Ella Bright via instagram
Not today Justin
h

Discoholic 🪩

★
🩵 avery cochrane 🩵

❣ Chile in a Photography ❣

if i look back, i am lost
One Nice Bug Per Day

oozey mess
d e v o n
trying on a metaphor
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ


Jar Jar Binks Fan Club
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH
Jules of Nature

izzy's playlists!
$LAYYYTER
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year

seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from Italy
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from Malaysia
@probablydelilah
Ella Bright via instagram

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Ella Bright - 250x400px avatars
by mars
DO NOT remove credits, please! / NÃO remova os créditos!
like or reblog if you use / curta ou reblogue caso você usar
. It's Hagan and Delilah
Nem precisava acompanhar a linha daquela costa para lembrar de algo que fizeram juntos. Duas crianças fantasmas, brilhando nos contornos, em diversos estágios de comprometimento ao caos. Um apontando adiante, outro puxando de volta, um grito pelo susto e aquele, seu preferido, de atrair o dragão para que Delilah pudesse encostar no focinho. Um pedacinho de Berk era capaz disso, imagina por inteiro? Criando e misturando e entrelaçando casa com outros sentidos. Ampliando tão facilmente quanto tinha permitido aquela garota estranha em sua vida. E agora, igual e diferente,
O reflexo do sol na água salgada fazia maravilhas aos olhos perdidos de Hagan. Água e maresia criando ilusões encantadas, de contornos brilhantes, onde duas crianças dividiam a costa em milhões de pequenos fragmentos. Corriam pela areia, confabulavam com as cabeças próximas, brigavam por coisas bobas, cruzavam os braços emburradas, arremessavam pedrinhas e apontavam adiante. O menino chamando um dragão para perto e ajudando a menina a encostar no focinho. A menina falando e falando sobre tudo e nada enquanto o menino observa sorrindo, torcendo para não acabar.
Era engraçado e ver ali, anos depois, no mesmo lugar e tudo parecer absurdamente diferente. A mesma menina, agora mulher, com a cabeça contra si e os lábios cheios de saudade dela. De sentir aquele calor dentro do peito por algo diferente de orgulho, de companheirismo, de... Ainda era, mas era mais... Algo que a garganta travava logo antes de conseguir colocar para fora. "Nós erámos uns pestinhas, hein?" Era mais fácil seguir por aquele caminho. Rever aquelas memórias com a ótica de que talvez tenha sido diferente... De que sempre esteve lá, esse sentimento, mas tinha problema demais para enxergar direito. A bruta diferença com a família, o legado que seguiria, a academia, a mudança. Quando ouvia a mãe reclamando da 'puberdade' nos casos de Hella, ele entendia o porquê.
Hagan baixou a cabeça e encarou a faixa de areia entre as pernas, seus braços apoiando nos joelhos. Aquela parte não doía. Esconder um sentimento não cutucava a ferida aberta, nem esfregava sal. Ainda precisaria de tempo para colocar na cabeça que culpa era um termo que não se aplicava ali... Mas, o que quer que tenha começado a entender, meio que caiu por terra numa única frase. O primeiro cara que eu amei na vida. Tudo mais caindo algumas oitavas e ficando como voz de fundo. Sim, acompanhava e entendia o que era dito. Se perguntasse, saberia dizer. Mas aquela frase voltava. E voltava. E brilhava. E enrolava. E aumentava aquela sensação de sufoco no peito, do bolo tomando proporções de trem e meteoro. Por que não conseguia dizer? Não seria obrigação, nem necessidade de retribuir para não ficar estranho. Tão fácil, tão mais fácil espremer os lábios numa fina linha e se deixar conduzir pelos dedos em seu rosto.
Não tinha muita certeza do que refletiria nos próprios, mas o que viu no dela foi pior do que aquela confissão mais- Espera, isso não tinha sido uma hora atrás?? "Você está sendo uma maníaca, 'Lilah. Não por controle, mas uma maníaca igual. Eu ia perguntar se você está se ouvindo, mas, dizendo em voz alta, nada mais é do que você e seu poder manifestando." O passado, presente e futuro; o talvez, a incerteza e a segurança. E a culpa, tanta culpa, por tê-los colocados naquele ponto de confiança. Porque... Porque, nesse momento em que tudo estava sensível demais, Hagan ainda... Não encontrava palavras para descrever. Ou melhor, Delilah tinha dito a exata: mártir. As sobrancelhas franziram de leve, os lábios entortaram levemente e ele sentiu as pontadas nos olhos, aquele salgado de olhos marejados. "Eu acabei de te colocar do lado da minha casa, Lilah. Você acha mesmo que vai me perder de vista? De que eu tenho planos diferentes de arrastar para todo o canto? Melhores amigos e mais, para os dois. Estarei aqui tanto quanto você estará por mim, e mais. E tanto mais." Abaixou a cabeça para um beijo na testa feminina.
"Vamos voltar. Acho que vão precisar de nossa ajuda para finalizar a mudança."
— E você está sendo um mártir e está querendo carregar o peso de tudo que aconteceu nas costas. E você não vai carregar esse peso todo sozinho, eu não vou deixar, grumbles — ela retrucou afagando as bochechas do outro com carinho. Um sorriso fácil aparecendo em seu rosto. Afastou-se só para pegar o próprio marshmallow quase queimado e roubar o que estava nas mãos de Hagan metendo os dois na boca de uma vez para fazer uma cara engraçada, para tentar arrancar um sorriso do outro, ou, pelo menos, um de si. Ela tinha falado para ele que os dois juntos iria ser difícil, mas isso não queria dizer que ele iria carregar aquele peso todo sozinho.
— Sim, você me botou perto de você, junto com a minha família inteira. E você sabe que os Hopps, por natureza, são inquietos, então, por mais que eu goste dessa costa inteira, pelo coelho, lembra quando eu quase quebrei o pescoço tentando te imitar e dar um salto mortal daquela pedra? Esse não é meu ponto, meu ponto é, eu não dou uma semana para minha família descobrir sobre esse lugar e a sua pode respeitar privacidade, mas a minha? A minha... Vai por mim, minha mãe só deixou a gente sozinho por pura bondade, mas você acha que, pelo menos, Bella e Charlie já não sabem que a gente ficou com a casa inteira por duas horas e uma toalha para nós dois? Eu levemente quero fugir delas, porque se elas perceberem que não estou conseguindo andar direito porque certo alguém, além de saber fazer sexo oral direito, sabe obedecer ordens de alguém com tesão as alturas, (a) você não vai me ver por um dia inteiro porque eu vou estar sendo interrogada de todo santo detalhe sórdido possível e (b) as piadas com você vão alcançar outro patamar e eu não estou com paciência pra isso — ela se levantou e começou a andar, ou, quer dizer, quase mancar de um lado para o outro. Entrou em uma linha raciocínio que poderia tirá-los do peso de quer que lidar com as expectativas e sentimentos de outras pessoas em cima deles e, talvez, se concentrar só neles, pelo menos uma vez. Estava querendo ser egoísta, pelo menos um pouco.
— E outra, Ophelia Hopps e Rudy Jorgenson como vizinhos e ambos tendo os seus exércitos de fofoqueiros à disposição? É capaz deles ultrapassarem a minha habilidade saberem de coisas entre a gente antes mesmo de nós dois — Delilah virou para ele e cruzou os braços, quis mandar uma expressão séria para o seu rosto, mas a verdade era que estava prestes a rir do seu teatro inteiro. — Quer dizer que eu estou sendo maníaca? Eis a maníaca aqui. Quer ajudar com a mudança? Você se levante, vire de costas pra mim e se abaixe para me carregar, porque minhas pernas ainda estão dormentes, senhor "Eu causo orgasmos como se estivesse numa competição" e a gente vai procurar um lugar para ser o upgrade desse, onde podemos ficar em paz, tanto das nossas famílias, quanto de pesos do mundo exterior. Essa costa, agora ela pode ser lar de outras memórias. Minha mãe vai inventar um jantar em algum momento, só espera. E pode ser aqui, porque a culminação das nossas lembranças de criança. Agora nosso, só nosso, precisa em ser algum lugar que ninguém mais saiba além de você e mim. — ela olhou diretamente para ele e deixou um sorriso travesso aparecer em seu rosto, mesmo que estivesse tentando fazer uma pose de sabe-tudo e falhando miseravelmente. A verdade era que queria só ter seu melhor amigo de volta para si, e aproveitar agora que eram mais. Queria um canto em que tinham certeza que teriam paz. E queria ter pelo menos uma prévia do que seria a parte boa da sua vida dali pra frente (ela tinha tido um pouco, mas não é só de sexo que vive um relacionamento, não era? Não sabia dizer ao certo, mas estava disposta a descobrir e esse era o seu convite). — E, enquanto isso, você vai me mostrar o que você já quis me mostrar de Berk, mas não pôde. E o que eu devo me preocupar caso minha família acabe encontrando, ou onde é seguro para um bando de coelhos inquietos, porque agora vocês terão onze a mais de mim aqui, e eu quero ver vocês tentando controlar o caos de algo que a Rainha Vermelha não conseguiu quando era só um, imagina agora que são doze, então vocês vão precisar da ajuda da minha habilidade. Então, vai lá, levanta — ela seu uma risada nervosa.
Acabou levantando a mão mostrando o anel anulador, mostrando que não estava manipulando nenhuma probabilidade ali — Eu estou com esse anel idiota, então me diz se pelo menos meu discurso serviu de alguma coisa, porque você com essa cara de "eu mataria meio mundo agora" é sexy, sim, super, mas não é o ideal para agora, talvez mais tarde. Estou tentando ir pro lado "Yay, Deligan está junto de novo para causar o caos" — suas bochechas ficaram vermelhas quando ela percebeu que deixou mais um detalhes que ele provavelmente não sabia. — Sabe as fãs do seu time e do time do meu irmão de Magibol? Como é o nome delas mesmo, Excali-babes? The Court? Eu já escutei tantos nomes. Bem, algumas viraram minhas amigas de verdade, juro. Elas chamavam a gente assim quando eu inventava algo maluco para levar pros jogos e você entrava na loucura de primeira, enquanto meu irmão ficava olhando de longe nos julgando. Bem, "Deligan aprontou de novo". Tinham outras coisas também... que irritavam a... você sabe... eu não acho que ela gostava das Excali-Babes, mas elas gostam de mim (ou gostavam, eu não vou a um jogo tem algum tempo), é porque eu fiz light sticks no formato de excalibur pra elas. Tem umas coisas que elas fizeram da gente... Fan arts e umas historinhas... depois eu te mostro, eu não sei se você vai rir ou ficar horrorizado.
. It's Hagan and Delilah
"Te deixar com o celular não seria o básico? Muitas pessoas podem estar desejando parabéns por lá, já que não puderam participar da festa." Falou mais por falar do que obter uma resposta para o problema. No fim, acabou sendo o melhor. Redirecionou o surto de nervosismo de Hagan para as novas atividades, deu tempo para dar um tapa no visual e chegou na hora perfeita para pegá-la livre (isso parecia mais influencia dela do que sorte dele, só dizendo). "O presente do seu irmão é incrível e eu não vou dizer o que é para não correr o risco de descobrir antes de abrir o pacote. Lia teve a ideia de colocar uma coisinha para que vocês dois não consigam prever e deixar tudo, nas palavras dela, mais mágico." Assim como ele sentia ali, acompanhando Delilah com o olhar brilhante por cima do ombro. A cada página passada e presente aberto, ele e via querendo pegar e acrescentar. Mais um detalhe que tinha passado, mais uma frase engraçadinha. Usaria aqueles minutinhos antes de sair para o treino, Delilah ainda dormindo na cama, para colocar esses últimos pontos.
Hagan suspirou em resignação. O que mais poderia fazer? Se Hella estava envolvida, era melhor deixar tudo acontecer com o mínimo de interferência possível. E... Acompanhando tudo como espectador semi envolvido, tal decisão se provou absurdamente correta. "Isso não é yearning! É completamente o sentimento. É amor estabelecido." A defesa foi além e não foi percebida. Aquele pequeno desespero de afastar dela ganhando o poder da eloquência e o fazendo ir atrás, puxá-la para mais um beijo com o sussurro de boa sorte no mesmo fôlego perdido. "Agora sim, yearning." O desejo, a saudade, emplastrado na expressão do enorme viking afastando com passos para traz.
Veja bem... Hagan Hofferson estava mortificado.
Sim, nível de jogar uma bomba de fumaça e desaparecer na neblina. Transformar o corpo em água e derreter, ou em gás e subir. Não que ele não gostasse de demonstrações públicas, inferno, ele era capitão do time de magibol e era muito bom nisso. Mas... Conforme a letra foi fazendo sentido, cada partezinha do corpo virou gelo e pedra e vidro quebradiço. Metaforicamente falando, claro; seu físico de carne e osso manteve firme. Por Merlin, o que estava acontecendo? E conforme aquele sentimento crescia e expandia, a comichão subindo pelo pescoço com a inevitável avalanche de olhares quando associaram de quem ela cantava, Hagan só pode ajustar a postura, colocar as mãos em concha ao redor da boca e gritar um belo de um incentivo. Não sabia a letra para acompanhar, mas batia palma conforme Lia mostrava, balançava os braços ao ritmo mais ou menos aprendido e sorria... Porque o conforto dela no palco, a animação de cantar daquele jeito, valia a pena o estado em que se encontrava.
E isso porque nem tinha subido no palco para a vez dele de cantar.
Hagan fez questão de ser o que aplaudia mais alto e, não muito orgulhoso desse momento, colocou os dois dedos na boca e assobiou sonoramente. Ruffrunner até levantou a cabeça, não entendendo o chamado do lugar confortável no telhado de casa. E colocou todos os anos de doutrinamento das irmãs para abaixar a cabeça e escutar cada uma das ameaças da outra Hopps. Não faça gracinhas. Todo ultimato é sério, Hagan! "Bom, ainda bem que meu plano é aumentar para 4H. Por quem eu preciso passar primeiro para conseguir? Você, Ezequiel ou seus pais? Posso reservar o centro de eventos de Berk e fazer um grande reunião também, estou aberto à opções." Das ameaças? Hagan sentia o rosto abrindo e os lábios, entortando. Um sorriso tão grande que refletia tudo, em tudo, para todos. O coração transbordando de tal jeito que era... Era meio absurdo demorar tanto tempo para aquela promessa bem aninhada no bolso. Porque aquele nível de proteção, de agressividade acumulada no minúsculo corpinho, significava que estava aceito. Ninguém fica tanto no pé de algo que não quer que dê certo. Mesmo assim, ele colocou a mão sobre o peito - a outra já em Delilah inconscientemente. "Eu prometo, Bella. E se eu fizer qualquer coisa dessas, por favor, me divida em pedaços e espalhe por todo o Reino em lembrete e aviso." Com um aceno de cabeça solene, ele finalizou.
"Eu estou estupefato, embasbacado. Desde a- O que foi isso? Assim, eu tenho um repertório em primeira mão de quão deliciosa é sua voz quando faço certos movimentos. De que meu nome nos seus lábios é o canto dos anjos. E quando você descreve o que eu preciso fazer daquele jeito é... Mas cantar desse jeito? Lilah, o que você viu em mim para me escolher????" A brincadeira tinha olhos arregalados e expressão igualmente surpresa. Isso com um braço enlaçando-a pela cintura e trazendo-a para perto, erguendo do chão e colocando os pés por baixo. Uns centímetros a mais para beijá-la com conforto. Longa e lentamente. "Agora, se é sobre sua irmã, não posso dizer que não estava esperando. Veio um pouco tarde, inclusive." Porém, mais do que isso, ficaria para a próxima. Hagan queria deixar aquela doideira de lado e continuar ali, mas tinha concordado em participar do karaokê. Você não vai numa festa de cantoria e não cantar! E tinha o favor de Jormungand para pagar. Um favor em troca de dividir a obrigação e suavizar a pressão indireta exercida pelo pai. "Chegou a minha vez de falar Que diabos aconteceu em... 5 minutos. Tente não ser tão fã quanto eu fui com você, ok? Eu preciso ser o mais mais."
Porque a música já fazia uma coloração rosada subir pelo pescoço e salpicar as bochechas em sardas estreladas. Ainda mais quando a parte fácil ficava com o primo e Hagan... A mais rápida e sugestiva desse tal Jason Derulo em Spicy Margarita.
No fim, arfando depois de passos muito elaborados e twists vocais inesperados, dava para ver que era aluno da Academia de Dança Jorgenson.
Então foi isso que ele sentiu, pensou sentindo não só as bochechas como o corpo inteiro assumir um calor que a fez querer se enfiar em um buraco no chão. Pelo menos a música dela não era, bem, sexy daquele jeito. Aquilo era uma vingança, ou era um show particular para ela? Não sabia exatamente o que pensar.
Em algum momento, uma margarita apareceu em sua mão. Provavelmente produto de algum irmão dela que não a deixaria esquecer aquele momento enquanto estivesse viva. E que história era essa de 4H? Hagan... ele queria passar pelos Hopps. Ter algo sério com ela. E fazia esse tipo de coisa na sua frente.
Charybdis a puxou para a frente do palco e ela se dançando como uma fã maluca. Gritando, mordendo o lábio inferior quando pensamentos impróprios para o público percorreram sua cabeça. Afastou-se da pequena multidão o chamando com o dedo para que tivesse pelo menos alguns segundos para si. — You know I'm blowing you anyway, right? You don't have to try so fucking hard — roubou um selar, mordendo o lábio inferior do outro antes de separarem de verdade. — Você sabe que tudo que eu queria pro meu aniversário era só eu e você, talvez em um dos lugares que só a gente conhece por aqui, e doces, mas, o que eu fiz pra você me escolher, 4H?
Os beijos eram fáceis. A presença dupla era fácil. As mãos descansando bem no limite da sua cintura, os calos fazendo pequenos choque elétricos percorrerem seu corpo. Aquilo era fácil.
Fácil demais. Eles... ela tinha se descuidado.
A explosão foi como se seu corpo inteiro tivesse se quebrado em pedacinhos. Seus olhos automaticamente se encontraram com os de duas pessoas: seu irmão e Soluço. Ezekiel parou a música e um silêncio se instalou entre todos os presentes.
Delilah se sentiu perder o controle de seus movimentos. A probabilidade a guiando até o resultado em que isso não se tornasse uma catástrofe. Wonderland era seu lar, mas Berk também era; e ela sentia que o lugar inteiro estava em perigo. Seu irmão a encontrou na frente de Soluço, o brilho arroxeado e a fazendo voltar ao presente, ao agora. Eles precisavam de informações.
— É um ataque em pequena ou larga escala? — os gêmeos perguntaram ao mesmo tempo para Soluço. A confiança da família Hopps nos Hofferson sendo testada naquele exato momento. Os dois estavam se oferecendo como armas naquele momento.
— Larga. São Caçadores de Dragões — Soluço e, talvez, Scylla provavelmente eram as únicas pessoas que entendiam a repercussão de dar esse tipo informação para os gêmeos. Uma dessas pessoas havia visto o que, exatamente, os gêmeos conseguiam fazer juntos. Eles conseguiam ver a árvore de decisões de possibilidades que aquela primeira explosão havia desencadeado. Talvez, só talvez, era o suficiente para assustar até mesmo o grande Soluço.
Ezekiel jogou o outro relógio de pulso que ele sempre guardava junto se si como um segredo na direção da irmã que o pegou sem nem mesmo olhar na direção. Não houve um segundo de hesitação para girar o botão do relógio e, então, exibir para todos alí, como eles viam as linhas da probabilidade. Talvez os mais inclinados a magia, ou física poderiam começar a entender aquilo, mas era algo natural somente aos gêmeos Hopps. Eles raramente exibiam como conseguiam fazer suas habilidades ressoar entre si, porque isso os faria ainda mais desejáveis para aqueles que queriam usá-los sem a sua permissão.
— Entre sete e dez, no total.
— O comando está atrás, em um navio bem protegido.
— Eles tem arpões, muitos arpões. E estão fortificados, o que pode ser uma fraqueza.
— Canhões, mirando em pontos importantes da cidade.
— Isso deixaria...
— Eu cuido disso, e dos que vierem nos barcos em direção à terra. A fraqueza deles é a própria artilharia, os Jorgenson como base...
— Delilah...— Ezekiel pareceu desesperado, seus olhos se centrando agora na irmã e não as linhas mágicas a sua frente.
— it will work — ela respondeu completamente séria — Papai e Alastair ficam com os portais. Alguns precisam ir com eles. Charlie e Bella são mais do que o suficiente para a minha proteção. Chary pode ir para tirar o peso. E quem mais não puder ir pra linha de frente vai está lá.
— Mesmo assim, isso pode...
— Você está vendo o mesmo que eu, sabe que as chances ditam para ser assim. A gente não tem tempo para discutir isso, ou a janela vai desaparecer — ela entregou o relógio par ao irmão e ficou na ponta dos pés para lhe dar um beijo na testa — Você vai com ele, por favor e tenha cuidado, por vocês dois — o pedido era dolorido. Quase como uma suplica que ia além do que era dito.
Delilah se virou na direção de Soluço. Uma lágrima solitária apareceu em seu rosto, mas ela rapidamente a enxugou. Não poderia ficar com medo naquele momento. Ela sabia que poderia ajudar todos em Berk naquele momento. Ela sabia que podia conseguir.
— Eis o plano: usem a artilharia deles contra eles. Jorgensons, vocês são os melhores para um ataque aquático e aéreo ao mesmo tempo. Eu vou precisar de pelo menos um mender comigo, então pode ser a Chary? Tio Rudy tem mais experiência em campo de batalha e ela tem mais experiência cuidando de ferimentos mais complexos. Talvez Hella possa ir com eles? Do jeito que tem maior probabilidade de mínimo dano a Berk é que todos os navios sejam forçados a ficarem em um espaço pequeno demais, então destruam o que tiverem que destruir para fazer isso. Com isso, eles não terão espaço para usar os arpões direitos, e os canhões será o menor problema de todo mundo — seus olhos foram para as suas mãos. Seus olhos brilhando em um tom de roxo intenso. Uma explosão ecoou logo a sua frente, estavam se aproximando — Alastair, pai, vocês conseguem abrir portais por Berk que deem no centro de eventos? — virou minimamente para conseguir ver as respostas do irmão e do pai. — Abram um daqui, e outros em lugares com mais idosos, crianças e quem mais não puder lutar. Todos ficarão seguros no prédio do centro. Soluço, se você puder colocar algum guarda-costas para eles? E instrua os outros dragon riders que se encontrarem feridos ou refugiados, que mandem pra lá. Eles vão ser capazes de achar o lugar se tiverem esse propósito — Soluço finalmente entendeu o que ela queria dizer e seus olhos aumentaram em preocupação, mas Delilah tocou em seu braço em um sinal que sabia os riscos e sabia como lidaria com eles, e outra explosão apareceu. Ela se virou para os outros irmãos. — Charlie, Bella, vocês vão ficar comigo. Os outros, pelo amor do Coelho, fiquem próximo da mamãe à todo custo — de novo. O pedido era doloroso, mas ela se recuperou rapidamente.
E foi diretamente para a pessoa que menos ficaria feliz com aquele plano, Hagan. Uniu suas mãos juntas, entrelaçando seus dedos. — Lembra o que eu fiz com a minha casa? Eu consigo fazer isso com o centro de eventos. Eu juro que eu consigo. Agora eu preciso de uma condição final, e é ai que você entra — Ela segurou de leve em seu rosto. — Tem um navio com uma bandeira vermelha. É o que vai tá mais fortificado, mas com menos armas. É o navio dos comandantes. São três, eu não sei quem são, mas eu sei que são três. Eu preciso que você pegue os três e os estregue para a sua mãe vivos. Ruffrunner e vocês são rápidos, vocês conseguem entrar e sair do campo de batalha. E o Ezekiel vai com você para ajudar — fechou seus olhos, forçando-se a respirar fundo para se acalmar. — Se você fizer isso, esse pesadelo inteiro vai acabar. O pesadelo inteiro — ela não queria falar em voz alta o que estava desconfiando, que um ataque naquela escala só poderia ser feito com informação de alguém que havia estado em Berk várias vezes. De alguém que havia conhecido alguém... como Hagan. Era a culminação de todas as dores dos dois. — Por favor, faça isso, por mim — pediu com pequenas lágrimas se formando em seus olhos. Lá no fundo, ela sabia que aquela poderia ser a última vez que iria vê-lo. Havia uma possibilidade, pequena, que ela estivesse pedindo para deixá-la morrer por ele. Mas não, não, iria funcionar, ela sabia que o seu plano iria funcionar, tinha que funcionar. — Assim que tudo acabar. No mesmo instante, vá me encontrar no centro de eventos. Por favor, Hagan, pra isso tudo funcionar, eu preciso que você faça isso — roubou um selar rápido antes de se virar para Soluço esperando uma resposta para o seu plano, que veio com um assentir rápido e o chefe de Berk dando ordens para os seus dragon riders.
Alastair abriu o primeiro portal, por onde vários convidados da festa passaram rapidamente, sendo guiados pelo outros irmãos Hopps e os que foram deixados como guarda-costas. Delilah sentiu seu braço direito sendo segurado por Chary, o outro por Bella e Charlie tocando em seus ombros, mas ela se virou segundos antes de entrar no portal, olhando diretamente para um Hagan que não tirava os olhos dela e o seu irmão se aproximando dele e disse as palavras "Eu te amo", sem fazer som algum.
Ezekiel deu um empurrão em Hagan na direção de Ruffrunner. — Tantos caminhos, e ela... — outro empurrão. — A gente não tem tempo a perder, 4H. Quer ganhar o sobrenome? Faça exatamente o que minha irmã falou o mais rápido o possível para acabar com isso logo... A vida de... um monte de gente depende disso.
. It's Hagan and Delilah
Hagan se demorou no afastamento. Os dedos de Delilah em seu resto servindo de âncora, prologando o efeito do calor ao tê-la tão próxima de si. Tão alto e a cabeça baixa, um ponto antes de ceder, respirando tão fundo que o ar todo era insuficiente. Parecia insuficiente. O beijo na bochecha mudou o rosto, que o acompanhou de leve em inclinação, mas o aceno de despedida o colocou em movimento.
A bagunça do quarto de Delilah foi trocada pelo resto da casa. Hagan juntando forças com a mãe no resto das coisas. Identificando pontos favoráveis e críticos para o feitiço de Scylla. Soluço fez a ligação e estremeceu com o que ouviu do outro lado, um arrepio de corpo inteiro. O filho do meio ergueu a sobrancelha, curioso, mas o dar de ombros de Astrid ao ligar a torneira já matava a charada. A água era extensão da visão da bruxa.
Mais trabalho. Mais dedicação. Mais tempo conquistado para livrar dos pensamentos que o alcançava impiedosamente. Talvez só precisasse dormir. O portal crescendo na parede agora vazia, aumentando o diâmetro até o limite. Uma longa noite de sono para um canva limpo. Talvez precisasse treinar. Chamar os caras com uma mensagem e tirar sangue de si, transformar em todos os elementos existentes do mundo e desaparecer em névoa e fumaça. Talvez só precisasse sair. E aquela última fixou de tal jeito que nem enxergava mais.
Depois de muita viagem e transferência, e um Ruffrunner irritado (não queria passar no portal, jogou tudo aos pés dele e saiu voando cuspindo fogo), Hagan tomou Delilah pela mão e atravessou o brilho opalescente.
Uma única sacola estava pendurada no ombro. Grande, macia, essencial para a sobrevivência. A notícia dos novos habitantes tinha percorrido todos os ouvidos e mais um pouco, e seguindo o efeito de que nenhum pio escapava para fora da linha territorial. Banguela circulava o ar por cima do núcleo familiar, suas irmãs apareciam nas janelas da casa que ganhava vida. Lia chegou a acenar e se precipitar para ir, mas Hella a segurou pelo braço e deu o sinal. Alguns minutos de paz antes da fogueira do fim de tarde.
Hagan a guiou pelos caminhos conhecidos. Saudade e nostalgia apertando o peito de um jeito que... Que transferiu nas mãos unidas. O Hofferson segurou com mais força, trouxe para mais perto - quase a colocou no braço. O caminho passou por árvores e abriu numa clareira, Ruffrunner já tendo feito o trabalho de acender a fogueira e juntar uma pilha duvidosa de galhos finos. "Você lembra quando descobrimos esse lugar pela primeira vez? Tinha bem menos árvores, mais mato enorme. A gente foi até a beira do mar, encheu de pedra e uns galhos, e viu como não era assim tão fácil criar uma fagulha com duas pedras aleatórias?" Aquele pedacinho estava distante, mas visível. Uma faixinha de areia com um círculo de pedras, ocultado por um barco quebrado, deixado ali de propósito por Hagan. "E quando, uns anos depois, encontramos aquele barco, eu virei de cabeça para baixo e fiquei te fuzilando? Porque não é possível que não iam perceber nós dois escondidos embaixo? E eu fui tão teimoso que, além de você estar certa, me demorei e quase morremos afogado embaixo desse troço?"
As memórias iam e vinham e eram ditas em voz altas. Seu olhar focado no encaixar dos marshmallows nas pontas afiadas. Mãos cheias de calo e delicadeza doce, joelhos na areia que grudava na calça curta demais. "Posso estar perdido, mas não estou confuso, 'Lilah. Meu medo é pelo que vem aí, não o que temos. Não a probabilidade que virou certeza entre nós. Não veja como-." Seus olhos ergueram e estavam torturados, ansiosos. "Eu sei que nunca vai passar pela sua cabeça de que estou tudo menos comprometido. Já deve ver todas as probabilidades do enorme coala que serei daqui pra frente. É mais para minha paz de espírito. Depois que deixamos de ser amigos, eu mudei em algumas coisas e não é tão fácil falar. Mas... Você entendeu, não?"
Existia uma parte dela que alcançava uma certa paz quando em Berk. Uma segunda casa, talvez. Primeiro veio a amizade com os filhos da família no poder, algo natural e simples; e depois a tutelagem com Soluço que havia lhe prometido uma proteção que toda e qualquer outra possibilidade parecia incapaz de lhe prover. Os poderes dela e do irmão faziam com que eles fossem visto como armas; a possibilidade de ter alguém que pode controlar o futuro como um aliado é algo que atiça a cobiça de qualquer um. Bem, menos das pessoas em Berk, eles a viam como uma pessoa, uma garota só tentando conseguir alguma paz. E talvez, com Hagan segurando sua mão e a guiando pela trilha que ela tinha quase tatuada em sua alma, também lhe vissem como uma companheira.
Delilah segurou o braço de Hagan quase como se precisasse estar conectada a ele de alguma forma para acreditar no que estava acontecendo. — "A gente", uma vírgula, você — ela riu baixinho — Eu disse que o melhor jeito era voltar pelo caminho e procurar pedras e galhos secos, mas você disse que entendia mais de fogo do que eu e que iria estragar o momento, ai eu acabei tendo que tentar ajudar eventualmente, mesmo que tudo que a gente precisasse era um isqueiro — ficar relembrando do passado fez o brilho de lágrimas aparecerem em seu rosto, era tanta história num canto só. Delilah tinha feito a casa na árvore perto da toca como uma base secreta para todos os seus irmãos (por mais que muitos nem pisassem lá, já que coelhos não agem muito bem com altura), agora aquele lugar, aquele lugar era só dos dois. — Claro, quando você esqueceu do pequeno detalhe: que eu não sabia nadar — ela apontou para a água logo à frente dos dois. — Você me ensinou à nadar aqui também. Senhor "Está tudo bem, Lilah, tem alguns dragões selvagens na água, mas eles são inofensivos" Hofferson. Tem ideia do quão louco é falar isso para alguém que não é de Berk? — imitou a voz antiga dele, a falha que fazia ter um sorriso fácil por achá-la adorável e engraçada ao mesmo tempo.
Antes, não teria força o suficiente para mover o barco marcando o lugar secreto, mas os calos de Hagan eram correspondidos pelas pequenas cicatrizes de queimaduras e calos em suas mãos. Uma das primeiras coisas que aprendeu a fazer foram machados para Dragon Rider, então conseguiu levantar a parte da frente do barco, encontrando o círculo de pedras do jeito exato que tinha deixado. Um suspiro de alívio escapou entre seus lábios antes que conseguisse controlar. Então queria dizer que o segredo daquele lugar estava completamente seguro. Sentou-se do seu lado, cruzando as pernas embaixo de si e descansando os cotovelos sobre os joelhos para observá-lo. — Eu também mudei, Hagan — seu olhar, no entanto foi para as chamas a sua frente. — Sendo bem sincera, você conhecia uma versão de mim, mas não me conhecia por completo. Esconder um sentimento forte como esse, quer dizer que eu estava escondendo uma parte de mim. Além disso, eu nem faço ideia como eu vou ser no meio disso. Não tenho nada para comparar. Você é o primeiro cara que eu amei na vida e, bem, qualquer coisa que chegava perto de se assemelhar foi tão transicional quanto uma conversa, não foi nada demais. E se eu acabar sendo ruim nisso? De compromisso? — apontou para ele e para ela — Tem muita coisa que eu não sei desde o momento que você resolveu apareceu na porta da minha casa com flores. O que me deixa apavorada, mas ... eu não quero congelar de novo, não com isso, não com a gente — mordeu o lábio inferior e tirou o anel anelador da bolsa e o pôs no polegar, precisava estar no presente e não no futuro — O que eu acho que a gente pode fazer é fazer uma coisa de cada vez. Eu não sabia que você era tão fácil de provocar e, de alguma forma, você não sabia que eu tinha um parafusos faltando, mesmo eu sendo de Nova Wonderland e é quase um requerimento para conseguir a cidadania — moveu o corpo levemente para que se aproximasse do outro o suficiente para por a cabeça sobre seu ombro.
Deixou que um silêncio confortável se instaurasse entre os dois. Só com o barulho da fogueira acesa e a caixinha de música tocando a melodia de alguma música que não prestava atenção. — A gente deveria estabelecer regras — suas bochechas ficaram vermelhas considerando o que falava poderia ser encarado de uma forma muito ruim. — Ou, pelo menos, uma básica — ela segurou o queixo do outro com o indicador e o virou para ela. Seus olhos se perdendo nos azuis elétricos que a olhavam de volta. — You and me, that's it. For the good, the bad, and the ugly. Não importa o que aconteça, a gente vai ser melhores amigos primeiro. O que está acontecendo agora evoluindo para sabe-se lá o que, ou acabando. Você vai olhar na minha cara e dizer se eu estou sendo uma maníaca por controle e eu vou olhar na sua cara e dizer você estar querendo dar uma de mártir, e tudo que vier no meio. Descobrir coisas sobre o outro é parte disso. Isso é novo, mas a gente sabe como ser melhores amigos, nós fomos por anos. Essa vai ser a base, o que vier além... vai adicionar a isso — deixou suas testas encostarem. — Só me promete que não vai sair da minha vida, por favor. E eu prometo que vou estar aqui, pra quando você precisar e querer que eu esteja, não importa da forma que for.

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
. It's Hagan and Delilah
Esperar pelo momento certo é a pior decisão que alguém poderia escolher. E Hagan sentia isso na pele.
A caixinha de veludo roxo ria da cara dele no canto da mesa. O espelho emprestado de Lia ao lado, refletindo a própria imagem enquanto ajeitava os cabelos. Muito tempo tinha passado nessa busca de oportunidades. Tempo demais, como diria Lia com suavidade ao visitá-lo no quarto. Burro demais, delicadamente lembrado por Hella ao puxar sua trança de propósito. Contudo, provocando ou incitando, as duas não o julgava pela demora. Não quando o alívio de vê-lo livre das garras da princesinha era motivo de festas diárias. De ver ao vivo, todo o santo dia, a felicidade do irmão do meio aumentar.
Hagan passou os dedos nas tatuagens temporárias no couro cabeludo. Desenhos relacionados à sua linhagem, ao dragão que o escolhera, seu compromisso com Berk. E, principalmente, de detentor do segredo principal e cargo igualmente importante: protetor do ninho. Rylina brincava sobre parecer muito com Harry Potter e o feitiço Fidelius. "Você é o Fiel do Segredo, Hagan. Não seja um Pettigrew!". O cabelo raspado tinha o meio entrelaçado, ouro pálido e couro, tão comprido que os pequeno tufo fazia cócegas na base do pescoço. "O problema nunca foi esse, Hagan Hofferson." Ralhou para a imagem refletida. O dedo indicador cutucando-o bem no meio da testa fria e dura. "Você já sabe, você só precisa falar." Falar. Dizer o que sente. Repetir o que ouve toda a hora e responde roubando-lhe o ar, apertando-a contra si, sorrindo de orelha a orelha e murmurando nadas. Já estava ficando ridículo!
"Já estou indo!" Gritou para o corredor se apressando para pegar todos os presentes e não derrubar tudo no processo. Parecia que tinha crescido mais depois de concluir o treinamento viking. Hagan se juntou aos Hofferson na entrada da casa e chegaram juntos na mais caótica festa de aniversário.
"Finalmente! Passei a tarde inteira achando que foi abduzida." A brincadeira emendou com uma risada sincera ao comprovar que, de fato, seu pai estava preso numa chave de braço de Melequento. E, nenhuma surpresa, parecia estar no lugar que queria estar. Sua mãe, por outro lado, encontrava Scylla entre os convidados e escolhia se esconder com a bruxa. "É bom que seja sem julgamentos mesmo porque a minha música é três depois da deles. Tio Rudy me mostrou na última vez que foi lá em casa e eu posso ter gostado muito. Não tanto quanto você." Acrescentou com um sorriso ladino, a mão espalmando na base da coluna feminina e a puxando para perto. A outra mão estava ocupada para segurar o resto... E se mostrou inútil porque ele encontrava os lábios de Delilah mesmo assim. Um beijo, um beijo. Um beijo que saía e passeava pelo rosto, estalando na testa e empurrando-a em várias direções com o movimentar da cabeça. "Estarei aqui morrendo para saber qual foi a sua escolha, senhorita Hopps. E que o presente da 'família Hofferson' não me representa. Não completamente. Eu trouxe os meus aqui comigo." Quatro presente amarrados juntos com uma tira de couro, a ponta enrolada no punho ocupado e erguido para ficar entre os dois. Na altura das mãos dela. "O sistema de vigilância ganhou umas câmeras novas, sabe... Umas convenientemente apontadas para esse jardim. Você não sabe de nada, Delilah. Nem tente descobrir onde estão. Em nome da memórias futuras, hum? Agora, os presentes!"
O primeiro estava num longo cilindro de couro. O tecido macio e resistente, quando desenrolado, mostrava o mapa de Berk. Porém, ao invés dos principais pontos e descrições, estavam marcados seus grandes feitos e primeiras vezes. A casa da árvore, a fogueira na praia, a caverna das aventuras, o primeiro afogamento, a primeira maçã roubada, o primeiro salvamento de esquilo. Cada pequena coisinha que tinha feito sua infância mágica - e, agora, que tinha alimentado a sementinha do sentimento que carregava por ela. O segundo presente era um complemento do primeiro. Um caderno grosso e de capa dura, com a foto mais atual dos dois na frente. Cada página, montada em ordem cronológica, tinha fotos e vídeos curtos, tudo por magia. História escrita do punho de Hagan, com espaço para Delilah escrever seu ponto de vista (acrescentar os detalhes que queria). Dentes faltando, joelhos ralados e aquela vez que ficaram brigados pelo recorde de 89 segundos. Metade do livro em branco, pronto para novas aventuras. O terceiro presente vinha de Ruffrunner, mas colhido pelo próprio Hagan. Escamas mais duras e protegidas, lapidadas num pingente que assemelhava a Yggdrasil. "Ruff aceita os agradecimentos deles depois. E o último." Último... A palavra pesou na língua do Hofferson... "Penúltimo..." Desceu o rosto para ficar bem rente ao ouvido, a voz diminuta para não correr o risco de ser ouvido por qualquer outra pessoa. "O penúltimo envolve uma fita de cetim em um lugar que só você pode ver. Ele e o último só mais tarde, Delilah. I mean it."
— Você acha que a gente teria alguma oportunidade? — ela respondeu em um tom divertido e apontou discretamente para os irmãos espalhados pela festa. Alguns em guarda na porta da nova toca, alguns na saída, e outros em cantos estratégicos. — Essa festa foi ideia deles, não minha. O karaokê veio do Ezekiel, aquele traidor, por isso que ele tá controlando tudo. Eu vou ser forçada a ficar aqui até quando eles quiserem em nome da boa hospitalidade. Imagina um wonderlander não cuidando bem de convidados, o escândalo que seria— ela ficou na posta dos dedos para enlaçar o pescoço do outro. — Só porque eu te dei três presentes, você inventou cinco, não foi? Espero que seus pais tenham trago algo pro Ezekiel, ou ele vai roubar algo de mim, e você acabou de me dar muita coisa que ele usaria contra mim — era uma brincadeira. Ela sabia que não era uma competição. E, tecnicamente, um dos presentes dela nem tinha valido tanto assim, mas os dele acarretaram em um beijo demorado e ela se virando ali mesmo, nos braços do maior, para vê-los melhor. Remanescer com o mapa e o caderno com todos as lembranças, rindo do que Hagan havia escrito e já planejando o que iria por ali. Poderia acabar algo se tornando algo para um futuro que ela se pegava em alguns momentos imaginando, mas quando pensava em falar sobre ele para Hagan, algo desconhecido a segurava.
Ela quase não sentiu a irmã mais velha invadindo que só os dois estavam ocupando. Só percebeu isso quando uma risada conhecida preencheu seu ouvido. — Ok, Hella, isso já tá passando do limite. The yearning is strong with these two, too strong. It's disgusting. — a probabilidade gritou em sua mente, fazendo seu olhar pular entre Bella e Hella e ela segurar os presentes quase como uma proteção contra as duas irmãs mais velhas. Quase forçadamente, mas com cuidado, a mais velha arrancou cada um dos presentes e entregou para Hella que quase os jogou nas mãos de Hagan. Por coincidência, a música tocando havia acabado exatamente naquele momento, fazendo Delilah fuzilar o irmão gêmeo com os olhos. — Ezekiel, cancela a fila aí, é a vez do show da Delilah! — Delilah abriu a boca para se manifestar, mas logo tinha um braço segurado por Bella e o outro segurado por Hella que quase a carregaram até o palco. Com Bella se separando para por um pedido de música com Ezekiel longe de uma Delilah que tentava fugir, mas o aperto de Hella era firme demais.
Então a música começou e ela congelou completamente. — Eu mostrei um vídeo de você cantando aquela banda de My Immortal pra Hella. Shut up, she's family now, Delilah Ho-Ho, I say she can know your little secret — os olhos de Delilah aumentaram completamente ultrajada — E com a senioridade feminina dos irmãos Hofferson e Hopps, nós entramos em consenso que nós precisamos da sua versão de Misery Business na vida. Pra marcar a mudança para Berk e tudo mais que rolou. Make us proud, little sis.
Hella lhe entregou o microfone e lhe deu um tapa nas costas que deveria ser confortador, mas só quase lhe fez tropeçar para fora do palco com a cara no chão. A batalha interna de Delilah durou alguns segundos. Uma parte dela, tinha uma vergonha gigantesca de cantar em público, sem saber como outras pessoas reagiriam a algo que a deixava tão vulnerável. E a outra sabia a letra da música, tinha cantado essa música em segredo para si quando sentia que era a única coisa que entendia seus sentimentos. A segunda parte ganhou ao entrar em acordo com a primeira. Delilah começou a cantar, mas de costas para onde os convidados. Fechando os olhos e fingindo que esse era um momento só para ela e não com basicamente toda pessoa importante na sua vida olhando diretamente para ela. Seus pais não sabiam que ela conseguia cantar direito e ela cantava sobre superar uma mulher na frente de todos?
Ela não estava só vermelha, não. Sentia seu corpo inteiro queimando de timidez que geralmente era rara a ela. Até que sentiu alguém segurando sua mão e a levantando para fazê-la dançar. De todas as pessoas do mundo, era Lia. E logo Ezekiel se juntou a dupla. Os dois gritando a letra e pulando no palco frágil como se realmente estivessem num show. Foi aí que ela percebeu que aquilo não era algo para se ter vergonha, não, era uma vingança. Alguém tinha ferido duas famílias, bagunçado suas realidades completamente, e eles se sentiam vingados pelo seu pequeno showzinho. Soluço e Melequento pulavam como se fossem jovens de novo. — CHARYBDIS JORGENSON, DID YOU KNOW THIS? — escutou o pai de uma de suas amigas próximas perguntar a filha que só se importava com o show, fazendo pequenos chifres com a mão para ela.
Ezekiel tinha razão, ela podia ser vulnerável com aquelas pessoas. Não havia motivo para esconder partes dela ali, principalmente para aquele que a olhava com os olhos brilhando e se divertindo com a situação. Na troca entre uma parte da música, acabou tirando o moletom que usava e o jogando na direção de seus "fãs" e mostrando o top cinza que usava por baixo e Bella havia lhe dado, quase como pra testar até onde poderia ir, e alguns chegaram a gritar animados. Pulando com a música. Foi só um sorriso de Hagan que conseguiu arrancar todas as paredes que ela tinha posto entre si e outras pessoas, então começou a testar até onde conseguia ir. Se tinha uma voz boa mesmo. O suficiente para tirar o sentimento de si de todos ao redor.
I watched his wildest dreams come true Not one of them involving you Just watch my wildest dreams come true Not one of them involving
Cantou a última parte diretamente para Hagan. Sabia que ele tinha odiado ser tratado como objeto, mas aquilo era para dizer que agora havia alguém que iria proteger os sonhos dele, que não iria menosprezá-lo. Que iria à guerra pelo o que os dois tinham.
Quando acabou, recebeu mais aplausos do que qualquer um até então, então se viu forçada se curvar agradecendo, mas não durou muito. Belladona Hopps tinha outros planos a arrastando na direção que Hagan. — Let me make something abundantly clear to you, Triple H. Minha irmã é uma deusa, e aqui está a prova, você tem sorte que ela que ela começou a escrever versões do nome dela com o seu sobrenome no diário dela quando era pirralha e não achou nada melhor depois, e vai por mim, eu tentei. Agora, nossas famílias estão felizes por vocês dois, então cuide disso, ela vai ter sempre razão e você não, esse tipo de coisa, eu quero ela feliz todo dia, se precisar de ajuda, me fale, estamos entendidos? Se eu souber que você a machucou, seu viking gigantesco, eu empalo você e o seu dragão quando vocês dormem sem nenhuma hesitação, e eu tenho a autorização da sua irmã mais velha pra fazer isso, porque, pelo que parece, Delilah foi a melhor escolha que você já fez na vida — Bella deu um tapinha carinhoso no rosto de Hagan e saiu de perto dos dois.
— What in the fucking fuck just happened? — foi a reação de Delilah olhando para o outro.
. It's Hagan and Delilah
As mãos estavam cheias de Delilah, os dedos não se encostando mesmo que forçasse a carne macia das coxas. E o pensamento o enlouquecia. O ar estava saturado de Delilah. Seus olhos fechados aumentando a percepção dos embotados sentidos, criando uma nova versão que ardia gelada na marca do pescoço. Quando abriu os olhos, rosto virado para a outra, a respiração saiu pesada. A temperatura em queda do castigo confrontando a quentura dos pulmões e criando uma névoa esbranquiçada. "Vai ter outra parte do meu presente, não vai?" O olhar dela dizia tudo e o que conseguiu disfarçar, ele lia no corpo grudado ao seu. Na pressão, nas pernas fechando ao redor da cintura, nas unhas livres pelo pescoço e pela abertura da blusa folgada. Hagan puxou o lábio inferior numa mordida e soltou aquela risada arranhada, do fundo da garganta. Seguir os pessoal não seria rápido o suficiente.
Hagan contava as luzes do trem, quantas pessoas tinha ao redor, o número de voltas que os cadarços faziam nos pés. Criava manobras no magibol com pessoas de outros times, alunos que sequer sabiam como jogar. Colocava sua mente em tudo que o distraísse da provocação viva de Delilah. Da existência que, por si só, colocava a impaciência no mais tranquilo dos Hoffersons. As portas do trem não abriram rápido o suficiente, mas a cintura para baixo mudou de composição num instante. Material borrachudo e leve, duradouro, perfeito para correr sem fazer som e ultrapassar aqueles pequeno obstáculos pelo caminho.
Ao chegar na porta do quarto, Hagan ajudou Delilah a descer das suas costas. "Você precisa preparar alguma coisa antes ou posso entrar junto?" Antes que pudesse responder, pegou-a pelo rosto e a trouxe para perto, abaixando para capturar seus lábios num beijo ansioso. A boca sorrindo conforme a devorava ali, para quem quisesse ver, empurrando e a fazendo dobrar para trás. Tirando o ar, estalando ruidosamente, rindo quando a sentiu rindo também. "Eu vou morder se você sair Delilah." Ameaçou de brincadeira, falando com os lábios se arrastando contra a bochecha da mais nova. O rosto pressionado na lateral, os azuis das orbes quase vesgos de tanta intensidade. "You're the best, 'Lilah. And so... So... Soooo hot."
Delilah estava enebriada, sim, mas não o suficiente para perder seus sentidos. E a lembrança da última parte do presente voltou e agora ela conseguia ver outras formas de executar o plano — Ela sofrerá alguns ajustes — brincou com um sorriso grande, que fazia seus olhos virarem linhas.
O beijo em si não a surpreendeu, mas talvez a ânsia por ele. Então era assim que ele se comportava quando enebriado e feliz demais? Bom saber, guardou o pensamento em uma gaveta já que poderia usá-lo um pouco mais tarde. A verdade era seu corpo queria esquecer o que havia planejado e simplesmente fazer o que os dois queriam, mas a parte inventora dela queria que ele recebesse o que tinha feito com tanto cuidado, e os planos adicionais pareciam divertidos. — Você pode entrar, mas tem que fechar os olhos — abriu a porta e puxou o outro para dentro.
Seu quarto não parecia mais ser só dela. Em um canto tinha uma jaqueta esquecida dele, os travesseiros tinham o cheiro dele, as comidas guardadas tinham algumas das saudáveis dele. Era o espaço dos dois. Ela foi na direção de onde havia guardado o presente final (no fundo do closet) e saiu carregando uma réplica quase perfeita do machado preferido de Hagan, excluindo uma engrenagem presa no cabo com o símbolo que havia dado para ele na parte da base. — Você deve estar pensando: "Delilah, você recriou meu machado?". E a resposta é sim e não — apertou no símbolo por alguns segundos e o machado gigantesco virou um anel com a engrenagem de antes nele em uma versão menor (que ela tinha medido e sabia que cabia no indicador da mão dominadora dele — Coloca o indicador sobre o símbolo dentro do anel e imagina qualquer arma grande. Só uma observação, eu não consegui fazer funcionar para arcos, mas o dá ok com uma besta. Eu posso tentar ajeitar pra arcos depois — esperou que ele o fizesse e então segurou a mão dele sobre o cabo da arma, a levando até a engrenagem no cabo da arma escolhida. — A engrenagem tem 10 dentes. Só girar a engrenagem e imaginar outra arma que tecnicamente você pode carregar até dez armas diferentes no seu indicador. Se quiser fazer outras, só refazer o processo, mas não testa isso agora — deu um selinho divertido no outro e tirou o seu anel anulador.
— Fecha os olhos, e não ouse abrir, porque eu vou saber — disse andando de costas na direção de onde seria seu pequeno escritório. Que tinha uma pequena parede o isolando do quarto. Havia sido lá que tinha escondido o bolo só para ele com a vela espalhafatosa e os cookies, mas também era lá que tinha deixado a jersey que ele tinha esquecido no quarto e que era tremendamente confortável para dormir quando ele não estava por perto, especialmente sem nada além dela.
Subiu na cama, com o bolo em seu colo e os cookies no seu lado esquerdo. — Tecnicamente, já é seu desaniversário, então... — usou seu bastão para acender a vela colorida demais do bolo. — Pode abrir os olhos.
Delilah, contrariando a lógica de contos de fadas, tinha nascido sabendo controlar sua voz o suficiente para que parecesse quase que a canção de desaniversário era quase uma canção de ninar.
HANNAH WELLS + GARRETT GRAHAM | Off Campus: Season 1
@inolvidablc
#Cuddling While Fake Dating vs. Cuddling While Dating For Real
@inolvidablc
"I think the whole campus heard that."
Off Campus | 1.05 Cold Turkey
@inolvidablc

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
GARRETT GRAHAM and HANNAH WELLS — OFF CAMPUS 01.03 'The Orgasm'
w. @inolvidablc at. Hopps residence in Berk when. Delilah's (and Ezekiel's) birthday
Aquilo havia saído do controle de Delilah bem rápido. Ophelia Hopps nunca seria conhecida como alguém ingrata. Jamais. E Berk havia aceitado os Hopps de braços abertos, ao ponto que alguns dos filhos mais novos, mesmo com aquele pouco tempo já se sentiam em casa ali. Com dragões sobrevoando a casa e causando tremedeiras no chão.
Então quando a matriarca da família percebeu que o aniversário dos gêmeos se aproximava, a ideia de uma festa a lá wonderlanders no meio da terra dos dragões foi divulgada para a família inteira. Opiniões foram jogadas e aceitas antes mesmo que Delilah pudesse processar aquele fato. Sim, ela estava feliz com a adaptação da família a uma cultura em que já se via inserida a alguns anos, mas tudo que queria para seu aniversário era o que já tinha. Um fogueira, um dragão para acender a fogueira, marshmallows and... her boyfriend? Boyfriend... Boy...friend... Ok, ele era um cara e era seu amigo, e havia momentos em que ele se referia a ela assim, girlfriend. Mas até que ponto isso ia? Tinha feito uma certa investigação mais por curiosidade do que desejo de controlar a situação. Haviam coisas que haviam acontecido entre ele e a ex-namorada que Hagan não tinha lhe contado e ela não queria forçá-lo a dizer nada, mas isso não queria dizer que não ficasse curiosa sobre o que ela não tinha visto. Algumas pessoas ao redor dos dois soltavam detalhes sem perceber. Um "ele parece mais feliz com você" e um outro "vocês parecem fazer bem um para o outro", com uma pitada de "ela sugava ele". Então Delilah se perguntava se era isso, o fantasma do passado, que impedia que simplesmente se tornassem o ímpeto dela clamava para que eles se tornassem. O que aparecia quando estavam sozinhos e tudo parecia se calar — que era exatamente o que ela queria para o seu aniversário de 23 anos. Passaria algum tempo com o irmão gêmeo, claro, talvez uma pequena comemoração entre família, mas depois... tudo parecia ficar tão mais fácil quando todos os seus sentidos eram inundados simplesmente por Hagan e nada mais.
E a outra ressalva que ela teve foi o desejo do irmão para o dia. Que disse, em alto em bom som, que queria fazer uma festa com karaokê no jardim da casa. Delilah tentou pestanejar, porque quando encontrou os olhos do irmão com o mesmo brilho arroxeado que sabia que seus tinham quando acessava a probabilidade, sabia muito bem o que ele estava planejando. Ezekiel era aquele que usava a habilidade dos dois com a probabilidade para ir além dos seus limites, se arriscar. Delilah era a que tinha medo de fazer isso. — Eu não vou cantar em público, se é o que você está esperando — praguejou para o irmão gêmeo. — Just trust me, ok? — seu irmão falou em meio da conversa entre os outros irmãos, então era o mais próximo que teriam de uma conversa privada naquela casa. — You're a shitty communicator, você fala, fala, fala, mas no final das contas não falou o que realmente importa, and Hagan is too, porque ele demonstra as coisas por ações, até onde eu consigo ver de vocês dois, e você é o tipo de pessoa que precisa de informações claras e concisas. Você pode estar se dizendo que vocês tem agora é o suficiente, mas eu te conheço melhor do que eu conheço a mim mesmo e não é. Compartilhar um quarto sempre que possível e se esconder na praia com uma fogueira com música antiga não é um suficiente pra você. Então eu sou capaz de apostar que fazer algo que vai deixar você, ele e todo mundo que pisar nessa casa vulnerável. Seja a vergonha alheia, ou ao que for, pode ser exatamente o que vocês dois precisam. Plus, pelo coelho que atravessou para o mundo dos humanos, qualquer santa oportunidade de ter o Alastair passando vergonha em público vale apena o sacrifício que for. Porque você sabe que ele vai começar a se irritar com alguma pessoa cantando a letra errada de uma música que ele diz que é dele e boom, nosso irmão mais velho estará bêbado, provavelmente sem camisa e com uma gravata presa na testa cantando alguma música da época antes da maldição como se a vida dele dependesse disso — e olhos de ambos os gêmeos brilharam em um tom arroxeado simultaneamente, junto com um riso síncrono que atravessou os dois ao perceber que a probabilidade de ganharem o irmão mais velho passando vergonha como presente de aniversário era bem grande. — Eu não vou forçar você em cima de um palco. Só estou te dando a oportunidade de ficar verdadeiramente vulnerável, pelo menos uma vez na vida, com pessoas que irão de proteger de tudo e de todos. Será a mesma coisa para mim. Eu sei que suas invenções são sua arte, mas existem outras formas de se expressar que não são palavras trancadas num diário que você não deixa nem a sua sombra ler direito — ele segurou uma das mãos da gêmea e a apertou de leve. Uma linguagem entre os dois que, se estava sendo duro demais, ele pedia desculpas. — E outra, está vendo, todo mundo se adaptou aqui. Essa confusão inteira foi uma coisa boa para a nossa família, mas será que já se tornou algo bom para você? Será que você realmente parou de olhar por cima do ombro esperando que algo de ruim aconteça agora que um monte de coisas boas aconteceram pra você, para nós e para vocês dois?
E ele lhe abandonou ali. Partindo para outra conversa com diferentes irmãos, planejando a festa que Delilah estava... bem, ela estava confusa demais para ser algum tipo de ajuda em qualquer coisa, então sou obedeceu a ordens. Foi até o tio de de Hagan que lhe chamava de "Lilah Possible" para conseguir músicas para o karaokê. Pediu ajuda de Soluço para que conseguisse montar algo a tempo, além de um pequeno palco. Seus outros irmãos se puseram a decoração, trazendo um pedaço de Wonderland para a Berk, mas era possível ver os elementos se misturando. Os pequenos dragões que os Hopps não conseguiram afugentar, então acabaram parte do ambiente. As roupas que já estava começando a se misturar com o pequeno pedaço de Wonderland dos coelhos.
Então a festa veio. Bella e Ezekiel proibiram qualquer um que não tivesse o sobrenome Hopps de adentrar naquela casa o dia inteiro, então o máximo que conseguiu falar com Hagan foi com mensagens rápidas que ela mal teve tempo de verificar as respostas. Sua mãe havia feito uma roupa para ela como que para ilustrar o que estava acontecendo ao redor deles. Uma moletom verde musgo bordado de acordo com outros vikings, mas com pequenos relógios ao redor e uma saia longa roxa escura.
Talvez tenha sido a roupa com suas botas sempre confiáveis que tivessem feito tudo parecer real demais, ou foi o fato que o karaokê, assim que a festa começou, pareceu virar território do grupo histórico de Berk, com Melequento Jorgenson puxando todos os outros do grupo e as conjugês que vieram depois para participar do que quase parecia ser a festa particular do grupo.
Foi observando a confusão, que avistou o... namorado? Namorado, se aproximando.
— Hey — inclinou a cabeça vendo que agora outra música havia sido colocada. — Eu acho que seu pai e seu tio estão prestes a dizer o quanto eles se sente como mulheres para Berk inteira. Sem julgamentos. Eu agradeço o presente de aniversário. Será que eles puxam você e o filho dos Jorgenson pro meio? Eu lembro dos pequenos showzinhos que o Senhor Jorgen-, pelo Coelho, se ele me ouvisse o chamando de qualquer outra coisa além de "Rudy", ele soltaria o dragão dele atrás de mim de novo. Sim, aqueles que ele dava pra gente para ensinar o que era "música de verdade" — ela puxou a mão livre de Hagan e o incentivou a se virar para o que ela estava assistindo. — Parece que vai ser mais um desses. Alguém deveria gravar. Lembra que eles viviam gravando a gente?
. It's Hagan and Delilah
Possessividade. O passo dado para se colocar entre Delilah e a visão das outras pessoas em estado seco. Okay, talvez um pouco mais relacionado ao pudor e proteção do que... Hagan deixou de colocar palavras para descrever e passou a colocá-las em elogios. Um fio fraco da voz mal passando de um sussurro, indo do mais cálido dos fervores até o reservado para quatro paredes. Ele encaixou o dedo no corpete e a puxou para si pelo gancho, o rosto descendo para o ouvido e... Saindo, aqueles sons secretos... Um particularmente real quando abriu a obra-prima de tortura num só segundo. "Você tem um gosto peculiar de indumentária para atividades com esforço físico." Era mais provocação do que repreensão. Eles bem sabiam que ele parava tudo o que fazia para apreciar a lingerie escolhida. De cada noite. De cada momento. De cada oportunidade que ele era presenteado com o embrulho impecável. Hagan segurou-a pelo queixo e encontrou os lábios com força, forçando-os a abrir e a permitir. Girando, puxando-a contra si, deixando evidente de que não só estava acompanhada... Como comprometida. Um feito bem explícito para a terra sem lei do Castigo. "Homem de verdade? Homem- Delilah." O ego foi acariciado? Foi. Hagan se sentiu o maior dos homens? Certeza. Mas o que saiu de si foi um risada genuína. Balançando a cabeça, humildemente negando, os conduziu para dentro da festa. "O que posso dizer? Você traz o melhor de mim. E um pouco mais, que sempre esteve ali... Mas você viu e alimentou. É um pequeno sacrifício em comparação a ceia que tenho todos os dias."
Porque era diferente quando as irmãs elogiavam, os pais endossando suas vozes em elogios. Era diferente nas conversas de vestiário, com tapas nas costas e uivos enquanto falava com outras. E era bem diferente do passado no relacionamento, onde tarde demais percebeu que não tinha muita voz perto dela. Nem voz, nem presença, nem vez, nem reconhecimento.
Não seria essa lembrança ruim a acabar com o melhor dia da sua vida até agora.
E a festa do Castigo só pareceu conter o filho do meio de Soluço e Astrid quando as últimas explosões de luz do imenso dragão vermelho, laranja e dourado desfizeram no céu carregado de fumaça. Os olhos brilhando com as estrelas da noite, o braço ao redor de Delilah a aconchegando contra si e os pequenos espasmos na perna pelo uso abusivo das mesmas. Sua cabeça girava de leve com a bebida, os ouvidos retinindo com a música alta demais, mas... Apesar de tudo... O suspiro satisfeito foi quase tão de alívio quanto as belíssimas cores do nascer do sol à distância. Ou melhor, na parte reservada às histórias do labo bom. "Vamos voltar de trem com o pessoal. Quer que eu te carregue?" Hagan estava meio acocorado ao lado de Delilah, um joelho no chão e o outro dobrado, oferecendo-se como carregador modo princesa e, seu preferido, as costas para a mochila.
— Você não entendeu, não é? — suas mãos foram a procura das maiores, os dedos entrelaçados no abraço que Delilah percebeu ser em parte possessivo e em parte algo a mais. Um pedido de uma presença marcada ali, um do lado do outro. — Você virou uma prioridade pra mim. Então eu não quero isso de você faz o que quiser, eu faço o que eu quiser. Eu quero cada um participando da loucura do outro e saindo rindo depois. Com isso, no final das contas, eu iria tomar sorvete com você numa tempestade, porque tenho certeza que você teria um bom motivo para propor isso — ela se virou para roubar outro beijo dele, mais demorado, deixando a festa de lado por alguns minutos e só estar ali presente, os dois, como sempre foi e sempre seria. — E você tem um dragão e não tem medo de usá-lo, which is hot as fuck — girou o corpo e o segurou pela mão para que fossem dançar.
Ela esqueceu de tudo, o mundo quase se calou por completo. As possibilidades deram lugar a um par de olhos azuis tempestuosos que a olhavam como se estivessem a sós e o resto do mundo tivesse desaparecido. Em algum momento suas testas se encontraram e até cantarolar um para o outro eles fizeram. O resto de tudo? Completamente apagado até que os fogos de artifício começaram. Delilah se encaixou no lugar onde tinha passado a se sentir mais segura no mundo. Mas seu olhar não estava no show no céu. Estava no mais alto. A lembrança de todo mundo havia começado voltou para ela junto com as pernas levemente doloridas por longo uso e ela mordeu o lábio. Aos poucos eles tinham chegado ao que sempre quis. Um estado de calma e previsibilidade imprevisível que era segura aos dois.
— Você é a pessoa imprevisível, mais previsível do mundo — ela segurou o rosto do outro para roubar um beijo rápido. — Quando você falou que isso era perfeitamente inseguro, eu achei que a minha má influência finalmente iria dar frutos e o único jeito da gente ir embora seria sendo perseguido por alguém — ela ajeitou o cabelo loiro do outro atrás da orelha e sorriu o suficiente para seus olhos formarem linhas. — Mas você é você, mesmo no castigo, e isso foi perfeito, melhor do que eu poderia ter planejado. Never change, birthday boy, never change — agora o beijo foi um de esquimó, com um nariz contra o outro. E depois ela subindo nas costas do outro. Contudo, um pensamento, talvez regado pela bebida, tomou conta de seu corpo inteiro. No lugar de suas mãos percorreram preguiçosamente o peito do outro, arranhando de leve por onde passava. Um beijo nada inocente foi deixado na clavícula do outro, outro no pescoço que provavelmente deixaria uma marca para depois, e o último no lóbulo da orelha só para conseguir fazê-lo olhar para ela. — A não ser que você tenha algum outro plano — ela mostrou a mão onde o anel anulador estava em seu polegar. Tinha o colocado, quando a bebida começou a mexer um pouco com a sua cabeça, só para garantir que não faria nenhuma mudança brusca na realidade, e, também porque era mais fácil aproveitar o momento, quando o futuro não estava gritando com ela. Hagan conseguia calar boa parte dos apelos da probabilidades, mas, naquele dia, naquele momento, ela queria estar no presente. — Surprise me, Hagan Horrendous Hofferson. Let's do something insane.
. It's Hagan and Delilah
Talvez fosse a adrenalina colocando tudo numa perspectiva de velocidade máxima e de parada no tempo. Seus pensamentos indo tão longe que a realidade atual parecia atrasada. Ou que todo mundo estava na mesma página que si sem... Bem... Realmente estar. Hagan espiralava num torvelinho que crescia e expandia, atingindo magníficas dimensões de um dos tornados favoritos de seu tempo afastado da família. Com os tios, sentado com o mais velho na garupa do dragão, batendo as asas e gritando tanto quanto seus pulmões aguentavam. Se sua mãe soubesse do perigo, Hagan estaria morto. Duas ou três vezes assassinado. Salvo pelo pai... Esse teria aprovado. Então, ao focar o olhar no presente em Delilah, os lábios ainda quentes do beijo roubado; sua testa reclamava da força que o cenho franzia. "É claro que não vão sair da Academia. Ninguém vai. Segunda-feira vamos aparecer juntos, estarei segurando a sua mão e levando para cada aula. Na porta. Almoçaremos juntos no refeitório, meu amigos vão incluí-la no grupo e seus irmãos cruzaram nosso caminho. Conversaremos e minhas irmãs também vão participar. Não quero- Não estamos pedindo para que pare a vida, mas não tem como continuar desse jeito. Desse jeito." E era mais do que o segredo delicioso, os sentimentos escondidos ou... Era o que ela tinha dito e passado e sofrido e muito mais. Eram as implicações dessa mudança de cenário, de visão por sua parte. Era uma necessidade de usar aquele fim de semana para colocar cada detalhe no lugar, dar um freio nos seus pensamentos e levar Ruffrunner para um passei no território dos dragões. Trabalho braçal, ajudar os pequenos no santuário reservado para os dragon riders e... Centralizar.
"Tudo vai se acertar. O plano está bom. É só uma questão de tempo e..." Hagan não parava, não conseguia. O desvencilhar dela foi mais para proteção própria do que rejeição. Era evidente na forma como ele escapava das roupas e das malas para levantar as orbes azuis na direção de Delilah. Tomando-a por inteiro, admirando cada novo detalhe, aumentando a vontade férrea de proteger. Proteger e proteger e proteger. O Hofferson parou, uma mão empurrando a testa com a palma e a outra, fechando ao redor de algo de madeira. Macia e frágil. Nota mental: não quebrar o móvel em questão. "Todo mundo vai para Berk hoje porque precisamos saber de tudo. Tudo de todos para todos e deixar todos à par. Hella me mataria se eu pedisse algo assim e ela sabe que eu também seria incapaz de fazer uma coisa dessas. É só... Rápido demais. Eu acordei achando que não teria mais minha melhor amiga e agora, você é algo mais... E... Eu não consigo. I can''t take it anymore." E ali crescia, a sementinha de algo perigoso, que o colocava olhando para a janela com uma ansiedade inquieta e fria. O que aconteceria se saíssem dali? O que mais reservava para o dia de hoje? E se não escolhesse o caminho certo? E se... Delilah falava de probabilidades e ele encaixava aquele extra na paranoia. Ela vai ver os errados e vai-.
Hagan a envolveu no braços e fechou os olhos, baixando a cabeça até recostar no topo da feminina. Limpo, banho, perfume. O cheiro não o tirando da espiral, mas abrindo um caminho na loucura para seguir em frente. Transformar aquilo numa segunda prioridade, em algo que poderia ser resolvido em outro momento. "Só preciso de você, uma fogueira enorme, marshmallows e a família toda. Em Berk. Para eu só- Quero que você durma uma vez sem-" Hagan não era um homem de muitas palavras., ainda menos quando se tratava de sentimentos. De colocar aquilo que o coração enorme transmitia. Sua linguagem era física, era adorar com as mãos e não parar de encarar. De estar ali, fazendo surpresa, pegando-a pela mão e engatando nos planos do dia. Logo, o que queria dizer... Parecia ter sido transmitido tão bem quanto poderia. "E você vai dormir comigo. Claro. Vamos só terminar isso e pegar um dos portais de Astrid."
Delilah sabia que não era quem, entre os dois, sempre se postava na posição de escutar. Esse, geralmente, era trabalho de um Hagan que, só para conseguir acompanhar sua mente maluca, tinha que se esforçar para escutar cada um dos detalhes que ela vomitava em cima dele. Ali, não, ela levou as mãos braços do outro e fez um afago simples. Como se para dizer que estava ali, que ouvia o que ele precisava e entendia o seu ponto.
Pôs-se na ponta dos pés para que conseguisse ir até a orelha do mais velho, com um braço como suporte. Por mais que aquilo tudo fosse pesado e louco, ela se sentia mais leve do que já tinha sido em anos. — Deal — sussurrou só para que ele escutasse, porque aquele plano dela era muito melhor do que qualquer outro que tinha traçado em sua mente. Era mais natural, mais... deles.
Ela se afastou minimamente e agora prestou atenção nos sons ao redor. Na ausência da tempestade e de conversas ao redor dos dois. — Tem um pacotão de marshmallows na cozinha que vai só estragar nessa confusão toda. É na prateleira de cima logo ao lado da geladeira. Porque você não vai pegar isso e o pacote de biscoito para fazer s'mores que devem estar na prateleira do lado. Alguma das de cima longe das mãos dos pirralhos. E se quiser pegar mais alguma coisa, pode pegar, minha casa é a sua casa — brincou com os fios na nuca do mais velho, os enrolando entre os dedos. Seus cabelos estavam ficando grande — Nesse meio tempo, eu faço uma chamada com os meus irmãos explicando tudo e levo sua roupa para o RuffRunner lá fora para você parar de esticar as roupas do Ezekiel. Eu não posso garantir que todos os Hopps vão para Berk hoje sem alterar a probabilidade, mas nesse fim de semana eles vão aparecer aqui para pegar as coisas deles e depois vão deixar tudo lá. E se você e seus pais forem um parâmetro, eu acho que Berk aguentar um pouquinho da nossa loucura de wonderlander. Todo mundo vai estar seguro até o começo da semana, a probabilidade disso ser verdade é bem alta, isso eu posso te garantir. Enquanto isso, a gente pega esse fim-de-semana para absorver tudo — ela deu um beijo simples na bochecha do outro. — Daqui a pouco, a gente vai estar perto da praia, com uma fogueira acessa pelo Ruffrunner. Com a minha caixinha de música que eu ajustei para tocar as músicas que seu tio maluco nos ensinou e que não saíram da minha cabeça até hoje e eu sei que você e o Ruffy gostam quando eu canto, por mais que sejam dois dos quatro seres vivos que sabem que não sou ruim nisso, então a gente vai comer, cantar, dançar que nem dois idiotas, transar, fazer de tudo até que tudo isso vai estar no passado, ok? Um passo de cada vez, my love, um passo de cada vez. Você tendo vindo aqui atrás de mim já foi mais do que o suficiente para tudo, essa loucura inteira, valer apena.
Ela se separou do maior e foi arrumar as malas cantarolando baixinho uma música que os dois tinham escutando quando mais novos por conta do tio do outro que tinha agido como babá algumas vezes.
Não demorou muito. Separando somente alguns objetos sentimentais para ela e o irmão gêmeo, enquanto abriu uma chamada no grupo com os irmãos e contou tudo o que havia acontecido. Alguns ficaram com raiva da situação inteiro, outros brigaram com ela por não ter falado nada, mas por mais que a conversa maluca entre dos oito mais velhos tenha sido maluca como sempre, eles acabaram entrando num consenso que iriam se mudar para Berk pelo menos pelo tempo necessário. Com alguns alegres demais pensando que poderiam acabar conquistando o próprio dragão.
A risada de Delilah ecoou pelas paredes da cova, enquanto ela andava de um lado para o outro. Pegando o que os irmãos pediam, e pedindo para o dragão secar as roupas de Hagan com uma baforada.
— Prontinho — disse encontrando Hagan na cozinha, carregando as duas malas cheias com certa dificuldade. E sua mochila de sempre sobre o ombro com a caixinha de música e suas ferramentas. — Can we go now? Eu não sei você, but eating you and the cookies wasn't enough, I'm dying for some marshmallows and s'mores.
OFF CAMPUS — 1.06, “The Breakaway”
@inolvidablc

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
OFF CAMPUS 1.06 "The Breakaway"
@inolvidablc
OFF CAMPUS 1.02 "The Practice"
@inolvidablc