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Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β GANNICUS & OPHELIA
Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β β We were shattered into pieces and now we are back together.Β β Β
Dizem queΒ a ΓΊnica situaΓ§Γ£o inevitΓ‘vel na vida de alguΓ©m Γ© a morte. Essa espera qualquer mortal, independente de sua religiΓ£o, no fim de sua vida. Esse final, para alguns, vem antes do esperado. Oitenta, noventa, cem anos de idade? NΓ£o. Ela nΓ£o escolhe se buscarΓ‘ crianΓ§a ou adulto, simplesmente aproxima-se e toma a vida de seus mortais. Exceto quando outra divindade decide interferir em seus planos, Γ© claro. Como foi exatamente o caso de Ophelia Laelia Saavedra-Dragonova, quando diante do acidente quase perdera a vida, mas em compensaΓ§Γ£o perdera a si mesma.Β
Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Voltemos ao inΓcio, porΓ©m, a anteriori da pseudo-morte de Ophelia.Β
Γ um belo dia, ensolarado em terras argentinas. A ida de uma famΓlia em uma viagem para Bariloche, longe da capital. As praias e parques de diversΓ£o foram o auge para o casal de gΓͺmeos adotado por Cesare e Tomislav. EnΓ©rgicos, vibrantes, nΓ£o paravam um minutos sequer, cada um com seu respectivo daemon: Ophelia, carregava Gannicus enrolado em seu braΓ§o, uma jovem cobra cega e Dante segurava Crixus, um gato persa e coloraΓ§Γ£o laranja, enquanto caminhavam para a prΓ³xima montanha russa, sem medo algum da altura. Ambos, quando juntos pareciam dividir forΓ§as e receios, para que acada um superasse as suas adversidades. No entanto, enquanto as crianΓ§as brincavam, nos bastidores Cesare e Tomislav fortemente discutiam por algo que os gΓͺmeos nem ao menos perceberam.Β
Foi somente ao retornar ao carro apΓ³s tomar um banho, para retornarem aos seu respectivo lar durante a viagem que iniciou-se algo que ficou claro com a Γ‘gua para Dante e Ophelia. Os gΓͺmeos se entreolharem, suspiraram juntos diante da recorrΓͺncia das discussΓ΅es nada saudΓ‘veis. As memΓ³rias aqui ficam curtas, pois as razΓ΅es da discussΓ£o parecem sem sentido, sem importΓ’ncia alguma ou mesmo relevΓ’ncia. Os daemons das crianΓ§as, porΓ©m, agem de forma agitada, tanto a cobra cega quanto o jovem gato decidem engalfinhar-se tambΓ©m como Cesare e Tomislav, mas de forma afetuosa, um agarrado ao outro como se jamais desejassem separar-se um do outro. Gannicus, por exemplo, prΓ³ximo de Ophelia, comentava-lhe o quΓ£o irritado estava com toda aquela discussΓ£o sem pΓ© nem cabeΓ§a e dizia o quanto gostaria de voltar para a casa. JΓ‘ Crixus praticamente rosnava, apenas nΓ£o rugia pelo fato de nΓ£o ser leΓ£o, pois sentia-se colΓ©rico com a impaciΓͺncia dos adultos sentados no banco da frente.Β
Foi entΓ£o que tudo aconteceu rΓ‘pido demais. O volante perdeu a direΓ§Γ£o das mΓ£os de Tomislav, empurrado por Cesare. Tentaram recuperar a mesma, mas o carro dirigiu-se diretamente para um paredΓ£o de rochas na estrada, amassando a parte frontal do motorista por completo. O estrago no lado do passageiro foi menor, pois Tomislav iante do impacto transformara-se em um animal de carapaΓ§a dura. Dante havia sido poupado do maior impacto na parte traseira, mas Ophelia foi atingida por um pedaΓ§o de metal amassado da estrutura do veΓculo, perfurando sua cavidade torΓ‘cica e enchendo seus pulmΓ΅es de sangue. Gannicus emitia um som que era estranho atΓ© mesmo para uma cobra, seu corpo transfigurando-se em uma figura que nΓ£o podia ser discernida por Ophelia naquele momento dada a memΓ³ria da dor cortante.Β
No entanto, uma divindade ( ou seria demΓ΄nio? ) que assistia toda aquela situaΓ§Γ£o se compadeceu pela figura feminina que agonizava, achou injusto que essa perdesse sua vida devido ao fato da irresponsabilidade de dois homens crescidos. Lilith, a mΓ£e dos monstros e dos demΓ΄nios criava mais uma cria para si, tomando-a como afilhada, deixando o pedaΓ§o de metal que cortava as carnes da jovem preso no interior de suas costelas como fonte de sua mΓ‘gica e da vida que nΓ£o seria retirada de si, frustrando o trabalho de Azrael, anjo da morte. Gannicus que agora tomava uma forma reptiliana similar a um lagarto ao invΓ©s de um ofΓdio parava de guinchar, mas adquiria uma expressΓ£o morta, como a sua scion, desprovida de vida. Beba o sangue, minha querida, faz parte de sua renovaΓ§Γ£o, vocΓͺ serΓ‘ transformada. Uma voz sensual, feminina e materna atravessava o crΓ’nio de Ophelia, ela que foi atraΓda pelo pescoΓ§o da pessoa mais perto de si: Dante. O irmΓ£o gΓͺmeo parecia ter aceitado o destino quando percebeu Ophelia sugando-lhe seu sangue, mas algo acontecia enquanto o lΓquido escarlate virava vida para a Dragonova.
Gannicus comeΓ§ava a modificar-se mais uma vez a cada gota de sangue ingerido e Crixus parecia agonizar, chorava o gato do irmΓ£o gΓͺmeo, assim como ele prΓ³prio derramava lΓ‘grimas ao perceber sua vida sendo esvaΓda.Β β O que Γ© isso? O que Γ©... β Era Gannicus tentando se comunicar, mas ele contorcia-se e Ophelia finalizava o irmΓ£o, drenando-o por completo enquanto seus olhos, ah seus olhos: dois buracos negros destituΓdos de vida que brilhavam com uma crueldade que nΓ£o pertencia a crianΓ§a alguma. A memΓ³ria lhe foi usurpada apΓ³s a situaΓ§Γ£o, sem nenhum socorro, sem nenhum grito, apenas a voz de Gannicus e Crixus trΓͺmula em seu ouvido.Β
Quando acordou, estava em um hospital, sozinha. Assustada, foi parada por enfermeiras de retirar todo o aparato mΓ©dico de seu corpo e foi levada atΓ© seu pai, Cesare, ao qual curiosamente tinha a sensaΓ§Γ£o de tΓͺ-lo visto morrer. Pediu por Tomislav, mas nΓ£o teve resposta, tampouco sobre Dante, antes de levarem-na para conversar com o Saadreva. Teve uma explicaΓ§Γ£o infantil dada Γ sua condiΓ§Γ£o, mas Lilith, em sonho, a contatava para mostrar a verdade sobre suas habilidades e suas dΓ‘divas. O sangue era a sua fonte de poder assim como a alma e nΓ£o havia escapatΓ³ria.Β
Ophelia passou muito tempo isolada, tentando lidar com a situaΓ§Γ£o, mas como uma sombra que carregava consigo, o instinto e a Γ’nsia pelo poder eram grandes. Mais uma vΓtima drenada por completo, mudanΓ§as tanto em si como em Gannicus. Uma cabeΓ§a de bode era adquirida ao daemon, de maneira curiosa. A quimera, Gannicus tanto quanto Ophelia sofriam com a transformaΓ§Γ£o, encurralando um ao outro ao descobrir as novas personalidades e almas que carregava em uma sΓ³ pessoa, uma mescla com a sua prΓ³pria, mas perdia-se. As vezes, sentia como se nΓ£o fosse a si prΓ³pria, levada a agir como um outro indivΓduo.Β
E entΓ£o vieram os vΓcios. Primeiro Γ‘lcool, depois o cigarro. O primeiro entorpecia-lhe os sentidos, o segundo alimentava a falta de hormΓ΄nios prazerosos, alimentando o ciclo. Por ΓΊltimo, porΓ©m, passou a envolver-se com substΓ’ncias de cunho mΓ‘gico, para ser usurpada da realidade e assim, ter para si um pedaΓ§o de paz diante do caos que via dentro de si e que era compartilhado por Gannicus. O daemon, quimera, composto por trΓͺs almas e fragmentos de muitas outras utilizadas em pouca quantidade para ativar seus poderes, dando-lhe tambΓ©m uma cauda ofΓdica e pernas traseiras reptilianas. Inconstante, mais atΓ© que Ophelia, uma vez que seu problema de fragmentaΓ§Γ£o era equilibrado ao ser muito mais explΓcito no daemon, poupando-a de um transtorno que poderia ser muito mais grave.Β
ApΓ³s o incidente, a relaΓ§Γ£o de Ophelia com Gannicus tornara-se brevemente mais distante. As personalidades, porΓ©m, demonstravam as trΓͺs almas que foram absorvidas por ela: Dante, a sua prΓ³pria e a alma de uma ex-amante, tomada em um perΓodo de fΓΊria e perda de memΓ³ria. A cabeΓ§a draconiana era basicamente reflexo de Gannicus antes de ter sido transfigurado por absorver Dante, responsΓ‘vel, organizado, violento, orgulhoso e sensato, tirando a violΓͺncia, caracterΓsticas que se opΓ΅em completamente as da argentina. Por outro lado a cabeΓ§a felina, oriunda de Dante e que agora pertencia-lhe, nΓ£o havendo distinΓ§Γ£o entre Gannicus e as cabeΓ§as, exibia uma personalidade soturna, indiferente e isolada e a memΓ³ria que sempre tivera do gΓͺmeo era que esse sempre fora um indivΓduo extrovertido e emocional, mais um contraste. JΓ‘ a cabeΓ§a de bode possui irresponsabilidade completa, um desejo por caos e loucura inimaginΓ‘vel, sempre instigando Ophelia a continuar com seus vΓcios e a render-se ao hedonismo, o que era com um reflexo negativo da personalidade da mulher que absorvera.Β
Os trΓͺs compΓ΅em pedaΓ§os do que passa na cabeΓ§a da prΓ³pria Ophelia, seus conflitos internos jamais exteriorizados por completo, deixando Γ³bvio a verdade sobre quem ela mesma o era: ninguΓ©m e ao mesmo tempo, todos aqueles que jΓ‘ absorvera em sua vida, transtornada, perdida em si mesma, apenas com a Γ’ncora de Dante, o ΓΊnico que permaneceu em espectro fantasmagΓ³rico em seu interior, pois fora o primeiro que fora tomado por forΓ§as obscuras que originavam de Lilith.Β
E essa Γ© a verdade que se transcorre sobre a razΓ£o de Gannicus ser um daemon inusual, fragmentado, com personalidade inconstante e decisΓ΅es imprevisΓveis. A morte que havia de ter buscado Ophelia foi enganada por Lilith que impediu que mais uma vez outra garota, outra mulher perecesse diante da irresponsabilidade de homens.
Β Ao mesmo tempo, porΓ©m, que agraciava-lhe com uma dΓ‘diva, era lhe entregue tambΓ©m uma maldiΓ§Γ£o expressa claramente na forma fixa de seu daemon.Β
siilverfcngsβ:
Em Shangri-La, Tomislav estava fora de serviΓ§o, uma vez que sua falsa lealdade devia-se apenas Γ academia Avalon. PorΓ©m, optou por trajar a versΓ£o formal de sua farda para a ocasiΓ£o, levando em peito orgulhosamente todas as medalhas adquiridas em seu tempo de serviΓ§o. Apesar da vestimenta, entretanto, a postura encontrava-se mais relaxada que o normal, fato exemplificado pela maneira que displicentemente apoiava-se contra o parapeito da sacada com um cigarro entre os dedos mΓ©dio e indicador. Envolvido em um diΓ‘logo com Wren, a majestosa tigresa siberiana que o acompanhava, mal notou a aproximaΓ§Γ£o de um aluno. O nobre foi rΓ‘pido em interrompΓͺ-lo, mais veloz ainda em dizer o que lhe atormentava. ImpassΓvel, o russo esperou que o rapaz calasse a boca para finalmente garantir que estava fora de serviΓ§o, mas veria o que seria capaz de fazer sobre o assunto. βHΓ‘ inteligΓͺncia em nΓ£o ignorar todas as exigΓͺncias dessas bostinhas. Eles precisam gostar de vocΓͺ.β, Wren pontuou, enquanto o russo tomava impulso e partia do ambiente. βββ JΓ‘ nΓ£o sei se gostarem de mim Γ© uma coisa boa ou ruim.β Rosnou.
Adentrando o borbulhante salΓ£o, buscou pela moΓ§a descrita com diligΓͺncia, encontrando-a rapidamente apesar da multidΓ£o. @shatteredglcssΒ destacava-se pelo distinto daemon que a acompanhava, criatura que o soldado vira apenas com duas ou trΓͺs pessoas. βββ Senhorita? Boa noite. PoderΓamos trocar uma palavrinha ou duas? Temo que esteja provocando certaβ¦ AgitaΓ§Γ£o entre os convivas.β Entoou, ao abordΓ‘-la com a destra sobre o ombro feminino. βββ Espero que possamos resolver o problema rapidamente sem maiores confusΓ΅es.β
Β Β Β Β Β Β Β Β Β O cigarro entre seus dedos parecia prestes a ser finalizado, enquanto a fumava misturava-se com seu perfume doce. A sua presenΓ§a no evento se dava ao fato de que Ophelia estava esperand por algum gran finale naquela noite, ademais, tornara-se extremamente tediosa, tirando um conflito que tivera alguns momentos anteriores. O daemon parecia agitado, dessa vez, rosnando aos convidados, exibindo dentes apesar de nΓ£o atacar ninguΓ©m porque ainda restava algum senso de responsabilidade em uma das trΓͺs cabeΓ§as que Gannicus ostentava. A morena deu o ΓΊltimo trago em seu cigarro com a quimera reclamando sobre algo que nem ao menos se deu o luxo de prestar atenΓ§Γ£o, mas Dante parecia inquieto e trΓͺmulo em seu interior, como se espreitasse por algo que Ophelia nΓ£o conseguia enxergar no momento. O gΓͺmeo era visto como um vulto diante de seus olhos, o poder que nΓ£o desejava funcionando vinte e quatro horas. Outros espΓritos presenciavam a cena da comemoraΓ§Γ£o da pitonisa, transtornados, chorosos, irritados por estarem descarnados, amaldiΓ§oados pelos deuses. Ela precisava de algo mais forte que Γ‘lcool para lidar com a situaΓ§Γ£o, conforme sentia seus pΓ©s tornano-se mais leves, os olhos mais distantes, tentando buscar por algo que nΓ£o conseguia enxergar... Ficar sozinha era sempre a pior parte.Β
Β Β Β Β Β Β Β Β Seu torpor fora retirado com uma mΓ£o que tocou-lhe em seu ombro, mΓ£o grande e Γ‘spera, sentida atravΓ©s do tecido de seu vestido negro, mas ainda incapaz de puxar-lhe como uma Γ’ncora para a realidae, Ophelia ainda sentia-se distante, quase perdida enquanto escutava a voz chamando-lhe para o mundo real.Β Β ββΒ EngraΓ§ado... sua voz me Γ© familiar.Β ββΒ Comentou em certo torpor, com uma personalidade amena, diferia da sua prΓ³pria, caΓ³tica e inconstante, antes de virar-se para a fonte do som. Seus olhos, ao encontrarem as feiΓ§Γ΅es alheias que estavam mais envelhecidas do que recordava foi um choque de realidade. A morena derrubou o copo em suas mΓ£os, assim como sua boca se abriu sem que ela se desse conta. NΓ£o prestou atenΓ§Γ£o alguma no que lhe fora falado. Tudo o que fez foi dar dois passos para trΓ‘s e bruscamente retirar aquela mΓ£o de seu ombro. O susto ao dar de cara com a figura do pai que havia abandonado-a havia a puxado de volta Γ si mesma, apesar de Dante tomar forma diante de seus olhos, algo que ela apenas poderia enxergar por estar eternamente conectada ao irmΓ£o gΓͺmeo. O que serΓ‘ que o trouxe atΓ© Avalon justamente agora, Laelia? VocΓͺ nΓ£o acha no mΓnimo suspeito? NΓ£o seja direta, vocΓͺ vai ter que especular e... A morena nΓ£o esperou o irmΓ£o gΓͺmeo morto terminar de dissertar em sua mente.Β ββΒ ...nΓ£o dΓ‘,Β eu preciso de outra bebida.Β ββΒ Ela simplesmente falou, antes de dar as costas Γ Tomislav para dirigir-se ao bar, atΓ΄nita. Ela nΓ£o queria, nΓ£o desejava, se recusava a conversar com alguΓ©m que havia a deixado sem motivos, sem razΓ΅es ou explicaΓ§Γ΅es no momento em que mais precisara.Β
hailwolfgβ:
Β Β Β Β Β Β Β Com a harpia gigante pousada no braΓ§o esquerdo e o corpo ereto, Karl caminhava entre os convidados com sua postura impecΓ‘vel de deus grego e seu olhar frio de vΓbora analisando todos que ousavam atravessar seu caminho. Nunca fora simpΓ‘tico, disso nΓ£o havia dΓΊvidas, portanto nΓ£o gastou mΓΊsculos delineando sorrisos para aqueles que nΓ£o tinham nada a lhe oferecer. Afinal, nΓ£o avivava a certeza em seu coraΓ§Γ£o de que as terras daqueles nobres brevemente seriam suas e eles Γ© que lhe esbanjariam sorrisos transbordando interesse e falsidade.
Β Β Β Β Β Β Β Β Ainda nΓ£o tivera a sorte de encontrar uma vΓtima digna o suficiente para agraciar com sua companhia enquanto ele a importunaria e se alimentaria de qualquer sentimento negativo que conseguisse produzir no outro. Porventura, ou forΓ§a do destino, ela acabou entrando em cena enquanto ele se servia de uma taΓ§a qualquer da bandeja de um garΓ§om insignificante. Heike piou com maldade em seu ouvido segundos antes da mulher convidar o alemΓ£o para um brinde.Β β Que os deuses a fodam com sabedoria.Β β brindou dando uma rΓ‘pida olhada no conteΓΊdo do copo, certificando-se de que era alcoΓ³licoΒ antes de ergue-lo; e, em seguida, inclinar a taΓ§a o suficiente para derramar todo o seu lΓquido feito uma cachoeira de cristal, que lanΓ§ou respingos para todas as direΓ§Γ£o apΓ³s atingir o piso lustroso do salΓ£o. O Rosenberg nΓ£o se permitiria ingerir nenhum lixo daqueles, prejudicial ao seu corpo. Ele deu um sorriso zombeteiro para a outra, que aos poucos ia reconhecendo das fotografias dos nobres que havia estudado, e segurou o recipiente corretamente desta vez. Heike piou novamente, fazendo-o seguir seu olhara atΓ© o que ela queria que visse, nΓ£o tardando em localizar o outro daemon logo a frente. A criatura estranha tinha trΓͺs cabeΓ§as diferentes, uma mais bizarra do que a outra. RazΓ£o que fez o prΓncipe soltar um riso curto.Β β Que tipo de pessoa tem uma alma assim?Β β questionou ainda caΓ§oando, mas com legΓtima curiosidade.Β β Sie mΓΌssen gut gestΓΆrt sein. ΒΉ
Β Β Β Β Β Β Β Β Β A morena nΓ£o julgou o comentΓ‘rio feito pelo scion ao brindar, por sua vez, virando o champagne por completo em sua boca para ingerir o Γ‘lcool e permitir assim que seu corpo aos poucos fosse intoxicado com a substΓ’ncia. PorΓ©m, estreitou os olhos ao ver o showzinho particular do outro ao derrubar todo o conteΓΊdo da taΓ§a no chΓ£o, certificando-se de demonstrar toda a futilidade e o quΓ£o desnecessΓ‘ria a arrogΓ’ncia real o era, mais uma vez.Β β Nãããããão! β A cabeΓ§a de bode de Gannicus berrou em sua cabeΓ§a, olhando o rapaz com tristeza, antes de emitir um som nada gracioso. A cabeΓ§a felina, por sua vez, mexeu-se para morder a de bode, rugindo em ameaΓ§a ao comportamente anterior e a draconiana apesar fingia que nΓ£o estava vendo nada daquilo acontecer, assim como Ophelia que apenas certificou-se que o lΓquido nΓ£o havia respingado em seu louboutin e Elie Saab. Ficaria terrivelmente infeliz se esse o tivesse feito.Β ββΒ Hum. Γ uma pena o desperdΓcio de um bom champagne. A perda Γ© sua, corazΓ³n.Β Β ββΒ NΓ£o fora ela que pagara pela taΓ§a, de qualquer forma.Β Ela apenas comentou, exibindo a prΓ³pria arrogΓ’ncia viperina enquanto empinava seu nariz, procurando por acender um cigarro sem dar uma foda sobre o fato de nΓ£o estar em um ambiente apropriado para fumantes, seu vΓcio era mais forte e ela nΓ£o estava disposta a sair dali com a demonstraΓ§Γ£o de masculinidade do rapaz ao derrubar o Γ‘lcool, fosse qual fosse a sua razΓ£o. Estava prestes a deixar sua atenΓ§Γ£o ser dissipada quando as palavras alheias atingiram-lhe em cheio. Dessa vez, porΓ©m, Gannicus moveu-se de maneira ameaΓ§adora, ladina, vagarosa. A cabeΓ§a draconiana da quimera finalmente saiu de sua inΓ©rcia, a fumaΓ§a saindo por suas narinas e os olhos reptilianos estreitados com a exibiΓ§Γ£o de seus dentes.Β β Ele nos ofendeu assim, de graΓ§a, Laelia? Quem Γ© que essa criatura pensa ser? Um tΓtulo nΓ£o me impede de transformΓ‘-lo em churrasquinho. βΒ
Β Β Β Β Β Β Β Β Aos poucos a bocarra da cabeΓ§a de dragΓ£o era aberta, sendo possΓvel de olhar no interior de sua garganta a chama que estava prestes a sair. Um rugido leonino deixou a garganta da cabeΓ§a de leΓ£o e o bode parecia incrivelmente maluco, como se estivesse apreciando a situaΓ§Γ£o caΓ³tica. Ophelia, porΓ©m, colocou-se ao lado do daemon, apariciando as escamas de Gannicus com uma calmaria latente que poderia parecer atΓ© mesmo suspeita e ela riu. Oh cΓ©us, ela riu alto. Talvez tivesse chamado a atenΓ§Γ£o de alguns convidados, mas ela nΓ£o se importava nem um pouco. Talvez ali pudesse adquirir um pouco de diversΓ£o, sempre sentia-se mais poderosa quando encontrava alguΓ©m que ousava abrir a boca para falar algo atravessado para ela.Β Β ββΒ Infelizmente, Ganni, nΓ³s ainda podemos ser acusados de assassinato se vocΓͺ decidir por um barbecue hoje Γ noite como jantar, Γ© uma pena pela segunda vez na noite.Β ββΒ Ela respirou fundo, depositando um selinho no focinho do prΓ³prio daemon, que exibia um olhar orgulhoso, ameaΓ§ador. O prΓ³prio Dante havia levantado-se e ela podia sentir o irmΓ£o querendo disputar pelo controle de seu prΓ³prio corpo consigo. Agora nΓ£o, irmΓ£ozinho, Γ© o meu momento. Ela sabia que ele tentaria evitar conflitos e sairia dali com Gannicus antes que a problemΓ‘tica da premissa do incΓͺndio se agravasse. Ophelia sabia o bΓ‘sico de alemΓ£o para entender as palavras proferidas em lΓngua estrangeira.Β Β ββΒ Ah sim, perturbada. MuitΓssimo perturbada, mi corazΓ³n. A mais insana que vocΓͺ teve o desprazer de provocar.Β ββΒ Deu um passo na direΓ§Γ£o alheia, seus olhos esquadrinhano cada centΓmetro da pele do rapaz e terminou com a mΓ£o no colarinho alheio, nΓ£o em uma forma sexual.
Β Β Β Β Β Β Β Β Β ββΒ Se eu desejasse poderia persuadΓ-lo a enfiar a cabeΓ§a naquela fonte e asfixiar a si mesmo atΓ© a morte, se eu desejasse poderia dizer Γ Gannicus para queimar apenas um pedacinho de vocΓͺ ou simplesmente poderia morder seu pescoΓ§o pΓ‘lido e sem graΓ§a e adquirir seu sangue e sua forΓ§a vital alΓ©m de parte de seu daemon. Bela harpia, aliΓ‘s, uma parte dela em Gannicus ficaria excepcional. O bico ou as asas, compaΓ±ero?Β ββΒ Virou-se para o prΓ³prio daemon que parecia considerar a possibilidade, seus olhos azuis trocando de cor, brevemente adquirindo um tom tΓ£o preto que parecia absorver todas as cores e luzes ao redor, tanto a Γris como a esclera, negras. Ophelia, porΓ©m, largou o rapaz e se afastou: ela nΓ£o era tΓ£o proficiente em artes marciais como o era em ameaΓ§ar, causar caos e ingerir o sangue alheio. NΓ£o havia ingerido sangue em alguns dias, portanto seu poder nΓ£o estava cem por cento ativo, mas foi o suficiente para modificar a cor de seus olhos, fazendo-a piscar algumas vezes antes de retornar ao azul vibrante de outroraΒ ββΒ Que tal vocΓͺ pedir desculpas ao Gannicus? Ele normalmente nΓ£o segue meus comandos, portanto, seria interessante que o fizesse antes que ele decida que seja melhor torrar vocΓͺ e essa harpia.Β ββ
nwtherlandsβ:
β· Β· Λ β« * π Λ . Β· Β Β Β Β Β Β ela devia se importar, certo? mesmo que tais festividades nΓ£o fossem de seu interesse, o envolvimento dos deuses tornavam-se por automΓ‘tico uma grande motivaΓ§Γ£o para sua estadia. a expressΓ£o monΓ³tona em seu rosto nΓ£o era de agrado geral, justamente o contrΓ‘rio, era um incomodo para as pessoas no ambiente, que temiam pela ira de seus patronos, no entanto, a medida em que as benΓ§Γ£os iam sendo despejadas aos scions, se encontrou de fato curiosa quanto ao tal. infelizmente negava-se a mover um dedo para se submeter as tentativas de alcanΓ§ar uma das pessoas benΓ§Γ£os oferecidas. o silvo da serpente a despertou do transe promovido pela dispersΓ£o de seus pensamentos momentΓ’neosΒ βficar inerte nΓ£o vai lhe auxiliar em coisa algumaβ as palavras fizeram com que suspirasse, talvez houvesse um fundo de realidade nelas e, era isso que de fato lhe incomodava. um sorriso escapou de seus lΓ‘bios ao constatar a presenΓ§a da jovem, juntamente com seu falar, as coisas finalmente viriam a se tornar interessantes, sentia-se grata pelo tal, ao aguardo do primeiro garΓ§om, que nΓ£o tardou a passar, para pegar uma taΓ§a. β um brinde Γ nova pitonisa. β repetiu, bebericando o lΓquido contido no recipiente de vidro.Β β parece estar se divertindo, mevrouwΒΉβ¦ β comentou, dando de ombros.
Β Β Β Β Β Β Β Β Entornou completamente o lΓquido no interior da taΓ§a, deixando o Γ‘lcool percorrer seus lΓ‘bios, ainda que fosse uma quantidade Γnfima perto do quanto Ophelia poderia tolerar. A morena riu brevemente com o comentΓ‘rio sem emoΓ§Γ£o alguma oriundo da fonte em que anteriormente brindara, sem diversΓ£o alguma em sua risada.Β ββΒ Seus conceitos de diversΓ£o entΓ£o devem ser extremamente decadentes, corazΓ³n.Β ββ Comentou enquanto virava-se para pedir uma dose de dupla de whiskey puro, com dois cubos de gelo.Β ββΒ Gostaria de me acompanhar tambΓ©m ou sobriedade faz parte do seu conceito de diversΓ£o?Β ββΒ Questionou-a, com um tom de desafio em sua voz. A cabeΓ§a draconiana de Gannicus parecia sempre a parte mais sensata da mulher, pois logo comeΓ§ou a advertΓ-la.Β β VocΓͺ sabe o que normalmente acontece quando o Γ‘lcool sobe atΓ© seu cΓ©rebro, Laelia, eu sinceramente nΓ£o gostaria de ficar enfurnado novamente em seu quarto por mais cinco dias. β FumaΓ§a saΓa das narinas do daemon, conforme reclamava e a cabeΓ§a de bode mostrava a lΓngua para o outro, inconsequente. Ignorou as tres cabeΓ§as, ainda que a felina tivesse permanecido inerte, quieta, como normalmente o fazia, especialmente quando Dante estava da mesma maneira no interior de sua mente.Β

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e-paheyβ:
A bem da verdade, Ashanti nΓ£o via na Pitonisa a mesma misticidade que o restante parecia ver. Entendia que ela era vista como uma mulher sΓ‘bia, a ponte de comunicaΓ§Γ£o dos deuses com o plano terreno, e certamente respeitava sua imagem, mas a angolana jΓ‘ sentira a forΓ§a de IansΓ£ em seu prΓ³prio corpo - nΓ£o sentia seus deuses tΓ£o distantes de si a ponto de precisar da ajuda de um terceiro. Mas, pelo que se dizia, a Pitonisa era escolhida pelos prΓ³prios deuses, e nΓ£o faria mal lhe deixar um presente para obter seu favor. AlΓ©m do mais, a festa contava com quantidades considerΓ‘veis de Γ‘lcool, e nΓ£o era sempre que a Nzayinawo podia fazer uso da substΓ’ncia. A princesa estava afastada da pista de danΓ§a, uma mΓ£o recostada de forma afetuosa em Betserai - o bΓΊfalo quase nΓ£o saΓa das dependΓͺncias de Avalon e certamente estava entusiasmado com o evento. A mulher ao seu lado propΓ΄s um brinde Γ nova pitonisa, e Ashanti ergueu casualmente sua taΓ§a de champagne, mais por educaΓ§Γ£o do que por qualquer outra coisa.Β βQue sua sabedoria se derrame sobre todos nΓ³s.β Complementou, embora o tom de sua voz nΓ£o tivesse qualquer animaΓ§Γ£o.Β βNada melhor para honrar a nova orΓ‘culo dos deuses do que um evento regado a Γ‘lcool e prazeres carnais.βΒ
Β Β Β Β Β Β Β ββΒ Isso e que as prΓ³ximas profecias sejam mais decifrΓ‘veis do que as ΓΊltimas.Β Β ββ Completou antes de virar em conjunto a sua taΓ§a de champagne por completo, o lΓquido espumante nΓ£o fazendo nem cΓ³cegas em seus lΓ‘bios, anestesiados pela falta de sensaΓ§Γ΅es. Ophelia inspirou o ar profundamente, desviando os olhos da morena que brindara consigo. Dante estava muito quieto no interior de sua mente, podia sentΓ-lo observando a tudo e Γ todos, atΓ© mesmo a prΓ³pria Ophelia. Ela sabia que o gΓͺmeo nΓ£o aprovava as suas atitudes e tampouco seus vΓcios, mas nΓ£o havia muito que esse poderia fazer, estando preso eternamento no limbo obscuro de sua mente, da sua prΓ³pria alma. Pensou, por um segundo na fala da princesa de algum paΓs africano ao qual jamais decoraria o nome e a fisionomia da mesma.Β ββΒ Faz sentido, nΓ£o faz? NΓ£o Γ© apenas de farra e diversΓ£o que eles vivem? Deve ser mesmo um porre viver eternamente e se entediar com as mesmas coisas sempre. Eu vivi apenas vinte e quatro anos e jΓ‘ sinto essa dor pungente do enfastiamento em mim.Β ββΒ Desviou o olhar por alguns segundos, antes de depositar a taΓ§a vazia sobre o balcΓ£o do bar, ansiosa por acender um cigarro logo em seguida.Β ββΒ Mas e porque nΓ£o alimentar mais um desses prazeres? VocΓͺ fuma?Β ββΒ Pediu enquanto retirava o maΓ§o de cigarro da clutch que carregava consigo.Β
princesaeplebeiaβ:
Por mais que estivesse sentada no bar, o copo de Marlene reluzia em tons variados, indicando que o Γ‘lcool havia sido dispensado, ao menos por ora. Com poucas noΓ§Γ΅es de etiqueta e educaΓ§Γ£o refinada, nΓ£o gostaria de pΓ΄r tudo Γ perder em seu primeiro evento como realeza, manchando nΓ£o apenas sua imagem, mas tambΓ©m o sobrenome alemΓ£o. Boa quantidade de nobres aguardavam ansiosamente por um deslize seu, tendo olhos e ouvidos bem atentos a todos os seus passos. AlΓ©m de que, sua mente continuava a dizer como nΓ£o necessitava de conteΓΊdo etΓlico em seu organismo para cometer erros. βββ Ela nΓ£o parece meio desconfortΓ‘vel para vocΓͺ?β Foi a primeira coisa que disse ao ouvir a desconhecida falar sobre um brinde. Ratatosk aninhava-se no espaΓ§o entre seu ombro e pescoΓ§o, mas parou ao visualizar o daemon alheio. Com um guincho esganiΓ§ado, o esquilo preparou-se para saltar em direΓ§Γ£o Γ fera, mas Marlene o apanhou no ar antes que conseguisse alcanΓ§Γ‘-la, trazendo-o para junto do peito. βββ Desculpe, ele fica meio combativo quando vΓͺ daemons maiores. Γ do tipo suicida.β Franziu o cenho, empurrando o daemon para dentro do paletΓ³. βEu poderia pegΓ‘-lo e derrubΓ‘-lo no soco se quisesseβ, Ratatosk deixou apenas o rosto Γ mostra, observando atentamente Γ s movimentaΓ§Γ΅es exteriores. Marlene arqueou as sobrancelhas. βββ Claro que poderia, Rata, vocΓͺ Γ© o maioral.β Respondeu, sem animaΓ§Γ£o na voz, indicando a ironia, enquanto dava tapinhas amigΓ‘veis em seu companheiro de alma. Finalmente, soltou um suspiro e sorriu sem jeito para a outra mulher. βββ Ainda aceita aquele brinde? SΓ³ vou ter que me desculpar e fazΓͺ-lo com suco, espero que nΓ£o se importe.β
Β Β Β Β Β Β Β Β A morena imaginou que a sua companhia aceitaria o brinde, estava, pois entΓ£o, pronta para virar a taΓ§a em um ΓΊnico gole quando ao invΓ©s de aceitar, a mesma questionou-a sobre a nova pitonisa. De fato, a Dragonova nΓ£o havia parado para analisar esse fato, estava mais concentrada em si mesma, como normalmente o fazia, do que qualquer outra coisa. Ela respirou fundo, voltando seus olhos na direΓ§Γ£o onde a mulher mais lisonjeada da noite estava, passand por alguns minutos a observΓ‘-la.Β ββΒ Hmmm... VocΓͺ acha, corazΓ³n? Se bem que eu tambΓ©m estaria desconfortΓ‘vel se soubesse que teria que servir de energia sexual para deuses homens em meus sonhos.Β ββΒ Seus olhos voltaram entΓ£o para a mulher Γ sua frente, simplesmente para olhΓ‘-la de cima a baixo, demorando-se no rosto da mesma e maneira vagarosa. A morena apreciava a aparΓͺncia que tinha diante de si, o reflexo em seus olhos determinava que essa, por sua vez, podia vΓͺ-la como alguΓ©m a ser tomada por si como uma presa Γ© abocanhada por seu predador.Β Β
Β Β Β Β Β Β Β Gannicus, por sua vez, parecia nΓ£o se incomodar com a aΓ§Γ£o do pequeno roedor de forma alguma, agia de maneira indiferente. Apenas a cabeΓ§a de bode mostrava a lΓngua para o daemon alheio, fazendo-a franzir o cenho diante da aΓ§Γ£o da sua prΓ³pria quimera. O prΓ³prio daemon Γ s vezes ostentava personalidades que Ophelia nΓ£o conseguia nem ao menos prever.Β ββΒ Para a sorte dele, Gannicus estΓ‘ em um humor... tranquilo? Por enquanto. Pode ser que daqui a dois minutos ele tente atacΓ‘-los, ainda que eu preferisse que ele somente o fizesse caso a situaΓ§Γ£o fosse mais... aprazΓvel.Β Β ββΒ Um sorriso ladino surgiu em seus lΓ‘bios marsala, sempre mantendo contato visual. Felizmente, naquele momento em especΓfico nΓ£o parecia possuir nenhum incΓ΄modo sobrenatural, sussurros ou dissociaΓ§Γ΅es, por ora. Era um alΓvio tanto quanto lhe era um fardo para ser carregado.Β ββ E qual Γ© a sua razΓ£o para brindar com suco, corazΓ³n? SaΓΊde? Γ uma pena, estarΓ‘ perdendo provavelmente a ΓΊnica coisa boa da noite...Β ββΒ Ela estalou a lΓngua de maneira dramΓ‘tica, a cabeΓ§a draconiana de Gannicus fortemente desprezando as aΓ§Γ΅es da mulher.Β ββΒ Ou nΓ£o, mas depende inteiramente de vocΓͺ... Ah, sobre o brinde, ainda estΓ‘ de pΓ©, sim.Β ββΒ E ergueu a taΓ§a de champagne, na direΓ§Γ£o da morena.
celiherreraβ:
Havia recΓ©m passado pelo tapete vermelho quando parou perto da mesa com o tal lΓquido mΓ‘gico. Celina ainda nΓ£o podia beber, assim, se contentou em ter que beber suco do que ela quisesse, o que nΓ£o era de todo um ruim jΓ‘ que a mexicana gostava de suco, logo, dos males o menor. Sempre se consolando ao pensar que seria muito mais difΓcil de cair por causa da prΓ³tese se estivesse sΓ£. Realmente nunca ocorreu em um evento, marca que deixava a caΓ§ula bem satisfeita consigo.Β βAcha que deverΓamos ir para o meio, Lina? Γ mais cheio, talvez vocΓͺ se sinta melhor.β a raposa-anΓ£ olhava para a princesa com certa empolgaΓ§Γ£o. NΓ£o era somente Celina que gostava de festas, felizmente Ikal tambΓ©m adorava estar em uma.Β βEspera um pouco, acho que estΓ‘ um pouco cedo pra danΓ§ar por ai, Ikalβ¦β franziu a testa, verificando que de fato nΓ£o havia ninguΓ©m danΓ§ando ainda. Estava prestes a caminhar para outro local quando a voz alheia lhe chamou atenΓ§Γ£o. Celina nΓ£o se recordou do rosto, mas abriu um sorriso animado na direΓ§Γ£o da outra, erguendo seu copo a acompanhando no brinde.Β βSerΓ‘ que ela aceita suco de romΓ£? Porque eu ainda nΓ£o posso brindar com champanhe.β
Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β A morena virou-se para identificar com quem trocava palavras, encontrando a figura franzina e petit de uma das princesas da realeza. NΓ£o sabia muito bem dizer quem era, Ophelia na verdade nΓ£o era alguΓ©m que se atentava a rostos ou personalidades que nΓ£o lhe serviam a algum propΓ³sito, apenas sabia que a mesma tratava-se de uma das mexicanas. Uma de suas falhas que Cesare incomodava-lhe, uma vez que recordar-se de nome e fisionomias faziam partes de estratΓ©gias e ambiΓ§Γ΅es.Β ββΒ Isso Γ© uma festa e ninguΓ©m aqui estΓ‘ atrΓ‘s de bebidas alcoΓ³licas? Sempre achei que vocΓͺs, realeza, fossem os piores dentre nΓ³s, meros mortais.Β ββΒ A morena finalizou sua taΓ§a com champagne, mas estava na verdade Γ procura de algo mais forte que a bebida borbulhante. Seus olhos entΓ£o foram de encontro com a cabeΓ§a felina de Gannicus, encontrando um olhar extremamente caracterΓstico, indicativo de ideias no mΓnimo problemΓ‘ticas.Β ββ VocΓͺ sabe... Menor idade nunca foi um problema para... isso. A seguranΓ§a nΓ£o vai importar-se se alguΓ©m pegar uma mΓsera taΓ§a de champagne ou qualquer outra bebida. Sucos nΓ£o tem a menor graΓ§a alguma e tenho certeza que os deuses nΓ£o irΓ£o aprovar um brinde em homenagem Γ contactante deles com uma mΓsera polpa de romΓ£.Β ββΒ Ah, Ophelia era dona de uma lΓ‘bia e morais completamente torpes, ela nΓ£o enxergava o quΓ£o errado era o fato de ao menos tentar induzir um menor a ingerir Γ‘lcool. Isso porque, ela jamais vira o mesmo problema consigo mesma, sendo usuΓ‘ria do mesmo desde seus dezesseis anos. E o pior de tudo, Γ© que ela nΓ£o poderia ligar menos com qualquer norma social, pedindo logo em seguida uma dose de whiskey bourbon envelhecido para si mesma.Β
Β Β Β Β Β Β Β Β Β Contatar deuses e afinsΒ nunca lheΒ fora uma prioridade ou algo que lhe interessasse de fato. O que levava Γ Dragonova ao evento de celebraΓ§Γ£o era a possibilidade de levantes rebeldes, encontros bem-sucedidos com alguΓ©m que fosse de seu interesse e especialmente o Γ‘lcool. Talvez ela fosse um tanto viciada demais no lΓquido entorpecente, mas esse ajudava-lhe a driblar seu sexto sentido, mantendo espΓritos e sua mente elevada, assim como outros tipos de substΓ’ncias que eram, nesse caso, ilegais. Ophelia pegou o primeiro copo com o primeiro lΓquido alcΓ³olico que viu na bandeja dos garΓ§ons, certificando-se que a substΓ’ncia psicotrΓ³pica estava presente naquele copo e virou-se para ninguΓ©m em particular, simplesmente para fingir falsa simpatia e iniciar a socializaΓ§Γ£o da noite.Β β VocΓͺ vai acabar nos colocando em problemas, Laelia, que decepΓ§Γ£o. β A voz draconiana da terceira cabeΓ§a de Gannicus soou em sua mente como um sibilo.Β β Deixa de ser careta, qual o sentido de uma festa sem problemas? β A voz do bode entΓ£o a respondeu e a ΓΊnica resposta da cabeΓ§a felina foi um rosnar baixo, mas ameaΓ§ador enquanto balanΓ§ava sua juba. Ophelia respirou fundo com o copo de Γ‘lcool na mΓ£o, escutando sussurros que nΓ£o deveria escutar, focando-se nos sons Γ‘ sua volta que faziam parte da realidade.Β ββ Um brinde Γ nova pitonisa!Β ββ Um brinde a minha embriaguez e possΓveis prazeres a serem adquiridos durante a noite, era o que realmente pensava e gostaria de ter dito a quem estava ao seu lado.
Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β πΆππππππ π³πππππ πΊπππππ ππ-π«ππππππππ
Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β Β The pythoness celebration
Ousada por natureza, Ophelia optou por um vestido na coloraΓ§Γ£o preta, com muita transparΓͺncia e um decote em v atΓ© seu umbigo. Sua intenΓ§Γ£o Γ© defitinivamente chamar a atenΓ§Γ£o com seu traje, especialmente das belas herdeiras da noite para conquistar alguma diversΓ£o para a pΓ³s-celebraΓ§Γ£o. Seu dinheiro permitiu-lhe contratar o designer Elie Saab mesmo sem ser realeza, para confeccionar o seu vestido. Em seus pΓ©s, optou por um scarpin preto com laΓ§os para combinar com o vestido, trajando a marca louboutin, com o tΓpico solado na cor vermelha. Sua maquiagem trata-se de um batom vermelho marsala, com olhos marrom avermelhados, contrastando com preto do resto de toda a sua composiΓ§Γ£o. Seus cabelos foram arrumados em um coque alto, com fios soltos adornando e emoldurando a sua face de uma maneira sensual. NΓ£o optou por utilizar-se de jΓ³ias no pescoΓ§o, uma vez que seu decote jΓ‘ chama atenΓ§Γ£o por si sΓ³ e deseja que essa seja voltada justamente para a regiΓ£o nua de seu colo. Em compensaΓ§Γ£o, traja brincos de ouro em forma de argolas confeccionado com textura de escamas de cobra em ouro e um anel tambΓ©m do metal dourado com uma pedra Γ΄nix em seu dedo anelar da mΓ£o direita.Β
Gannicus, seu daemon, possui personalidades extremamente variΓ‘veis porque possui 3 cabeΓ§as distintas. DifΓcil foi conciliar algum tipo de adorno ou moda para a quimera e por sua vez, esse aparece Γ celebraΓ§Γ£o sem adorno algum, apenas com sua tΓpica monstruosidade chamando a atenΓ§Γ£o de outros indivΓduos.Β

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#big mood
She was the void, the dark between spaces, the shadows in the light.Β Theyβd never be able to find her. Β Β Β (how could they?)
she couldnβt even find herself || e.q. (via tsukana)
i asked her how do you kill a king she laughedΒ who still believes in kings?
and it sounded like his final gasp Β | kmp
((for @nepenthenetβs promptΒ βhow to kill a kingβ))
πππ π πππ *

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