I'd rather be in outer space đž

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Um pouco cansada de tudo isso que eu sou.
O que faz a relação ser longa e saudåvel é a capacidade das pessoas de enfrentarem o desconforto e terem por vezes conversas desagradåveis. é o quanto estão dispostas a vulnerabilidade porque relação é confiança. é usar a possibilidade de resolver questÔes em vez de acumulå-las.
-Impulsionarias

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a vida é esse infinito ato de recomeçar.
Parece tĂŁo difĂcil explicar para algumas pessoas ao redor coisas que, para elas, talvez pareçam pequenas, mas que, para mim, sĂŁo essenciais como ser humano. Como eu expresso o quanto isso Ă© indescritivelmente incrĂvel para mim, em uma linguagem que vocĂȘ nĂŁo apenas entenda, mas tambĂ©m sinta? Ou que, pelo menos, te faça tentar sentir e mergulhar nesse mundo desconhecido? Um mundo que me faz sentir alucinada sem precisar de absolutamente mais nada. Ă assim que a mĂșsica se manifesta em mim. Eu adoro essa sensação de estar completamente imersa em um mundo que Ă© sĂł meu. Um lugar onde apenas eu consigo compreender perfeitamente cada pequeno quadrado da minha mente. E, ainda assim, por mais prazeroso que seja compartilhar essa experiĂȘncia com alguĂ©m, nunca serĂĄ o suficiente. Mas de um jeito bom. Porque Ă© ali que eu e a minha versĂŁo mais interior nos encontramos da forma mais vulnerĂĄvel possĂvel. Independentemente das memĂłrias, das lembranças ou de qualquer outra coisa que atravesse minha mente naquele instante, Ă© mais do que um sentimento. Ă uma elevação emocional. Um tipo de cura, mesmo que dure apenas alguns minutos, horas ou dias, enquanto aquelas mĂșsicas permanecem ecoando na minha cabeça. O Ășnico lado ruim Ă© nĂŁo poder ouvir para sempre. Mas, enquanto eu estiver por aqui, vou continuar mergulhando nesse mundinho particular. Ăs vezes reconfortante. Ăs vezes completamente triste, melancĂłlico, feliz ou eufĂłrico. Um lugar onde todas essas emoçÔes coexistem e onde a mĂșsica me permite senti-las com uma intensidade que poucas coisas conseguem provocar. JĂĄ faz um tempo que nĂŁo escrevo â ou, pelo menos, nĂŁo tanto quanto antes. Acho que sei o motivo. Mas senti que esse assunto era importante demais para deixar passar.
amor sem ação consistente acaba virando sofrimento pros dois.

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A cidade corre tanto que quase ninguém percebe o céu mudando de cor no fim da tarde.
Eu percebo. E talvez seja isso que ainda me salva.
Nanda Marques.
Pai, hoje eu te perdoei.
Não foi bonito, nem limpo. Não teve flores, nem palavras ensaiadas. Foi sujo, foi com ranho no nariz e gosto de sangue na garganta, de tanto que eu prendi o choro por anos demais. Foi sozinha. Sentada no banheiro frio, sentindo o azulejo gelado nas costas e o peito apertado como quando eu era criança. Mas foi real. E doeu. Como tem que doer.
Eu te perdoei, pai. Perdoei cada grito que me atravessou como faca. Perdoei os socos, os tapas, os chutes. Perdoei os dias em que escondi a cabeça debaixo do travesseiro achando que, se não ouvisse, talvez parasse. Mas eu era só uma garotinha, pai.
Uma garotinha com medo. Que ainda acreditava em finais felizes. Que sĂł queria proteger a mĂŁe. Me lembro do dia em que joguei um dente no telhado e pedi pra Jesus, em oração infantil, que vocĂȘ parasse de bater nela. Eu tinha oito anos. Em vez de desejar presente ou brinquedo, eu sĂł queria paz. VocĂȘ tinha me feito conhecer o medo antes de saber o que era amor.
E, mesmo assim, eu te perdoei.
NĂŁo porque vocĂȘ mereça. Mas porque eu me cansei de viver com vocĂȘ dentro de mim. Cansei de te carregar em cada escolha errada, em cada abraço negado, em cada homem esquisito que eu amei sĂł porque me ofereceu migalhas de afeto. VocĂȘ me ensinou a aceitar o pouco. A confundir carinho com trĂ©gua. Fez de mim uma mulher que tremia de alegria por um âbom diaâ dito sem grito. Me fez amar quem me tratava mais ou menos, porque âmais ou menosâ ainda era melhor que vocĂȘ.
E isso doeu, pai. Doeu profundamente.
Mas hoje, eu te vejo. NĂŁo o monstro, nĂŁo o carrasco. Vejo o menino. O menino que talvez nĂŁo teve ninguĂ©m pra ensinĂĄ-lo a amar. Que engoliu dor e cuspiu raiva, porque era o Ășnico idioma que sabia. O menino que sonhou um dia. Que quis ser alguĂ©m.
Hoje, quando estudo psicologia, percebo: VocĂȘ foi o primeiro que eu analisei. Mesmo sem querer.
Cada aula que falo sobre repetição, eu penso: âĂ© isso. Ele sĂł repetiu.â E ainda assim, pai, nĂŁo Ă© desculpa. Eu sei. Mas Ă© explicação. E eu a honro.
Honro cada dia em que passei fome e ainda assim fui forte. Honro as tardes em que brinquei com boneca de pano enquanto minha barriga doĂa de vazio. Honro porque sobrevivi. E isso me fez quem eu sou. Sou feita de cascas, pai. De feridas que cicatrizaram torto, mas fecharam.
E o mais difĂcil: hoje eu consigo dizer que sinto por vocĂȘ.
Sinto pelo que fizeram contigo, pelo que nĂŁo te ensinaram, pelos sonhos que o mundo te arrancou sem aviso.
Hoje, eu sou a mulher que sobreviveu. E sobreviver a vocĂȘ, pai, foi o primeiro milagre da minha vida.

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TĂĄ complicado!