’s OK to just agree to disagree.
4. Make peace with your past - then let it go, and move on.
5. Choose to go after what brings you happiness.
6. Don’t compare yourself to others.
7. It doesn’t really matter what others think about you – just live your own life and be true to who you are.
8. Life isn’t always fair – but sometimes good things happen, too!
9. Ignore your feelings – and keep taking the next step.
10. Ask for what you want.
11. Don’t suffer in silence – reach out for support.
12. Everything changes.
13. Be willing to experiment and try something new.
14. The most important thing is to love and be loved.
15. Believe that the best is yet to come.
A GAROTA DA JAQUETA DO ARCTIC MONKEYS ------------------------------------------------ Dia chato e monótono. Mais uma tarde de terça feira que está chegando ao seu término. O Sol já não tem mais toda aquela força e vai perdendo a luta contra a Lua aos pouquinhos. Fábula batida que eu escutei há tempos de algum louco por aÃ, que dizia que todos os dias a Lua brigava com o sol para iniciar a noite. Se for isso mesmo, o Sol sempre ganha um aliado forte uma época do ano aqui na região do Brasil na qual habito: o horário de verão. Por causa disso, ele sempre resiste mais algumas horas antes da Lua vencer. Mas que chato deve ser a vida do Sol. Nunca vence a batalha. Sempre deixa a Lua ganhar. O movimento dessa cafeteria já não é mais o mesmo. Desde que trocaram a atendente pra outra, a clientela baixou consideravelmente. Não consigo entender porquê. Achei essa nova muito mais simpática. As pessoas que estão chegando em mais de dois anos indo todo fim de tarde naquele lugar, nunca vi mais gordas. Um pessoal completamente diferente entrou e se alojou lá dentro. Muito burburinho. Vejo chegar uma moça na pressa, com os longos cabelos loiros emaranhados em seu rosto. Era fio no olho, na boca, na sombrancelha. Todos estavam a esperando. Me veio uma boa energia daquela moça. Não achei ela muito desengonçada, apesar da pressa em chegar na mesa dos que estavam à sua espera. Não pude deixar de reparar no traje que ela vestia. All star verde com cano alto, calça jeans rasgada e uma jaqueta preta, maior que ela. Logo depois que ela se virou de costas para mim, percebi a magnificência. Estava escrito One For The Road, da maneira mais Tumblr possÃvel. Conheça Arctic Monkeys e ganhe meu coração. Esse é o meu lema. Depois de tantas emoções, o papo entre ela e os amigos da mesa fluÃa de uma maneira na qual eu nunca vi fluir uma conversa sequer minha nos últimos meses. Dava gosto só de ver tamanha animação para falar. A maneira que a moça gesticulava, olhava para a amiga, pegava o cabelo, arrumava as mangas, abria um sorriso tÃmido seguido de uma risada segurada, quase a ponto de se tornar gargalhada. Porém, a vergonha não deixava com que ela se soltasse por completo, mesmo o assunto sendo tão engraçado. Aquela moça me fez eu voltar a usar técnicas nas quais já estavam quase enferrujando. Faço uma visão panorâmica, e "sem querer" passo meu olhar no rosto dela. Ou então, encaro-a mesmo, sem nenhuma vergonha na cara. E se eu perceber que ela irá olhar para mim também, desvio meu covarde olhar para o canto. São maneiras diferentes e infinitas de se olhar o que não pode. Certa vez, já até fingi estar tirando uma selfie para tirar foto da outra pessoa. Mas, imagine. Ninguém deve fazer isso. Só uma loucura particular minha. Aquela cena de ver a moça acompanhada de tantos gestos majestosos junto com o pôr do sol me fez gastar muitos minutos daquele fim de tarde - ou, como dizia aquele louco - o fim de mais uma batalha do Sol contra a Lua. A vontade de ir falar com ela era cada vez mais forte. Era como se tivesse um Ãmã nela e eu estivesse resistindo. Nisso, ela e os amigos de mesa resolvem dar uma passeada a pé. A pessoa mais normal e sã do mundo pensaria que foi ótimo ter tido esse devaneio de fim de tarde, mas que ali seria o ponto final. Como diria Radiohead: But I'm a creep. I'm a weirdo. Resolvi que iria seguir o grupo. Iria seguir a garota. Passamos na frente do café, onde tem aquela parede enorme de folhas. Ela naquela luz de pôr do sol, foi a vista mais linda que vi naquele dia. Por alguma razão, ela achou que prendendo o cabelo iria diminuir o cansaço da caminhada. Eu amei ver aquela cena. Mas o tempo foi passando, os centÃmetros viraram metros percorridos e a vontade de chegar nela e falar que gostou da jaqueta só aumentava. Porém, meu medo em fazer aquilo da maneira mais ridÃcula possÃvel e se tornar chacota das pessoas que nos rodeavam, me deixou só mais uma vez devanear em pensamentos e realidades nas quais nunca irão acontecer na vida real. Decidi atravessar a rua e tomar meu rumo. Sabia que jamais a veria novamente. Fiquei com aquela ideia de falar sobre a jaqueta com ela martelando durante vários minutos. Depois, voltei à minha vida pacata. Mal sabia eu que aquela jaqueta era grande no corpo dela porque era de seu namorado. Ele tinha emprestado pra ela não passar frio. A moça loira nem sabe o que é Arctic Monkeys. Mais uma vez, minha intuição me salvando de furadas. Só espero que a coisa seja boa da próxima vez, pois viver assim é bem arriscado.
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You don’t have to have a heart to know that Hart Hanson is a visionary.Â
If strippers started showing up to other people’s workplaces and pulled the stunts y'all can’t stop trying to pull when you walk into our house.Â
originally published on jacqthestripper.com
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