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Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
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Fuck me like a hole.
Avisos: spit kink, spanking, degradação, humilhação, CNC. (Provavelmente tem mais, porém ou eu desconheço ou esqueci.)
H: cisgirl, 22.
L: cisboy, 35.
Plot das asks, obrigada à quem me mandou. 🫶🏻🫶🏻🫶🏻
📷
- Bom dia delícia. – eu pisquei pra ela, um sorriso cafajeste nos lábios, entrando no meu trailer.
- Oi. – ela respondeu, corando instantaneamente.
- Espera, você não vai me xingar? – eu estranhei, colocando a cabeça pra fora do trailer para olha-la nos olhos.
- Porque eu xingaria você? – Ela falou baixinho, inclinando a cabeça pro lado.
- Porque você me odeia, Harriet. É isso que a gente faz, eu implico com você e você me manda pra puta que pariu. – eu expliquei, descendo a escadas e parando à sua frente. – Inclusive, cadê seus vestidos decotados? – perguntei, vendo que ela usava uma camiseta de manga curta e gola alta, uma saia plissada curtinha e sapatos de boneca, tudo em tons de rosa diferentes.
- Ah, eu não sou a Harriet. – ela sorriu. – Eu sou Harry, a irmã dela. Somos gêmeas, então é comum que todo mundo confunda nós duas. – ela colocou um cacho atrás da orelha, movendo o peso do corpo para o outro pé.
- Harry? Só o que me faltava. – eu ri. – É sério?
- Uhum. – ela afirmou, mexendo na barra da saia.
- Entendi. – eu analisei seu corpo, percebendo como seus peitos eram grandes e os mamilos apontavam contra o tecido da blusa, como as coxas eram deliciosamente grossas e branquinhas. – E porque você está aqui, Harry?
- Harriet passou mal essa manhã e como vocês precisam gravar uma cena importante hoje, me pediu pra vir no lugar dela. – ela explicou, mordendo o lábio inferior. – Somos iguais, afinal. Ninguém vai reparar. – ela deu de ombros.
- E ela te contou sobre o que é? – perguntei, apoiando minhas costas contra o trailer, tirando o cigarro e o isqueiro do meu bolso, acendendo um.
- Não, ela só disse que era importante. Você pode me contar o que é? – ela se aproximou, sentando no degrau que dava acesso ao trailer.
- Sua irmã é um porre. – ri sem humor, olhando seus olhos me fitando de baixo, sendo impossível não imaginar se ela me olharia assim fazendo outras coisas também. – Bom, vamos gravar uma cena de sexo hoje. É bem explícito, vai ter que mostrar seus peitos pra câmera. – falei, vendo o corpo dela inquieto.
- Você sabe com quem? – ela perguntou com as sobrancelhas juntas. – Não sei se consigo fazer isso. – um bico se formou em seus lábios gordinhos.
- Comigo, gatinha. Não se preocupe, tenho certeza que você consegue. Eu prometo que vou ser gentil com você. – falei tragando o cigarro.
- Vou ter que mostrar meus peitinhos pra você? – ela perguntou doce, fazendo meu pau pulsar dentro da calça.
- Vai sim. – eu sorri. – Mas não precisa ter vergonha, tenho certeza que eles são lindos. – observei seu rosto corar.
- Obrigada. – ela disse afetada, apertando as coxas uma na outra.
- Me agradeça só quando eu realmente estiver vendo eles. – sorri. – Bom, seu trailer é ali. – apontei. – É onde sua irmã fica. Daqui a pouco alguém vem te chamar pra te arrumar pra cena. – eu traguei mais uma vez o cigarro. – Você pode ir pra lá, à não ser que queira que eu te mostre o roteiro. – sugeri, olhando pra porta do meu trailer e voltando à olha-la.
- Bom dia! – Liam anunciou sua chegada. – Bom dia Harry, vem comigo, vamos te arrumar agora. – ele sorriu simpático.
Tudo que é bom dura pouco, afinal.
- Bom dia. – respondi Liam, tragando a última vez antes de jogar o cigarro no chão. – Vai lá gatinha, te vejo daqui a pouco. – eu sorri, vendo ela se levantar e seguir ele.
- Até daqui a pouco. – ela acenou pra mim.
📷
- Ok, vocês vão parar em frente à janela, Louis vai te empurrar contra a parede, com a mão no seu pescoço, como se estivesse te enforcando. Harry, você vai dizer sua primeira fala e puxar ele pela nuca, então vocês vão se beijar. Louis vai te pegar no colo e te levar pra cama, jogando você nela e ficando por cima. Você diz sua outra fala e se vira, deixando ele deitado e sentando em cima dele, só então você tira sua blusa. Por enquanto vamos fazer essa parte, tudo bem? – Zayn explicou, apontando pra todos os lugares específicos enquanto falava.
- Tudo bem, mas só pra eu entender, a gente tá tipo bravo um com o outro ou algo assim? – ela perguntou pra ele.
- A gente se odeia. O filme todo a gente briga e grita um com o outro, basicamente. – eu respondi.
Harry estava usando uma camiseta de banda e calças skinny, rasgadas e surradas. Seu cabelo estava solto, jogado pro lado, os cachos bagunçados. Já eu uso uma camisa de botão, calça social e meu cabelo está completamente alinhado. Somos opostos, eu completamente certinho e ela uma rebelde sem causa. O que é irônico, já que pelo pouco que interagimos eu percebi que é bem o contrário.
- Ok. – ela me respondeu.
- Prontos? – Zayn perguntou, vendo nós dois confirmarmos. – Ok, um, dois, três. Agora. – sinalizou.
- Você é uma merdinha. – eu comecei a atuação, uma mão voou pra sua cintura e a outra pro seu pescoço, apertando ela contra a parede.
- Eu odeio você! – ela disse com o semblante possesso de raiva. Ela atua bem, afinal. Eu ri, apertando meu dedão em seu pescoço, vendo ela vacilar. Espero que a câmera tenha pego essa reação, porque ela foi deliciosa. Senti sua mão em minha nuca, as suas unhas apertando minha pele enquanto ela me puxava. Eu a beijei, pedindo passagem com a língua, a ouvindo gemer baixinho em meus lábios. Puxei seu inferior entre os dentes, voltando a beija-la com uma vontade real. Eu me inclinei, pegando ela no colo e me virando, jogando ela na cama. Subi acima de seu corpo, parando com minha boca à centímetros da sua. – Me odeia? – eu ri, deixando que ela jogasse meu corpo pro lado. Ela subiu em cima de mim, uma perna pra cada lado do meu quadril. – Cala a boca. – ela mandou, tirando a blusa com pressa. Seus peitos estavam livres, grandes e com certeza macios, apontando em minha direção.
- Segura! – Zayn falou. – Ok, isso tá perfeito. Louis, começa a tirar a calça dela e Harry, puxa a blusa dele pra cima, não abre os botões. Quero que pareça que vocês estão com pressa.
Eu deslizei minhas mãos por sua cintura, abrindo o botão da calça dela, puxando com força pra baixo. Ela puxou minha blusa e eu subi o corpo, deixando que ela tirasse. Ela plantou as mãos no meu abdômen, passando elas e apertando minha pele.
- Harry, ajuda ele a terminar de tirar sua calça. Tira seus sapatos também. – Zayn indicou, vendo-a fazer de imediato. Seus olhos queimavam minha pele, ela agora só de calcinha encaixada bem em cima do meu pau. Eu preciso permanecer mole, mas puta que pariu, essa garota tá mexendo comigo. Em geral eu sou profissional pra caralho, mas meu deus, que vontade absurda de foder ela de verdade.
- Louis, você já sabe. Harry, tira a cueca dele.
Eu joguei ela na cama, tirando meus sapatos e minha calça também. Harry abriu as pernas pra mim, puxando minha cueca pra baixo. A câmera nos filmava de lado, deixando só nossas peles aparecerem. Eu passei meus dedos pelas laterais de sua calcinha, a puxando, tirando de seu corpo. Agora tudo que nos cobria eram os tapas sexo. Eu me aproximei, a beijando de novo e suas pernas se enrolaram no meu quadril.
- Louis, puxa os lençóis e cobre até seus quadris, leva a mão pra baixo e finge que está penetrando.
Eu continuo a beijando, puxando os lençóis como mandado. Passo meus dedos por sua barriga macia, fingindo estar caminhando até sua bocetinha. Seguro a parte interna de sua coxa, empurrando meu quadril pra frente. Passo o dedão por sua virilha, sentindo-a úmida e só então eu percebo, ela estava gemendo de verdade. Ela está completamente molhada no tapa sexo, o deixando praticamente solto entre suas pernas. Sinto seu corpo enrijecer por ser descoberta dessa forma, então eu levo minha mão pra cima, apertando sua cintura e fingindo estar a fodendo. Paro de beijar sua boca, passando a sugar a pele de seu pescoço. – Tá toda molhada pra mim, bebê. – eu sussurro tomando cuidado pra câmera não capturar esse momento. – Seus peitinhos são realmente lindos. – eu digo, a ouvindo gemer alto, as unhas se arrastando pela pele de minhas costas.
- Caralho! É isso, gente. Harry, provoca ele, fala que ele não fode bem, algo assim. – Zayn falou empolgado com a cena.
- Você parece um adolescente metendo desse jeito. – ela falou e riu, trocando as posições, sentando acima do meu pau, segurando o lençol entre os dedos. Ela subiu e desceu o quadril, como se tivesse me colocando pra dentro de novo. Ela pressionou as unhas em meu peitoral, rebolando, jogando a cabeça pra trás. – Isso, você fica bem mais prestativo assim. – provocou, se inclinando até meu pescoço, sussurrando em meu ouvido. – Me fode Lou, por favor. Eu tô tão molhadinha. Você tá sentido, não tá? Eu tô vazando pra você.
- Isso! – Zayn gritou. – Conseguimos de primeira. – ele riu. – Foi perfeito gente. Podem parar, quero que deitem de lado, Louis, abraça ela por trás e fica olhando ela “dormir”. – ele fez aspas com os dedos. – Harry, agora é só sua última fala.
Ela parou os movimentos, olhando fixamente em meus olhos, sua respiração desregulada. Meu pau doía dentro daquele plástico idiota. Ela se deitou de costas pra mim, o rosto virado pra câmera. Ela fechou os olhos, respirando fundo. Eu me deitei atrás dela, apoiando em um cotovelo observando a camada fina de suor que cobria seu corpo quente.
- Para de me olhar igual um psicopata. – ela disse, os olhos ainda fechados. – Pra um merda você até que serve pra alguma coisa. – ela provocou, um sorriso ladino. – Isso nunca mais vai acontecer. – anunciou.
- Como se eu quisesse que acontecesse. – eu rebati, vendo ela se levantar, dando à visão de sua bunda deliciosa pra câmera.
- Você continua sendo um merda.
- Você continua sendo insuportável.
- Corta! – Zayn falou. – Foi perfeito. Vamos deixar eles sozinhos galera! – anunciou, o pessoal se dispersando gradativamente. Quando ficamos sozinhos, ela se sentou na cama novamente, olhando pra mim com o lábio inferior entre os dentes.
- Você é gostosa pra caralho. – falei, levando meus dedos até sua virilha, apertando o tapa sexo contra sua boceta. – Você adoraria vir comigo pro meu trailer, não é?
- Você vai me foder gostosinho? – ela gemeu baixinho. – Você é tão lindo, Lou. Quero seu pau bem fundo em mim. – ela se jogou pra frente, me roubando um beijo. Eu apertei seu mamilo entre os dedos, a fazendo gemer em minha boca.
- Eu não fodo ninguém que trabalha comigo. – avisei, só pra ver se ela era o tipo de mulher que eu gosto. Eu me afastei, pegando o roupão que deixaram disponível pra mim. Peguei o outro, jogando pra ela. – Mas foi gostoso, gatinha. – eu pisquei pra ela, saindo do set em direção ao meu trailer.
📷
Eu entrei no meu trailer para vestir minhas roupas de novo, respirando fundo repetidas vezes tentando tirar a imagem de Harry gemendo abaixo de mim da minha cabeça. Minha atitude foi definitivamente arriscada, ela poderia simplesmente me ignorar e me odiar pra sempre, mas, eu sou muito seguro do que eu quero e o que eu mais desejo agora é ter ela batendo na porta do meu trailer, ela toda necessitada de mim, implorando pra que eu a foda. Eu ri sozinho, apertando meu pau por cima da bermuda. Vesti meus chinelos e a regata, pegando meu maço antes de sair pra fumar. Me encostei no mesmo, olhando atentamente em direção ao trailer dela, imaginando se ela já estava ali, se estava brava comigo, se estava se tocando sozinha, se queria me ter lá.
De qualquer forma, eu teria que ter paciência. Ela vindo até mim ou não, me odiando ou não, eu terei que esperar pra descobrir. Peguei meu celular do bolso abrindo o Instagram, entrando no perfil de Harriet, sendo fácil pra achar Harry em seus seguidores. Puta que pariu, que carinha de anjinho que essa garota tem. As fotos são todas comportadas, sempre sorrindo pra câmera, as bochechas coradas, os olhinhos brilhantes. Ela sempre está com roupas em tons claros, os cachinhos sempre alinhados, as unhas sempre muito bem feitas, grandes. Não sei que porra que essa garota tem de especial, mas minha vontade é de mover meus pés até sua porta e bater, pedir pra que ela me deixe entrar e me deixe fazê-la gozar na minha boca. Ela me despertou um tesão diferente, uma atração infernal. Ela ficou tão molhada, porra, tão manhosa pra mim. Sua boca tão quente, tão úmida, tão faminta. Seria tão delicioso ter ela me mamando, passando as unhas nas minhas costas. Porra. Eu suspirei, abrindo sua dm.
“Está se tocando pensando em mim, gatinha?” eu enviei, sem pensar muito sobre isso.
“Porque eu estaria fazendo isso, Louis?”
“Você estava pingando por mim. Porque não estaria?”
“Eu estaria pingando por qualquer um, garoto. Não se sinta especial.”
Eu ri. Aparentemente ela é tão insuportável quanto a irmã.
“É? Você é tão vagabunda assim, gatinha? Imploraria pelo pau de qualquer um bem fundo em você?”
Ela passou a digitar, parando. Que inferno. Eu bloqueei o celular, cruzando os braços. Talvez ela não goste desse tipo de interação, afinal. Tudo bem, não vou morrer por causa de uma boceta.
“Não. Mas pareceu que você queria muito que eu implorasse pelo seu, não é?” Eu abri a mensagem em uma velocidade recorde, rindo pra tela.
“Vem pro meu trailer.”
“Hahahahha!”
“?”
“Você não fode gente do trabalho, Louis.”
“Oh gatinha, eu só tava jogando com você. Vem aqui e me deixa te fazer gozar, sim?”
Eu suspirei, jogando todo meu orgulho pro alto.
“Não irei. Se quer tanto assim me ter, você sabe onde eu estou.”
Droga. Não, eu não vou. Não vou entrar no joguinho dela, eu sou a pessoa que recebe gente na porta do meu trailer, não o contrário. Nem mesmo por causa de homem eu faço isso, não vai ser por mulher. Ah, mas não vai mesmo. Eu joguei meu cigarro, entrando. Me joguei no sofá, desabotoando minha bermuda. Vou resolver meu problema sozinho. Eu segurei meu pau completamente duro e molhado, tirando da cueca. Cuspi em minha mão, segurando ele, subindo o descendo minha mão. Fechei os olhos, tentando imaginar outras pessoas e falhando miseravelmente. A imagem dos seus peitos bem em cima de mim, balançando enquanto seus quadris iam pra frente e pra trás, a boca soltando gemidos manhosos. Eu aumentei a velocidade da minha mão. Sua voz suave pedindo por mim, a boceta toda molhada se esfregando em mim. Porra. Eu não consigo gozar. Suspirei frustrado. Guardei meu pau de volta na cueca e arrumei a bermuda, levantando e lavando a mão. Peguei uma cerveja e abri, bebendo em goles grandes, sentando no sofá de novo e abrindo seu Instagram novamente. Olhei nossas mensagens, pensando no que fazer.
“Você vai conseguir dormir hoje sem me ter?” Mandei, bebendo mais da cerveja.
“Pelo visto quem não vai conseguir dormir sem me ter é você, gatinho. Eu já estou quase gozando.”
Ah, mas não mesmo.
“Não seja uma garota má, Harry. Me espere.”
Ela enviou uma foto onde aparecia seus peitos, os biquinhos durinhos, a barriga lisinha e sua mão dentro da sua calcinha rosinha de algodão. Ela está de sacanagem com a porra da minha cara. Eu virei a cerveja, jogando no lixo antes de guardar meu celular no bolso e sair, indo a passos largos até seu trailer. Bati na porta, apertando minhas mãos em punhos. Eu sou um idiota, pelo amor de Deus.
- Achei que não iria chegar nunca. – ela me atendeu, ainda só de calcinha. Uma mancha escura nela mostrava o quão molhada estava, e eu quis morrer com a possibilidade de alguém passar por ali e vê-la peladinha desse jeito. Eu subi as escadas, empurrando ela pra dentro e batendo a porta atrás de mim.
- Você tá pensando o que pra me atender desse jeito, hm? – eu levei minhas mãos até sua nuca, apertando seus cabelos entre os dedos, mantendo-a olhando pra mim.
- Queria que eu me vestisse? – ela fez bico.
- Eu odeio que apreciem o que é meu, Harry. – eu apertei sua cintura, colando o corpo dela ao meu.
- Eu não sou sua, Louis. – ela riu.
- Vamos ver se você vai continuar dizendo quando meu pau estiver indo bem fundo em você. – eu puxei seu lábio inferior entre os dentes, beijando ela, invadindo sua boca com a língua e tomando o controle do beijo. Deslizei minha mão até sua bunda, apertando com força. Ela gemeu entre meus lábios e eu espalmei minha mão, dando um tapa estalado ali. Ela apertou suas mãos em meus braços, afundando as unhas ali, me fazendo gemer. Eu me afastei, levando minha boca até seu pescoço, sugando a carne.
- Mete em mim logo. – ela gemeu as palavras.
- Quero sentir você gozar na minha boca antes. – sussurrei. – Você quer isso? – eu empurrei seu corpo até o sofá, a jogando sentada ali, me ajoelhando no chão entre suas pernas totalmente abertas.
- Me lambe bem gostoso, gatinho. – ela falou afetada, puxando sua calcinha pro lado, me deixando ver a boceta toda molhadinha, vermelhinha e inchada.
- Se oferece tanto pra mim, não é? – eu ri, lhe dando um tapa leve na boceta.
- Uhum, vai Lou, eu tô toda molhada pra você, sim? – ela choramingou.
- Só por mim. – eu sorri ladino, apertando suas coxas entre meus dedos, dando um beijinho em cima do seu clitóris, sentindo as coxas tremendo. Eu mostrei minha língua, lambendo da entradinha até o clitóris, ouvindo o gemido manhoso que ela deu. – Olhe pra mim, Harry - mandei, vendo seus olhos fixos nos meus. Eu lambi o clitóris, dessa vez com vontade, rodando a pontinha em minha língua, ela se torcendo no sofá, levando suas mãos pro meu cabelo, pressionando minha cara em sua boceta. Eu gemi contra ela, lambendo e sugando seu clitóris, dando atenção pra cada centímetro da boceta quente, sentindo ela pulsando em se molhando cada vez mais, seus gemidos aumentando gradativamente. Ela passou a rebolar os quadris como quis, usando minha boca pra gozar. Eu mantive meus movimentos, babando nela toda, engolindo sua lubrificação. Eu a olhava com fome, subindo minhas mãos até seus peitos, apertando seus mamilos, dando tapas nele todo, vendo se avermelhar muito rápido já que ela era toda branquinha. Eu agarrei sua cintura, a mantendo parada, mordendo seu clitóris de leve, voltando a chupar, esfregando a língua molinha contra ele, sentindo suas coxas tremerem.
- Eu vou gozar Lou, continua! Assim. – ela me avisou, a cabeça assentindo várias vezes. Eu sorri, aumentando a velocidade, a sentindo gozar na minha boca, aproveitando pra meter minha língua na entradinha e sentir ela pulsando contra, jorrando lubrificação direto nela. – Porra. – ela xingou, os dedos afrouxando o aperto, deslizando suavemente pelo meu couro cabeludo.
- Sua vez. – eu dei outro tapa em sua boceta a fazendo fechar as coxas em reflexo.
- Quer minha boca no seu pau, bebê? Me dá ele, prometo te mamar gostosinho. – sua voz sussurrava baixinho, sua respiração ainda desregulada.
- Espero que sim, porque eu fui muito bom pra você, não fui? – eu beijei sua boceta sensível, a ouvindo choramingar. Levantei, dando um tapa em sua coxa. Me inclinei em cima dela, sugando um de seus mamilos pra dentro da boca, cuspindo no outro e torcendo entre os dedos, me aproveitando dos peitinhos gostosos dela. – Pro chão. – mandei.
- Me quer de joelhos? – ela mordeu o lábio inferior. – Quer foder minha boquinha também, Lou? Hm? – ela me puxou pra cima, me beijando com fome.
- Por mim eu metia na sua boca e gozava no fundo da sua garganta. – eu disse olhando em seus olhos. – Mas eu ainda preciso usar bastante sua bocetinha, sentir ela se alargando todinha no meu pau. É isso que você quer, não é?
- É sim. – ela gemeu, começando a desabotoar minha bermuda. – Tira a roupa pra mim, deixa eu ver você de novo Lou. – pediu. Eu sorri, puxando a regata pra cima e jogando no canto do sofá. A ajudei a empurrar minha bermuda pra baixo, junto com a cueca.
- Pronto gatinha, agora vai pro chão e me mama bem gostoso, mostra pra mim que você consegue ser boa, o quanto você me quer dentro de você. – Eu beijei sua boca mais uma vez, me afastando, vendo ela se levantar e ajoelhar no chão. Eu me mantive em pé, enrolando seus cachos na mão, segurando em pau dolorido de tão duro e esfregando em seu rosto. Ela abriu a boca, levando suas unhas até minha barriga, arranhando devagar. Eu bati com meu pau em sua língua, esfregando o pré gozo por ela toda antes de puxar sua cabeça, fazendo ela engolir metade dele. Eu gemi rouco, deixando ela ir e voltar no meu pau, sentindo ela circular sua língua pela cabecinha me fazendo soltar mais e mais pré gozo. Ela respirou fundo pelo nariz, empurrando sua cabeça, engolindo mais e mais ao que eu senti sua garganta pressionando meu pau.
- Caralho princesa, tô sentindo sua garganta e você nem engoliu metade do meu pau. – eu umedeci meus lábios, rindo. – Eu sei que você pode ser melhor que isso, gatinha. – provoquei, sentindo ela tentar engolir mais, tendo que se afastar pra tossir. Me mantive quieto, sentindo-a voltar e sugar a cabecinha, me deixando louco de tesão. Ela passou a foder sua própria boca, levando o máximo que conseguia, me deixando de certa forma orgulhoso pelo empenho. Eu senti meu baixo ventre retorcendo quando ela manteve a cabecinha lá no fundo da garganta, torturando a si mesma, seus olhinhos cheios de lágrimas. Eu puxei sua cabeça pra trás, dando um tapa em seu rostinho. – Que boquinha gostosa, bebê. Mas já que você não aguenta ele todo nela, vou ser obrigado a meter ele todinho na sua boceta. Até o fundo. – ela gemeu, assentindo. – Cadê sua boquinha esperta, anjo? Não era você que estava toda falante?
- Me fode, Lou. – ela choramingou esfregando a bochecha contra a palma da minha mão. – Por favor, usa ela pra gozar.
- Deita no sofá e abre bem as pernas pra mim bebê, como a vagabunda que você é, sim? – eu acariciei sua bochecha, vendo a subir no sofá e deitar, deixando suas pernas abertas, colocando uma no encosto.
- Vem Lou. – ela apertou seus mamilos entre os dedos.
- Cadê a camisinha? – perguntei tirando uma de suas mãos e substituindo pela minha, apertando seu peito.
- Não tenho. – ela mordeu a bochecha, nervosa.
- Não? – eu franzi o cenho.
- Não. – ela puxou minha mão, me puxando pra cima dela, me encaixando entre suas pernas.
- Então eu vou ter que foder sua bocetinha sem, amor. – eu beijei seu queixo. – Não tem problema, tem?
- Não. Pode comer ela. – ela fez bico. - Goza nela, Lou. – ela pediu, soltando um gemidinho com a ideia.
- Quer que eu goze bem lá no fundo, amor? Hm? Quer ficar cheia com a minha porra? – eu sussurrei contra seus lábios, passando o indicador entre os lábios da sua boceta encharcada. Observei ela assentir, sentindo sua mão agarrar meu pau e esfregar a cabecinha na sua entradinha. – Porque tão apressada? É uma puta tão desesperada assim? – eu ri, empurrando meu pau pra dentro dela.
- Meu Deus, dói muito. – ela choramingou arranhando minha nuca, os olhos marejados.
- Você é tão apertada bebê, meu pau tá alargando você todinha. – eu gemi em seu ouvido, empurrando até o fundo, estocando uma vez, indo e voltando forte.
- Espera só um pouquinho. – ela apertou suas pernas em meus quadris, respirando fundo.
- Você me fez acreditar que era uma boa vagabunda pra isso, Harry? Sério? Não consegue nem aguentar meu pau na boca e agora chora no meu pau? – eu desdenhei, apertando suas bochechas com uma mão, a obrigando a olhar pra mim. – Você não serve nem como um buraco, não é? – eu lhe dei um tapa ardido, sua boceta pulsando e apertando meu pau tão forte que fui incapaz de não gemer.
- Eu sou virgem. – ela sussurrou me olhando com os olhos cheios d’água.
- Tá de sacanagem? – perguntei incrédulo, sentindo meu pau pingar dentro dela.
- Não... – ela desviou o olhar.
- Porque você não me contou, bebê? Eu teria sido carinhoso com você. – eu acariciei seu rosto, limpando uma lágrima solitária com o dedão.
- Porque eu não queria ser tratada com carinho, Lou, eu queria bruto. Mas você é tão grande. – ela falou corando, olhando em meus olhos. – Quer saber? Deixa pra lá. – ela ameaçou se levantar e eu agarrei seu pescoço, a prendendo contra o sofá.
- Nem pensar, Harry. Você me fez vir até aqui pra te foder, gozou gostoso na minha boca e acha que vai me largar com o pau duro desse jeito? – eu soprei em seus lábios. – Deixa essas pernas bem arreganhadas pra mim. – mandei, vendo ela assentir. Eu levei minha mão até sua coxa, apertando com força antes de começar a meter forte contra sua bocetinha virgem. – Porra gatinha, toda apertada pra mim. – eu gemi, sentindo suas unhas cortando a pele das minhas costas.
- Meu Deus. – ela gemeu, os olhos fechados com força.
- Relaxa, bebê. Você não quer que o Lou faça doer, quer? – provoquei, pressionando minha glande no fundo da boceta. Ela negou com a cabeça, apertando suas pernas no meu quadril. Eu a beijei, apertando sua cintura e mantendo um ritmo. Ela gemeu gritado e eu levei minha mão até seu clitóris, massageando ele, sentindo ela pulsar forte no meu pau. – Que bocetinha gostosa, amor. – eu tirei um pouco, empurrando forte, suas pernas tremendo em mim. Passei a meter rápido, assolado pelo sentimento de ser o primeiro a meter naquela bocetinha linda e apertada.
- Meu deus, dói. – ela gemeu, arranhando minha nuca.
- Você queria ser tratada igual um buraco de foder e agora que eu te dou o que você quer você fica reclamando? Você deveria me agradecer por aceitar comer você como você quis, Harry. – eu deixei só a cabecinha dentro, voltando até o fundo.
- Porra. – ela gemeu. – Desculpa. – ela disse, me fazendo rir. – Eu agradeço, muito. Obrigada. – ela me olhou, deixando suas lágrimas escaparem.
- Obrigada pelo que? – Eu levei minha mão até sua nuca, agarrando seus cabelos e puxando.
- Obrigada por foder minha bocetinha do jeito que eu pedi. – choramingou, sua boceta pulsando forte no meu pau.
- Boa menina. Quero que continue com a porra das pernas abertas e fique quieta. Eu vou foder sua boceta até que ela fique alargada pro meu pau e pronta pra eu usar quando eu quiser. – eu apertei seu pescoço, ganhando sua atenção. – Você vai reclamar de novo, Harry?
- Não Lou, vou ser um buraquinho bom e obediente pra você. – gemeu.
- Isso mesmo, bebê. – eu afirmei, beijando sua boca antes de voltar a estocar forte contra ela. Minhas bolas batiam incessantemente em seu cuzinho, eu tenho certeza que nossas peles estavam completamente vermelhas por tamanha a força e constância que eu mantinha. Eu sentia suas unhas rasgando a pele de minhas costas e sua boceta pulsava e me apertava tão forte que chegava a ser doloroso – Que bocetinha boa, amor. Vai deixar eu comer sempre que eu quiser, não vai? – falei voltando a massagear seu clitóris, a vendo gemer e rolar os olhos. – Me responde, Harry.
- Sim, sempre que quiser. – ela choramingou, rebolando.
- Alguém já fodeu seu cuzinho de puta, bebê? Hm? – perguntei levando meu indicador até ali, sentindo a borda piscando.
- Não Lou, eu sou todinha virgem. – ela respondeu, suas unhas cravadas em minha nuca agora.
- E você vai deixar o Lou foder então, não vai? – eu esfreguei seu clitóris mais rápido, metendo meu pau devagar enquanto eu sentia suas pernas tremendo em volta da minha cintura.
- Sim, papai. – ela falou aérea, fazendo meu pau pulsar forte e jorrar pre gozo dentro dela.
- Papai, é? – ri, metendo meu pau fundo nela.
- Desculpa. – ela gemeu, suas bochechas coradas.
- Não, bebê. Fala de novo. – Pedi, voltando a meter dentro dela.
- Você quer meu rabinho, papai? – ela choramingou, mordendo seu lábio inferior.
- Porra sim, papai vai encher sua boceta de porra e depois o seu rabinho. – eu rosnei, passando a estocar forte contra ela.
- Papai, minha bocetinha tá doendo. – ela choramingou.
- Só abre a porra da boca se for pra gemer ou pra me agradecer. – eu bati em seu rosto, a fazendo gemer gritado. – Me agradece.
- Obrigada papai. – ela choramingou e eu cuspi em seu rosto. – Obrigada. – agradeceu.
- Isso, como minha boa puta. – eu gemi, segurando em seu pescoço e privando sua respiração enquanto empurrava tão fundo nela que a cabeça do meu pau já estava sensível de tanto ser esmagada rudemente. – Me diz de quem você é, Harry. – mandei enquanto olhava no fundo de seus olhos marejados, seu nariz era vermelho causado pelo choro.
- Sua. – ela gemeu, revirando os olhos. – Sou sua, papai. – senti sua boceta esmagar meu pau, pulsando forte.
- Você vai deixar outra pessoa foder sua boceta de vagabunda? – eu pressionei meus dedos em seu pescoço com mais força.
- Não papai, só você pode. Só você. – suas pernas tremeram e seus olhos rolaram, ela me apertava tanto que era doloroso entrar e sair dela.
- Você vai ser a puta do papai, não vai? Você quer ser minha vagabunda, Harry? Meu bichinho desesperado pra me agradar? – continuei falando, sua boca abrindo em um gemido mudo enquanto sua boceta ejaculava, minha pelve totalmente molhada enquanto eu continuava metendo meu pau à força.
- Sim papai, sim, só sua, bichinho do papai. – ela passou a dizer confusa, seus braços rodeando meu pescoço e me abraçando, ela esguichava fraquinho ainda.
- Tão boa, bichinho. – eu gemi, soltando seu pescoço e lambendo seu pescoço. – Aperta a boceta pro papai gozar dentro dela bebê, você consegue, não consegue? – provoquei, sentindo ela pulsando forte.
- Não consigo papai, ela tá pulsando tanto. – ela choramingou abaixo de mim, soltando gemidos manhosos. Suas pernas caíram no sofá completamente moles, as mesmas ainda mais abertas pra mim.
- Você não quer ser um bom bichinho pra mim? Eu vou ter que achar outra boceta pra foder, bebê? – sussurrei em seu ouvido, sentindo-a negar com a cabeça várias vezes. Sua boceta me apertou com força e seu corpo tremeu abaixo do meu, suas lágrimas saindo de seus olhos e escorrendo pelo pescoço vermelho. – Tá vendo como você só estava com má vontade Harry? Viu como consegue sim fazer o que eu mando? – soprei baixinho, ouvido seu choro estrangulado, sendo inevitável não gozar bem fundo dentro dela. – Meu bichinho obediente. – eu beijei sua bochecha úmida, fazendo carinho em seu couro cabeludo e selando nossos lábios várias vezes.
- Desculpa papai, eu juro que tentei ser boa. – ela fungou, virando a cabeça pro lado e tentando fugir dos meus beijos.
- Não bebê, você foi perfeita pro papai, sim? Foi obediente e boa, fez tudo que o papai pediu mesmo quando doeu, não fez? – eu trouxe seu olhar de volta pra mim, olhando em seus olhos vermelhos.
- Eu fui? – perguntou num sopro de voz falhada e esperançosa.
- Foi bebê, claro que foi. Papai só vai comer sua boceta daqui em diante, você quer isso? Hum? – perguntei sorrindo fraco quando seu sorriso se abriu.
- Sim, papai. Só a minha. – ela assentiu.
- Mas sabe o que meu bichinho podia fazer pra provar que eu devo ser só dele? – eu deslizei meus dedos por sua costela, acariciando sua bunda e levando meu indicador até seu cuzinho molhado da própria lubrificação dela que havia escorrido ali.
- Eu quero, mas eu não aguento papai. Você não pode comer ele daqui a pouquinho? Prometo ficar quietinha sem reclamar. – ela fez bico, seus olhos procurando desesperadamente a aprovação nos meus.
- Ah, bichinho. Eu achei que você queria ser boa mesmo pro papai, mas não é assim, não é? Eu perdi meu tempo tentando te adestrar? – perguntei, sentindo ela pulsar no meu cacete, tirando de seu aperto, tendo que respirar fundo por tamanha sensibilidade.
- Não. – ela negou, suas mãos enrolando em minha nuca, como se tivesse medo que eu me afastasse. – Tudo bem, mas você pode fazer devagarinho? É que tá muito muito sensível. – ela fez bico. – Eu sou boa pra você, pode fazer papai, tá? – ela encostou seus lábios nos meus, olhando no fundo dos meus olhos.
Meu corpo solavancou de susto quando batidas foram deixadas na porta do trailer, Harry assustando junto comigo porém rindo alto de mim, uma gargalhada gostosa que fez borboletas voarem na boca do meu estômago. Eu ri, esfregando meu nariz em sua bochecha antes de lhe dar um selar demorado. Me levantei e peguei minha bermuda do chão, colocando apenas a mesma. Fui até a porta e abri uma fresta, tomando cuidado para que não fosse possível ver ela deitada e destruída no sofá.
- Oi Z. – falei, vendo ele sorrir e negar com a cabeça.
- Por algum motivo eu já sabia que iria te encontrar aqui. – ele riu. – Seguinte, o arquivo da cena na cama corrompeu. Já tentaram recuperar mas não deu, vocês vão ter que regravar.
- Agora? – respondi à contra-gosto, querendo mesmo é bater aquela porta e voltar pra Harry, mamar sua boceta de novo e foder seu rabo até ela chorar.
- Agora. – ele acenou, me olhando de cima à baixo. – Mas nem precisam de arrumar de fato, já parece que vocês estavam fodendo de qualquer forma. – implicou, saindo rindo da minha cara.
Eu fechei a porta, virando pra Harry.
- Vamos ter que regravar, gatinha. – falei, vendo-a concordar com a cabeça. – Esse vai ser o tempo que você pediu, sim? Depois, iremos pro meu trailer e eu vou foder sua bunda até quando eu quiser. Você quer isso, bebê? – perguntei vestindo minha regata.
- Sim, Lou. Eu quero. – ela sorriu, sentando no sofá e começando a vestir sua calcinha.
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- Você é uma merdinha. – eu recomecei a atuação, uma mão voou pra sua cintura e a outra pro seu pescoço, apertando ela contra a parede.
- Eu odeio você! – ela disse com o semblante possesso de raiva, mas agora claramente afetada por meu aperto. Eu ri, apertando meu dedão em seu pescoço, dessa vez com possessividade. Ela me puxou e me beijou com fome, gemendo entre meus lábios. Eu me inclinei, pegando ela no colo e me virando, jogando ela na cama. Subi acima de seu corpo, parando com minha boca à centímetros da sua. – Me odeia? – eu ri, deixando que ela jogasse meu corpo pro lado. Ela subiu em cima de mim, uma perna pra cada lado do meu quadril. – Cala a boca. – ela mandou, tirando a blusa com pressa. Seus peitos estavam livres, e dessa vez avermelhados devido aos meus toques, os mamilos duros apontando em minha direção.
- Isso, continuem. – Zayn falou.
Eu deslizei minhas mãos por sua cintura, abrindo o botão da calça dela, puxando com força pra baixo. Ela puxou minha blusa e eu subi o corpo, deixando que ela tirasse. Ela plantou as mãos no meu abdômen, passando elas e apertando minha pele.
- Harry, ajuda ele a terminar de tirar sua calça. Tira seus sapatos também, mesma coisa de mais cedo. – Zayn indicou, vendo-a fazer de imediato. Seus olhos queimavam minha pele, ela agora só de calcinha encaixada bem em cima do meu pau. Um sorriso cúmplice estava em seus lábios e meu pau já estava duro como pedra.
- Isso aí! Tirem o resto das roupas.
Eu joguei ela na cama, tirando meus sapatos e minha calça também. Harry abriu as pernas pra mim, puxando minha cueca pra baixo. A câmera nos filmava de lado, deixando só nossas peles aparecerem assim como antes, porém dessa vez nenhum de nós usava o tapa sexo. Eu passei meus dedos pelas laterais de sua calcinha, a puxando, tirando de seu corpo. Eu me aproximei, a beijando de novo e suas pernas se enrolaram no meu quadril, deixando meu pau pressionado contra sua boceta molhada.
- Louis, não esquece do lençol. – Zayn avisou.
Eu continuo a beijando, puxando os lençóis como mandado. Passo meus dedos por sua barriga macia, dessa vez realmente caminhando até sua bocetinha. Seguro meu pau, passando a cabecinha na entradinha encharcada da sua boceta. Ela arregala os olhos, um pedido mudo pra que eu não o fizesse. Mas eu fiz, empurrando meu pau pra dentro dela, tirando um gemido alto de sua boca. Passo o dedão por sua virilha, sentindo-a úmida, então eu levo minha mão pra cima, apertando sua cintura e começo a estocar, a fodendo de verdade em frente as câmeras e toda aquela gente. Paro de beijar sua boca, passando a sugar a pele de seu pescoço. – Dando pra mim na frente de todo mundo, Harry? Você não se sente suja? – eu sussurro tomando cuidado pra câmera não capturar esse momento. – Você vai conviver com o fato de ter sido fodida por mim, vendo todo mundo te ver gemer de verdade na tela do cinema. – eu digo, a ouvindo gemer alto, as unhas se arrastando pela pele de minhas costas.
- Caralho! Tá bem melhor que antes. Harry, provoca ele. – Zayn falou empolgado com a cena, de novo.
- Você parece um adolescente metendo desse jeito. – ela falou e riu afetada, a voz trêmula, trocando as posições, sentando acima do meu pau, segurando o lençol entre os dedos. Ela subiu e desceu o quadril, me colocando pra dentro de novo. Eu apertei sua cintura e ela pressionou as unhas em meu peitoral, rebolando, jogando a cabeça pra trás. – Isso, você fica bem mais prestativo assim. – provocou, se inclinando até meu pescoço, sussurrando em meu ouvido. – Me sente rebolar bem gostoso pra você, Lou. Papai gosta quando eu faço assim? – ela girou o quadril, indo pra frente e pra trás, fazendo minha cabeça girar por tamanha excitação. Eu olhei de canto de olho pra Zayn, percebendo que ele ia nos interromper mas preferiu ficar em silêncio. Eu a beijei de novo, trazendo seu rosto pro lado da câmera de forma que tapasse o meu. – Quero que sente bem gostoso no meu cacete, bichinho. Vai. – eu mandei. Ela gemeu, levantando o tronco e deixando-o ereto, passando a pular no meu pau. Sua cabeça estava jogada pra trás e ela sentava com força, minhas mãos grudadas em sua cintura. Ela grunhiu alto quando eu levei minha mão oculta da câmera até sua bunda, forçando um dedo pra dentro do cuzinho que piscava. Ela se apertou em mim, gozando forte no meu cacete. Rebolou manhosa, saindo de cima de mim e se jogando na cama, prestando atenção para que os lençóis não saíssem de nossas pelves. Ela virou de frente pra câmera, fechando os olhos preguiçosamente. Eu me deitei atrás dela, apoiando em um cotovelo observando a camada fina de suor que cobria seu corpo quente.
- Para de me olhar igual um psicopata. – ela disse, os olhos ainda fechados. – Pra um merda você até que serve pra alguma coisa. – ela provocou, um sorriso ladino. – Isso nunca mais vai acontecer. – anunciou.
- Como se eu quisesse que acontecesse. – eu rebati, vendo ela se levantar, dando à visão de sua bunda deliciosa pra câmera.
- Você continua sendo um merda.
- Você continua sendo insuportável.
- Corta! – Zayn falou. – Foi perfeito. Vamos deixar eles sozinhos galera! – anunciou, o pessoal se dispersando gradativamente. Quando ficamos sozinhos só com Zayn, ele se dirigiu à nós. – Vocês vão foder muito em frente as minhas câmeras ainda. Harry, espero que continue vindo fazer todas as cenas de sexo que ainda restam, se quiser, essa participação é sua, com lucros, créditos e direito à tapete vermelho. Pense nisso. – ele piscou, saindo e finalmente deixando nós dois à sós. Ela se virou pra mim com o lábio inferior entre os dentes.
- Você quer que eu aceite isso, Lou? – ela perguntou, a mão esperta masturbando meu pau.
- Vou te foder sempre, gatinha, e vou amar te exibir como um troféu no tapete vermelho, com certeza. – respondi – Mas isso vai acontecer de um jeito ou de outro. Você vai ser meu brinquedinho de foda, minha mulher e meu troféu. Então, querer o papel ou não é escolha sua. – eu sorri ladino, apertando seu peito, girando o mamilo entre os dedos.
- O que te faz pensar que eu quero ser tudo isso pra você? – ela riu, me provocando.
- Talvez o fato de você ter gozado no meu pau hoje mais do que gozou na sua vida inteira. Ou o fato de que implorou pra eu comer sua bocetinha virgem. – eu lambi seu mamilo, sugando. – Ou quem sabe porque vai se apaixonar por mim. – eu sorri convencido, voltando a mamar em seus peitos e ouvir ela gemendo. – Você acha mesmo que vai achar outro cara que esteja disposto à fazer tudo que eu estou, por você? Te foder com vontade, de mamar até você gozar insana, te bater até você chorar, te levar flores e levar você pra jantar, te assumir e te exibir pra todo mundo? – eu mordi seu mamilo e puxei entre os dentes.
- Você só diz isso porque quer foder meu rabinho antes de me largar, Louis. Mas tudo bem, talvez eu também só queira isso antes de largar você. – ela disse, fazendo meu ego partir em mil pedaços. Eu ri, olhando bem no fundo dos seus olhos.
- É isso que você quer, Harry? – Eu disse firme, travando meu maxilar. – Então é exatamente isso que você vai ter. – eu levantei colocando o roupão, saindo do set sem olhar pra trás. Entrei no meu trailer colocando uma nova bermuda, pegando meu cigarro antes de voltar lá pra fora fumar. Eu acendi o mesmo, vendo Harry vir em minha direção. Ela parou na minha frente, os peitos praticamente pulando pra fora do roupão, as mãos pra trás e os olhinhos perdidos procurando os meus. – O que foi? – eu perguntei rude, tragando mais uma vez o cigarro e soltando a fumaça em seu rosto.
- Eu... Eu vim atrás de você. – ela disse confusa.
- Pra quê? – eu franzi o cenho de propósito, como se não entendesse suas intenções.
- Pra, bom, você sabe. – ela mordeu a parte interna da bochecha, completamente nervosa.
- Não estou te entendendo, Harry. Não era você que não tinha intenção alguma de nada comigo? Você quer vir até aqui, gozar e nunca mais olhar pra mim? Foi mal, eu passo. – traguei mais uma vez, me divertindo ao ver quão desesperada ela estava ficando.
- Eu só estava te provocando, Lou. Eu só queria brincar. – ela fez bico, os olhinhos cheios d’gua.
- Você me fez sentir mal pra se divertir, bichinho? Sério? – eu disse em tom de briga. – Isso foi muito feio, Harry. Papai te ofereceu tudo que uma garotinha burra como você quer, e você me dispensa assim? Pra se divertir? Você acha isso bonito?
- Não papai. Me desculpa, eu nunca mais vou fazer isso. – ele abaixou a cabeça.
- Você vai entrar no meu trailer e abrir seu rabinho pra mim. Faça bem feito, porque eu só vou entrar lá e meter meu pau bem fundo em você até eu gozar. Você já deve ter arreganhado seu cuzinho várias vezes com seus dedos, então tenho certeza que não vai ser tão difícil assim, não é? – ela negou. – Pois bem. Tem lubrificante entre o estofado do sofá, você já sabe bem o que fazer. Se eu ficar feliz e satisfeito depois, eu penso se você realmente merece tudo que eu sou capaz de te dar. – traguei meu cigarro, vendo-a assentir. – Vai. – eu abri a porta do trailer, a vendo passar por mim e entrar, a fechando. Assim que ela entrou, eu sorri. Eu sempre consigo o que eu quero. No começo do dia, eu estava insano querendo que ela batesse na minha porta implorando pra ser fodida, agora, ao final, ela está dentro do meu trailer se dedando pra eu meter meu pau no rabo virgem dela. É, eu ganhei na loteria com essa garota.
Terminei meu cigarro, jogando a bituca fora e pegando meu celular, abrindo o Instagram e rolando as postagens. Tentei me concentrar ali, dando um tempo para ela realmente se abrir, senão eu só vou torturar a garota e ela não vai ter prazer algum. Eu sou um animal, mas não sou desumano, também, oras. Estava rolando o perfil dela quando ouvi um gemido mais alto, sendo incapaz de ignorar. Entrei no trailer e o tranquei, tendo a melhor visão que poderia. Harry estava ajoelhada no meu sofá, os peitos pressionados contra o encosto e suas duas mãos estavam pra trás, abrindo sua bunda gostosa pra mim.
- Papai, vem. – ela gemeu, apertando as unhas contra a carne de sua bunda, separando-as e deixando seu cuzinho alargado e babado em minha direção.
- Fez o que eu pedi, bichinho? – eu parei atrás dela, vendo-a assentir. Ela escorregou os dois indicadores até o buraco que brilhava, enfiando os dois ali e puxando em direções opostas, o deixando abertinho.
- Aqui, papai. – ela tentou me olhar por cima do ombro, se empinando mais em minha direção. – Está bom assim? Eu fui bem? – ela choramingou, os dedos dos pés se curvando. A boceta tão molhada que pingava no estofado.
- Muito bem. – Suspirei, tirando o roupão. – Tire as mãos. – mandei, vendo ela me obedecer, segurando o encosto do sofá. Eu belisquei a carne farta, batendo com força nela. Ela gritou, o cuzinho e a boceta contraindo. Eu espalmei mais três tapas, de ambos os lados. – Nunca mais fale daquele jeito comigo. – eu puxei seus cabelos pra trás, deixando seu ouvido bem perto da minha boca, suas costas grudadas no meu peito. – Você me entendeu? – perguntei, batendo mais forte contra sua bunda, a fazendo gemer alto.
- Entendi. Me desculpa. – falou, a respiração engatada.
- Me desculpa pelo que? – eu dei um tapa fraco contra sua boceta sensível.
- Por ter sido má com você. Me desculpa. – pediu, as pernas tremendo.
- Você vai ser ruim pra mim de novo? Porque se for, eu quero que você saia daqui a nunca mais apareça na minha frente. – eu bati de novo contra sua boceta, dessa vez com força.
- Não! – ela chorou. – Prometo que não. Fode meu rabinho, papai. Eu vou aguentar tudo que você tiver pra me dar, vou provar que mereço tudo que você disse querer me dar. – ela olhou em meus olhos com a face chorosa, um bico lindo nos lábios.
Eu suspirei, pegando o tubo de lubrificante e espalhando-o por todo meu pau, gemendo baixinho pelo alívio na minha glande inchada e dolorida. Passei mais dele por toda sua bunda, metendo três dedos dentro do cuzinho dela e tirando, a ouvindo gemer manhosa, dando tapinhas fracos ali e apreciando seu corpo tremendo em expectativa. Afundei mais meus dedos em seu cabelo, deixando sua cabeça caída em meu ombro, guiando minha glande até seu cuzinho e empurrando, gemendo com o aperto imenso da borda esticando mais e mais pra me abrigar. Ela gritou, me dando mais tesão ainda em empurrar de uma vez, rindo de seu rosto contorcido em dor e prazer antes de faze-lo. Empurrei até a borda, levando minha mão até sua boceta e estapeando seu clitóris inchado.
Ela começou a chorar, apertando os olhos com força. Suas lágrimas desciam pelo pescoço e eu gemi olhando, mantendo meu pau fundo enquanto ela pulsava e me apertava. Passei a esfregar seu clitóris, a fazendo gemer e relaxar, o barulho da lubrificação fazendo meu pau pulsar forte dentro dela. Não pude me segurar mais, sendo egoísta e estocando forte tirando até a glande e voltando, reivindicando seu buraco virgem pra mim.
- Meu Deus! – ela gemeu revirando os olhos, fincando as unhas em meu quadril. Eu grunhi, aumentando a velocidade das estocadas e esfregando seu clitóris mais rápido, metendo até minhas bolas pesadas.
- Fala de quem seus buracos são, boneca. – eu gemi contra seu ouvido.
- Do papai. Meus buraquinhos são do papai, só dele. – ela falava entre gemidos, seus olhos fixos em mim.
- Quem é seu papai, bichinho? – eu estoquei mais forte, pouco me importando se doía.
- Você, você é meu papai. – ela começou a falar aérea, os olhos fechados. – O Lou é meu papai, tão bom pra mim.
- Isso, meu bichinho. – eu beijei sua bochecha úmida, parando de esfregar seu clitóris e passando a bater nele, deixando tapas na boceta encharcada, fazendo ela chorar mais e tentar fugir dos tapas. – Fica quieta, porra! – eu apertei seu clitóris entre os dedos, a ouvido gemer alto e sentindo suas unhas rasgando a carne do meu quadril. Eu gemi mais, estocando forte, sentindo seu corpo solavancar, maltratando o buraquinho apertado. Soltei seu clitóris passando a bater em seus peitos, deixando eles vermelho vivo. – Minha vagabunda, todinha minha. – gemi, torcendo seu mamilo entre os dedos. – Veja, toda aberta e oferecida pra mim. Sente como eu vou fundo no seu rabinho, bebê? Tá doendo? – perguntei lambendo seu pescoço, voltando a masturbar sua boceta.
- Sim papai, tá doendo muito. – ela chorou.
- Você gosta quando o papai faz doer, não gosta? Sabe que é pro seu bem, que eu estou ensinando você a ser uma boa menina, um bom buraquinho pra mim. Não sabe? – eu desci dois dedos até a entradinha da sua boceta, metendo eles ali, sem me importar com o quanto ela tentava fugir.
- Eu sei papai. Está adestrando sua cadelinha. Está me ensinando a ser boa e obediente, aguentando tudo pra te ver feliz. – ela falou soluçando de chorar.
- Isso mesmo, bichinho. Você gosta disso? – eu passei a estocar aleatoriamente, perseguindo meu orgasmo, indo e voltando com toda a força que eu tinha, desejando ver seu cuzinho arrombado e inchado.
- Papai! – ela gritou. – Para! Para, tá doendo muito! – ela tentou me afastar, e eu soltei seus cabelos, deixando seu tronco cair contra o encosto do sofá.
- Vamos fazer um acordo. – eu virei sua cabeça em minha direção, apertando sua bochecha contra o encosto. – Você deixa o papai terminar de destruir seu corpinho e te deixar cheia do meu leitinho. E eu prometo te mamar gostosinho até você gozar na minha boca. – falei. – Se quiser que eu pare mesmo, quero que fale exatamente agora. Eu saio de dentro de você e pronto, acabou.
- Eu... Tudo bem. Pode continuar. – ela fungou.
- Harry, eu tô falando muito sério com você. Quer que eu pare? – eu perguntei de novo.
- Não. – ela negou.
- Então porque caralhos você me mandou parar? Eu tenho cara de idiota? – eu cuspi em seu rosto.
- Não. Me desculpa. Não me leva a sério quando eu pedir pra parar. – ela chorou, desviando o olhar. – Eu não queria que você parasse.
- Então quando você quiser que eu pare, você me fala a porra de uma palavra. – rosnei. – Qual vai ser?
- Câmera. – Respondeu, ainda sem me olhar.
- Então cala a boca e aguenta. – cuspi de novo sentindo ela pulsar no meu cacete. – Abre a boca. – mandei, vendo-a fazer. Eu cuspi lá dentro. – Engole. – ela fez, abrindo a boca de novo. Eu cuspi, ela engoliu. – Agora me agradece.
- Obrigada papai. – ela sussurrou. Eu ri, cuspindo em seu rosto de novo e espalhando a saliva por todo seu rosto. – Obrigada, papai.
- Quero que me agradeça por tudo de agora em diante, cadela. Você tem que aprender a dar valor pra tudo que eu faço por você. – falei, segurando nos dois lados de seu quadril. Eu tirei meu pau e meti de novo, voltando agora ao ritmo anterior, puxando seu corpo de encontro as estocadas brutas.
- Obrigada, papai. – ela gemeu. – Obrigada por me comer tão bem. – ela revirou os olhos.
Eu ri, metendo forte e sem dó, a cada grito que ela dava eu me motivava mais a comer ela com força.
- Para! Papai assim dói muito, não quero mais! - Ela gemeu chorosa.
- Vadia ingrata. – rosnei, passando minha mão por baixo do seu corpo e estapeando sua boceta com força, ouvindo seu choro alto.
- Não. – suas pernas passaram a tremer e ela chorava compulsivamente, tentando segurar meu pulso pra que eu parasse de bater em seu clitóris.
- Quieta! – eu espalmei minha mão em seu rosto, a fazendo gritar e tentar fugir de mim. – Quando mais tentar fugir mais eu vou te machucar. – ditei. – Veja como eu realmente posso ser mau. – eu segurei sua cintura, cuspindo em seu cuzinho alargado e inchado, metendo dois dedos nele junto com meu pau. Ela gritou uma sequência de nãos e eu voltei a estocar forte, deixando meus dedos ainda ali. – Vê como eu sou bom com você? Eu poderia ter enfiado meu pulso no seu rabinho, mas eu estou sendo carinhoso com você. Só quero que aguente meu pau. – eu enfiei mais um dedo, sentindo ela se jogar pra trás, tentando se abrir mais pra mim. Aquilo foi meu ápice, ela gozando e babando no estofado, inconscientemente se empurrando contra minhas estocadas brutas. Eu fiquei encantado, gozando forte dentro dela, beijando toda sua coluna. – Foi perfeita pra mim. – falei, tirando meus dedos e meu pau terrivelmente sensível de dentro dela. Eu a segurei, sentando no sofá e a puxando para meus braços. Ela tinha espasmos, soltava gemidinhos fracos e seu corpo estava todo mole. – Minha bebê? Papai está aqui. Você está aqui comigo? – ela assentiu, fazendo carinho em minhas costelas. – Papai está muito orgulhoso, sabia? Você é a melhor coisa que eu já experimentei. Linda, gostosa, obediente... – eu beijei sua têmpora. – Vamos pra casa do papai, sim? Vou cuidar e mimar muito minha princesinha. – falei beijando sua boca, vendo ela abrir os olhos e assentir.
- Mas você prometeu que ia mamar minha bocetinha papai, você não vai mais? – ela fez bico e eu fui incapaz de não sorrir, orgulhoso demais dessa garota.
- Mas a boceta do bebê não está doendo? – perguntei.
- Sim, mas você faz devagarinho, não faz? Por favor, eu fui boa. – ela dedilhou minha mandíbula.
- Faço sim, bebê. – eu deitei ela no sofá, ficando entre suas pernas. – Papai vai dar beijinhos no seu corpinho todo. – eu beijei sua boca com calma, descendo por seu pescoço, juntando seus peitos com as mãos e lambendo eles. – Vê como você está toda vermelha? Cheia de marcas da mão do papai. Você aguentou tão bem, bebê. Ficou tão bonita assim. – elogiei, mamando em seus peitos antes de descer pra barriga gostosa, até chegar na boceta inchada e brilhante, completamente vermelha pelos tapas. – Olha como você é linda, amor. A boneca do papai tá toda molhadinha pra mim, toda sensível. – eu beijei seu clitóris, sentindo a lubrificação espalhar por meus lábios. Expus a língua, passando com calma por toda ela, pelos lábios maiores e menores, afundando a língua no buraquinho que escorria lubrificação. – Tão molhadinha pra mim, bebê. – sussurrei contra a boceta, lambendo seu clitóris de levinho, a ouvindo gemer manhosa. Ela agarrou meus cabelos e eu afundei minha boca nela, sugando seu clitóris, massageando suavemente com a linha molinha. Deixei minhas mãos repousando em suas coxas fazendo um carinho gostoso e calmo, segurando o clitóris entre os dentes e apertando de leve.
- De novo. – ela pediu gemendo, empurrando minha cabeça. Eu sorri, circulando o clitóris com a língua e o mordendo de novo. – Mais forte, papai. – eu o soltei, voltando a morder agora com mais força. – Sim, sim, sim! – eu apertei suas coxas, mamando em seu clitóris antes de morder de novo, dessa vez com mais força. O soltei e repeti, mamando gostoso, sugando e maltratando o montinho antes de morder mais forte, agora segurando ele entre os dentes e pressionando a ponta da língua diretamente nele. Harry empurrou mais minha cabeça contra a boceta e eu suguei, mordendo e raspando os dentes, soltando e voltando a mamar, pressionando os dentes com mais força dessa vez, a sentindo rebolar enquanto ele ainda estava preso, sendo mordido e pressionado contra minha língua. Ela puxou minha pra trás e eu deixei o clitóris sair dos meus dentes, ela voltou minha cabeça pra lá e eu engoli a maioria da sua lubrificação antes de esfregar minha língua em toda a boceta, mordendo seu clitóris de novo. – Mais forte papai! – eu pressionei mais e mais, devagar aumentando a pressão, sabendo que ela me diria quando estivesse demais. Eu suguei ele todo pra dentro da boca e mordi, esfregando minha língua rápido contra ele. Harry gozou, esguichando em meu rosto. Eu me mantive ali, mamando, mordendo e raspando os dentes, judiando do montinho sensível até ela parar de esguichar em mim. – Meu Deus! – ela gemeu, a respiração desregulada. Eu sorri vendo que o esforço fez um pouco da minha porra de mais cedo sair da boceta dela. Eu a lambi com calma, pegando o máximo da minha porra e da sua lubrificação dali, subindo em seu corpo e agarrando seu rosto, a fazendo olhar pra mim. Eu olhei pra sua boca e vi ela a abrir, onde eu cuspi. Ela fechou a boca e engoliu. - Obrigada, papai. – ela sorriu e eu a beijei, dividindo nossos gostos juntos com ela.
- Vou te levar pra minha casa agora, te dar um bom banho e pedir alguma coisa pra gente comer. – eu sorri. – Você quer ir jantar comigo um dia desses, boneca? Quem sabe tipo, amanhã? – eu ri, encantado com sua beleza.
- Quero sim, Lou. – ela sorriu com covinhas, beijando minha boca. – Eu sou mesmo sua boneca agora, não sou? – ela me olhou com esperança, segurando meu rosto com as duas mãos.
- Toda minha, bichinho. – eu sorri, beijando seus lábios de novo.
Má petite chienne
Avisos: Praise Kink, dinâmica papai/filhote, pouquíssima degradação, muita dominação/submissão, manipulação e MUITA possessividade.
Onde Harry é uma garota desesperada por um papai rico e Louis se torna o papai obcecado por sua garotinha.
you're so sensitive, you're a fucking cry baby • ULTRAVIOLENCE 🔗 book smut
* mídia temporária enquanto não faço uma certinha
TAG’s: • Harry interssexual (Harry tem uma boceta)
• Dracrifilia (excitação causada pelo choro do parceiro
• Louis dá tapas no rosto e na boceta do Harry.
• Harry sendo treinado para durar mais e sendo super estimulado.
• Harry chorando muito e implorando muito.
• Louis com falsa simpatia (somente em algumas partes, se atente à isso porque ele se importa sim com o submisso dele, como vai ser deixado bem claro)
• Breve citação de um trauma que um dos personagens já passou.
• Uso da palavra de segurança.
• Cena com cuidados posteriores do sub para com o dom.
A Isi aqui te deseja uma boa leitura! <3
𝐂𝐥𝐞𝐚𝐧𝐢𝐧𝐠 𝐓𝐡𝐞 𝐒𝐡𝐞𝐥𝐯𝐞𝐬.
Descrição: Harry é a nova empregada dos Tomlinson ’s, e de todos os desafios que ela tem ao limpar a imensa mansão, ter que lidar com as provocações dos irmãos é o maior de todos.
⭒
TW: cuntbusting – degradação – cnc – dsm – DP – hpussy – overstimulation – Tomlinson brothers, (Will & Lou).
Antes de ir para a história, tenho dois avisos a dar:
1. Todo ato encenado pelos personagens é consensual.
2. Esse é um conto erótico, e não foi feito na intenção de incentivar qualquer pessoa a fazer o que está descrito nele.
É isso, boa leitura! 🍒
.୨⭒୧.
O terreno com mais metros quadrados que o estádio de futebol dos Broncos, Empower Field, e o casarão central gigantesco, não surpreenderam ela. Já sabia que seria trabalhoso tentar ali, mas não haviam outras opções melhores no momento. Era isso, ou pegar a vaga no bar do Bill.
Honestamente, Harry conheceu bem aquele cara, não eram boas notícias precisar dele, então é definitivamente um não para Billy 's Pub.
Dois meses atrás ela não imaginou que estaria nessa situação. Sua amiga Deena lhe deu vários conselhos sobre Jonathan, disse que o garoto era um canalha, que usaria ela e depois deixaria que se virasse. Naquele tempo ela não deu ouvidos, claro, estava apaixonada.
O que é melhor para manter alguém nublado de estupidez, do que a paixão?
Harry gostaria de ter feito diferente antes. Gostaria de voltar para o passado, e desistir de entrar na maldita caminhonete. Assim, nunca pegaria a estrada, não sairia de sua cidade natal, onde era conhecida e acolhida por todos, para uma pequena cidade no meio do nada, no Arkansas.
Maldito seja Jonathan e suas mentiras de merda, seu jeito galanteador e charme.
Ele agia como um Romeu do século vinte e um. Carinhoso, gentil, sensual e cheio de lábia. Suas semelhanças vão até a parte onde a família dela o detestava. De resto, ele era apenas um pau buscando por um buraco para fazer uma festa.
Jonathan ainda levou o pouco dinheiro que ela tinha juntado do trabalho de meio turno na escola infantil.
Coitada, realmente acreditou que de todas as garotas de Cleveland, ele iria escolher justamente ela.
— Você tem algo especial em você Haz. - o cafajeste disse.
E ela acreditou, feito um cachorrinho que espera que você jogue a bolinha para correr e pegar. E então, percebe que você nunca teve a intenção de jogar o brinquedo, e que ele foi feito de bobo.
Harry queria ser especial em uma cidade onde tudo é monótono. Queria algo novo, uma aventura, e teve. Até de repente não ter mais.
Agora, está sem grana e precisa arranjar um trabalho urgente, apesar de não ter experiência ou qualquer curso. Mas sua pouca idade é um bônus para conseguir um segundo emprego, ela acha. Espera que sim.
Harry não conhece uma rua nesta cidade, e as poucas lojas já tem funcionários, todos de dentro das famílias. Há visitantes na temporada, mas ninguém seria trouxa o suficiente para permanecer ali, ninguém a não ser o idiota galanteador e a mocinha boba.
Depois de fodê-la bem e conseguir sua confiança para ludibriá-la, até mesmo Jonathan foi esperto o suficiente para saber que não tinha nada para alguém de fora dali, e se foi. Mas para onde Harry iria? Sem seu celular e se sentindo fraca por ir contra o que todos avisaram, e acabar assim, ela não voltaria para sua cidade natal. Ainda tinha algum orgulho e não iria voltar atrás.
Gordon e Camilla se sentiram mal por ela, pela situação, e a abrigaram em sua pensão, sem cobrar um aluguel de início. Mas sob o acordo de que arrumaria um emprego. Com isso, foi de porta em porta oferecendo o que sabia para todos, na tentativa de ter alguém para contratá-la. Até que, a senhora Dorby, com seus olhos azuis julgadores, a boca franzida, com marcas de expressão ao redor, e vinco dentre as sobrancelhas, ofereceu a ela uma chance única.
A garota que trabalhava pros Tomlinson 's, donos do grande terreno no final da Allen St, pediu as contas. Não disse a ninguém o motivo, mas as pessoas falam. Elas especulam e fofocam sobre os rapazes, filhos de Héctor Tomlinson.
Os garotos mimados da cidade. Play boys.
Disseram as más línguas, que as empregadas do casarão não duram mais que um ou dois meses. Os meninos são um tormento como empregadores, para qualquer um que se disponha e queira se manter trabalhando lá. O que, no geral, são mulheres. Esse parece ser um importante requisito.
Talvez seja por assédio, cobranças em demasia, um lugar insalubre. Ou seria a falta de vários outros direitos do trabalhador. Não há bem como saber o que as leva a se demitirem, principalmente porque não contam nunca, e pouco depois, somem da cidade.
De qualquer maneira, o que poderia ser tão ruim quanto estar desempregada, em um abrigo temporário, tendo chances de ser despejada sem garantia de renda fixa, ou a noção de que não teria o que comer se não fosse a piedade dos moradores da cidade? Para Harry, não havia nada.
…
Héctor Tomlinson, no auge dos cinquenta anos, grisalho e bem apessoado, é um homem animado e muito alegre. Gosta de estar na moda, cuidar da saúde e se manter informado do que está acontecendo na atualidade. Essas coisas de postar no gram e mandar vídeos no snapchat. Até mesmo colocar fotos de roupa social, ou das férias na Califórnia onde está só de calção e o peitoral de fora, nos aplicativos de namoro.
Harry o adorou. Ele é como ela gostaria que seu pai fosse, não o rabugento e grosseiro Damien.
Ela sentiu inveja dos rapazes, até conhecê-los. Definitivamente havia algo de errado com Héctor, e com a criação daqueles garotos. Talvez ele quis demais manter a juventude, e negligenciou os filhos. Eles parecem desconectados e sua comunicação é péssima. Os garotos ignoram o pai, e Héctor apenas finge um afeto claramente inexistente entre eles.
Louis é o mais velho. Harry acha que tem cerca de trinta e poucos, mas não sabe, ele não disse. O primogênito não fala muito com ela. Apenas apertou sua mão no dia em que foram apresentados, e disse seriamente para o pai:
— Veremos o quanto essa vai durar. Você não devia contratar funcionários sem me informar antes. Eu devo avaliá-los, sabe disso.
Ele a olhou com desprezo novamente e acrescentou rudemente:
— Espero que não se repita, sou eu quem faço os pagamentos, e não aceitamos qualquer um.
Sem mais, pediu licença e saiu. Harry se chocou que ele teve o mínimo de educação de dizer-lhes licença, já que não os cumprimentou ao que entrou, mal olhou para ambos, disse o que achava que devia, e foi embora. Ela o temeu, sentindo a instabilidade que teria no emprego caso não se movesse conforme as cordas guiadas por ele, o marionetista.
Já o Tomlinson do meio, Xavier, é distante. Ele se mudou quando recém fez vinte e um, e agora, aos vinte e seis, não retorna para a cidade. É casado e já tem filhos, trabalha na empresa em que faz sociedade com um amigo arquiteto. Eles fazem grandes projetos em parceria.
Ela não conseguiu conhecê-lo ainda, e parece que nem vai.
O caçula, William Tomlinson, é o mais extrovertido e conversador dos três irmãos. Com apenas dezenove, somente três anos mais novo que ela, ele age como um moleque imprudente. Juvenil, como todos os garotos maturando são.
Harry percebeu os flertes de William, mas sabia que não deveria se deixar levar. Os rapazes são lindos, jovens e tem dinheiro. Mas dessa vez, ela tem noção do que poder ou lábia significam, e que ela não é especial, não para mudar alguém. No máximo, uma boceta apertada para foder e dispensar.
E mesmo que fosse apenas sexo casual, ela não iria transar com nenhum deles. Não perderia o emprego fácil assim. Nem por garotos bonitos, ou por uma boa trepada.
…
Já tinha aspirado o sofá branco, com tecido macio e quentinho de veludo. Esfregou com a vassoura o tapete que antes cobria todo o chão da sala de estar. Passou pano no chão, aspirou as quinas e junções das paredes, limpou os vidros e partiu para passar o espanador nos móveis. Estava exausta, tinha feito coisas o dia todo, sem parar. O corpo latejava, os músculos doloridos tamanho esforço físico, e ainda faltava tanto.
Ela precisava lavar os banheiros, limpar os quartos e arrumar a cozinha, pelo menos, não tinha de cozinhar. As roupas estavam devidamente separadas, terminando seu processo de secagem. Harry teria que passar peça a peça, uma exigência de Louis. O merdinha mandão e rude.
Parada no meio da sala, observando os porta retratos e jarros caros, ela avaliou se deveria ter algum produto de limpeza próprio para não danificar algo dali, mas não foi dito nada a respeito. Eles devem saber que ela não tem como deduzir o que pode ou não deteriorar coisas valiosas como aquelas, então, se algo acontecer, não é culpa sua. Apesar de que ela quem terá que ressarcir o dano.
Com um limpa móveis e um óleo para encerar madeira, Harry iniciou o serviço. Tirando o pó, e então passando um pano molhado com pouco óleo, para não manchar a madeira.
Sua mente estava a km/h, os pensamentos passavam em alta velocidade, reavaliando a lista do que faria, o que já tinha feito e o quão confortável estaria sua cama, quando ela voltasse para a pensão. Precisava dormir por pelo menos um mês para se recuperar da exaustão que tem sentido em poucas semanas de trabalho.
Sabia um pouco a rotina dos rapazes agora. Louis acorda tão cedo quanto o pai, na primeira luz do dia. Ele toma café preto, come ovos e bacon, vai para academia e duas horas depois, às oito em ponto, volta para casa, para trabalhar no escritório. E fica lá até anoitecer. O primogênito parece cobiçá-la e detestá-la na mesma medida. Sempre criticando o que Harry faz.
Já Héctor, vai para a academia cedo, depois dá uma volta no pequeno comércio e para na cafeteria de Jenna, uma mulher de quarenta e poucos, gentil mas certeira.
Harry tentou serviço lá, não deu certo, obviamente.
Héctor tem uma queda por ela, sempre tentando chamá-la para sair, levando flores e comprando vários pãezinhos. Jenna, entretanto, não parece muito impressionada, ou talvez, apenas se faça de difícil para manter o interesse dele. De qualquer forma, é fofo vê-los juntos.
Depois disso, ele volta para casa, para o almoço, conversa com ela sobre algum vídeo que viu na internet, ou uma mulher linda que curtiu seu perfil de namoro, e faz algumas perguntas sobre o que poderia responder para parecer mais legal.
Gostava mesmo de Héctor, não poderia afirmar que é ou foi um bom pai, porém, é um patrão e um cara divertido. William com certeza é igual ao pai. Flertador nato e confiante. A única coisa que difere na parte de romance, é que Will sabe o que dizer para ter uma garota apertando as coxas.
Ele é o tipo que faz as calcinhas molharem e estarem no chão em pouco tempo de conversa. Definitivamente um fodedor, mesmo tão jovem.
Ela tenta se manter longe, mas ele sempre procura por ela na casa, se encosta ou senta em algum lugar próximo, e assiste Harry trabalhar pesado, enquanto fica divagando sobre suas próprias coisas ou elogiando-a, até que suas bochechas fiquem quentes e as manchas vermelhas cubram desde seu pescoço até as orelhas.
William também tem a mania de andar seminu pela casa. Chega do futebol ou das corridas diárias sem camisa, com o calção de tecido leve, abaixo do quadril, a virilha quase toda aparente. O calção escondia apenas o equipamento principal.
Ela sempre se perde, levando os olhos pelo caminho feliz dele. Os pelos ralos que vão para dentro do elástico da roupa, e então o volume marcado do pênis grosso. No geral ele nem está excitado, apenas meia bomba ou só em sua forma flácida dentro do calção, sem uma boxer, mas ela pode notar que é grande.
Quando terminou os móveis inferiores, colocou as mãos na cintura e pensou que teria que limpar as prateleiras de cima. Essa é uma parte realmente chata da faxina, Harry terá que usar a escada, de novo. Ainda que seja alta, não é o suficiente para poder passar o pano por ali.
Ela foi para o quarto de limpeza, buscar o material pesado para carregar nos braços até a sala. Héctor estava fora, Louis trancado no escritório e Will, talvez em uma corrida. Ela não sabe. De qualquer forma, Louis não se ofereceria para ajudá-la. Se ao menos Héctor ou William estivessem ali, teria mais chances de obter um dos dois carregando a maldita escada pesada.
A coisa de aço estava lá, em pé. Harry tentou erguê-la, se esforçando ao máximo. Sem sucesso. Ela sentia que era algum sarcasmo do destino, que estaria rindo de sua fraqueza, não só emocional como também, física.
Maldita escada de merda!
Decidida, como foi em todas as outras vezes que teve que carregar o trambolho por aí, ela empurrou a escada, pegou-a pelo último degrau e começou a arrastá-la pelo piso, fazendo um ruído agudo e enervante.
Estava na metade do caminho quando paralisou completamente ao som da voz grave, irritada.
— O que você acha que está fazendo?
Harry abaixou a cabeça, insegura. Louis causava essa reação.
Sem jeito, a garota largou a escada e juntou as mãos na frente do corpo, segurando a bainha da saia do uniforme.
— Preciso da escada para limpar a prateleira, senhor. Mas é pesada, não consigo pegá-la, então a arrasto.
Louis bufou, olhando para as costas dela, analisando as coxas carnudas e a bunda apertada no tecido preto da saia. Os sapatos nos pés e as meias brancas. Parecia uma ninfetinha, o tipo que vestia uma fantasia erótica de empregadinha e se ajoelhava para sugar o pau do patrão.
Ele se questiona todas as vezes que vê a garota limpando a casa, agachada ou empinada por aí, com a calcinha branca à mostra, marcando os lábios gordinhos de sua boceta, se ela já chupou ou trepou com seu pai, assim como algumas outras. Ou se foi com William, provavelmente com ele.
A falta de ética das meninas que trabalharam ali deixam Louis emputecido. Ele não trata as serventes com frieza à toa. Precisava fazê-lo, colocá-las em seu devido lugar, já que seu pai é um velho babão, buscando por garotinhas com xoxotas novas para comer, e William, um garanhão sem escrúpulos.
Ele olhou para o chão, observando incomodado os riscos no piso.
— Você riscou o piso. Sabe o quão caro foram? Se não tem força para levar a escada, deixe-a. Dê outro jeito ou peça ajuda antes de fazer uma merda dessas! – disse ríspido.
Ela se encolheu, chateada pela forma que falou, sabendo que os pisos riscados seriam descontados.
— Desculpe, senhor. Preciso mesmo dela, não tenho como alcançar as prateleiras de cima. Sinto muito pelo chão, não queria causar danos, sei que descontará do meu salário.
— É, eu vou. Dá próxima vez, peça ajuda… incompetente.
Ele sussurrou a última palavra, despejando baixa a ofensa. Mesmo assim ela ouviu, e se sentiu estúpida pelo que fez. Ele já a odiava, e procurava motivos para implicar com tudo que fazia, depois disso, a perseguição provavelmente iria piorar.
Louis passou por ela e pegou a escada nos braços fortes, fazendo os músculos flexionarem no tecido da camiseta.
Não fez um mínimo esforço para levar o maldito trambolho para a sala e abri-la em frente a prateleira alta.
Harry se sentiu aquecer por dentro, observando a força dele, o corpo malhado e firme. Porra! Uma pena que Louis é tão insensível e grosseiro.
Ela agradeceu em um tom servil, constrangida. Esperou que ele saísse dali, e a deixasse voltar ao trabalho. No entanto, o primogênito apenas cruzou os braços, e ficou olhando-a.
— uh, precisa de algo senhor?
A timidez clara em sua voz, e Louis sorri com isso. O primeiro sorriso dele em sua presença.
— Não, quero ver o seu trabalho. Comece.
Ela tremeu sob o escrutínio dele. Os olhos azuis cristalinos, sérios, como se estivessem nublados. A boca em uma linha firme e rosada, as sobrancelhas grossas franzidas.
— Comece, agora Harry. Não pagamos você para que fique parada feito uma idiota.
Seu maxilar travou em desafio, se pudesse, unharia todo o rosto presunçoso do babaca. Mas não poderia perder o emprego.
Ela se forçou a andar para frente, os músculos travados, parecendo pesados. Subiu os degraus da escada nervosa, sem saber se pela raiva ou pela tensão.
Sentiu o movimento do corpo dele, a presença firme e viril atrás dela. Louis parou ao pé da escada, assistindo ela erguer os braços para retirar cada item da prancha de madeira pendurada na parede.
Ele se aproximou cada vez mais, segurando os lados da escada aberta, firmando-a no chão, quando nem precisava. Seus olhos subiram pelas pernas clarinhas, até de baixo da saia.
Os músculos retesaram e as mãos travaram no aço, os nós dos dedos brancos pela força.
A calcinha rosinha estava molhada, os grandes lábios gordinhos pareciam que iam pular para fora. O tecido apertado na fenda, espremendo os pequenos lábios da xota. A língua dele se encheu de água, e ele quis provar o sabor, sentir o cheiro, tocar aquela bocetinha chamativa.
Inconsciente do que fazia, ergueu os dedos, resvalando de leve as panturrilhas dela, acariciando suavemente.
— O que… o que está fazendo, senhor? - a voz trêmula, saiu em um sussurro delicado e temeroso.
— Continue limpando.
A arte de cerâmica em sua mão tremeu, ela firmou os dedos, achando que poderia derrubá-la.
As palmas apalpam suas pernas, até alcançarem as coxas grossas, e ele aperta-las. Os dedos afundam dolorosamente na carne. Ela acha que ouviu um rosnado vindo dele, mas não tem certeza, concentrada nos toques, no aperto.
Harry se sente zonza.
— Eu não devia fazer isso. Tocá-la assim me faz parecer um otário hipócrita. Mas como é que eu posso resistir a você, quando está o tempo todo empinando esse rabo, mostrando essa boceta para quem quiser ver. Se oferecendo.
Seu corpo estremeceu, dos pés à cabeça, a estátua de cerâmica foi posta de volta no lugar, e ela se questionou se deveria deixá-lo avançar com isso. Se deveria retrucar e respondê-lo devidamente. Não devia deixar que ele a humilhasse dessa forma, porém, seu corpo estava tão quente, a xoxota pulsando e os mamilos sensíveis, endureceram contra a blusa.
Os dedos grossos vagaram até o tecido úmido da calcinha, roçando-os ali, sentindo como ela está molhadinha.
— Se-senhor… Isso não, você não… uhn!
Harry suspirou sôfrega. Seu canal apertado dolorosamente e o clitóris latejando.
— Por favor, senhor, não faça isso comigo. Não posso ser demitida. - lágrimas surgiram em seus olhos verdes, mesmo assim, ele continuou a tocá-la como queria, arrastando sua calcinha para o lado e passando os dedos entre a fenda babadinha dela. Sentindo o grelinho inchadinho e o buraco apertado da xota.
— Se fizer o seu trabalho direito, não vou demiti-la. Ou então, me pare. Saía da escada e nós acabamos com isso agora.
Ela não se moveu inicialmente. Passaram-se alguns segundos, onde ele levou os dedos molhados para a boca, sentindo o gosto da lubrificação dela, agridoce. Uma delícia.
— Vamos, fazer assim. Nós continuamos com isso, mas se você não quiser continuar, ou estiver sendo além do limite, fale uma palavra, que seja fácil para lembrarmos, e eu irei para tudo e apenas cuidar de você, tudo bem?
Harry respirou fundo, pensando em sua resposta.
— Não vai ficar bravo comigo?
Ele deu um beijinho em sua panturrilha, e falou tão suave, que a surpreendeu. Ela nunca imaginou que Louis pudesse ser doce dessa forma.
— Não querida, nunca ficaria bravo por isso. Caso aconteça, tudo que vou fazer é cuidar de você com todo meu carinho. Mas preciso da palavra, sim? Tem algo em mente?
Ela se concentrou, sabendo o quão importante essa a palavra era pra situação que iria se desenrolar.
— melancia.
— melancia? Ok, tudo bem. Se sentir a necessidade de parar, diga isso imediatamente.
— uhmm.
Harry deixou as outras artes de cerâmica para depois, sabendo que não conseguiria mais se concentrar na limpeza. Louis pegou suas panturrilhas e forçou que movesse os pés, separando ainda mais as pernas. Subiu um dos degraus, parando embaixo da saia dela, ergueu a cabeça, abrindo os lábios gordinhos da bocetinha e passou a língua quente desde o grelinho até a abertura.
— Ahn! Lou! – ela gemeu, surpresa pela carne quente em seu grelo.
Ele sorriu, mordendo de leve um dos pequenos lábios e sugando, para então, voltar a lamber e lambuzar o clitóris. Suas mãos largaram os grandes lábios e foram para a bunda, apertando as nádegas gostosas e dando alguns tapinhas.
Levou apenas um tremular das pernas dela, e o relaxar de sua xotinha para que ele metesse a língua, adentrando a cavidade apertada com a carne rija. Harry gemeu mais alto e tentou fechar as pernas, cheia de tesão, pressionando a cabeça de Louis entre as coxas grossas.
Instigado pela pressão leve em seu crânio, ele acelerou o ritmo, macetando a xoxota.
— Loui-is, isso! Assim, por favor, continua assim… Porra! – ela choramingou, esfregando as pernas, amassando as laterais do cabelo dele, descendo o quadril, para sentar em seu rosto.
Ele voltou com as mãos para o rabo dela, apertando a carne macia e cravando os dedos ali, segurando-a pelo traseiro, parando os movimentos que Harry fazia em sua cara lambuzada. A garota tremelicou chorosa, sentindo o pinicar da barba raspando a pele, a língua fodendo seu buraco apertado, a boca sugando seu melzinho.
Louis era um puto grosseiro, mas sabia mamar uma boceta muito bem!
Harry estava fervilhando, como um vulcão pronto para erupção. Não importava mais se ainda teria o trabalho quando acabassem, se ele chutaria sua bunda para fora ou se a manteria como sua serva particular. Tudo que passava pela mente atordoada dela era que queria encharcar o rosto todo dele. Gozar gostoso e esguichar nele.
A chance de serem pegos só aumentava o tesão, de ambos. Havia tanto fluxo de sangue correndo para os pontos certos, em sua cabeça e ouvidos, eles não tinham outro foco se não no corpo um do outro.
O primogênito sentia o gosto salgado no palato. Desejava morder e estapear aquela bocetinha quente. Cacete! Como ele queria deixá-la dolorida de tanto bater, e depois de tê-la toda mole, afundar os dedos e trepar com ela. Fodê-la até que chorasse.
Concentrado nesse pensamento, imaginando a face dela molhada pelas lágrimas, a voz fraca e entrecortada implorando, o corpo doendo e a grutinha sensível de tanto ser maltratada, de tanto foder. Ele levou os dedos direto para baixo da saia preta, metendo dois de uma vez junto com a língua. Macetando com um sequência de estocadas rasas, e então algumas profundas, abrindo o canal, alargando a bucetinha.
— Lou! Uh! Louis- i-isso é dem..Ahn! - O grito ecoou por toda a sala. Ela sentiu o ventre contrair, a boceta latejar e relaxar, e então esporrou a cara dele toda. Molhando seu pescoço, nariz e as bochechas.
— Caralho.
Harry achou que iria cair da escada, o corpo leve, todo molinho. Estava distraída com a onda do orgasmo que teve, o rosto agora escorado nos braços, apoiados no último degrau da escada. Mas ela soube que tinha algo errado, sentiu o corpo dele tenso atrás do seu.
A voz grave de William pegou Louis de surpresa, travando-o por alguns segundos. Ele não virou o rosto para o irmão, decidindo o que fazer.
Ao invés de parar o que faziam e se castigar pelo que aconteceu, ele limpou o rosto com as mãos e a ajudou a descer, guiando o corpo dela até o meio da sala, fazendo-a se ajoelhar e apoiando seu peitoral na mesa de vidro; esmagando as mamas contra a matéria fria propositalmente.
Sem desviar o olhar, e pouco se importando com as tentativas de se justificar da garota, agora desesperada por ter sido pega, Louis permaneceu apertando as costas dela, ajoelhado atrás do corpo macio, forçando-a a permanecer onde estava, e perguntou indiferente para o irmão:
— Quer me assistir comer ela, ou vir aqui participar?
– Ele abaixou sua fronte, até seu peitoral colar nas costas dela, e sussurrou em seu ouvido:
— Ela não se importa, não é querida?
Soltou um dos braços presos entre seus corpos e acariciou o cabelo cacheado.
— Vai deixar nós dois usarmos você o quanto quisermos, não vai amor? Você quer isso não é? Aposto que já se imaginou dando para nós dois, uh? Talvez até tenha pensado em como seria ter os dois paus ao mesmo tempo, indo fundo em você, te deixando toda arrombadinha.
Ela estremeceu, arrepiando-se inteira. Os pelinhos altos e os mamilos durinhos contra a mesa.
Ter os dois Tomlinson 's trepando com ela, ao mesmo tempo. Isso era… isso é um sonho quente do caralho!
— Nós não podemos senhor, o que fizemos foi errado, isso não pode…
Ela foi calada, não por Louis, mas por William, que se agachou na frente deles, e enfiou os dedos em sua boca, afundando-os até alcançar sua goela.
Ele está com seu maldito calção de corrida abaixo dos quadris, com os poucos pelos pubicos escuros a mostra, quase mostrando o pênis. Apesar de que, nem é necessário tê-lo para fora, ela já sabe seu tamanho amedrontador. Agora mesmo, o mastro está duro, apontando para cima na barra do short de tecido leve. Forçando o poliéster como se fosse estourá-lo para fora do caminho.
Erguendo mais os olhos verdes pelo corpo, ela ansiou poder lamber a pele todinha. Sentiu o cheiro almiscarado de suor e desodorante vindos dele, e salivou por aquele cacete grosso. A baba escorrendo por seus lábios vermelhos e gordinhos, pingando no tampo da mesa.
— Woa! Você realmente quer isso. Está se babando inteira. Vê Lou? Olha como essa cadela está louca para ter uma rola gorda, hein? Duas será seu prêmio por ser uma boa garota, não é? – Louis que ainda mexia em seu cabelo, afagando o couro cabeludo, riu em seu ouvido, rouco e grave. O ruído retumbou em suas costas, ela pode sentir ele rindo. A outra mão de William foi direto para o seu rosto, dando tapas de leve, apenas para demonstrar seu poder sobre ela.
A garota definitivamente não relutaria, ainda que não fosse realmente respondê-lo. Ambicionava por eles, mas não diria em voz alta. Fariam o que quisessem com seu corpo, e ela nunca falaria que sim para eles, em uma provocação velada, buscando respondê-los de outras formas.
Passou a língua quente pelos dedos, e sugou, olhando sob os cílios, doce e passiva, para confirmar o que eles queriam saber.
— Ok. É melhor que você aguente tudinho. Seja uma menina boazinha.
Ele retirou os dedos da cavidade úmida e Louis ergueu o tronco, tirou a mão do cabelo dela, ergueu a saia e puxou a calcinha para cima, com força. O caçula se inclinou e ambos observaram com prazer ela contorcer, o tecido rosa molhado de goza, enfiando entre a carne rosada dos grandes lábios, apertando o clítoris e a pele delicada da vulva.
— Uhh!
Eles riram das tentativas fracassadas de fuga da garota, que sentia-se queimar por causa do atrito do algodão, oprimindo sua bocetinha sensível.
Foram minutos rápidos em que William puxou o tronco dela, pegando-a pelos cabelos, apenas para soltar seus braços. Depois deitou seu tronco novamente, batendo os seios com grosseria contra a mesa. Ele se aproximou dos corpos quentes ainda mais, parando ao lado dela e levou uma de suas mãos para dentro do calção.
Harry tocou o falo gordo e caloroso, todo molhadinho de pré-gozo. A mão dele cobrindo a sua, punhetando o caralho, da cabeça as bolas. William jogou a cabeça pra trás e gemeu rouco. Ela pode ver a goela mexendo, ele engolindo e balançando os quadris, aumentando a velocidade da punheta gostosa.
Focada no irmão mais novo, ela esqueceu da calcinha na xoxota, e de Louis. Que se fez presente fazendo o que gostaria desde antes. Um primeiro tapa veio com violência, batendo de palma aberta contra a bucetinha.
Harry gritou e seu corpo deu um pulinho para frente, sendo barrado pela mesa, o estômago foi apertado contra o vidro e ela grunhiu e perdeu o fôlego.
— Se concentra vagabunda. Não pode ter uma mão na sua boceta que se distrai do serviço, vadia inútil! – Louis disse, falsamente bravo. O corpo dela encolheu, e a menina choramingou, tentando focar em sua mão no comprimento quente, descendo e subindo, apertando e massageando a cabecinha.
Sua calcinha foi rasgada, um puxão bruto de Louis para tirá-la do caminho.
— Porra! Ela tá brilhando, toda babadinha…
Ele passou os dedos desbravando sua boceta. Sentindo a textura suave da pele. Abaixou-se e esfregou o nariz por entre as coxas, alcançou e sentiu de pertinho o cheiro incrível da xota. Passou a língua ali de novo, brincando, saudosista. Harry espasmou e manhou, frágil. Louis foi subindo de volta, beijando as nádegas, e então, afundou os dentes na pele.
— Loui! Isso doeu! Caramba!
O cara riu, e mordeu de novo e de novo, vendo-a ladrar. William grunhiu ao que ela apertou seu pau com força, em reflexo as mordidas fortes no seu traseiro.
A garota abaixou a cabeça contra o vidro frio, aplacando seu corpo fervente, e penas se deixou sentir os dentes afundando na pele, a dor e a impotência, o prazer de estar a mercê dele.
O garoto mais velho se ergueu, sorrindo para as marcas que deixou na pele antes branquinha, os pontinhos vermelhos e arroxeados pintadinhos na carne. Lindo pra caralho.
Se voltando para a vulva brilhante, ele levantou o braço para longe, e voltou com força, batendo na xoxotinha várias vezes. Harry tentou fechar as pernas, contorcer e escapulir, e os caras riram do desespero dela. A boceta pulsava tanto que ela achou que estava em carne viva.
William gemeu e levou a outra mão para a banda esquerda, arranhando-a por cima das marcas que o irmão fez, batendo ali. Eles judiaram dela até que a garota derramasse o que seriam as primeiras de muitas lágrimas.
Seguiram com o espancamento, até Louis finalmente soltá-la.
— Ela tem uma boca bonita, né? uma boquinha de boquete. Vamos querida, venha mostrar o que sabe.
Ele levantou e caminhou até o sofá, os músculos tensos, maxilar travado, concentrado nela. Que se erguia aos poucos com o rosto molhado de saliva e lágrimas, um pouco desorientada e sentindo a mão melada na rola quente do irmão dele. William tirou a mão dela dali, e levou a palma até sua boca, assistindo ela colocar a língua para fora e lamber. O gosto amargo no palato, e um sorriso lento surgindo no rosto dela.
— Que vadiazinha… Gostou disso tanto assim? Vá lá, ele vai foder sua boca e eu vou comer sua bunda bonita.
Harry gemeu e caminhou com pernas de bambi para perto de Louis, se ajoelhando entre as pernas abertas dele. Sua mão delicada foi para o zíper da calça, antes dele pará-la.
— Com os dentes, putinha.
Ela sorriu sacana, a covinha afundando na bochecha esquerda, os olhos brilhantes travados com os sérios de Louis.
— Como o senhor quiser.
Arranhou as coxas dele por cima da calça, e se ajustou, abaixando o tronco e abrindo a boca. Agarrou o metal gelado entre os lábios e travou-o com os dentes, tendo cuidado para não perdê-lo ao que puxava para baixo, até o final. Ainda com a visão travada com a altiva de Louis, ela lambeu o tecido da boxer, sentindo a grossura protegida pelo pano. Parou em cima da cabeça larga do caralho, e sugou, babando na roupa íntima e sentindo um gostinho dele.
Se atreveu a raspar os dentes e riu, orgulhosa de si, quando ele soltou todo o fôlego, vidrado.
Louis afastou o rosto dela e retirou as calças, deixando para ela o trabalho de descer a boxer, também com os dentes.
O pênis pulou para fora, batendo no quadril dele. Ela engoliu em seco, e William sorriu ao observar a interação dos dois. Olhou orgulhoso o pênis largo e grande do irmão mais velho. As veias saltadas na carne rosada, a cabeça derramando pré-gozo, brilhante e avermelhada, o saco pesado com pelos ralos. Realmente, deveria dar felicitações a ele por seu lindo caralho. Tinham uma boa genética afinal.
O primogênito voltou a sentar no sofá, agora mais próximo a borda, deixando o escroto cheio pendendo, roçando o veludo branco. Suas pernas bem abertas e as mãos nas coxas malhadas.
— Vai chupar ou não? Pretende ficar parada igual uma idiota olhando?
Harry se irritou, engatinhando para frente entre as pernas peludas. Ela usou as mãos para masturbá-lo, antes de metê-lo inteiro na boca, sem qualquer reflexo, aguentando a ânsia pelo falo em sua goela.
A garota sugou e babou o pau inteiro, se divertindo ao deixá-lo louco de tesão. As mãos agora massageando as bolas. Louis levou suas mãos para o cabelo dela, fazendo carinho enquanto batia os quadris para cima, trepando com a cavidade quente da boca úmida.
Harry aguentou tudo que ele quis dar. Deixou que puxasse para fora e esfregasse seu rosto pelo saco quente, pondo a língua para fora e salivando neles, chupando uma bola de cada. E ele não parou de ferrar com ela, ambos em uma competição de quem cederia primeiro.
Louis voltou a colocá-la para mamar no seu pau, balançando para cima ao mesmo tempo que empurrava a cabeça dela, para baixo, em direção a virilha, fodendo a garganta até ela chorar, esfolando-a por dentro.
— Você é uma garota tão gostosa, querida. Caralho! Aguenta tão bem, não é? Você pode lidar comigo, a única que pode… Oh! Humm!
Uma sequência de ganidos e lamúrias roucas ecoaram pela casa. Harry não previu, até que sentiu a língua quente de William lambuzando seu cuzinho. Ele levou as mãos aos peitos, brincando com os mamilos dela. Torcendo e apertando, enquanto beijava as nádegas machucadas. Judiou dos seios por cima da roupa até que ela torcesse e chorasse no pau de Louis, que vibrou com a contração da garganta dela.
Suas palmas voltaram, abrindo o traseiro para que pudesse lamber, chupar, e enfim, forçar a língua a violá-lo. Harry tentou tirar o pau da boca para gemer, mas Louis empurrou tão fundo que ela achou que iria vomitar em seu pênis. As bochechas afundaram, criando vincos, e seus olhos queimaram, não tanto quanto a garganta.
O refluxo doendo e todo o ar pareceu sair do corpo dela.
— Vamos amor, suporte isso. Não é muito para uma putinha desesperada por porra como você! Fique quietinha, sim?
William fodeu sua bunda com a língua, tão bem! Deixou o cuzinho relaxadinho para ter os dedos dele.
Dois em uma só metida, movendo o corpo dela bruscamente para frente. Harry ficou em silêncio enquanto ele passou a dedilha-la, sentindo as paredes do seu canal apertar e arder, sua bordinha queimar.
Louis puxou o pênis de sua garganta doida, para batê-lo em suas bochechas, alguns tapinhas com a rola quente em cada lado do rosto. Babando nas bochechas, molhando de porra, esfregando-se ali.
— Que cuzinho apertado! Acho que você nunca deu ele, não é? Uma cadela que nunca deu a bundinha. Isso é.... Uau! É como encontrar ouro.
As arremetidas se tornaram grosseiras, a palma da outra mão dele foi esfregar seu grelinho e Harry se sentiu sobrecarregada. Teria outro orgasmo em breve, assim como Louis aparentemente.
Suas coxas se contraiam, e ela podia ver alguns músculos do abdômen dele repuxando. Realmente gozaria logo, e ela iria engolir tudinho!
Não demorou muito para que ele enfiasse o pau na boca dela e esporrasse, assim como ela fez nas mãos de William. Seu grito abafado pela goza enchendo sua boca, fazendo ela engasgar e vazar um pouco do esperma pelos cantinhos dos lábios. Sem deixá-la perder nada, o irmão mais velho correu os dedos pelo caminho das gotinhas de porra, do queixo até de volta para onde pertenciam, dentro dela.
O caçula não parou de fode-la por trás, contente de ver o estado em que a menina estava, e como seu irmão respirava com força, com o peitoral vermelho e as bochechas rosadas. O corpo dela estava escorregadio de suor, assim como o do irmão mais velho.
Essa, dentre todas suas transas, é a que vai se manter um suas melhores memórias, definitivamente. Já haviam dividido uma garota antes, os três irmãos, mas havia ficado no passado, outra empregada, outro momento. Com certeza a altura do que estava acontecendo agora. Talvez, melhor ainda com Harry.
Seus braços cansaram, os músculos queimando pelo movimento de repetição, contraindo, mas ele não parou. Ela chorou e implorou, indo para gozar de novo e ele apenas riu.
Antes que tivesse outro orgasmo, William paralisou, deixando-a frustrada, chorando copiosamente.
Eles se levantaram, com um olhar cúmplice. Louis tomou um fôlego, e saiu atrás de um cigarro. William se sentou no sofá, onde o irmão estava antes, observando ela tremer e chorar.
— Levanta e tira a roupa.
A ordem veio de Louis, encostado na janela gigantesca. Ele sequer a olhava, admirando o jardim extenso e colorido em frente ao casarão.
— Anda logo filha da puta! - Harry se surpreendeu por William falar com ela assim pela primeira vez, rude. Mas visto que ele não tinha gozado ainda e seu pau estava duro por algumas horas, estava com certeza desconfortável e angustiado para vir.
— Sim, senhor. - sussurrou em resposta, toda carente e servil.
Ela levantou devagar, assim como tirou peça por peça, aos poucos, com calma. Parou de frente para o caçula sentado e esperou para o que viria.
— Vira de costas e senta no pau dele, põem os pés no sofá e arreganha bem as pernas. Abre bem elas, feito a puta que todos nós sabemos que você é. – Louis comandou.
Seu olhar foi imediatamente para ele, assistindo-o fumar, imperturbável. A fumaça saindo da boca fina, o corpo malhado, já nu. Ela nem percebeu quando ele tirou a camiseta. Harry não havia notado antes, mas agora, não pode deixar de reparar nas tatuagens. A cobra nas costas, sombreada, o número vinte e oito no tríceps esquerdo e algumas frases que ela não conseguiu ler.
— Harry? Vem cá…
Se lembrando do outro irmão, ela viu seu pau de fora e virou-se toda contente. Finalmente teria o caralho dele fodendo-a.
As mãos grandes ajudaram-na a se ajustar, abrindo as pernas, por fora das dele, e então descendo na rola espessa. Quando a cabeça do caralho rompeu seu buraquinho, Harry parou, tentando voltar a se erguer, sentindo uma pontada dolorosa em seu cuzinho. Mas William não deixou. Afagando sua cintura, ele pressionou para que ela sentasse, pouco a pouco, com o canal em uma aperto de infernal, querendo expulsá-lo.
— Arhg! Droga, me solta! Will, e-está doendo… p-por favor me solta!
— Shh… está tudo bem querida, eu sei que dói, desculpe. Já vai passar, sim? Você só tem que ficar quietinha, e relaxar. Vai melhorar, eu prometo.
E melhorou, ainda que a pressão fosse estranha, alargando seu canal. Seu buraquinho ainda doía, ela achava que poderia tê-la rasgado, o pênis cutucando sua barriga, fazendo um contorno na pele.
Harry subiu e desceu com auxílio em seu colo, devagar e com calma, sentindo o comprimento ir e vir em seu interior. A dorzinha passando a ser prazerosa, uma queimação gostosinha.
Louis se aproximou, parando na frente dela, ele se abaixou até estar face a face e soprou a fumaça do cigarro no seu rosto, antes de beijá-la. Não foi amoroso ou suave; assim como o próprio Louis, seu beijo é exigente e dominante. O gosto amargo do cigarro e o próprio sabor dele.
Tudo se misturava em uma avalanche de sensações. William fodendo seu cuzinho, Louis beijando sua boca, e então seu pescoço, deixando marcas, mordendo e chupando a pele. Sua clavícula, os seios. Parando um tempo por ali, para sugar, mamando em suas tetas. Mordiscando a carne quentinha até machucar, deixando ela com marcas roxas.
Ele beijou a barriguinha, seguindo o contorno do pau do irmão, subindo e descendo, se enterrando fundo no traseiro dela. Para enfim chegar onde queria.
— Achei que tivesse mandado você abrir suas pernas. Se arreganhar para mim.
Imediatamente ele apagou o cigarro, jogando a bituca no piso frio, pegou seus pés, e moveu as pernas, inclinando o corpo dela sobre o de seu irmão mais novo, abrindo-a, até que ela se sentisse empalada e sua boceta estivesse exposta, toda abertinha para Louis, que repousou seus pés sobre o estofado.
Ele encarou ela uma vez mais com um olhar duro, antes de cair de boca em sua boceta novamente. Harry gritou e se contraiu, ele levou as mãos para as panturrilhas, impedindo de fechá-las, e comeu sua xotinha, salivando no grelinho, sugando os pequenos lábios e lambendo os grandes. Louis mordiscou até mesmo suas coxas, novamente avermelhadas por causa da barba dele.
Ele se deliciou com a xota, como se estivesse em seu banquete favorito. O prato principal, uma boceta molhadinha e apertadinha, toda avermelhadinha e pronta para ser devorada.
Louis parou apenas para mandar que William trepasse direito com ela, que a comece decentemente. A ordem sarcástica pareceu deixar o irmão mais novo puto. Ele segurou firme o quadril dela, levantando pouca coisa acima de seu colo, e passou a bater seu pênis, dentro e fora, em uma sequência ríspida.
Harry gritou de novo, o ruído de pele contra pele era ouvido pela sala, as nádegas dela se chocavam contra a virilha de William, que grunhia, aproveitando o aperto quente do canal. Ela se sentia crua e sensível. Não conseguia mais se conter, os gritos falhos e lamúrias eram como um incentivo para os meninos.
A garota teve outro orgasmo vigoroso ao que Louis sugou seu grelhinho, raspando os dentes por cima e chupando como seu fosse a porra do sue doce predileto.
Foi tão intenso que ela tremeu todinha, as pernas chacoalhando sem que ela conseguisse pará-las. Seus músculos tinham espasmos seguidos, assim como a bocetinha, que esguichou.
Louis se afastou rápido, assistindo junto de William os jatos de goza que saiam dela, molhando seu peitoral e o estofado branquinho do sofá que ela mesma tinha limpado mais cedo.
Sem dar a ela um descanso adequado, o garoto mais velho pediu para o irmão se erguer, segurando ela pelas coxas.
Quando já de pé, eles caminharam até a janela de vidro da sala, com Harry nos braços fortes de William, em um estado de semiconsciência. Ela ainda se contraia um pouco, tão exausta e sensível.
O caçula parou de costas para o vidro, e se apoiou ali, com o pênis ainda fundo dentro dela, sem se mexer.
Não conseguindo esperar mais, Louis guiou seu próprio cacete para dentro da boceta relaxadinha dela, metendo devagarinho.
— Não! Chega! L-lou, não, por favor… will! William!
Ela choramingou e implorou por uma pausa, mas não adiantou. Eles foderam ela, os dois de uma vez, trepando com agressividade. Metendo na boceta e no cuzinho dela com força. Ambos concentrados, cada um perseguindo seu próprio orgasmo.
O corpinho dela pulava entre eles, Harry chorava de soluçar, tamanha sensibilidade. Ela ardia tanto! Sabia que não andaria por alguns dias. E não importava o quanto implorasse, eles não paravam de trepar com ela.
— Você pode aguentar amor. Nos deixe feliz, sim? Aguente só mais um pouquinho.
Ela acenava em concordância, ao mesmo tempo em que vários “não's” desesperados eram sussurrados por si.
Não demorou para que gozassem, esporrando ela em seus buracos. Deixando-a toda arrombadinha.
Harry também gozou violentamente, o ventre contrária em espasmos intensos, mas dessa vez não saiu uma gota de seu próprio melzinho.
Quando eles puxaram para fora, a porra pingou, escorrendo por todos os lados como uma cascata perolada.
Ela resmungou manhosa, toda dolorida e com sono. William e Louis ajeitaram-na nos braços dele, caminhando de volta e sentando no sofá da sala. Harry apertou bem as coxas, suspirando e tentando prender os últimos resquícios de gozo deles dentro de si.
Eles demoraram alguns minutos para se mover novamente, acabados. Talvez vinte ou trinta, até que Louis desse tapinhas no braço de William. Ambos olharam para Harry, aconchegada no peitoral quente dele, dormindo.
— Vamos lá para cima, vou encher a banheira para darmos um banho nela. Depois a mimamos um pouco, sim?
O outro rapaz apenas se levantou em resposta, subindo para o outro andar, sendo seguido pelo irmão mais velho. Eles deixaram as roupas na sala, pouco se importando com o que o pai ia achar.
Louis encheu a banheira e William entrou, sentando-se atrás da garota, apoiando as costas dela em sua frente. O irmão mais velho foi atrás de um par de calças para vestir e alguns sais de banho.
Pelo resto do dia eles abraçaram, massagearam e mimaram ela, dando beijinhos em suas bochechas e nos lábios, afirmando o quanto ela é uma boa menina e como eles gostam dela. Falando coisas carinhosas e fofas.
Harry se sentiu nas nuvens. Esse foi com certeza seu melhor trabalho.
…
Ela permaneceu trabalhando na casa dos Tomlinson 's. Surpreendentemente a garota nova na cidade foi a única que deu certo para ficar no casarão.
Pouco depois que iniciou o serviço lá, ela se mudou para a casa. Os rapazes pareciam amá-la, sempre comprando presentes, a levando para passear, fazendo tudo o que Harry pedisse. Ela tinha até mesmo uma gratificação gorda todo fim de ano. Nada poderia ser melhor.
.୨⭒୧.
Obs:
¹˙ Sobre o CNC: Essa é uma prática acordada previamente entre os participantes, onde combinam uma palavra de segurança a ser dita para que todos entendam que a cena deve ser finalizada. A pessoa submetida não saberá quando ou como ocorrerá a prática, e a cena prosseguirá mesmo que o submetido diga ou dê a entender que não quer mais.
Fora da ficção as pessoas que vão praticar uma cena assim devem conversar muito, com muita antecedência. É uma prática perigosa, então deve ser bem esclarecida e todos devem tomar os devidos cuidados.
Espero que tenham gostado! Xoxo... 💗

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🎀¸.•*pyjama délicat
¸¸.•*Aquele que a rotina de trabalho muda quando Louis encontra uma camisola rosinha no sofá do seu cliente e inevitavelmente acaba com os seus dedos dentro da sua boquinha bonita!
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Harrybottom/ LouisTops
-HarryInter! Harry com bocetinha
-Não há a utilização de preservativos!
-Utilização de kinks durante a oneshot
-Bellybulge;
-Dirtytalk, palavras usadas como: bucetinha, buraquinho, seios, caralho, pau, grelinho e entre outros!
Caso não se sinta completamente satisfeito com os avisos acima, não se force a ler.
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Trabalhar como jornalista havia sido algo realmente grande para Louis, ainda que não fosse nomeado como repórter, a área mais conhecida pelo nome jornalismo, atuava em algo que realmente havia desejado há bastante tempo. Tomlinson costumava produzir conteúdos, tanto para agencias de comunicação assim como para clientes diretos, que por sua vez, costumava entrar em contato com ele via e-mail e onde debatiam sobre o tema que Louis precisaria construir seu trabalho em cima.
Se sentia realmente feliz enquanto trabalha com isso, sente-se quase como um profissional autônomo. Louis não trabalha para qualquer emissora ou algo do tipo diretamente, desde que começou a exercer a área, sempre priorizou trabalhar para clientes diretos, dessa forma conseguia tornar sua rotina mais flexível com seus outros afazeres, apesar da grande demanda.
O moreno sempre teve uma boa vida financeira, seus pais desde tão pequenininho sempre se empenharam bastante para que nunca passassem qualquer dificuldade, ainda que as más línguas digam que o dinheiro da família Tomlinson era sujo. Bom, você poderia tirar suas próprias conclusões; desde que ambos Senhor e Senhora Tomlinson sempre puderam se dar o luxo de caviar, trufas brancas e queijo de alce postas sobre a mesa do café da manhã com uma bela xicara de chá, de onde vinha o dinheiro não era problema. Louis cresceu com tal mentalidade de que não precisaria se preocupar o suficiente com a sua renda mensal pelo seu emprego, e influenciado ainda por papai e mamãe para não trabalhar durante toda ela, já que teriam dinheiro o suficiente para sustentar ao menos suas quatro próximas gerações.
Louis sabe muito bem disso.
No entanto, o filho único Tomlinson nunca se sentiu completamente feliz com a ideia de passar sua juventude, ao menos o fim dela, e toda sua vida adulta desocupado e talvez viajando tanto ao redor do mundo. Não gostava da perspectiva de se sentir inútil. Ainda um tanto aéreo a economia de todo o resto de Londres e visto que o ramo que seguia poderia ser substituído por inteligência artificial brevemente, se sentia completamente feliz fazendo aquilo que gostava.
Afinal, ocupava a maior parte do seu tempo escrevendo e produzindo coisas, além do outro resto de horas que passava se exercitando e passeando com seus cachorros. Obviamente, a ideia de passar todas as horas completas do dia com alguém usufruindo todo aquele dinheiro parecia algo um tanto tentador para o homem de vinte e cinco anos, mas ainda, não tão tentadora quanto gostaria, visto que junto a ele não existe quaisquer par romântico.
Não costumava produzir artigos voltados para marketing, mesmo eliminando boa parte de suas demandas ao recusar isso, ele filtra bastante sobre o que gostaria de trabalhar, apenas o trás pequenos casos criminais para escrever e produzir em forma jornalística, publicando nos pequenos blogs e até em sua maioria, recebendo propostas de grandes emissoras para os escrever e ser publicado em grandes páginas. Algo notoriamente instigante. Ele realmente gosta do que faz, apesar de colocar a culpa das noites mal dormidas nos casos terrivelmente detalhados e catastróficos que recebia, e não em falta de companhia.
Não que o moreno tatuado estivesse dispensando os bichinhos peludos! Por deus, não. No entanto sua caixa de e-mails continuava cheia e o trabalho era algo que ocupava realmente muito tempo.
→Olá, boa noite, Senhor Tomlinson. Li alguns artigos que você escreve à respeito de alguns casos, e gostaria de dizer que estou incrivelmente interessado :)
Tomlinson não deixou de pensar em como o rostinho escrito no fim da mensagem e o 'kitty' escrito no final do e-mail do garoto não passaram despercebidos e soou tão fofo em sua cabeça. Apesar do tempo o ensinar que não deveria o julgar por algo tão bobo, era inevitável pensar como estaria recebendo aquela proposta dessa vez. Deveria ser direto e profissional, no entanto, não mencionou aquilo.
louist.journalcontact @ mail.co.uk
→ Boa noite, Senhor Edward. Gostaria que me fizesse um breve resumo da sua proposta, se não o for incomodo, podemos analisar juntos e então chegar a um acordo.
→Oh, certo. Pode me chamar de Harry, por sinal. Acredito que não trabalhe diretamente com marketing, mesmo que pessoalmente eu não ache que isso se enquadra. Sou um escritor de contos de terror amador, e nessa nova trilogia eu apresentaria casos criminais que soariam como casos comuns, gostaria que me escrevesse algo a respeito desse, para que eu pudesse publicar como um real artigo jornalístico e fazer as pessoas se interessarem pelos contos. Sei que não trabalha exatamente com isso, mas tenho admirado há bastante tempo a maneira como trabalha com as palavras em seus artigos para o jornalismo e gostaria que produzisse um para mim.
Anexo.doc!
louist.journalcontact @ mail.co.uk
→Eu acho a proposta tentadora, Harry! E tem sorte que eu esteja interessado em me arriscar na escrita jornalística para outros meios também. Aprecio que goste da minha maneira de noticiar as coisas. Irei dar uma olhada no documento.
→Muito obrigada pela oportunidade :D, eu estou disposto a tomar uma xícara de chá em Londres se realmente se interessar pela proposta, tenho um bom investimento e estou realmente focado nisso!! ;)
Louis riu em como o garoto poderia facilmente exigir que eles se encontrassem pessoalmente. Louis sempre preferiu ser mais recluso e realizar suas reuniões de forma virtual. Não nega que estava um tanto animado em se aventurar em outro tipo de escrita e desenvolver algum tipo de parceria com aquele escritor novo no ramo. Seria algo diferente de qualquer forma. O moreno gostou muito da ideia e a maneira em como o garoto estava sendo compreensivo deu um animo encorajador para ele.
Queria que aquilo realmente funcionasse. Alongou a coluna enquanto ainda estava sentado na cadeira, bagunçando o cabelo castanho com as mãos secas e suspirando ao pensar em como aquilo poderia funcionar. Fala sério, o quão irracional o garoto estaria sendo se fosse em alguma cafeteria e talvez planejasse seu assassinato. Isso daria um bom livro... Tomlinson precisa fazer uma pequena anotação sobre como precisa se preocupar mais com o fato de se distrair tão rápido! Piscou os olhinhos azuis distraídos e voltando a responder Styles depois de algum minutos.
louist.journalcontact @ mail.co.uk
→Nunca realizei reuniões pessoalmente, mas aproveitando que está em Londres também, deve ser uma boa oportunidade. Ao menos que esteja planejando meu assassinato, então me avise previamente para despedir dos meus cachorrinhos hahahaha. Quando fica melhor para você!
→Hahaha, talvez seja mais fácil acontecer o contrário. Podemos nos encontrar no Café Monmouth, Seven Dials? É mais movimentado. Podemos ir na sexta durante à tarde, se não for incomodo. Pode me dizer o que vai vestir? Não quero me dar o luxo de te confundir com algum senhor barbudo de lá.
Louis olhou rapidamente no calendário, lendo que ainda estavam na quarta e concordando baixinho com um murmuro fofo, como se seu cliente pudesse o escutar. Tomlinson sorriu mais uma vez para a tela, com o quão incrivelmente amigável o garoto conseguia ser.
louist.journalcontact @ mail.co.uk
→ Eu tenho uma reputação a zelar, senhor Styles! Soa perfeito para mim, estarei usando uma regata preta, tenho algumas tatuagens no braço, me encontre lá com a sua propostas, e se não for incomodo, a ideia do seu conto!
Harry não deixou de sorrir do outro lado da tela também. Esperava pessoalmente que o colunista fosse talvez ser um pouquinho arrogante com a sua ideia nova, dado que alguns haviam desistido da sua proposta antes mesmo de pensar em Tomlinson. Apertou os olhos verdes, pensando em como seria a sua aparência, já que Louis nunca se deu o trabalho de aparecer nas mídias por mais de seu nome. Regata preta. Tatuagens no braço. Colunista Louis Tomlinson. Cafeteria Monmouth, Seven Dials.
Dali dois dias!!
¸¸.•*
A garota se certificou em fazer uma pequena nota mental sobre as coisinhas que precisava levar em relação a sua proposta para Louis. Levou um pequeno exemplar de sua última obra e continho de terror mais recente, ainda que não estivesse sido notificado como best-seller, era uma ótima história de suspense.
Decidiu que para se encontrar com o jornalista, ele gostaria de se vestir mais formalmente, não queria causar uma péssima impressão! Precisaria se vestir de maneira séria, dispensando as presilhas de lírios para sair e apenas deixando com que os cachos ficassem bem arrumadinhos em um coque, com roupas que cobriam todo o seu corpo e o deixaria aquecido para a tarde gelada na Inglaterra, com uma blusa de trico bege que escondia perfeitamente seu segredinho de possuir seios gordinhos em baixo! Não gostaria de sentir ter a possibilidade de receber olhares tortos de Louis Tomlinson.
O vento friozinho deixava suas bochechas mais coradas que o normal e ele esperava profundamente que pudesse se manter aquecidinho com uma xicara de cappucino no Café. O ambiente estava também um tantinho cheio, mais que o previsto, portanto, Harry se certificou de chegar algum tempo antes para que pudesse pegar uma mesa vazia para os dois e já deixar seus lábios gordinhos com o gostinho amargo da bebida, separando os documentos e em como gostaria que Louis fizesse sua noticia detalhadamente. Sentia os olhos piscarem em agitação junto com o seu peito, animado para aquela oportunidade de promover seus contos e como seria um grande passo na sua carreira de escritor.
Os barulhos de conversa demasiadamente alto irritavam um pouquinho o cacheado, enquanto ele franzia o lábio juntamente com as sobrancelhas, nervoso que talvez não conseguisse encontrar o colunista em meio a tantas pessoas agitadas durante a tarde. Sentiu um leve toque no seu ombro, quando um homem de olhos azuis e os dentinhos bonitinhos o olhava com um sorrisinho charmoso nos lábios. Observou ele torcendo a cabeça para o lado quando começou a falar e sentiu os olhos verdes automaticamente ficando mais brilhantes para o tanto que seus poros escorriam beleza.
—Boa tarde, você é Harry Styles, não é? —o cacheadinho desceu os olhos para a regata preta que grudava um pouquinho em seu peito, as tatuagens nos dois braços delineados e a voz rouquinha. Os cachinhos balançaram no coque, enquanto olhava quietinho para o colunista, ainda um pouquinho surpreso já que definitivamente não era a aparência que esperava ele tendo. Porra, ele parece tão novo e bonito... —Não tenho mais certeza se é Harry. Seria engraçado para uma primeira reunião presencial eu errar a pessoa que deveria conversar.
—Não, não. Eu sou Harry sim. Boa tarde, Tomlinson — sorriu exibindo os dentinhos de coelhos por baixo dos lábios e corando um pouquinho mais as bochechas quando o homem se sentou na sua frente, ficando por alguns minutos em silencio antes de pedir uma xicara de chá e voltar a olhar para Harry o encarando com os olhos verdes bonitos, logo após ligar seu notebook. Tomlinson consegue citar cada característica do homem bonito na sua frente, e a maneira como ele estava mordendo o lábio inferior vermelho pela bebida quente enquanto era um pouquinho desajeitado com as folhas.
Se talvez não fossem as circunstancias, Louis poderia tão facilmente sair com o garoto cacheado com outras finalidades, faz tempo que não beija. Tomlinson respirou fundo, soltando uma risadinha contida para si mesmo e seus pensamentos que estavam viajando para outro lugar antes mesmo que pudessem trocar cinco minutos de diálogo constante.
—Eu achei que precisaria te procurar, Louis! Como me achou?
—Harry, não é tão dificil não te encontrar quando tem um adesivo grande escrito 'Styles' junto de um coelhinho branco na capa do seu notebook. —Harry arregalou os olhos bonitos, se esquecendo brevemente daquilo e brincando com a ponta dos dedos envergonhada.
—Ei! Eu poderia ser qualquer Styles. Devem existir muitos Styles por toda Londres.
—Foi arriscado, eu sei! Mas era você no fim das contas —piscou um dos olhos na direção dele, soando gentil e charmoso. Harry pensava se em algum momento iria derreter pelo jeitinho que ele era tão gostoso com cada mínima ação que tinha, ou se ele agia assim com todos os seus clientes e não estava tão acostumado com alguém tão bonito o olhando assim intensamente.
—Mhm, certo. — Harry tossiu baixinho, desviando do sorriso ladino que Louis dava para ele da forma mais sútil possível, buscando o exemplar pequeno da sua última obra de terror e separando as ideias em tópicos organizadinhos em um bloco de notas do notebook. —Estava pensando em algo que pudesse te beneficiar no fim das contas também, de um jeitinho profissional. Tenho algumas ideias para o meu conto e se quiser eu posso explicar o enredo dele detalhadinho. —O cacheado sorriu animado sentindo quando o moreno na sua frente desviou o olhar por poucos segundos, agradecendo a garçonete pela xícara de chá, e voltando a ficar completamente concentrado nas palavras escorregando pelos lábios vermelhos e beijáveis.
—Eu estava procurando trabalhar com algo diferente dessa vez, sua proposta chegou em um ótimo momento!
—Isso é incrível! — exibiu as covinhas fundas nas bochechas, quando tomou um grande fole do cappuccino e voltou a falar de maneira agitadinha sobre todas as suas ideias e de como aquilo poderia ser desenvolvido. —A sua notícia não seria exatamente noticiando algo por que vai ser totalmente ficcional, mas, mhm, a personagem basicamente procuraria cometer assassinatos e delitos em busca de se tornar alguma figura dos filmes de terror clássico. Ela tem uma grande fascinação por filmes de terror, faria isso até ser realmente considerada relevante no mundo dos crimes mas não apenas tratada como uma serial killer!!
Louis sorriu mais ainda para como ele conseguia se animar na maneira que falava sobre seu próximo livro publicado.
— Onde posso entrar, Harry?
—Oh, certo. Mhm, você faria as matérias escritas, como em colunas de revistas relatando os assassinatos que a personagem cometeu mas como se não existisse qualquer suspeito ainda. Eu me encanto pela forma que você consegue prender a atenção das pessoas que leem suas notícias, gostaria de saber se aceita essa proposta! –Harry sentia os lábios repuxando e o olhar de Louis passando por cada centímetro do seu rosto enquanto falava, realmente entretido com aquilo tudo.
—Está pedindo para que eu espalhe fake News, Harry Styles? — o moreno de regata riu divertido com a expressão preocupada que tomou o rosto do cacheado por alguns segundos, antes de notar que era alguma brincadeirinha do colunista para se enturmar.
—Não, Loooouis! —riu junto. — Gostaria que desenvolvesse as notícias, podem ser apenas pequenos bloquinhos detalhando as causas das mortes do suposto caso criminal ainda, e então colocar ao lado do seu nome na matéria, dizendo que poderiam ler sobre aquilo no meu livro. Me perdoe se a proposta for arriscada demais, Tomlinson. Eu estive procurando por algum colunista mas é tão difícil achar alguém que realmente aceite algo desse tipo. Seria uma ótima oportunidade de divulgar o meu trabalho com tanta credibilidade igual a sua.
—Você é bom nisso. Em escrever —piscou o olho charmoso mais uma vez. —Eu fico feliz mesmo que goste tanto assim da maneira que eu escrevo, realmente, Harry. Eu gosto da sua ideia, é bem sonhadora para ser sincero mas é particularmente muito boa. Meu trabalho nunca foi minha fonte única de renda então sempre filtrei tanto nos trabalhos que pego, mas acho que quero arriscar com o que você tem em mente.
Sentiu o coração agitar ao que os olhos bonitos do Harry aumentaram em expectativa, entraram em um consenso que Louis antes veria a maneira como deveria escrever e todo o resto mais detalhadamente para então discutirem sobre valores. Harry se sentia completamente realizado e poderia ficar ainda mais alegre com o jeitinho que Tomlinson o olhava com algo beirando o desejo e o brilho no azul dos olhos pequenos e as ruguinhas não escondiam isso.
Mas, oh, isso não é assunto que se debata entre uma reunião de negócios para a carreira de um cliente, nunca mesmo! Harry ainda sentia a perguntinha matutando na sua cabeça se o seu futuro parceiro de projeto seria tão quente conversando com todas as pessoas ou se estava em um momento especial para ele, enquanto flertavam silenciosamente.
Louis agradecia aos céus e aos reinos que não tivesse perdido o jeito de flertar com alguém depois de um longo tempo sem fazer aquilo.
Depois de mais alguns minutos, com os lábios quentinho das bebidas que soltavam fumacinha e as xícaras sem uma gota do docinho, Harry presumiu que já estava no momento de se despedirem e discutir mais sobre isso, em alguma outra oportunidade.
Ele teria a certeza que haveria outra oportunidade. Que fosse pessoalmente também, em algum lugar mais calmo para escreverem sobre aquilo e que pudessem falar menos agitados um com o outro.
—Mhm, acha que podemos marcar algum outro dia para nos encontrarmos e falarmos sobre o projeto, então?
—Sim. —Harry riu com a forma que o homem não relutou ao menos um pouquinho em respondê-lo sobre aquilo. Oh, certo, talvez o desespero pela nova oportunidade deixasse o moreno gostosinho eufórico assim, ou ele estava realmente retribuindo seus olhares.
Styles tentava a todo momento ser o mais discreto possível, mas ele não era o melhor de todos nisso...
—Posso continuar te mandando os e-mails para marcarmos outro dia e falar mais sobre isso, acho que me deu inspiração para escrever mais hoje!
—Me passe seu número, é mais fácil de achar seu contato do que em meio a inúmeros outros e-mails de propostas, Harry. Podemos ir em algum lugar mais calmo e privado da próxima vez. —falou a última parte com um leve tom de malícia que com toda certeza não passou despercebido pelo cacheado, que a certo ponto estava hipnotizado por esse enquanto passava seu número e deixava um beijo no maxilar de Louis coberto pela barba coberta e ralinha.
--Obrigada.
Porra, até o cheiro da sua pele era incrivelmente mais deliciosa de perto.
***
O convite de trabalho disfarçado foi definitivamente mais explícito do que Louis achou que seria. Não dizendo que ele não estava contente com aquilo, ele estava, realmente contente com o convite. Styles havia o chamado para seu próprio apartamento daquela vez, com alguma desculpa que havia desenvolvido ideias novas e seria legal conversarem mais sobre aquilo para iniciar.
Louis estava satisfeito de início com o caminho que aquela nova proposta estava tomando! Iniciou de antemão a introdução das matérias por meio do computador, batendo nas teclas rapidamente enquanto as palavrinhas apareciam na sua cabeça, e ele se agitava com a ansiedade. Escreveu talvez alguns parágrafos de introdução para cada uma das matérias que Harry o detalhou da última vez, sem detalhes pois seria melhor desenvolver eles na presença de Styles.
Ele teria a presença de Styles dali alguns minutos de qualquer forma!
A porta do seu apartamento estava entre-aberta desde que Tomlinson chegou na recepção e o cacheado pediu para que liberasse a entrada do colunista. O ambiente era calminho e agradável, ainda que Louis conseguisse sentir seu coração palpitando forte e os dedos ásperos apertando a pequena bolsa do seu notebook.
Pensou diversas vezes em fazer a barba antes de sair de casa, mesmo que ela estivesse bem ralinha ainda e gostasse da forma como ficava bonito nela. Não fez com medo de Styles achar ele inconveniente e achar que está se encontrando com o cacheado com outras intenções não mais que trabalho! Louis não queria soar rude mesmo que tivesse passado tantos pensamentos envolvendo o outro garoto.
Harry deixou que a água fervesse para preparar duas xícaras de chá. O tempo estava ameno, mas seria reconfortante tomar o líquido docinho com um pouquinho de leite. Verificou se não tinha qualquer peça de roupa no sofá, onde os dois ficariam para desenvolver o artigo.
Harry morava em seu apartamento sozinho, então tinha tanta liberdade para deixar suas roupas e pijaminhas largados pelo sofá quanto qualquer outra coisa. A última coisa que fez antes que Louis batesse lentamente na porta, foi afofar as almofadas e dar uma última verificada.
Pensou mais uma vez sobre como seria terrível perder sua oportunidade única pela sua condição.
Tomlinson apareceu com suas roupas caras, de alfaiataria provavelmente. Harry se encolheu com a sensação de ter uma casa tão pequenininha e estar usando roupas simples, tão distante da realidade do colunista famoso. Suas bochechas coravam ele sorria pequenininho quando sentia os olhos azuis passando por todo seu corpo delineado nas roupas folgadinhas. O cacheadinho quebrou o silêncio.
–Oi, Louis –sorriu bonitinho. –Mhm, pode já ir se sentando no sofá, fiz chá, vou trazer um pouquinho para nós.
Tomlinson olhou mais uma vez para a sua cintura fininha e bonita pela marcação da blusa, soltando um arzinho pelo nariz e sentindo o coração palpitar com os pensamentos sobre ter o corpo branquinho no seu colo ou qualquer outro cenário no meio daquela sala espaçosa.
–Suas ideias já estão nas folhas em cima da mesa de centro?– o moreno perguntou com a bolsa onde protegia o notebook em baixo do braço marcado pelas veias salientes. Quando se sentou confortavelmente no sofá e iniciava os arquivos para conversarem direitinho sobre aquilo.
O tempo passou mais rapidinho do que os dois esperavam inconscientemente. As duas xícaras de chá já estavam vazias exatamente 40 minutos depois, com Louis pessoalmente entusiasmado com a ideia diferente do escritor, sorrindo com uma risadinha presa quando o cacheado se animava um tanto e fazia muitos gestos explicando sua história. Harry sentia as bochechas corando cada segundo mais com as encarnadas do mais Velho em sua direção. Esperava estar escondendo muito bem.
–Oh, certo. Acho que seria importante pontuar em como a personagem estava completamente alheia a situação. Antes da situação começar. Podemos colocar a personagem fazendo qualquer coisinha, como fervendo a água, vou fazer mais uma cápsula de chá e então podemos desenvolver isso.
–Eu gosto da ideia da inocência que vai ser retratada, parece clichê mas vai surpreender ao decorrer da notícia. –Louis concordou com as bochechas vermelhas das risadas anteriores e as ruguinhas nos olhos pela mente do enrolado. –Acho que vamos terminar suas notícias comigo fissurado pelo seu livro. Essa divulgação vai ser incrível.
Harry enrolou a ponta da blusa nos dedinhos finos, honrado do pelo elogio do colunista. Sua cabeça foi para outra coisinha quando finalmente voltou a reparar o mais velho minunciosamente. Estava distraídinho com seu projeto mas agora, o olhando pela ponta do carpete, o jeitinho que ele estava sentado, com a postura relaxada, notando que ele esteve o olhando com as mãos em cima da coxa e o sorrisinho de canto pelo tempo todo. Porra, ele parecia tão gostoso assim. A calça social marcava perfeitamente o volume das suas coxas e as tatuagens diversas nos dedos fazia ele pensar como se pareceriam enfiadinhos na sua boca.
–Certo, estou indo fazer mais chá. Mais uma xícara?
–Sim, por favor.
Tomlinson conseguiu finalmente soltar a respiração pesada que esteve prendendo por tanto tempo. Desviando o olhar rapidamente quando o garoto apareceu na sua frente andando em direção à cozinha, e apertando os olhos azuis. Olhou o horário no relógio de pulso quando abriu os olhos novamente.
–Açúcar? –Harry gritou da cozinha.
–Não, obrigado, Haz. Sem, por favor. –Levantou para esticar as pernas e desprender um pouco a calça marcada no seu pau. Olharia na direção de Harry o menos possível, pelos próximos minutos, apenas olhando para a tela do computador! Faria esse esforcinho. –Não acredito que toma chá com açúcar!
Riu baixinho com a provocação para o branquinho, enquanto ajeitava as almofadas no intuito de distrair a mente. Torceu os olhos quando viu o pedaço de um pano rosa em baixo de uma delas, curioso, puxando a pontinha do tecido de seda e gemendo desacreditado pela peça delicadinha e feminina no tom rosa bebê que tinha na mão. Porra, Harry disse que morava sozinho. Aquilo devia com certeza ser de alguma garota que havia levado para seu sofá, talvez.
–Que ofensa, Lou! Eu nunca colocaria açúcar no meu chá. –levava os dois pratinhos com as xícaras vermelhas em cima em passos delicados, com medo de que derrubasse. Até os colocar em cima da mesa de centro.
–Harry, tem que ter mais cuidado onde deixa as roupas das garotas que trás aqui. –aprontou despretensiosamente para o tecido rosado com as rendas branquinhas e tão bonito na ponta do sofá, totalmente descoberto. Acompanhando as bochechas de Styles ficarem em um tom quase vinho e os seus olhos encherem de lágrimas.
–Senhor, que vergonha –tampou os olhos com as palmas das mãos delicadas, sentindo a timidez sair dos poros do seu corpo. Fazia um biquinho de chateação que prontamente foi descoberto quando Louis tirou suas duas mãos do rosto, para o ver direitinho.
–Está chorando? Harry, é só uma camisola. A guarde para devolver para a garota.
–Não, Louis, é minha!
O cacheado tem certeza que o silêncio que prosseguiu na sala demorou muito menos do que parecia do seu ponto de vista, mais envergonhado que antes pela situação e pronto para que Louis o fizesse uma cara de nojo assim que estivesse indo embora do projeto.
–Porra, é tua? –os olhos azuis brilhavam, quando as veias salientes pareceram ainda mais sobressaltavas nos seus braços e suas mãos, os punhos serrados. –Senta aqui do meu lado.
–Não preciso repetir, Tomlinson. Vou guardar e podemos tomar o chá para finalizar a notícia, certo?
–Não. –respondeu o escritor firmemente, admirando seu ainda biquinho e preocupado suficiente com o choro baixinho do outro para que pensamentos perversos surgissem. Olhou o jeitinho que as pernas grossas se espalharam no sofá por baixo do shortinho de tecido fino do garoto, engolindo a saliva quando pensava sobre o quão bonito e delicioso ele ficaria por baixo da camisola, com os biquinhos dos peitos tão aparentes e babadinhos depois que deixasse Louis o machucar e chupar por cima da seda.
Harry sentou pertinho do colunista famoso ainda um pouquinho recluso, obedecendo tudinho que ele pedia sem pensar duas vezes.
–Coloca a perna na minha coxa, Harry. Olha para mim.
Harry sentiu as bochechas quase caírem do seu rosto de tão envergonhado que se tornava a cada segundo, com as camisola em cima da outra perna do colunista, que por sua vez, tinha o colo completamente ocupado com a coxa grossa de Styles em seu shortinho largo e fininho!
–Por que está chorando? –Louis perguntou delicadozinho para o mais novo. Passava a pontinha dos dedos por toda sua coxa arrepiada, tão perto da barra do tecido moletom branco, como se estivesse apenas brincando com ele a este ponto.
–Está brincando? Isso é tão idiota! Estamos aqui a trabalho, não pode pegar uma peça minha íntima e fingir que está tudo bem! –fez um biquinho com os lábios ainda restando o aroma quente do chá. –Ainda é um pijama! Feminino! O quão ridículo isso soa, Louis?
–Não entendo ainda o que importa se é uma peça feminina.
–Esse é o problema, Louis! Eu sou um garoto, deveria usar coisas de garoto.
Louis lambeu os lábios antes que tomasse fôlego para falar novamente. As pontinhas dos dedos cada vez mais perto do quadril branquinho, empurrando a barra do short suavemente e fazendo um carinho que deixava os mamilos marronzinhos do outro arrepiados na camiseta, ainda que os montinhos dos seios estivessem quase escondidinhos do garoto.
–Ainda ficaria gostosinha de pijama. – sorriu de ladinho, mostrando os dentes branquinhos quando dava o sorriso mais cafajeste que pudesse ter lançado para o escritor.
Tomlinson parecia estar regulando tanto a respiração aquele ponto. Com a mão livre do toque na pele do cacheado, ajeitou o caralho que começava a endurecer por baixo da calça social, com um pequeno apertozinho em uma tentativa boba de conter o tesão que sentia. Harry sentiu o olhar baixo ser automaticamente atraído para o colo de Louis, observando com os olhinhos brilhantes e ainda molhadinho a a grossura rígida em volta da palma da mão tatuada, arrepiando novamente toda a sua pele e arrancando mais uma risadinha zombeteira de Louis pelo quão ela parecia sensível.
–Não precisa dizer isso. Por favor. Você não sabe como eu sou.
–Não entendo onde está querendo chegar, querido.
–Louis eu sou um garoto, mas nasci com as partezinhas de uma mulher, o quão ridículo isso soa?
–Você...
–Pode se sentir livre de parar nosso projeto por aqui se quiser, por favor, não quero olhares feinhos na minha direção. Não era para ter descoberto isso.
–Está dizendo que tem...? –Louis perguntou mais uma vez, ainda fissurado o suficiente e esperando que Harry dissesse em voz alta para sanar sua dúvida sobre o que estava realmente pensando.
–Quer me fazer sentir pior? Poxa, eu tenho seios e uma florzinha. é tão humilhante.
Harry dizia tudo aquilo com um pesar tão grande no inicio de uma chateação que não notava os olhos azuis de Tomlinson brilhando em sua direção e como se tornava a cada segundo que passava mais marcado na calça social grossa.
–Por que eu te acharia ridículo? Não.
–Fala sério, não precisa mentir... –apertou a pontinha dos dedos, pronto para se levantar e esconder-se no quarto até que o colunista já estivesse fora de casa, para chorar pelo restante da semana.
–Acha que eu estou mentindo, Hazz? –apertou a coxa do garoto enquanto falava, com firmeza entre os dedos e olhando mais uma vez para seu colo, ao que indicava para o outro olhar também e reparar em como seu pau parecia tão marcado no tecido. –Eu 'tô duro pra caralho para você, não 'tá vendo?
Harry saiu da sua bolha de chateação, ainda um pouquinho surpreso pela reação inesperada do mais velho quando concordou com a cabeça devagarinho, ainda hipnotizado o suficiente para não conseguir dizer mais nadinha e apertar sua própria palma da mão em cima da de Louis, como uma breve indicação para que ele fosse mais firme com o carinho em sua perna nua. O choro baixinho foi contido pelo restante do tempo, quando Styles adquiriu os olhos verdes brilhantes ainda olhando para o colo do moreno e a boquinha entre-aberta.
–Realmente por mim? –apertou a sua mão em cima da palma aberta de Tomlinson em sua coxa, pedindo para que ele o apertasse mais em ao menos perceber este ato. Recebeu um aceno confiante de Louis em resposta, observando com tanta atenção o busto da cacheada e notando por fim o volume marcadinho dos seus seios, se perguntando como não havia os visto, mesmo que ainda tão escondidinhos.
–Porra. Não acha melhor parar por aqui?
Styles mordeu a boca molhadinha mais uma vez, com os olhos amendoados olhando como uma cadelinha pedindo por qualquer coisa para o mais velho e negando sutilmente com um movimento delicadinho.
Quando por fim grudou seus lábios nos de Louis, soltando um suspiro tão baixinho de fino que mais se pareceu com um gemido, beijando ele devagarinho e com a língua quentinha entrando dentro da boca do colunista famoso.
–O-oh, mhmm – acenou a cabeça em concordância com os olhos fechadinhos quando Louis puxou sua mão para cima do cacete completamente duro, apertando a palma quente em seu próprio comprimento e fazendo com que Harry segurasse nele tão firme a ponto de sentir a glande pulsando nos seus dedinhos. Louis riu baixinho com o quão Harry estava todo entregue tão facilmente e com os diversos cenários na sua cabeça sobre como poderia colocar o corpinho magro de quarto de apoio na mesa de centro e comer sua florzinha até estar transbordando de porra.
Voltou a grudar suas bocas, o beijo se parecendo um pouquinho mais desesperado dessa vez do que jamais esteve, completamente entregue ao moreno tatuado e o punhetando com delicadeza ao que sentia sua outra mão fazendo carinho na barba rala do queixo ossudo. Soltou mais um ofego alto, quando sentiu as pontas dos dedos frios de Tomlinson chegando pertinho do lábio da sua buceta gordinha já por baixo do short, sentindo as pernas longas se contorcerem com o quão impaciente estava parecendo para ele.
–Porra. –Louis suspirou fundo com a mão delicadinha ainda acariciando a pele macia do cacheadinho, olhando para Styles com os olhos semi cerrados e um sorrisinho de canto. Puxou o lábio gordinho inferior na ponta dos dentes, afastando o rosto quando ele fez movimento de voltar ao beijo lentinho. –Você é todo desesperadinho, não é? Parece que nunca ninguém comeu sua bucetinha direito.
Harry apertou a boquinha com os olhos arregalados, como se estivesse sido descoberta com tanta facilidade assim, acompanhando quando o caralho grosso de Louis pulsou mais forte na sua mão, soltando a pré-porra com tanta força pela calça.
Louis grunhiu quando entendeu o olhar envergonhado do escritor, sentindo o coração acelerar e tão ansioso para que conseguisse comer ele pelo resto do dia todo.
–Ninguém te comeu, amor. Vai ser todo apertadinho para mim, não vai? Vai ficar deitadinho com as mãos para trás e rebolar no meu caralho igual uma putinha desesperada. –Tomlinson riu na boquinha dele quando voltou a grudar os lábios com desespero, tocando ainda com delicadeza a sua pele nua da xotinha por baixo do shortinho fino. A sua outra mão segurando firme o quadril de Harry no sofá, para que sentisse ter total controle do corpo, enquanto o polegar macio chegava cada momento mais perto do centro molhadinho e o quentinho do seu grelinho.
Com a sua boca gemendo baixinho contra sua língua, se tornava todinho maleável.
–Mhmm, s-sim –Harry apertava com mais força os olhos verdinhos fechados, empurrando o quadril contra a mão de Louis e implorando para que ele fizesse qualquer outra coisa além de só acariciar os lábios da sua florzinha, pedindo de forma quietinha que ele enfiasse as pontinhas dos dedos em seus lábios pequenos e o tocasse tão cuidadosamente assim no grelinho.
Harry sentia que a cada momento que passava se tornava mais desesperadinho por qualquer outro contato mais firme com Louis. Não se importava realmente com o que ele quisesse fazer consigo, desde que tivesse alguma coisinha para se lembrar pelas próximas noites enquanto se tocasse e enfiasse os dedos longos bem fundo no seu buraquinho por baixo do pijama.
Como se seus pensamentos tivessem sido sussurros para Louis, o outro abriu os olhos enquanto sentia os gemidinhos na sua boca e suas línguas se enrolando, para chupar o músculo molhado do mais novinho e separar os lábios com um fio de saliva novamente.
–O pijama, mhm? –sentiu o corpinho saltar na sua mão quando o indicador encontrou a poça de lubrificação que ele soltava em baixo do shortinho, espalhando o liquido ralinho por todo grelinho gordo dela. – Coloca o pijaminha para mim!
Deixou de tocar o cacheado por completo, esticando os braços e colocando apoiado no encosto do sofá, ainda com o quadril jogado para cima e as pernas completamente abertas na postura relaxada, esperando que Harry se levantasse para colocar a peça bonitinha. Harry se esquecia por algum tempo como estava apreensiva que Louis descobrisse isso, agora, com os olhares de Tomlinson, se sentia tão desejada a ponto de não pensar em qualquer outra coisa que não fosse fazer coisinhas obscenas com o colunista.
–Sim, sim –Styles respondeu apressadinho, pegando o tecido rosinha e macio em cima da perna de Louis ainda, deixando de o tocar por completo e afastando as coisinhas de cima da mesa de centro para o canto, se sentia sufocado com elas tão pertinho. Fez como se estivesse se retirando para se vestir como o outro havia pedido, quando sentiu ser impedido.
–Não, não, pode se vestir aqui na minha frente? Tira a roupinha e coloca a camisola pra' mim. –Apertou o pau grosso por cima da calça ainda vestida, desabotoando os primeiros botões e descendo o zíper para que deixasse apenas a boxer aparecendo com a roupa ainda vestida, seu cinto grosso de couro parando em qualquer canto do sofá que realmente não se importou. As veias protuberantes ainda mais marcadas do que antes, deixando Harry doidinho para que pudesse fazer alguma coisa.
Levou um sustinho quando sentiu a saliva caindo do cantinho da sua boca e concordou com um múrmuro animado para se vestir para Louis. Ainda com os olhos verdes grudados na mão tatuada acariciando o próprio pau. Tirava a blusa larguinha, sentindo a pele arrepiar ainda mais com os mamilos expostos no ar geladinho da sala, completamente vermelhos dos beliscões que causou em si mesmo em um momento de excitação de manhãzinha. Os seios pequenos aparentava ser completamente gostosinhos em um tamanho médio, balançando em seu busto quando retirou a peça com pressa, sem qualquer sutiã por baixo.
Louis ainda pensa sobre como deixou passar despercebido.
Prendeu os dedos na barra do short, lambendo os lábios enquanto via Louis tirando a cabecinha do pau para fora da boxer, ainda o mantendo preso, para grunhir com o maxilar ossudo apertado e massagear a glande gorda.
Foi mais rápido do que estava pensando em ser naquele momento, excitada para vestir o pijama e se sentar do ladinho de Louis novamente. Ansioso para a próxima parte.
Suas coxas grandes se contorceram quando tirou o short, apertando a buceta no meio delas, ainda um pouquinho envergonhada, se apressando para se vestir rapidinho e não notando quando o tecido rosa se tornava transparente quando não vestia qualquer outra coisa por baixo. Chegou pertinho de Louis novamente, jogando as roupas no chão e se sentando com as pernas apertadinhas do seu lado.
–Você consegue ficar toda molhadinha, sabia? Olha isso. – pousou sua palma da mão na coxa de Harry quando ele se sentou do seu lado mais uma vez, apesar de ter feito isso por cima do tecido rosa agora. A mão deslizando tão perto da sua virilha e embalando a bucetinha com o tecido roçando em toda ela sensível, enquanto não deixava de olhar para ela, e a fazer soltar um suspiro leve quando a seda se tornava ensopada com um simples toque na sua florzinha.
Abriu a boca gemendo escandaloso pela forma que Louis o chamou ali. Harry gostava dos pronomes femininos. Louis sorriu satisfeito.
–Gosta que eu chame assim? Gosta que eu chame você como uma garota? Vai gostar quando eu disser que vou comer toda a sua bucetinha? Que você fica tão linda nesse pijaminha que não penso em outra coisinha que não seja estar te fodendo todinha até estar ardida?
Harry concordou mais desesperada do que antes, balançando os cachinhos.
Styles jogou um pouquinho mais do quadril para cima, pedindo não todo silencioso para que Louis o chupasse mais firmemente e não fosse tão delicado assim com o seu corpo. Gostava dos toquezinhos delicados dele por cima do pijama, mas já se tornava uma garotinha impaciente com ele tão gentil assim.
–Mais, por favor por favor –formou um biquinho apelativo para ele. Sentiu quando perdeu completamente os toques pela primeira vez, os olhos completamente atentos sobre os seus próximos movimentos, satisfeito em ver Louis chupando seu próprios dedos para colocar em baixo da roupa e os deslizar de cima para baixo em toda sua umidade, ficando vergonhosamente mais molhadinha e escandalosa.
–Vem no meu colo. Senta aqui. –soltou um estalo depois de algum tempinho de provocação, dando tapinhas em seu colo, por cima da boxer descoberta da calça. E sorrindo contente quando o mais novo obedeceu com tanta rapidez ao que ele pediu, como se fosse completamente submisso e vulnerável. Completamente como um bonequinho de Tomlinson.
Suas coxas enrolaram em volta do quadril sentado de Louis, com as duas mãos do mais velho apertadas em sua cintura fina e o os olhos na mesma altura que os seus, completamente posicionado com a bocetinha gordinha em cima do comprimento grosso e pulsante de Tomlinson por cima da boxer fina.
–Vai me deixar enfiar os dedos dentro da sua bucetinha? –Harry concordou sem pensar duas vezes, com a camisola vergonhosamente molhada e as duas mãos apoiadas no peitoral firme de Louis, pulsando o buraquinho desesperada por qualquer toquezinho. Os dentinhos de coelhos aparentes quando sorria contente como um fodido carente. Tomlinson mostrou os dedos para o cacheado, induzindo que ele os colocasse na boca e chupasse também, o membro pulsando por mais tempo quando apertava suas pernas delineadas e via o enrolado se deliciando em sentir o gostinho da sua própria xoxotinha misturada com o da saliva de Louis.
Com os dois dedos da mão completamente ensopados, Louis desceu com eles pelo corpo branquinho e se retorcendo em cima do seu colo desesperado por algum toquezinho em direção abaixo do seu pijaminha mais uma vez, com a mão seca apertando sua barriga branquinha e os dois dedos longos indo em direção ao buraquinho desesperado mais uma vez, ansiosa que Tomlinson enfiasse ao menos a pontinha dos dedos em sua grutinha e o dedasse gostosinho.
–Abre os olhinhos para mim, Hazz. Me olha enquanto eu te dedo. –Harry concordou com um murmuro para o colunista, rebolando devagarinho no seu caralho marcado, antes que tivesse o quadril levantado e as pontinhas dos dedos de Tomlinson acariciando sua entradinha como uma breve provocação.
–Não precisa ser delicadinho, L-Lou. –Suspirou fundo com o primeiro dedo entrando tão facilmente na sua xoxotinha gulosa. Sorriu sapeca quando sentiu pingar lubrificação na palma da mão do moreno que a dedava com apenas um dedo ainda, em meio aos suspiros e gemidos fininhos.. –Eu aguento muito mais, mhm. Faz rapidinho.
–Porra. Você é desesperada pra' cacete. – enfiou o indicador com força, enquanto olhava firmemente nos olhos de Harry que se fecharam por um breve segundo. –Abre o olho. Presta atenção. Quero que fique com a palma da mão em cima da sua barriga, bem pertinho do seu grelinho. Quero que você sinta quando eu te comer tão forte que vai acertar sua mão.
–Por favor, faz logo. –empurrou a o quadril na direção do único dedo que ainda estava enfiado dentro de si, e completamente paradinho, na intenção de se foder um pouquinho mais forte até que Louis começasse o tratar realmente com brutalidade. –P-porra. –arregalou os olhos verdes quando sentiu o dedo de Louis entrar juntamente com o segundo em uma das suas reboladas e sentir ambos acertando tão bem no seu pontinho de prazer em um momento de desespero da mais novinha quando Louis os curvou. –Eu. O-oh. –respirou fundo quando voltou a sentar rapidinho nos dedos de Tomlinson, esperando a sensação gostosinha de novo. –O-oque foi isso, Lou?
–Nunca tinha apertado seu pontinho, amor? –Harry negou com a cabeça, envergonhado com a resposta que deu a Louis, mas soltando um gemido longo e fininho logo depois que o moreno voltou a o dedar com força em direção ao seu pontinho, incansavelmente. –Nunca tinha rebolado um pau de borracha pra sentir o seu pontinho ardendo e querendo mais? Ninguém nunca quis te comer toda sensívelzinha assim? –continuou fazendo mais perguntas sem pausa, na intenção de ver a forma como Harry se embaralhava completamente nas respostas e nunca era possível formar algo coerente com o buraquinho implorando por mais o fodendo e empurrando tão fundo. –Você é a porra de uma virgenzinha mesmo.
Com a palma da mão posicionada pertinho do pé da barriga, Harry conseguia sentir um pequeno volume aparecendo e batendo na sua pele, revirando os olhos e ronronando como um gatinho.
–Consegue sentir esse volume no pé da sua barriga, Harry? Não faz ideia de como vai ser forte quando comer toda a sua bucetinha finalmente.
O moreno continuava enfiando os dois dedos dentro, a dedando com força e tão deliciosamente que Harry achava ser capaz de derreter com mais algumas apertadas no seu pontinho de prazer.
Louis, com a mão livre do corpo magrinho, deixou para tirar o membro de baixo da cueca, enquanto observava com a boca salivando o jeitinho que os peitinhos gostosinhos pulavam roçando no pijama. Olhou fundo nos olhos verdes que lacrimejavam um pouquinho dramáticos, quando aproximou os lábios fininhos da sua aréola marronzinha e puxou o biquinho do peito em uma das dedadas fundas.
Com a mão ainda comendo o buraquinho apertado com os dedos, levava Harry um pouquinho para cima o posicionando em cima do seu cacete logo depois. Styles fez um biquinho gemendo baixinho quando os dedos de Louis saíram de dentro de si para sentir o comprimento grosso se esfregando entre as bochechas da sua bunda branquinha e deixando os lábios da sua bocetinha tão abertos que abrigavam o membro grosso de Louis. Recebendo pequenos espasmos com o jeitinho que seu clitóris esfregava no membro duro em alguma das suas reboladas. . As veias saltadas da grossura pulsavam pertinho do seu cuzinho, sendo o suficiente para deixar o cacheado tremendo com a pequena estimulação.
Tomlinson não precisou pedir qualquer coisinha para que o Harry estivesse o obedecendo completamente mudo. Como se estivesse cavalgando com alguma coisinha dentro dele, esfregava deliciosamente para frente e para trás, arregalando os olhos verdes toda vez que Louis movimentava o polegar em pequenos círculos em volta do seu clitóris, se sentindo a beira do prazer a todo segundo.
–Vai ser apertadinha para mim quando te foder?
O cacheado sentiu os lábios abrindo em um último gemido mudo quando esporrou completamente sensível, manchando o tecido rosinha e respingando e espirrando por todo cacete grosso de Louis, sorrindo com o gemido alto que Louis soltou pela surpresinha. Balançou a cabeça em concordância algum tempinho depois, como um delay. Completamente sensível e sentindo a sensação gostosinha dominar seu corpo. Louis, acompanhando seu sorriso quando as reboladas se tornavam mais desesperadas e molhadas novamente, depois de pouquinhos segundos se recompondo, quando seu buraquinho ainda continuava guloso e fez questão de sugar o pau de Louis em uma das suas esfregadas desesperadas em seu colo.
–P-porra, Lou. Oh–torceu as sobrancelhas grossas. –Mhm, sim. Por, por favor.
Louis apertou as sobrancelhas, imitando o ato do escritor, grunhindo satisfeito quando teve um contato mais profundo. Sorriu contente com a expressão de dor que Harry apresentava, ainda que estivesse rebolando em cima das suas bolas devagarinho e desesperado por mais, fazendo com que a dorzinha se tornasse completamente alheia. A bucetinha completamente molhada e apertando minunciosamente sua glande gorda era extasiante.
–Me diz o que quer.
–Me come. –olhou para ele com os olhos brilhantes das novas lágrimas que apareceram.
–O que? Comer o que, Styles?
–Come a minha bucetinha, por favor. –suspirou sôfrego. –Até estar estourando ela, por f-favor.
Tomlinson o olhou de cima a baixo, sentindo o cacete pulsar dentro do buraquinho apertado do garoto, que fazia questão de comprimir a cada segundo, suspirando brutalmente.
–Levanta. Coloca a bochecha de apoio na mesa de centro, vou te comer de quarto. Não vai aguentar mais nem um pouquinho, não é? Vai estar espirrando no meu colo todinha se continuar aqui por mais tempo. –Harry o olhava ainda em cima do seu colo, com uma expressão espantada como se estivesse se perguntando o quão bruto Louis seria a partir dali, pensando onde ficarão suas mãozinhas se seu apoio será a bochecha molhadinha.
Styles se levantou para apoiar a bochecha na mesa gelada do centro, levantando a barra da camisolinha ensopada, e empinando o quadril na direção do homem que estava sentado o olhando com ar de superioridade. A florzinha parecendo tão bonita e apetitosa naquele ângulo, exibindo os lábios gordos e como estava pingando para Louis.
Tomlinson não pensou por mais de um segundo antes que estivesse pegando o cinto de couro caro jogado em baixo das almofadas e amarrando os pulsos branquinhos juntos atrás das costas largas de Harry, como um maldito puto.
–A próxima vez. –deu uma pausa no que estava falando, punhetando o membro grosso na própria palma da mão, sentindo o quanto a saliva de Harry ainda escorria por seu caralho pelos dedos ensopados que tinha se tocado antes, apertando a linha da glande em volta dos seus dedos grossinhos e gemendo alto com o contato e a visão dos buraquinhos completamente aparentes de Harry em sua direção. –Que eu estiver te comendo. –Pincelou a bordinha da sua buceta pulsante. –Que eu estiver comendo a sua bocetinha com fome. –enfiava a cabeça gorda do pênis até que estivesse o metendo com força, a sala sendo preenchida com o barulho alto das bolas batendo no quadril do cacheado em uma rápida estocada. –Vou fazer questão de gozar na mesa e fazer você se esfregar, mhm?
Começou a foder o buraquinho guloso, com a mão apoiada em sua lombar e o quadril completamente jogado em sua direção com desespero, delineando cuidadoso as estrias na base de sua coluna que o deixavam tão bonito e delicado. Sorria satisfeito o suficiente em escutar o jeitinho que Harry se engasgava entre suas estocadas acertando diretamente em seu pontinho de prazer, e não conseguia proferir qualquer coisinha coerente com a boca espirrando saliva e sua língua se movendo perto do vidro da mesinha o deixando como uma putinha babada.
Os pulsos se tornavam vermelhos pelo apertão, mas não o suficiente para mostrar que Harry estava tentando ser desobediente e se retirar o aperto gostosinho, pois este estava recebendo completamente o pau de Louis o fodendo com força como se estivesse com sede. As bolas gordas batiam no quadril de Harry enquanto suas mãos repletas de veias marcadas pela excitação marcavam o quadril branco do cacheado, como se ele estivesse se tornando incansável.
–Me aperta pra caralho. Porra, eu amo te comer. –Louis fechou os olhos em prazer, apertando os lábios fininhos e acertando diretamente na próstata de Styles. Gemeu tão alto que dúvida não ter acordado os vizinhos do escritor quando o buraquinho guloso apertou em volta do seu membro, esporrando mais uma vez em sua camisolinha quando gozou e tirando o pau da bucetinha antes que esporrasse dentro dele. Esporrando em todo pijaminha bonito como Harry tem feito, esfregando a porra grossa com a ponta do polegar e o membro ainda completamente ereto mesmo depois do orgasmo.
Harry ainda estava com a coluna arqueada, depois de gozar pela segunda vez em um gemido silencioso, com pouquinhos resquícios da porra escorrendo da xoxotinha avermelhada das estocadas gostosas de Louis. Sentia a humilhação escorrer do seu corpo e pingar como suor com a risadinha de Louis atrás de si, que por sua vez, o olhava completamente embebido no enrolado e ria da forma que ele continuava se empinando para trás pedindo para ser comido mais uma vez. Como se nunca fosse suficiente.
—Porra. Em uma próxima reuniãozinha dessa, prometo te trazer uma camisola transparente e cara pra caralho, só para ver o quão bonita fica em você, Harry.
¸¸.•*
oioi! Espero que tenham gostado, me digam se sim! Amo vocês, mwa! Até a próxima não tão longe ;)) estava com saudades! Muitas mesmo!
rigid daddy.
Onde Harry apronta na escola e seu papai com os amigos ensinam a ela uma lição. (vi algumas ideias na conta da @louismetetudo não sei se essa é uma, mas de qualquer forma..)
Avisos!!
- Harry intersex.
- Desuso de camisinha
- Daddykink
- Spanking
- Degradação
- Dupla penetração.
- Dacrifilia
- Asfixiofilia
Idades: Harry 18 | Louis 40 | Calvin 30 | Matt 29.
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Eram nove horas da noite e Harry estava indo ao trabalho do seu papai. E pra ser sincera ela estava nervosa, não, ela estava extremamente nervosa. E muito triste. Seus pensamentos estavam a mil por hora e ela apertava as bordas da saia preta que vestia com força.
Estava no carro do motorista particular do seu pai e enquanto o homem na frente digiria com tranquilidade até a empresa dos Tomlinson's, Harry no banco de trás só conseguia pensar em qual seria seu castigo e o que o seu papai faria com ela.
E todos esses pensamentos estavam começando a enlouquecer Harry. Uma ansiedade e frio na barriga já estavam com ela quando a secretaria de Louis ligou para casa avisando a Harry que Louis queria que ela fosse encontrar com ele no trabalho. Harry sabia que se o homem não queria esperar até chegar em casa é porque ele estava com muita raiva, ou melhor, furioso com ela.
Estava tentando se acalmar, mas era difícil quando pensava o quão irritado seu pai estaria e no que ela mesmo fez para deixá-lo assim. A coisa toda é que Harry levou uma suspensão de três semanas por ter sido pega transando com um garoto do terceiro ano em umas das salas vazias da escola.
Harry estava arrependida isso é fato, mas ela conhecia bem seu pai. Ele não deixaria isso passar batido como fez nas outras vezes, a verdade é que Harry não sabia como ainda não tinha sido expulsa do colégio, ela já levou várias suspensões por várias outras coisas e até agora não foi expulsa. Talvez tenha alguma coisa a ver com o dinheiro da sua família e o poder que o sobrenome Tomlinson carrega.
Filha de um dos maiores advogados criminalista de Londres, Harry era a menina com a vida "perfeita." Sempre teve tudo, os brinquedos mais caros, as melhores roupas, os melhores celulares, as amigas perfeitas, e a melhor educação que seus pais tanto lhe custam dar.
A menina era mimada e apesar de ter tudo o que qualquer adolescente e criança deseja, ela sentia que faltava algo. Seus pais não tinham um dos melhores relacionamentos do mundo, mas estavam juntos. As brigas eram constantes e Harry quase nunca entendia o motivo delas.
Seu pai era um homem rígido e sério. Mas era muito amoroso consigo, ele a mimava desde que estava na barriga e Louis sempre tentou dar tudo de si para que nunca faltasse nada para sua filha. Sua mãe, Chloe, não era uma mãe muito presente e vivia fazendo viagens a trabalho. Ela era fotógrafa, e apesar de não se falarem muito e expressarem pouco seus sentimentos, Harry a amava, tanto quanto o seu pai.
E era por isso que Harry estava nervosa e triste, por que decepcionou seu pai, e estava com medo do que tudo isso iria se tornar. A menina tinha uma relação perfeita com o pai, sempre conversavam sobre tudo, mas Louis era rígido e odiava quando quebravam a confiança dele, e de certo modo Harry a quebrou. Transar com um garoto na escola, fumar maconha escondida no banheiro, ir pra festas escondida, trepar com seu próprio primo, e mentir em outras diversas coisas, deixavam Louis furioso e triste.
Mas Harry tinha uma coisa em mente. Faria de tudo pro seu papai lhe perdoar e poder confiar em si de novo. Estava com medo, sim, mas aguentaria tudo o que o homem quisesse lhe dar e faria o seu melhor para deixar o homem satisfeito e feliz de novo. Fosse o que fosse, Harry sempre faria de tudo pra ser a menininha perfeita pro papai.
[...]
Chegou no prédio alto e luxuoso em um dos bairros mais caros de Londres, e saiu do carro. O motorista disse a ela que poderia subir, e ela entrou no prédio, o nervosismo tinha aumentado e ela andava devagar em direção ao elevador. Usava uma saia preta curta, e uma meia calça que deixava suas coxas grossas marcadas. Uma blusinha curta de mangas que cobria acima do umbigo e sua tatuagem de borboleta estava a mostra. O que realçava a sua pele branquinha macia, os cachos sedosos estavam bem arrumados, e ela batia os dedos na coxa repetidamente por conta do nervosismo.
Entrou no elevador e apertou o botão pro último andar do prédio, enquanto o elevador subia Harry não parava de pensar no que tinha feito, e no quão burra foi por ter sido pega. Ela podia ter feito isso sem ninguém saber, mas foi burra o suficiente pra esquecer a porta entre a aberta, o que resultou na diretora entrando no meio do ato e fazendo Harry quase morrer de tanta vergonha.
Quando o elevador chegou, Harry saiu e foi andando por ali, observou que ainda tinham algumas pessoas trabalhando e o cheiro que tinha ali era forte. Muitos homens velhos vestidos com ternos perfeitos, as secretárias em suas mesas digitando algo no computador, e o cheiro forte era de café e perfume caro. Engoliu a seco com alguns olhares que recebeu dos homens ali e seguiu para a sala do seu pai.
Passou pela secretaria particular de Louis e ela disse que Harry podia entrar. Harry respirou fundo três vezes em frente a grande porta de madeira escura na sua frente, suas mãos estavam suando e ela olhou pra trás tentando ver se conseguia sair correndo dali e ir para casa se esconder com seu cachorro Lucky.
Deu duas batidas na porta e escutou um "pode entrar" baixinho. Respirou fundo e abriu a porta, a sala estava meia escura e conseguia ver a sombra do seu pai sentado na grande mesa de vidro no meio da sala. As janelas atrás da mesa eram enormes e ela conseguia ver Londres inteira dali. Fechou a porta atrás de si e ficou parada, olhando pra sombra de Louis que estava sentado de forma relaxada na cadeira.
- Tranque a porta.
Harry escutou a voz rouca e rígida do seu pai dizer, fez o que ele pediu e engoliu a seco quando viu o homem mandar ela se sentar em frente a sua mesa com um aceno, Harry andou quase tremendo de nervosismo e se sentou ali, estava com muito mais medo agora que estava frente a frente com o mais velho.
Conseguia ver os olhos azuis afiados olhando pra si, Louis estava com a camisa branca do terno e gravata preta, o tecido estava enrolado até seus cotovelos e seus cabelos estavam em uma franja um pouco bagunçada. A barba um pouco grande e os lábios vermelhos em uma linha reta enquanto observava os olhos da filha.
- Então Harry, o que tem pra me dizer?
Ela engoliu a seco e começou o seu discurso de desculpas: - Papai, eu sei que o senhor está muito irritado comigo, sim eu sei, eu errei feio e eu queria pedir desculpas porque o que eu fiz foi errado, mas se o senhor me der mais uma chance pra provar que pode confiar em mim eu jur-
Se calou quando ouviu a risada irônica do seu pai, viu ele se levantar e tremeu no seu lugar quando o homem se aproximou, Louis virou a cadeira em que sua filha estava sentada pra si, e se abaixou pra ficar com o rosto próximo da menina, viu os olhos verdes assustados e sorriu de novo.
- Não faça isso querida, não peça desculpas por algo que você fez por que quis e gostou.
- Papai eu-
- Eu ainda estou falando Harry. - a menina engoliu a seco mais uma vez e assentiu. - Sabe, eu sempre achei que essa sua fase ia passar, por que você é adolescente e adolescente só faz merda. - Ele suspirou. - Mas o que você fez hoje Harry, não dá pra deixar passar, eu estava trabalhando que nem um condenado na porra dessa empresa pra dar tudo o que você pede, quando do nada recebo uma ligação da escola dizendo que minha querida filhinha estava dando que nem uma prostituda na porra de uma sala de aula.
Louis cuspiu as palavras de forma rígida no seu rosto. Harry sentiu lágrimas grossas caírem por suas bochechas, a menina abaixou a cabeça com medo e seu pai segurou em seu maxilar com força a fazendo olhar pra si de forma assustada.
- Sabe o que você é Harry? - Ela negou chorando. - A porra de uma vagabunda que não pode passar um minuto sem um pau grosso dentro dessa sua boceta de puta.
Harry arregalou os olhos e negou com a cabeça chorando, o aperto em seu maxilar doía e ela se assustou quando ouviu duas risadas baixas atrás de si. Louis soltou seu rosto e se afastou, sentando em sua cadeira novamente, Harry não olhou pra onde tinha ouvido risadas por medo do que seu pai ia falar.
- Então, já que você gosta tanto de dar essa sua boceta, papai vai dar o que você tanto quer. - Louis disse calmo e viu Harry arregalar o olhos cheios de lágrimas assustados.
- Não papai, c-como assim?
Ele sorriu de lado e virou sua cadeira na direção das risadas que a menina tinha ouvido antes, Harry seguiu o movimento e se assustou quando viu dois homens ali, vestidos da mesma forma que Louis só observando o que acontecia.
- Esses são Calvin e Matt, querida, e eles vão usar você que nem uma prostituta do jeito que o papai sabe que você gosta.
Harry congelou no lugar quando ouviu o que Louis disse, ela virou a cabeça na direção de seu pai que tinha os olhos em si com um sorriso malicioso no rosto, Harry chorou ainda mais negando com a cabeça.
- Papai o que? Por que? Papai não! por favor não! - Disse sentindo suas lágrimas caírem de forma descontrolada do seus olhos.
Louis franziu o cenho em confusão. - Como assim não? - Se levantou de novo em direção a menina e segurou com força os cabelos dela, Harry gemeu com a dor no seu couro cabeludo. - Acha que pode dizer o quer e o que não quer ainda sua vagabunda? Esse é o seu castigo por você ser uma putinha desesperada por um pau que encha essa sua xotinha de porra. - Deu um tapa forte no rosto de Harry e ela sentiu sua boceta pulsar. Segurou no braço do pai que apertava seus cabelos com força.
- Papai eu não quero! por favor me desculpa, eu jur-
Se calou quando recebeu outro tapa, e Louis a puxou pelos cabelos para se levantar, empurrou ela para mesa e se afastou, enquanto ainda tinha os olhos dos homens observando toda a cena com admiração.
- Tire toda a roupa. - Louis mandou com os braços atrás das costas. Harry chorou e assentiu começando a tirar a roupa devagar. Estava estranhamente exitada por saber que os dois homens a olhavam com desejo, e Louis tinha o olhar severo sobre si, observando com detalhe agora o corpo nu da filha.
Os peitos grandes com os bicos marrons, a cintura fininha e barriga com algumas gordurinhas aqui e ali, a xotinha que não dava pra ver muito de onde estava, mas era lisinha e gordinha. Harry tinha a cabeça baixa chorando baixinho, enquanto Calvin e Matt já mastubarvam o pau duro por cima da calça social.
- Ajoelha e vem de quatro pra mim igual a cachorra que você é. - Louis mandou rígido, tirando o cinto preto e grosso da cintura. Harry fez o que foi pedido e foi de quatro até o pai, sabendo que assim os homens conseguiriam ver sua bocetinha rosa, e o seu cuzinho pequeno apertado.
Quando chegou perto de Louis ela se sentou em seus calcanhares, o chão frio fazendo contato com todo seu corpo quente. Louis tirou o cinto e o dobrou em dois podendo assim deixar mais grosso, Harry olhando pra si com os olhinhos verdes chorosos e a carinha vermelha pelos tapas de antes, seu pau duro doía na cueca apertada.
- Agora sua vagabunda, papai vai te bater pra você aprender a me respeitar. - Viu que ela ia falar algo e logo a cortou, continuando: - E eu não quero ouvir uma palavra saindo dessa sua boca de puta boqueteira.
Harry assentiu e abaixou a cabeça, Louis a fez ficar de quatro de novo e foi para atrás do seu corpo, vendo a bunda branca redondinha, o cuzinho pequeno, e a boceta já melada com o melzinho brilhante. Calvin e Matt tinham agora a rola pra fora, batendo uma punheta lenta só observando o que o mais velho fazia.
Louis apertou o cinto na mão e o levantou batendo com força na bunda branquinha da sua filha, Harry gritou e contraiu a boceta com força, os seus joelhos doíam no chão duro enquanto Louis continuava batendo com força o cinto na sua bunda.
- Pap-pai, d-doi.. papai.. - Harry falava chorando, Louis batia nos dois lados da sua bunda com força. Os peitos grandes pulavam toda vez que o cinto batia e Harry choramingava com a ardência do local, deu um pulo quando o pai acertou em cima da sua xotinha molhada, ela se encolheu com a boceta se contraindo e o cuzinho piscando.
- Sh, sh.. eu sei amor, sei que dói, mas papai tá fazendo isso pra você aprender. - Louis falou atrás de si, apertou a bunda vermelha da filha e Harry tremeu com a dor. - Agora ande. - Deu um tapa de mão cheia na bunda machucada. - Vá fazer seu trabalho de vagabunda e satisfazer meus amigos. - Louis falou se afastando do corpo trêmulo da menina, Harry ainda chorando levantou a cabeça indo em direção aos amigos do seu pai, que estavam sentados de pernas abertas no sofá do canto, enquanto batiam punheta.
Louis se sentou na sua cadeira de novo e abriu o zíper da calça social, colocou a mão dentro da cueca vermelha e massageou a cabeça do pau, sentindo a glande toda molhadinha de pré gozo. Observou com atenção a bunda machucada da filha empinada pra si enquanto ela ia de quatro até Calvin.
Harry se sentou em seus calcanhares de novo e gemeu com a dor que sentiu na bunda. Levantou a cabeça e encarou o pau de Calvin duro na sua frente, ela olhou nos olhos azuis dele como se pedisse permissão, e ele deu um aceno com um sorriso de lado.
- Vá em frente princesa, tô louco pra sentir sua boquinha em mim. - Calvin falou baixinho, Harry então segurou o pau duro na mão e passou a língua na glande sentindo o gosto indefinido do pré gozo. Depois sugou a cabecinha com força, Calvin gemeu segurando seus cachos e ela viu pelo canto do olho Matt se levantar com o pau na mão e ir para atrás de si.
Louis observava tudo ainda punhetando de leve seu pau duro, viu quando Matt foi pra trás da sua filhinha e fez ela ficar de quatro novamente, enquanto continuava chupando Calvin. Harry soltou um gemido com o pau na boca quando sentiu a língua quente de Matt passar pelo seu cuzinho até a boceta.
- Caralho Louis essa sua filha tem uma boca de puta tão boa.. - Calvin disse gemendo, ele segurou a cabeça de Harry parada enquanto levantava o quadril fodendo a cavidade molhada. Harry gemia com o pau na boca toda vez que Matt lambia seu cuzinho e massageava seu grelinho duro.
Engasgou quando sentiu a cabeça do pau de Calvin na garganta e ele soltou seus cabelos, deu dois tapas na sua cara punhetando o pau com a outra mão, Matt cuspiu na própria mão e desceu pelo seu cacete esfregando a cabecinha no cuzinho quente.
— Cadela. - Matt xingou quando forçou a cabecinha do pau pra dentro da boceta molhada.
— Aah pap-pai.. - Harry gemeu quando Matt começou a socar com força dentro de si, Calvin se levantou com o pau todo babadinho na mão e bateu com ele nas bochechas vermelhinhas de Harry, a menina tremia e gemia adorando ser usada como nada além de um buraco apertado pra ser fodido.
— Nunca fodi uma vagabunda tão boa, porra.. — Matt gemeu atrás de si, Harry gritou quando ele bateu na sua bunda machucada, olhou com os olhos marejados pra onde o pai estava e viu Louis descendo e subindo o punho rapidamente no próprio pau, ele gemia baixinho observando com prazer Matt foder a sua boceta.
— Eu quero.. o pap-pai.. - Harry gemeu chorando. — Papai.. por favor, pap-
— Cala a porra da boca Harry, você vai ter o papai quando acabar. Que feio, dando pra outro e gemendo pra mim? Sua vadiazinha barata.
Harry gemeu alto e sua boceta esquentou com as palavras de Louis, Matt sentiu a boceta dela contraindo e aumentou a velocidade. Só se ouvia os barulhos das peles se chocando e os gemidos e gritos de Harry.
Calvin que estava observando Matt foder a garota, se aproximou e cuspiu no cuzinho que não parava de piscar. Punhetou o pau rapidamente e deu um tapa em cima, vendo a menina se escolher ainda mais.
— Caralho eu vou gozar. — Matt gemeu rouco e olhou para Calvin, ele entendeu o recado e Matt saiu de Harry antes que gozasse, a menina não teve nem tempo de raciocinar, foi puxada com força pro sofá e empurrada para se deitar com as pernas abertas, Louis levantou, agora só vestido com a cueca e a camisa e foi em direção a filha.
Harry abriu os olhos marejados e observou Calvin e Matt em cima de si e Louis logo atrás, sentiu um tapa forte no seu grelinho e não aguentou mais, gemendo alto e gozando. Os homens observavam a cena com admiração, Harry gritou e revirou os olhos quando Calvin meteu de uma vez na sua boceta sem esperar tempo para ela se recuperar.
— Porra, quero ver se você aguenta dois nessa sua boceta de puta. - Calvin gemeu metendo rápido.
— O que? Mas- Harry se calou quando recebeu um tapa no rosto, abriu os olhos e viu Louis em cima de si. Olhou pra baixo e viu Matt ficar ao lado de Calvin forçando o pau pra dentro junto com o do outro e gritou quando Louis beslicou seus bicos durinhos.
— Isso Harry é pra você aprender a não dar essa sua boceta pra qualquer um, mas você não consegue não é? — Louis disse vendo a menina chorar, negando. — Não consegue passar um dia se quer sem um pau bem fundo dentro de você, é só pra isso que você serve afinal. Você não passa de um buraco apertado que todos gostam de foder. — Louis disse sorrindo apertando os peitos grandes, Harry gemeu quando sentiu a dor de se alargar pra receber dois paus.
— Ooh! Porra papa-i isso... é t-tao gostoso.. — Harry gemeu quando Calvin e Matt começaram a meter rápido dentro de si, ela se sentia tão cheia como nunca antes, abriu um sorriso cansado pro pai que tinha os olhos azuis lhe observando com atenção, recebeu um tapa forte no rosto começando a chorar de novo.
— Sua cachorra. — Louis disse e viu ela revirar os olhos, o rosto de Harry estava todo vermelho marcado por tapas e lágrimas, ela tinha o cabelo bagunçado e a boquinha aberta gemendo alto enquanto os homens se moviam rápido dentro da sua boceta.
— Vagabunda! - Matt gemeu e tirou seu pau rapidamente de dentro do calor apertado, desceu o punho duas vezes no cacete molhado e jatos de porra quente acertaram os peitos e a barriga de Harry, Calvin veio minutos depois também gozando na sua barriga e peitos, ele gemeu quando a última gota de porra saiu de dentro de si, e deu um tapa na coxa da menina.
Louis observou Harry destruída abaixo de si e olhou pros amigos, eles entenderam o recado e se vestiram, saindo da sala. Louis puxou Harry pro chão novamente e ficou em cima da menina, esfregando a cabeça do pau na boceta quente.
Harry abriu os olhos cansados e o gemido ficou preso na garganta quando sentiu sua boceta se alargar mais para receber o pau grande de Louis, o pai agarrou seu maxilar com força a forçando olhar pra si, Harry fez, meio zonza.
— Agora o papai vai te deixar cheia de porra tudo bem amor?
— S-sim papai.. me enche com sua porra quente...
— Você foi tão boa pro papai, aceitou o castigo tão bem bebê. — Louis gemeu rouco quando ela contraiu a boceta. Levou a mão para o pescoço dela e apertou deixando a menina sem ar, Harry arregalou os olhos assustada. — Porra! que bocetinha de puta gostosa do caralho..
— Pap-pai... pap-
— O papai vai gozar tão forte dentro de você, deixar você tão cheia. — Ele gemeu aumentado a velocidade das estocadas e Harry chorava com a dor que sentia toda vez que as bolas pesadas de Louis batiam na sua bunda.
— Ooh! isso papa-i.. — Harry gemeu quando Louis soltou seu pescoço e deu um tapa no seu peito esquerdo, juntando suas bocas em um beijo cheio de saliva.
— Que delicia, caralho! - Louis gemeu alto quando estocou mais duas vezes e gozou forte dentro da filhinha, Harry gritou e contraiu a boceta quando sentiu a porra quente do seu papai dentro de si, gozou de novo e esguichou expulsando o pau de Louis pra fora e molhando todo o chão.
— Vadia sedenta. — Louis disse e deu um tapa forte no grelinho vermelho, viu a sua porra sair de dentro da xota arrombadinha e sorriu, se levantando e ajudando a filha cansada.
Harry sorriu quando Louis a pegou no colo e a colocou no sofá dizendo o quanto a amava e o quanto ela foi boa. Harry definitivamente tinha aprendido a lição.
⠀ ʚ little sister
ೀ Louis precisa cuidar de sua irmã mais nova, mas também precisava ir à uma festa de seu melhor amigo.
hbottom, ltops, incesto entre irmãos.
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Louis soltava a fumaça do cigarro de menta formando um bico em seus lábios, a fumaça sumindo pelo ar conforme saía de sua boca. Os olhos fechados e a cabeça jogada pra trás enquanto escutava a baixa melodia de alguma música que vinha do quarto de sua irmã, melodia essa que ficou mais alta e logo em seguida passos rápidos e barulhentos vinham pela escada da sala.
– LouLou, onde você vai? – o corpo miúdo coberto apenas por uma das camisas de Louis parou em sua frente.
– Em uma festa com uns amigos, doce.
Os olhos brilhavam toda vez que algum apelido saía da boca de Louis, a garota sempre foi mais carente e Louis sabia que a culpa era da mãe de Harry, Anne e de seu pai Mark. Já Nathalie, mãe de Louis fazia questão de demonstrar o tanto que amava a jovem garota.
– Mas sua mãe e o papai disseram que eu não posso ficar sozinho – o bico em seus lábios era pra que Louis tivesse pena de si, as mãos mexendo na bainha da camisa com os olhos baixos.
‐ Não acho que lá seja um lugar pra garotinhas como você Harry. – Louis sugava a fumaça novamente.
– E porque não? Eu prometo que fico queitinha, no seu colo se quiser – os olhos pidões olhavam diretamente pra Louis pra que o mais velho o levasse.
– Querida, não acho que seja uma boa ideia.
Louis estava relutante, a garota tinha só dezoito anos, esse que acabará de completar, uma festa regrada de bebidas, maconha, funks com letras sujas e as vezes até sexo em público não era lugar pra uma garota quieta e reservada como Harry.
– Loulou por favor – a menina se pôs sobre o seu colo, os dedos apertando os cabelos de Louis, e os lábios deixando beijos pelo rosto como se isso fosse mudar a ideia de Louis. – Eu vou te obedecer, eu vou ser boazinha, ficar quieta, no seu colo se quiser.
Louis não podia resistir, os lábios vermelhos e molhados formavam bicos grandes e os olhos se enchiam de lágrimas conforme falava, o corpinho todo em cima de seu colo não facilitava sua mente suja de imaginar a garotinha quieta em seu colo como se fosse sua.
A garota continuava lhe olhando esperando pela resposta, essa que Louis tinha medo, mas o que ele podia fazer, ela já tinha dezoito anos se implorou pra que Louis a levasse junto que mal tinha.
‐ Tudo bem doce, eu te levo – um sorriso grande tomou conta de seu rosto enquanto as mãos se batiam como se estivessem agradecendo à Louis. – Mas tem que prometer que vai me obedecer e ficar quietinha.
– Eu fico, eu prometo que fico Lou.
– Ótimo, vá se trocar, logo logo nós vamos.
A menina subiu em disparada pro seu quarto subindo dois degraus de uma vez, completamente ansiosa, enquanto Louis na sala terminava de fumar seu cigarro.
[...]
Alguns minutos depois Harry descia a escadas vestindo uma minúscula saia jeans, as pernas brancas e brilhantes totalmente de fora, em seus pés um vans preto, na parte de cima um cropped de cor creme que cobria minimamente seus seios gordinhos deixando-os evidente pelo decote. Seus cachos como sempre caiam por seus ombros e em seu pescoço adornava um colar com sua inicial em dourado.
Louis se praguejou, ele não podia desejar tanto assim sua irmã, mas percebia que a garota também se oferecia até demais pra ele e não era de hoje.
– Tô pronta. – a voz animada tirava o mais velho do transe.
– Você tá perfeita, princesa. – Louis a elogiou a rodando pelo tapete da sala.
– Para seu bobo.
As bochechas coravam fortemente toda vez que Louis a elogiava ou a apelidava de forma carinhosa. Nunca tinha visto Louis como um irmão, nunca se viram dessa forma, se viam como melhores amigos e talvez fosse por esse motivo que Harry alimentava a sede que tinha de fazer coisas pecaminosas com Louis. A cacheada não era tão boba quanto pensavam.
– Vamos, cachinhos?
– Por favor Louis – a voz demonstrava tamanha euforia da menina.
[...]
A música alta ressonava por toda a casa grande, as batidas deixando o corpo de Harry alvoroçado, suas mãos junto da de Louis enquanto esse último pagava o uber qual havia levado os dois até a casa de Breno, melhor amigo de Louis e dono da festa.
Os olhos de Harry varriam toda a varanda da casa vendo milhares de corpos espalhados pela grama, copos com bebidas coloridas, pessoas dançando conforme as batidas, algumas garotas rebolavam no pau de alguns garotos e outros beijavam fervorosamente, o que deixava Harry pegando fogo, fazia tempo que não beijava na boca e ver tantas coisas sujas assim o deixava pingando.
– Eii! Harry! – Louis balançava o corpo do garoto.
– O-oi desculpa Lou – Harry corava fortemente.
Louis puxou Harry pelos braços o levando pra dentro da casa, a batida fazia cada célula do corpo de Harry pulsar nervosamente, suas mãos suavam juntas da de Louis conforme eles entravam na multidão da casa.
O som ficando cada vez mais alto conforme se aproximavam da sala da casa de Breno, as pessoas já bêbadas gritavam a letra pejorativa do funk e pulavam derrubando todo o líquido do copo em seus próprios corpos ou no chão branco -que agora já ficava em cor escura e suja.
Os dois pararam na cozinha, alguns copos postos sobre a ilha da cozinha, as bebidas junto dos copos coloridos, algumas bebidas pela metade e algumas completamente cheias. Louis se surpreendeu mesmo quando Harry soltou sua mão pra pegar um dos copos enchendo de vodka bebericando-o em seguida.
– Uh, então a princesinha do papai não é tudo isso? – Louis cruzou os braços.
Harry riu contido virando mais um gole da vodka em sua boca, Louis estava boquiaberto, jamais imaginaria que sua irmãzinha que ficava o dia todo em seu quarto, lendo, ouvindo músicas e pintando suas pequenas unhas bebia coisas alcoólicas como estava fazendo.
– Vamos, Lou, pare de fingir que não faz essas coisas.
Harry nem reparou quando Louis tirou o copo de sua mão e em uma golada só virou todo o líquido ardente sem fazer careta alguma. A boca de Harry se abriu em espanto, enquanto Louis arquear as sobrancelhas, o mais velho abriu mais uma vez a garrafa enchendo dessa vez dois copos segurando-os em uma mão só pra em seguida puxar Harry pelas mãos pra parte de fora da casa.
A piscina com a agua gelada e brilhando pelas luzes coloridas que iluminavam. A cadeira posta no canto escuro sendo o lugar perfeito pra Louis e Harry se sentarem, Louis se sentou primeiro em seguida deixando batidinhas em sua coxa pra que Harry se sentasse como prometido.
E o menino fez, as pernas fechadas não deixando que a bucetinha fosse vista. As mãos grandes se apossaram da cintura fininha enquanto a outra segurava o copo cheio da bebida, a cada gole que Harry deixava na bebida Louis apertava sua cintura, o que era um sacrifício pra Harry segurar os gemidos em sua garganta.
As músicas sujas e com as batidas envolventes deixavam Harry um pouco eufórico, a vontade que ele tinha de se levantar do colo de seu irmão e simplesmente rebolar sua bunda era gigantesca, mas ele tinha prometido que ficaria quietinho no seu colo e então faria.
A fumaça do baseado que Louis fumava vinha diretamente em sua cara fazendo com que ele fechasse os olhos e aproveitasse da brisa com cheiro da marola. Abriu seus olhos e com um bico manhoso pediu à Louis uma pequena tragada do baseado, sendo atendido prontamente ao que Louis colocou-o em sua boca permitindo que ele soltasse a fumaça pro ar.
– Acho que não é uma boa garota como finge ser não é, princesa? – a voz rouca e arrastada sussurrava em seu ouvido fazendo-o arrepiar.
A menina nem mesmo respondeu, apenas bebeu o último gole da bebida -já se passava do terceiro copo- ardente de seu copo. Louis podia notar que sua irmã já ficava minimamente bêbada, o corpo ainda em seu colo mas já um pouco mais mole do que quando haviam chegado.
Louis por pura segurança segurou a menina com mais força, enquanto ainda fumava pôde notar que a garota rebolava sobre sua coxa conforme a batida da música alta, as coxas branquinhas se apertavam como se estivesse a procura de alívio.
As mãos de Louis em sua cintura apenas fazia com que a menina se sentisse ainda mais tentada, sua bucetinha piscava conforme seus quadris rebolavam na coxa de seu irmão, os lábios gordos fazendo uma fricção no grelinho por estar livre de qualquer peça íntima. Tomlinson não pode deixar de notar o quanto as mãos pequenas e com as unhas pintadas apertavam as coxas, como se estivesse de alguma maneira se segurando.
A cabeça tombava pra trás junto de olhos fechados imaginando coisas impuras e sujas enquanto rebolava no colinho de seu irmão. Esse último que já havia terminado seu cigarro e agora apenas prestava atenção em cada pequeno e mínimo movimento de sua irmã. Notou quando a menina começou a se mexer mais nervosamente como se estivesse realmente necessitada.
– Amor, o que está havendo? Conte pro Louis, eu posso te ajudar – Louis era um cafajeste de mão cheia.
Viu a menina formar uma cara assustada e em seguida levar as duas mãos pra boca como se tivesse sido descoberta. Os olhos repletos de lágrimas e os lábios um pequeno bico enquanto sussurrava à Louis
– É minha bucetinha Lou, ela tá molhando tanto – os lábios foram mordidos pelos dentes branquinhos – Tá piscando tanto. Por favor me ajuda Lou. Faz alguma coisa por favor.
As lágrimas já escorriam por seu rosto indicando o quão necessitada a menina se encontrava.
‐ Poxa babe, por que não me disse antes? Eu posso te ajudar.
Sem mais nem menos Louis levou dois de seus dedos aos lábios vermelhos de Harry, se afundando na boquinha quente em seguida os retirando repletos de saliva quente. Os dedos adentraram a saia e procuraram pela renda da calcinha o que foi em vão já que a menina não vestia, tudo que encontrou foi a bucetinha lubrificada e totalmente apertada pelas coxas juntas.
A saliva quente ajudando nos movimentos circulares que Louis deixava no grelinho, ganhando pequenos gemidos baixos de Harry. As pernas tremiam conforme os dedos de Louis se esfregavam no grelo inchado e pulsante, logo descia os dígitos pra grutinha totalmente encharcada socando os dois dedos á fundo na menina tirando um gritinho dela.
– Isso.....Lou, é t-tão bom – os dedos apertavam os cabelos da nuca de Louis como se descontasse ali seu tesão.
Louis estava vidrado em cada movimento e gemido que Harry soltava, os olhos se fechavam conforme os dígitos compridos de Tomlinson abusava de sua xotinha molhada e apertadinha, os barulhos molhados quase inexistente pelo som alto que vinha da casa, tudo ficava ainda mais gostoso sabendo que estavam em público e provavelmente poderiam ser pegos.
Uma das mãos de Louis subiu pros peitinhos amassando-os entre os dedos, os suspiros aumentando gradativamente, a pele clarinha mudando pra uma cor vermelha. O pescoço tombando pro ombro de Louis, todo seu corpo sendo respondido com os estímulos gostosos que recebia do irmão.
Harry podia sentir o melzinho escorrendo pelos dedos de Louis e pelos lábios gordos da bucetinha, as coxas se mexiam nervosamente, Styles podia negar mais sentir o tamanho do caralho de Louis marcando em seu shorts o deixava ainda mais necessitado. As mãos timidamente foram pro cacete, o apertando arrancando um suspiro de Louis, as veias saltadas podendo ser sentidas pelas mãos de Harry.
– Hm Loulou, você tá tão duro maninho, deixa eu t-te ajudar também – a voz manhosa e baixa sendo sussurrada perto do ouvido de Louis.
Louis não queria pensar nisso, mas foi impossível não pensar na bucetinha de sua irmã aquecendo seu pau tão gostoso, a buceta molhada e apertada engolindo todo seu caralho. A cara pidona que a menina fazia deixava Louis ainda mais desejoso.
– Amor, o que você acha de nós dois nos ajudarmos? Hm? Responde pro Lou – As mãos de Louis agora acarinhavam as bochechas branquinhas de Harry.
– Sim, sim Lou, me diga o que eu tenho que f-fazer, eu posso a-ajudar – os olhos atentos a Louis, a boca minimamente aberta e as mãos segurando o braço de Louis. Ela estava realmente necessitada.
Louis não sabia como mais podia sentir ainda mais pré-porra sair de seu cacete.
– Amor, sua buceta tá tão molhada e ela é tão apertada, porque você não aquece o pau do LouLou? Você pode me aguentar fundo nessa sua bucetinha, não pode? – a respiração de Harry estava descompassada, os olhos fechados fortemente e a boca sendo mordida forte a deixando vermelha. – Você pode me ajudar doce?
Harry não podia negar um pedido desse, mas não podia esquecer que ele e Louis eram irmãos e esse ato era errado.
– Mas Lou, não é errado?
– Amor, ninguém precisa saber, será o nosso segredinho o que acha? – Louis era um cafajeste e tanto. – Você precisa e eu também, Louis vai ficar tão feliz sabia? – a menina se aninhava nas mãos de Louis como uma gatinha pidona.
Um gemido saiu da boca de Harry quando a mão de seu irmão desceu pra seu pescoço apertando-o, e a outra pros seus peitinhos. A mal iluminação do lugar onde eles estavam, facilitavam que Louis fizesse tudo sem ser visto.
– E-eu posso Lou, eu vou te ajudar, eu vou aquecer seu pau na minha bucetinha.
Antes que Louis fizesse qualquer coisa Harry levantou sua saia e esfregou sua bucetinha no caralho grosso e marcado sujando o shorts com o melzinho transparente, provocando Tomlinson, esse que não pôde aguentar, segurou a cintura fortemente e em um movimento só enfiou todo seu caralho na bucetinha da garota.
A menina se sentou sobre o colinho de Louis sentindo todo o caralho dentro de si, pulsando e lhe preenchendo deliciosamente bem. As mãos de Louis seguravam a garota no lugar a deixando paradinha, as pessoas que andavam em volta da piscina notavam os dois ali mas jamais imaginariam que Harry estaria com o pau de seu irmão atolado em sua buceta.
Louis segurava os gemidos em sua garganta porém Harry era mais escandalosa e não segurava, a menina gemia altinho toda vez que a cabecinha do pau raspava em seu ponto G. Mesmo com toda a adrenalina correndo por suas veias Louis pôde ver Breno vindo na direção dos dois com um copo em uma das mãos enquanto fumava um baseado.
– Breno está vindo, se comporte e não aja como uma putinha, amor. – os dedos apertaram os seios de Harry com força arrancando um grito baixo dele.
A saia de Harry estava abaixada, porém a bucetinha ainda esquentava o cacete por debaixo dela, o rosto de Harry já ficava vermelho, suor escorrendo por sua testa afinal, não era nada fácil aguentar Louis dentro de si fingindo que não tinha nada. Viu Breno se aproximar e com um sorriso grande no rosto cumprimentar os dois, Harry não pôde deixar de perceber o olhar desejoso que recebeu do melhor amigo de seu irmão, e pelo apertão que recebeu em sua cintura Louis também havia notado.
─ E aí cara! ─ o moreno de olhos castanhos sorriu grande. ─ Tudo bem, bonitinha? ─ questionou a Harry, que apenas abriu um sorriso pequeno pra que não deixasse um gemido escapar.
─ E aí Breno, como vai cara? – Louis se esforçava pra disfarçar o quanto o aperto da bucetinha de Harry em seu caralho era bom. – A festa tá incrível cara.
Tomlinson pode sentir que Harry provocava-o quando sentiu a buceta se contrair diversas vezes em torno de seu pau, que a cada aperto soltava ainda mais pré porra. Suas mãos apertaram as coxas da menina como aviso.
– Que nada, mas eu quero saber mesmo o porque da bonitinha estar vindo junto com você, você nunca traz ela pras festas. – a cara confusa que Breno fazia se contrastava com a cara de irritado de Louis pelo apelido saindo pela segunda vez pela boca do amigo.
– Sabe como é, irmã mais nova, os pais precisam sair e quem toma conta é o irmão mais velho. – deu de ombros – Não é, moranguinho?
– S-sim Lou. – Harry nem sabia pelo o que respondia, o pau lhe preenchendo o levava a fora de órbita.
– Bom, tô por aí se precisarem é só me procurarem, aproveite Louis, e você também bonitinha. – deixou jma piscadela em direção à Harry que só riu pequeno sabendo que Louis se mordia de ciúmes.
Assim que novamente só os dois estavam no lugar escuro, Louis não deu nem mesmo tempo de Harry falar, segurou a cintura no lugar meteu forte dentro da menina, o grito que rasgou sua garganta foi impossível de segurar. O cacete entrava e saia rápido da bucetinha molhada, causando tremores tanto em Harry tanto em Louis que podia gozar só de sentir sua irmã lhe abrigar tão bem.
─ A bonitinha é de quem? Hum? Fala pro maninho, de quem você é bonitinha? ─ as estocadas brutas vinham junto das mãos apertando o pescoço e os peitinhos.
Harry rolava seus olhos, todas as palavras que saiam da boca de Louis o deixavam ainda mais molhado, sentiu a mão de Louis apertar ainda mais seu pescoço o impedindo de respirar por um momento.
─ Eu te fiz uma pergunta, e acho bom que você a responda, vagabunda. ─ um tapa acertou seu rosto o deixando vermelho e com lágrimas nos olhos.
─ S-sua Lou, sou s-só s-sua amor. ─ a voz entrecortada durante s estocadas deixava Louis ainda mais excitado
As mãos apertando os peitinhos com ainda mais força pelas palavras que Harry disse, ele não sabia se era pelo calor do momento ou se a menina sempre desejou dizer isso, mas foi por pouco que toda a porra presa dentro de si não saiu, o fazendo gozar na menina. Louis foi rápido em tirar seu pau da bucetinha pra em seguida apertar a cintura de Harry.
─ Lou, por que parou amor? Tava tão bom seu caralho me comendo fundo. ─ os olhos lacrimejando por ter sido interrompido de seu pazer. ─ Por favor Lou, me leva pra dentro, me come dentro de um banheiro, do quarto, da sala no meio de todo mundo, mas só por favor termina o que você começou.
As mãos pequenas apertavam os cabelos de Louis tentando descontar de alguma maneira seu tesão. O mais velho guardou seu pau dentro de seu shorts pra em seguida, ajeitar a saia da garotinha, as pernas estavam moles, dos dois, era tamanho prazer rodeando-os. Louis segurou os cachos da menina em seguida deixando um beijo nos lábios carnudos da garota.
─ Cale a porra dessa sua boquinha, e aja normalmente, a gente vai entrar e eu vou te levar pro banheiro e te comer da maneira que você merece tudo bem, moranguinho? ─ as mãos não abandonaram os cabelos de Harry até que Louis tivesse uma confirmação.
Louis a segurou pela cintura, a pressionando na frente de seu corpo, os corpos pegando fogo e colados um no outro. Qualquer um que quisesse perceberia o que os dois faziam, mas todos presentes na festa estavam bêbados demais para repararem nos irmãos que andavam as pressas pela casa.
O banheiro logo foi encontrado por Louis que conhecia a casa como ninguém, por sorte o pequeno cômodo estava vazio e eles poderiam fazer o que começaram lá fora. Assim que Harry terminou de trancar a porta ele foi pressionado fortemente contra a madeira, os lábios de Louis abusando dos seus e de seu pescoço branquinho. Os dois exalando tamanho prazer, suor escorria por entre seus poros.
As mãos de Louis foram rapidamente pra debaixo da saia de Harry, os dedos apertando a carne branca da bunda antes de levantar o tecido, expondo a bunda sem nenhuma roupa intima cobrindo. A mão em seguida se apossando da xotinha da garota, os dedos grossos massageando fortemente o grelinho fazendo com que o beijo se tornasse uma bagunça pelos gemidos abafados que saíam da boca de Harry.
─ L-Lou, por favor ─ Harry nem mesmo sabia pelo o que ele implorava, se era pelo pau de Louis, ou pela boca, ou até mesmo pelos dedos.
Tomlinson mais uma vez tomando controle de tudo, segurou o corpo da menina antes de a colocar sobre a pia, abrindo suas pernas pra que sua buceta pudesse ser vista. A xoxota, vermelha e pingando deixava Louis bobo, o grelinho vermelho e gordo pra fora dos lábios, esses últimos que estavam vermelhos pelo pau que abrigava ali a pouco tempo.
Louis nem mesmo pensou duas vezes antes de cuspir sobre a bucetinha e logo em seguida cair de boca, a língua quente se apossando da grutinha apertada e molhada de Harry, essa que levou as mãos pros cabelos de Louis empurrando a cabeça ainda mais na buceta. O queixo ficando molhado pelo mel que escorria da grutinha, a boca se deliciando no líquido agridoce que a menina expelia.
Seus dentes se arriscaram mordendo os lábios gordinhos da garota ganhando um gritinho em resposta, dois dos dedos de Louis se apossaram da grutinha metendo-os forte acertando diretamente o ponto g da menina a fazendo tremelicar sobre a pia e a grutinha expelir ainda mais do mel. Sua boca se afundava o mais fundo possível na xota da irmã. Nunca pôde imaginar que sua pequena irmã que mais parecia uma princesa, era uma vadia barulhenta sedenta por pau
─ Porra!...Bucetinha gostosa do caralho moranguinho. Se eu soubesse que era tão bom te comer teria cedido á suas provocações bem antes. ─ um tapa duro e forte foi deixado sobre a xota vermelhinha arrancando um suspiro e um grito de Harry.
─ Lou, eu não v-vou aguentar a-amor, por f-favor, me fode, mete em mim, me come forte.
A voz quase inexistente indicava tamanha necessidade da garota, e obviamente Louis como um bom irmão, apenas a obedeceu. Subiu seu corpo ficando na altura da buceta da menina, seu pau duro e vermelho fazendo um pacote grande no shorts, esse que logo foi abaixado até os joelhos.
A mão de Louis segurou o caralho pela base pra em seguida bater com a cabecinha sobre o grelo de Harry, a pré-porra sujando a bucetinha já molhada, os barulhos molhados agora sendo mais altos se igualando aos gemidos gritados de Harry. Louis ameaçou colocar o pau na garota, deixando apenas a cabecinha, repetindo a ação duas vezes vendo o brilho dos olhos de Harry se transformarem em um brilho de ódio.
─ Implore moranguinho, implore mais pelo meu caralho que eu lhe dou ele.
Harry podia ver o sorriso sacana na boca de Louis enquanto seu rosto se apossava de uma cara de cafajeste.
─ Lou, maninho, por favor, eu sou tão boazinha pra vocẽ, esquentei seu cacete na minha bucetinha.....Hm........Por favor, mete em mim, eu fui tão boazinha como sua irmãzinha amor. Sempre que você quiser, eu vou tá' aqui pra você meter em mim como um brinquedi-
Harry não pode terminar sua frase, o gemido rasgou sua garganta quando Louis meteu todo seu cacete na bucetinha de Harry. A cabecinha dura e vermelha batendo diretamente em seu ponto G fazendo a menina tremer sobre a pia gelada, o que nem fazia diferença pois o corpo dos dois pegavam fogo.
O irmão mais velho abaixou seu tronco apenas pra que levasse sua boca pro peito de Harry sugando-o e o marcando com um pequeno arroxeado, a mão massageando o outro peito, que pulava conforme as estocadas que recebia. A boca explorava todo o pescoço de Harry assim como o cacete explorava a bucetinha molhada, a boca de Harry ficava aberta gemendo alto enquanto recebia o pau de Louis em si, as mãos apertando os cabelos da nuca o apertando ainda mais em seu corpo.
Harry podia jurar que essa sensação era a melhor que já havia sentido em sua vida, a sensação do cacete de seu maninho lhe rasgando fundo, da cabecinha todas as vezes acertando seu pontinho G, assim como fazia uma pequena elevação em sua barriga. Louis sentiu sua mão ser puxada pela mão de Harry e ser posta no baixo ventre do garotinho, os olhos molhados pelas lágrimas, e as bochechas vermelhas viradas diretamente pra Louis.
─ Tá sentindo Lou, é s-seu pau a-amor, seu c-caralho chega t-tão tão fundo em mim, que eu posso sentir ele na minha barriguinha.
Louis mordeu o pescoço de Harry antes de deixar um tapa ardido e vermelho sobe seu rosto.
─ Uma puta, isso que você é moranguinho, uma puta necessitada pelo caralho do irmãozinho.
Tapas e mais tapas acertavam o rosto de Harry e vez ou outra sua bucetinha era acertada também. Os dedos de Louis massagearam o grelinho de Harry fazendo o corpinho tremer sobre a pia, e a bucetinha se apertar.
Os dois estavam perto de seus orgasmos, eles não podiam negar, Louis já segurava a um bom tempo seu gozo tudo pra que fizesse Harry gozar primeiro. Deixou mais três ou quatro estocadas brutas e duras dentro da bucetinha de Harry batendo na mesma juntamente das estocadas fazendo a menina gritar mais alto do que todas as vezes.
─ Agora eu vou cair de boca nessa sua bucetinha pra você gozar na minha língua e depois vou bater uma bem em cima dessa sua xotinha arrombada e gozar nela, tudo bem querida? ─ Louis bateu sobre a pele vermelha sendo respondido apenas por um aceno de cabeça.
Sem mais nem menos Louis afundou pela segunda vez a língua na bucetinha doce e arrombada da menina, gritos saíam da boca de Harry pela xoxota já estar claramente sensível e receber a língua quente de Louis o deixava ainda mais sensível. Enfiou dessa vez três dedos de uma vez na buceta da menina, a alargando ainda mais, o melzinho escorrendo por entre seus dedos e seu queixo sendo lambuzado da mesma maneira por sua boca estar chupando o grelinho.
Podia sentir o melzinho saindo com ainda mais abundância indicando o orgasmo mais próximo do que nunca, em uma das estocadas dos dedos, Louis acertou o pontinho de Harry ao mesmo tempo que chupou o grelinho pra dentro de sua boca, fazendo assim a menina gritar e gozar por sua boca.
As lágrimas desciam em abundância por suas bochechas enquanto de sua boca apenas o nome de Louis saía, seus dedos apertando seus peitos forte chegando a marca-los, o corpo todo tremendo sobre a pia gozando intensamente na boca de Louis, esse que continuou a chupar até receber a última gota do mel de Harry. Retirou seus dedos de dentro da menina pra vê-los brilhar sobre a luz do banheiro não deixando nem mesmo pingar por já enfiar na boca chupando todo o mel agridoce.
─ Agora goza em mim maninho, por favor.
Harry implorava pra ser usado como um brinquedinho. E Louis o obedeceu mais uma vez, bombeou seu pau sobre a xotinha, batendo com a cabecinha no grelinho, a cabecinha expelindo ainda mais pré-porra conforme batia uma punheta rápida sobre a bucetinha que havia acabado de arrombar.
─ E-eu sou só s-sua Lou, s-só sua e de mais ninguém. ─ a voz baixa e rouca pelos gritos foram o suficiente pra fazer Louis vir rápido sobre a barriga e sobre a buceta de Harry.
A porra quentinha caindo sobre a pele vermelha fazendo a irmã mais nova gemer junto de Louis, esse último que jogou a cabeça pra trás enquanto expelia sua porra na menina. As respirações aguçadas e descompassadas demoraram pra se regular, assim como os corações acelerados. O rosto de Harry vermelho e molhado pelas lágrimas enquanto o de Louis tina um sorriso ladino pelo orgasmo recente.
Harry pode sentir beijos sendo depositados sobre suas bochechas vermelhas e logo em seguida sua pele sendo limpa com um papel molhado, beijos sendo depositados sobre a pele vermelha e que a pouco tempo atrás estava suja de porra.
─ Sua bucetinha é tão boa bebê, obrigado por ser boazinha pra mim moranguinho. – Louis depositou um beijo sobre a barriga da irmã e sobre a bochecha.
O corpo estava mole e era notável que Harry estava cansada.
– Vamos bebê o Lou vai cuidar de você agora.
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𝐓𝐡𝐞 𝐂𝐚𝐧𝐝𝐲 𝐁𝐨𝐱
Louis é um merdinha que deixou sua coisinha presa em um caixa, cega para o exterior, mas com buracos estratégicos que não apenas restringiam suas pernas abertas, como deixavam seu traseiro e xoxota expostos.
Ele convidou alguns funcionários do trabalho para seu escritório, para comemorarem um contrato grande fodendo sua buceta apertada.
TW: voyeurismo – exibicionismo – sexo anal – glory hole (?) – hpussy – aftercare.
Antes de ir para a história, tenho três avisos a dar:
1. Não há um grande desenvolvimento de enredo. Apenas uma pequena introdução, seguindo direto numa cena única e principal.
2. Esse é um conto erótico, e não foi feito na intenção de incentivar qualquer pessoa a fazer o que está descrito nele.
3. Todo ato encenado pelos personagens é consensual.
É isso, boa leitura cerejinhas! 🍬
༺ 𔘓 ༻
No centro da mesa, em frente aos sofás de couro vinho, estava uma grande caixa. Forrada com um papel de presente azul escuro, amarrada com um lindo laço vermelho.
Ryan passou pela porta distraído, mexendo no celular. Mas quando ergueu os olhos para o ambiente, parou no meio da sala, chocado. As pupilas dilataram-se em segundos e seu iphone foi ao chão, rachando a tela em vários pedacinhos.
— O que foi, idiota? Por que tá parado aí? – Bob dá um tapinha na cabeça do outro cara. — Puta que pariu! – ele abre um sorrisinho maldoso e caminha até a mesa saltitante.
Para em frente a caixa e estica a mão, resvalando os dedos na buceta exposta.
— Nunca vi uma xoxota tão rosinha. – inspeciona, abrindo os pequenos lábios e deslizando os dedos roliços ali, sentindo a maciez. — É vermelhinha ao redor e rosinha dentro, tá vendo?
— É óbvio que você não viu uma buceta rosa assim. Você parece com um porco indo para o abate, Bob. As mulheres transam com você por pena! – a voz prepotente preencheu a sala inteira.
Louis entrou com toda sua pompa e arrogância, empinando o nariz. Ele foi até a mesa perto da estante, ignorando os olhares dos funcionários presentes. Puxou da gaveta uma pasta transparente e ergueu no ar, sorridente.
— O que acham que é isso aqui?
Bob e Ryan se entreolharam, e então, de volta para Louis. Ambos sem ter a menor ideia do que continha na pasta.
O dono do escritório bufou, aborrecido por ter contratado pessoas tão estúpidas. Onde sua maldita empresa iria com funcionários assim? Decepcionante pra caralho.
— É o contrato assinado com Sean Michaels, onde ele nos dá o domínio integral do projeto da Rolls-M. O que se chamará legalmente de Rolls-T. Uma mudança simples e sutil. – Zayn entra na sala, um sorriso de orelha a orelha.
— Esse projeto vai nos alavancar no mercado. Vamos ir além do que imaginávamos! Esse modelo vai ser tão exclusivo quanto possuir a porra de um Hope Diamond.
— Tô ficando de pau duro. – Louis murmurou, excitado, um sorriso malandro abrindo nos lábios.
Sua tara por poder cresce cada vez que suas aquisições valiosas aumentam, ele ama estar em uma posição de controle e o dinheiro é o caminho mais fácil para isso. Tudo o que o move adiante, o que o motiva é dinheiro e deixar sua garota satisfeita e feliz.
Ele a tem enrolada ao redor do mindinho, mas ela é quem realmente detém o domínio tudo, desde suas propriedades até seu bendito músculo vital pulsante.
Zayn jogou a cabeça para trás e riu, antes de andar até Bob para empurrá-lo da frente da caixa com a sola do sapato.
— Senta na porra do sofá, porco.
Bob olhou para Louis em busca de defesa, mas ele só arregalou os olhos azuis, sardônico, e indicou o sofá com um inclinar de cabeça. O funcionário imediatamente obedeceu.
Zayn tirou um maço do bolso, pegou um cigarro e observou as pernas abertas. A meia branquinha, com um lacinho rosa pregado nas costuras. Os pezinhos erguidos no ar, a bucetinha a vista, assim como o ânus contraído.
Ele acendeu, e foi para a janela fumar.
— Nós temos que agradecer a Zayn, rapazes. Estamos comemorando uma grande conquista aqui! E foi esse merdinha incrível pra caralho quem conseguiu mercar o projeto da porra das nossas vidas! – Louis aplaudiu eufórico.
O dono da empresa caminhou até o frigobar no canto esquerdo da sala, tirou de dentro um Dom Perignon e pegou no armário de portas pretas duas taças.
— Vamos brindar! Peguem suas taças!
Bob e Ryan correram até o armário, enquanto Zayn olhava para a movimentação da rua, vários metros abaixo.
Ryan caminhou a passos incertos até a mesa onde seu chefe estava, mas seus olhos arregalados se mantinham presos na vulva exposta, o lábio inferior sendo mastigado inconscientemente e o corpo tenso. Isso chamou a atenção de Louis, que abria o Chandon e parou só para analisá-lo, se divertindo às custas dele.
— Você é virgem?
— N-não sou, se-senhor. – o estagiário tremia tanto que parecia estar tendo um infarto.
— Então já comeu uma buceta?
— O q-que? – O rosto branquelo de Ryan ficou vermelho feito uma pimenta. Sua expressão amedrontada fez Louis rir.
— Não sei se ele vai chorar ou se mijar inteiro, para de intimidar o garoto, lou.
Tomlinson estourou a rolha do champanhe ignorando o que foi dito, fazendo uma comemoração barulhenta, Zayn revirou os olhos e os outros dois caras continuaram em silêncio enquanto o chefe servia as taças.
— Responde Ryan! Caralho! Você já chupou uma xota ou não? – ele olhou bem nos olhos castanhos amedrontados, apontando um dedo para o estagiário — Não chora, garoto! To falando com você, presta atenção porra!
Ele encolheu os ombros e balançou a cabeça, olhando para os próprios pés.
— Quantos anos tem?
— Não menos que vinte e um, não contratamos menores. Essa é uma regra sua, idiota.
Louis bebeu e riu, abrindo os braços e mandando Zayn se foder.
— Verdade, minha regra. Você deve ser legal.
Andou até o rapaz e tocou os ombros dele, que estremeceu. A expressão sádica dele voltando, sendo conscientemente maldoso com o menino, massageando seu tronco, tentando relaxar os músculos duros de tensão, como se estivesse motivando um lutador de boxe. Malícia presente em cada palavra. Quanto mais Ryan parecia prestes a chorar e se desfazer no chão, mais Louis ficava instigado.
— O que achou daquela bucetinha ali? Seja honesto moleque.
— É bonita.
— Só isso? Que broxante! Você vai ter que compensar isso… – O estagiário concordou rapidamente, com receio de ser despedido.
— O que acha de chupar ela? Uh? Deixar aquela boceta bem molhada?
Ryan engasgou com a própria saliva, tossindo desesperado. Zayn riu tanto que perdeu o ar, até Bob sorria.
Louis bateu nas costas dele, compreensivo e atencioso, ergueu a taça até a boca carnuda do rapaz, e forçou o fundo, virando champanhe na garganta dele.
— Eu sei… isso parece muito difícil. Um trabalho muito duro e complicado. Mas acredito no seu potencial garoto, e você já concordou em compensar, agora vai ter que comer aquela bucetinha, uhm?
Sem nenhum líquido dentro da taça, ele puxou ela e sorriu para Ryan, que agora, um pouco mais motivado, caminhou até o sofá e ajoelhou na frente da mesa. O rosto de frente para a buceta, que estava levemente molhadinha pelos toques anteriores.
Zayn apagou o cigarro e foi buscar sua taça cheia com Louis. Os três homens pararam ao redor do estagiário, para assisti-lo de pertinho.
Os dedos trêmulos dele alcançaram os lábios da xoxota, e assim como Bob, ele tocou na carne sedosa da vulva, acariciando do monte de vênus até o clitóris durinho.
Ryan observou animado os pelinhos dela arrepiarem, sorrindo, se curvando e lambendo desde o grelinho a entradinha da boceta. Chupando os pequenos lábios, e esfregando a língua quente contra o clítoris até as pernas dela tremerem e os pézinhos se contorcerem. Ruídos baixinhos vinham da caixa fazendo Zayn rir, já Louis apenas bebeu mais, os olhos azuis entediados e as sobrancelhas castanhas curvadas em desinteresse, Bob ofegou esfregando o pênis sob o tecido da calça, cheio de tesão.
A pontinha da carne quente rodeou o buraco antes de entrar, os barulhos de dentro da caixa ficaram mais altos, gemidos abafados e roucos reverberam no papelão decorado. Ele intercalou entre sugar e meter a língua, adorando a forma como a xoxota contraia, pulsando na boca dele. Saliva escorria junto com a lubrificação agridoce dela, ensopando o cuzinho, escorrendo desde o maxilar até o pescoço dele.
Era como lamber pirulito derretido, adocicado e melado.
Uma tenda dolorosa permanece formada na calça do rapaz enquanto se lambuza na buceta doce dela. Dois de seus dedos se juntaram à língua, competindo por espaço, abrindo-a de uma maneira tão gostosinha. Ele esfregou o dedão no grelinho durinho e inchado, aproveitando a lubrificação para deslizar melhor, deixando ela tão, tão sensível, a pele suave avermelhada, assim como as manchas nas bochechas e pescoço dele.
O rapaz arfou, a camiseta de botões molhada nas axilas, as gotinhas de suor aparentes na nuca, deixando os fios de cabelo mais escuros. Zayn arquejou ao lado dele, acariciando as coxas leitosas dela, então se inclinou para poder alcançar a pele com os lábios, marcando a carne. Chupou o indicador e contornou a cabeça do estagiário, massageando o períneo e o cuzinho da garota. A cada vez que forçava a ponta do indicador para dentro, ela agitava os pezinhos, a queimação deixando-a louca.
Não o bastante, as mordidas dolorosas nas coxas faziam-na espasmar, ofegante por ar dentro da caixa, se arqueando. A xota liberava mais e mais porra, melando todo o rosto do estagiário.
Malik se ergueu apenas para abrir as calças e puxar o pau grosso para fora, masturbando a si mesmo.
Louis virou a garrafa de bourbon na boca, depois bateu ela na mesa. Agarrou o cabelo macio e úmido de Ryan e empurrou a cabeça dele para baixo.
— Lambe o cuzinho dela. Deixe ela bem relaxadinha, uhm? – murmurou, empurrando o rapaz, conduzindo-o. Ryan grunhiu afirmativo e colocou a língua para fora, movendo-a sobre o buraquinho.
Ele manteve o dedão esfregando o clitóris, os outros dois dedos dobrando, saindo e entrando na vagina, sentindo cada vez mais facilidade para deda-la. Além da palma da mão, as coxas internas e toda a virilha dela estavam babadas, o barulho molhado de tapas produzidos pela carne da mão dele colidindo com a vulva eram agradáveis a todos, quase tão erótico quanto os choramingos que ela soltava.
O cuzinho ficou mais solto, possibilitando a entrada da carne tesa. A garota estava cada vez mais próxima de gozar, a buceta palpitando, as pernas tremelicando e os pézinhos torcendo na meia branca de lacinho rosa. Choques de prazer vinham em ondas no ventre dela.
Ele lambia e metia no canal apertadinho, seus gemidos roucos vibrando na pele quente, enquanto Louis apertava e forçava a nuca dele.
Bob aproveitou para se sentar no sofá de couro, abrir o zíper das calças e se tocar, excitado demais para se manter no controle como o próprio chefe fazia.
A garota gozou forte, com um berro que preencheu a sala toda. Louis riu e apertou a panturrilha, puxando a meia e assistindo ela voltar de leve contra a tez dela. Eles podiam ouvi-la arfar lá de dentro, sabendo o quão extasiada estava.
— Coitado do garoto Lou, deve estar prestes a gozar nas calças! – Zayn debochou, olhando o contorno apertado na costura da calça social do estagiário.
Louis ergueu a cabeça do rapaz, olhando direto para os olhos castanhos. Ryan está obviamente constrangido, as bochechas vermelhas, e as sobrancelhas contraídas, parecendo um cachorrinho.
— Ele é educado, diferente do Bob ali, que tirou o pau pra fora sem nem perguntar se podia. Agindo como se alguém aqui quisesse ver seu pinto seboso.
Zayn riu, se acariciando languidamente. Ryan estremeceu e o chefe desceu o olhar para a tenda esticando o tecido da calça, parecia doloroso. O garoto realmente tinha potencial para aguentar tanto assim, com todos os estímulos. Ele estava começando a conquistar o respeito do empresário.
— Está sendo cruel Louis! – Malik repreendeu, cínico.
— Oh vá se foder, yeah? Você literalmente estava fazendo isso agora pouco, seu merdinha hipócrita! Bob devia estar profundamente grato de darmos a ele a chance de poder assistir! Mas fodasse isso, tanto faz! – ele olhou de volta para os olhos carentes do rapaz — Quer saber pup… Por que não se masturba nela? Aposto que gostaria disso uhm?
— Si-sim, eu… posso mesmo senhor? – O chefe sorriu e soltou o cabelo dele — Claro, vá em frente.
Ryan, assim como os outros no cômodo, exceto Louis, abaixou as calças e puxou o pau vermelho para fora, a cabeça num tom de vinho, ensopada de pré-gozo. A boxer molhada nos tornozelos, sobre os sapatos sociais, junto das calças de linho.
Ele esfregou a glande na boceta, assistindo ela palpitar e as pernas da garota contraíram, os músculos repuxando sob a meia fina. Ela murmurava de dentro da caixa, sons desesperados e melosos. O estagiário moveu a glande rubra no grelinho dela, recebendo soluços em retorno, e deslizou até parar em cima do cuzinho, se masturbando ali. Por já estar no limite não durou muita coisa. Em poucos minutos jogou a cabeça para trás, o cabelo grudou na testa, e ele gemeu alto e rouco, esporrando o buraquinho dela.
Ryan ofegava, inspirando com dificuldade, empurrando-se para frente fingindo tentar penetrá-la, sem nunca realmente fazê-lo, sentindo a entradinha tentar sugar para dentro o pênis ainda duro e sensível, sem mais uma gota de porra para dar.
— Ela é gostosa não é? Dá até vontade de continuar fodendo, mesmo depois de já ter gozado todo esperma de dentro de você. E ela gostaria disso, vê? A bucetinha gulosa, toda inchadinha, o cuzinho piscando, querendo mais?
O rapaz balançou a cabeça, o pescoço inclinado, olhos vidrados no meio das pernas abertas dela, tentado a meter a cabecinha que ameaçava entrar no buraco avermelhado. Um gritinho soou de dentro do papelão, o quadril se mexeu, tentando se afastar.
— Se-senhor, po-posso meter a cabecinha? S-só a cabecinha, eu juro? – Ele gemeu, sentindo a contração na ponta do pau.
Louis bagunçou o próprio cabelo, bufando uma risada.
— Não moleque, isso não é pra você! Deixe para quem realmente dá conta do recado…
Como uma deixa, Zayn se moveu, fazendo o estagiário sair do meio das pernas dela e ir se sentar ao lado de Bob, com as calças arriadas e o pau gasto nas coxas, peito subindo e descendo rapidamente, não conseguindo recuperar o fôlego e se acalmar durante a experiência mais insólita da sua vida.
Sorrindo diabólico, Zayn coletou do esperma perolado deixado pelo estagiário e esfregou no grelinho dela, seu próprio pau com a cabeça tão vermelha quanto cerejas maduras, a fenda expelindo pré-gozo, que ele usa para lambuza-la inteira, deixando-a pronta para ser usada de novo.
Os murmúrios chorosos que vinham da caixa eram arrebatadores, parecia deixá-los drogados, transportando-os direto para algum tipo de paraíso dos pervertidos. Ela era como um pequeno succubus, tentando-os, fodendo a mente deles com muito pouco, levando-os ao ponto de ruptura onde não dariam uma pausa a ela, trepando com empenho, até fazê-la gritar.
A cabeça quente do caralho roçou no cuzinho, se forçando para dentro. Louis zuniu satisfeito, tocando seu pau por cima da calça pela primeira vez. Todos assistiam vidrados Zayn ser engolido, centímetro por centímetro dentro do buraquinho dolorido. O berro dela vibrou pela sala, pouco depois os urros de Bob punhetando seu pau preencheram o cômodo, som de carne contra carne, contrastavam com os ruídos delicados que ela produzia.
Zayn comeu ela como se estivesse faminto, fodendo suas bolas azuis pesadas até não ter mais uma gota de porra nelas, ele dedilhava a xoxotinha com dois e então três dedos, aproveitando o aperto ao redor do seu caralho. Uma carícia das paredes quentes e úmidas, apertando na medida certa.
Facilmente encontrou o ponto dela, torcendo os dedos dentro para assistir os pés da garota torcerem. Ele usou a mão livre para dar beliscões nas coxas e panturrilhas, adorando a forma que o cuzinho contraia e ela saltava com a dor de cada apertão, deixando marcas roxas pela pele debaixo das meias.
Foi uma tortura aprazível, judiar daquele corpo macio, suave. Levá-la no limite e empurrar um pouco mais. Suprindo a necessidade insaciável dela de ser um buraco para o máximo de esperma que pudesse manter. Ter seus miolos fodidos, levando-a ao sub espaço e a deixando lá, completamente cheia de porra.
Nenhum deles notou Louis se movendo, indo até a gaveta da mesa pegar o acessório da sua garota.
Bob guinchou, coaxando grotesco, esporrando na mão cheia de anéis, cujos dedos pareciam linguiças, e no sofá. Listras brancas manchando o couro vinho.
Ela teve um orgasmo tão forte que molhou a caixa, deixando o papelão e o embrulho empapados, cheirando a goza. Espremeu o pênis grosso de dentro do canal, fazendo o corpo dele despencar sobre o pacote, ejaculando todo o caminho para fora. Porra gotejando do cuzinho, escorrendo na fenda entre as nádegas.
Zayn arfou pesadamente, pesaroso. Triste por ter que tirar o pau, agora flácido, fora daquele buraco quente, mas flutuando em alegria por ter visto estrelas ao gozar, tendo a porra sugada de suas bolas.
Louis foi rápido em colocar o plugue metálico nela, mantendo-a cheia e saciada com esperma quentinho, como ela gosta.
— Bob, é melhor que limpe logo meu sofá, antes que te faça lamber isso daí.
Ele desembrulhou lentamente o laço, deixando que a fita caísse leve sobre a mesa. Abriu a tampa do presente e sorriu para os olhos de corsa cheios de lágrimas. Os lábios de morango entre os dentinhos de coelho, sendo mordiscados com apreensão, as bochechas coradas, mamilos endurecidos, imprensados pelos pregadores, ligados por uma corrente fina que Louis puxou até ela choramingar, a barriguinha estremecer visivelmente pela dorzinha eletrizante nos seios já machucadinhos de estarem a horas com aqueles pregadores apertando-os.
— Zayn, limpe a mesa para mim.
Ele se abaixou, sussurrando no rosto dela, que fechou os olhos apreciando a proximidade, — Ainda não terminei com você, querida. Tenho que usar meu brinquedo, estourar o champanhe, essas merdas, yeah?
As pálpebras estremeceram e ela resmungou baixinho, soltando um gemidinho carente. Estava visivelmente esgotada, mas aguentaria mais, aguentaria tudo o que Louis estivesse disposto a dar.
— Você pode lidar com isso, não é boneca?
— N-não sei se posso suportar l-lou…
Os olhos azuis vibraram com ânsia e maldade, sempre enchia ele de tesão quando jogavam assim.
— Claro que pode coisinha. Não enchi a sua bucetinha, e você sabe, nós nunca terminamos a menos que esteja completamente cheia. Aliás, você é meu presentinho e eu faço o que quiser com isso. – Os dedos tatuados acariciaram a pele aquecida da bochechinha dela, contornando os lábios. Ele lambeu o beicinho rosadinho da sua bonequinha, ouvindo os objetos da mesa serem arrastados para o chão, revirou os olhos, porque honestamente, Zayn pode ser seu melhor funcionário, mas ainda é um merdinha vaidoso que está sempre pingando de tesão pela sua garota.
Louis cravou os dentes nos lábios dela até cortar e Harry grunhir. Ele se ergueu e rasgou o embrulho, como uma criança no natal, o papelão se desfez sobre a mesa e o empresário a pegou nos braços como se fosse uma boneca de pano. Levou até a mesa, sentando sua bunda na madeira, fazendo Harry dar um pulinho, sentindo o plug gelado mexer por dentro.
Tomlinson inclinou seu corpo e abriu suas pernas. As mãos pousaram firmemente na cintura dela, apertando a carne com gosto, marcando o que já tinha sua marca tatuada com as letras lt delicadas e floreadas na coxa interna, o mais próximo possível da vulva. A pele embaixo da palma ficou avermelhada, com o contorno exato dos dedos.
— Zayn segura as mãos dela, e as mantenha no ar. – ele se virou para o sofá, olhando para os olhos gananciosos dos outros dois dali. — Ryan, vem cá e tira as minhas calças.
O estagiário tropeçou até a mesa, as mãos tremendo para abaixar o zíper e as calças. Louis bufou, entediado e Ryan foi mais rápido em descer a boxer, estremecendo com o resmungo satisfeito.
Ele mexeu o quadril até a glande gorda encaixar na entrada da bucetinha gostosa, sem de dar ao trabalho de se alinhar com as mãos, apenas, num empurrão, entrou todo dentro. Sem dar qualquer fôlego fodeu ela, metendo com tanta força que os quadris dela balançavam, as nádegas batiam sobre a madeira e Zayn permanecia imperturbável segurando os pulsos finos.
O corpo dela sacudia inteiro, pernas chacoalhando, o tronco suadinho e inclinado, os peitinhos balançando e a bucetinha aberta, arreganhada, levando tudo o que Louis queria dar.
Aquele plug de metal parecia entrar mais, mexendo mas ainda mantendo tudo dentro.
— Por favor! Por favor lou… por favor!
Ele agitou a cabeça, retirando a franja dos olhos, indiferente ao que quer que ela estivesse implorando.
— O que você quer boneca?
Harry tentou puxar os pulsos do aperto firme, sem sucesso. Suas coxas doíam de ficarem abertas por tanto tempo, o corpo todo tenso sobre a mesa, os pregadores arranhando e balançando a cada empurrão. O pau gordo indo tão fundo que ela acha que sua barriga pode estar inchada. Tão, tão sensível! Harry acha que não pode aguentar muito mais.
— M-mãos, lou… Oh! Oh meu- ugh! Minhas mãos!
Louis se soltou para apertar as bochechas dela, formando um biquinho fofo. Ele deu um selinho gentil, seus olhos em Zayn.
— Claro, docinho! Ze, solta ela.
Assim que as mãos desvencilharam, ela contornou o pescoço dele, agarrando-se com braços e pernas feito um coala. Solavancando com o sexo quente, se sentindo completa e tão cheia! Louis soltava grunhidos roucos, ela soluçava gemidinhos agudos, já através da borda.
Ele sempre soube como fazê-la gozar, sempre comeu Harry até que estivesse gritando ou gemendo baixinho, sem aguentar mais. Louis sabia bem como acabar com ela, até que seu corpo ficasse molinho, parecendo gelatina.
Os corpos roçavam, úmidos. Mais uma mesa que estava encharcada, o cheiro almiscarado de sexo enchia o sentido de todos, podiam sentir até no palato. O clitóris deslizando na virilha dele, os pelos pubianos raspando na pele lisinha dela, assim como o restolho da barba dele arranhava seu pescoço, o rosto, da maneira mais quente, quando ele a enchia de mordidas e chupõe.
A sala parecia sobrecarregada de tensão. Uma eletricidade explosiva. A mesa raspando no piso, rangendo, os olhos dos caras vidrados neles, assistindo o melhor porno ao vivo que poderiam. Harry toda molhadinha, tremendo e apertando aquele pau grosso dentro dela e a droga do plug em sua bunda.
— G- demais! Lou-is por favor! Mais devagar, i-isso é demais!
Ele balançou, batendo com mais brutalidade.
— O- o que foi querida? Você quer mesmo m-me dizer como devo comer a sua bucetinha gostosa?
Ela arrepiou, distante. Seus músculos estremeciam, a buceta contraia com força, o clitóris sensível demais. Parecia que choques eram dados em seu estômago. A corrente elétrica fodidamente percorria seu corpo todo.
Tudo o que conseguia era implorar através de ruídos agudos e esganiçados, implorar por mais…
— devagar! Ah! por favor devagar, por favor por favor, por f-ah! Ahm! Lou!uhm! – Ele metia cada vez mais forte, rindo em um sopro.
Louis gozou fundo dentro dela, gemendo rouco, já Harry gozou seco, mas teve um dos orgasmos mais intensos, além de qualquer coisa que poderia imaginar.
— Urh! Isso foi uma delícia, boneca! – ele tirou o pau, esfregando nela até Harry contorcer, chorando.
Com pena, ele deitou o corpo molinho dela na mesa. Harry era como uma massa moldável, sem miolos. Seus cachinhos se espalharam sobre o tampo de madeira, e as pernas caíram pesadas. Louis abriu apenas o suficiente para deixar a boceta transbordando esperma à mostra.
Ele colocou as calças no lugar e ajeitou a postura, dirigindo-se aos caras.
— Dêem uma última olhada! Não terão outra chance como essa rapazes.
Zayn riu, já próximo a buceta vermelha e aberta, contraindo ao redor de nada. Ryan e Bob olhavam encantados, com as íris brilhando de vontade.
Louis olhou para o rostinho sonolento dela e sorriu.
— Bom o bastante? – eles acenaram freneticamente e Zayn bateu em seu ombro, se abaixou e deu um beijinho na buceta gozada. Seus lábios estavam brilhando quando se ergueu, ele sorriu e caminhou até o rostinho corado dela, antes de dar-lhe um selinho e sussurrar um “te vejo depois, coelhinha”.
— Podemos? – Bob parecia esperançoso, como se pedisse ao papai noel para conduzir o trenó.
— De jeito nenhum, seu merdinha! Dêem o fora daqui! Agora! E fechem a porra da porta ao sair!
Bob resmungou irritado, mas Ryan agradeceu diversas vezes antes de ir. Zayn ainda na sala.
— Gostei do garoto, acho ele promissor.
Seu melhor amigo pretensioso riu e pegou o Chandon, deixou seu paletó sobre o sofá de couro e dando a Louis um aceno zombeteiro, saiu da sala deixando a maldita porta aberta.
— Idiota do caralho!
— Lou? – a voz manhosa trouxe a atenção para sua garota na mesa, ele pegou outro plug pequeno e alocou na bucetinha, assistindo ela contorcer para longe.
— Shh… está tudo bem docinho, vou cuidar de você yeah?
Ele pegou sua noiva dengosa no colo e foi se sentar no sofá, acariciando os cachos dela, cobriu-a com o paletó e deixou que se aconchegasse nele, até estar toda enrolada em seu corpo quentinho. Harry adormeceu com o rosto em seu peito, o sono embalado pelas batidas do seu coração acelerado.
— amo você boneca. – ele beijou os cachinhos com carinho, e abraçou mais apertado o corpo dela, velando seu sono.
༺ 𔘓 ༻
Até a próxima meus amores! 💗
Minhas ones 😽
Daddy's Pleasure
Don't you want me, dad(dy)? :(
Hassassin - First Met.
Hassassin - First Met. (Continuação)
Hassassin - Wine, Blood and Fuck. (Pt2)
My police son
My police son - Pt2

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you're so sensitive, you're a fucking cry baby • ULTRAVIOLENCE 🔗 book smut
* mídia temporária enquanto não faço uma certinha
TAG’s: • Harry interssexual (Harry tem uma boceta)
• Dracrifilia (excitação causada pelo choro do parceiro
• Louis dá tapas no rosto e na boceta do Harry.
• Harry sendo treinado para durar mais e sendo super estimulado.
• Harry chorando muito e implorando muito.
• Louis com falsa simpatia (somente em algumas partes, se atente à isso porque ele se importa sim com o submisso dele, como vai ser deixado bem claro)
• Breve citação de um trauma que um dos personagens já passou.
• Uso da palavra de segurança.
• Cena com cuidados posteriores do sub para com o dom.
A Isi aqui te deseja uma boa leitura! <3
harry styles with THE clip hair </3🥰
lindo
essa pack daqui e nova mas eu já tô querendo mudar kk
eu uso esse app a uma cota ent eu tô me sentindo uma veterana aqui já que td mundo é novo
oioiii?

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Harry behind the scenes of the Gucci HA HA HA photoshoot. Photographed by Anthony Pham. (18 November 2022)
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vou usar essa rede social pra reparar algumas coisas…