“O que eu bebi por você dá pra encher um navio e não teve barril que me fez esquecer. O que eu bebi por você nunca artista bebeu, nem pirata bebeu, nem ninguém vai beber. O que eu bebei por você quase sempre era ruim e bem antes do fim eu já estava à mercê. O que eu bebi por você me fazia tão mal que já era normal acordar no bidê. Cada dono de boteco e catador de lata agora te sorri agradecido. Se o seu plano era contra o meu fígado meu bem, você foi bem sucedido. Parabéns para você.”
— Clarice Falcão



















