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Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
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O amanhecer em tons prateados invadia o quarto através da janela. O vento frio fazia as cortinas se espreguiçarem, criando sombras frágeis que mal resistiam à luz delicada projetada pelo sol que teimosamente insistia em lutar contra as nuvens escuras de chuva a se aproximar.
Frederick estava alheio a esses detalhes, focado demais na imagem adormecida de Vincent ao seu lado para sequer notar que qualquer outra imagem era merecedora de um olhar. Vincent tinha a expressão serena, ainda entregue ao sono, o corpo nu protegido por nada mais que um cobertor pouco abaixo da cintura, exposto à suave brisa que acompanhava agora a mão de Frederick a subir pela pele do outro, numa carícia suave e delicada, para que o despertar viesse tão devagar quanto o amanhecer. Pensou em beijá-lo, porém também pensou em continuar assistindo as microexpressões se formando em seu rosto e acabou por assim ficar. O beijo poderia esperar um sorriso.
Welcome Home.
Frederick nunca cansava de ouvi-lo falar sobre seus sentimentos, ou sensações, qualquer coisa relacionada a si. Soava sempre como uma confirmação de seus próprios pensamentos e renovava sua confiança e seu sorriso. Juntou sua boca à dele, inspirando profundamente ao tempo em que deixava as mãos deslizarem pelas coxas de Vincent, o calor da pele alheia parecendo ainda mais intenso sob o toque de seus dedos frios.
"It's a good thing that you never get used to it. This way you'll always feel like it's the first time. It's exciting." encerrou a frase colando mais uma vez seus lábios aos dele, mergulhando nas sensações provenientes do contato, abrindo os olhos vez ou outra para apreciar o perfeito complexo de detalhes que formavam o rosto daquele que curiosamente se tornará objeto de adoração para si.
Welcome Home.
“You think you’re charming enough to come here, all wet, and think I’m gonna fall for this pretensious old trick?” O questionamento trouxe consigo um franzir acentuado do cenho, que combinado com o altear da sobrancelha inquisitora, provocou a impressão de um nariz franzino arrebitado capaz de estragar sua expressão supostamente séria. Ainda assim, manteve a pose por mais alguns segundos, antes que o costumeiro sorriso irrompeu em sua face, estragando todo esforço posto em sua pequena atuação.
Sem muitas delongas, moveu-se para o lado, buscando pelo conforto que o contato dos corpos sempre o trazia. Foi breve e ágil ao se posicionar com as pernas envoltas e os torsos colados - a nudez molhada de Frederick e sua toalha felpuda contra o tecido do moletom de sua antiga universidade. A preocupação com a bagunça da cama já diminuta, visto que tinha colocado o recipiente de pipoca no móvel de cabeceira logo quando ouviu o médico saindo do banho. “Professionally speaking, could you always tell how much you affect me whenever you held me close and felt my heartbeat? Since you’re such a badass cardiologist.” Os rostos próximos concedia a vantagem de falar manso, suave, tão relaxado quanto as próprias expressões denunciavam estar.
“Not a trick. I just couldn’t wait to be here with you, by your side. But I can get dry and put pajamas pants, if you want.” Sorriu à medida em que sentia o calor que vinha das roupas que o outro usava causar-lhe um agradável choque térmico. Deixou as mãos repousarem sobre as coxas de Vincent, a pele parecia quase febril ao serem tocadas por suas mãos frias.
Frederick refletiu em silêncio por um tempo antes de responder a pergunta de Vincent. Não que fosse complicada, mas exigia um certo trato nas palavras, para se certificar de que passaria a mensagem correta. Frederick nunca fora bom em lapidar seus pensamentos, e soava quase sempre frio ao compartilhá-los. Mas fazia um esforço extra por Vincent, para que as palavras lhe causassem um efeito positivo o suficiente para que ao fim ele tivesse um sorriso no rosto.
“Not always. Sometimes I notice, yes but only when I purposely check your heartbeat frequency, to see if it goes as fast as mine. But most of the time I’m so absorbed in you, in your eyes, in your warmth, that I can’t even notice if we have heartbeats. It’s kind of amazing, but even my cardiologist instincts seems to fail when I’m this close to you, because I can’t notice the world around me while my eyes are focused on you.” levou a mão direita ao rosto de Vincent, a ponta dos dedos acariciava seu maxilar e a palma da mão o mantinha ali. O olhar de Frederick permanecia fixo no do mais jovem, sequer um piscar, um desvio, nada. “You got me really hard.”
Welcome Home.
Por alguns segundos, pensou em retorquir acusando o outro de estar mentindo sobre sua afirmação. Mas apenas um piscar de olhos foi necessário para convencer a si mesmo de que ele estava falando a verdade. Não poderia reclamaria também da sensação que o beijo recebido enviava ao seu corpo, apenas pressionando as pálpebras ao recorrer à escuridão por tempo o suficiente para aproveitar o arrepio se alastrando por seu corpo.
“Mmm, I know you’re saying that because you are a complete, total voyeur. But I still appreciate it, thank you.” A fala arrastada trouxe consigo o abrir dos olhos, descansando a visão no homem ao seu lado, sendo impossível não sorrir enquanto conversavam. “No, I won’t. She’s a goddess. But if you wanna watch anything else, I’m open to options.” Inclinou o rosto em direção a Frederick, postando um longo, carinhoso beijo em sua têmpora. Ainda não satisfeito, teve de repetir em outros beijos, agora mais curtos, que estalavam antes de se repetirem. “You smell like hospital.” A risada baixinha, soprada contra a tez do médico, teve seu volume diminuído pelo contato com a sua pele.
Afastou-se o suficiente para apoiar-se num travesseiro. Vincent estava certo, ele cheirava a hospital. Comum aos dois, mas servia como lembrete de que estava cansado, precisava de um banho, roupas limpas, comida caseira e, se fosse persuasivo o bastante, talvez uma massagem. “I need a shower. I was in surgery one hour ago. Will you wait for me here? While dreaming with Nate, and Wes, and the other one I forgot the name?”
Frederick beijou uma ultima vez o pescoço de Vincent antes de levantar e comear a remover a roupa, peça por peça, caminhando pelo quarto ao fazê-lo. Era engraçado notar o quão confortável se sentia na presença do outro médico, considerando que não era capaz de lembrar da última vez que atingira tal nível de intimidade com alguém. Não era de seu feitio apegar-se a outra pessoa ao ponto de não lhe parecer má ideia tê-lo por perto diariamente.
Seu olhar foi de imediato encontrar-se com Frederick, analisando cada um de seus movimentos enquanto a mente afundava em pensamentos positivos envolvendo seu corpo. Teve de franzir o cenho para fingir fazer uma análise mais profunda, porém acabou apenas soprando um riso ao retomar a fala. “I’m having second thoughts about Nate. I’m starting to consider the efects of certain doctor in my life. Maybe I need to slow down a bit, because, you know, I just thought that would be better to have you fucking me instead of him. And that’s not a very healthy thought.”
O retorcer dos lábios denunciava a provocação implícita, abandonava o foco anterior e o transformava em genuína atenção àquele sob a mira das suas íris. “I can wait for you, sir. I’m not going anywhere tonight. Or tomorrow. Or untill you tell me that I can.”
"Good thing you're almost an expert in neuro. You'll find out what's wrong with your mind, hopefully. But try to keep your thoughts this way until I get out of the shower. Maybe there's nothing wrong, at all." Num gesto espontâneo, jogou sobre ele a camisa que antes usava, seguindo para o banheiro, sorrindo. Era estranhamente fácil manter o sorriso quando na presença de Vincent.
Não demorou muito no banho, só o suficiente para se livrar da rotina - e do cheiro - do hospital, relaxar e voltar para Vincent. Havia um curioso prazer em saber que tinha para quem voltar, como se por muito tempo andasse perdido, sem rumo certo, seguindo passos cautelosos para evitar grandes tombos. Agora a sensação era de queda livre e, estranhamente, não tinha medo. Voltou usando apenas uma toalha em volta da cintura, o corpo ainda molhado, o cabelo úmido deixando escorrer gotas apressadas pelo rosto e, nesse estado, deitou-se ao lado dele, inclinando-se para beijá-lo. "So, you were saying?"

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Por alguns segundos, pensou em retorquir acusando o outro de estar mentindo sobre sua afirmação. Mas apenas um piscar de olhos foi necessário para convencer a si mesmo de que ele estava falando a verdade. Não poderia reclamaria também da sensação que o beijo recebido enviava ao seu corpo, apenas pressionando as pálpebras ao recorrer à escuridão por tempo o suficiente para aproveitar o arrepio se alastrando por seu corpo.
“Mmm, I know you’re saying that because you are a complete, total voyeur. But I still appreciate it, thank you.” A fala arrastada trouxe consigo o abrir dos olhos, descansando a visão no homem ao seu lado, sendo impossível não sorrir enquanto conversavam. “No, I won’t. She’s a goddess. But if you wanna watch anything else, I’m open to options.” Inclinou o rosto em direção a Frederick, postando um longo, carinhoso beijo em sua têmpora. Ainda não satisfeito, teve de repetir em outros beijos, agora mais curtos, que estalavam antes de se repetirem. “You smell like hospital.” A risada baixinha, soprada contra a tez do médico, teve seu volume diminuído pelo contato com a sua pele.
Afastou-se o suficiente para apoiar-se num travesseiro. Vincent estava certo, ele cheirava a hospital. Comum aos dois, mas servia como lembrete de que estava cansado, precisava de um banho, roupas limpas, comida caseira e, se fosse persuasivo o bastante, talvez uma massagem. “I need a shower. I was in surgery one hour ago. Will you wait for me here? While dreaming with Nate, and Wes, and the other one I forgot the name?”
Frederick beijou uma ultima vez o pescoço de Vincent antes de levantar e comear a remover a roupa, peça por peça, caminhando pelo quarto ao fazê-lo. Era engraçado notar o quão confortável se sentia na presença do outro médico, considerando que não era capaz de lembrar da última vez que atingira tal nível de intimidade com alguém. Não era de seu feitio apegar-se a outra pessoa ao ponto de não lhe parecer má ideia tê-lo por perto diariamente.
Welcome Home.
Talvez muitos não se apercebam, mas uma das palavras mais influentes durante sua vida é aquela que mais tememos escutar, dependendo da conveniência.
“Não.”
Um não pode destruir uma pessoa de dentro para fora, corroendo-a com a desconfortável e pesada ansiedade atrelada com a negativa. Do mesmo jeito, um “não” pode significar vários outros cenários mais afortunados, ou entonar um desejo expresso.
Não importa sua perspectiva pessoal sobre o não. Você continuará ouvindo o não até que não aguente mais.
A tolerância de Vincent perante essa palavrinha, contudo, sempre fora um pouco acima da média. E bendita fosse sua paciência, visto que antes, durante e após assumir um relacionamento com o médico vinte anos mais velho, “não” havia sido definitivamente a maior afirmação dita por todos os seus colegas - exceto, talvez, pela irmã do cardiologista.
É de se esperar que alguém com a fama tão enevoada quanto a de Kauffman fosse colocar alguns empecilhos em sua relação, porém, ao fim do dia, nada disso importava. Estar nos braços de Frederick era uma das experiências mais inebriantes que já experimentara. E se isso pedia por mais discrição, que assim o fosse.
Estava ali, incapaz de decidir entre o The Voice ou mais um episódio de How to Get Away With Murder, indeciso entre o musical ou ser dominado pela poderosa presença de Viola Davis. Mudava entre os canais durante os intervalos, conversando com o próprio reflexo na televisão que revelava um Vincent usando um moletom de Harvard duas vezes o seu tamanho - o que denunciava a verdadeira identidade do seu dono. Vestia apenas isso e sua boxer justa preta que mais parecia um short. Essas roupas, os cabelos bagunçados, o balde enorme de pipoca e um edredom enorme era tudo que precisava para encarar o inverno enquanto protegido pela segurança das quatro paredes e pacientemente aguardava pela chegada do cirurgião.
A rotina por muitas vezes faz com que pequenos prazeres passem em branco durante o dia. Um café numa boa companhia, a viagem de volta pra casa depois de um dia cansativo de trabalho, o som das chaves na porta antes de entrar e a paz de sentar no sofá sem se preocupar com a postura.
Frederick estivera ligado à rotina por tanto tempo que, ao notar pequenos prazeres se tornando novamente relevantes, pegava-se rindo sozinho. Naquele momento, em especial, sentado confortavelmente no sofá, ouviu o som da TV vindo do quarto e apenas isso bastou para os músculos de seu rosto relaxarem em um sorriso.
Aquele fato isolado tornara-se, por si só, excepcional. Até pouco tempo atrás não ouviria som algum vindo do quarto, não lhe restaria nada no apartamento senão a conclusão de que devia dormir e estar pronto para um novo dia. Mas aquele som lhe abria um leque de possibilidades e isso bastava para mantê-lo longe da rotina que definira há tanto tempo.
Levantou-se rapidamente, seguindo o caminho até o quarto em silêncio, tendo a certeza de que Vincent estava ali e não o tinha ouvido chegar. Vincent estava ali e isso apagava todo e qualquer outro pensamento que pudesse ter em mente antes de notar sua presença. Parou na porta do quarto, cruzando os braços e recostando-se nela, para que dali pudesse observá-lo, ainda alheio à sua presença, por alguns segundos.
“What are we watching tonight?”
“We?”
A pergunta foi acompanhada por um sorriso alastrado por todo seu rosto, sentindo-se até mesmo tentado a reprimir tal riso fácil, mas de nada adiantaria tentar negar o efeito que ele tinha sobre si. Por essa razão, voltou a falar, sem importar-se com o quanto seus lábios expressassem sua felicidade.
“I don’t know. You are watching me watch Blake Shelton’s amazing beard. He’s also so very tall, it’s indecent.” Havia um quê de divertimento nas palavras que condizia com seu estado de espírito. “And also watching me while I watch Wes and his amazing smile. Also Connor. But I’d let Nate fuck me, for god’s sake, who wouldn’t.”
Logo deu pequenos tapas ao seu próprio lado na cama, mordiscando o lábio inferior de modo involuntário ao fazê-lo e continuando a morder sem notar tal detalhe. “Come here, stay with me. But take your shoes off first, don’t mess the bed.” A pontinha autoritária na voz fazia se pensar que ele mesmo era o dono da cama, e não o também médico.
“Well, I wouldn’t.” Sentou-se na extremidade da cama, removeu os sapatos, desabotoou a camisa e por fim buscou seu lugar ao lado de Vincent, beijando-lhe abaixo da orelha, sentindo o perfume em seu pescoço e demorando-se ali, como se para capturar o máximo possível do momento.
“You look amazing in this shirt, by the way. Suits you better than me.” Frederick por vezes se perguntava quando admirar Vincent se tornou um de seus passatempos favoritos. Notar a roupa, o perfume, a forma como ele penteara o cabelo, tudo. Não havia um só detalhe que não lhe chamasse a atenção e ele não sabia desde quando aquilo tornara-se parte de seu dia. “Will you ever get over Shonda Rhimes?”
Welcome Home.
Talvez muitos não se apercebam, mas uma das palavras mais influentes durante sua vida é aquela que mais tememos escutar, dependendo da conveniência.
“Não.”
Um não pode destruir uma pessoa de dentro para fora, corroendo-a com a desconfortável e pesada ansiedade atrelada com a negativa. Do mesmo jeito, um “não” pode significar vários outros cenários mais afortunados, ou entonar um desejo expresso.
Não importa sua perspectiva pessoal sobre o não. Você continuará ouvindo o não até que não aguente mais.
A tolerância de Vincent perante essa palavrinha, contudo, sempre fora um pouco acima da média. E bendita fosse sua paciência, visto que antes, durante e após assumir um relacionamento com o médico vinte anos mais velho, “não” havia sido definitivamente a maior afirmação dita por todos os seus colegas - exceto, talvez, pela irmã do cardiologista.
É de se esperar que alguém com a fama tão enevoada quanto a de Kauffman fosse colocar alguns empecilhos em sua relação, porém, ao fim do dia, nada disso importava. Estar nos braços de Frederick era uma das experiências mais inebriantes que já experimentara. E se isso pedia por mais discrição, que assim o fosse.
Estava ali, incapaz de decidir entre o The Voice ou mais um episódio de How to Get Away With Murder, indeciso entre o musical ou ser dominado pela poderosa presença de Viola Davis. Mudava entre os canais durante os intervalos, conversando com o próprio reflexo na televisão que revelava um Vincent usando um moletom de Harvard duas vezes o seu tamanho - o que denunciava a verdadeira identidade do seu dono. Vestia apenas isso e sua boxer justa preta que mais parecia um short. Essas roupas, os cabelos bagunçados, o balde enorme de pipoca e um edredom enorme era tudo que precisava para encarar o inverno enquanto protegido pela segurança das quatro paredes e pacientemente aguardava pela chegada do cirurgião.
A rotina por muitas vezes faz com que pequenos prazeres passem em branco durante o dia. Um café numa boa companhia, a viagem de volta pra casa depois de um dia cansativo de trabalho, o som das chaves na porta antes de entrar e a paz de sentar no sofá sem se preocupar com a postura.
Frederick estivera ligado à rotina por tanto tempo que, ao notar pequenos prazeres se tornando novamente relevantes, pegava-se rindo sozinho. Naquele momento, em especial, sentado confortavelmente no sofá, ouviu o som da TV vindo do quarto e apenas isso bastou para os músculos de seu rosto relaxarem em um sorriso.
Aquele fato isolado tornara-se, por si só, excepcional. Até pouco tempo atrás não ouviria som algum vindo do quarto, não lhe restaria nada no apartamento senão a conclusão de que devia dormir e estar pronto para um novo dia. Mas aquele som lhe abria um leque de possibilidades e isso bastava para mantê-lo longe da rotina que definira há tanto tempo.
Levantou-se rapidamente, seguindo o caminho até o quarto em silêncio, tendo a certeza de que Vincent estava ali e não o tinha ouvido chegar. Vincent estava ali e isso apagava todo e qualquer outro pensamento que pudesse ter em mente antes de notar sua presença. Parou na porta do quarto, cruzando os braços e recostando-se nela, para que dali pudesse observá-lo, ainda alheio à sua presença, por alguns segundos.
“What are we watching tonight?”
blue + yellow = green

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