O momento em que vocĂȘ sente que tem que provar seu valor para alguĂ©m Ă© o momento em que vocĂȘ deve se afastar.
Jhennifer Werneck (via segredou)
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O momento em que vocĂȘ sente que tem que provar seu valor para alguĂ©m Ă© o momento em que vocĂȘ deve se afastar.
Jhennifer Werneck (via segredou)

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Nasce boneca, rostinho de porcelana, corpinho de pano. Da boneca, o pano vai se desgastando, rasgando, a porcelana racha, quebra a cara. Tenta se esconder achando que fuga Ă© proteção, e de repente: CadĂȘ a boneca que tava aqui? Fica sem graça ao perceber que nĂŁo perde a graça trocando porcelana e pano por carne e osso, e aĂ jĂĄ Ă© tarde demais. Virou gente, e entĂŁo fica tudo mais complexo, as coisas saem de controle. AĂ diz uma coisa, repete, diz uma coisa, e nĂłs aqui, vendo outra coisa. Contradição. ConfusĂŁo. Como cantou Cazuza: Tuas ideias nĂŁo correspondem aos fatos! E essa confusĂŁo grita aos olhos do pĂșblico. Quem Ă© vocĂȘ? VocĂȘ sabe? O que vocĂȘ deseja? O que vocĂȘ faria se pudesse escolher, vocĂȘ sabe?
Pedro Bial.  (via versificar)
Perdoe os outros, nĂŁo por eles merecerem perdĂŁo, mas por vocĂȘ merecer paz.
Autor Desconhecido. (via inverbos)
Eu vivo o inverso. Durmo mais Ă luz do sol do que ao brilho das estrelas, gosto de uma xĂcara de cafĂ© antes de dormir, deito na cama nĂŁo na intenção de sonhar, deito para pensar, dou mais valor as pessoas que fingem ser minhas amigas do que as que realmente sĂŁo, acho amor onde nĂŁo existe.
Matheus Becker. (via caligrafo)
Obviamente eu nĂŁo quero alguĂ©m perfeito, me dĂĄ tĂ©dio sĂł de pensar em alguĂ©m fazendo tudo certo sempre. Aprendi a conviver com as diferenças e atĂ© admirĂĄ-las. Mas, definitivamente, nĂŁo aceito ter metade de alguĂ©m, ser meio amada, sobreviver de migalhas num relacionamento falido ou fadado a falĂȘncia. AliĂĄs, nĂŁo quero ter nem ser de ninguĂ©m. Quero algo alĂ©m desse sentimento de posse, quero a entrega todo dia, por vontade prĂłpria. Sem contratos de amor eterno. Que o meu alguĂ©m tenha mil defeitos, seja o oposto de todas as minhas idealizaçÔes, mas que me ame com o coração e a alma, me respeite, cuide de mim, me proteja. Sem sufocaçÔes, sem pressĂ”es, um amor leve e sem cobranças. Que a gente nĂŁo criasse vĂnculos de dependĂȘncia, mas que o nosso vĂcio fosse nĂłs.
Tati Bernardi. Â (via motivando)

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Eu nĂŁo tive ninguĂ©m por muito tempo. Nunca conheci ninguĂ©m tĂŁo corajoso que teve a audĂĄcia de se arriscar e ficar do meu lado por um longo perĂodo. JĂĄ cheguei a pensar que o problema era propriamente comigo, que Ă s vezes nĂŁo consigo lidar muito bem com as coisas boas que disponho. Tenho mania de colocar na cabeça que se eu parar de demonstrar tanto valor para as pessoas ou parar de correr atrĂĄs delas, as coisas se resolvem. Mas ninguĂ©m sabe que isso Ă© apenas o meu jeito interno de proteção. E nĂŁo me protejo porque quero. Apenas nĂŁo aprendi a deixar a guarda baixa. Eu sou uma pessoa com uma incrĂvel facilidade de amar e exatamente por isso que me reprimo tanto. Tenho medo de me encantar novamente por alguĂ©m que simplesmente deixe a magia acabar meia-noite. Que nĂŁo luta, nĂŁo se esforça e permanece neutro vendo tudo se acabar rapidamente. Na mesma velocidade que começou. Mas queria que com vocĂȘ fosse diferente. Te imploro que continue insistindo em mim porque ainda tenho esperanças. Me faz acreditar que ainda vale a pena lutar por alguĂ©m, nem que seja apenas uma pequena porção, que vale a pena ir contra tudo pela nossa felicidade. Olha na minha alma, encara o meu ser, vai alĂ©m da minha pele e me marca com o seu amor. Sei que uma hora essas armaduras que entornam meu peito e me bloqueiam de confiar e amar de novo vĂŁo cair. SĂł preciso que vocĂȘ seja forte o suficiente e tenha vontade de derrubĂĄ-las. Eu acredito nisso. E preciso que vocĂȘ acredite tambĂ©m. Porque senĂŁo eu continuo fixo nesse modo de proteção com medo de me machucar mais uma vez. E se vocĂȘ me perguntar porque eu sou assim, eu respondo que por muito tempo dependi demais das pessoas e acabei sempre assistindo o mesmo cenĂĄrio: Todas indo embora. Ainda estou um pouco surpreso que alguĂ©m permaneça.
Allax Garcia e Pedro Pinheiro.Â
Medo de nĂŁo segurar a lĂĄgrima, de ser obrigada a trancar o riso, de procurar e nunca achar. Medo de andar em cĂrculos, de nĂŁo saber fazer a coisa certa, de nĂŁo existir a coisa certa neste mundo tĂŁo incerto. Medo de que a alegria acabe e que a tristeza dure um tempo maior do que posso aguentar.
Clarissa CorrĂȘa. (via versificar)
Esse Ă© o segredo: nunca olhar. âVocĂȘ nunca olha para as pessoas,â uma namorada costumava me dizer. Eu tinha um motivo, eu nĂŁo queria ver o que estava lĂĄ, eu me sentia melhor sem aquela realidade.
Charles Bukowski. (via s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r)
Para um mĂșsico triste, uma coletĂąnea de saudades.
JÎ Costa. (via motivando)
NĂŁo conseguia entender o que tinha acontecido com a minha vida. Tinha perdido a elegĂąncia. Tinha perdido a mundanidade. Tinha perdido a concha protetora. Tinha perdido o senso de humor diante dos problemas alheios. Queria tudo de volta. Queria que as coisas corressem mansas pra mim. De algum jeito, eu sabia que isso nĂŁo ia mais acontecer, pelo menos nĂŁo tĂŁo logo. Eu estava fadado a me sentir culpado e desprotegido.
Charles Bukowski. (via caligrafo)

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E enquanto uma chora, outra ri; Ă© a lei do mundo, meu rico senhor; Ă© a perfeição universal. Tudo chorando seria monĂłtono, tudo rindo cansativo; mas uma boa distribuição de lĂĄgrimas e polcas, soluços e sarabandas, acaba por trazer a alma ao mundo a variedade necessĂĄria, e faz-se o equilĂbrio da vida.
Machado de Assis. (via caligrafo)
Só é fåcil quando não faz laço, não tem nó, nem dó. Só.
Everton. (via impacienci-a)
VocĂȘ deixa um alfinete cair no chĂŁo do seu quarto e pensa âdaqui a pouco eu pegoâ. Horas depois vocĂȘ se esquece, se distrai, e acaba pisando em cima, sente uma dor terrĂvel. VocĂȘ sabe que poderia ter evitado com um simples gesto, mas mesmo assim fica com Ăłdio por ter se machucado de forma tĂŁo idiota. VocĂȘ se recusa a acreditar que algo tĂŁo inofensivo no momento possa te fazer algum mal. Se esquece que pequenas coisas podem causar dores insuportĂĄveis. Mas aprende que nem toda dor Ă© fĂsica.
Sean Wilhelm. (via inverbos)
Nem sei por onde começar. Fazem meses que nĂŁo escrevo. A minha vida mudou tanto, que atĂ© o habito e o prazer de escrever eu perdi. Em meio a tantas novas experiencias e novas pessoas eu acabei perdendo minha essencia. Digo, eu jĂĄ nem sei mais quem eu sou, do que eu gosto, o que eu procuro. Resumindo, to perdida pra cacete em tudo. E as experiencias passaram, as pessoas novas tambĂ©m, e aqui estou eu, na cidadezinha de merda de sempre, com os velhos amigos. Apavorante. Eu nĂŁo imaginava voltar a estaca zero assim, depois de dois anos de "felicidade". Eu nĂŁo sei se Ă© o lugar, as pessoas, ou eu mesma, mas do jeito que eu to, nĂŁo dĂĄ. Ă uma tristeza que nĂŁo acaba nunca, uma solidĂŁo que me atinge 24 horas por dia, meus pensamentos ficam a mil, sabe? E nossa, eu to horrorizada com meu portuguĂȘs, ta um lixo! Eu nĂŁo sei como fui parar nisso. Como pude afastar de algo que fazia parte tĂŁo importante da minha vida? Eu tenho essa mania de afastar tudo que me faz bem, sĂ©rio. Eu tava reparando isso nesses meus dias solitĂĄria. Perdi a conta de todas as pessoas que perdi o contato, sem ter um motivo exato pra isso, Ă© absurdo, parece que quando eu percebo que gosto tanto da pessoa a ponto de ter uma dependencia da companhia dela, um alarmezinho toca em mim e eu prefiro ignorar a pessoa atĂ© ela ir embora de vez a correr o risco dela fazer isso do nada e por conta dela. Intrigante, nĂŁo? Acho que Ă© uma pessima forma de defesa. PorĂ©m automĂĄtica, entĂŁo acho que vou ser assim para sempre. E os que tenham coragem, que fiquem por alguns dias, ou algumas semanas, atĂ© o alarmezinho soar. Bom, chega de papo furado, que o objetivo era sĂł falar que voltei, pelo menos estou tentando voltar, ao mundo que jĂĄ me acolheu tĂŁo bem anos atrĂĄs, ao mundo dos que colocam em palavras o mais intimo dos sentimentos, o mundo dos escritores. E que Deus me abençoe e nĂŁo permita ao alarmezinho soar, porque eu quero ficar aqui por muito, muito tempo.
Espero que vocĂȘ me perdoe. Nem sempre sei como agir. Ăs vezes machuco com o que deixo de dizer ou com aquela palavra que sai apressada pela boca. Espero que vocĂȘ me aceite. NĂŁo consigo ser melhor em tudo, mas faço o que estĂĄ ao meu alcance. Espero que vocĂȘ me compreenda. Ăs vezes tenho preguiça ou falta de vontade. Me desculpe por ser assim. Espero que vocĂȘ me acolha. NĂŁo gosto de admitir, mas sou sensĂvel ao extremo e cheia de fraquezas e fragilidades. Espero que vocĂȘ me admire. Gosto quando seu olhar brilha com minhas conquistas, ainda que sejam pequenas demais perto dessa imensidĂŁo que Ă© o mundo. Espero que vocĂȘ me dĂȘ apoio. Sei que a vida Ă© muito melhor quando nos dividimos e seguramos bem forte um a mĂŁo do outro. Espero que vocĂȘ realmente me veja como sou. E mesmo assim me ame. Espero que vocĂȘ seja livre. VocĂȘ nĂŁo me pertence, eu nĂŁo te pertenço. Estamos juntos para trocar, amar, cuidar, crescer e aprender. VocĂȘ Ă© do mundo. E se algum dia tiver que partir nĂŁo vou te prender. Mas vou seguir te amando. Espero que eu me encontre. Sei que muitas vezes a vida faz com que a gente se perca, se deixe, esqueça do que Ă© importante. Espero que eu mantenha a calma. O dia a dia e as adversidades fazem com que nem sempre eu lembre de respirar e relaxar os ombros. Espero que eu me perdoe. Quem jĂĄ nĂŁo fez burrada neste vida? Quem nĂŁo tem arrependimentos? Espero que eu cresça. Ser criança Ă© bom e seguro, mas seguir em frente Ă© preciso e um grande aprendizado. Espero que eu nĂŁo perca a minha fĂ©. Muitas vezes a gente duvida, se desespera, desacredita. Espero que eu tenha sempre força. Sei que nada Ă© mais pesado e doloroso do que podemos carregar. Espero que eu me ame. Pode soar papo-pra-boi-dormir, mas antes de poder demonstrar amor por outra pessoa Ă© preciso sentir amor por tudo que vocĂȘ Ă©.
Clarissa CorrĂȘa.   (via inverbos)

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Mas eu te amo. Ainda, com toda a nossa histĂłria torta e cheia de falhas. Eu te amo com seus erros. Eu te amo com nossos gritos, nossas brigas, nossas conclusĂ”es precipitadas de que nĂŁo daria certo. Eu te amo ainda que a gente tenha desistido todas as vezes que tentamos, antes atĂ© de ter tentado de verdade. Eu te amo mesmo que vocĂȘ tenha me magoado, porque sei que tenho minha responsabilidade em cada uma das minhas decepçÔes. Eu te amo quase sem expectativas. Porque meu amor deu de goleada no orgulho, mandou o rancor para bem longe e apagou qualquer resquĂcio de vontade de me vingar. E, por tudo isso, hoje, eu decidi que te amo tambĂ©m com meu perdĂŁo. Porque eu te amo. Ainda.
Depois dos Quinze.   (via renunciador)
O tempo nĂŁo para e a gente ainda passa correndo âŠ
Cazuza. (via sacies)