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Pretty When You Cry
"Harriet era, sem dúvida, a pessoa mais inibida que Louis já conheceu. Mesmo sabendo disso, o papai não podia evitar deixar sua garota cansada até tê-la despudoradamente implorando por si."
☆ ⸺ narratofilia, dacrifilia, h!inter, degradação, falsa simpatia, cnc, spit kink
O cheiro doce dos fios cacheados tomava conta do olfato de Louis há uns bons minutos. Não fazia nem uma hora que Tomlinson havia voltado de uma viagem de duas semanas e a sua namorada já estava o seguindo por todos os cantos. Bastou somente colocar o pé dentro de casa para que a sua garota grudasse em si como um coala faz em sua árvore favorita, quase não dando espaço para Louis guardar as malas de qualquer jeito no quarto do casal e tomar banho em seguida para enchê-la de beijos e abraços. Ela merecia por ter sido uma menininha tão paciente.
Louis até achava engraçado o barulho que o salto baixo dos sapatinhos de Harriet fazia ao chocar-se contra o piso enquanto ela ia pra lá e pra cá à sua espera.
Harriet havia sentido falta de Louis. Sua gatinha até era uma boa companhia e serviu para não deixá-la tão sozinha nos primeiros dias, mas ela não lhe dava beijinhos de boa noite ou perguntava como havia sido seu dia. Louis era insubstituível e fazia o coraçãozinho de Harriet quebrar-se em mil pedaços quando acidentalmente, através de uma troca de mensagens, lembrava do quão longe estavam um do outro.
Mensagens essas que eram enviadas por Harriet a qualquer hora do dia para informar o namorado de cada pequena coisa que acontecia consigo. As mais improváveis eram as favoritas de Louis. Desde fotos da pequena gatinha até áudios onde o mais velho conseguia identificar alguns soluços e fungadas chorosas reprimidas enquanto Harriet dizia pela quinta vez no dia que estava perto de, literalmente, morrer de saudade.
Styles era sensível demais por natureza, e Louis sabia que todo seu cuidado e amor incondicional com ela a deixava ainda mais dependente de si. Porém, o método de contar junto de Harry as poucas horas que faltavam para se verem novamente ajudou a confortar sua garota, de certa forma, até sua volta para casa.
Foi uma tortura esperar até que Louis saísse do banheiro e finalmente lhe desse a devida atenção. Ela até tentou ficar quieta como o namorado havia lhe pedido, mas foi impossível quando seus pés instintivamente a guiaram para o corredor e ela acabou sentada ao lado da porta como um cachorrinho abandonado. Ora amassando a camisola entre os dedos, ora fazendo trancinhas nos cabelos sedosos por entre as mechas soltas. As quais acabaram deixando-a ainda mais linda e foram finalizadas com finas fitas de cetim brancas — que Harriet fez questão de buscar em seu quarto — em formato de pequenos laços.
A mais nova percebeu que duas semanas se transformam em dois anos quando se espera pela pessoa amada. Mas Louis estava ali agora, e ela não podia pedir mais quando o viu sentar-se no sofá e abrir os braços em sua direção para convidá-la a acomodar-se em seu colo.
Era onde ela estava naquele momento. Uma perna de cada lado do quadril do namorado vestido com uma calça de moletom cinza. Sua cabeça repousou no ombro esquerdo desnudo de Louis. Seus pés vestiam meias brancas com uma faixa de babados ao redor dos tornozelos e eram abrigados dentro de sapatos Mary Jane, os favoritos de Harriet. Ambas as mãos dos namorados estavam carinhosamente entrelaçadas, desejando encostar cada célula de um em cada célula do outro para matar a saudade de uma vez por todas.
Louis estava sempre a mimando demais, lhe dando tudo antes mesmo que a garota pensasse em querer, mas principalmente a colocando em um pedestal intocável. Fazia questão de lembrá-la todos os dias sobre o quão perfeita e única ela era, se contentando com as bochechas rubras de Harriet e as mãos de dedos finos escondendo o próprio rosto com vergonha. Mesmo sabendo que sua menina era confiante o suficiente em outras situações, o jeito tímido que ela agia em tais momentos ainda era adorável.
— Senti tanta saudade de você — Harriet murmurou, erguendo o rosto apenas para depositar um beijo casto no maxilar de Louis, acomodando-se novamente em seguida.
— Eu também senti saudade de você, carinho — a mão livre de Louis fazia uma carícia singela nas costas de Harriet, a qual estava coberta pelo tecido da camisola fininha e branca com estampa de pequenas margaridas.
— Não faz mais isso — os olhos esmeraldinos encontraram os azuis novamente. Seus lábios tinham um biquinho manhoso e Louis tinha vontade de beijá-la apenas para mostrar que não iria a lugar algum, mas percebeu que Harriet ainda tinha algo a acrescentar — Não fica longe por tanto tempo. Promete.
Louis realmente nunca havia feito uma viagem tão longa, porém, daquela vez, um imprevisto de última hora tomou mais do seu tempo do que ele havia planejado. O que o afastou da sua garota e lhe causou uma dor de cabeça que o acompanhou por todos os minutos a mais. Foi desumano informar Harriet de que ficaria longe por um tempo mais longo do que o esperado e acompanhar seus olhos enchendo d'água através da tela do celular.
Em casa, Louis precisava relaxar, desligar do mundo agitado e focar apenas em Harriet e toda sua doçura que serviam como um calmante natural para si. Estar com seu amor assim, tão próximo, era o suficiente para melhorar seu humor rapidamente.
— Prometo — tirou algumas mechas do cabelo cacheado que acabaram caindo no rosto dela, aproveitando para repousar a palma da mão na lateral direita apenas para deixá-la ali. Harriet se inclinou contra seu toque como uma gatinha — Não vai acontecer de novo. Você é minha prioridade, sempre.
Uma covinha sutil surgiu no canto do sorriso de Harriet. Em sua bochecha corada. A garota tímida e manhosa de Louis estava ali, começando a dar seus ares. Completamente adorável.
Apesar do jeito que Harriet sempre se portava na presença do namorado, o relacionamento tinha muito diálogo. Tudo era consensual em literalmente todos os aspectos da relação, o que a tornava saudável e agradável de ser vivida. Louis tinha o dom de fazer com que Harry se expressasse e colocasse em palavras tudo o que gostava ou não no convívio entre os dois, melhorando e consertando os aspectos juntos em seguida como um casal dedicado em cumprir todas as juras de amor e compromisso.
Harriet era, sem dúvida, a pessoa mais inibida que Louis já conheceu, e foi exatamente isso que despertou a curiosidade do mais velho. Foi o que fez com que ele se aproximasse da cacheada. Por mais difícil e demorado que tenha sido o processo de deixar Harriet confortável o suficiente até ela perceber que Louis tinha interesse em si e em tudo o que o fazia ser quem ela era, Tomlinson esperou pacientemente para tê-la e secretamente sempre orgulhou-se de tal feito. Afinal, isso o levou a encontrar a pessoa mais amável que ele já teve a oportunidade de desfrutar da companhia.
Porém, Louis sabia melhor do que ninguém sobre a habilidade que a namorada tinha de utilizar uma feição inocente enquanto fazia coisas que não condiziam nada com ela. Como, por exemplo, encará-lo de baixo com os olhos brilhantes enquanto esfregava seu rosto no volume da sua calça e silenciosamente pedia permissão para retirá-la. Ou, também, quando sentava em seu colo como quem não tinha segundas intenções e acabava ondulando mais o quadril do que o recomendável para manter a estabilidade de Louis. Sempre jurando que não era nada proposital por ter muita vergonha de confessar que na verdade sempre foi.
Entender quando sua garota queria algo a mais de si tornou-se fácil com o passar do tempo. Apesar de raramente verbalizar, Harriet sabia demonstrar que sentia falta de Louis de outros modos. Toques eram os melhores. Mas existiam os momentos em que o namorado não dava o braço a torcer. Então, depois de cinco tentativas ignoradas, tudo o que restava era um Harry com olhos cristalinos pelas gotas de água que se derretia em sensibilidade a qualquer mínima resposta calculada de Louis. Respostas extremamente bem pensadas para que não tivessem nada que a deixaria satisfeita, menos ainda algo que a tirasse daquela bolha íntima em que haviam entrado. Louis gostava de levar Harriet ao limite só para vê-la declarar com todas as letras que precisava ser fodida. Ele sabia o quão doloroso e humilhante isso era para sua garota. Assim como também sabia, na mesma medida, o quanto aquilo a excitava e a deixava perto de um orgasmo sem ao menos ser realmente tocada.
Harriet estava começando a dar indícios de que queria Louis naquele momento. Depois de toda aquela eternidade sem vê-lo, ela estava precisando mais do namorado do que nunca. Suas coxas grossas e malmente cobertas pelo tecido do vestidinho apertavam o quadril de Louis com necessidade enquanto sua bunda macia deslizava discretamente pelo colo do namorado. Ela queria ser vista e principalmente implorava para ter seu desejo de duas semanas saciado, mas Louis parecia não reparar em suas investidas.
Por outro lado, Tomlinson estava completamente ciente das intenções da mais nova. Mas aquele dia seria um dos quais ele deixaria Harriet cansada até tê-la despudoradamente implorando por si. Descrever como e onde queria ter Louis seria um preço a ser pago para que isso de fato acontecesse.
Quando as mãos habilidosas de Louis moveram-se e pousaram em seu quadril, Harry arrepiou-se. Por pouco não se gabando de ter conseguido um toque sem muito esforço. Mas sua esperança e seu ego murcharam assim que os dedos pressionaram a pele com uma força considerável para fazê-la parar de se mover. Foi possível escutar um muxoxo triste vindo da cacheada enquanto seu peito subia em um suspiro. Ela estava tão perto de conseguir o que queria, era somente frustrante ter suas expectativas cortadas tão cruelmente.
Os olhos verdes estavam baixos, em conjunto com os dedos finos apoiados no peito de Louis em um toque quase leve demais para ser sentido. Seu punho direito se fechou ansiosamente perto da tatuagem próxima da clavícula do namorado e sua última reação antes de voltar a afundar o nariz no pescoço de Louis foi soltar mais um suspiro impaciente e derrotado.
Enquanto a garota choramingava e soltava leves lufadas de ar ou barulhinhos bobos para lembrar Louis de que estava ali, o mais velho fingia não notar nenhuma de suas ações. Seu quadril ficou imóvel depois que foi colocado assim, mas o resto do seu corpo denunciava a sua vontade. As coisas foram levadas assim até que, em certo ponto, quando a carência havia alcançado cada canto do seu ser, sua mão correu em direção aos fios da nuca de Louis e ela provocou um leve aperto ali. Foi inocente, seus olhos estavam fixos em qualquer coisa que estivesse passando na televisão, mas Louis tomou isso como a hora perfeita para começar a colocar seu plano em prática, pegando o controle e desligando o aparelho.
— Harriet? — chamou, virando o rosto para tentar encontrar os olhos da namorada mesmo naquela posição onde eles estavam praticamente escondidos.
Mas não por muito tempo. Em um pulo, Harriet ergueu a cabeça e fitou Louis com suas grandes esmeraldas. Ela finalmente havia atraído a atenção do mais velho. Um sentimento bom fez seu peito aquecer enquanto um sorriso feliz brotou em seu rosto. Ela não precisou responder para que Louis continuasse falando.
— Está precisando de alguma coisa? — perguntou falsamente. Suas mãos se mantiveram na camisola que revestia a epiderme cheirosa de Harriet.
O lábio inferior da menina ficou proeminente em um biquinho quando a realização caiu sobre ela como um balde de água fervente que ocasionou o aquecimento de cada centímetro da sua pele. Aquele era Louis querendo brincar consigo e com a sua timidez como se Harriet fosse apenas um fantoche moldável aos seus gostos e preferências. Não que isso fosse ruim, muito pelo contrário. Porém, esse modo de humilhá-la, especificamente, sempre resultava em uma cacheadinha trêmula reduzida a uma bolinha de vergonha e lágrimas, apesar de totalmente satisfeita e agradecida ao namorado.
Tentando reunir sua coragem para despejá-la em uma única frase e aproveitar a oportunidade que provavelmente só ganharia novamente depois de algumas horas, Harriet posicionou-se melhor em cima de Louis e pegou a mão dele na sua, levando-a lentamente para baixo do tecido que vestia e a posicionando sobre sua xotinha que já molhava levemente o tecido da calcinha pelos pensamentos antecipados sobre o que aconteceria a partir dali, finalmente conseguindo proferir:
— Aqui. Dói — seu tom era lamurioso e Louis se divertia internamente com isso. Harriet se frustrou ao esperar e não receber qualquer tipo de movimentação por parte do outro. Talvez ela devesse começar a baixar suas expectativas e parar de ser tão precipitada com suas ideias.
— E o que você quer que eu faça? — indiferente, Louis perguntou. Seus ombros subiram e desceram como se não entendesse o pedido e a cabeça foi inclinada em questionamento.
Harriet suspirou pela milésima vez em um curto período de tempo. Sua dose de confiança já havia sido injetada ao fazer Louis tocá-la e, em seguida, pronunciar as duas palavras. A partir dali ela estaria completamente exposta e suscetível à degradação enquanto seu atrevimento de minutos atrás evaporava de uma vez só.
— Papai — a garota murmurou, reclamando, tentando esquivar-se de dar uma resposta objetiva. Ela estava dando tantas dicas do que precisava que Louis fizesse consigo, mas o namorado parecia estar cada vez mais longe de realmente tentar entendê-las.
Sua cabeça estava baixa mais uma vez, os fios cacheados e compridos pendiam e impediam Louis de visualizar seu rosto. Suas bochechas provavelmente já estavam coradas o suficiente naquele momento e Harriet odiava a ideia de deixar Louis saber disso, mesmo tendo noção de que as futuras lágrimas inevitáveis seriam vistas de qualquer forma.
— O papai não me ama mais? — perguntou em um fio de voz. Foi possível ouvir quando Harriet fungou, provavelmente para se controlar e não começar seu choro tão cedo. Seus olhos esmeraldinos ainda não olhavam os oceânicos de Louis.
Louis, esse que quase se deixou levar pelo jeito de Harriet, por pouco não a fez deitar-se no sofá para fodê-la como ela merecia e acabar com aquela tortura que estava sendo para si também. Mas ele estava disposto a levar tudo aquilo até o fim, ciente de que a última pergunta de Harriet foi apenas para fazê-lo sentir-se uma péssima pessoa e mudar seus planos.
— O papai ama você, sim — os dedos da sua mão livre percorreram o braço de Harriet, unicamente pelo prazer de vê-la lutar contra as ações involuntárias e acabar arrepiando-se — Ele só ficou longe da garotinha dele por muito tempo — a mesma mão subiu a carícia até o topo da cabeça de Harriet, afagando o começo dos seus fios — E acabou esquecendo o que a gatinha dele quer quando age de um jeitinho tão… — ponderou por alguns segundos, tentando encontrar as palavras — Carente e necessitado.
Harriet fechou os olhos com força ao ouvir seu namorado. Era isso, Louis tinha o resumido em carência e necessidade, nada além. Quando tornou a abri-los, notou sua visão ficar turva por lágrimas, se amaldiçoando por ser tão sensível. Suas coxas pressionaram as de Louis com força, causando um atrito significativo contra o toque na sua bucetinha, enquanto o mais velho sentiu a renda em contato com os seus dedos ficar ainda mais molhada com o melzinho.
As palavras do moreno, querendo ou não, mexiam notavelmente com o corpo e as reações da namorada.
Louis deu um sorriso ladino.
— Mas você pode ajudar o papai a lembrar — deu a ideia, ainda acariciando os cabelos de uma garota amuada sentada em si. Ele decidiu não forçar Harriet a olhá-lo, pelo menos não por enquanto — Eu só quero fazer minha menininha se sentir bem, sim?
Em uma última tentativa, Harriet choramingou e negou com a cabeça. Ela ainda tentava lutar contra o poder de persuasão que Louis tinha, ciente de que remar contra a maré seria em vão. Seus dedos seguraram o pulso de Louis com força por medo de que aquele mísero toque na sua bucetinha necessitada fosse interrompido.
— Não, papai — seus cachinhos adoráveis, em conjunto com as tranças, balançavam enquanto negava — Não consigo dizer, você sabe.
Mesmo com a resposta, Harriet tinha dois corações naquela situação, dois pensamentos que o levavam a lugares diferentes. Ela poderia pensar somente em si e decidir de uma vez por todas que não faria o que Louis estava sugerindo. Harriet verdadeiramente sabia que o namorado não ficaria chateado ou irritado caso houvesse o uso da palavra de segurança em situações como aquela. Por outro lado, fazer isso seria puro egoísmo, já que Louis sempre a fez sentir-se tão bem e o mínimo que ela poderia fazer era retribuir por ser intensamente cuidada e amada. Ela não conseguia sequer imaginar como seria decepcionar seu papai e jamais tomaria uma decisão que resultasse nisso.
— É até irônico — Louis voltou a falar, ocasionando um pulinho discreto e assustado de Harriet que havia se perdido em pensamentos. Dedos firmes empurraram seu queixo para cima, a fazendo ver o namorado por entre as mechas castanhas — Você ser tão tímida que não consegue nem falar com o seu dono, e ao mesmo tempo tão cadela a ponto de se molhar feito uma virgem na minha mão — Harriet sentia seu rosto quente de vergonha enquanto travava uma batalha árdua contra si mesmo para não deixar as lágrimas teimosas caírem — Você quer isso. Você quer o papai. Então nós vamos tentar mais uma vez, vou te dar mais uma chance, sim?
Foi quase difícil notar quando Harriet assentiu tão discretamente. Louis tinha um poder tão grande sobre si. Era até intimidador o modo como ele sempre conseguia o que queria, obrigando e convencendo Harriet a fazer qualquer coisa por si. O peso do seu corpo já estava todo sobre o colo do namorado, incapaz de manter parte dele apoiado em seus joelhos. Sua mão livre estava caída ao lado do seu corpo com receio de agir e fazer o namorado desistir da sua última tentativa.
Ela queria ser boa.
Ela precisava ser boa.
— E eu juro que vou te deixar na mão se você decidir continuar sendo uma vadiazinha tímida — a cacheada fungou e negou várias vezes, prometendo que faria tudo corretamente. Louis suspirou e retirou os fios de cabelo do rosto de Harriet mais uma vez, ligando os olhares de maneira intensa — Coisinha, você quer dizer alguma coisa para o papai?
Os ombros de Harriet desabaram assim como sua postura em um claro sinal de desistência. Louis sabia como conseguir o que queria da sua namorada de uma forma tão natural que às vezes até era difícil para a garota perceber que havia cedido e ido contra seus princípios. Mas, naquele momento, ela via claramente toda sua estabilidade e auto preservação indo para o ralo, dando espaço para que as próprias palavras proferidas ocupassem as lacunas deixadas e o consumissem com seus significados sujos e pervertidos.
— Preciso de você. Preciso do meu papai — pediu em um fio de voz. Seu olhar baixou por alguns segundos, mirando a mão de Louis que desaparecia entre suas pernas junto da sua que servia para manter a palma quente dele ali.
Quando teve coragem de olhar Louis novamente, foi simplesmente demais. Os olhos azuis estavam tão concentrados em si e esperavam tanto que foi inevitável segurar seu choro contido. As primeiras gotas escorreram lentamente por suas bochechas rubras.
— Preciso do pau do papai tão fundo dentro de mim, me comendo como só ele sabe... por favor — seu corpo tremeu involuntariamente ao ser estimulado. Louis começou a esfregar seu grelinho inchadinho levemente por cima da renda, causando uma fricção gostosinha, mas aqueles panos começaram a irritar Harriet profundamente e ela teria que pedir para livrar-se deles — Você... Você pode rasgar minha calcinha.
Tomlinson depositou um beijo em cima da lágrima acumulada no canto dos lábios de Harriet. Ele amava sua menina, assim como também amava seu choro desesperado.
O barulho do rasgo do tecido foi momentâneo, libertando a xotinha da garota que molhava a palma de Louis aos montes. Os dedos tatuados brincavam preguiçosamente com o pontinho de Harry e ela sabia que aquilo indicava que ela precisaria de mais do que somente isso para finalmente ser recompensada.
— Meus peitos — sua voz estava levemente embargada, as gotas grossas já deslizavam pelo seu rosto sem impedimento — Brinque com eles, papai, eles são todos seus — ao pedir, Harriet levou as mãos até a barra da camisola curtinha e a tirou em um piscar de olhos, tamanha necessidade que sentia.
Um ar gélido natural e noturno beijou sua pele ao despir-se. Seus cachos ficaram ainda mais selvagens pelo movimento rápido e repentino. Seus braços instintivamente cobriram seu corpo ao perceber o quão exposta estava e a vontade de encolher-se para se proteger do olhar azul quase venceu, porém, antes que pudesse, Louis segurou seus braços com delicadeza e os afastou para ter acesso ao seu peito e aos mamilos durinhos em antecipação.
Harriet esquivou-se ao sentir a barba de Louis roçar contra sua pele, e seus mamilos ficaram ainda mais eriçados e convidativos para que o namorado pudesse mamar naqueles peitos como se a vida dele dependesse disso.
Talvez, naquele momento, realmente dependesse.
"Você é incrível" foi tudo o que Louis disse antes de aproximar-se do seio esquerdo gordinho, passar a língua molhada de saliva sobre o botãozinho marrom e soprar diretamente em cima dele em seguida apenas para ver sua garota se arrepiar, enfim começando a realmente chupá-la.
Harriet se mantinha estável com as mãos nos cabelos de Louis enquanto os lábios finos faziam um ótimo trabalho em deixá-la sedenta por mais. O melzinho de Harry pingava na calça de Louis e ela podia sentir perfeitamente o pau do namorado entre sua bunda. Era uma troca, quanto mais Harry movimentava os quadris e consequentemente estimulava Louis, mais ávidas eram as lambidas do namorado em seus peitinhos sensíveis. Ambos saiam ganhando.
Quando mudou de lado, usando os dedos para continuar dando atenção para um e poder começar a chupar o outro mamilo durinho, pôde reparar em Harriet. Nas suas sobrancelhas franzidas. Nas lágrimas que escorriam pela sua face. Nos gemidos gostosos que saíam por entre seus lábios gordinhos. Na obra de arte que era Harriet no cúmulo do desejo sem nenhum pudor. Mas Louis estava com saudades de vizualizar suas esmeraldas, então, para chamar atenção, despejou um fino filete de saliva sobre o botãozinho e o acompanhou deslizar pela pele leitosa, hipnotizado com a cena.
A garota abriu os olhos chorosos na direção de Louis e segurou ainda mais forte os cabelos do namorado. Ela só era incrível porque Louis o fazia sentir-se assim. Única. Desejada. Harriet sabia o quão sortuda era por ter tido seu destino cruzado com o de Louis.
— O meu papai me faz tão bem. Sua boca é tão boa — divagou, mantendo o contato visual com um Louis abaixo de si dedicado em seus peitos — Queria que você visse o que eu estou vendo, o papai fica tão lindo assim, tomando o meu leitinho.
Foi tarde demais para Louis pensar nas próprias ações ao ouvir aquilo, ocasionando uma mordida leve na pontinha excitada do seio direito e logo em seguida um puxão no biquinho entre os dentes, sentindo sua calça molhar com o líquido de Harriet mais uma vez. Sua garota não era exatamente um fã das palavras, porém, quando as usava, gostava de imaginar e dizer que seus peitos estavam cheios de leite e também que Louis pudesse simplesmente gozar em sua xotinha e a engravidar. Louis achava excitante como Harriet fantasiava dessa forma e via como sua garota estava cada vez mais perto de jorrar todo o seu prazer ali mesmo depois da própria fala.
— Você vai querer gozar assim? — Louis sussurrou contra sua pele, Harriet estremeceu pela sensação e derramou mais algumas lágrimas.
— Sim. Sim, por favor — então ela lembrou-se de adicionar: — Eu quero gozar enquanto o papai cuida dos meus peitinhos e toca minha bucetinha — Harriet se perdeu um pouco nas palavras, estava ficando cada vez mais difícil formular frases que faziam sentido — Tão bom pra mim.
Harriet conseguiu ouvir um gemido satisfeito vindo de Louis, o qual se perdia nos cílios molhados acima dos olhos verdes e fazia disso uma motivação para acelerar o movimento dos seus dígitos. A bucetinha de Harriet molhava cada vez mais e facilitava o toque enquanto seus gemidos e ofêgos envergonhados, necessitados e sensíveis eram como música para os ouvidos de Louis.
Harriet vinha sendo estimulada desde o momento em que o namorado exigiu que ela se humilhasse a ponto de expor seus desejos em palavras, mesmo sabendo que ela tinha dificuldade e que sempre ficava vermelha como se estivesse queimando. Louis não ligava. Sabia que o fruto daquela degradação seriam as suas tão amadas lágrimas de Harry, e ela amava a sensação do cúmulo.
Chegar ao cúmulo com lágrimas nos olhos, hipersensibilidade e gozo de Louis em qualquer parte do seu corpo era como chegar ao paraíso, só que melhor.
A boca de Tomlinson deixava a namorada perto de colapsar, entregue ao próprio prazer, e a junção com a estimulação gostosa no seu grelinho duro resultava em cada vez mais gotas caindo dos seus olhos. Seus dedos permaneciam entre os fios de Louis e seu quadril ia de encontro à mão dele, tentando saciar-se o mais rápido possível. Sua bunda deixava Louis cada vez mais duro e com vontade de vê-la gozando logo para poder finalmente meter naquele lugarzinho apertado. Louis passou a utilizar os dentes para arranhar de leve os botõezinhos e Harriet se contorcia ainda mais em seu colo.
— E-estou quase! — soprou em meio lágrimas e suspiros, a visão completamente nublada — Quase gozando para o papai — mesmo em tais circunstâncias, deu um sorriso com o canto dos lábios, não deixando de sentir orgulho de si mesma. Afinal, ela estava verbalizando.
Mas sua felicidade morreu assim que Louis resolveu voltar a falar:
— Você se contenta com pouco — e então ele estava sorrindo. Não era amigável, era debochado. Louis estava rindo de Harriet como se ela não fosse nada além de uma garotinha sensível e carente de contato — É tão vergonhoso.
Harry se sentiu inferior ao ver o namorado daquele jeito, em uma posição totalmente oposta à sua. Seus ombros chacoalhavam conforme seu choro e seu ventre doía ao tentar segurar seu orgasmo para não parecer tão desesperada como Louis estava dizendo que ela era. O que não aconteceu por estar sendo masturbada tão bem ao mesmo tempo que tinha sua área erógena chupada com afinco. Tudo o que restava era vir na mão de Louis e comprovar a visão que ele tinha sobre si.
— E ainda molha toda a minha calça igual uma vagabunda. Porra, olha a bagunça que a sua bucetinha 'tá fazendo em mim! — sua voz estava um pouco mais alta, agressiva até, porque Louis sabia de como Harriet amava ser tratada desta forma em momentos como esse. Ele aproximou o rosto de sua orelha apenas para soprar a última frase, aquela que tinha certeza que faria sua menina chegar ao limite — Você é tão nojenta. Eu nunca vi uma putinha tão suja como você.
Quando a sensação de formigamento se apossou da sua virilha, Harriet não viu necessidade de perguntar se poderia ou de avisar Louis de que estava vindo. Ela estava precisando disso há uns bons minutos e foi uma libertação se deixar levar pelas ondas prazerosas que se apossaram do seu corpo frágil. Suas costas arquearam de leve e suas coxas tremeram com a liberação do orgasmo. Seu gemido mais alto da noite foi abafado pelo pescoço de Louis, onde Harriet inconscientemente escondeu o rosto e privou o namorado de vê-la chorar como nunca enquanto gozava.
Um silêncio suspeito se apossou em seguida. Suas pálpebras, que provavelmente ficariam inchadas amanhã, estavam pesadas pelo cansaço e seu corpo doía por ter ficado tanto tempo naquela posição. Alguns espasmos do orgasmo recente ainda a percorriam. Harriet sentia seu rosto molhado e alguns fios de cabelo grudavam sobre ele. A garota estava incapaz de ter noção dos próprios atos com a mente nublada e a visão turva, muito menos pensava sobre as possíveis consequências que eles trariam. Mas então ela sentiu. Ou, melhor dizendo, não sentiu. Louis estava imóvel embaixo de si. Talvez limpando sua mão ou fazendo alguma outra coisa, Harriet não sabia identificar. Por isso, a cacheada resolveu ver com os próprios olhos. Checar por si mesma o motivo de Louis não tê-la jogado contra o tapete e a usado como quisesse assim que ela gozou.
A expressão que Harriet encontrou no rosto de Louis partiu seu coração. Era uma feição quase magoada. Talvez melhor definida como decepcionada. Seus olhos eram um azul vazio enquanto o canto dos seus lábios estavam voltados para baixo em chateação. Harriet sentiu como se ele simplesmente fosse levantar dali sem qualquer explicação e ir embora, e isso a deixou desesperada.
Foi tentando relembrar de minutos atrás que a realização caiu sobre si. Ela sabia como o namorado tinha tesão e amor por suas lágrimas em momentos íntimos. Harriet já viu como Louis ficou excitado enquanto a assistia usar um plug em público e chorar contido por se sentir exposta demais, triplicando a sensação de ser estimulada exatamente no seu pontinho com o objeto. Mas então, ao afundar seu rosto no pescoço do namorado, ela impediu que Louis visse o que ele provavelmente idealizou desde o começo.
Harriet se sentia extremamente culpada. E essa culpa foi revertida em um choro com direito a soluços e gotas grossas que pingavam na calça de Louis, onde antes foi derramado seu melzinho. Ela sentia a angústia percorrer seu corpo frágil e precisava tomar uma atitude urgentemente para tentar redimir-se. Era o objetivo que ela tinha em mente quando começou a beijar todos os cantos do rosto impassível de Louis, até que teve seu maxilar segurado sem muita força, apenas para mandá-la parar.
— O papai está tão chateado — Louis falou contra os lábios de Harry, nunca deixando a garota beijá-lo — Eu tento ser bonzinho e fazer minha menina se sentir bem, mas ela não se importa nem um pouco comigo.
Harriet negou com a cabeça com veemência, odiando que tivesse deixado Louis se sentir daquele jeito. Seu rosto foi apertado ao ponto de um biquinho formar-se em seus lábios cheios, mas não doía. Nada doía tanto quando a sensação de ter decepcionado seu papai. As lágrimas deslizavam por seu rosto em maior quantidade a cada minuto.
— Você entende isso? Estou decepcionado com você, consegue entender? — continuou, mentalmente se deliciando com o choro da garota.
— Não. Não, não, me desculpe. Por favor, papai, eu errei e reconheço isso — suplicava entre os espasmos que seu corpo dava, já se sentindo sobrecarregada e confusa — Por favor. Eu sou sua. Sua coisinha, para você usar quando quiser...
Harriet estava uma bagunça completa, seus cachos emolduravam seu rosto de forma desordenada e a fina camada de rímel nos seus cílios começava a escorrer como tinta escura brutalmente arremessada em um quadro branco delicado. Tinha um contraste. Era lindo. Sua bucetinha doía de sensibilidade a cada esbarrão acidental e seu físico e emocional estavam perto de se esgotarem. Mesmo que tenha sido apenas um orgasmo, a vergonha tomava conta de absolutamente todos os seus sentidos, fazendo com que a exaustão fosse geral. Porém, mesmo nessas condições, Harriet precisava era provar para Louis que era uma boa menina, e ela o faria.
— Papai — tocou a barba aparada de Louis com a mão trêmula. Os olhos azuis o miraram com descontentamento — Eu posso ser boa, muito boa. O papai pode usar e me foder como ele quiser — pediu, o polegar acarinhando a bochecha de Louis singelamente — E eu prometo que não ficar quietinha — acrescentou — Vou dizer tudo o que o meu papai quiser ouvir. Por favor.
A luz amarelada do cômodo refletia nos olhos verdes e aguados. Por fim, Harriet encostou a sua testa na de Louis, não sabendo se deveria beijá-lo ou não. Demorou alguns segundos de contato visual para que Louis decidisse o que faria com a sua coisinha, acabando por compadecer-se com a expressão pidona, afinal, Harriet só queria agradá-lo e estava disposta a conseguir isso.
— Você vai ter que aprender a usar essa boca gostosa se me quiser dentro de você — proferiu, atacando os lábios de Harriet em seguida.
Era um beijo onde não havia disputa, apenas dois extremos. Dominância e submissão. Louis guiando a dança de línguas enquanto Harriet apenas seguia seu ritmo. Os sons molhados faziam a cacheada tremer por finalmente estar recebendo aquilo do namorado depois de tanto tempo e a angústia se dissipava aos poucos. As mãos de Louis se perderam entre os fios de cabelo de Harriet, a puxando para si em busca de mais.
Harriet, mesmo fraca e sonolenta, relutantemente teve que impedir o ósculo e verbalizar suas ideias. Sua necessidade de ser boa a impedia de secar as lágrimas para poder agradar Louis e suas duas mãos seguravam o rosto barbado para ter total atenção enquanto pronunciava com todas as letras o que precisava que o namorado fizesse.
— Agora você vai me deitar no tapete e meter em mim sem preparação. Nada de língua ou dedos, eu preciso apenas do seu pau — Harriet se surpreendeu com o quão confiante sua voz saiu, atrevendo-se em descer seus dedos pelo abdômen de Louis até o caminho de pelos bem aparados e segurar o pau grosso ainda dentro da roupa, ofegando discretamente em surpresa ao sentir o tecido da calça extremamente molhado contra as costas da mão. Louis estava sem cueca e isso explicava o cacete tão bem delineado entre as bandas gordinhas da sua bunda — Você já está babando para ter a sua garotinha.
Louis quis sentir na pele a temperatura das bochechas avermelhadas de Harriet. Estavam extremamente quentes, notou. O choro tinha diminuído um pouco. Talvez a garota se arrependesse de toda aquela coragem em minutos, mas era incrível para Louis poder ouvi-la daquela forma. Com atenção e foco. Não deixando de reparar no esforço que ela fazia para fazê-lo sentir-se bem. Harriet estava sacrificando a si mesma para mostrar que a única coisa que importava ali era Louis.
— Mas se doer e eu implorar para você parar, não dê atenção. Eu quero que você me destrua — sua palma espalhou o pré gozo do namorado pela extensão antes de puxá-la para fora da calça e fazê-la bater contra a pele bronzeada, dura e necessitada de alívio.
Louis gemeu e apoiou a cabeça no encosto do sofá ao ter seu pau devidamente punhetado junto com as palavras tão pecaminosas vindas de lábios tão doces. Ao voltar a postura anterior, não pensou duas vezes antes de agarrar as coxas de Harriet e levantar-se com ela no colo para deitá-la no tapete macio da sala. Contemplando cada centímetro da sua menina ao deixá-la ali para remover sua única peça de roupa, arremessá-la em qualquer canto, e ajoelhar-se próximo as pernas fechadas de Harriet.
Encarando o teto sobre si, as lágrimas voltaram para a visão de Harriet. Um momento de lucidez a fez cair na realidade da situação e perceber o estrago que aquilo faria na sua reputação introvertida. Mas agora era tarde demais. Duas gotas escorreram pelos cantos dos seus olhos e foi preciso tomar ar para continuar com o seu maldito falatório.
— Agora o papai vai abrir as pernas da garotinha dele — fungou, apoiando-se sobre os cotovelos para ver Louis por cima dos seus joelhos, o qual se mantinha em silêncio para não assustar Harriet que aparentava já estar desinibida.
Louis afastou suas coxas e Harriet voltou a deitar as costas no chão, deixando ser usada de acordo com o próprio roteiro. Ela tinha vontade de voltar a fechar as pernas, e aquela luta interna sobre preservar-se ou ser bom causava gotas grossas que saiam dos seus olhos e se desfaziam no tapete. Seu peito ardia em uma mistura de sentimentos, somado ao estado quase sonolento que sua mente e corpo entraram ao gozar no colo de Louis. Ela tinha sido cruel e estava pagando por isso.
Mesmo assim Harriet não conseguiu evitar fugir.
Seus joelhos foram juntados novamente por si mesma e ela se pôs de bruços, tentando ir para longe dali e de toda aquela humilhação que estava passando. Harriet não pensou em Louis ou em como ele ficaria furioso ao ver sua falta de colaboração mesmo depois de ter prometido que seria boa, não, ela só precisava se esconder no primeiro lugar que encontrasse pela frente e chorar seus pulmões fora por ter sido tão exibida e desagradável consigo mesma.
Porém, antes que pudesse começar a sua fuga, mãos agarraram ambos os lados da sua cintura com força e o trouxeram de volta, virando seu corpo para cima novamente com um baque surdo do seu corpo contra o tapete.
— Não! Papai, pare! — seus punhos fechados batiam contra o peito de Louis, tentando empurrar-se para cima e sair do aperto dos seus dedos — Por favor, me deixe ir, eu não quero mais.
Com isso, Louis substituiu as mãos pelo antebraço para prender Harriet contra o chão, o pressionado em seu ventre, e inclinou-se sobre o corpo que se debatia debaixo de si, espalmando a palma contra o tapete felpudo ao lado da cabeça de Harriet e ficando a centímetros do seu rosto. Harriet parou de esquivar-se, com medo de qual seria o próximo passo de Louis e focou nos olhos azuis que pareciam observar sua alma. A garota sentiu seu lábio inferior tremer pelo choro enquanto esperava Louis reagir.
Louis levou os lábios finos até a orelha de Harriet e usou o tom mais rouco para proferir:
— Não — foi simplório, mas causou um efeito notável em Harriet. Os olhos verdes se fecharam com força e ele pode sentir a xotinha voltando a ficar molhadinha somente com isso — Você vai ficar aqui e vai ser usada pelo papai até que ele decida ser o suficiente — enquanto pronunciava com seu sotaque carregado, impulsionava seu caralho duro entre os lábios macios da xotinha de Harry, superficialmente esbarrando sobre sua entrada apertada — A única coisa que eu quero de você são as suas palavras e suas lágrimas, o resto não importa. Não importa se você não quer mais. Não importa se você quer fugir. Não importa se você me mandar parar. Eu não dou a mínima para o que você quer, coisinha.
Harriet tinha a respiração pesada, seus dedos agarraram o tapete felpudo para tentar descontar sua angústia. Ela estava derrotada, perto de esgotar-se totalmente e virar apenas um objeto que o namorado usaria para foder e gozar dentro assim que terminasse.
Louis pegou a primeira almofada que encontrou em cima do sofá e a posicionou embaixo da bunda de Harriet, elevando os quadris da garota na sua direção.
A cacheada inutilmente ainda tentava colar as coxas com o resquício que tinha de ânimo para defender-se, mas Louis estava entre elas e proibia qualquer recuo que ele pensasse em fazer. O salto baixo dos seus sapatos batiam contra o chão sem causar um som realmente alto enquanto suas pernas debatiam-se e sua respiração estava cada vez mais dificultosa.
— Você quer sentir o papai aqui? — Louis indicou o ventre de Harriet com a mão e sentiu seu cacete vazar ainda mais quando a garota negou desesperadamente. Foi uma pergunta retórica, Louis não estava nem um pouco interessado na resposta de Harriet.
Como estavam, Louis pode ver cuzinho de Harriet se contraindo em nada em busca de qualquer coisa que o preenchesse. Seu polegar não tardou em contornar o buraquinho apertado, sem forçá-lo para dentro em momento algum, afinal, o pedido foi claro. Harriet queria sentir a sua xotinha abrindo no pau de Louis.
O mais velho usou a mão livre para espalhar mais pré gozo por sua extensão e preparar-se para foder sua garotinha. Não que ela mesma já não estivesse liberando melzinho aos montes enquanto fingia não estar gostando de tudo aquilo.
Harriet ainda sentia uma necessidade absurda de fuga, apesar de impossibilitada. Ela virou seu rosto para o lado e pressionou a bochecha contra o chão, não querendo olhar a cena que se desenrolava acima de si. Seus lábios tinham um biquinho triste e seu peito subia e descia com dificuldade. Harriet não percebeu o momento em que Louis voltou a deitar sobre seu corpo, apenas sentiu os dedos virarem grosseiramente o seu rosto para encará-lo.
— Nem pense em virar seu rosto mais uma vez. O papai quer ver como você chora pra ele igual uma puta barata — murmurou contra seus lábios, segurando a base do próprio pau e o encaixando na grutinha encharcada da garota.
Entrar em Harriet estava sendo difícil, apesar de toda aa bagunça molhada de ambos. Mesmo que ele já conseguisse ver a buceta engolindo seu pau até a metade, a entradinha da sua menina o apertava na tentativa de expulsá-lo a cada segundo e aquilo era quase sufocante.
— Porra, duas semanas te deixaram ainda mais apertada — falou entre dentes. Suas mãos seguravam as coxas de Harriet com força para mantê-la quieta e facilitar o processo.
Louis retirou-se de dentro de Harriet, acumulou uma quantidade significativa de saliva e deixou com que ela escapasse por entre seus lábios finos, caindo diretamente na glande vermelinha do seu pau para conseguir deslizar melhor e até o fim na bucetinha de Harriet. Um fiozinho incolor ligava a cabecinha babada na entrada da xotinha e aquilo denunciava como os dois precisavam daquilo.
— Por favor, não fale desse jeito — manhou — E-estou tão envergonhada, papai, me deixe ir — a última palavra foi prolongada em sua voz, acabando em soluços que fizeram seu corpo tremilicar. Seus braços estavam jogados sobre o chão, inúteis. Malmente tentando livrar-se de Louis. Apesar de tudo, seu quadril ia de encontro ao pau do namorado para tê-lo cada vez mais.
Os pés de Harriet estavam plantados no chão, as pernas dobradas e o quadril obrigatoriamente erguido enquanto Louis terminava de forçar-se para dentro, logo sentindo as bolas pesadas baterem contra sua bunda branquinha. Rastros de maquiagem desenhavam linhas na pele rubra do seu rosto. Sua perna inconscientemente circulou o quadril de Louis para mantê-lo dentro de si o maior tempo possível enquanto uma lufada de ar presa em seus pulmões foi liberada.
— V-você me machuca. Dói muito — sussurrou, fechando os olhos com força ao sentir a primeira estocada realmente bruta de Louis.
— Oh, eu imagino — respondeu, falsamente secando uma linha molhada no rosto de Harry — Mas, sinceramente, espero que você acabe ainda pior.
A cacheada tremeu com as palavras cruéis de Louis, deitado ali como um ser sem sentimentos ou emoções enquanto se acostumava com a invasão em seu buraquinho intocado há duas semanas.
Louis estava encantado pelas lágrimas de Harriet que escorriam em abundância logo no primeiro impulso do seu pau grosso. Harriet tinha o corpo impaciente e usou os cabelos de Louis para agarrar-se à consciência que lhe restava, erguendo o pescoço até colar ambas as testas. Seus olhos imploravam por algo que ela sequer sabia exatamente o que era e, pela proximidade, Louis conseguia ver cada nova gota d'água que se formava na superfície esmeraldina.
Louis a comia tão bem e tinha os olhos azuis tão penetrados em Harriet que faziam a sensação ficar ainda mais intensa. Harriet desviou o olhar para baixo por um momento, acompanhado a cena dos quadris do namorado batendo contra o seu enquanto o pau dele sumia dentro de si, exatamente quando sentiu a glande tocar seu pontinho G. O que a obrigou a agarrar-se ainda mais no cabelo de Louis e gemer em sua boca para incentivá-lo a foder exatamente ali.
Ambas respirações tinham descompasso. A de Louis pelos movimentos certeiros em busca do próprio orgasmo depois de tanto tempo duro, enquanto a de Harriet por se sentir sobrecarregada, com estímulos e lágrimas demais, tudo ao mesmo tempo.
Harriet não pensou duas vezes antes de pegar a mão de Louis na sua e a descansar sobre seu ventre, onde os dígitos do mais velho sentiram a saliência do próprio cacete sob a camada de pele de Harriet.
— Eu te sinto tão fundo — pronunciou-se entre soluços chorosos, sem quebrar o contato visual com Louis — Você está violando a sua coisinha tão bem, papai.
Louis continuava investindo seu quadril contra Harriet, alargando sua bucetinha como ela havia pedido. Sua pele branquinha já avermelhada pelo atrito dos corpos. Louis aproveitou para deslizar a mão mais para baixo até encontrar o grelinho sensível e novamente durinho da seu garota. Seus dedos acariciaram o pontinho e Harriet chiou, encolhendo-se e negando com a cabeça vezes demais.
— Não! — gritou, segurando o pulso de Louis que malmente a estimulava — Eu quero gozar com você. Quero gozar enquanto o papai me deixa cheia dele.
Louis gemeu baixinho e ondulou o quadril dentro de Harriet. O som de peles se encontrando misturava-se com os choramingos da cacheada. Buscar por ar estava sendo cada vez mais difícil, e só piorou quando Louis subiu a mão mais uma vez, agora em direção ao seu pescoço infelizmente imaculado, e manteve um aperto significante. Aquilo extrapolou o limite de Harriet. Mais lágrimas salgadas foram produzidas até que sua mente processasse o que ela deveria fazer para parar com o ato. Demorou três segundos para que sua mão abrisse e fechasse duas vezes, indicando que Louis deveria interromper a privação de ar, o que ocorreu imediatamente.
Harriet reconheceu a feição preocupada de Louis enquanto ele o analisava para checar se estava tudo bem para continuar com a cena. Então, para provar que sim, estava tudo perfeitamente bem, e que não, Harriet não precisava de um tempo, a cacheada segurou os dedos de Louis anteriormente posicionados em seu pescoço e sem cerimônia levou dois deles até os lábios. O cenho de Louis franziu por um instante sem compreender o que a garota faria, até que ele sentiu uma quantidade significativa de saliva escorrer sobre seus dígitos e logo em seguida ambos serem forçados para dentro da boca receptiva de Harriet que começou a chupá-los, simulando um boquete.
A garotinha sentia sua bucetinha ser abusada enquanto mantinha a boca cheia de Louis, fazendo questão de deixar os dedos bem molhados assim como faria se fosse o pau do seu papai no lugar deles. Suas bochechas quentes formavam vincos por tamanha dedicação que ela tinha em abrigar cada vez mais dos dígitos tatuados dentro de si. Louis os forçou até sentir a garganta de Harriet resvalar nas pontas, fazendo a menina engasgar uma última vez antes de acabar com a sua diversão, os tirando de entre os seus lábios.
— Agora a minha coisinha se arrependeu de não ter mamado o pau do papai? — os dedos molhados de saliva seguraram o rosto da garota, fazendo seus fluidos se misturarem — Bichinho inútil.
Harriet amaldiçoou Louis por não deixá-lo virar o rosto em uma tentativa frustrada de escapar da humilhação, ao mesmo tempo em que sentiu sua xotinha vazar e seu choro aumentar notavelmente.
— Desculpe, papai — choramingou, podendo ver as pequenas gotículas de água acumuladas em seus próprios cílios.
A cacheada, mesmo naquelas condições onde tudo era demais e ela almejava um bom descanso para recuperar-se depois que fosse usado, ainda tinha um pouco de consciência e persuasão em seu interior. Harriet sabia o quão bom era em afetar Louis com as palavras certas. Mesmo que o mais velho tivesse um fetiche absurdo em ouvi-lo falar coisas obscenas, parte do mérito era seu por saber exatamente como moldar as sílabas até que as frases fizessem algum efeito sobre Louis, e ela sempre conseguia.
Então, ali, viu-se completamente submissa de Louis. Com o rosto molhado de lágrimas e os fios de cabelo grudando nas trilhas que elas deixaram. Ouvindo os gemidos gostosos do namorado próximo a sua orelha enquanto era fodida com força e sentia-se totalmente entregue a ele. Tendo a sensação de que seu rosto pegaria fogo a qualquer momento pelo calor presente em suas bochechas. Além de, é claro, a sensação incrível de se sentir pequena e usada apenas para o prazer de Louis. Com tudo isso, Harriet estava no limite mais uma vez, impedindo-se de vir até que Louis também viesse.
Ela teria que acelerar o processo se quisesse cumprir com suas palavras.
Então, a garota utilizou do seu último fôlego para olhar profundamente nos olhos de Louis e pedir com a voz mais doce que pôde utilizar:
— Goza dentro de mim, papai. Deixa a sua garotinha vazando você — sua outra perna também circulou o quadril de Louis para o manter dentro assim que suas palavras tiveram efeito.
Harriet pode sentir o líquido de Louis jorrar dentro de si assim que pronunciou a última palavra, cruzando ainda mais os tornozelos nas costas do namorado para deixar a porra acumular-se no seu interior e pingar assim que sua bucetinha fosse abandonadola. Louis gemeu rouco com o olhar cravado no cacheado assim que teve o orgasmo finalmente liberto.
Harriet, porém, sentia algo diferente acontecendo, como se precisasse muito fazer xixi de uma hora para outra. Suas pernas balançaram e ela cobriu um grito alto demais com as mãozinhas, lembrando-se de não quebrar o contato visual para que Louis visse o estrago que suas lágrimas exaustas causaram.
Era uma sensação nova e Louis não poderia ter uma cena melhor do que aquela da bucetinha de Harriet expulsando ele da sua entrada ao jorrar seu líquido aos montes junto com a sua porra branquinha. A xotinha contraía e Harriet chorava enquanto sua grutinha vazava como nunca.
— Caralho... — Louis estava ofegante e com o corpo abrigado por uma fina camada de suor, apreciando a buceta usada da namorada.
A cacheada sentiu-se relaxada ao constatar que havia sido usada e servido como o brinquedo de Louis. Foi um milagre que seu corpo não tivesse perdido a força assim que sentiu o mais velho esporrar dentro de si. Sua obediência a mantinha ali até que a última lágrima escorresse pela sua face. Harriet quase ronronou quando Louis levou uma mecha ondulada do seu cabelo para trás da sua orelha.
— O que... Oh, merda — Harriet ergueu o rosto e deparou-se com a bagunça logo abaixo de si, o cacete de Louis completamente molhado e algumas gotas do seu orgasmo na virilha dele — O que eu aconteceu?
— Você esguichou no meu pau, amor — ele explicou e deu um risinho quando Harriet ficou com as bochechas rubras com sua fala explícita — Você é adorável. O papai está muito orgulhoso de você, sim?
Louis repousou a cabeça de Harriet sobre uma almofada macia, deixando alguns beijinhos por seu rosto e acarinhando sua bochecha enquanto falava como era bom estar de volta em casa, para os braços melhor pessoa do mundo, adicionando também que a amava mais do que tudo e que ela poderia contar com ele para sempre em um diálogo duradouro e calmo.
— Amo você. Amo o papai — murmurou, seus braços enlaçaram o pescoço de Louis em um abraço desajeitado com seus braços cansados.
O mais velho sorriu carinhoso para a sua menina, usando os polegares para enxugar as trilhas mais finas de água sobre seu rosto e aproximou-se para deixar um beijinho casto em seus lábios.
— Eu também amo você, carinho.
Wedding Dress 💄💌
Harry está a procura de seu vestido dos sonhos para o grande dia de seu casamento. E louis é o estilista que está disposto a ajudá-la.
Contém: traição, palavras improprias orgasmo múltiplos, desuso de preservativo, Harry como uma garota cis.
+18.
ambos os personagens são maiores de idade; Harry 24 e Louis 30.
Essa história é totalmente fictícia, não condiz de maneira alguma com a realidade!!!!!
Boa leitura babies 💌💄
Harry sentia a ansiedade borbulhando por seu interior quando olhava com atenção cada modelo de vestido de noiva, seus olhos brilhavam quando entrava nas lojas caras para tentar procurar por um modelo que lhe agradasse. Seu sonho estava se realizando e ela não via a hora de usar seu vestido, de entrar na igreja usando véu e grinalda. Dias atrás sua melhor amiga havia recomendado a loja “Femme noivas” onde ela mesma tinha encomendado seu vestido com um dos estilistas mais requisitados de Londres. Um Francês chamado Louis Tomlinson, que era extremamente famoso entre as noivas daquela região. Seu trabalho era impecável, Harry já tinha olhado um pouco do trabalho dele através da amiga e estava apaixonada. Ela havia lhe contado que ele acertava no vestido exatamente como a pessoa sonhava. Por isso era tão procurado, tinha uma atenção e bom gosto sem tamanho. Decidiu então que era com ele que iria fazer seu vestido de casamento. Por isso, falou com sua amiga para ambas irem até a loja que se localizava no centro da cidade. Agora Harry se encontrava sentada num dos sofás chiques que haviam ali, com um champanhe em mãos junto de Stacie. uma música ressoava baixinho dentro da loja e as atendentes iam e vinham com inúmeros modelos dos mais variados vestidos de noivas.
“Ansiosa para começar a experimentar?” Stacie questionou animadamente, ela estava tão ansiosa quanto Harry.
“Sim, eu não vejo a hora de encontrar O vestido, passei semanas procurando por um que finalmente pudesse me fazer comprar, que bom que você me indicou aqui, amei o trabalho desse tal de Louis. Espero que ele me surpreenda.” Sorriu para a mulher ao seu lado, Stacie estava prestes a abrir a boca para falar quando foi interrompida por um homem chamando a atenção delas. Ele parou sorrindo para ambas as garotas, Stacie foi a primeira a se levantar para cumprimentá-lo, sorrindo de orelha a orelha.
“Olá Senhorita Stacie, é um prazer revê-la.” Ele disse sorrindo simpatico. Então Harry pode observar bem como ele era.
Porra.
Ela estava embasbacada, o homem a sua frente era um deus. ele tinha os cabelos em um topete definido, os olhos azuis tão intensos que ela se sentia tímida ao olhá-lo nos olhos. E caralho, ele sorria de uma forma tão tranquila ao mesmo tempo tão galanteador. Harry definitivamente estava encantada por aquele homem, o pensamento de que aquele era um dos homens mais lindos e charmosos que um dia já pôs os olhos lhe passou pela cabeça brevemente.
“Digo o mesmo Senhor Tomlinson, Essa é minha amiga Harry, quem eu te falei sobre querer fazer seu vestido de casamento.” Stacie apresentou os dois, Harry levantou meio sem jeito ao sentir o olhar intenso do homem sobre si.
“É um prazer Senhor Tomlinson.” Cumprimentou-ó como um aperto de mãos.
“O prazer é meu, querida, e por favor, me chame de Louis.” Assentiu ainda tímida. “Bom, já que estávamos devidamente apresentados, quero que me fale um pouco sobre o vestido que deseja, as vezes eu já tenho ele pronto, muitas noivas acabam tendo um padrão de modelo. Então permita-me mostrá-los a você. Se caso algum lhe agradar, pode experimentar logo.” Ela concordou.
“Vá Hazz, eu ficarei aqui na sala de recepção tomando esse delicioso champanhe e comendo esses bolinhos.”
“Okay, mas irei te chamar porque preciso de sua opinião.” Assentiu e foi guiada por Louis que se pôs a guia-lá pelas costas para irem ao provador onde ficavam os vestidos, estava nervosa com a aproximação dele.
“Então, eu pensei num vestido que fosse de renda, um pouco decotado e com as mangas compridas, sabe?” Ele assentiu se afastando começando a procurar no cabideiro de vestidos. Ela ainda mantinha seus olhos nele. Se sentia hipnotizada pela beleza de Louis.
“Eu tenho aqui um parecido com o que você quer.” Ele pegou o vestido colocando dentro pequeno provador que havia ali. “Experimente.” Indicou o lugar com a cabeça. Harry rapidamente entrou na cabine, se sentia terrivelmente tímida com os olhares que o estilista enviava para ela. Fechou as cortinas quando Louis se afastou lhe dando privacidade.
Passou a vestir a roupa em seu corpo com facilidade, havia ali dentro um espelho grande na parede para que pudesse se olhar. Percebeu assim que estava quase vestida que não conseguiria fechar a parte de trás do vestido sozinha, então, um pouco nervosa e hesitante, abriu uma fresta na cortina que separava da parte onde ficava o cabideiro de roupas.
“Louis?” Chamou quase inaudível.
“Sim?” Ele rapidamente apareceu no seu campo de visão.
“Poderia me ajudar com o vestido?” Perguntou tímida, pressionando os lábios vermelhos.
“Claro, querida.” Ele adentrou o lugarzinho junto a ela, ficando a suas costas. “Permita-me?” Harry assentiu, sentiu os dedos dele passarem suavemente por suas costas até o final dela, numa carícia inocente. Ela poderia observar suas feições pelo espelho depositado em frente a eles. Louis tinha os olhos azuis pregados em suas costas, ele mordia os lábios suavemente parecendo contemplar sua pele branquinha. um arrepio percorreu sua nuca quando os dedos dele pressionaram sua pele para puxar o flecho do vestido, gemendo baixinho pela diferença de temperatura dos dedos dele.
“Algum problema, querida?”
“N-não Senhor Tomlinson.” Gaguejou denunciando seu estado afetado.
“Tem certeza?” Ele perguntou novamente, sua voz estando rouca e um sorriso ladino brotou em seu rosto.
“Sim...” Arfou quando Louis passou a unha na pele leitosa. Ela não tinha controle algum do seu corpo. Querendo tanto que ele apenas tirasse a vestimenta por si e comesse ela ali mesmo. Porra, ela tinha um noivo á sua espera, ninguém jamais havia tocado nela daquela forma, nem Sam, nunca se atreveu a deixar o noivo a ver sem roupa, ou quase sem. E agora tinha um desconhecido tocando sua pele de forma não sexual e Harry estava quase tendo um colapso porque se sentia quente, sentia seus pelos arrepiados e podia sentir escorrer lubrificação de sua bucetinha, nunca havia estado tão afetada por outra pessoa dessa forma, mas agora tinha a porra de um homem gostoso pra caralho as suas costas, ela não conseguia pensar apropriadamente.
“Vejo que gosta disso.” Ele falou de repente fazendo com que Harry saísse de seus devaneios.
“Isso, o que?” Perguntou perdida olhando para o homem pelo espelho.
“Isso.” E para comprovar o que ele dizia, começou a passar os dedos por suas costas, fazendo o vestido cair sob seus pés, eles estavam numa bolha cheia de tensão e excitação. Harry mal podia acreditar que estava semi nua na frente de Louis. “Vejo que é sensível nas costas, e me pergunto se é sensível da mesma forma na parte da frente.”
“Você poderia tentar comprovar.” Harry não saberia dizer de onde veio tanta confiança, ela queria estar se sentindo arrependida por dizer esse tipo de coisa visto que estava quase casada.
Louis apenas sorriu em sua direção, as mãos ágeis foram rápidas em desabotoar o sutiã fazendo com que ele caísse junto ao vestido, E sem qualquer hesitação por sua parte, ele segurou os peitinhos gostosos que estavam quentes em suas mãos. brincando despreocupadamente com seus biquinhos rubros. Harry mordeu os lábios tentando se conter e soltou um murmúrio quando ele apertou com mais força.
“Desculpe querida, mas para comprovar, preciso tocar neles.” Louis passou a dizer quando ela encostou suas costas no peitoral dele. Sua boca passou a deixar beijos lentos por seu pescoço, vendo a garota soltar lufadas de ar totalmente rendida com seus toques.
“Louis.” Gemeu totalmente excitada quando ele passou a chupar seu pescoço, a bunda farta pressionava em seu cacete. Ela sentia o pau dele duro contra sua bunda, isso fazia com que se sentisse ainda mais molhada, imaginando como seria gostoso tê-lo em suas mãos. O estilista passava as mãos firmes por seus peitos e barriga numa carícia lenta, Harry estava apenas com uma calcinha pequena de seda, querendo mais que tudo tomar coragem e tirar, os beijos passando a se tornar pequenos chupões na pele imaculada, a mulher se esfregava totalmente no cacete duro, enquanto Louis apenas pressionava de volta em sua bunda, uma mão escorregando de sua barriga para sua xoxotinha extremamente melada e quente. Abafou um gemido em potencial quando ele começou a esfregar o grelinho com os dedos.
“Você é tão sensível, e está tão molhada, olha só para isso.” Tirou os dedos de sua grutinha, levando para frente de seu rosto, era tanta lubrificação que escorria dos dedos do estilista, que logo levou para a própria boca provando seu sabor, gemendo em deleite. “Você tem um gosto tão bom, querida, sinta seu gosto.” Levou os dedos banhados de saliva e com um pouco de seu sabor para seus lábios cheios de gloss de morango. o gosto misturado era divino. Harry gemeu manhosa imaginando que aqueles dedos estavam em sua bucetinha. Ela virou chocando seus lábios num beijo faminto e com o gosto de sua xotinha, ele fazia questão de controlar, uma mão em seu cabelos guiando para que lado levar sua cabeça e a outra apalpava sua bunda farta, logo sentiu um dedo brincando com sua entradinha virgem. Seu cuzinho piscava e ela gemia na boca de Louis imaginando o que ele faria com ela naquele espaço minúsculo.
Foi pega de surpresa quando ele apenas empurrou seu corpo na parede, separando de sua boca, para agarrar nos quadris largos e brincar com os lados de sua calcinha, abaixando lentamente e passando por suas pernas. O estilista se pôs de joelhos em sua frente, colocando sua perna no banquinho havia ali dentro e pondo sua cabeça entre suas pernas para chupar sua grutinha que se contraia de tesão.
“H-hm Louis.” Gemeu baixinho, sentindo a língua pressionar e circular o grelinho, ele gemeu perante o gosto docinho, enviando uma vibração gostosa por todo seu corpo, ele segurou em seus quadris para mover contra sua boca, logo Harry pegando o jeito e fazendo por contra própria. As mãos foram para seus seios apertando ali e brincando com os biquinhos. Ela se atreveu a olhar para baixo, e encontrando os olhos azuis intensos dele olhando para os verdes dela de volta. A boca dele trabalhando nela só deixando ainda mais perto de gozar. E foi isso que aconteceu quando Louis socou um dedo bruscamente em seu cuzinho, a dor misturada com prazer foi o ápice para Harry, que não conseguiu conter o gemido alto agarrando aos cabelos castanhos do homem.
“Shiu, não queremos ser interrompidos por alguém, sim?” Louis se levantou falando perto de seu ouvido, rindo consigo mesmo quando notou Harry fora de órbita , a garota com os olhos fechado tentava regular sua respiração, o rosto suado e as bochechas em um tom forte de vermelho. Louis apenas deu um selinho nela, abaixando próximo aos seus seios, abocanhando um em sua boca, passando a sugar levemente, brincando com o biquinho, mordiscando e puxando apenas para soltar e lamber novamente, ouvindo Harry arfar e puxar seus cabelos, tentando descontar tamanho prazer. O estilista apenas massageava seu caralho por cima da calça para tentar se aliviar. Harry ainda tentando se acalmar, percebeu quando ele levou uma das mãos para a braguilha, colocando a mão por dentro da cueca boxer e trazendo seu cacete grosso para fora. Sua boca salivou na hora.
“Louis, eu quero te chupar.” Pediu chorosa.
“Vem, fica de joelhos.” Ele se distanciou dela apenas para Harry se por de joelhos, com o seus grandes olhos verdes, observando como ela umedecia os lábios cheinhos e parecia curiosa em vê-lo.
“Posso tocar?” Ele assentiu. “Deve!” Respondeu fazendo um rabo de cavalo nos cabelos em tom de chocolate e trazendo seu rosto para mais próximo de seu cacete grosso. Harry remexeu-se extremamente excitada em ver como o pau dele era grosso, cheio de veias dilatadas, a cabeça em um tom quase vermelho com a glande vazando um líquido grosso e perolado. Harry sentia sua boca salivar e com calma abocanhou a cabeça do pau de Louis, sentindo o gosto diferente, mas ainda sim gostoso, não prorrogando em empurrar em sua boca, a língua tocando as veias e o restando masturbando em sua mão. Louis deixou com que ela se acostumasse antes de arremeter seus quadris fodendo a boquinha gostosa e molhada, gemidos baixinhos escapando de sua boca e ele não conteve em agarrar ainda mais forte em seus cabelos, saliva escorria pelo cantos dos lábios de Harry, escorrendo por seu queixo, os olhos verdes olhavam para Louis fixamente, semicerrados deixando tudo ainda mais erótico. Louis não iria aguentar mais, não como Harry levava seu cacete na boca gulosa, massageando suas bolas e gemendo satisfeita em rodear a língua vez ou outra pela glande sensível, deixando tudo babadinho. Ele apenas puxou a garota pelos cabelos, beijando a boca gostosa de forma bruta, virando seu corpo maleável para frente do espelho, alinhando seu pau na entradinha que se contraia despejando o líquido transparente aos montes na cabeça de seu caralho.
“Veja como você é deliciosa, uma vadiazinha sedenta por rola.” Ele empurrava seu pau entre os lábios molhadinhos dela, a forma que a grutinha estava quentinha deixava ele doido, não via a hora de poder foder o buraquinho de Harry.
“Senhor, Tomlinson, Por favor.” A visão dos dois pelo espelho era cruelmente excitante.
“O que você quer, amor?”
“Me fode, mete bem gostoso em mim.” Ela implorava massageando a própria xota, quando sentiu o cacete dele entrar bem lentamente, sua buceta expeliu ainda mais lubrificante. ela só queria poder gemer alto para tentar dissipar um pouco daquelas sensações tão boas.
“Caralho da buceta gostosa, minha vontade é te deixar toda suja de porra.” Passou a meter instantaneamente dentro dela, a grutinha lhe apertava de forma sufocante. A única coisa podendo ser ouvida era o barulho de suas bolas batendo em suas nádegas, o som extremamente excitante. Ela gemia palavras incompreensíveis, seus olhinhos cheios de lágrimas, O estilista estava atento ao rosto dela, e no exato momento em que Harry revirou os olhinhos, ele sabia que ela iria gozar. Rapidamente socou dois dedos no cuzinho apertado dela. Fodendo todos os buraquinhos gostosos. Enquanto ela se masturbava. Harry não aguentou e suas pernas tremeram, a garota contraiu a xota e o cuzinho, um gemido algo escapou de si, ela gozou intensamente. E Louis sentindo o aperto em seu caralho, gozou dentro dela, enchendo ela com sua porra quentinha.
“Porra…” Harry sorriu para ele, que lhe beijou calmamente nos lábios gordinhos. ajeitando seu corpo para se apoiar completamente na parede, tirando um cabelo de seu rosto. Enquanto ela respirava com dificuldade, Louis passou a vesti-la, vendo sua porra escorrer pelas coxas de Harry. Ouviram passos próximos ao provador.
“Me encontre em meia hora no meu escritório, okay?”
“Tudo bem.” Louis lhe beijou uma última vez antes de sair do local apressado. Respirou fundo cansada.
“Harry? que porra aconteceu com você?” Stacie exclamou surpresa encontrando a amiga com uma aparência cansada.
“E-eu, só tô cansada” Tentou mentir.
“Cansada demais para vim beijar seu futuro marido?” Sam apareceu no local sorrindo largo.
“puta merda” pensou arregalando os olhos para seu noivo.
school work
Harry acaba dormindo na casa de uma colega da escola para poder finalizar o trabalho no dia seguinte, ela só não esperava se divertir tanto com o pai da sua amiga.
Avisos!
- Harry Intersex
- Desuso de camisinha
- Breeding
- Spit kink
- Dracifilia
- Degradação
- Cockwarming
[…]
A garota estava a quase 20 minutos parada na frente da porta da sua amiga, ela já tinha batido cinco vezes e nada. Ela tentou ligar para a amiga, mas ela também não atendia e Harry estava em um impasse, não sabia se ia embora ou esperava para ver se alguém aparecia.
Eram quatro da tarde e Harry estava usando uma saia curta rosinha claro, uma blusinha curta branca e seus tênis brancos inseparáveis. Ela tinha ido na casa da amiga para fazer um trabalho da escola, por isso ainda estava ali na esperança da amiga aparecer e ela conseguir fazer o trabalho.
Deu um pulinho assustada quando uma voz grossa e rouca soou perto demais do seu ouvido: — Posso ajudar?
Ela virou para frente e viu um homem parado ali, o maxilar bem-marcado escondido por uma barba castanha quase ruiva bem-feita, na boca com os lábios finos estava um sorriso gentil de lado e nos olhos tão azuis como o oceano lhe observando com curiosidade.
Harry suspirou com a beleza do homem, ele parecia estar na casa dos 30, 37 anos e Harry nunca tinha o visto antes, desviou o olhar nervosa com o homem observando seu rosto com tanta atenção e respondeu: — Hm, sim eu estou procurando a Lisa, a gente combinou de fazer o trabalho da escola juntas.
— Ah sim tudo bem, eu sou o pai dela e ela foi resolver umas coisas para mim, mas daqui pouco ela volta, você quer.. — Ele disse abrindo a porta de casa. — Esperar por ela aqui dentro?
Harry apenas acenou, precisava fazer aquele trabalho hoje ou ia se dar mal na escola, suas notas já não estavam muito boas então era melhor não arriscar. Ela entrou na casa grande, meio tímida, não sabendo como lidar com o pai da sua amiga.
Louis sorriu quando viu a menina parada ainda perto da porta, ela estava toda acanhada e aparentemente nervosa, ele se sentou no sofá e tirou o celular do bolso da calça, mandando uma mensagem para a filha avisando que sua amiga tinha chegado.
— Você pode se sentar se quiser Harry. Lisa volta daqui a pouco. — Ele falou quando viu que a menina não ia se mexer, Harry saiu de seus desvaneios com a voz do mais velho e se sentou do outro lado do sofá, colocando sua bolsa no chão e mexendo na borda da sua saia como forma de distração.
Harry observou a forma como Louis estava sentado no sofá, com as pernas abertas enquanto mexia no celular, ele usava uma calça jeans preta e uma camisa branca quase transparente, ela observou com atenção todas as tatuagens dele.
Louis sorriu para Harry deixando o celular de lado e passando o olhar pelo corpinho inteiro da garota, as coxas brancas e grossas, nos peitos grandes quase pulando para fora da blusinha curta de Harry e na boquinha carnudinha, ela era muito gostosa.
Ouviu o barulho da porta abrindo e Lisa entrou, com seu sorriso doce de sempre. Ela se aproximou de Harry sentando-se ao lado da garota, conversaram por um tempo e depois sua filha puxou a garota para o quarto. Louis suspirou, logo subindo em seguida para tomar um banho.
[…]
Já eram quase seis horas da noite e as garotas ainda não tinham saído do quarto. Louis estava sentado no sofá de forma relaxada, vestido com um calção preto e camiseta preta, ele estava de pernas abertas enquanto via um jornal qualquer na televisão.
Desviou o olhar pra escada quando viu Harry descendo. Ela parou quase no último degrau e olhou pra si, mordendo os lábios em seguida, Louis arqueou as sobrancelhas e colocou as mãos nos joelhos levantando sutilmente o quadril, se ajeitando no sofá.
Harry piscou desnorteada com o movimento, e caminhou de forma tímida até a cozinha para beber água. Sentindo o olhar do pai da amiga em si, ela pegou um copo colocando água e bebendo em seguida, quando sentiu a presença de Louis atrás de si ela sorriu.
— Ainda estão fazendo o trabalho? — Ele perguntou quando se escorou na parede e cruzou os braços.
— Sim senhor Tomlinson. — Harry se virou para ele, colocando um cacho atrás da orelha e bebendo o resto da água. Harry não era santa. Percebeu os olhares do pai da amiga no seu corpo, perguntou para Lisa sobre a sua família e a garota falou tudo o que ela queria ouvir, claro que Harry não perderia a oportunidade de provocá-lo.
— Hm.. — Ele se aproximou e Harry piscou os olhos verdes de forma inocente. — Sabe.. tá ficando tarde, se quiser dormir aqui e terminar amanhã.. — Louis sorriu de lado, olhando pra baixo e vendo os peitos gostosos pelo decote da blusa.
— Tenho que avisar aos meus pais senhor Tomlinson e não sei se eles deixariam.. — Harry sorria safada vendo o olhar do homem queimando no seu corpo, ela se afastou ficando na ponta do pé para guardar o copo no armário, empinando sua bunda gordinha na direção de Louis.
— Avise a eles que eu cuido de você. — Louis falou no tom malicioso, vendo a xotinha gordinha se apertando na calcinha branca, aquela garota estava deixando-o louco.
Harry se virou vendo o mais velho subir o olhar pros seus olhos enquanto tinha um sorriso cafajeste no rosto, ela se aproximou dele ajeitando os peitos grandes na blusinha curta.
— Não sei.. o senhor promete me deixar segura? Bem quentinha e confortável senhor Tomlinson? — Ela fez aquele olhar de inocência quase formando um biquinho fofo nos lábios se não fosse pelo tom safado na sua voz.
Louis se aproximou colocando a mão na cintura fininha da garota fazendo um carinho ali, ele não sabia como ela poderia parecer tão inocente e safada ao mesmo tempo, ele queria acabar com ela.
Suspirou e disse: — Eu posso te fazer sentir muitas coisas neném, é só você deixar.
Antes que Harry pudesse responder Lisa a chamou no quarto, a garota se soltou dos braços de Tomlinson, mandando um beijinho no ar enquanto se afastava rebolando a bunda sutilmente, ela parou na porta da cozinha e o olhou por cima do ombro, sorrindo inocente e enfim subindo as escadas.
— Filha da puta. — Louis xingou baixinho quando seu pau duro o incomodou, ele não estava acreditando que depois de tantos anos, uma adolescente estava mexendo tanto consigo.
[…]
Na hora do jantar, os três estavam sentados na mesa, Lisa ao lado direito do pai e Harry de frente para o homem, enquanto comiam e conversavam sobre qualquer coisa, Harry aproveitou o momento de distração da amiga para passar os pés pelas pernas de Louis que olhou pra si de um jeito safado logo voltando a atenção para o que a filha dizia.
Harry continuou deslizando os pés descalços pelas pernas de Louis, subindo e quando chegava perto da virilha, ela voltava, sorrindo toda vez que recebia um olhar duro do homem. Ela se ofereceu para lavar a louça e enquanto sua filha ia ao banheiro Louis foi atrás da garota.
Ele se aproximou, sentindo o cheiro doce do perfume da menina, ele sussurrou baixinho no ouvido dela: — Você é uma putinha oferecida sabia disso? — Harry sorriu safada prendendo os dentes no lábio inferior, quando se empinou devagarinho para o homem, rebolando sutilmente no pau meio-duro.
— Não sei do que está falando senhor.. — Falou num sussurro, sentindo quando Louis respirou fundo perto da sua orelha e segurou um gemido quando o homem agarrou sua bunda com uma mão, colocando o seu cabelo de lado com a outra e falando ainda mais baixo e rouco no seu ouvido: — Não me provoque garota.
— Ou o que? — A menina se virou com as mãos molhadas lançando um olhar desafiador para o homem, Louis travou o maxilar se afastando rapidamente quando sua filha entrou na cozinha.
— Vamos Harry, eu vou te dar um pijama pra você dormir confortável. — Lisa falava enquanto bebia água, não percebendo o clima entre os dois, Harry sorriu acenando com a cabeça terminando de lavar a louça, Louis apenas saiu da cozinha um pouco irritado.
Quando as duas já estavam prontas e vestidas com pijama, Harry estava com um pijaminha rosa que ficou super curto em si. Ela estava deitada na cama esperando Lisa, estava distraída com seus pensamentos com Louis quando ele entrou no quarto, apenas de calça moletom, ela passou a língua nos lábios vendo o corpinho magrinho e delicioso dele.
— Vim dar boa noite. — Ele falou quando Lisa entrou no quarto logo depois, ele deu um beijo no topo da cabeça da garota, ela sorriu e deixou um beijo na bochecha do pai se deitando na cama em seguida.
— Venha aqui Harry, também quero te dar boa noite. — A menina sorriu se levantando e indo até o mais velho, quando chegou perto, ele se aproximou deixando um beijo na sua testa falando baixo só pra garota ouvir: — A porta do meu quarto vai estar aberta, não faça barulho.
— Boa noite senhor Tomlinson. — Ela sorriu o olhando de cima a baixo e voltou para cama, se deitando e cobrindo-se, Louis sorriu para as duas, apagou a luz e fechou a porta em seguida, indo para o quarto com o pau meio-duro.
🔥
Louis deixou a porta entre aberta, se deitando na cama grande de casal, ele abaixou a calça de moletom pegando seu pau duro e pesado na mão começando a masturbá-lo de leve, as veias grossas pulsando e a cabecinha vermelha babando sem parar.
Suspirou quando passou o dedo na fenda sensível, espelhando o pré gozo por todo o comprimento, ele não queria gozar então continuou se masturbando devagar esperando a garota aparecer.
Harry andava a passos lentos para o quarto do pai da sua amiga, ela tinha caído no sono a alguns minutos e Harry aproveitou para sair rápido do quarto, quando chegou no fim do corredor vendo a porta entre aberta, ela entrou no quarto e quase gritou se não fosse pela mão quente de Louis tapando sua boca.
— Shh quietinha hm? — Ele disse virando-a para si, quando tirou a mão da boca da garota ela jogou os braços em cima dos seus ombros e lhe beijou rapidamente.
O beijo era rápido e gostoso, os estalos das bocas era ouvido pelo silêncio da casa e Louis a empurrou para cama caindo em cima da garota e começando a beijá-la novamente.
Harry arranhava sua nuca com as unhas curtas e soltou um gemidinho quando Louis puxou seu lábio inferior, descendo os beijos para a clavícula magrinha a mostra.
— Hm Louis.. — Ela gemeu quando ele passou a mão em cima da sua bucetinha, ela estava sem calcinha então o contato por cima do short a deixava louca. Abriu os olhos quando ele parou os toques encarando seu rosto.
— Agora é Louis? Não.. — Ele disse agarrando o maxilar da menina que lhe olhava com os olhos inocentes. — Me chame de senhor Tomlinson, sua putinha provocadora. — E deixou um tapa forte na bochecha da menina que choramingou com a ardência, sentindo-se molhar ainda mais.
— Senhor Tomlinson por favor.. — Harry pediu com os olhinhos verdes cheios de lágrimas, o pau duro de Louis doía dentro da calça.
— Oh bebe… — Ele afastou os cabelos do rosto bonito, enfiando a outra mão dentro da blusinha do pijama e apertando os peitinhos gostosos. — O que acha de se engasgar no meu caralho enquanto eu chupo a sua bucetinha gostosa?
— Sim sim por favor. — Ela disse no tom apressado, passar aquele tempo todo provocando o homem a deixou com um tesão tão grande.
— Tão obediente… — Louis disse sorrindo, a garota ficou de joelhos na cama tirando a blusinha deixando a mostra seus peitinhos grandes. Louis a ajudou tirar o shortinho do pijama e a garota olhou pra ele em expectativa vendo-o se masturbar lentamente.
Louis se deitou na cama puxando Harry pra cima de si, ela se sentou em cima do seu pau quente e pulsando de tesão, a garota se abaixou beijando seus lábios rapidamente quando Louis a mandou virar. De costas ela colocou uma perna de cada lado do rosto de Louis deixando sua bucetinha rosa com o melzinho brilhante bem a mostra, enquanto olhava quase babando pro pau grande na sua frente.
— Porra.. — Harry gemeu alto quando sentiu a língua quente de Louis passar em cima do seu grelinho duro. Recebeu um tapa forte estralado na bunda e contraiu a buceta com a dor.
— Não seja escandalosa e me chupe logo com essa sua boquinha de puta. — Louis falou logo voltando a chupar a buceta gostosa, Harry tentou segurar seus gemidos e segurou o pau pesado na mão girando a língua na cabecinha vermelha e colocando na boca em seguida.
Ela chupou com força formando vincos na bochecha, enquanto apertava as bolas pesadas com a outra mão. Passou a língua nas veias grossas do pau gostoso e babou em todo o comprimento deixando-o molhadinho pra entrar em si. Tentava segurar seus gemidos com a língua habilidosa de Louis na sua xotinha.
— Tão gostosa bebê.. ficou esse tempo todo me provocando, eu vou fuder essa bucetinha gostosa. — Louis falou quando passou a língua na entradinha molhada, a menina soltou seu pau para gemer quando ele enfiou dois dedos de uma vez.
— Awwn senhor Tomlinson assim.. — A menina gemeu rebolando contra os dedos de Louis, ele deu um tapa em cima da xotinha vermelha o que fez Harry gemer mais alto, vendo isso Louis parou com o que estava fazendo e em um só movimento tirou Harry de cima de si e a jogou na cama, ficando de joelhos entre a cabeça da menina e enfiando seu pau fundo na garganta apertada.
— Putinha tão desperada.. se fodendo nos meus dedos feito uma vagabunda. — Ele disse quando cuspiu em cima do rosto da garota, Harry fechou os olhos tentando respirar com o pau indo tão fundo dentro da sua boca.
A cama se mexia com os movimentos rápidos de Louis, ele estava enlouquecendo com o som de engasgo que a garganta da garota fazia, junto com o aperto delicioso em seu pau. Estocou mais duas vezes e se afastou tempo depois, descendo e enfiando o pau de uma vez só na bucetinha apertada.
— Ohh caralho Louis! — Harry gemeu jogando a cabeça pra trás, Louis se movia rápido dentro da sua xotinha, o barulho das bolas dele batendo na sua bunda e os gemidos de ambos ecoando pela casa silenciosa.
— Porra você é a vagabunda mais gostosa que eu já comi Hm.. — Ele falava enquanto estocava com força sentindo que gozaria logo, apertando os peitos da menina com as mãos.
— Senhor Tomlinson o seu pau me come tão bem.. porra, não para awwn — Harry gemeu contraindo a bucetinha com força, Louis gemeu rouco enfiando o rosto nos cabelos suados da garota que arranhava suas costas com força deixando-a toda vermelha.
— Oh porra.. eu vou gozar caralho. — Louis gemeu estocando com mais força, Harry lhe apertava tão bem, ela estava tão molhada ao redor do seu pau, os gemidos altos e o corpo suado dela com o seu era tão bom.
— Dentro de mim por favor.. awwn goza dentro de mim senhor Tomlinson. — Harry gemeu baixinho no seu ouvido sentindo a respiração ofegante dele, Louis não aguentou, estocando mais três vezes e gozando em seguida, sem parar de meter o pau ainda duro na bucetinha molhada.
— Por favor.. — Harry pediu num suspiro quando Louis parou com os movimentos, ela podia sentir a porra quente dele dentro de si e isso a deixava louca e muito perto de gozar, o mais velho abriu sua boca cuspindo ali dentro, ela engoliu sorrindo e juntando suas bocas em seguida.
— Eu vou te fazer gozar amor, e vou encher essa sua buceta gostosa de porra até você não aguentar mais. — Ele disse quando se afastou, Harry soltou um resmungo quando o pau saiu de dentro de si, Louis a virou de ladinho, e a garota foi rápida em pegar o pau melado e enfiá-lo dentro de si de novo.
Louis sorriu pela pressa da garota e começou a estocar seu pau devagar na buceta melada, era tudo tão quentinho e apertado. Harry gemia baixinho, esfregando seu clitóris sensível, suas costas suadas no peitoral suado de Louis.
— Você gosta assim hm? ou prefere quando eu te fodo com força assim.. — Ele perguntou baixinho, aumentando a força das estocadas. Os peitos grandes de Harry pulavam e a cama fazia barulho.
— Você me fode tão gostoso, eu tô sentindo sua porra quente bem fundo dentro de mim.. awwn.. — Ela gemeu mais alto quando ele segurou na sua cintura estocando com força pra cima, Harry esfregava seu grelinho sensível sentindo que gozaria logo sua entradinha contraindo no pau grosso de Louis.
— Isso.. porra e-eu vou gozar.. awwn senhor Tomlinson.. — Ela gritou arqueando as costas no peitoral de Louis, gemendo alto e sem parar enquanto Louis continuava estocando com força, gemendo rouco no seu ouvido.
— Shh.. Lisa está dormindo, não quer que ela escute a putinha barata que você é, né? — Louis sussurrou no ouvido da garota e Harry não aguentou mais gozando em seguida. Ele continuou estocando na buceta sensível, sentindo-a se contrair sem parar no seu pau.
— Porra eu vou gozar dentro da sua buceta de novo.. oh — Tomlinson gemeu quando estocou mais duas vezes e gozou em seguida, Louis tirou o pau do calor apertado e deu um tapa forte no grelinho sensível, Harry gritou e ele tapou sua boca com a mão, enquanto levava a outra para o grelinho vermelhinho esfregando com força.
— Goza gostoso pra mim de novo, goza sua puta. — Ele falou baixinho, Harry gemeu abafado contra a mão do mais velho apertando com força o braço de Louis gozando e esguichando em seguida, sentindo todo seu corpo tremer.
Louis tirou a mão da boca da garota virando o corpo mole dela para si, vendo o rostinho vermelho e suado, ele sorriu deixando um beijo nos lábios vermelhos. Ela abriu os olhos verdes molhados de lágrimas de prazer pra si e falou num fio de voz: — Isso foi tão gostoso senhor Tomlinson.. o senhor pode.. me deixar aquecida? Não quero que sua porra saia de dentro de mim.
— Porra garota, você é tão suja.. — Louis falou sorrindo, ele pegou seu pau meio duro e o colocou na xotinha molhada de novo. A menina sorriu cansada na sua direção e deitou a cabeça no seu peitoral suado.
— Satisfeita amor? — Ele perguntou, sentindo seu pau quente dentro da xoxota molhada.
— Uhum.. — Harry respondeu caindo no sono em seguida.
Foi difícil explicar para Lisa o que aconteceu no dia seguinte, quando a mesma pegou os dois na cama. Mas Louis estava satisfeito, e com certeza aquilo aconteceria de novo.

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“todo mundo sabe que leite quente é a melhor coisa pra fazer alguém dormir, e essa é a solução pra insônia de Louis, o leite quentinho dos peitos deliciosos da namorada”
harry inter (com boceta)
lactation/breasting
versão lbottom já postada
Louis sempre teve problemas pra dormir, ele costuma pensar de mais sobre coisas que não aconteceram e isso sempre o tira o sono
antes ele costumava fumar alguma coisa pra relaxar mas dês de que Harry teve seu bebê ele decidiu parar com isso
ela não gostava que ele fumasse e ele amava muito ela pra fazer qualquer coisa que sua garota não quisesse
e geralmente dormir agarradinho com a namorada resolvia seu problema e ele conseguia dormir um tempo, mas tinha dias que ele tinha tanta coisa na cabeça que ele simplesmente não conseguia
ele estava sentado na cama jogando subway surfes tentando ficar cansado o suficiente pra apagar
– Lou?– a voz baixinha se fez presente e o garoto olhou pra namorada que coçava os olhos– não consegue dormir de novo?– falou e ele encolheu os ombros
– só não estou cansado, você deveria dormir, está cansada– falou fazendo carinho no rostinho da garota que revirou os olhos se sentando
– não começa, você também tá cansado só está preocupado– falou e o garoto encolheu os ombros
– temos um filho agora, não posso me dar o luxo de não ficar preocupado– falou e Harry fez um biquinho
– eu sei que temos um filho ele saiu da minha boceta– falou e louis riu baixinho– mas você precisa dormir amor, amanhã você tem aula e também tem que trabalhar e não vai conseguir fazer nenhum dos dois se não dormir– falou e o garoto franziu o nariz pra como sua garota era fofa
harry e ele se conheciam dês de sempre, suas mães eram melhores amigas na faculdade e então eles são melhores amigos dês de criança
com 13 eles deram o primeiro beijo e com 15 eles tiveram a primeira vez pouco antes de começarem a namorar, o que hoje já são 8 anos de relacionamento
eles moram juntos dês de que foram pra faculdade e em um deslize com o anticoncepcional a garota ficou grávida e eles tiveram o pequeno Tyler
louis vem dormindo menos dês de então, ele está sempre preocupado, quer dar o melhor pra seu filho e pra sua mulher
– lou, você precisa relaxar– harry falou se sentando no colo do maior e deixando beijos e mordidinhas no maxilar do outro
– eu sei, só não consigo dormir– falou respirando fundo o cheiro gostoso de morango do cabelo da garota
– você... hm... você quer fazer aquilo de novo?– falou com as bochechas coradas e louis a olhou confuso até finalmente entender e abrir a boca surpreso
ele não achou que aquele assunto ia ser tratado, já fazia um tempo e a namorada não falou sobre, ele achou que iam fingir que não aconteceu
– você diz... aquilo?— falou e harry desviou o olhar assentindo
– yeah... só estou dizendo que se você quiser mamar até cair no sono, não é um problema pra mim– falou baixinho torcendo os dedos no colo– eu até meio que gosto– falou baixinho e louis piscou surpreso
não seria a primeira vez que isso acontecia e ele tomava o leite de harry com uma certa frequência mas era na maioria das vezes em um contexto sexual, a única vez que eles fizeram sem ser em um contexto sexual foi uma vez que louis estava praticamente sem dormir a uma semana e harry falou que ele deveria tomar um pouco de leite e Louis aceitou instantâneamente deitando contra a menina que estava falando sobre um copo de leite mas vendo seu namorado com os olhinhos brilhando e a boquinha ansiosa perto do seu peito não negou um pouco e foi delicioso
– você não precisa fazer isso só porque eu não consigo dormir, eu posso tomar um remédio– falou e harry encolheu os ombros
– você não quer?– falou envergonhado por ter sugerido
– porra, claro, eu quero pra caralho, mas o que eu tô dizendo é que você não precisa– falou e harry assentiu saindo do colo do namorado e se sentando contra a cabeceira
– vem aqui amor– foi só o que ela falou tirando a camiseta e deixando os seios redondinhos a mostra
– tem certeza?– falou receoso e a garota sorriu juntando o cabelo em um rabo de cavalo
– vem gatinho– falou e o garoto suspirou alegre deitando no colo da namorada como um neném– meu gatinho manhoso, você é tão bom pra mim lou– falou fazendo um carinho no rosto do namorado que fechou os olhos
a garota suspirou ansiosa pegando o próprio peito e levando o mamilo marronzinho até a boca cheinha
– pode mamar amor– falou esfregando o mamilo contra os lábios do namorado que abriu os olhos fixando os olhares antes de abrir a boca e capturar o mamilo ali– shiii... sem pressa amor, calma– falou fazendo carinho na nuca do namorado e gemendo baixinho– isso é tão gostoso gatinho– falou e o mais alto sorriu ainda sugando o leite
sentir o leite da garota na sua boca era uma experiência de outro mundo, era simplesmente delicioso sentir o líquido quentinho na sua língua, capturar cada gotinha e sorver o sabor do leitinho da sua mulher
o garoto sorriu ladino levando o dedo até a bucetinha da namorada esfregando no clitóris da garota e vendo ela fechar os olhos enquanto gemia
– porra gatinho, que delícia– gemeu apertando o rosto do namorado contra o seu peito
harry desceu o dedo até a fendinha da garota enfiando o dedo médio e Louis revirou os olhos mordendo os lábios
o mais velho tirou o dedo afastando a boca do peitinho da namorada que choramingou abrindo os olhos a tempo de ver o garoto passando seu melzinho contra o mamilo usado
– mais gostoso assim– falou lambendo o dedo e depois voltando a chupar o peitinho que agora tinha o gosto do tesão da garota
– descansa, você precisa dormir– harry falou com a voz baixinha fazendo carinho nos fios castanhos do namorado
harry começou a cantarolar enquanto fazia carinho no namorado que se agarrava a cintura da garota
– você é tão bom pra gente lou, você precisa relaxar, você é um bom pai e um bom namorado, mas não está sendo bom pra você mesmo, você se cobra tanto amor– falou fazendo carinho entre os olhos do garoto que estava quase dormindo enquanto sorvia o leite– tão faminto amor– falou passando o dedo contra os lábios do namorado que abriu os olhos sonolentos apenas pra dar um olhar duro pra garota– não vou tirar de você, só quero que você vá pro outro, esse está vazio e o outro está tão pesado– falou e o garoto bufou soltando o mamilo e indo um pouco pro lado pegando o outro entre os lábios
o garoto fechou os olhos sentindo o leite quentinho na sua boca e o carinho nos seus cabelos e no seu rosto alem da voz doce da sua garota cantando baixinho
– meu doce menino, tão forte pros outros e um gatinho tão manhoso pra mim– falou baixinho beijando a testa do namorado que já dormia ainda sorvendo o leite em seus sonhos
louis dormiu bem pela primeira vez em meses e apesar da bucetinha ardendo em tesão harry também dormiu bem sabendo que o namorado estava finalmente descansando
maybe i can save you from your sins • one shot
♡ Harry cis girl/Louis cis boy
♡ Somnofilia
♡ Anal
Louis acordou um tanto atordoado. Ele estava experienciando muitas noites de insônia, sempre despertando no meio da madrugada. Seu médico disse que era estresse e que ele precisava levar a vida mais levemente. Era mais fácil falar do que fazer, entretanto, já que ele havia sido promovido recentemente e vivia no escritório.
Ele checou o relógio ao lado da cama, que dizia 3h17. A próxima coisa que checou foi Harry, que dormia profundamente ao seu lado. Desde que eles começaram a morar juntos, tornou-se difícil para Louis se concentrar em outras coisas que não envolvessem estar com a língua na bucetinha dela.
E por falar em bucetinha, Harry estava sem calcinha, deitada de lado com uma perna sobre a outra, sua bunda farta completamente à mostra.
Seus peitos cheios subiam e desciam vagarosamente com sua respiração cautelosa. Seus cachos de chocolate estavam em toda parte, um predicamento que ocorria desde que Harry optou por deixá-los crescer. Os olhos de Louis focaram nos lábios rosados e entreabertos de Harry, ainda inchados pelo quanto eles tinham se pegado na noite anterior.
Louis sentiu seu pau se contrair com a visão. Sem conseguir se controlar, chupou dois de seus dedos e correu-os pelos grandes lábios da menina.
Ela continuava dormindo como se nada tivesse acontecido. Sua posição de vulnerabilidade estava deixando Louis louco. Ele queria se aproveitar dela.
Louis, que estava vestindo apenas uma calça de moletom, abaixou-a até a altura das coxas e tirou seu pau para fora. Ele já estava completamente duro e um pouco melado na glande, desesperado para meter nela. Louis começou a tocar uma, bem devagar, apenas para tirar um pouco do desespero que se acumulava ali. Enquanto ele se masturbava, ele apertava a bunda de Harry com a outra mão. A carne alva e macia ficava imediatamente vermelha com os apertos.
“Gostosa,” Louis sussurrou para a escuridão.
Harry soltou um gemidinho discreto, mas seus olhos continuavam cerrados e seu corpo continuava imóvel.
Louis levou a glande de seu pau até a bucetinha melada da menina e sentiu imediatamente a resistência, já que estava apertadíssima como sempre. Não era surpresa que ela estava molhada—afinal, Harry sempre tinha sido uma vadiazinha sedenta por pau. Se dependesse dela, ela viveria sentada no de Louis, aquecendo sua buceta.
Harry subiu mais ainda uma de suas coxas, deixando o acesso à sua buceta ainda mais fácil. O pau de Louis continuava roçando na entradinha, subindo e descendo entre os lábios molhados com o pré-gozo dos dois.
Mas Louis não faria o óbvio. Ele nunca foi um homem de obviedades. Por mais que ele quisesse gozar logo, ele sabia que existia uma opção ainda mais tentadora.
Sem pensar duas vezes, ele forçou seu pau duro no cuzinho seco dela.
O corpo de Harry se contraiu todo, inclusive seu cuzinho, que pulsava ao redor do pau de Louis. Enquanto isso, sua buceta escorria, desesperada por receber o mesmo tratamento. O cheiro que vinha da buceta de Harry era hipnotizante, uma espécie de feromônio que fazia Louis querer rosnar de tesão.
Louis gostava da ideia de estar comendo seu cuzinho enquanto era a buceta que estava mais necessitada, já melando as coxas da menina. Ele a fodia com força e ódio, adorando como a secura fazia seu pau queimar e pulsar.
“Vou te encher de porra, sua vadia,” ele sussurrou em seu ouvido. “Pra você aprender a não dormir peladinha nunca mais.”
Harry soltou um gemido agudo e arrastado, mas continuava adormecida. Seus olhos tremulavam, como se quisessem se abrir, mas estivessem tomados por um transe.
Louis apertou um de seus peitos e começou a massagear seu mamilo durinho enquanto a comia por trás. Ele estava muito perto de gozar.
“Você vai ver só. Vagabunda,” disse ele antes de cuspir no rosto da menina.
E assim, ele gozou dentro daquele cuzinho gostoso e guloso, que parecia chupar todo aquele gozo quente com vontade. O fato de que Harry estava completamente desesperada, mas que Louis não iria deixá-la gozar só fazia ele ter mais tesão, já bêbado de poder.
Assim que retirou seu pau de lá, abriu a gaveta ao lado da cama para procurar o que precisava. Em segundos, um plug de vidro estava sendo enfiado no cuzinho de Harry, para que toda aquela porra ficasse lá dentro e ela se lembrasse do que ocorreu—de como foi completamente violada.
Aquela noite, Louis dormiu melhor do que havia dormido em semanas.
🍄 Daddy's pleasure 🍄
Papai Louis com 36 anos, LAÇO SANGUÍNEO com o Harry de 18.
Harry princesinha do papai, CIS BOY.
Degradação leve, Louis não querendo comer o filhinho, Harry bem manhoso implorando pelo papai, Louis bem daddy gostoso e mandão enquanto Harry é todo putinha do papai desesperado pra agradar ele. Spanking leve e muita possessividade. 💞💞
🍄
- Papai, você sabe onde foi parar aquela sua camiseta que eu adoro? - Harry segurava a toalha em volta de seu corpo curvilíneo enquanto vasculhava uma das gavetas de Louis.
Louis era pai de Harry, ele havia se relacionado com a mãe dele, Kate, à dezoito anos atrás numa festa qualquer, no auge de seus vinte anos ele à engravidou. Por sorte ele tinha uma boa estrutura familiar, o que fez com que Harry sempre tivesse tudo que quisesse e precisasse. Alguns anos atrás Kate começou a namorar, Harry tinha seus 15 anos quando no meio da noite ligou para Louis e pediu para ele ir buscá-lo em casa. O homem que ela havia escolhido odiava Harry por usar roupas "femininas" e dizia que seu garoto tinha que "virar homem" e, por isso, Louis prometeu ao filho que até então só via aos finais de semana que ele seria para sempre seu porto seguro. E assim aconteceu, no outro dia Harry tinha todas suas coisas no apartamento do pai e nunca mais olhou para a mãe.
- Acho que a que você gosta está para lavar, meu doce, pode pegar qualquer outra que quiser. - Louis se virou para a filho, olhando as gotas caindo de seu cabelo longo caindo na clavícula e escorrendo até desaparecem na toalha grossa. Ele engoliu em seco desviando o olhar de volta para o filme que assistia.
- Mas papai, sabe que eu gosto dela porque tem seu cheiro. - ela fez bico se aproximando da cama, parando ao lado do pai, colocou os dedos por dentro da gola da camiseta de Louis. - Me da essa? - fez bico, o provocando.
- Você quer a camiseta que eu estou vestindo? - Louis não conseguiu evitar o sorriso, vendo-o assentir. - Ok, não precisa fazer bico. - ele riu sentando na cama e tirando a camiseta entregando pra ele, não conseguindo deixar de admirar os lábios rosadinhos que ele secretamente desejava morder e ter em volta do seu pau.
O garoto perdeu bons segundos olhando para o abdome do pai, o qual amava tatear a noite enquanto o outro dormia. Desde que foi morar com ele, Harry já o observava com outros olhos. Sentia uma excitação imensa como nunca havia sentido todas as vezes que via o pai sem camiseta, só de cueca ou com qualquer pele a mostra. Ele sabia que aquilo era errado, que seu pai provavelmente o chamaria de louco e brigaria com ele caso soubesse como ficava encharcado só de pensar nas mãos do pai em sua cintura. Por mais que Louis já soubesse que Harry gostava de garotos, Harry tinha certeza que seu papai só gostava de garotas e isso o frustrava pra cacete.
- Pode segurar minha toalha, por favor? - disse baixo, olhando nos olhos azuis fixos em sua clavícula.
Louis respirou fundo, segurando aonde o encontro das pontas da toalha estavam, ao centro dos seios de seu filho. Por um segundo ele pensou que se soltasse a toalha poderia ver o corpo delicioso que sua filho tinha, tão, tão perto de si, pronto para ser descoberto com sua boca. Engoliu em seco sentindo seu pau fisgar. Que tipo de pai ele era? Que porra! Ele fechou os olhos e encostou sua cabeça na cabeceira, aguardando Harry desvirar a camiseta. Louis não conseguia conviver com aquele garoto sem que seu cérebro virasse gelatina a cada instante. O modo que Harry se portava, as roupas delicadas que vestia, o jeito que amava estar em seu colo e não conseguia disfarçar a ereção que tinha toda vez que se esfregava discretamente em seu pau.
Harry por sua vez observava cada micro expressão do pai, seguindo seu instinto e desviando o olhar para o pau completamente duro dele na cueca preta. Ele suspirou, sentindo seu pau vazar pré gozo no tecido macio da toalha.
- Pode soltar, papai. - Harry disse e Louis o fez, vendo-o se afastar minimamente e virar de costas, deixando sua toalha cair no chão.
Ele estava completamente nu e Louis cravou os olhos em suas costas, descendo até às covinhas e por fim, até a bunda redonda e branquinha do filho. Caralho, aquele garoto era sua perdição e ele soube disso no instante que ele veio morar consigo.
Ele apertou seu pau por cima da cueca e cobriu com o lençol, desviando o olhar para a televisão assim que Harry começou a se virar.
- Papai, o que você está assistindo? Posso assistir também? - Harry recolheu a toalha do chão, fazendo questão de empinar a bunda e dar uma visão privilegiada para Louis, sua glande molhada e o cuzinho contraindo no nada, desejando o seu pau.
- Na verdade eu nem estava prestando atenção, o papai vai no banheiro e já volta, pode escolher o que você quiser, doce. - Louis levantou rápido e se trancou no banheiro da suíte.
Harry suspirou sentindo seu pau pulsar, se deitando na cama de bruços, a bunda apontada para a porta do banheiro enquanto passava pelo catálogo da Netflix preguiçosamente.
Já dentro do banheiro, Louis tomava uma ducha fria. Era impossível ficar ao lado de Harry nu sem endurecer e mais impossível ainda bater uma sem que ele ouvisse cada passo. Suspirou frustrado, já mais calmo, secando seu corpo e enrolando a toalha na cintura. Saiu do banheiro e quase chorou ao ver sua camiseta enrolada na cintura de Harry, suas pernas semi abertas dando-lhe a visão da cabecinha brilhando, claramente Harry tinha deixado o pau daquele jeito para que ele o visse, o cuzinho pulsando em excitação enquanto ele passava pelos filmes de terror que já haviam visto vezes até demais. Ele se esforçava constantemente à acreditar que tudo aquilo que o corpo de Harry mostrava era somente a puberdade do garoto. Ele era muito quietinho, mesmo sempre saindo e indo à festas Louis sempre soube que ele optava por ficar com suas amigas, nunca chegando a namorar com nenhum garoto, e por isso, Louis supunha que Harry teria as mesmas reações caso olhasse para qualquer outro homem, não era algo específico para si. Suspirou frustrado sentindo o pau semi ereto de novo, seus olhos ainda perdidos na bunda redondinha do filho. Virou-se pegando uma cueca e vestindo por baixo da toalha, só então a descartando no cesto de roupas sujas.
- Papai, não tem nada de novo. - Ele fez bico, olhando diretamente para o pau duro dele, sorrindo discretamente antes de voltar o olhar para a televisão.
- Você não quer assistir nada que já tenhamos assistido? - Louis capturou o olhar sedento que o filho deu para seu pau terrivelmente dolorido, mas optou por simplesmente ignorar. Aquilo era errado e Louis tinha que se lembrar disso. Harry apenas está com tesão, e isso aconteceria com qualquer outro homem - era o que ele repetia em sua mente.
- Pode ser, invocação do mal? - Perguntou o olhando parado ao lado da cômoda. - Deita comigo, papai. - deu batidinhas no colchão.
- Ok, mas vamos deitar certinho, ok? - ele pigarreou, vendo-o concordar.
- Pode ser do jeitinho que eu gosto? - ele sentou rápido na cama.
- Ah meu doce, não podemos deitar normal? Papai está com dor nas costas. - Mentiu.
- Por favor, papai, só um pouquinho? - ele fez bico e Louis não pode negar de novo. Só assentiu sorrindo e sentando encostado na cabeceira, vendo-o deitar a cabeça em sua coxa, os cabelos úmidos molhando sua cueca, transferindo a água para sua ereção. Ele quis chorar, rezando para que seu filho não percebesse nada.
Passado uns dez minutos do filme Louis não olhava para nada além do quadril, bunda e coxas de Harry. Ele tinha se mexido tanto que a camiseta não cobria nada mais que os seios e era inevitável. Seu pau latejava na cueca e ele já tinha perdido metade de seus neurônios tentando pensar em qualquer coisa que não fosse foder Harry. E foi aí que o pior aconteceu, Harry esfregou as coxas e ele conseguiu ouvir um gemido baixinho, o garoto esfregando a bochecha na barra da sua cueca. Ele respirou fundo, apertando as mãos em punhos e rezando para ele só estar com medo - mesmo já sabendo que Harry não tinha medo desse filme desde a décima primeira vez que já tinham o visto.
Ele manteve os olhos fechados, até que sentiu uma respiração quente na cabecinha de seu pau. Seu coração parou e ele gelou, abrindo os olhos e vendo Harry esfregando seus lábios levemente, bem acima do montante de pre gozo que ele expeliu.
- Harry. - chamou, tentando soar firme.
- Papai... - ele gemeu.
- O que você está fazendo? - Ele engoliu em seco.
- Papai, eu preciso de você. - ele gemeu completamente frustrado. - Não importa o que eu faça, papai, eu não consigo não molhar inteirinha olhando você. Eu já repeti tantas vezes que você é só o meu papai e que isso é errado, mas eu não consigo, meu corpo não me obedece. Eu preciso do seu pau bem fundo em mim, por favor. - seus olhos estavam marejados e ele esfregava as coxas uma na outra, completamente desesperado.
- Harry, você é meu filho. Eu não posso fazer isso. - Louis soprou, ignorando o instinto que o fazia gritar implorando pra meter o pau bem fundo no cuzinho de seu filhinho tão indecente. Sua cabeça girou com ele se chamando no feminino, a palavra "inteirinha" ecoava em sua cabeça repetidas vezes.
- Eu sei, papai. Mas eu também sei que você me quer, você me quer tanto quanto eu, não é? - ele falava suplicante, olhando diretamente para os olhos de seu pai. - Pode pelo menos me deixar te chupar? Só isso, me dá seu leitinho e eu prometo que vou pro meu quarto. - ele ficou de bruços e passou o nariz por cima do pau de Louis, logo começando a distribuir beijos molhados acima de toda a extensão.
- Caralho, doce. - Louis respirou fundo cravando os dedos entre os cabelos de Harry, esfregando seu rostinho choroso pelo seu pau coberto. - Desde quando você ficou tão sedenta assim pelo caralho do papai, hm? - Louis tinha desistido de lutar contra a vontade, se Harry queria e ele também, o que poderia dar errado? - Você gosta de ser chamado assim não é? Um garotinho tão mal.
Poucos segundos depois de olhar Harry choramingando e lambendo sua cueca, soltando pequenos gemidinhos enquanto dedilhava sua virilha Louis teve um estalo. Ele era seu filho e isso não poderia acontecer, acariciou a bochecha de Harry e se afastou, deixando o garoto completamente desesperadinho. - Me desculpe, meu docinho, desculpa mesmo o papai, mas não posso, eu não deveria olhar pra você desse jeito. - Ele negou, contra a própria vontade, dando em beijo na testa de Harry e saindo do quarto, ouvindo logo em seguida os soluços do choro dele do outro lado da porta.
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Louis agora entrava em seu apartamento, após quase ter cedido à vontade e fodido seu filho até o garoto implorar para que ele parasse, decidiu sair e caminhar um pouco. Passou quase duas horas andando pelo bairro, seu olhar sempre distante enquanto pensava em tudo que poderia acontecer caso ele tivesse perdido sua cabeça. Imaginava as coxas de Harry em sua cintura, o jeito que ele choraria e imploraria por mais, o quão desesperado e suplicante pareceria quando ele o provocasse insinuando a penetração mas nunca o fazendo. Porém, também pensava que algum dia, logo, Harry se apaixonaria por alguém da sua idade. Que em algum momento ele se veria exausto de esconder a relação dos dois, que o menino nunca viveria grandes momentos e gestos de amor. Mesmo que Louis tivesse certeza que o faria feliz por toda a vida, ele sabia que poderia não ser o suficiente, assim como também sabia que não suportaria ver Harry com outro homem.
Deixou suas chaves na cômoda ao lado da porta e subiu as escadas, pronto para encontrar Harry e conversar com seu filho de uma vez por todas. Estava decidido, suas relações seriam restabelecidas e colocariam um ponto final nessa atração. Era uma coisa errada e completamente impossível, ele sabia que uma vez que essa linha fosse cruzada ficaria obcecado pelo seu garoto e, eventualmente, Harry precisaria de alguém melhor a qual ele não poderia ser, ele perderia Harry como filho e como o amor de sua vida. Era a soma perfeita do desastre.
Olhou em seu quarto, no de Harry, nos banheiros. Harry havia saído e por mais que quisesse ficar bravo por ele não tê-lo avisado, sabia que não estava em posição de cobrar nada do seu bebê nesse momento. Se jogou no sofá e mandou uma mensagem de texto para ele:
Onde você está, docinho? Papai quer conversar com você. Volte logo, ou só me diga se está bem. Papai te ama profundamente, meu bebê.
Nada. Harry sempre, sempre, o respondia. Não importava se estava no meio de uma aula, seu papai sempre foi sua prioridade. Louis sentiu uma pontada de desespero percorrer seu corpo, fechou a caixa de mensagens e entrou no instagram vendo que Harry havia adicionado novos stories. Logo de primeira já percebeu que ele estava na casa de Natalie, uma de suas melhores amigas, no próximo, Harry aparecia virando shots de alguma bebida duvidosa. Louis quis bater a cabeça na parede, seu garoto bebendo numa festa cheia de adolescentes depravados olhando seu corpo, Harry usava a saia preferida de Louis, a que ele lhe deu no dia que Harry foi morar consigo.
Louis fechou os stories e procurou o instagram de Natalie, logo achando uma foto em que Harry aparecia encostado em uma parede com outro garoto o prensando contra a mesma. Ele ferveu em ódio, levantando do sofá em um pulo e indo atrás de Harry no mesmo instante.
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- Oi senhor Tomlinson, o que veio fazer aqui? - Natalie o recebeu na porta da casa completamente bêbada. Pensou em dar um sermão na garota por estar bebendo nessa idade, sendo totalmente hipócrita, mas nada importava além de achar seu garoto e o levar pra casa em segurança.
- Onde Harry está? - Louis não percebia, mas tinha o maxilar travado e as mãos cerradas em punhos, seus olhos desesperados para encontrar Harry no meio de todos aqueles adolescentes.
- Ele estava na cozinha, pode entrar se quiser, aconteceu alguma coisa? - Ela franziu o cenho. Louis sempre foi o pai mais tranquilo de todos, até mesmo comprava as bebidas para os garotos. Mas naquele momento ele estava agindo como se fosse um conservador de meia idade que descobriu que a filha que estava destinada a ser freira estava fodendo com três garotos ao mesmo tempo.
- Não, nada. Só preciso falar com meu filho. - Louis forçou um sorriso, entrando na casa e indo direto para a cozinha. Achou Harry encostado num balcão, um copo de bebida na mão enquanto olhava os próprios tênis, completamente alheio à festa. Um garoto falava e falava em sua orelha, mas ele conhecia o seu filho o suficiente para saber que ele não ouviu uma palavra do que o outro lhe disse. - Harry. - chamou firme, vendo os olhos perdidos dele o encontrarem em milésimos de segundo. - Vim te buscar, nós vamos pra casa. - Louis engoliu em seco vendo a expressão de Harry mudar e ele proferir um grande "não". - Pode nos dar licença, por favor? - pediu educado ao garoto que prontamente os deixou sozinhos. Louis simplesmente andou até Harry e se encostou ao seu lado no balcão. - Seguinte, Harry. - começou. - Que você é uma putinha eu descobri essa tarde enquanto você implorava que eu esporrasse na sua boca, mas desobediente? - ele estalou a língua no céu da boca, sorrindo para que ninguém desconfiasse sobre o que falavam. - Não. Você nunca me desobedeceu, Harry. Então eu vou repetir, só mais uma vez. Eu vim te buscar e nós vamos pra casa. - Ele desviou o olhar, vendo a respiração de Harry engatada e suas bochechas coradas. - Você vai me seguir pra fora, vai dar um sorriso com suas covinhas estupidamente lindas pra todo mundo e se despedir. Você vai entrar no carro e não vai falar uma só vez e quando chegarmos em casa nós vamos conversar. Estamos entendidos? - sussurrou.
- Não. Do que vai adiantar? Eu vou ir pra casa com você, te obedecer, nós vamos chegar e você vai me dizer o quanto é frouxo e tem medo de foder o próprio filho que implora pelo seu pau? Desculpa, eu passo. Prefiro ficar nessa merda de festa aonde eu pelo menos tenho certeza que no mínimo sete garotos chorariam implorando pra me comer. - Harry encarou os olhos de Louis, vendo seu pai furioso.
Louis praticamente rosnou, agarrou os cabelos da nuca de Harry com força, sabendo que o toque era dolorido. Virou sua cabeça e sussurrou em seu ouvido; - Você e esse seu rabo são só meus. Eu vou pra casa e se você não chegar em trinta minutos eu prometo que nunca mais vou te dar o mínimo toque. A escolha é sua, ou você chega em casa e me tem te fodendo até você chorar, ou você fica aqui e deixa essa festa inteira te foder sabendo que nem todos eles fariam um por cento do que eu sou capaz de fazer sozinho. Tenha uma boa festa, Harry. E como seu pai eu digo, você está de castigo. - Louis soltou o aperto e saiu andando sem olhar pra trás, deu um sorriso para Natalie e se despediu, entrando no carro e seguindo para o apartamento, deixando um Harry completamente duro para trás.
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- Você está atrasado. - Louis disse sem nem mesmo desviar o olhar da tela do celular.
- Me desculpe papai, eu peguei trânsito. - Harry engoliu em seco terminando de entrar no apartamento e tirando seus sapatos, pegando à poucos metros de Louis que continuava jogado na mesma posição.
- Não teria se atrasado se tivesse obedecido e vindo comigo quando eu mandei. - Louis bloqueou a tela do celular e o colocou na mesa de centro, colocando as mãos abaixo da cabeça. - Eu não criei você pra ter esse comportamento comigo, Harry. - Ele o encarava bravo.
- Me perdoa papai, eu realmente errei. Eu só estava frustrado, eu só queria seu pau, ter você me fodendo e me desejando e aí eu implorei pelo mínimo e você me deixou sozinho. Eu tinha que fazer alguma coisa. - Harry começou a chorar, limpando suas lágrimas com as costas das mãos.
- É, você errou. - Louis respirou fundo, se sentando no sofá. - Vem aqui. - ele o chamou dando batidas em sua coxa, indicando que Harry sentasse ali, o que ele prontamente fez, sentando de ladinho em apenas uma coxa de Louis. - Você sabe que é complicado pro papai, não sabe? - ele viu Harry assentir e abaixar o olhar. - Papai não quer te foder gostoso, usar você todos os dias pra guardar minha porra e depois descobrir que você está fazendo o mesmo com outras pessoas, entende? Papai tem ciúmes de você. - Louis apertou a coxa do menino, subindo a mão devagar até chegar em sua virilha.
- Mas papai, eu vou ser só seu. Eu prometo, só você vai poder me usar. Você é meu papai, tudo que você pode precisar você vai conseguir comigo. Nós já somos uma família e eu quero continuar sendo, quero ser seu bebê pra sempre, quero você e só você tocando meu corpo, papai. - Harry tinha um biquinho em seus lábios enquanto Louis acariciava suas bolas de forma sútil.
- Não sei se é o suficiente, princesa. O que você vai me dar em troca, hm? Eu usar seu corpinho já é sua própria recompensa, mas e eu? O que está disposto a me oferecer? - Louis o provocava, ele só queria saber até onde seu garoto estava disposto a ir. Era obvio que ter Harry para si já era a maior recompensa que Louis poderia ter em toda sua vida.
- Tudo que você quiser e precisar. Sempre. Não importa onde eu esteja, eu prometo sempre fazer o que você quiser que eu faça. A única coisa que eu quero de você é que também seja só meu, que não toque mais ninguém porque eu não aguentaria. Mas é só isso, se você me pedir pra chupar você na frente de um montão de gente eu vou, se quiser me amarrar e me deixar de castigo eu não vou ligar. Eu não vou me opor à nada, papai, tudo que o senhor me pedir eu vou te dar sem questionar, eu só quero você. Eu quero as suas mãos em mim, o seu caralho metendo forte e sua porra escorrendo de todos os meus buracos, todos os dias. - Harry se movimentava desesperadinho, seus olhos lacrimejando a cada toque mais forte que Louis lhe proporcionava. - Deixa eu mostrar pra você que eu sou bom pra ser seu brinquedinho, papai. - Harry abraçou o pescoço de Louis e começou a distribuir beijinhos por todo pescoço do mais velho.
- Promete ser pra sempre só meu brinquedo, Harry? - Louis falou rouco apertando o pau do filho entre os dedos, sentindo a renda da calcinha completamente encharcada de pré gozo.
- Prometo, papai. - o menino sussurrou gemendo em sua orelha.
- Então ajoelha e chupa o caralho do seu papai, eu quero que leve ele até sua garganta e só pare quando engolir toda minha porra. Entendeu? - Louis esperou a resposta dele que não veio, então lhe deu um tapa forte na coxa que antes era acariciada. - Você me entendeu, caralho?! - ele disse rouco e alto, tirando Harry do transe que havia entrado.
- Sim papai, eu entendi, eu prometo ser bom. - ele respondeu já se ajoelhando ao que Louis lhe deu um tapa forte no rosto.
- Me mostre mais e fale menos. Ainda estou bravo com você, doce. - Ele abriu o botão e a braguilha da calça, puxando seu pau pra fora e admirando os olhos marejados e arregalados do seu filho. - Pega, é todo seu, meu bebê. - Ele sorriu ladino, sentindo finalmente os lábios rosadinhos de seu filhinho envolvendo sua glande e sugando para dentro, cada vez mais forte, mais molhado e mais fundo.
Louis gemeu alto quando sua glande finalmente acertou a garganta de Harry, não perdendo tempo ao agarrar os cabelos do garoto e força-lo até o nariz encostar em sua pelve, o ouvindo engasgar, sabendo que o machucava. Quando Harry começou a bater os pés no chão completamente sem ar, Louis o soltou. O garoto se afastou tossindo e ofegando, não tardando à abocanhar novamente e começando a engasgar sozinho.
Desafiando seus próprios limites, sentindo os olhos arderem e a cabeça girar por tamanha falta de oxigênio. Ele parava, respirava e voltava, seu pau já havia saído da renda e tinha a coloração quase roxa, ele precisava urgentemente gozar mas seu papai não tinha lhe dito nada sobre isso então ele faria seu melhor pra não desaponta-lo.
- Você faz isso tão bem, filhote. - Harry gemeu revirando os olhos e Louis foi incapaz de não sorrir. - Gosta de ser elogiado ou de ser chamado de filhote, hm?
- Os dois, papai. - Harry parou só pra responder, logo tomando tudo de volta até a garganta.
- Caralho, quantas vezes você usou essa boca de puta em outras pessoas, filhote? - Louis perguntou despreocupado, achando que o garoto nunca tinha o feito. Até que o silêncio era a única coisa que ele era capaz de ouvir. - Não é possível. - Louis gargalhou, completamente possesso em ciúmes. - Quer dizer que você já tomou um monte de porra nessa sua boca de vagabunda, Harry? É isso que o meu filho é? Uma vagabunda, um depósito de porra? - Louis puxou a cabeça de Harry pra cima, dando três tapas seguidos em sua bochecha.
- Não papai, eu só sou seu. - Harry choramingou. - Eu só chupei alguns garotos, mas nunca nenhum deles me comeu papai, você vai ser o primeiro e o único, eu juro. - Harry esfregava as coxas uma na outra, seu papai falando daquele jeito consigo estava o levando à outro patamar de tesão. Ele quase mentiu para ele dizendo que já havia fodido com outros caras só pra ver o que seu papai faria com seu corpo.
- Eu vou gozar na sua boca e no seu cuzinho tantas vezes hoje que você vai esquecer do gosto de qualquer outro cara que já tenha te usado. Eu não quero que você reclame de nada, você está me ouvindo? Você vai ficar quietinha, como uma cadelinha adestrada. - Louis respirava fundo e rápido. - Eu morro de ciúmes de você, Harry. Eu deveria postar uma foto sua chupando a porra do meu pau pra todo mundo saber que você tem um dono, o seu papai. Repete comigo. O meu dono é o meu papai.
- O meu dono é o meu papai. - Harry repetiu revirando os olhos em prazer, aquilo foi demais pro seu corpo aguentar.
- De novo. - Louis começou a punhetar seu próprio pau, à um passo de gozar só com seu filho lhe dizendo aquilo.
- O meu dono é o meu papai. - Harry repetiu, alternando o olhar entre os olhos e o pau de Louis, com medo do outro gozar fora de sua boca. Ele precisava do sabor do seu papai em sua boca, era tudo que ele mais queria.
Como se lesse suas expressões, Louis puxou Harry de volta e estocou em sua boca, três, quatro, cinco vezes, até esporrar em sua garganta. Quando acabou, tapou a boca e o nariz de Harry, sibilando um "engole." Só o soltando quando viu que Harry tinha feito movimento de deglutição. - Muito bem, filhote. - ele disse o soltando, vendo-o voltar a respirar e tossir, não demorando em abrir a boca para que seu papai confirmasse que ele havia engolido tudo que ele havia oferecido.
- Você foi tão bom, bebê. Tão bom pro seu papai. - Louis acariciava sua bochecha avermelhada. - Vem aqui, senta no colo do papai. - Louis o ajudou a se sentar, uma perna para cada lado de seu quadril, o pau de Harry latejando entre seus corpos. - Papai vai beijar você, tudo bem? - Louis perguntou atencioso, acariciando a cintura de Harry com delicadeza enquanto deixava alguns beijinhos no queixo do garoto.
- Por favor, papai. - Harry pediu nervoso, apertando os fios lisos da nuca de Louis em seus dedos.
Louis então sorriu para seu menino, o puxando pela nuca e plantando um selar em seus lábios, sentindo Harry virar gelatina em seus braços. Adentrou a boca de Harry com sua língua, o beijo cada vez mais molhado, prazeroso o obsceno. Louis o tomava devagar, o fazendo gemer manhoso em seus lábios conforme iniciou uma massagem lenta na glande babadinha do filho.
- O papai vai levar você pro quarto e você vai gozar bem gostoso na minha boca, você quer isso? - Louis sussurrou entre os lábios de Harry que assentiu rapidamente, gemendo alto a cada palavra. Louis só pegou Harry pelas coxas, subindo as escadas e o levando até seu quarto. Ele deitou Harry delicadamente no centro da cama, puxando a camiseta que ele usava, a calcinha e suas meias. - Quero foder você com essa saia, foi na primeira vez que te vi com ela que eu bati minha primeira punheta pensando no seu corpinho, bebê. - ele sussurrou no ouvido de Harry o ouvido praticamente gritar com os toques firmes que Louis distribuía pelo seu corpo.
- Me deixa marcadinho, papai. - Harry pediu baixinho, empurrando a cabeça de Louis até seu pescoço, aonde ele sugou a pele até que estivesse vermelho vivo, a primeira de muitas marcas que ainda viriam pela frente.
Louis então foi descendo pelo corpo do menino, beijando sua clavícula, chupando o mamilo durinho de Harry e o ouvindo gritar seu nome. Ele sorriu, dedicando mais tempo, lambendo, chupando e mordendo, brincando com o outro mamilo entre os dedos. Harry delirava e arqueava as costas, pressionava a cabeça de Louis em seu mamilo, sibilava palavras desconexas implorando por cada vez mais toques.
Louis estava sedento, se obrigou a parar de chupar os seios do filho e desceu pela barriga, trilhando uma série de chupões até que colocou o pau dele em sua boca, o levando até a garganta e sentindo o garoto esporrar forte, gritando e implorando pelo seu papai o fodendo forte. Louis subiu e desceu seus lábios pelo pau de Harry devagar, esperando que ele gozasse por completo em sua boca. Recolheu cada gota, subindo pelo corpo mole do seu menino e segurando suas bochechas, abrindo sua boca e cuspindo a porra em sua boca, logo o beijando de modo desesperado e afoito, dividindo o gosto adocicado e ácido.
- Você fica tão lindo gozando, meu bebê. - Louis elogiou distribuindo beijos por todo rosto de Harry.
- Obrigada, papai. - Harry mordeu o lábio inferior, tentando puxar a camiseta de Louis para fora do corpo do mesmo. - Papai, você pode por favor, hm... - ele desviou o olhar, corando de repente.
- Você está com vergonha? - Louis riu. - Você não faz sentido, bebê. Estava implorando pelo meu pau até agora, aonde foi parar minha putinha? Hm? - Louis dedilhou a mandíbula dele com o dedão, deslizando até seu pescoço e apertando levemente. - O que você quer de mim, filhote? - ele olhava no fundo dos olhos verdes.
- Muita coisa, mas agora eu quero ver seu corpo. Eu imaginei você sem roupa tantas vezes, papai. Eu quero te ver. - Harry adentrou as mãos por baixo da camiseta de Louis, sentindo a pele fervente do mesmo.
- O que mais você imaginou? - Louis sussurrou, tirando a camiseta e levantando da cama, tirando os tênis, a calça e a cueca de uma vez. Quando estava completamente nu, voltou para o meio das pernas de seu filho, ficando suspenso por apenas um braço enquanto usava a outra mão para apertar a cintura fininha do outro.
- Seu pau dentro de mim, papai. Meu Deus, eu quero tanto, tanto. Você é tão grande, tão gostoso, deve ser uma delícia ter você me fodendo forte, papai. - Harry não parava de passar a mão por todo abdome de Louis, logo apertando seus bíceps, gemendo baixinho ao senti-los tão bem.
- Você gosta dos meus braços, bebê? - Louis sorriu ladino, vendo Harry assentir. - Você vai ter todo tempo do mundo para apreciá-los. Mas agora o papai vai chupar seu cuzinho tão gostoso, vou deixar você bem molhadinho e bem aberto pra quando eu for foder você, ok? Você pode gozar caso queira, não vou te proibir de nada. Não hoje. - Louis beijou Harry antes ele pudesse responder, não tardando em distribuir apertos por todo lado do corpo do garoto. Harry gemia afoito em sua boca, punhetando seu papai devagarinho.
- Papai, me deixa chupar você enquanto isso? - ele sussurrou em meio ao beijo.
- Você gostou mesmo de me chupar, não é? - Louis sorriu convencido, um sorriso tão estupidamente lindo que Harry sentiu que ia derreter nos lençóis.
- Queria ficar com minha boca ocupada em você o dia todo. - Harry confessou.
- Você não existe. - Louis se jogou ao lado de Harry no colchão. - Senta no rosto do papai, sim?
Harry assentiu, sentando de costas para o rosto do pai, uma perna para cada lado de sua cabeça, logo sentindo a língua quente dele tirar todos os seus sentidos. Harry gritou, aquela sensação era muito. Sua cabeça girava, seus olhos reviravam, ele lutava para ficar parado. Sua língua lambia a glande de Louis, aproveitando cada pingo de pre gozo que escorria em abundância. Ele cravou as unhas nas coxas do pai quando Louis penetrou um dedo em si, não conseguindo mais se controlar a rebolando, ele estava completamente desesperado com todas aquelas situações juntas.
Louis o penetrava lentamente, tendo todo cuidado com seu bebê enquanto sua língua lambia e seus lábios sugavam os testículos, Louis estava inebriado por tudo que seu garoto fazia e era. Ele arriscou colocar outro dedo que foi muito bem aceito por Harry, que gemia cada vez mais alto.
- Papai, papai! - Harry choramingou alto. - Eu já brinquei muito sozinho, eu já consigo aguentar você, por favor papai! - A cabeça de Harry estava jogada para trás, seus quadris não paravam de se mexer e cada pelo de seu corpo estava arrepiado, suas lágrimas escorrendo até o pescoço.
- Eu quero você gozando com meus dedos. Depois eu vou foder você de novo e de novo, até eu ficar satisfeito. - Louis respondeu, mordendo a bunda de Harry com força, estocando os dedos mais forte, sabendo que achou sua próstata quando as pernas dele falharam, passou então a estocar forte e rápido ali até que as pernas de Harry não parassem de tremer nem por um segundo.
- Papai, não para por favor, por favor. - Harry implorava, abaixando o tronco e colocando a glande de Louis na boca. - Fode minha boca papai. - ele gemeu gritado, voltando a chupar Louis e sentir ele estocando em sua boca, gozando forte no peitoral dele. Harry caiu ao lado do corpo de Louis, tendo espasmos por todo seu corpo, gemendo e sentindo seu cuzinho e seu pau pulsarem descontroladamente.
- Agora é a vez do papai brincar, meu bebê. - Louis puxou Harry pelas pernas, tentando se encaixar no meio delas.
- Espera só um pouquinho papai, por favor. - Harry sussurrou.
- Você não vai ser uma boa putinha? - Louis provocou, vendo Harry negar rapidamente.
- Vou papai, eu vou. - Ele abriu os olhos úmidos.
- Então abre as pernas pra mim, filho. - Louis beijou o queixo de Harry, ele prontamente abriu as pernas e as enrolou em seu quadril. Louis esticou seu braço e abriu a primeira gaveta da mesa de cabeceira, tirando preservativos de lá. Sentou em suas pernas para abrir um deles, notando os olhos perdidos de Harry e a expressão desconfortável. - O que foi, meu doce? - ele logo se preocupou, acariciando a bochecha de Harry. - Quer parar? A gente para, não tem problema. Você já foi perfeito pro papai. - ele falava com um nó na garganta.
- Não não não! - Harry se apressou. - Eu te amo papai, eu quero continuar, eu quero tudo que você me der. Eu só não queria... Bom, isso. - Harry apontou a camisinha na mão de Louis.
- Você não quer usar camisinha, meu bem? - Louis estava surpreso.
- Não. Eu nunca transei, você sabe. Você tem alguma coisa? - Harry perguntou medroso.
- A primeira e única vez que eu transei sem camisinha foi com a sua mãe, e eu fiz exames depois disso. Então não, eu não tenho nada. - Louis explicou.
- Então deixa eu sentir sua porra escorrer pelas minhas coxas, papai? - Harry pegou o pau de Louis entre os dedos, o deixando novamente mais duro do que nunca.
- Caralho, Harry. - Louis revirou os olhos em prazer. - Abre a porra das pernas. Eu espero muito que você realmente me aguente, porque eu não vou parar. Você entendeu?
- Sim papai, você não vai parar e eu não quero que você pare. - Harry sentiu seu pau expelir pre gozo, ele estava duro de novo. - Mete em mim, me fode, por favor. - choramingou ao que Louis se aproximou mais.
Louis beijou Harry com pressa, guiando a glande até o cuzinho dele e empurrando devagar, gemendo rouco ao que sentiu a borda bater sua pelve. Ele voltou e entrou mais uma vez, gemendo alto por todas as sensações e por ter as unhas de Harry arranhando suas costas com força.
- Caralho papai, você é tão grande, tão gostoso. - Harry gemia choroso, sentindo sua cabeça rodar a cada estocada de Louis.
- Porra neném, você é tão apertado. Papai vai te foder todos os dias, várias e várias vezes. Quero você andando pela casa com minha porra escorrendo de você, quero te comer em todo lugar dessa casa. Você vai deixar, bebê? Vai deixar seu papai te foder sempre que quiser? Hm? Vai ser uma boa putinha, um bom filho pro papai? - Louis estava insano.
- Sim papai, todos os dias, eu quero você me fodendo sempre, eu preciso de você me fodendo papai, eu preciso do seu pau. - Harry choramingava.
- Você me deixa louco, bebê. Você não tem noção de quantas vezes eu imaginei fazer exatamente o que eu estou fazendo agora, toda vez que você sentava no meu colo e esfregava essa sua bunda gostosa no meu pau. Tão oferecida.
- Eu sempre me ofereci pra você, papai. Todos os dias, eu sempre quis chegar em casa e ter você me fazendo gozar várias e várias vezes. - ele gemeu. - Eu sempre quis abrir minhas pernas pra você, papai.
- Minha putinha deliciosa. - Louis beijou Harry com desespero, começando a estocar rápido e forte. Tudo que se ouvia no quarto eram os gemidos dos dois e o bagulho das estocadas brutas, eles estavam completamente entregues naquele momento e naquela situação. Louis levantou o tronco, dando estocadas lentas enquanto via seu pau entrar e sair do cuzinho de Harry, vendo o garoto brincando com seus próprios mamilos.
- Fica de quatro, filhote. - Ele deu um tapa na coxa esquerda de Harry. - Vou te foder tanto, meu bebê. - ele cuspiu em seus dedos e lambuzou seu pau. Harry girou na cama todo molinho, arrebitando a bunda.
- Vem papai, me enche com a sua porra. - Ele se empinou mais, sentindo Louis estapear sua bunda repetidas vezes e logo em seguida entrar de uma vez, voltando a fode-lo rápido e forte segurando em sua cintura. Harry estava vendo estrelas, seu baixo ventre se contraia absurdamente, os seus gritos já faziam sua garganta doer. Louis era implacável, não importava quanto Harry pedia para que ele fosse um pouco mais devagar ou fraco, ele simplesmente tapava boca do garoto e o foda mais rápido e mais forte. O menino implorava por menos cada vez mais, só pra ter muito mais de seu papai.
- Fala pro papai de quem você é, Harry. - Louis puxou Harry pelos cabelos, o fazendo encostar a cabeça em seu ombro. - Fala. - ele era autoritário.
- Eu sou seu, papai. Seu para você fazer o que quiser, pra sempre. Só seu, de mais ninguém. - Harry gemia cada palavra, seus joelhos tremendo prestes a ceder, até que Louis estocou mais e mais forte, gozando dentro dele. - Me enche, papai. - Harry choramingou, sentindo Louis esporrar jatos dentro de si.
- Eu te amo, meu filhote, meu bebê, meu menino tão bom pra mim. - Louis sussurrou ao seu ouvido.
- Eu também te amo, papai. Você também é só meu, certo? - Harry falava com um sorriso preguiçoso no rosto.
- Só seu, meu bebê. - Louis deitou Harry na cama, puxando ele para seus braços.
- Eu quero mais uma vez, papai. - Harry sussurrou após alguns minutos.
- Você mal consegue abrir seus olhos, amor. - Louis riu fraco.
- Mas você pode brincar comigo enquanto eu durmo, não pode? - sussurrou beijando o pescoço de Louis, enquanto punhetava ele e o sentia endurecer novamente. - Por favor.
- Tudo bem meu bebê, vira de ladinho pra mim. - Louis pediu e Harry se apressou, empinando a bunda para seu papai. Louis penetrou Harry novamente, deixando chupões e beijando o ombro do garoto, estocando devagarinho.
Harry não demorou a pegar no sono e Louis estava cada vez mais insano, mesmo dormindo Harry gemia dengoso, seu corpo dando pequenos espasmos prazerosos. Louis torcia o mamilo de Harry entre os dedos, fazendo o garoto gozar fraco enquanto dormia e apertando seu pau de uma forma tão dolorosa que foi impossível não gozar vergonhosamente rápido.
Louis começou a sair de dentro de Harry, mas ele empurrou sua bunda de volta para perto o fazendo grunhir de dor e excitação.
- Fica dentro de mim, papai. - pediu baixinho e sonolento.
- Tudo pra você, meu bebê. Papai ama você, filhote.
Ele esperou um pouco mas Harry já havia dormido, Louis dormiu sem resposta porém sem dúvida nenhuma sobre o quanto seu filho o amava também e sobre o quanto sua relação com ele havia melhorado 100%.
Descobri que é um caralho postar coisa aqui nesse site, um dia chego lá mas por hora perdoem meus emojis desconexos ok pensem apenas na putaria
Satin skirt and loud groans 💫
"Harry é uma puta sedenta e Louis faz de tudo pela sua garota."
hs cis girl
desuso de camisinha
sem muito coisa, apenas eles fodendo muito.
♡
O raios solares levemente alanrajados atravessavam a janela de vidro fechada, se alastrando pelo chão de madeira escura e contrastando a cor quente sobre os lençóis brancos da cama box, indicando que logo a escuridão da noite junto a luz da lua iriam florescer.
A luminária em led azul escuro iluminava parte do quarto com o fim da tarde, a luz colorida se refletia na pele levemente bronzeada, o shorts preto de tecido leve se amassava no colchão e os músculos das coxas grossas se tenssionavam, a protuberância grande e dura marcava o tecido do shorts, o deixando levemente úmido. O tronco magro e definido estava exposto, os braços fortes cruzados em seu peito tenssionavam os músculos, os deixando maiores e mais tentadores. A cabeça estava erguida e possuía uma expressão séria porém maliciosa, os olhos azuis estavam escuros e selvagens, a boca fina e vermelha continha um sorriso de lado, os cabelos molhados pelo banho recente faziam pingos de agua escorrerem pela lateral de seu rosto.
Os olhos azuis observavam atentamente a figura parada em pé a sua frente, captando cada detalhe mínimo. Os pés delicados estavam descalços sobre o chão de madeira, ora ou outra esfregando-se um ao outro num claro ato de timidez. As coxas grossas se pressionavam uma a outra, as deixando maiores. A luz ainda alaranjada que vinha da janela pintava a pele leitosa, deixando o ambiente ainda mais tentador. O quadril largo se agarrava a uma saia de setim rosa claro levemente trasnparente, com pequenas rendas costuradas nas pontas. A calcinhas também rosa ficava minúscula em sua bunda, que não cobrindo a bucetinha gorda e molhada. A cinta liga da saia se agarrava ao quadril, seguindo pelas coxas e as contornando, apertando a pele por onde passava.
O torso quase que totalmente exposto tinha seus seios cheios e avermelhados, exuberante e cobertos por uma regata branca de tecido quase transparente, cobrindo até as extremidades de seu umbigo, deixando parte da barriga exposta. Os braços estavam cruzados para trás, e uma de suas pernas agora tinha o joelho levemente flexionado, enquanto seu pé se esfregava na parte de trás de sua perna. O pescoço branquinho era vestido por um colar de jóias brancas, um mimo de seu último aniversario. As bochechas estavam rosadas pela vergonha, seus lábios vermelho eram mordinhos vez ou outra, os cachos volumosos caíam em sua testa e os olhos verdes possuiam um brilho desejoso mas ao mesmo tempo tímido, sem saber ao certo o que fazer com o olhar intenso que recebia do homem a sua frente.
- Lou? - a voz doce saiu baixa e indecisa. - Diz alguma coisa.
Viu os olhos azuis desceram lentamente por todo seu corpo para então voltar ao seu olhar.
- Vira. - o tom autoritário fez as pernas de Harry tremerem.
Os pés delicados giraram lentamente pelo chão gelado, dando um show particular para Louis vislumbrar cada detalhe seu. A mini saia de renda deixava a mostra a poupinha do seu bumbum, a calcinha rosa enterrada entre bandas cheias, não cobrindo quase nada. Deixando o olhar de Louis ainda mais desejoso.
Harry parou de frente a Louis novamente, aguardando um novo comando. Brincou com seus dedos na frente do corpo enquanto encarava o namorado.
- Você gostou? - perguntou tímido, apesar de já saber a resposta.
- Se eu gostei? - Soltou um riso em descrença, e se arrumou na cama, erguendo levemente o quadril. O olhar de Harry fixou-se ali. - Venha até aqui.
A voz firme o acordou de seu pequeno transe e aproximou-se do namorado, erguendo seus joelhos na cama e engatinhando lentamente até ele. Parou em sua frente, suas mãos apoiadas no colchao, o olhar baixo para Louis, e sua cabeça inclinada para frente. As mãos tatuadas do de olhos tocaram delicadamente a bochecha vermelha, deslizando seu dedo na pele da namorada, sentindo os pelinhos se arrepiarem pelo toque suave.
As mãos agarraram a cintura fina e a puxou para seu colo, as coxas grandes se acomodando em suas pernas, e a buceta gordinha sendo pressionada sobre o membro duro. Um suspiro pesado saiu por entre os lábios gordinhos da mais nova e as mãos ágeis agarraram o pescoço do outro.
As mãos de Louis percorreram pelo corpo inteiro em seu colo, apertando e acariciando cada pedacinho de pele exposta, ouvindo os resmungos manhosos da garota montada em seu colo. Aproximou sua boca do ouvido de Harry, mordiscando o módulo da orelha enquanto segurava com possessividade sua cintura.
- Adora se exibir pra mim, hum? - puxou seus cachos para trás o ouvindo gemer em deleite. - Sempre tão necessitada.
- Louis...
- Me diz o que você quer, o que te levou a colocar essa saia minúscula só pra me deixar louco? - Seus lábios se fecharam no pescoço branquinho, chupou a pele com força e deu um tapa forte em sua coxa.
- Eu quero que você me fodendo, Lou. - suspirou manhosamente, soltando pequenos gemidos pelos chupoes que recebia. - Me fode, Lou, por favor...
- Meu bebê sempre precisando de atenção, hum? - mordiscou seu queixo e depois as duas bochechas vermelhas. - Eu vou fazer isso, meu bem, vou foder sua bucetinha melada à noite inteira, como você gosta. Mas antes voce vai me chupar, do jeitinho que estava antes, de quatro pra mim.
A cacheadinha assistiu, saindo do colo de Louis e se posicionando da forma como estava antes, sua bunda bem empinadinha para trás, a bucetinha apertada no tecido rosa seu olhar submisso para o namorado e as mãos apoiadas sobre o colchao. Louis não se mexeu, então Harry entendeu que era para ela própria tirar o shorts preto do namorado
Se sentou sobre seus tornozelos e as mãos seguiram caminho até o cós do shorts de malha, deslizando tecido para baixo, o quadril de Louis se ergueu para que a peça de roupa saísse completamente. O membro duro e grosso pulou para fora, chamando o olhar de Harry para lá. Pressionou suas coxas uma na outra, apertando sua xotinha molhada e sedenta, tratou de se posicionar novamente de quatro sobre a cama, abrindo bem as pernas o deixando totalmente exposto. Tocou o membro duro com uma das mãos, fechando seu punho ali e aproximando sua boca da glande inchada que vazava sem parar. Fechou os lábios no comprimento e o ouviu gemer, sentindo o lençol ao seu lado sendo puxado pelos dedos do outro.
Fechou os olhos e sua língua lambeu toda a expesura molhada, suas bochechas rosadas formaram um vinco quando sugou com força a cabecinha vermelha, ouviu Louis gemer, e em seguida enterrou sua boca no membro duro, a pontinha da glande tocando fundo sua garganta. As mãos tatuadas de Louis seguiram caminho até os cachos volumosos, enrolou os dedos entre os fios e os puxou de leve, fazendo uma pressão extremamente prazerosa no couro cabeludo de Harry.
- Sua boquinha é tao gostosa, amor. - um gemido alto ecoou no fundo de sua garganta.
A cacheada ergueu seus olhos para o namorado, gemeu abafado e as unhas arranharam as coxas grossas de Louis. A pontinha de seu nariz tocou a virilha com alguns pelinhos, sua cabeça fazia um movimento de vai e vem constante, a língua se deliciava com o gosto de Louis que vazada de sua pélvis. Os lábios gordinhos deslizavam pela extensão grossa, os olhinhos verdes e tentadores olhavam para Louis de uma forma dengosa, o seios cobertos pela regata branca subiam e desciam freneticamente e os dedinhos apertavam as coxas descobertas do namorado.
Sua bucetinha vazava sem parar arruinando sua calcinha, a saia havia subido um pouco deixando sua bunda empinada e sua xotinha ainda mais exposta piscando sem parar, o tecido fino da calcinha apertava seu grelinho, a fazendo soltar pequenos gemididinhos. Os cachos foram puxados para trás, o levando junto e fazendo o membro de Louis deslizar para fora de sua boca, a fazendo resmungar a contragosto.
- Shh, quietinha.
Louis sussurrou e deu duas batidinhas na própria coxa, a cacheada sentou-se ali novamente, os dedos ágeis se enrolando nos fios lisos e úmidos, a buceta molhada sentando sobre o membro duro, os labios gordinhos se abrindo levemente e acomodando o pau entre eles, o contato fazendo ambos gemerem em unissom. As mãos de Louis percorreram as coxas grandes, seguindo caminho até a bunda gordinha coberta pela saia, apertando com força a pele branca, deixando marcas vermelhas.
Puxou Harry para perto, juntando mais ainda seus corpos, mexendo seu quadril para que ela rebolasse em si. Sentia seu shorts molhado pelo melzinho que Harry expelia, a buceta meladinha montada em seu pau, Louis emcaixou seu membro ainda mais entre ela, e o gemido que Harry soltou foi o suficiente para que ele a jogasse na cama, ficando por cima do seu corpo.
Passou seus olhos por aquele corpo delicioso e enrolou seu dedo na calcinha fina e puxou o tecido para o lado, expondo a xotinha gorda. Louis passou seu dedo entre os labios acariciando o grelinho inchado, sentindo Harry tremer abaixo de si, penetrou somente a pontinha do dedo e apertou sua cintura.
- Lou... - gemeu baixinho e manhoso abrindo mais as pernas, suas mãos apertando os braços fortes de Louis. - Chupa a minha bucetinha, por favor.
Atendendo ao pedido, Louis aproximou sua boca e deixou um beijo em cima da xotinha, sentindo o cheiro delicioso, lambeu todo seu grelinho ouvindo os gemidinhos manhosos e desesperados da sua garotinha, sua boca se ocupou em chupar aquela bucetinha gostosa inteirinha, enquanto Harry babava em seu rosto todo, puxando seus cabelos de forma desesperada.
Louis chupava o grelinho inchado, o deixando todo vermelhinho, seu dedo encontrou a entradinha molhada e a penetrou, sentindo ela apertadinha. Subiu seus olhos para o rosto corado da garota sorrindo enquanto sua mão passeava pelo corpo delicado, adentrou o tecido da regata, apertando um de seus seios gostosos.
- Abaixa sua regatinha, amor, quero te ver toda peladinha pra mim.
Harry rapidamente abaixou as alças da sua regata, os peitos gordos pulando para fora junto aos mamilos rosados e apetitosos. Louis lambou os mamilos sensiveis, colocando o na boca, enquanto seus dois dedos ainda fodiam a xotinha melada. Harry gemia alto e apertava os cabelos de Louis, o incentivando a continuar. Os dedos deslizavam pela bucetinha apertada e Harry desejava o pau duro de Louis ali.
Tonlinson soltou os peitos deliciosos e sua mão se fechou no próprio pau o estimulando algumas vezes antes de o direcionar a xotinha aberta da cacheadinha, pressionou a glande inchada e vermelha no local, e penetrou somente a cabecinha, obcecado pelas reações que de Harry, que passou a rebolar sem pudor algum, enquanto gemia, Louis afundou mais seu membro dentro dela, enfiando quase tudo.
- Amor, hum, Louis... - A cacheada arqueou as costas e jogou a cabeça pra trás, dedinhos ágeis agarraram os lençóis ao lado de sua cabeça. - Fode logo, Louis, porra.
Resmungou irritada e o outro riu pelo seu desespero, agarrando seus cabelos e o estocando com força, sentindo a buceta se apertar em seu pau, o barulho de suas peles se chocando ecoando pelo quarto junto ao grito esganiçado de Harry.
- É assim que você quer, vadia? Assim está bom?
Os movimentos do seu quadril eram rápidos e certeiros, seu pau deslizava pelo interior de Harry com facilidade, o som erótico de suas peles se chocando e os gemidos desesperados de Harry faziam a mente de Louis turvar. Suas bolas batiam com força em sua buceta, a deixando avermelhada. A calcinha já havia voltado para entre suas bandas, o tecido se arrastava pelo membro duro que entrava com força dentro de Harry.
- Lou, hum, lou, mais, mais.
- Vadiazinha gostosa.
Louis ergueu as pernas de Harry para o seu ombro, a deixando mais exposta e totalmente a mercê de si. As estocadas eram brutas e certeiras, acertando o pontinho doce. Harry tremia e chorava sobre as mãos de Louis, sua bunda também tomava uma coloração avermelhada pelos tapas que eram tranferidos. Os cachos grudavam em sua testa suada, as bochechas estavam vermelhas e os olhinhos verdes tremilicavam, os movimentos rápidos de Louis em sua xotinha melada fazia seus seios gordinhos pularam.
- To tão-tão molhadinha, Lou. - soltava gritinhos em desespero apertando seus seios que tremilicavam.
- Sua buceta é tão gostosa, poderia passar o dia inteiro de comendo desse jeito. - apertou as coxas grandes indo fundo na garota. - Você é tão apertadinha.
Os olhos azuis fixavam em seu pau entrando na bucetinha melada, os gemidinhos dengosos da sua garota o faziam ficar louco. Abriu as pernas da garota, estocando fortemente, viu quando os dedinhos de Harry encontraram o grelinho inchado e passaram a masturbar ali, enquanto ela olhava para si e mordia os lábios. Mostrando a puta que era, e todinha sua.
- Você me come tão gostoso, Louis, tão bom. Me enche todinha de porra vai.
Aumentando o prazer de ambos, Harry tremeu e sua xotinha se contraiu ao redor de Louis, gozando e babando todo seu pau. Com mais duas estocadas, Louis gozou dentro de si, a enchendo de porra. Deslizando seu pau ainds dentro dela, para aumentar o prazer de ambos.
Tirou seu pau de dentro da namorada e se jogou na cama, viu Harry tirar sua calcinha e a jogar longe, antes de subir em seu colo novamente. Louis sorriu sacana, apertando seu quadril. A cacheada rebolou sobre seu membro, simulando uma quicada apenas para Louis capturar a cena de seus peitos pulando em sua direção. Sentiu o pau do namorado endurecer novamente abaixo de si e encaixou e o em sua xotinha novamente e passando a quicar em seu colo. Gemeu e rebolou sobre o pau gostoso dentro da sua buceta, se esfregando desesperadamente nos gomidinhos do torso definido. Toda desesperada.
Gemidos rouquinhos saiam da boca de Louis também, adorando a forma desesperada que se encontrava a namorada. Estocou com força na buceta meladinha montada em si, e viu Harry revirar os olhos ao gozar novamente, gozando junto também.
A garota resmungou em deleite e se jogou deitada ao lado do namorado, sorrindo totalmente satisfeita.
Mommy's Baby, pt2
parte 2; dia de visitas.
💌
Os invernos começavam preguiçosos. No primeiro dia de neve eles tiveram que cancelar os planos que tinham; Sem ida ao teatro, sem uma passada no shopping para comprar mais agasalhos. E definitivamente sem uma visita a loja de iogurte congelado, que Louis sempre conseguia convencer Harriet a comprar um potinho pra ele.
Eles trocaram a saída por xícaras e mais xícaras de leite com canela, vestiram um pijama quentinho e Louis colocou seu colchão sobre o tapete da sala. Ele estava pronto para assistir Titanic pela milésima vez. O seu pai não estava em casa, e era um alívio não ter que se estressar em conseguir a atenção de Harriet. Louis podia apenas deitar do ladinho dela, colocar o rosto entre os peitos da mamãe e tentar não dormir durante o filme. O que sempre acontecia, de qualquer forma.
O dia seguinte não foi diferente, eles faziam as suas obrigações pela manhã, e pela tarde curtiam o friozinho, não arriscando enfrentar a umidade do lado de fora. Pelo terceiro dia, Louis avisou que teriam visita. Era um dos poucos amigos que ele tinha, “Eu disse que a gente podia jogar aqui em casa” Avisou sua mãe, brincando com o botão do suéter que ela usava. “A gente pode, não é, mamãe?”
Harriet sorriu pela fofura do seu garoto, os olhos dele brilhavam, um mimadinho. Ela segurou o rosto dele entre as suas mãos, então roçou os lábios, apenas um leve selinho. “Quem vem? Qual o nome dele?”
“É o Isaac, que mora perto do parque” Louis passou a língua por seus lábios, sentindo que o gloss da sua mãe ficou ali. Ele sorriu com o gostinho doce de morango. “E o Matt que às vezes a gente anda de Skate juntos”
Harriet não escondeu o quão contente estava, Louis não ia à escola, e por ele ser tão tímido, sempre teve uma certa dificuldade para fazer amigos. Ela pegou na mão dele, o puxando para a cozinha. “Você acha que eles vão gostar de torta de maçã?” Na cozinha, ela revirava as coisas atrás dos seus utensílios. O garoto sentou na bancada, ficou balançando os pés no ar enquanto ria da animação da sua mãe. Até parecia que eram os amigos dela vindo. “Acho que eu deveria fazer uma de limão. Todo mundo gosta de torta de limão.”
“Eu não gosto” O garoto riu.
Harriet olhou para ele com os olhos semicerrados. “Você quer uma de morango? De novo?”
Louis fez que sim com a cabeça. “Por favor, mamãe.”
E no final ela acabava cedendo às vontades do seu garoto, todas as vezes. Ainda mais quando ele estava tão educado e fofo. Harriet não resistia.
Louis podia ser um bom filho, mas como ajudante de cozinha ele era péssimo. Mal ajudava, ficava roubando morangos quando pensava que a sua mãe não estava vendo, e enfiava o dedo na massa o tempo todo. Harriet já estava perdendo a paciência com ele, quando a companhia tocou. Ele instintivamente olhou para a mamãe, e ela notou o quão nervoso Louis estava de receber amigos em casa.
“Vai dar tudo certo, ok?” Ela limpou um pouco de farinha de trigo que sujava a ponta do seu nariz. Deixou um beijinho nos lábios de Louis. “Daqui a pouco a mamãe vai chamar vocês pra comer torta!”
Louis fez que sim com a cabeça, e um por segundo escondeu o rosto no pescoço da sua mãe, sentindo o cheiro doce e suave que ela tinha. Então ele se foi, colocando um sorriso no rosto para receber os rapazes.
“Cara, está começando o maior temporal lá fora” Matt disse assim que a porta foi aberta, entrando antes de ser convidado e deixando seus tênis encharcados em cima do tapete. Ele balançou o cabelo, fazendo respingos de água fria pegar em Louis. “Humm, e esse cheiro?”
Isaac entrou logo atrás, também sem os seus sapatos. Ele era mais tímido, e apenas sorriu amigavelmente para Louis.
“Minha madrasta está fazendo torta pra gente”
“O seu pai ainda é casado com aquela gostosa?” Perguntou malicioso, e Isaac deu um empurrão no ombro dele. O que fez Matt rir mais.
Louis sentiu um desconforto na sua barriga, que veio em forma de frio. Ninguém nunca havia falado assim da sua mãe antes, ao menos não para ele. Era uma mistura de orgulho, porque Harriet era dele, e apenas dele. E uma mistura de ciúmes. Ele deu de ombros, como se não importasse, e forçou as palavras. “Ainda sim, acredita?”
“Onde está o seu quarto, Lou?” Isaac perguntou, deixando seu casaco, que também estava úmido, pendurado. Ele era parecido com Louis, de certa forma, o jeitinho que colocava seu cabelo, e pela timidez. Mas, diferente de Louis, ele era um introvertido, estava sempre quieto. E assim a amizade entre os dois funcionava bem, porque Louis estava sempre falando.
“É por aqui” Louis guiou eles pelo corredor estreito, pelas escadas que levavam ao andar de cima, e então a primeira porta após o lance de escadas. O seu quarto estava arrumado, e o cheiro suave de baunilha foi a primeira coisa que os rapazes sentiram. Isaac foi direto pra frente da TV, sentou no tapete felpudo que cobria o chão e ficou olhando empolgado para a tela que ainda estava desligada. Matt estava mais interessado em mexer nas coisas, ele passou a mão nos lençóis macios de Louis, e depois foi abrindo as gavetas da escrivaninha ao lado da cama.
De repente ele soltou uma risada esganiçada, chamando a atenção dos outros garotos. Louis sentiu que ia desmaiar quando viu a calcinha da sua mamãe entre os dedos de Matt. “Seu pervertido de merda!” O rapaz falou rindo “Roubou isso das coisas dela? Que porra, cara”
Era uma calcinha lilás de lacinho, uma que Louis roubou alguns meses atrás, em uma das noites que o seu pai estava em casa e, sendo obrigado a dormir sozinho, ele queria sentir a sua mamãe perto de alguma forma. Ele nunca devolveu, mesmo agora que o cheiro dela está menos presente no tecido, ele gosta de segurar contra o seu nariz quando precisa estudar, o ajuda a ficar menos frustrado.
E agora isso está entre os dedos pálidos de Matt, que o olha com diversão mas também como se Louis fosse um louco.
De novo, o Tomlinson apenas balançou os ombros, tentando levar como se isso não fosse nada. “Cheira isso se acha que eu estou maluco”
“Eu não vou cheirar a calcinha da sua mãe, cara” Matt falou na defensiva, mas continuava segurando o tecido na sua mão.
Isaac pareceu engasgar onde estava, seu rosto todo vermelho, e o desconforto crescendo com a situação que se desenrolava.
“Ou você cheira, ou coloca isso de volta no lugar e vamos jogar” Louis cruzou os braços, os olhos azuis brilhando em desafio.
Matt deu de ombros. “Tanto faz” Ele chegou o nariz perto do tecido lilás e inspirou, então, ele colocou a calcinha contra o seu rosto e cheirou com mais vontade. “Caralho” Sussurrou pra si mesmo, impressionado. Ele levou até Isaac e o entregou, que pegou a calcinha com receio. “Tenta isso, Isaac!”
Isaac olhou para Louis, procurando por aprovação, e o que encontrou foi um rosto todo corado e um sorriso orgulhoso. Ele fez exatamente como Matt, primeiro testando e depois praticamente esfregando seu rosto contra o tecido. Mas para o azar do garoto, logo na sua vez, a porta do quarto abriu e Harriet entrou. Vendo primeiro seu filho ao lado de um garoto mais alto que ele, e sentado no chão um garoto com o rosto enfiado em uma das suas calcinhas.
“Louis, amor” Harriet chamou a atenção pra si. Louis notou que ela trocou de roupa, e agora usava um dos seus vestidos que pegava pouco acima do joelho, que tinha um decote generoso mas não extravagante. Todos olharam para ela, até Isaac, que demorou alguns segundos para lembrar do que fazia e esconder rapidamente o tecido dentro do seu bolso. “Oi rapazes, eu sou Harriet, a mãe do Louis” Ela estendeu a mão para Matt, e sorriu maior quando sentiu a palma do garoto toda suada contra a sua. Isaac levantou do chão, não conseguindo olhar no rosto da mulher enquanto trocavam um aperto de mão. “É um prazer conhecer vocês dois”
Ninguém respondeu ela, era como se os três garotos estivessem em uma hipnose. Louis olhava para os seios fartos da sua mamãe, de repente sentindo uma saudade que quase causava dor física de ficar grudadinho ali, os convidados, que a pouco se afogavam na calcinha dela, agora a olhavam como se não pudesse acreditar na coisa real.
E Harriet não pode deixar de sentir um formigamento começando na sua xotinha. Ela amava ter atenção.
“Bem, quando a torta esfriar eu chamo vocês, eu vou indo-” Ela disse, e foi interrompida.
“Não, mamãe” Louis balançou a cabeça.
“A senhora pode fazer companhia pra gente” Matt ofereceu com o seu sorriso galanteador, mas até às suas bochechas estavam rosinhas.
Harriet olhou para Isaac, que havia sido o único a não falar nada, e o garoto olhava para os seus próprios pés, parecendo prestes a ter um colapso nervoso. “Tudo bem” Ela sentou na beirada da cama do seu filho, e cruzou as pernas. “Já vou avisando que não entendo nada dessa coisa de jogos” Disse divertida.
Isaac sentou no chão onde estava, Matt sentou ao lado dele, e Louis sentou do lado da sua mãe. Eles ligaram a tela e começaram a programar, era algum jogo de luta e Isaac e Matt seriam os primeiros. Aproveitando onde estava, e que não seria o primeiro, o garoto apoiou a mão nas coxas macias da sua mamãe. O vestido dela subiu um pouco quando ela sentou, e no momento que sentiu a mão dele, Harriet descruzou as pernas e separou as suas coxas um pouquinho. Ela se sentia tão molhadinha contra o lençol macio.
“Sem roupa íntima?” Louis sibilou, quando os seus dedos alçaram a conchinha lambuzada de mel.
“Eu preciso de você, baby” Harriet sussurrou de volta. Ela se inclinou, falando no ouvido de Louis “A mamãe gostou tanto dos seus amigos” Ela sorriu, vendo a pele de Louis toda arrepiada. “Vamos nos divertir um pouquinho, Lou.”
“Eu não gosto de dividir” Ele fez que não com a cabeça, pressionando dois dedos na entradinha dela. Harriet mordeu seu ombros, tentando não gemer com o quão gostoso aquilo estava.
“Você não precisa!” Ela abriu mais as pernas, agora era impossível ocultar o que eles faziam. Qualquer um que olhasse, ia ver ela toda aberta, o seu vestido muito em cima, as tetas quase vazando pelo decote, e a mão do garoto tocando a xotinha dela. “Apenas mostra pra eles como você gosta de agradar a sua mamãe” Louis olhou pra ela, e a mulher deixou um beijinho molhado no canto dos seus lábios “Mostra pra eles como você é bom para a sua mamãe, amor.”
Louis olhou para os rapazes jogando, faltava pouco para o fim do terceiro round. Ele suspirou fundo, soltou a boceta de Harriet e, com a sua mão toda lambuzada, apertou o volume duro que marcava sua calça de pijama. “Então tira a sua roupa”
Harriet sorriu pra ele e se colocou de pé, a movimentação fez os dois olharem. Ela desfez dois botões do vestido, e o deixou escorregar para o chão. Não usava nada por debaixo, e a penumbra meio escura do quarto, dava para ver os seios grandes, pesados, a pele macia e lisa da barriga até chegar na xota gordinha. Os garotos olhavam para ela com os olhos arregalados, esquecendo o jogo completamente.
“Você vai comer a minha bocetinha hoje, coração?” Perguntou para Louis, que fez sim com a cabeça.
Ela sentou na cama, curvada para trás, e abriu as pernas. Sua intimidade brilhava pelo quão molhada estava, toda vermelha e apetitosa. Louis se colocou de joelhos no chão, segurou nas coxas dela e foi no seu potinho de mel. Ele gostava do grelo inchado, de segurar entre os seus lábios e sugar com vontade, enquanto enfiava dois dedos dentro da boceta. Isso sempre deixava a sua mamãe tremendo, e ele sabia que estava fazendo certo quando ela puxava ele pelo cabelo e tentava se esfregar contra seu rosto. Louis gostava de ir devagar, aproveitando cada segundo que tinha a xota da sua mamãe na boca. Mas hoje eles tinham visita, e ele estava determinado em não apenas mostrar o quão bom ele era, mas como ele podia deixar a sua mãe acabada.
Ele lambuzou os dedos na boceta dela, e usou isso como lubrificação para enfiar no cuzinho. Harriet gemeu manhosa pela sensibilidade, seu cuzinho contraia e apertava ao redor dos dedos de Louis, e a sua bocetinha contraia, e quando soltava expulsava mais melzinho, ela estava encharcada. Harriet gemia feito uma cadela, ela já era barulhenta, mas parecia estar fazendo um show completo para os amigos do seu filho.
“Chega, docinho, a mamãe precisa do seu cacete” Ela disse, tentando se afastar, mas Louis apenas enfiou mais fundo os dedos no seu cuzinho. “L-louis, eu disse chega” Ela gemeu mais chorosa notando, então, que Matt e Isaac tinham o cacete para fora, e que eles se masturbavam sem pudor algum enquanto assistiam ela ser comida.
Ele esfregou a bochecha contra a coxa tão macia da mamãe. O cuzinho dela era tão quente e apertado ao redor dos seus dedos, Louis sentia a sua virilha dolorida pela vontade de se enfiar lá dentro. Ele colocou a língua para fora e tentou mantê-la ereta, esfregou contra a entrada da xotinha, e quando Harriet tentou se afastar mais uma vez, ele enfiou dentro dela. O garoto gemeu, sentindo o buraco apertadinho criar muita pressão contra a sua língua, apertando tanto. Louis choramingou, nunca esteve tão bagunçado. Ele não conseguia meter os dedos dentro dela, ao mesmo tempo que comia a boceta. E tinha as suas próprias bolas doloridas de tão duras fazendo a maior bagunça na calça de pijamas que o garoto usava.
Ele não conseguia fazer os dois ao mesmo tempo, então se dedicou para enfiar a língua o mais fundo que conseguia, apenas para tirar tudo e repetir todo o processo. Ainda que o seu maxilar estava dolorido, e seu rosto lambuzado pelo melzinho que vazava da boceta e da saliva que escorria na lateral da sua boca — Louis não parava o que estava fazendo. Ele sentiu quando o corpo da sua mãe se contorceu, quando ela gritou o seu nome e tentou fechar as pernas enquanto o gozo escorria por toda a vagina dela, por todo o rosto do garoto. Mas Louis não parou, ele só se afastou o suficiente para conseguir enxergar o que estava fazendo, então começou a esfregar o clitóris inchado. Ele usava dois dedos, e esfregava com força, nem lembrando que a sua mãe poderia estar muito sensível pelo orgasmo recente.
“Louis!” Harriet praticamente gritava, quando o seu segundo orgasmo veio em um esguicho que pegou pela boca de Louis, nas bochechas rosadas. “Já chega, amor. A mamãe está exausta” Ela implorou, porque Louis voltava a mexer os quatro dedos dentro do seu cuzinho, fodendo ela bem devagarinho.
“Qual deles a senhora mais gostou?” Louis perguntou baixo.
“Isaac.” Respondeu com a respiração pesada. E Louis detestou o quão rápida a resposta veio. “Ele é tão tímido, e fofo!”
Louis revirou os olhos, tirou os dedos de dentro da sua mãe. Executar os planos que tinha estava sendo mais difícil do que ele imaginou. Queria ver a sua mamãe desesperada, ela e os seus buraquinhos cheios, que ela implorasse dizendo que não aguentava mais enquanto estivesse vazando gozo. Ele queria isso porque a disposição dela em abrir as pernas, para literalmente qualquer um, o deixava irritado. Porém, ao mesmo tempo, Harriet era dele. Era a mamãe do Louis, só dele, e Louis nunca gostou de dividir. Fosse um docinho, ou fosse a xotinha da sua mãe.
Mas sempre há exceções, e Tomlinson decidiu que aquela noite seria a sua.
O garoto levantou de onde estava, tirou as suas calças e ficou apenas de cueca. Ele subiu na cama, de joelhos próximo ao rosto de Harriet. “Não fecha essas pernas” Então para os rapazes. “Isaac, vem aqui.”
Isaac levantou assustado, ajeitando o cacete ainda duro de qualquer jeito dentro do jeans frouxo, e parou na lateral da cama. Seus olhos arregalados nunca deixavam a boceta de Harry.
“Já fudeu um cuzinho antes?” Louis perguntou sorrindo, colocando o pau para fora. Ele não precisou dizer nada, Harriet apenas virou o rosto e levou tudo dentro da sua boca. O garoto respirou fundo pelo prazer, sentindo o fundo da garganta da sua mamãe pressionando a cabeça rubra do seu cacete. “Eu deixei ele bem preparado para você.” Na medida que o corpo dela ficava mais deitado na cama, e as suas pernas mais abertas, Louis precisava ir socando na boca de Harriet. Ele começou devagar, vendo a elevação que criava na garganta dela “Porra” Gemeu “A sua garganta é quase tão boa quanto a boceta” Disse para a mulher, que apenas grunhiu de boa cheia. “Tem lubrificante na cabeceira” Louis avisou, a voz rouca.
Isaac poderia ser quietinho, tímido, mas a sua atitude era carregada de desespero. Ele ignorou o olhar questionador de Matt, que ainda tinha seu próprio pau na mão e assistia tudo, e mal se preparou para se enfiar dentro de Harriet. Ele estava agindo como se a qualquer segundo Louis fosse mudar de ideia, ou que a mulher fosse dizer que não queria mais. Isaac tentava garantir que ia poder usar o que ganhou. Ele era desajeitado enquanto enfiava o pau todo lambuzado de lubrificante dentro do cuzinho de Harriet. O aperto fez seus olhos lacrimejarem, mas Isaac não parou. Da forma que Louis ia fodendo a garganta dela, produzindo som de engasgo no quarto, as bolas batendo contra o queixo dela, ele ia repetindo os movimentos.
“Ela é tão apertadinha!” Isaac choramingou alto. “Ta doendo, Louis” Ele fungou, indo bem devagarinho contra Harriet, segurando nas coxas fartas dela.
“Faz ela esguichar de novo!” Matt, que estava sendo a plateia, pediu. Ele apertava a glande, tentando segurar o gozo que borbulhava.
“Hummn. Não.” Louis parou e saiu da boca dela, fazendo Harriet tossir no mesmo instante. Ele estava todo cansado, como o seu rosto vermelhinho e brilhante de suor. Ele parou ao lado de Isaac, que metia mais rápido, com mais fome. A boca de Louis encheu de saliva, quando ele notou as tetas da mamãe pulando pelo impacto. A verdade é que ele não via a hora daquilo acabar, dos rapazes irem embora e ele ter Harriet só pra si novamente. Como deveria ser. “Vem aqui, Matt.”
Harriet olhava encantada os três garotos em cima dela, quando Matt se espremeu ao lado de Isaac e ela teve que morder a palma da mão para não gritar. Nenhum dos dois era especialmente grande, e exalavam inexperiência pela forma desordenada que fodiam ela. Apenas perseguiam o próprio prazer, usando a mãe de um amigo como nada além de um espaço onde eles poderiam socar até se cansarem — o que não demoraria a acontecer, era óbvio como se esforçava para não gozar cedo demais. E Harriet se divertia. Ter pessoas tão entregues a ela, na mesma mão que usavam seu corpo de uma forma tão desesperada e suja.
A bocetinha dela estava tão quente, escorrendo o mel até chegar onde os garotos estavam, tornando ainda mais molhadinho e fácil de entrar nela. Mas Harriet foi puxada da nuvem que estava, quando o cacete gordo do seu filho entrou dentro dela de uma vez. Ela gritou, não esperando que ele fosse foder a sua boceta ao mesmo tempo que os garotos se divertiam. E, porra, Louis havia ficado tão bom nos últimos meses. Ele era habilidoso, ia tão tão fundo dentro da mamãe, que quando o seu gozo espirrava dentro dela, Harriet se sentia zonza. Era uma delícia.
Havia tempos que ela não sentia tanta dor ao fazer sexo. Ela segurou os seios, que não paravam de pular pelo impacto, e mordeu os lábios com força não para não gritar mais uma vez.
“Eu nunca mais quero parar de foder ela” Matt rosnou, passando a mão bem na base da barriga de Harriet, onde dava para ver o cacete de Tomlinson marcado.
“É tão gostosa!” Isaac gemeu, o cabelo grudado em seu rosto pelo suor, os olhos fechados. O gozo dele foi pouquinho, e Harriet mal sentiu o líquido quente escorrendo dentro do cuzinho dela. Mas ela sentiu Matt, até se assustou por um breve segundo pensando que o garoto havia urinado. A porra ia enchendo ela, escorrendo ao redor dos dois cacetes e fazendo Harry se contrair mais (como se ela pudesse segurar dentro) o que só fazia ela ficar ainda mais apertada ao redor do cacete do seu filho, e dos rapazes que não saíram de dentro dela.
“A sua vez, amor!” Falou para Louis “Deixa a barriga da mamãe bem cheia, uhm?”
Os garotos saíram de dentro dela, e saíram da cama, fornecendo mais espaço para Harriet e Louis enquanto eles próprios tentavam recuperar as forças.
Louis choramingou, de repente, voltando a ser o mimadinho da mamãe. “Acho que não consigo” Praticamente chorava “Não consigo agora, mamãe” Ele dizia, sem parar de foder ela, indo devagar, tão fundo que doía.
“Você só precisa de um pouquinho de atenção, meu bem.” Harriet ajudou ele a ficar atrás dela, bem de ladinho, assim Louis usava suas duas mãos para segurar os seios fartos. Ele gemeu satisfeito, assim dava para sentir o gozo que estava escorrendo do cuzinho dela e fazendo a maior bagunça.
“Se eu te deixar bem cheia, a senhora vai me deixar mamar?” Louis perguntou, já sentindo a sua barriga puxar.
“Sabe que não precisa de chantagem, certo?” Harriet riu, contraindo sua boceta e tentando ficar mais apertadinha para Louis. Ela não sabia se ia conseguir gozar mais uma vez, mas sentia que tudo o que precisava era estar bem inchada com a porra do seu garotinho. “Seja bonzinho, e eu vou ser a próxima a trazer visitas.” Ela fechou os olhos, sentindo Louis apertar os seus peitos com mais força. “Minhas amigas são doidas para conhecer você”
“Não! Chega de visitas!” Louis resmungou, escondendo o rosto no espaço entre o ombro e o pescoço dela. Ele pressionou os lábios contra a pele, choramingando.
“Tudo bem, bebê. Pode gozar dentro da mamãe” Harriet afirmou mais uma vez, ela tinha o rosto avermelhado e brilhando de suor. Estava cansada, e a sua bocetinha apertando pela vontade de gozar mais uma vez a fazia quase chorar. “Sempre me deixando tão cheia, não é?” Ela gemeu com o aperto dele. “Até dividiu a mamãe com os seus amigos, meu filhinho é tão bom e generoso!”
“Bom pra mamãe” Louis confirmou, sua respiração pesada e quente batendo no pescoço dela.
“A-ah! Lou!” Harriet gemeu, colocando a mão na base da sua barriga enquanto sentia a porra do seu filho sendo despejada dentro dela. O seu gozo veio junto, escorrendo quentinho entre as suas coxas, a visão dela deu uma escurecida pela exaustão. Agora ela não queria nada além de aninhar o seu corpo ao de Louis, ficarem agarradinhos por algum tempo. Mas, obviamente, não foi o que aconteceu. Louis apenas empurrou ela, a posicionando como uma boneca, o rosto pressionado contra o travesseiro e afastou as bochechas do bumbum. Harriet sentiu ele olhando para o seu cuzinho, todo avermelhado e com a mancha perolada do gozo que foi derramado ali, o buraquinho ainda um tanto frouxo. Ele esfregou a glande gorda, pegando desde a pele macia depois da bocetinha até a entrada, onde Louis enfiou o seu cacete todinho.
O corpo de Harriet estava mole, ela gemia mas ele não tinha certeza se ela ainda estava acordada. O garoto segurou as nádegas com força, eram tão gordas e, de quando em quando, ele não resistia deixar um tapa forte, apenas para a pele pular e ficar vermelha. Louis mal tinha forças, mas ele continuava socando, sentindo os resquícios de porra saindo ao redor do seu cacete. Ele olhou ao redor, vendo que ao menos no quarto os garotos não estavam mais.
“Mãe?” Chamou, as suas bolas batendo nela e criando um barulho alto de pele contra pele. Harriet não estava mais acordada, mas Louis sentiu o cuzinho dela contraindo ao redor do seu pau. E nem assim ficava apertadinho de novo, embora não estivesse tão frouxo quando ele esperava. Ele não vazou tanto no seu segundo orgasmo, mas foi o suficiente para que no segundo que saiu de dentro dela, agora fosse a sua porra escorrendo. Da boceta avermelhada e do cuzinho usado. Louis usou os dedos para espalhar, levando gozo para os lábios gordos da boceta, para o grelhinho inchado, e na pele da virilha.
“Mamãe” Chamou mais uma vez, colocando ela de costas para a cama. Louis encheu a barriga dela de beijos, foi subindo até chegar nos mamilos, então ele deitou do ladinho dela antes de colocar na boca. O garoto respirou aliviado, os cílios longos roçando no topo das bochechas enquanto as pálpebras estavam pesadas demais para ele continuar com os olhos abertos.
Ele estava com a ideia distante de que precisavam de um banho, e garantir que os outros dois não estavam mais na casa, porém ele sugava e sugava no mamilo da mamãe. Devagarinho se entregando ao cansaço e adormecendo.

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🍒𝑀𝑖𝑛𝑒, 𝑇𝑤𝑜
゚・*☆¸¸.•*Onde Harry estava manhoso então, interrompe a reunião importante de Louis que faz tudo pela sua princesinha.
Conteúdo homosexual
-Ltops/Hbottom
-Harry intersex! Harry com bocetinha
-Humilhação! (Leve talvez)
-Sexo em público
-Cookwaming
-Exibicionismo!!!
-Dirty Talk
Palavras como: cacete, boceta,bocetinha, peitinhos, grelinho, xotinha,vadia, mamar, melzinho, puta.....
-Porn with 'plot'
Inspiração: hspussy e louiegothic (wattpad)
゚・*☆¸¸.•*
O barulho dos sapatos sociais Oxford de bico arredondado eram altos de mais do piso de porcelanato. Do elevador saiam meia dúzia de homens engravatados vestindo ternos chiques, algo como Gucci e Saint Laurent. Os fios de cabelos sempre alinhados, e as posturas eretas. Os homens entravam na sala chique de reunião da famosa empresa dos Tomlinson's, com Louis os guiando para dentro.
Louis ajustava a gravata marrom em seu pescoço, e com a outra mão colocava sua franja no estilo peaky blindes para o lado. Sentou-se na poltrona de estofado macio em uma das pontas na mesa de reunião, totalmente transparente, apenas com um vidro resistente; arrumando sua postura e olhando a todos os homens a sua volta.
"Boa noite, esta noite estaremos iniciando mais uma reunião na empresa Tomlinson, mas dessa vez para conversarmos e negociarmos a compra de outra empresa. Alguma dúvida até agora?". Perguntou aos homens, sustentando um tom sério assim como a expressão, quando viu todos eles negarem com a cabeça deu um sorrisinho satisfeito prosseguindo com o falatório, antes, passando os dedos novamente pela gravata marrom, suspirando fundo e então, conseguindo respirar.
Louis não sabia dar nós em gravatas, apesar dos vários anos usando elas diariamente, Harry continuava atarefado com isso. Styles e ele namoravam a vários anos, a mais de cinco pelos menos, tinham uma relação ótima, se conheceram quando se trombaram alguma vez em um pub burguês.
Dali começaram a conversar, e então obviamente fizeram o que eles estavam procurando quando saíram de casa. Transaram. Louis com o tempo de convivência com seu namorado, foi descobrindo os inúmeros fetiches que eles tinham em comum, e um deles foi alguns dias depois do encontro; quando marcaram de se encontrar em um hotel especificamente, para repetirem a dose.
(...) Harry se encontrava com todo corpinho esparramado pelos lençóis caros que Louis pagou, as coxas se contorcendo e apertando a bocetinha no meio, tentando acalmar a pulsação que estava sentindo.
Louis estava apoiado na parede de forma desleixada de frente a varanda no último andar do hotel, com um cigarro de maconha entre o indicador e o dedo médio, inspirando a fumaça para o pulmão, e baforando com a cabeça estirada para cima enquanto formava um biquinho.
Styles estava dormindo depois de uma longa transa pela madrugada, e agora enquanto eram nove horas da manhã, ele tinha despertado mais excitado do que antes. Harry não sabia o porque que isso acontece, mas Louis consegue a deixar molhada a todo momento, idependente do lugar.
Uma coisa que Tomlinson aprendeu ao longos dos anos juntos é que Harry, é uma pessoa insaciável.
"Louuu". O cacheado sussurrou baixinho com um biquinho fofo nos lábios, enquanto com uma das mãos esticava o polegar para deixar um tiquinho de saliva cair ali, e levando a pontinha em cima do mamilo durinho dentro da camisola marrom.
Louis escutou a voz baixinha, virando o corpo em direção ao mais novo, observando o momento em que ele puxava o biquinho durinho para cima e contorcia um pouquinho o rosto em prazer. Soltava a fumaça cinza mais uma vez pela boca, enquanto conectava seu olhar com os olhos verdes.
"O que foi amor?". Largou o braço musculoso para o lado de seu corpo, nunca largando o beck.
"Loue eu tô' excitada de novo". Desistiu de prender os dedinhos nos mamilos quando sentiu quase nenhum prazer, mas sentia tanto quando Louis o mandava fazer isso. Subiu a camisola marrom a cima dos quadris, expondo a renda preta pequena que mal cobria sua boceta gorda inteira, que estava tão inchadinha e vermelha como cereja pela última transa, o clitoris ainda extremamente sensível como nunca, mas não deixava de pingar toda molhadinha, o tecido sendo tão fininho que se encaixava perfeitamente entre os lábios gordos, marcando bem.
"Me ajuda por favor". Terminou de dizer entrecortado com um gemido baixinho ao levar o mesmo dedo molhado em direção a xotinha por cima da renda molhada pelo melzinho, massageando de levinho.
"Haz, nos já levamos uma advertência do hotel noite passada, você precisa ser menos barulhenta, bem". Seguiu em direção ao corpo, parando em sua frente com uma postura forte, enquanto com a mão vazia do beck amaciava a boceta gostosa junto aos dedos de Harry, apenas fazendo um carinho sútil ali como se estivesse conhecendo o lugarzinho. Os toques delicados de Louis excitava tanto o cacheado; mas não mais que os brutos.
"É que você me comeu tão gostosinho papai". Fez um biquinho enquanto aumentava os movimentos do dedinho no meio dos lábios inchados da boceta, se atrapalhando com os de Louis, antes de receber um tapa ardido em cima de sua mão, para que parasse de se tocar.
"Eu fico quietinha Louis por favor, só me ajuda". Louis acenou com a cabeça se agachando em frente as pernas grossas com alguns vergões vermelhos ali, abriu elas com mais força do que o usual, os dedos ainda segurando o beck com maestria. Grudou os lábios fininhos em cima da renda preta, sugando todo o mel que já tinha encharcado a calcinha, a ponta do dedo massageando levemente em cima do clitoris inchado e vermelhinho.
A lingua passava delicadamente por dentre os lábios da xotinha, como se desse um beijo de lingua. Styles se contorcia formando uma linha reta com os lábios carnudos tentando a todo momento não soltar qualquer gemido.
"Aperta seus mamilos amor". Tomlinson falou baixinho, soltando um arzinho no lugar molhando enquanto guiava seu olhar para cima, tendo o cacheado acenando freneticamente com a cabeça antes de puxar um dos seios para fora, apertando e torcendo o mamilo. Louis deu um sorriso de lado e voltou a grudar a boca ali em baixo. O queixo de Tomlinson se lambuzava e pingava, molhando um pouco do peitoral com o melzinho de Harry.
"Cacete porque você tem que ser tão gostosa meu amor?". Dessa vez chupou mais forte em cima do grelinho como se tentasse sugar quaisquer líquido que ainda tivesse ali, depois deixando um beijinho casto em cima antes de prender um dos lábios da boceta com os dentes puxando devagarinho.
Nesse momento Harry soltou um gemido mais alto do que deveria, não conseguindo se controlar e sentindo o orgasmo tão próximo, os dedinhos se apertavam tanto em volta do mamilo, que tinha certeza que mais tarde não conseguiria toca-los sem doer, as sobrancelhas desenhadinhas se contorcendo em prazer enquanto involuntariamente levantava o quadril esfregando a bocetinha na boca de Louis fortemente.
"Falei para você gemer baixo cacete". Tomlinson desgrudou a boca do lugar rapidamente, com uma falsa carranca desta vez, desferindo um tapa forte em cima do clitoris, e provocando um barulho alto no quarto. E antes que pudesse falar algo novamente, foi cortado pelo cacheado gemendo mais alto ainda.
"Lou Lou Lou Lou, Eu to, oh,". As coxas se apertavam fortemente de novo, tentando comprimir a parte intima e tentar controlar a sensação forte que estava tendo. "Eu tô' gozando tão forte amor". Soltou um soluço alto enquanto lágrimas escorriam nas bochechas rosadinhas pelo orgasmo.
"Caralho". Louis olhava paralisado para o corpinho molinho se contorcendo na sua frente, sem perceber manchando sua calça de moletom de gozo quando esporrou forte no tecido pela cena. Levou a palma da mão em cima do cacete, massageando devagarinho para prolongar o prazer.
"Amor você gozou comigo batendo na sua xotinha?". Continuou hipnotizado e com uma voz macia, antes de soltar uma risada impressionada e deixar selinhos pelas coxas subindo pelos quadris. Sinceramente Harry o surpreendia a cada dia mais. E honestamente, Tomlinson nem conseguia lembrar de uma possível advertência que levariam novamente. (...)
O chuvisco fino caia agora, batendo nas vidrarias gigantes do escritório que tinha uma plena vista para todos os outros edifícios.
Louis sustentava uma postura um pouquinho mais relaxada, com a palma se acariciando por cima da coxa tonificada, enquanto sentia o celular vibrando de mensagens que no momento não poderia olhar.
"O rendimento da empresa que queremos comprar está baixo, eles quase não lucram anualmente, o que traria de bom para nós?". Um dos homens engravatados argumentou para Tomlinson, ele tinha os fios loiros, as sobrancelhas grossas, um porte musculoso e o corpo relaxado sobre a cadeira almofadada.
"Primeiramente arrume sua postura Sr. Jhones, estamos em uma reunião de negócios para decidirmos algo importante. Recentemente fiz uma lista com os prós e contras para tentarmos debater sobre isso, se quiser dar uma olhada". Apontou para o iPad posicionado em cima da mesa, virado na direção deles.
"Respondendo sua dúvida agora, sobre os lucros da empresa, trouxe para vocês também alguns relatórios antigos de outras empresas que foram compradas pela Tomlinson's e apenas tiveram lucro, como esta aqui, que lucramos mais de 600% do nosso valor anual." Apontou com o dedo para uma das fichas. "Nossa empresa possui sua principal fama por sermos estrategistas, desse modo, sempre recorrem a nós quando estão preocupados com os rendimentos e a possível futura falência. Aliás, se comprarmos ela e não conseguirmos a tirar da falência, o que é praticamente impossível, por que trabalhamos ajudando nisso por anos, não perdemos nada e muito menos nosso rendimento anual. Temos uma sede específica para trabalhar com esse tipo de coisa, e negócios são feitos. Mais alguma dúvida em relação a isso Senhor Jhones?". Ergueu uma das sobrancelhas. "Estou disposto a explicar tudo que precisar sobre, não te julgo por ter esse tipo de dúvida, você não trabalha aqui a mais de 3 anos". Falou gentilmente agora.
"Nenhuma mais em relação a isso, obrigado senhor Tomlinson". Acenou com a cabeça, voltando a folhear as fichas em suas mãos para verem o próximo tópico a ser discutido.
"Ótimo". Desviou o olhar para o celular dentro de um de seus bolsos, contorcendo as sobrancelhas e o fitando até que parasse de vibrar. Quando aconteceu, voltando a prestar atenção na conversa. "Podemos discutir agora sobre as especulações e possíveis rendimentos que podem nos trazer?". Recebendo um aceno positivo de todos.
Assim se passaram mais alguns minutos com as vozes todas preenchendo o escritório, os sapatos sociais batendo no chão em ansiedade. A reunião dura por volta de uma hora e meia, e meia hora dela já havia ido. Escutou batidinhas na porta de madeira, quando murmurou um 'Entre'. Observou os cabelos ruivos de Anne, sua secretária aparecendo por uma brecha aberta, observando o que a mulher lhe disse.
"Licença senhores. Senhor Tomlinson você tem uma visita". Deu espaço para que o corpo pequeno e curvilíneo de Harry aparecesse timidamente pela porta, a cabeça cacheada com uma presilha com uma pequena folha desenhada prendendo um de seus cachos para que não caísse no olho. O corpo vestido ainda com uma camisola marrom que havia dormido com; a mesma em que passou a noite com Louis alguns dias depois que se conheceram.
Mas tinha um problema. Ou nem tão problema assim… O tecido da camisola era tão fininho que deixava tudo aparente, e principalmente marcava os biquinhos pontudos e grossos dos seios gordinhos, aparecendo até mesmo a coloração clarinha deles. E não estar usando nenhuma peça intima, enlouquecia ainda mais os homens. Os braços estavam cruzados atrás das costas em um gesto genuíno de timidez por tantos olhares direcionado a ele, enquanto rodava a aliança de noivado em seu dedo.
"Tudo bem Anne, pode se retirar por favor. Mas da próxima vez assim como eu já havia te avisado, ele não precisa de autorização para entrar aqui". A ofereceu um sorrisinho forçado, ainda acompanhando com os olhos a mulher que encostava novamente a porta.
Tomlinson agora desfazendo toda sua carranca e com um semblante fofo, bateu em uma de suas coxas com a palma, pedindo para que Styles se sentasse ali. Que deu uma corridinha graciosa e sentou sobre a coxa musculosa. A bunda gordinha ficando extremamente marcada pelo tecido e a posição.
"O que aconteceu amor? Você está bem?". O deu um selinho delicado, com a outra mão sendo levada a testa do mais novo para conferir se sua temperatura estava adequada.
"Estou mais ou menos". Respondeu baixinho preocupando mais ainda Louis, quando enterrou a cabeça cacheada no vão do pescoço cheirosinho, esfregando o rosto ali e se inebriando com o perfume gostoso. As mãos de Tomlinson afagavam carinhosamente as costas miúdas, deixando beijinhos pelos ombros. Eles ao menos se lembravam que estavam em uma sala rodeado de outros homens, sendo amorosos e melosos um com o outro. Talvez alguns deles tenha até estranhando a reação de Tomlinson, não imaginavam que ele seria assim.
"O que está acontecendo?".
"Eu tô' carente amor, e excitada". Sussurrou a última parte baixinho.
"Oh e por isso você veio aqui enquanto estou no meio de uma reunião. Porque?". O indagou.
"Porque você uma vez me disse que faz tudo pela sua princesinha, que sou eu". Continuou tímido. Louis sorriu pequeno.
"Deixe me ver se você está molhada, amor". Apertou forte na cinturinha, quando levantou o tecido pequeno, deixando ele a cima do bumbum, o expondo para todos os outros homens. Trouxe os dedos para frente do corpo, levando o indicador para a parte íntima, deslizando ele por dentro da repartição da bocetinha, sentindo o melzinho pingar aos montes, e o lugar todo inchadinho. "Amor, você andou se tocando antes de vir?". Com o indicador passava por cada cantinho da boceta encharcada. Recebeu um aceno positivo de vagarzinho do cacheado, que o olhou com os olhinhos brilhando.
"Lou me ajuda por favor". Formou um biquinho.
"Amor, estou no meio de uma reunião, não consigo agora tudo bem?".
"Haz essa reunião é realmente importante." Deu uma pausa como se pensasse no que fariam. Desceu o olhar para o dedo ainda que massageava o grelinho devagarinho, antes de o trazer na boca para provar o gosto de Styles. "Me mostra que você está com vontade, meu bem". O deu um sorriso.
Harry formou um sorrisinho sapeca nos lábios antes de apoiar as duas mãozinhas nos ombros musculosos do de olhos azuis, rebolando e se esfregando na calça social, desesperado por qualquer tipo de contato. Só de estar perto de Louis já o excitava tanto, postura forte de Louis, as sobrancelhas franzidas em concentração, as mãos cheias de veias cruzadas sobre o vidro o deixava tão- caralho.
"Amor, vira para eles e mostra como você rebola gostoso, mhm?". Louis proferiu parando o mais novo, antes que pudesse aumentar os movimentos, o ajudando a virar o corpo em direção a mesa. Desta vez apoiando as mãos no vidro resistente, enquanto jogava a cabeça para trás e a apoiava nos ombros de Louis.
Começou com reboladinhas levinhas, esfregando e encharcando toda a calça social cara, esfregando de levinho o clitoris que o fazia soltar resmungos de prazer baixinhos pelos lábios carnudos, arrancando suspiros excitados dos empresários. Que encaravam Harry enfeitiçado, enquanto ajeitavam a grossura dura por dentro das calças tentando se acalmar.
"Mas Lou, você sempre faz tudinho por mim por favor". Uma das coisas que Louis mais ama; exibir Harry e mostrar para todos o garotinho gostoso que é só seu. E não é como se Harry não amasse, mas sentir os olhares de tesão vindo de outros homens enquanto só podia ser tocado por Louis a deixava tão molhadinha. Louis voltou a debater mostrando seus pontos na reunião como se Harry não estivesse ali.
"Prestem atenção aqui agora por favor". Os chamou a atenção. "Como eu estava dizendo anteriormente se formos analisar os gráficos da empresa a partir de 10 anos, temos uma média de lucros e de valores que perdemos." Colocou um dos gráficos sobre a mesa, e quando os direcionou o olhar percebeu que não o encaravam exatamente, mas sim sua princesa, que gemia uns pares de 'papai' fininho.
"Já não te disse para gemer mais baixo porra? Está atrapalhando a reunião". O desferiu um tapa ardido na coxa, fazendo o cacheado por impulso tentar as retrair e não conseguindo.
"Se continuar gemendo igual uma puta enquanto eu não deixo, não vai ter mais nada além disso; olha só uma puta se esfregando na minha calça desesperada por que foi desobediente". Formou uma carranca esperando uma resposta do outro, que o acenou fortemente murmurando um 'desculpa papai', antes de pressionar os lábios gordinhos em uma linha fina se impedindo de gemer.
"Muito obrigado meu amor". O deixou um beijinho nos cachos suados. "Sobre os gráficos, consegui solicitar mais de um para mostrar a vocês, estas daqui são as taxas referentes, porcentagem que fica conosco e a porcentagem que vai para a empresa, no caso se nos pedirem auxílio para levantá-la novamente. Como esta de 2016, que conseguimos fechar este acordo e a porcentagem do lucro para a Tomlinson's foi de 67% dos 100% mensais. Um dos nossos mais baixos". Continuou seriamente antes de desviar o olhar para o mesmo Senhor Jhones.
"Está com calor Sr Jhones?". Perguntou ao homem que tinha uma gotinha de suor escorrendo pela testa e desmanchando os fios com gel. O homem paralisado torceu a cabeça para o lado, sem ideia do que realmente responder, sendo entendido por Louis como um 'sim'. "Sem problemas. Amor, você pode ir atrás do Senhor Jhones para pegar o controle pequeno do ar-condicionado, e me trazer por favor?". O pediu baixinho recebendo um aceno animado na oportunidade de se exibir.
Levantou da coxa musculosa, tendo as mãos fortes de Louis prendendo mais firmemente o tecido da camisola sobre sua cintura, para que não caisse e tampasse sua bunda gordinha ou sua boceta gostosa.
Harry andou firmemente até o outro lado do escritório. Precisoul passar por todos os homens sentados, que acompanhavam o corpo gostoso andando com o olhar, a bunda gordinha se movimentando no movimento e as gotinhas do melzinho que escorria da xotinha molhando a parte interna de suas coxas.
"Minha princesa é gostosa pra caralho". Tomlinson argumentou indiretamente aos empresários, que não tiveram coragem de responder verbalmente, mas claramente concordavam com isso, já que os contornos dos paus nas calças confirmavam. Sr Andderson tinha já desistido de fingir não sentir atração pelo cacheado, levou uma das mãos sobre o membro duro por cima da calça social, se punhetando lentamente enquanto observava o corpo esbelto, Louis quando percebeu aquilo não conseguiu fazer nada mais além de dar um sorrisinho convencido e depois voltar o olhar a sua princesa; que voltou a se sentar em sua perna o entregando o controle nas mãos.
Tomlinson aumentou a temperatura, deixando a sala mais gelada que antes mas parecia tão mais quente, voltando aos poucos a sentir o corpo levinho se esfregar com rapidez na sua coxa.
"Amor você pode beliscar seus mamilos por favor". O ajudou puxando os seios para fora do tecido, desferiu um tapa forte em cima de um deles, puxando o mamilo em reflexo, e quando escutou o noivo soltar um gemido um pouco mais alto. "Hazz, mais baixo por favor". Um pedido que claramente não foi atendido. A cada minuto soltando gemidos fininhos e gostosos com as sobrancelhas franzidas em prazer e a xotinha tão molhada que o mais velho sentia o líquido molhar sua pele.
"Cacete não sabe me obedecer? Caralho de puta desobediente". Puxou os cachos fortemente para trás. "Você não vai ter transa agora, o máximo vai ser se esfregar nas minhas coxas igual a puta desesperada que você é!! E se em algum momento eu sentir você gozando nelas, você vai apanhar pra cacete e não vai se tocar por três meses".
"Não não não não Lou". Soltou um soluço choroso, enquanto sentia uma lágrima fininha molhar suas bochechas coradas. "Por favor eu prometo ficar quietinha mas me fode por favor". Diminuiu os movimentos como se cavalgasse na coxa.
"Então mostre até o fim da porra desta reunião que você merece ser fodida". Com o passar dos minutos o barulho molhado na sala ficava a cada segundo mais alta, junto ao barulho da fricção. Louis tentava manter a postura firme e séria para que conseguisse falar, mas estava bem pior que todos os outros empresários.
O pau grosso estava extremamente marcado na calça social, a glande gorda sobressaltando junto o pré-gozo que saia da fenda e manchava ainda mais sua calça, além das veias grossas que pulsava enlouquecidamente.
Louis uma hora ou outra levava a mão em cima do membro para o arrumar, mas estava com uma dor tão insuportável. Em movimentos sutis, desabotoou e juntamente desceu o zíper do tecido. O abaixando até as coxas com delicadeza, junto a boxer preta.
Quando fez, sentiu o membro pular e bater de levinho na linha de seu umbigo deixando um rastro pequeno da baba que escorrida da glande no terno. Apertou com os dedos a base do membro para que tentasse se acalmar. Começou a se punhetar devagarinho, a outra mão descendo até as bolas para apertar em reflexo e tentando a todo momento não fitar Harry, evitando que a situação não saisse do controle.
Styles olhava a cena no colo de Louis com os olhos brilhando, o cacete duro dele parecia tão convidativo. Os dentinhos sobressaltados mordiam no lábio inferior gordinho, com os pensamentos promiscuos, rebolando mais fortemente na coxa encharcada, enquanto apertava fortemente o biquinho duro, deixou que um pouquinho de sálvia caisse em cima do pontinho sendo mais fácil deslizar os dedos ali.
"Então como eu estava dizendo..." Sr James deu uma pausa hipnotizado pela cena em sua frente.
"Licença amor". Louis o disse baixinho, levando o indicador ao grelinho molhado, recolhendo um pouco da lubrificação e a seguir os levando em direção dos lábios vermelhos, sentindo ficar um pouco mais molhado quando Harry cuspiu ali.
"Muito obrigado Haz, você está sendo tão obediente". O deixou um beijinho casto no pescoço suado enquanto levava o dedo babado em cima da calça desabotoada e por cima da glande, a molhando mais ainda e ficando mais fácil deslizar a mão ali.
Começou massageando a ponta gorda e inchada, passando os dedos pela linha dela que era tão sensível até molhar ainda mais todo cacete e começar os movimentos mais rápido, provocando um barulho molhado.
"O que você estava dizendo James?". Voltou o olhar para o empresário de fios vermelhos, relaxando a postura na poltrona enquanto era possível ver o movimento do braço musculoso que retraia pela punheta gostosa.
"Hm". Forçou uma tosse. "Estava dizendo a eles que concordo com seu discurso s-senhor Tomlinson, mas que deveríamos analizar mais os outros gráficos para conseguirmos fazer uma média". Continuou pausadamente.
"Ótimo, como preferirem". Os devolveu um sorriso.
"Loue". Harry manhou baixinho perto de seu ouvido. Recebeu um aceno que o pedia para prosseguir. "Me deixa te chupar por favor amor, você está tão duro, seu cacete parece tão gostoso papai, por favor eu estou quietinha". Formou um biquinho e a seguir soltou um soluço de prazer.
"Vem amor". Tomlinson apontou o dedo da mão livre para o chão, em baixo da mesa de vidro. "Vá me chupar em baixo da mesa para que eles consigam ver como a minha vadia me mama gostoso". Deixou um selinho em seus lábios antes de o ajudar a descer de sua coxa, observando uma linha do melzinho de Harry que ainda conectava sua boceta babada a calça. Afastou a poltrona um pouco para trás, dando espaço para que Styles se encaixasse ali, que se posicionou em baixo da mesa, sentado sobre as pernas esperando o próximo comando, sendo tão boazinha.
Louis retirou a presilha que estava caindo dos cachos, a arrumando novamente para que não o atrapalhasse agora. Voltou a encostar as costas no estofado, conectando seu olhar fortemente nos olhos verdes e murmurando um 'Bon appetit' baixinho, antes de fechar os olhos levemente e formar um biquinho nos lábios inebriado pelo o que mal havia começado.
Harry se ajeitava melhor em baixo da mesa, apoiando as mãozinhas nas coxas fartas enquanto esperava a confirmação de Louis para que começasse. Subia uma das mãos até as bolas cheinhas massageando, e com a outra segurava o membro punhetando lentamente. Subiu com a língua deixando uma listra molhada da base até a cabeça gorda, seguindo com a pontinha da língua uma das veias que pulsavam e grudou os lábios gordinhos na glande gorda, sugando fortemente, revirou os olhinhos em prazer por dentro das pálpebras fechadas quando sentiu o gostinho do pré-gozo do seu papai junto ao seu melzinho ali na ponta.
Não o pergunte como ele sabe do próprio gosto.
Quando abriu os olhos novamente começou a brincar com a glande, deixava lambidinhas curtas em volta da linha, e vez ou outra apertando em cima da fenda que a cada vez que parava para observar ela soltando mais pré-semen.
Subiu a mão que masturbava a base até a ponta, passando ela com agilidade ali e punhetando fortemente a glande, vendo o prepúcio a cobrir e depois voltar ao normal.
"Papai seu cacete é tão grande, mal cabe na minha mãozinha". O Mostrou que os dedos finos não se fechavam, quando deu mais uma lambidinha leve em cima da fenda, soltando um sorrisinho quando viu o abdômen do seu homem se contrair e ele soltar um gemido abafado, que não o respondeu.
Com indicador pressionou um pontinho específico na linha da glande, enquanto começava a por dentro dos lábios sugando fortemente, com as sobrancelhas franzidas em prazer.
"Caralho amor, você me mama tão bem. Mostra para eles como você me enlouquece. Mas empina bem essa sua bunda gostosa enquanto faz isso, para eles verem o que é só meu, mhm?". O deu um tapinha fraco na bochecha. Styles empinava bem para trás, se expondo para todos por cima da mesa. A coluna curvada deixava a mostra o cuzinho piscando no meio das bandas além da bochecha inchada que pingava aos montes.
Louis segurou o próprio membro já farto das provocações do noivo, punhetando fortemente. Passava a glande encharcada por todo rostinho angelical, contornando os lábios semi abertos, e dando batidinhas nas bochechas, as tornando mais rosadas que o usual e provocando um barulho alto.
"Me mama direito, porra". Disse e antes que pudesse falar qualquer outra coisa sentiu a boca quentinha o abrigar até a metade, fazendo movimentos de deglutição e movimentando a cabeça de cima para baixo, deslizando devagar. Tomlinson enrroscou os dedos grossos nos cachos macis do mais novo, o prendendo com força antes de forçar sua cabeça fortemente o fazendo engolir tudo, o nariz bonitinho encostando no abdômen definido e o queixo nas bolas quentes, murmurando um 'cacete princesa' juntamente a um gemido baixinho, que quase não foi audível pelos barulhos de engasgo.
Soltou os cachos quando precisou cruzar as mãos sobre a mesa de vidro, e olhando os empresários com uma sobrancelha levantada como se os desafiasse.
"Por que pararam de falar? Sei que a vista é muito bonita e a minha princesa é uma perdição, mas não deveriam tê-lo feito".
"Nos desculpe Senhor Tomlinson, e-estávamos apenas esperando por sua opinião sobre um assunto". Desbloqueou o iPad novamente o mostrando os dados e relatórios da empresa que comprariam.
"Muito bem. Vou dar uma olhada. Por favor da próxima vez não esperem por mim. Ao menos que eu peça". Puxou o tablet em sua direção, deslizando os dedos sobre a tela como se realmente estivesse concentrado, e não apenas no que acontecia ali em baixo. Louis depois de alguns momentos que o barulho das vozes gaguejando e o se sucção permaneceram na sala, decidiu fazer algo.
"Licença um minuto, preciso da atenção de vocês para o que eu vou mostrar agora, será rápido por favor" Se dirigiu a eles, esperando o falatório parar. Quando aconteceu, delicadamente segurou Harry pelos cachos novamente mas agora de forma cuidadosa o puxou para trás, deixando que uma linha fina de saliva ainda juntasse os lábios pecaminosos de seu membro, quando o chamou para cima, mesmo Styles lutando por não querer parar de mamar seu papai e formando um biquinho emburrado nos lábios.
"Vem aqui amor, juro que te darei uma coisa bem melhor, tudo bem?". O falou carinhosamente, a seguir continuando. "Mas agora preciso mostrar aos rapazes a bela princesa que eu tenho, não preciso? Você vai ser boazinha, não vai, bem?". Amaciou a voz o persuadindo. Harry obviamente não negou.
Quando o corpo esbelto estava novamente em pé, Louis o posicionou ao seu lado, com sua ajuda passando a camisola por sua cabeça e finalmente o deixando totalmente despido . "Amor, aperta seus peitinhos para eles verem, eu gosto tanto deles". Styles prontamente obedece, os apertando juntos e deixando com aparência de mais cheinhos, juntamente apertando os mamilos. Louis enquanto isso descia com a palma da mão acariciando todo corpo gostoso, desde a cintura até mesmo o quadril e por dentro das coxas.
"Amor você é toda gostosa eu te amo tanto, olha essa boceta toda molhadinha por mim e piscando caralho, só de me mamar gostoso não é?". Com a pontinha dos dedos dedilhou toda a parte intima, passando pelo clitoris e massageando devagarinho o pontinho durinho, além do grelinho inchado, abriu com os dedos das duas mãos a xotinha gorda, mostrando para os homens e a deixando toda exposta, quando olhou em sua direção 'toda minha', e deu um sorriso assanhado.
Harry tinha os olhos fechados e a boca carnuda extremamente aberta, apesar de segurar os gemidos com medo de ser repreendido por seu papai novamente, mesmo que seu lado brat implore por isso.
Os empresários engravatados agora realmente não se preocupavam mais em esconder o tesão que estavam sentindo, visto que alguns deles. tinham já os membros para fora se masturbando com agilidade, morrendo de vontade de ter o que era seu; e honestamente Louis amava isso.
"Meu amor". Se dirigiu ao cacheado. "Eu estou com tanto frio agora pela temperatura e você esteve sendo tão bonzinho por esses 40 minutos, o que acha de um agrado?".
"Sim, por favor papai, eu fui tão boazinha, fiquei quietinha o tempo todinho". Acenou rapidamente com a cabeça balançando os cachos suados que prendiam na nuca. Obedeceu o comando de Tomlinson que batia no próprio colo desta vez, segurando o cacete inchado com a outra mão, punhetando somente a glande. Styles se posicionou e sentou sobre as coxas e encaixando no colo do mais velho. Louis encaixou a ponta arroxeada na boceta inchada, com o polegar ajudando a entrar em todo lugar quentinho e apertado, quando trouxe o corpo delicado com força o fazendo se sentar no seu colo.
Harry arregalou os olhos com o impacto, sentindo a ponta roçar fortemente de primeira no seu pontinho G, com as pernas totalmente abertas para que os outros homens conseguissem ver a cena a sua frente com clareza, do membro grosso gostoso na xotinha molhada, soltando um gemido escandaloso e excitante.
"Hm papai". Engasgou. Tomlinson soltou um gemido alto pelo aperto quentinho em volta do pau, quando aproximou os lábios fininhos do lóbulo da orelha quente e sussurrou.
"Amor você pode continuar boazinha como estava sendo antes? Prometo te fazer gozar gostoso no fim da reunião, apenas mais 20 minutinhos sim? Mas você não pode se mexer, fica paradinha para mim, fica". O cacheado acenou positivamente fraquinho desta vez, já perdendo as forças e se concentrando fortemente em não gozar antes da hora.
"Esses relatórios que vocês acabaram de me mostrar apontam sobre os últimos 10 anos da Empresa rival, tanto o relatório sobre a que queremos comprar; acho que podemos descartar a primeira, não vejo motivos de comparar nossos lucros e investimentos com outra empresa, além de não se tratar de uma competição, não subi a empresa desta forma. Sobre o segundo relatório acho realmente importante analisar." Fazia um carinho sútil com a mão direita já cintura descoberta do cacheado, quando subiu a mão apalpando um dos seios gordinhos, passando as pontinhas dos dedos pelas pequenas estrias que tinham na lateral, e depois prender o biquinho grosso o torcendo, Louis fazia isso com tanta maestria e de forma natural que chegava a ser assustador.
"Nos primeiros três anos, os lucros obviamente como o prescrito foram baixos, assim como toda empresa no começo, mas por se tratar de uma empresa de automóveis, acredito que tenha decaído muito rápido. Acho importante marcarmos outra reunião além desta para dessa vez debatermos mais a fundo sobre o histórico do lugar, aliás nessas uma hora e dez minutos não fizemos muito a não ser conversar sobre os prós e contras, e sabemos que por se tratar de algo grande, uma reunião apenas não basta." Deu um ponto final, contando no relógio que ainda faltavam 5 minutos para que todos fossem embora.
"Lou". Harry começou baixinho perto do seu ouvido. "Seu cacete tá tão fundo em mim amor, você tá me comendo tão bem". Terminou entre gemidos, ao tempo que levava a palma da mão em cima do umbigo mostrando a pequena protuberância que a ponta do membro fazia ali, enlouquecendo Louis, que prontamente colocou sua palma em cima também.
"Haz, você foi tão boazinha para o papai hoje não foi?". Harry acenou de forma animada. "Posso mostrar a eles como a minha princesa goza gostoso para mim?". Recebeu um aceno novamente, mas desta vez quase tímido,com um Harry que prendia o lábio inferior nos dentinhos de coelho. Tomlinson com as duas mãos agora largou todas as fichas em cima do vidro, empurrando a poltrona sobre rodas para trás enquanto abria mais ainda as coxas grossas. Passou o indicador e o dedo médio sobre sua lingua molhada, recolhendo bastante saliva e os levando em direção da xotinha.
Sem pensar duas vezes começou com movimentos rápidos, a outra mão livre segurando o cacheado pela cintura para o manter imóvel. Os dedos esfregavam rapidamente em cima do clítoris durinho, fazia aquilo tão forte provocando espasmos no corpo molinho, o dedo habilidoso friccionando o lugar fortemente até escutar sua princesa gemer mais alto além de algumas coisas desconexas.
"Lou Lou Lou Lou". As coxas tremiam em cima das de Louis, enquanto tentava ficar paradinha. "Eu tô... Oh! E-eu to gozando tão gostoso papai, seus dedos são tão bons".
"Shhh, Eu sei amor, sei que você está gozando gostoso, como todas as vezes,não é?". Continuou com os movimentos fortes até sentir o corpo se retrair, então os diminuiu gradativamente mas não totalmente para prolongar o prazer. O de olhos verdes encostava a cabeça cacheada no vão do pescoço cheiroso de Tomlinson, extremamente manhoso agora; que por sua vez agora recolhia todo o gozo da boceta, levando o líquido pegajoso aos próprios lábios e engolindo.
"Muito obrigado por terem comparecido à esta reunião. A próxima será informada a vocês pela Anne, minha secretária e espero que possa vir mais gente, como desta vez não foi tão possível assim". Os dirigiu um sorriso falso, enquanto levantava o corpo molinho de cima de si, o colocando delicadamente em cima do vidro da mesa. Se levantou da poltrona, ajeitando novamente no membro que continuava duro por dentro da boxer e da calça, voltando a fechar; e indo em direção da porta para abri-la, exibindo a mancha gigante do melzinho da boceta que ficou na sua calça para os outros rapazes.
"Estamos todos de acordo?". Recebeu acenos agitados dos homens com os olhos arregalados e volumes ainda marcados nas calcas. Deixaria para cuidar do membro duro mais tarde; desta vez se preocupou em dar prazer a sua princesa, a mimando muito e dando muito carinho assim que todos foram em bora.
Talvez na reunião da próxima semana tenham comparecido mais pessoas do que da última.
Interesse no assunto??
Pff.
゚・*☆¸¸.•*
oioioi ;) me perdoem qualquer erro por favor!! Assim que terminar de repostar as quatro one shots de mine vou continuar o escrevendo e postando aqui, ok?? opiniões e sugestões estou sempre abertas! Me digam o que acham dessa :D gostaria de avisar que tenho um twitter onde sempre aviso lá quando posto coisinhas e converso também, é @lwtslove
Amo vocês, até a próxima não tão longe haha
[closed]
🍒𝑀𝑖𝑛𝑒, 𝑇ℎ𝑟𝑒𝑒 𝑝𝑡 1
☆¸¸.•¨*• Onde a professora substituta gostosa está com tesão no seu aluno que acredita ser ‘nerdzinho’
Conteúdo homossexual -Harry intersex! Harry com bocetinha -Ltops/Hbottom -Aluno x Professora (University) -Traição!! -Lactation Kink/ Momrry -Piercing no Clitoris -Espanhola: ato de foder os peitos -Tapas na boceta!! -Spit kink: fetiche por cuspir na boca do parceiro ou qualquer outra parte do corpo -Dirty Talk -Palavras usadas: cacete, grelinho, xota. xotinha, boceta, bocetinha, melzinho, grutinha, caralho…. Inspiração: @hadorelouis @lwtkingshit @spussy e @odeioabacates e @bearloue (no wattpad)
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O corredor era preenchido pelos cochichos e conversas sem nexo dos grupos de universitários que caminhavam juntos pela famosa Cambridge University. Os estudantes sempre muitos apressados e afobados com toda adrenalina da faculdade, desde que exigia muito deles.
Cambridge convocava apenas os melhores alunos para cursarem lá; entre dois requisitos, era necessário ter um para receber seu email de aprovação e boas vindas na universidade: ou precisa ser algum tipo de nerd obcecado por estudos ; ou filhinho de papai para bancar todos os custos da faculdade cara. Boa parte dos jovens de lá também não passavam de intercambistas, alunos de outros países que por alguma sorte passaram anos estudando e então entraram na tão sonhada faculdade.
Uma das coisas que se nota quando se consegue uma vaga e então começa a frequentar é que, os alunos por mais nerds que sejam nunca se vestem de tal forma como relatado nos filmes americanos, dependendo de seu ponto de vista. Quase como uma faculdade de moda, chame mais atenção se vestindo bem.
Você precisa se enturmar. Não é por que estão em uma faculdade e entraram na fase adulta que largaram os antigos hábitos, além de parecerem descolados em meio aos outros estudantes você precisava arrumar amigos logo, em algum dos primeiros dias ou você fica sozinho pelo resto de todo ano. Aquelas famosas panelinhas.
Encontre alguém que faça o mesmo curso que o seu e que também seja calouro, seja próximo dele e converse bastante mas não tanto!! Apenas o suficiente para criar algum tipo de vinculo e sustentar a amizade, pode parecer falso, mas você vai precisar tanto dessa pessoa. Também tome cuidado com quem você costuma confiar, parte deles não levam isso mais a sério que uma competição tola de quem é o melhor aluno; principalmente quando se faz direito ou algo no ramo da medicina.
Louis definitivamente não se encaixava em quaisquer um desses estereótipos, ele não se importava realmente com seu tipo de roupa que vestia, se parecia nerd de mais ou não tão descolado para se enturmar nas panelinhas idiotas que formavam. Ele estava cursando seu segundo período de Medicina Veterinária e ainda se encontrava um pouco perdido.
Sua rotina tem sido um pouco corrida desde então não tem tempo para absolutamente nada!! Apenas estudar, estudar, estudar, estudar e ir à academia.
Se encantou com a medicina desde pequenininho, quando viu uma matéria sobre em algum canal livre na televisão e desde então sustentava o sonho de conseguir fazer tal coisa. E olhe só, hoje conseguiu entrar em uma fas melhores universidades do Reino Unido, caralho.
Nunca tinha sonhado tão grande com algo como Oxford ou Harvard. Ele é um aluno realmente empenhado em tudo que faz e não costuma dar ouvido e trelas para burburinhos que escuta dos outros estudantes; que não passam de filhinhos de papais, entraram aqui com a faculdade inteira paga e então fazem questão de agirem como adolescentes do ensino médio com seus dezesseis anos.
Louis tem orgulho em quem tem se tornado com seus vinte e dois anos feitos. Não tem ao menos tido tempo para sair de alguma forma do dormitório do campus, apenas para se exercitar. Louis porém, as vezes sentia falta da adolescência quando sua única preocupação era sair para festas e voltar o mais louco que pudesse.
Oh, não se engane, não é por que Tomlinson aparentemente possui uma postura e aparência de um nerd que ele seja um. E muito menos sobre toda aquela inexperiência que dizem costumam ter nos filmes.
Louis tinha feito apenas dois amigos durante esses dois períodos, e eles eram alguém que o moreno definitivamente se preocupava em responder. Niall Horan que fazia arquitetura, e Zayn Malik que fazia ciências físicas, que por pura coincidência eles ainda se encontravam durante a academia, uma desculpa a mais para falar com os garotos e não perder todo contato com a rotina corrida.
Hoje era uma quinta feira. Louis havia acordado duas horas antes para que apenas pudesse conferir seus estudos, programar sua rotina para não se perder e se alongar um pouco, para talvez aliviar as dores musculares que voltavam a aparecer devido ao treino pesado de ontem a tarde em suas costas e tríceps.
Tomlinson usava uma calça larga, algo como algum moletom confortável e casual, além da blusa grande com o desenho de alguma banda de rock desconhecida, mas muito bonita, seus famosos vans surrados e um pouco já sujos; não esquecendo de seus óculos de armação fina e ajeitar sua franja grande para o lado; saindo pela porta do dormitório apenas com a mochila apoiada em um dos ombros, com seu Macbook e um caderno para algumas anotações.
Ao adentrar o auditório subiu as poucas escadas, decidido a se sentar perto da onde costuma ser apresentado os slides. Nenhum dos alunos realmente se importavam em se sentar na frente, muito mais preocupados em ir nos fundos do lugar grande para que pudessem conversar, sendo apenas Louis nas fileiras da frente. Os outros alunos se ajeitavam nas cadeiras a pelo menos três fileiras a cima dele.Escutava os famosos burburinhos soltando um risinho enquanto rolava os olhos azuis de forma desacreditada pelo tipo de diálogo que os alunos tinham, virando os olho para trás e notando alguns pares de olhos grudados em seu rosto, exibindo um sorriso de canto.
Louis é definitivamente alguém muito atraente, e bonito. Não só seu rosto mas também seu porte fisico forte, essa sendo a primeira vez que usava algum tipo de roupa onde exibia seus músculos fortes do bíceps, além das tatuagens aleatórias nos braços.
O que realmente acontecia era ele ter fama de negar todo mundo que chegava em si. Apenas olhava a pessoa de cima a baixo quando dava um sorriso simpático e dizia não ter tempo para esse tipo de coisa durante a universidade. Mas convenhamos que a realidade não era exatamente assim.Durante as palestras sua postura era realmente de alguém nerd, o que não costumava atrair ninguém apesar de muito bonito.
Adolescentes que estão saindo da puberdade ainda estão com os hormônios a flor da pele procuravam alguém que pudessem transar mas não que fosse virgem, queriam sanar os desejos e vontades promiscuos em uma foda bruta. E Louis definitivamente não era assim…
Abaixou a cabeça deixando que algum dos fios castanhos atrapalhasse sua visão, com os olhos pregados para o Macbook prateado, já aberto sobre a mesa revisando um pouco da matéria que teria hoje. Bioquímica. Uma das que ele possuía um pouco mais de dificuldade de compreensão, precisava prestar atenção e esperava fielmente que conseguisse nessa aula.
O universo realmente não estava com a sua cara naquela manhã. Ou estava, quem sabe….
Mas a cena da pessoa que atravessou a porta do auditório com certeza pregou mais a atenção de Louis do que para seus estudos.
“Bom dia universitários. Sou sua professora substituta e vou continuar sobre a matéria de Biomedicina. Podem me chamar de Harry Styles”. Deu um sorriso de lábios fechados, apenas educado. E Harry era definitivamente alguma coisa.
Styles usava uma saia plissada vermelha, que deixava suas coxas grossas e branquinhas a mostra, o tecido mal chegava a metade delas. E em cima uma regata fina rosinha, que era justinha no corpo leitoso; marcava e delineava a cintura fininha, e os seios gordos que deviam estar cheios de leite pelo tamanho, e aparentemente não usava um sutiã, deixando os mamilos grossos e pontudos aparecendo como se os exibisse; deixando todos curiosos sobre a cor dos biquinhos gostosos.
Além dos braços de fora com algumas estrias na parte interna pela fase de crescimento. Nos pés calçava um sapato de salto delicadinho, seus cachos que batiam até o ombro definidinhos além da boquinha carnuda brilhante e rosada por algum gloss docinho. Uma perdição.
Os estudantes no mesmo momento acalmaram a conversa se concentrando em apenas manter os olhos em Harry e seu corpo gostoso, independente de gênero. Não podiam negar Styles ser uma gostosa; e Louis foi um deles, que mordiscava o lábio inferior fininho enquanto passavas os olhos azuis olhando a professora substituta de cima a baixo.
“O Sr. William, professor de vocês infelizmente está passando mal por essa semana inteira então vou auxilia-los. Sobre Bioquímica vamos continuar falando sobre as biomoléculas como vocês estavam fazendo com William.” Se apoiou com o bumbum gordinho por cima da mesa, o que fez subir um pouco a saia e passando o olhar por todos os alunos sem ao menos tirar o sorrisinho educado do rostinho angelical.
“Algum de vocês podem por favor me dar um exemplo de alguma biomolécula que vocês ainda não tenham visto?”. Abriu o estojo florido com canetas coloridas, quando deslizava a tampa de uma delas brincando nos lábios carnudos, como ela conseguia ser tão provocadora sem ao menos perceber?
“Sobre ácidos nucleicos nós ainda não vimos Senhorita Styles”. Louis enfatizou quando se dirigia à styles no pronome feminino e esperava fielmente que ela não ligasse. Estava de forma desleixada sentando na cadeira almofadada, uma postura viril, que era mascarada pelos seus óculos de graus e suas roupas largas.
“Ótimo”. Sorriu em sua direção finalmente pousando o olhar sobre Tomlinson. Discretamente amava ser chamada no pronome feminino. Encarou fixamente o aluno sem ao menos perceber o tempo que ficou, paralisado o suficiente para decorar todos os detalhezinhos no rosto bonito do universitário, mordendo o lábio inferior involuntariamente quando olhou para a boquinha fina.
Tomlinson certamente era alguém atraente. E não ficaria impressionada se ele tivesse uma namorada ou namorado; se impressionaria se ele não tivesse, por que caralho. Não tem como não se atrair.
“Parabéns Senhor…”.
“Louis Tomlinson”.
“Parabéns Senhor Tomlinson, então podemos começar com elas”. Largou a caneta novamente sobre a mesa de madeira na frente do auditório, agora deixando aparente sua aliança de casamento no anelar do dedo esquerdo, que estava escondida atrás de suas costas o tempo todo.
Oh, é claro que Harry era casado! Por que ele estaria solteiro afinal!?
“Vamos então começar sobre os ácidos nucleicos. São moléculas com extensas cadeias carbônicas. Apenas recapitulando, cadeia carbônica é um conjunto de átomos de carbono e de heratoátomos que compõe as moléculas orgânicas. Elas se classificam de acordo com vários critérios, e um deles é o que se refere às funções orgânicas, por exemplo que os átomos de carbono têm a propriedade de se unir formando cadeias carbônicas. As cadeias são formadas por um grupamento fosfórico, alguém pode me completar quais outros elementos estão na composição?”.
“Um grupamento fosfórico. Um glicidio e uma base hidrogenada, purina ou pirimidina, são o que constitui o material genético de todos os seres vivos”. Tomlinson completou a professora com um sorriso orgulhoso de lado, seus olhares se cruzando.
“Parabéns novamente Senhor Tomlinson”. Ela respondeu mais uma vez, mas dessa, com um sorriso pequeno e encantado nos lábios, por que a postura e inteligência de Louis, a forma que ele dizia com tanta firmeza era atraente para caralho.
Harry apertou as coxas por baixo da saia, resolvendo por fim se levantar para então os instruir pela lousa e retomar a matéria. Durante todos os outros minutinhos que se passaram com ela dando a aula, Louis percebia sempre o seu olhar grudado nele. Quando deixava escapar um sorriso de canto orgulhoso de si mesmo, procurando relaxar mais a postura a acariciar a coxa por cima do moletom, enquanto olhava de forma maliciosa para a professora que devolvia o tipo de olhar.
Em algum dos momentos Styles se sentava na cadeira atrás da mesa, direcionando o olhar novamente a Tomlinson, durante o tempinho em que os outros universitários preenchiam as fichas sobre a matéria para então decidir o provocar um pouco enquanto trocavam olhares.
Louis tinha sido o primeiro a terminar de preencher a ficha com rapidez. Levantou o olhar que estava baixo, apertando a caneta entre os dedos, encontrando com os olhos verdinhos do professor que o deu um sorriso. Styles levou seu indicador e polegar em direção ao mamilo pontudo por cima da renda, o apertando de levinho deliciosamente.
Tomlinson passou a língua pelo lábio inferior, não desgrudava os olhos do biquinho grosso e que parecia tão apetitoso. Retirou os óculos apoiando na mesa e não tendo tanta dificuldade para enxergar Harry, não tinha miopia.
Quando voltou a descer a palma da mão pelo moletom, se acariciando levemente até segurar o membro que começava a dar sinais de vida, mas mesmo que ainda não estivesse duro era tão grande, o apertava firmemente e então olhava fixamente para a professora, se insinuando.
A mesma que automaticamente escorregou o olhar para o cacete grande por baixo do tecido. O moreno apertou forte o membro ainda amolecido e delineando bem a glande gorda a exibindo pela calça.
O encaracolado arregalou um pouco os olhos impressionada com o tamanho e a grossura do aluno, se sentindo molhar a saia automaticamente por não estar usando qualquer tipo de tecido protegendo sua boceta melada. Os dedos apertando tão mais fortemente ao redor do mamilo, com a mão que reluzia sua aliança de casado, que o arrancava suspiros, até escorrer um filetinho do leite materno e molhar o tecido da regata, a excitando mais ainda.
As bochechas do universitário corando fortemente, não sabia da onde tinha tirado tanta coragem para fazer o que estava fazendo; o tornando mais adorável e lindo ainda. E deixando a professora mais molhadinha com aquilo.
Louis estava perdendo a cabeça.
Até Styles piscar um de seus olhos verdes de maneira provocante para o moreno, soltando o biquinho do próprio peito que brincava e voltando o olhar para o resto dos alunos, esperando que todos acabassem e se ajeitasse.
Harry era casado e vivia infeliz, não sabia por que ainda continuava. Certamente tinha uma filha pequena de apenas um aninho, uma linda garotinha que tinha cachinhos castanhos e as covinhas bonitinhas, sorte de ter puxado para a mamãe, sua pequena Soph.
Styles estava tão necessitado a tanto tempo que… nossa. Realmente não sabia por que não havia ainda aberto um pedido de divórcio com seu advogado. Aliás era apenas mandar alguma mensagem a Niall sobre isso que já se resolvia, mas não era como se ele e seu marido tivessem se visto muito recentemente.
Os dois ao menos moram juntos, e muito menos se falam.
O relacionamento começou a esfriar a um tempinho, quando Chris começou a negligenciar o cacheado o deixando de lado. Harry não era de levar desaforo para casa, estava mais que acostumado com Christopher sendo como um ioiô, o deixava de lado por meses e então depois voltava como um cachorrinho arrependido.
Harry fez um lembrete na cabeça para a deixar em casa da próxima vez que sair de casa. Ou talvez só jogar fora a aliança.
O tempo para que todos os estudantes terminassem de preencher as fichas foi necessário até o fim da aula. Quando o sinal novamente tocou e então Harry se apoiou novamente sobre a mesa esperando que eles se retirassem do auditório. Os universitários que desciam as escadas e faziam questão de passar pela professora gostosa a dando olhares insinuantes e alguns até tentando algo, mas que foram rapidamente ignorados por ela.
Até Louis ser um dos últimos a ir se retirar da sala mas escutar uma voz que o fez parar no meio do caminho.
“Você pode ficar mais uns minutinhos por favor Tomlinson”. Ordenou ao moreno que acenou em concordância voltando a se sentar na primeira cadeira do lugar. “Percebi que você sabe sobre a matéria muito mais que os outros alunos, sim?”.
“Sim, Senhorita Styles, tenho estudado bastante biomedicina por conta própria, uma das matérias que mais possuo dificuldade”. Flexionou o braço musculoso e tatuado, os cruzando sobre o peito deixando tudo marcado.
“Isso é muito bom, sinceramente”.Terminou baixinho. Não sabía exatamente o porque de ter pedido para que Louis ficasse um pouco mais no fim da aula. Na verdade sabia, mas não como prosseguir com aquilo.
“Está com problemas Harry?”.
“Problemas?.” Ergueu uma das sobrancelhas em questionamento.
“Sua regata está molhada, bem”. Harry olhou para os peitos, vendo que o leite materno não parava de sair por uma listra fininha, quando corou fortemente envergonhado.
“Sinto muito”. Falou baixinho. Antes de sorrir provocador e continuar. “Tem olhando muito para os meus seios essa aula não acha?”.
“E tem como não olhar?”. Completou baixinho, que ao menos Styles escutou enquanto andava em direção ao corpo do mais novo sentado.
O cacheado sentou sobre o corpo do moreno, encaixando as coxas grossas uma de cada lado, e empinando a bunda bem na bucetinha gorda.
“Você é tão grosso, Louis, eu tô’ com tanto tesão em você, um nerdzinho tão gostoso quero tanto me acabar no seu pau”. Começou sem cerimônias. Não tinha mais dezessete anos para fingir não sentir nada e perder essa chance.
Os dedos com as unhas pintadas acariciavam o couro cabeludo e prendia os fios lisos e castanhos entre eles, apertando levemente.
“Nerdzinho, Harry?”. Sorriu de lado quando desceu uma das mãos para a cinturinha fina. "Seu marido não está te comendo direito? Pra’ estar tão desesperada e sentir vontade de ser comida por um de seus alunos?“. Arregalou os olhos verdes em espanto ao escutar a boquinha afiada. Não imaginou que Louis reagiria assim a ele.
Styles acenou fortemente com a cabeça, os cachos chacoalhando no movimento enquanto se sentia molhar mais ainda no tecido da calça em baixo de si; soltou um arzinho pela boca sentindo sua respiração acelerar a medida que sentia também o pau grosso endurecendo entre os lábios da sua xota.
"Por que ainda usa essa aliança Styles? Se não adianta em nada, não é? No fim, você acaba abrindo as pernas para qualquer um te foder gostoso do jeito que você precisa, ou vai me dizer que sou o primeiro?”. Terminou com a voz macia provocador. Harry negou timidamente para a segunda pergunta.
“Agora não consegue falar nada, caralho? Achou que eu iria ficar quietinho enquanto você fica se esfregando meu pau e fica apertando seus peitos, amor? Achou que eu só ia servir de brinquedinho para você sentar pelo resto do dia?”. As bochechas do cacheado estavam coradas de mais aparentava estar tímido com o olhar baixo apesar da excitação, para conseguir falar alguma coisa.
Levou a mão vazia por baixo da saia curta na frente, os dedos passando pela intimidade antes de soltar uma lufada anestesiada pela boca.
“Uma boceta amor, toda molhadinha para mim”. Massageou levemente o grelinho, quando subiu para o clitóris sentindo a joia gelada e melada também tocar seu dedo timidamente.
“Uma puta”. Soltou uma risada zombeteira, enquanto tentava mascarar o tesão que estava sentindo quando sentiu o metal gelado em seus dedos, louco para girar a argolinha entre os dentes e ter o corpo gostoso se contorcendo na sua boca.
“Quer ver como eu estou molhado para você também?”. Sugeriu. Quando recebeu um ‘uhum’ baixinho, levou a mão cheia de veias por baixo do moletom, quando punhetou o pau grande levemente para apenas deixar a glande gorda e babada para fora do tecido, o elástico da calça prendendo o resto do membro para dentro.
Harry tinha os olhinhos brilhando para a ponta gorda para fora, que era vermelha cereja e vazava muito pré-porra, deixando o lugar brilhando deliciosamente.
“Quer chupar, bem?”.
“Sim, por favor Lou”. Rebolou no colo do moreno.
“Ajoelha”. Styles fez. Quando juntava as coxas apertadas, espremendo a xotinha no meio e se sentando sobre os pés.
“Mas chupa só a pontinha, não seja tão gulosa”.
“Sim sim sim”. Respondeu em um coro baixinho. Abaixou a cabeça, não antes de prender um dos cachos atrás da orelha com um brinquinho de pérola, cuidadoso para não o atrapalhar. Fez um biquinho com os lábios gordinhos e então deixou um beijinho sobre a ponta para fora. Sem cerimônias abriu a boquinha prendendo a glande entre os lábios e chupando fortemente, sugando e engolindo a pré-porra da fenda que saía, sentindo a pele quente na ponta de sua língua enquanto pulsava excitadinha.
Louis cerrou as sobrancelhas e abriu a boca, inebriado pela boquinha na glande e soltando um gemido alto quando foi chupado mais forte. A boquinha tentava colocar mais do cacete dentro e engolir, mas Tomlinson quando percebeu enrolou os cachos macios nos dedos, puxando a cabeça para trás e o dando uma advertência.
“Me obedece em porra, ou não vai ter mais nada”.
“Desculpa”. Harry respondeu baixinho envergonhada por estar se sentindo necessitado. Voltou a grudar os lábios na ponta com o seu trabalho árduo, babando todo tecido da calça junto.
“Abaixa a regata, puta, quero ver seus peitões pulando”. Ordenou novamente. O garoto ajoelhado sem desgrudar a boca da cabecinha gorda, passou os dedinhos pelas alças finas e colocou os seios gordos para fora. Levou o polegar por cima da glande, amaciando e lambendo ali preguiçosamente, ora ou outra pressionado o digito na fenda.
Soltava arzinho quente pela boca, que rebatia na ponta sensível só para ver Louis se contorcendo. Passou bons minutinhos dando lambidas de gato na cabecinha, pressionava a pontinha da língua na fenda em um momento em que apertou o polegar atrás dela em um pontinho de prazer; quase fazendo Louis vir, sorrindo safadinha pelas reações e tomando consciência que conseguiria ficar chupando o cacete do garoto pelo dia todo, até engolir toda a sua porra quentinha.
“Chega, levanta os joelhos amor, chega de chupar. Quero seus peitos na minha cara”. Harry ainda ajoelhado apenas deixa de estar sentado sobre os pés, com os joelhos ainda na madeira do assoalho. Louis abaixa agora totalmente a calça de moletom deixando todo o cacete durinho e grosso para fora quando começa a se punhetar na frente dos olhos verdes, movendo a mão levemente, cobrindo a glande com o prepúcio e logo depois descobrindo.
Com a mão livre levou o polegar na direção do queixo do cacheado, recolhendo a baba que escorria ali por olhar para o seu pau, e enfiando o dedo novamente dentro da boca carnuda, esfregando o digito no músculo molhado.
“Junta seus peitos gostosos para mim amor, espreme bem eles”. Harry juntou os braços apertando os seios juntos, deixando os dois montes espremidos com os mamilos rosados apontados na direção do mais velho. O moreno segurou o cacete pela base se deixando acumular bastante pré-semen na ponta gorda, com a outra mão segurou um dos mamilos grossos entre os dedos apertando em sua direção e girando ele, até levar a glande babada e pressionar no biquinho.
Com a pré-porra apertava os montinhos e estimulava o mamilo sensível que começou a escorrer o leite materno, descendo pelos seios branquinhos.
A glande circulava a aréola vermelha, molhando todinha para então bater sobre o mamilo sensível, sentindo as veias pulsarem não sua mão a medida em que via o leite clarinho escorrendo e encharcando os seios.
“Hmm isso é tão bom”. O cacheado sussurrou baixinho com os olhos vidrados no próprio mamilo, amava brincar com eles quando se tocava mas ter alguém fazendo aquilo e
Louis esfregando a glande gorda ali era tão mais gostoso. O de olhos azuis batia o falo grosso e duro sobre as aréolas provocando um barulho alto, e deixando os biquinhos mais escuros.
Harry apertou as coxas espremendo a boceta que se molhava cada vez mais, o clitóris pulsando em prazer e a deixando molhadinha com o contraste gelado do piercing que se tornava quentinho.
“Quer que eu foda seus peitos, amor?”. Perguntou apesar de já saber a resposta.
“Por favor”. Suplicou. Apertou ainda mais os seios gordos juntos, apertando o mamilo de um com os dedos enquanto olhava com os olhos brilhando em expectativa para Louis.
Tomlinson abriu a boca, cuspiu grosso em cima da própria glande, observando atentamente a baba escorrer por todo falo, até repetir o processo e então encaixar a ponta no espaço livre entre os seios espremidos, estocando fortemente para cima, fazendo Styles sentir a glande bater em seu queixo pelos força e abaixar a cabeça para chupar ela.
O cacheado formou um biquinho com a cabeça abaixada, chupando e molhando a glande, sugando a saliva de Louis para sua boca toda vez que que as estocadas encontravam com seus lábios; gemendo fininho na ponta também e enviando vibrações por todo membro.
As estocadas deixavam ecoar todo o barulho pelo auditório com a porta aberta. O meio entre os seios ficando avermelhado pela fricção e Louis se sentia tão próximo de gozar ao ver o leite clarinho pingando dos mamilos inchados. Com a mão direita enrolou os dedos nos cachos que começavam a suar, segurando a cabeça mais para baixo, agora com Harry chupando bem mais da sua glande e gemendo alto e fininho. Uma parte do caralho abaixo da glande também era engolida por Harry que delirava em sentir as veias pulsando em sua linguinha, na punheta movimentando seus seios para cima e baixo.
Tomlinson formava um biquinho de prazer gemendo alto para caralho e sem se segurar em um aperto mais forte com os seios gostosos o abrigando tão bem, levou a outra mão por baixo apertando as bolas redondinhas e gozou em tiras grossas acertando o rosto de Harry e um pouco por dentro de sua boca; mas sem ao menos se dar a chance de amolecer quando grudou o olhar nos lábios branquinhos de goza de Styles, que passava a lingua sensualmente ao mesmo tempo que com o indicador recolhia o leite materno junto ao sêmen que respingou nos seus seios, engolindo tudo e fazendo uma cara safadinha de excitação.
Com um dos dedos, Tomlinson puxa o maxilar ossudo para baixo, abrindo mais a boquinha de Styles.
“Te dar um gostinho a mais”. Piscou o olho enquanto sussurrava. Cuspiu bastante dentro da boca, a saliva caiu na lingua e respingou pelo queixo, antes de repetir mais uma vez e Styles engolir tudo obediente, apertando as coxas e se segurando tanto pra não gozar.
Com os dedos ainda enrolados nos cachos suados do mais velho, Louis o levantou brutalmente enquanto se levantava da cadeira almofadada também grudando seus lábios ferozmente e franzindo o cenho quando chupava a lingua molhadinha sentindo o seu gosto misturado ao de Harry.
“Harry você foi tão boazinha amor, tão obediente hum?”. Desgrudou seus lábios por um tempinho, proferindo perto deles enquanto a mão livre desceu por todo maxilar ossudo o acariciando levemente.
“Eu fui?”. Perguntou em falso questionamento, levava a mão com as unhas pintas para o caralho grosso que voltava a ficar mais duro que antes, punhetando somente a glande.
“Claro que sim”. Sorriu. “Se deite sobre a mesa Styles, quero chupar sua xoxotinha melada”. Desceu os dedos do maxilar por toda barriga causando arrepios levemente até chegar a boceta e desferir um tapa ardido, que a principio a assustou mas depois sentiu o corpo ser invadido por um prazer forte, tremelicando suas coxas e deixando a bucetinha mais molhadinha, implorando para que o novinho a comesse com força.
Deu uma corridinha fofa até a mesa grande, retirando com delicadeza os poucos papéis que tinha ali, toda cuidadosa que ela era. E então se sentando em cima, na direção do moreno tatuado, subindo a sala plissada que se prendeu na cintura fininha e abrindo as coxas grossas, apoiava os calcanhares na madeira para se deixar bem abertinha.
O indicador escorregou por dentro dos lábios gordos de forma travessa quando recolheu um pouco do melzinho e levou a boca para sentir o gosto tão conhecido,
Tomlinson caminhou até o cacheado de forma hipnotizada pela audácia. Os olhos azuis percorreram todo corpo esculpido até parar na xota gostosa, que era depiladinha e os lábios gordos, estava avermelhada pelo tapa recente, assim como o grelinho espremido nas duas partes deliciosamente.
Desceu selinhos por todas gordurinhas na barriga até chegar a parte intima, quando cuspiu grosso várias vezes na xotinha, que abriu com os dedos, a exibindo para si, e molhando bem lá dentro com a sua saliva, depois acariciou levemente a joia no clitóris, não mexendo tanto ali para deixar o prazer maior para depois.
A xota se encontrava tão molhada pelo melzinho e a baba que reluzia e brilhava encharcada, um dos dedos escorregou novamente entre os lábios sentindo o lugar macio e escorregadio quando decidiu ousar mais um pouco. Os lábios chupavam agilmente o grelinho pulsante para dentro de sua boca, amaciando o tecido deliciosamente com a lingua molhadinha e inebriado por todos os gostos misturados juntos, principalmente pelo leite materno de Harry.
Em um dos movimentos quando chupava a xota gostosa, as bochechas formando vincos fundos devido a força; mordiscou levemente o grelinho no mesmo segundo que puxou a joia prateada presa no clitóris, arrancando gritos deliciosos do cacheado que gemia alto e se contorcia gozando aos montes nos lábios gostosos e fininhos.
“Licença Hazz”. O pediu educadamente baixinho quando, dirigiu os lábios a um dos mamilos com a pontinha grossa, grudando a boca e puxando o biquinho entre os dentes alinhados, a seguir chupando forte e enterrando o rosto no seio farto, a barba ralinha arranhando deliciosamente a carne.
Quando sentiu o líquido docinho começar a escorrer aos montes enchendo um pouco sua boca e engolindo, para depois puxar o biquinho uma ultima vez entre os dentes e então recolher o liquido esbranquiçado entre alguns dedos e levar em direção a bocetinha, molhando mais, deu um sorrisinho orgulhoso e animado antes de cair de boca no lugar.
Quando Tomlinson escutou os gemidos gritados do de olhos verdes, primeiramente sentiu um tesão do caralho e uma imensa vontade e gozar em chupar a boceta babada, mas então se lembrou; Harry tinha gemido alto.
Apesar das paredes que abafavam som do auditório, e tinham abafado boa parte delas; feitas propriamente para isso a porta estava encostada. Os olhos azuis se arregalaram em espanto quando levantou o corpo molinho pelo orgasmo, o posicionou com a bunda gordinha empinada para si e então sussurrou em seu ouvido.
“Para de gemer alto porra, quer que sejamos expulsos?”. Louis sentia que tinha definitivamente perdido a cabeça agindo daquela forma, nunca achou que arriscaria sua vaga na tão sonhada faculdade por uma foda.
Styles costuma causar essa reação nas pessoas.
“Precisamos ser rápidos, Haz”. E antes que Harry pudesse ao menos ter forças para acenar positivamente, empinou a bunda gorda no cacete já descoberto, quando sentiu a mão cheia de veias prendendo fortemente em sua boca, para abafar os gemidos e a outra mão do moreno indo em direção ao caralho duro, posicionava a glande inchada na grutinha molhada enfiando fortemente, sem aviso.
Os dedos gordinhos do mais novo entrando na boca carnuda no intuito de prender ainda mais seus gemidos.
A pélvis de Louis estocava fortemente batendo na bunda branquinha e ecoando um barulho alto; além do barulho molhado e delicioso da grutinha abrigando o pau tão bem e o apertando tanto.
Os dedos que antes estavam dentro da boca agora escorregaram dela, molhando todo o rosto coradinho e segurando os fios molhados para trás, Harry se empinando todinha nessa posição.
“Caralho de boceta gostosa”. Falou pausadamente entre as estocadas brutas e rápidas pela falta de tempo.
“Tão empinadinha”. A mão que estava na boceta se movendo e desferido um tapa ardido e alto na banda leitosa, o que provocou um gemido altinho do encaracolado.
“Geme baixo caralho, já não falei? Ou quer ficar sem gozar?”. Empinou o queixo proferindo alto em meio aos barulhos molhados e a demonstrando dominância.
O moreno estava tão inebriado pelo aperto quentinho que não se culparia se ao menos escutasse qualquer coisa que Styles o dissesse.
“Lou tá ardendo”. Começou entre os ronronados baixinhos, sentindo as estocadas fortes na boceta aumentar.
“Mas é tão gostosinho. I-isso, hm, fode a-assim”. Empinou mais forte, se fosse possível.
“Assim como princesa? Uma mamãe tão gostosa com esses peitões balançando”. As mãos de Tomlinson estavam definitivamente confusas de mais, não sabiam onde se aquietar, necessitado em tocar, apertar e bater todo corpo delicioso que a mamãe gostosinha tinha. As palmas dessa vez se acomodando por fim, a esquerda apertando um dos seios entre os dedos tão fortemente, provavelmente o deixaria tão avermelhado e ainda mais sensível.
Os dedos da outra mão descendo pela xotinha babada novamente mas empenhado em deixar tapas que estalavam alto. Os dedos se chocando fortemente em cima da joia e no grelinho pulsante. Styles tentava desviar dos tapas que eram fortes e deliciosos mas era impossível com Louis o estocando fortemente e empurrando seu corpo fraquinho de volta para frente.
“A porra da sua xota”. Aumentou bem mais as estocadas a medida que batia forte na parte intima já inchadinha pelo atrito, que contraia em volta do caralho duro. "É a coisa mais…“ Os dedos em meio aos tapas entraram com as pontinhas na grutinha, sentindo a quentura ali dentro junto as veias coloridas do seu caralho pulsando enlouquecidamente. "Deliciosa que eu já provei”. Retirou as pontinhas da grutinha para os dirigir a argolinha não mais gelada e a puxar delicadamente para não machucar.
Sentiu o corpinho grudado ao seu tremer pelo segundo orgasmo, se chacoalhando enquanto as lágrimas salgadas do prazer escorriam pelas bochechas, se sentindo gozar novamente mas dessa vez dentro da entradinha, a porra chicoteando o pontinho G do garoto sensível. Antes de sentir Harry cuspindo na sua mão, e voltar a levar a palma melada na direção da xota. Desferiu mais alguns tapas que ecoavam ao mesmo tempo que prendia o corpo mole e com a xotinha sensível junto ao seu, e o segurava para não cair conforme o terceiro orgasmo atingia o corpinho.
“Shhhhh, respira fundo Hazz”. Falou baixinho, o lábio inferior encostando no lóbulo quente da orelha e no brinco perolado. Começou deixando selares calminhos por todo pescoço suado, acariciando a cintura fina acalmando o garoto lentamente; não antes de falar baixo para um cacheado sonolento em seus braços.
“Cuidado para o seu marido não ver como eu te alarguei e como a sua xota tá’ inchada amor”. Em provocação. “Te prometo na próxima vez bater a noite inteira nessa bunda gostosa, pra’ te fazer gozar só com isso, e depois foder seu cuzinho”.
☆¸¸.•¨*•
oioi, tudo bem com você?? Aqui está o smut Three de mine repostado, me perdoem qualquer erro nele ou coisinhas desconexas, tive alguns probleminhas para postar este aqui :(( gostam dele? Vou tentar postar sua parte 2 o mais rápido possível, prometo!! ;)
Amo vocês, até a próxima ;))
dissoluto
algo que vai contra normas de moralidade, frequentemente utilizado para descrever comportamentos proibidos ou imorais.
Harry aceita a insistência de Rose, a sua namorada, para conhecer o pai dela. Louis um homem poderoso.
hbottom - ltops - traditional - enemies - betrayal - dirty talk - possessive - breeding kink - overstimulation - anal sex - coming untouched - exhibitionism - love bit & cock warming.
— Vamos, amor, eu prometo que meu pai é tranquilo! — Rose insistiu pela milésima vez naquele mês, segurando firme a mão de Harry enquanto caminhavam lado a lado. Ela balançava suavemente os dedos dele, tentando tirar o nervosismo do ar.
Harry, por outro lado, não conseguia parar de pensar no que estava prestes a acontecer. A ideia de conhecer o famoso Louis Tomlinson, pai de sua namorada, o deixava terrivelmente inquieto.
Ele parou de andar de repente, puxando Rose suavemente para que ela o acompanhasse.
— Rose, sério... Eu não sei se isso é uma boa ideia. — Ele mordeu o lábio rosado cheinho, balançando a cabeça. — E se ele não gostar de mim?
Rose soltou um profundo suspiro, afastou o gloss dos seus lábios e se virou para ele e segurou firmemente seus ombros.
— Amor, você tá se preocupando à toa. Meu pai não é esse monstro que você imagina. Ele pode ser... — Ela hesitou por um segundo, buscando as palavras certas, enquanto retocava mais do seu gloss — ...intenso, mas no fundo ele é só um cara que quer o melhor pra mim. E olha, você é o melhor pra mim, então ele vai te amar, igual eu.
Harry desviou o olhar, sentindo o peso daquelas palavras. Ele queria acreditar nisso, queria mesmo, mas não conseguia afastar as imagens que sua cabeça criava de Louis o encarando com olhos críticos, julgando cada movimento, cada palavra. Tomlinson não era apenas o "pai dela". Ele era o tipo de homem que sabia tudo sobre todos, que controlava o ambiente com uma simples presença e cujas decisões podiam mudar destinos em minutos.
— É só que... — Harry começou, passando a mão nervosamente pelo cabelo, o vento bagunçando ainda mais seus cachos. — Ele é o Louis Tomlinson, Rose! Não é qualquer pai. O cara é foda... e eu sou só eu.
Rose inclinou a cabeça, levantando uma sobrancelha e apertando os lábios em desaprovação.
— Só você? Harry, você é incrível! — Ela deu um passo à frente, segurando o rosto dele com as duas mãos, fazendo olhar diretamente para ela, os olhos azuis tão intensos. — Ele vai enxergar isso também, e se não enxergar, o problema é dele.
Harry sorriu de lado, apreciando a tentativa dela de aliviar seu nervosismo. Ele já havia visto Louis na TV marcando a presença em eventos importantes, sempre com aquele ar de autoconfiança que fazia qualquer um se sentir um pouco menor. E agora ele, Harry Styles, teria que estar frente a frente com ele, como o namorado da filha dele. A pressão gigantesca.
— Ok... — Harry suspirou, ainda hesitante. — Mas e se ele... não for com a minha cara? E se ele fizer aquelas perguntas difíceis, sabe? Tipo, "quais são seus planos pra minha filha?" ou "como pretende sustentá-la?" — Ele revirou os olhos, já imaginando o interrogatório.
Rose riu alto dessa vez, passando os braços ao redor do pescoço de Harry.
— Nossa, Harry, você acha que ele vai ser tão clichê assim? — Ela deu um leve beijo no pescoço dele, tentando acalmá-lo. — Confia em mim, ele não é esse tipo de pai. Ele vai te fazer umas perguntas, claro, mas nada que você não consiga responder. E eu estarei do seu lado o tempo todo.
Harry não conseguiu deixar de sorrir, mesmo que fosse um sorriso nervoso. Ele sabia que, no fundo, não tinha como escapar dessa situação. Rose já estava mais do que decidida e, para ser justo, ele queria causar uma boa impressão.
— Tá bom, tá bom... — Harry finalmente cedeu, soltando um suspiro. — Eu vou. Mas, se ele começar a me olhar torto, eu saio correndo, combinado?
Rose riu antes de apertar Harry em um abraço.
— Você não vai a lugar nenhum, Styles. — Ela se afastou apenas o suficiente para encarar os olhos dele, com um brilho brincalhão nos seus. — Vai dar tudo certo. Não fica nervoso — Rose sussurrou, apertando a mão dele antes de guiar ele para dentro.
O momento da verdade chegou mais rápido do que ele gostaria. Parado na frente da porta da casa de Rose, sentia as mãos suadas e o coração disparado. A casa era grande, com uma fachada que impunha respeito.
— Vamos lá — disse Rose, entrelaçando seus dedos com os dele e dando um aperto suave. — É só o meu pai, não o chefe de uma máfia.
Harry riu, a ideia de Louis ser um chefe de máfia não parecia tão absurda em sua mente, porém ele chegava perto. Para ele, Louis era uma figura de autoridade, alguém admirado, respeitado... e, talvez, um pouco temido. Ele era um magnata. Um homem poderoso, com uma fortuna construída em várias indústrias — da música, passando pelo entretenimento, até investimentos financeiros. Tudo sobre Louis exalava poder e controle, e Harry sabia que se errasse, o custo seria alto.
Ambos pararam diante da enorme porta de madeira maciça que mais parecia a entrada de um castelo.
Harry não se sentia "normal". A ideia de Louis "querendo proteger" Rose o fazia suar, ela tocou a campainha, mas antes que o som ecoasse, a porta se abriu suavemente, revelando o interior luxuoso da mansão. Tudo brilhava de maneira quase irreal: os mármore impecáveis, os tapetes que pareciam caros demais para serem pisados, as esculturas e as obras de arte que Harry nunca conseguiria pagar, nem em cem anos.
E ali, bem no meio de todo aquele luxo, estava ele.
Louis Tomlinson surgiu na entrada da sala de estar e Harry o viu, ele vestia um terno preto impecavelmente ajustado, que delineava perfeitamente os contornos de suas coxas e antebraços fortes. No pulso, exibia nada mais que um Patek Philippe um dos relógios mais exclusivos e caros do mundo fazendo Harry engolir em seco.
Os olhos azuis do seu sogro pousaram nele, o avaliando com uma intensidade quase desarmante, como se estivesse enxergando além da superfície. O peso daquele olhar fez o estômago de Harry afundar.
— Pai? — Rose chamou, a voz carregando uma hesitação rara, algo que Harry nunca tinha ouvido antes. Naquele instante, até ela parecia menor diante da presença de Louis.
Louis não respondeu de imediato. Eld permitiu que o silêncio dominasse o momento. Seu olhar analítico passava por Harry de cima a baixo, como se cada detalhe fosse um dado a ser decifrado.
— Então, você é o famoso Harry Styles — Louis disse com a sua voz baixa. Ele deu alguns passos lentos mantendo as mãos nos bolsos do terno, enquanto seus olhos não desviavam dos de Harry. — Confesso que estava curioso para conhecer você.
Harry sentiu seu coração martelar no peito, junto com a sua boca seca, então reunindo alguma coragem que tinha, ele estendeu a sua mão para cumprimentar Louis que não se apressou ao apertar a sua mão. Ele deixou Harry segurar a mão no ar por alguns segundos, deixando a tensão crescer antes de apertar.
— Espero que esteja ciente da posição em que se encontra, Harry. — Louis falou de forma lenta, seu tom era de falsa animação. — Minha filha é... preciosa para mim. E eu não sou o tipo de homem que tolera erros, muito menos quando envolvem as pessoas que são importantes para mim. Você entende?
A temperatura da sala pareceu cair. Harry tentou engolir o nervosismo, mas o nó em sua garganta não cedia. Tudo no jeito como Louis o olhava, como falava, fazia Harry sentir que estava sendo testado.
— Sim, senhor! — Harry respondeu trocando o peso dos próprios pés como se não aguentasse o próprio corpo.
Rose, percebendo a tensão, tentou intervir.
— Pai, não assuste ele logo de cara! — Ela riu nervosa, puxando Harry um pouco mais para perto de si. — Ele é ótimo. Você vai ver só. Apenas lhe dê uma chance.
Louis deu um passo para trás, mas seu olhar permanecia fixo em Harry.
— Claro, sweetheart... — Louis sorriu de maneira calma.
Mas logo se voltou pro seu genro o observou com uma atenção, se permitindo ver aquele garoto. Louis sabia da sua beleza e do que causava nas pessoas ao seu redor, porém aquela pessoa parada em sua sala usando roupas sem qualquer valor era algo a se apreciar, e Louis não tinha noção totalmente se Harry sabia da beleza que carregava.
Harry piscou, tentando unir os seus pensamentos em um só enquanto sentia o calor nas bochechas denunciar sua timidez.
— Tenho certeza que ele é... impressionante — Louis murmurou. — Agora, suba. Preciso conversar com o seu... namorado — Sua voz soou como uma ordem e Rose a seguiu sem antes de dar um selinho no namorado antes de desaparecer nas escadas. Louis contraiu o maxilar afiado ao ver a cena.
Louis se virou lentamente, caminhando até uma poltrona de couro posicionada estrategicamente perto de uma janela alta, que lhe oferecia uma vista panorâmica dos jardins perfeitamente cuidados da mansão. Ele se sentou e indicou para que Harry também o fizesse.
— Sente-se Harry. Vamos conversar. — Disse Louis com a falsa modéstia. — Então — Louis começou, cruzando as pernas e observando Harry com o olhar perigoso —, me conte... o que você pensa sobre o futuro? Sobre o futuro de vocês dois? — Sua voz, apesar de calma, carregava um peso que fazia a pergunta parecer muito mais profunda do que uma simples curiosidade paternal.
Era uma sondagem.
Harry respirou fundo, sentindo os olhos de Louis cravados em si, os azuis eram como um falcão que observava e media a sua presa sem pressa.
O couro da poltrona rangia levemente quando ele ajustou sua postura, se endireitando, tentando demonstrar mais confiança do que realmente possuía.
— Eu… eu amo a sua filha. — Harry começou. — E eu quero estar com ela, construir algo juntos.
Louis percorreu os olhos por cada centímetro do rosto de Harry, seus movimentos tão sutilmentes afiados, . O maxilar definido de Harry era o primeiro ponto de observação, tenso sob a pressão do momento, o músculo se contraindo levemente enquanto ele tentava manter a calma. Em seguida, o olhar de Louis deslizou pelo nariz reto, pela curva das sobrancelhas, que pareciam endurecer em um vinco de concentração.
E então, seus olhos pararam nos lábios de Harry.
Fodidamente obscenos, ele pensou, embora o rosto de Louis continuasse inexpressivo. Eram lábios que falavam de desejo, de promessas não ditas, algo que incomodava profundamente Louis. Não era apenas a relação entre Harry e Rose que estava em jogo; era a maneira como esse garoto desafiava suas noções de controle. Algo no modo como Harry existia, tão jovem, tão confiante em certos aspectos e ainda assim vulnerável naquele momento, provocava um misto de desprezo e uma estranha admiração.
Como ele ousa? — a pergunta ecoava na mente de Louis, mas ele não a vocalizaria.
— Amar minha filha, construir algo juntos… — repetiu, a enfâse em "minha filha". Ele olhou para o seu copo de uísque em sua mão, girando o líquido âmbar antes de continuar. — É uma resposta fácil, Harry. Todos que se aproximam de Rose dizem o mesmo. Bonito, previsível, mas... fácil. Inclusive, está servido? — Louis ergueu o seu copo e Harry querendo causar uma boa impressão afirmou.
— Sim, obrigado.
Louis se levantou colocando o seu copo na mesa ao seu lado e serviu Harry.
— Obrigado — disse Harry, quando Louis voltou a se sentar no lugar de antes, a expressão dele ainda indecifrável.
— Como eu ia dizendo... O que você realmente tem a oferecer a ela? Dedicação? Um bom sentimento? Isso é o suficiente? — Louis disse novamente com a voz baixa. — Porque na minha experiência, sentimentos são frágeis, fáceis de manipular, e ainda mais fáceis de quebrar.
A respiração de Harry ficou mais pesada, e ele tentou manter o olhar fixo no de Louis enquanto segurava o seu próprio copo com as duas mãos.
— O que você realmente acha que pode oferecer a ela?
A pergunta reverberava como um desafio direto, uma provocação que exigia mais do que respostas emocionais. Louis não estava interessado em ouvir sobre amor ou lealdade; ele queria saber de poder, de segurança, de como Harry poderia se encaixar naquele mundo luxuoso e implacável que Louis criara para Rose.
— Eu não posso te prometer o mundo dos negócios, senhor Tomlinson. — Harry respondeu com a voz um pouco mais firme agora, lutando contra a pressão crescente.
Louis quase riu pela insolência se não fosse pelo olhar desafiador de Harry que colocou o seu copo intocável na mesa ao lado.
— Mas o que eu e Rose temos é real. Não se trata de controle, nem de status. Eu sei que isso pode não parecer suficiente pra você, mas… — ele hesitou, sentindo o olhar predador de Louis se intensificar, o pau de Louis contraiu na calça diante da ousadia de Harry. — eu vou estar lá para ela, em qualquer circunstância. Eu vou cuidar dela, proteger, e lhe dar tudo o que eu puder.
Louis se recostou na poltrona, o copo de uísque equilibrado em uma de suas mãos, e o silêncio que se seguiu foi sufocante.
O ambiente ao redor deles parecia diminuir, apesar do tamanho impressionante da sala.
— "Real". — Louis murmurou, como se estivesse testando a palavra, saboreando lentamente assim como o gosto do uísque em sua língua. — Vamos ver quão real isso pode ser quando as coisas ficarem difíceis, Harry. Porque, acredite, elas ficarão.
O som de passos leves ecoou pelas escadas, interrompendo a tensão sufocante assim que Louis deixou o seu copo na mesinha ao seu lado e se levantou arrumando o seu terno.
— Está tudo bem? — ela perguntou, tentando aliviar o ambiente, mas o silêncio entre os dois homens era impossível de ignorar.
— Claro, querida — respondeu Louis, com o mesmo tom suave e controlado, um sorriso breve surgindo em seus lábios. — Estávamos apenas tendo uma... conversa de homens.
Ele se levantou com tranquilidade, passando a mão de forma carinhosa no ombro da filha antes de se virar para sair da sala, seus passos calmos ecoando pelo ambiente.
Rose abraçou Harry e a beijou nos cabelos, o encontro com o sogro tinha sido ainda mais estranho do que ele imaginara, embora não o tivesse realmente surpreendido. Harry desviou o olhar para o copo que ainda permanecia na mesa ao lado da poltrona onde Louis estivera minutos atrás, como se aquele objeto guardasse parte da tensão que havia pairado no ar.
Os dias seguintes se passaram de forma relativamente tranquila, mas Harry não conseguia ignorar a forma como Louis o tratava. Era como se ele simplesmente não existisse para Louis.
A indiferença de Louis parecia calculada, quase uma tática para manter Harry constantemente em alerta. Isso apenas aumentava o desconforto de Harry, que se sentia nervoso toda vez que se encontrava com o pai de sua namorada.
Havia momentos, ao chegar para estar com Rose, em que Harry precisava atravessar o hall da casa. E ali, frequentemente, se deparava com cenas que o faziam questionar se entendia realmente o que estava acontecendo ao seu redor.
Em uma dessas visitas, algo inusitado chamou mais a sua atenção. Ao ser liberado para entrar, como sempre por Louis. Era sempre por ele, Harry ouviu barulhos peculiares, um som molhado e ritmado, que atiçou a sua curiosidade.
Ele seguiu o som até a sala e, ao alcançar a entrada, se deparou com uma cena que o deixou paralisado. Louis estava sentado em sua poltrona habitual, com seu terno impecável, mas diferente das outras vezes, havia uma mulher ajoelhada, nua à sua frente. Ela estava com a boca ocupada, chupando o pau de Louis enquanto ele estava totalmente vestido só com o seu pau para fora.
Louis não demorou a perceber a presença dele.
Seus olhos azuis subiram lentamente até encontrarem os de Harry, e naquele instante, Louis se transformou.
Ele parecia um predador.
Não havia nenhum traço de surpresa ou desconforto em seu rosto. Apenas uma calma controlada, como se ele estivesse esperando por aquilo.
Um segundo se passou, apenas um segundo. Então, como se estivesse deliberadamente preparando o momento, Louis moveu a mão, lentamente raspando os dedos pelo cabelo castanho e ondulado da mulher, com uma intimidade casual, quase carinhosa. Mas a carícia logo se transformou em algo mais agressivo.
Ele pegou um punhado do cabelo dela com firmeza, ainda mantendo o olhar fixo em Harry. Com um movimento, Louis começou a foder a boca da mulher, empurrando com força.
A sala parecia encolher ao redor de Harry. Ele estava estático, preso entre a vontade de fugir e o medo de mostrar fraqueza. O som da respiração pesada de Louis e o movimento molhado, frenético do pau dele dentro e fora da garganta da mulher ajoelhada eram sufocantes.
E o mais assustador, aquilo era... excitante!?
Harry observava como a mulher o levava sem nunca se engasgar e por um minuto imaginou qual seria a sensação de estar naquele lu...
O cacheado se virou rapidamente para sair com a sensação de sua ereção pressionada contra as calças o que só o fazia se sentir ainda mais estranho. Ele ainda podia sentir os olhos de Louis cravados em suas costas, como se fossem uma chama intensa, queimando através de sua pele. A pressão daquela presença parecia esmagadora, e ele não conseguia se livrar dela enquanto se afastava.
Harry correu para o quarto de Rose, seu coração disparado, a mente atordoada tentando processar o que acabara de presenciar. O que ele havia visto não parecia real.
Quando Rose voltou do banheiro, encontrou Harry na sua cama, deitado de bruços. Ela se aproximou dele com um sorriso.
— Está tudo bem? — ela perguntou, tocando seu braço.
Harry tentou sorrir, mas a pressão do que havia visto ainda o afetava. A sensação da ereção, desconfortável e impossível de ignorar, apertava contra seus jeans, intensificando ainda mais a angústia que ele sentia.
— Sim, está tudo bem. — Ele mentiu, sabendo que a verdade era muito mais complicada.
Harry estava mais determinado do que nunca a não deixar que aquele homem os destruísse. A obsessão que o corroía agora era substituída por um foco incansável: proteger o que lhe era importante. No entanto, sua rotina foi abruptamente alterada semanas depois, quando descobriu que Louis havia viajado sem aviso. Era um golpe inesperado, mas ele tentou não se deixar abalar.
Não havia porque.
Enquanto os dias passavam, Harry encontrou uma forma estranha de lidar com a ausência.
E foi em uma noite particularmente quente quando ele desceu para a cozinha em busca de água mas em uma atitude de enfiar a mão em um dos bolsos de sua calça, ele encontrou algo inesperado: um cigarro. Não era um cigarro comum, mas aquele que Rose, com seu charme manipulador, ou ao ter os olhos tão semelhantes aos de Louis, havia lhe dado algumas semanas atrás. Rose costumava brincar que a maconha "abria os sentidos", a deixando mais solta e excitada.
Harry hesitou, encarando o pequeno cilindro com uma mistura de curiosidade e desdém. Ele já havia experimentado antes, anos atrás em uma roda de amigos, e não gostara. Mas naquela noite, talvez pela inquietação, ele decidiu acendê-lo. Não seria algo extraordinário. Com a primeira tragada, o gosto amargo preencheu sua boca, e ele sentiu o efeito quase imediato: a mente pareceu ficar leve, quase flutuante, enquanto seu corpo relaxava no ambiente apenas iluminado pela luz escassa que entrava pelas janelas panorâmicas de vidro da cozinha.
Perdido em seus pensamentos, Harry não percebeu o som distante de um motor de helicóptero se aproximando. Muito menos o barulho das hélices diminuindo até o silêncio total, indicando o pouso. O que de fato o trouxe de volta à realidade foram passos firmes ecoando na sala ao lado.
A porta da cozinha se abriu, revelando Louis. Ele parecia um homem saído de um filme de ação: poderoso, impecável, com um ar de autoridade que fazia o ambiente ao seu redor mudar instantaneamente. Usava uma roupa esportiva sofisticada, com o corte impecável que só marcas de luxo podiam oferecer. O brilho do seu Rolex em seu pulso reluzia sob a luz fraca, e seus olhos se fixaram em Harry. As íris azuis brilhando de forma perigosa enquanto enfiava as mãos em seus bolso da calça de tecido mole preta.
— Então é isso que você faz quando eu não estou? — Louis perguntou, a voz grave e controlada soando no ambiente. Ele entrou na cozinha, deixando um rastro de poder que fez Harry se endireitar e travar a postura de forma automática, tremendo por dentro.
Merda. Ele estava de volta.
— Não é o que parece... — Harry tentou justificar, mas a hesitação em sua voz entregou sua insegurança. A fumaça densa no ar parecia intensificar o peso da situação, tornando tudo ainda mais carregado.
Louis avançou, seus passos lentos e firmes soando como um aviso. Sem dizer uma palavra, tomou o cigarro das mãos de Harry com uma facilidade desconcertante, como se fosse algo simples. Ele girou o cigarro entre os dedos, o observando queimar com uma mistura de desaprovação e calma imperturbável. Então, Louis levou o cigarro até os lábios, deu uma tragada profunda, e Harry não deveria sentir nada com aquilo.
Mas ele sentiu.
A sensação de sua cabeça girando, de um formigamento incômodo, o deixou sem ar, sem saber como reagir. Louis o encarava com uma calma silenciosa enquanto tragava, até o momento exato em que apagou o cigarro contra a bancada de mármore com precisão quase cruel.
— Eu desapareço por algumas semanas, e é isso que eu encontro? — A voz de Louis era baixa, mas carregava uma intensidade que fez Harry tremer. A sua postura rígida, a maneira como seus olhos azuis perfuravam Harry, e a energia dominadora que preenchia o cômodo inteiro.
Harry não encontrou palavras. Louis sempre fora sério, mas havia algo na forma como ele estava agora, como se o espaço ao redor dele se curvasse à sua vontade, que fazia qualquer desculpa parecer ridícula. Ele não aceitaria justificativas. Louis nunca aceitava palavras — apenas resultados.
E Harry sabia disso.
— Você está brincando com fogo, Harry. — Louis finalmente falou, a calma em sua voz tão afiada quanto uma lâmina afiada o bastante. — E desta vez, literalmente.
Era inútil tentar argumentar. Louis tinha o controle, como sempre, e a presença esmagadora dele tornava isso inquestionável.
— Isso não vai acontecer novamente — Harry conseguiu murmurar, os olhos ainda fixos no chão, sua mente um conflito entre a vergonha e um desejo inesperado. Ele tentou evitar olhar de seu sogro mas não conseguiu ignorar o volume visível na calça de Louis, um detalhe que o deixava desconcertado
O ar no ambiente estava palpavelmente diferente, e Harry percebeu, sem querer, que estava mordendo os lábios — uma reação instintiva que não passou despercebida por Louis.
Louis ergueu uma sobrancelha, notando a fixação de Harry. Depois de um longo momento, Louis sorriu. Não era um sorriso caloroso, mas sim um que sugeria controle absoluto, uma promessa silenciosa de domínio.
Com um movimento lento e deliberado, Louis retirou a sua outra mão do bolso da calça e a estendeu, segurando o queixo de Harry com firmeza. Ele forçou o jovem a erguer o olhar, seus olhos encontrando os de Harry com uma intensidade que fez o coração dele acelerar.
— Não mesmo — repetiu Louis, sua voz baixa mas carregada de autoridade. — Porque da próxima vez, eu vou estar aqui. E vou garantir que isso não volte a se repetir de novo.
Harry tentou desviar o olhar, mas Louis o segurava com força, seus dedos pressionando o queixo dele com força o suficiente para marcar. O cacheado sabia que estava à mercê do outro, mas o calor que crescia dentro de si o confundia. Havia algo na maneira como Louis o controlava que despertava não apenas medo, mas algo mais profundo, mais visceral.
Louis inclinou a cabeça, seu olhar firme, mas os olhos desceram brevemente para os lábios de Harry, apertados pelos dentes. Com um movimento calculado, ele usou o polegar para puxá-los, forçando Harry a soltá-los. Quando o fez, Louis notou o brilho da saliva nos lábios do garoto, lhes dando uma aparência quase tentadora, como uma fruta proibida do Jardim do Éden. Com um gesto brusco, ele soltou o queixo de Harry, apertando o maxilar dele antes de se afastar. No entanto, antes que pudesse dar um passo completo para longe, algo mudou na atmosfera entre os dois. Uma tensão elétrica e palpável parecia vibrar no ar, densa e carregada.
— Porra! — Louis resmungou.
Harry mal teve tempo de respirar antes que Louis segurasse seu rosto novamente, dessa vez com mais firmeza, e pressionasse seus lábios contra os dele em um beijo que não era nada e passava longe de ser gentil. Foi agressivo, bruto, punitivo, exigente. Os lábios de Louis esmagaram os de Harry, sua língua invadindo a boca do outro com um propósito claro: dominar. Harry ofegou contra o beijo, o corpo inteiro rígido, mas ele não se afastou. Não conseguia. Cada fibra de seu ser parecia implorar por aquilo, mesmo que ele não quisesse admitir.
As mãos de Harry subiram para os ombros de Louis, talvez em uma tentativa de afastá-lo, mas ao invés disso, ele se segurou ali, perdido no momento. Louis aprofundou o beijo, uma mistura de raiva e posse, o segurando no lugar com uma firmeza que o fez se render completamente.
Os lábios de Harry eram macios, diabolicamente macios, uma sensação que se gravou na mente de Louis como uma melodia viciante, daquelas que tocam repetidamente, sem esforço, no fundo do consciente.
E os sons... os gemidos roucos e abafados que escapavam da boca de Harry. Que ecoaram na cabeça de Louis como uma trilha sonora proibida, algo que ele sabia que jamais esqueceria, como se pudesse acessar aquele momento a qualquer instante, um registro eterno gravado em sua memória.
Era como injetar adrenalina diretamente nas veias, uma onda de energia crua e insana que dominava todos os sentidos de Louis. Era perigoso, intoxicante, como se o toque fosse tanto a destruição quanto a salvação.
Quando Louis finalmente se afastou, os lábios de Harry estavam rubros e levemente inchados, o peito subindo e descendo em busca de ar. O espaço entre eles parecia pulsar com uma eletricidade invisível, carregado com tudo o que não era dito.
— Eu... — Harry sussurrou, a voz falhando, mal reconhecível.
Ele estava desnorteado, e Louis, o observando, parecia uma visão impossível, algo saído de um sonho ou uma obra de arte antiga. Os lábios de Louis, tingidos de vermelho carmesim, e os olhos azuis escurecidos por uma intensidade quase feroz, faziam Harry perder o fio de qualquer pensamento racional.
— Você entende o que estou dizendo, não é? — Louis murmurou, os dedos firmes segurando o queixo de Harry, mantendo-o preso sob o peso de seu olhar. — Ou será que preciso ser mais... claro?
Harry engoliu em seco abriu e fechou a boca mais uma vez, se sentindo patético por não conseguir responder, seus olhos ainda fixos nos de Louis. Ele sabia que não tinha escolha a não ser obedecer. Mas, ao mesmo tempo, havia um conflito interno, um desejo reprimido que se agitava por dentro dele.
— Eu entendo, Louis — Harry disse com a sua voz quase em um sussurro.
Louis recuou mais, mas não antes de passar os olhos de cima a baixo em Harry de maneira lenta e deliberada.
— Bom garoto, querido! — Louis murmurou, o canto dos lábios se curvando levemente, e satisfeito com a resposta ele deixou um selinho forte nos lábios de Harry antes de soltar seu queixo. Louis demorou o seu olhar nos lábios dele por mais alguns segundos, os cantos da boca ainda curvados naquele sorriso perigoso, antes de finalmente se afastar.
E Harry... Harry que não deveria sentir seu pau endurecendo e se molhando mais só por aquela frase, mas foi impossível reter o impulso que ele sentiu em seu membro. A mente de Harry se encheu de imagens que ele não conseguia afastar.
Apenas Louis, impecável em seu terno bem ajustado, o cabelo meticulosamente arrumado, mas com um toque de desordem perfeita. E aquele sorriso... o sorriso velado. Louis estocando firme na boca de uma mulher ajoelhada. As mãos segurando os cabelos dela com força, a guiando sem hesitação. O olhar de Louis, porém, não estava nela.
Ele estava em Harry.
Intenso, penetrante, perto demais de gozar.
Porra.
Harry apertou as pernas com mais força, tentando conter a reação física que o consumia.
— Boa noite, Harry — ele disse com o seu tom indicando que a conversa estava por encerrada.
Harry ficou parado na cozinha, o silêncio agora ensurdecedor. Ele sabia que a noite havia mudado algo fundamental entre eles. Louis tinha estabelecido seu domínio de uma forma que não deixava dúvidas sobre quem estava no comando. E, no fundo, Harry se deu conta de que talvez fosse exatamente disso que ele precisava: alguém forte, alguém que pudesse guiá-lo e controlá-lo, mesmo que ele não quisesse admitir.
A respiração de Harry ainda estava pesada quando ele finalmente se moveu, saindo da cozinha em direção ao seu quarto. Ele sabia que a presença de Louis estava marcada em sua mente, cada palavra e gesto ressoando dentro dele.
Harry fechou os olhos, tentando afastar os pensamentos que o assombraram durante toda a noite, mas era inútil. A imagem de Louis — poderoso, implacável, e com aquele olhar que parecia despir sua alma — continuava ali, gravada como uma tatuagem em sua mente.
Na manhã seguinte, Harry desceu as escadas com passos hesitantes, o silêncio da casa pesado ao seu redor. Quando chegou à sala de jantar, ele parou na entrada, o coração disparando. Louis já estava lá, sentado à cabeceira da mesa, impecável como sempre.
Ele usava uma jaqueta branca que moldava os antebraços fortes, e sua postura era relaxada, mas dominadora. Seus olhos estavam fixos no tablet à sua frente até o momento em que Harry entrou. Foi então que ele ergueu o olhar, e o impacto de seus olhos azuis encontrou os verdes de Harry.
Harry engoliu em seco, sentindo seus lábios formigarem, como se o beijo da noite anterior ainda estivesse ali, marcado em sua pele. Ele desviou o olhar rapidamente e entrou, tentando ignorar a presença esmagadora de Louis. Mas ao invés de ocupar um lugar distante, como pretendia, ele acabou se sentando ao lado de Louis, perto demais, como se algo invisível o puxasse para aquele lugar.
Louis notou, claro.
Ele sempre notava.
Um sorriso lento curvou os cantos de sua boca enquanto ele se inclinava ligeiramente para Harry, sem disfarçar a análise cuidadosa.
— Dormiu bem? — perguntou Louis, o tom casual, mas com aquele subtexto que fazia Harry apertar os lábios em resposta.
— Dormi — Harry respondeu com a voz mais firme do que ele se sentia por dentro, tentando não transparecer o que lhe passava por dentro.
Louis sustentou o olhar por mais tempo do que era confortável, e então, com um movimento calculado, ele largou o tablet na mesa. O leve "clique" ecoou no ambiente silencioso. Um som quase insignificante. Louis cruzou os braços, os bíceps visíveis sob a jaqueta perfeitamente ajustada em seu corpo.
— Ótimo — disse ele, sem pressa. — Porque você vai me acompanhar hoje.
Harry piscou, surpreso com a declaração repentina. Ele franziu a testa, tentando entender aonde Louis queria chegar. — Acompanhar? Para onde?
— Um passeio de helicóptero — disse Louis, o tom grave e calmo, cada palavra pronunciada com cuidado, como se ele estivesse explicando algo óbvio. — Precisamos passar um tempo juntos. Foi um pedido de Rose.
— Rose? — Harry piscou novamente, tentando processar o que escutava.
Louis deu de ombros, um gesto que, embora parecesse casual, tinha uma precisão quase calculada
— Ela acha que passamos tempo demais... separados. Então, considera isso uma espécie de missão de paz entre sogro e genro — comentou, levando a xícara aos lábios e tomando um gole do café.
Seu café.
Escuro. Sem açúcar.
Antes que Harry tivesse tempo de retrucar, Louis continuou.
— E, antes que você pense em dizer qualquer coisa, querido, isso não é uma sugestão. E, considerando o quanto você tem desviado os olhos de mim desde ontem à noite, eu diria que passar um tempo juntos vai ser mais do que necessário.
Harry engoliu em seco, sentindo seu rosto esquentar, mas tentou manter a compostura. Ele estreitou os olhos para Louis, buscando algum traço de hesitação, mas tudo o que encontrou foi aquela maldita confiança, como se Louis já soubesse exatamente o que ele faria.
— Por que eu? — Harry perguntou com a voz mais baixa do que pretendia.
Louis manteve o olhar em Harry por um momento longo demais, enquanto os olhos de Harry permaneciam cravados nele.
Verde no azul.
— Porque ninguém mais pode lidar comigo como você. Agora, vamos parar com as perguntas. O helicóptero já está esperando.
Antes que Harry pudesse dizer algo mais, Louis se levantou com sua típica elegância casual, ajustando as mangas da jaqueta como se estivesse se preparando para comandar um exército. Ele olhou para Harry por cima do ombro.
— Você vem ou vai me fazer perder meu tempo, Harry?
Harry sentiu a sua respiração travae por um momento. Ele sabia que discutir era inútil, ainda mais com Louis. Então, com um suspiro, ele se levantou e o segiu para fora da casa.
Quando chegaram ao campo, o helicóptero já estava pronto, Louis caminhou com confiança quase irritante até o helicóptero, o som ensurdecedor das pás girando criando um contraste interessante com sua calma. Harry o seguiu hesitante, esperando que algum piloto surgisse para assumir o comando. Mas, ao invés disso, Louis abriu a porta do lado do piloto e subiu sem cerimônia.
— Por que você está sentado aí? — Harry gritou para ele, a voz quase engolida pelo barulho.
Louis olhou para Harry por cima do ombro, colocando os óculos aviadores com uma calma irritante. — Porque hoje eu sou o piloto, querido. Agora, entre logo antes que eu mude de ideia sobre ser tão gentil com você.
Harry hesitou, seus olhos piscando incrédulos enquanto tentava imaginar Louis pilotando qualquer coisa que não fosse a atmosfera ao seu redor. Porém, o olhar de Louis não deixava espaço para debate. Engolindo em seco, Harry subiu e se acomodou no banco ao lado dele, a mão trêmula segurando o cinto de segurança enquanto Louis mexia nos controles com a confiança de alguém que já havia feito isso milhares de vezes.
— Você tem certeza de que sabe o que está fazendo? — Harry perguntou com a sua voz tensa enquanto o helicóptero começava a se afastar do chão, o som das hélices preenchendo o ar.
Louis deixou escapar uma risada baixa e rouca, sem desviar os olhos dos instrumentos à sua frente.
Era a primeira vez que Harry ouvia Louis rir daquele jeito, e algo em seu âmago se agitou. Não era uma sensação confortável; era inquietante, como se mexesse com partes de si que ele preferia manter intocadas.
— Relaxe, querido — Louis disse apertando a sua coxa com firmeza, a mão cheia de veias se tornando algo em contato com a sua perna. — Você está mais seguro comigo do que estaria em qualquer outro lugar.
Harry apertou os olhos, o coração batendo descompassado enquanto o helicóptero subia cada vez mais alto. Lá fora, o mundo parecia se expandir, revelando um horizonte vasto e impressionante. O verde vibrante das árvores e da grama se misturava ao azul límpido do céu em uma manhã impecável, sem nuvens. As paisagens abaixo, que ele raramente tinha a chance de ver daquela altura.
Por um momento, Harry esqueceu a tensão, os olhos fixos na vista deslumbrante. Mas, aos poucos, sua atenção foi desviada de maneira que ele foi incapaz de evitar. Ele começou a observar Louis. O rosto concentrado, o maxilar bem definido contra a luz que entrava pela janela, as mãos firmes nos controles. Ocasionalmente, ele ajustava algum botão, seus movimentos precisos, quase hipnotizantes.
Sem perceber, os olhos de Harry desceram para o colo de Louis. Ele ficou, olhando, encarando por tempo demais, os lábios se entreabrindo enquanto um pensamento passava por sua mente. O cacheado só notou que estava mordendo os próprios lábios quando Louis falou, sem sequer desviar o olhar dos controles:
— Quer algo, Harry? Ou só vai continuar me despindo com os olhos? — Louis perguntou.
Harry sentiu o rosto arder imediatamente e desviou os olhos, cruzando os braços enquanto focava na vista novamente.
— Não sei do que está falando — disse, a voz firme apenas na superfície. Por dentro, um caos.
Louis inclinou a cabeça, os olhos azuis brilhando com diversão por cima dos seus óculos, como se o nervosismo de Harry fosse um espetáculo exclusivo para ele.
— Ah, não sabe? Que conveniente, querido. — sua voz saiu ainda mais baixa, carregada de ironia, enquanto ele relaxava ainda mais no assento com a confiança de quem sabe exatamente o efeito que causa. A ereção de Louis fazendo uma elevação na sua calça
Harry se esforçou para ignorar, e desviar os olhos mas era impossível. Ele tentou se manter imóvel, mas não conseguiu evitar quando o corpo reagiu quase contra sua vontade. Sem perceber, se inclinou ligeiramente para o lado, como se algo invisível o puxasse para mais perto de Louis.
Me toque.
Foi só quando estava perigosamente próximo, a cabeça a meros centímetros do colo dele, que percebeu o quão longe ele tinha ido.
O cheiro de Louis o envolvia fazendo a mente de Harry girar. Ele engoliu em seco, lutando para ignorar a pressão crescente na boxer, que parecia insuportavelmente apertada naquele momento. Harry respirou fundo, tentando se recompor, mas a tarefa era quase impossível quando estava tão perto de algo que o atraía de forma anormal.
Louis percebeu tudo.
Seus olhos correram lentamente pelo rosto de Harry, absorvendo cada detalhe — o rubor que pintava suas bochechas, o olhar perdido, a respiração entrecortada. E então, com um sorriso lento e deliberado, ele se inclinou ligeiramente, diminuindo ainda mais a distância entre eles.
— Pois eu poderia jurar — Louis disse, a voz quase um ronronar — que, se não estivéssemos voando agora, você estaria de joelhos, Harry. Implorando... — Ele pausou, deixando o peso das palavras cair, antes de terminar, a voz ainda mais baixa: — Implorando pra colocar meu pau na sua boca e não parar até que eu enchesse ela de porra, na sua boca e no seu rosto.
As palavras o atingiram como um soco. Harry prendeu a respiração mordendo os lábios com força para não gemer de forma manhosa. Ele se sentia vulnerável, exposto, mas ao mesmo tempo algo dentro de dele vibrava com a intensidade daquela provocação.
Harry que sentiu seu corpo queimar abaixou o olhar apenas para perceber o estado em que estava. O pau já ereto pressionava contra o tecido de sua calça, tão evidente que era impossível disfarçar. Ele tentou cobri-la com a sua mão, numa tentativa desajeitada de esconder a situação, mas o toque apenas piorou tudo.
O atrito entre a palma da mão e o tecido fez um arrepio subir por sua espinha, e antes que percebesse, ele começou a se mover-lá de forma que lhe causava uma sensção gostosa demais. Era errado. Ele sabia disso. Estavam em um helicóptero em pleno ar, por Deus!
E Louis… Louis era o pai da sua namorada.
Mas o quão errado era isso quando o próprio Louis parecia estar provocando e ser o autor de cada reação em seu corpo?
Louis percebeu o que ele estava fazendo rápido demais. Seus olhos se estreitaram enquanto ele inclinava a cabeça ligeiramente, os olhos azuis cravados em Harry de uma frma quase predatória, obscura. Ele não disse nada, apenas observou de canto de olho o cacheado, perdido em seu próprio desejo, continuando a mover a sua mão, incapaz de parar até que gozasse.
— Tão desesperado assim, Harry? — Louis quebrou o silêncio em um sussurro que parecia atingir a pele de Harry em novos arrepios. — Mal pode esperar?
A pergunta fez Harry estremecer. Ele abriu a boca para responder, mas as palavras ficaram presas em sua garganta. Cada fibra de seu ser dizia que aquilo era um erro colossal, mas o corpo… o corpo tinha ideias completamente diferentes.
— Louis... — Harry tentou falar, mas sua voz saiu rouca e quebrada, carregada de um desejo que não podia mais controlar.
Me toque!
— Você gosta disso, não gosta? — A voz de Louis era suave, mas havia algo perigoso nela, algo que fazia Harry estremecer ainda mais. — A ideia de se tocar como uma vadia desesperada enquanto eu estou aqui... te enlouquece, não é?
Harry não conseguiu responder. Um gemido rouco e manhoso escapou de seus lábios, carregado de necessidade e desespero. Sua mente era um caos, perdida em um turbilhão de sensações que faziam seu corpo reagir a cada palavra, a cada olhar penetrante de Louis. Ele fechou os olhos, tentando conter o fluxo de pensamentos insanos, mas seus movimentos ficavam cada vez mais rápidos, mais descontrolados.
Os gemidos e sussuros ditados com "por favor" de Harry preenchiam a cabine do helicóptero, abafados pelo som das hélices. Louis sentiu algo se acender dentro dele, um calor avassalador que ameaçava quebrar sua concentração. Ele manteve os olhos fixos no painel de instrumentos, tentando manter o controle, mas o reflexo de Harry no vidro o atormentava – o corpo tenso, os lábios entreabertos, os dedos trabalhando em seu pau com um desespero que o fazia perder o ar.
Louis moveu a mão, ajustando um controle no painel, mas aproveitou para deslizar os dedos pelo encosto do assento, roçando de propósito o braço de Harry. O toque foi breve, quase acidental, mas a eletricidade que passou entre eles foi impossível de ignorar. Ele viu Harry tremer, o peito subindo e descendo em ritmo frenético, enquanto sua respiração se tornava ainda mais entrecortada.
— Olhe para mim, querido — murmurou Louis, a voz rouca, carregada de autoridade e desejo.
Harry abriu os olhos lentamente, o olhar vidrado, entregue. Louis prendeu a respiração por um momento, o controle que tanto lutava para manter começando a fraquejar enquanto a intensidade da situação o consumia.
— Eu quero ver você gozar aqui em cima — Louis ordenou, a voz baixa, carregada de desejo e autoridade.
Harry soltou mais um dos seus gemidos, a mão se movendo frenética em seu membro enquanto o calor subia por seu corpo em ondas intensas. O desejo o consumia, crescendo de forma quase insuportável, cada palavra de Louis alimentando o fogo dentro dele. Seus músculos começaram a tensionar, e com um último movimento desesperado, ele sentiu o orgasmo atingir como uma explosão, uma onda avassaladora que o fez perder o fôlego.
O corpo de Harry arqueou, os dedos se apertando ao redor de si mesmo, enquanto ele gemia alto, choroso sem conseguir se conter. Os sons de sua boca preenchiam a cabine, abafados apenas pelas hélices do helicóptero. Seus olhos semicerrados, brilhando de luxúria e vulnerabilidade, buscaram os de Louis, como se implorassem por aprovação. Louis permaneceu imóvel, os dedos crispados sobre os controles do helicóptero, o maxilar travado, trincado, enquanto o desejo faiscava em seus olhos. Cada gemido de Harry era uma tortura deliciosa, e o aperto desconfortável em sua calça se tornava desesperador.
Quando a onda orgásmica finalmente começou a evaporar de suas células, Harry deixou o corpo relaxar contra o encosto do assento, ofegante, o peito subindo e descendo em ritmo acelerado. O calor ainda queimava em sua pele, e a umidade visível da goza em sua calça era um lembrete explícito do que acabara de acontecer. O cheiro de sexo pairava na cabine, se misturando ao som constante das hélices.
O helicóptero começou a pousar em uma área afastada, no topo de um prédio imponente em meio ao condomínio privado que Louis praticamente comandava. Harry, ainda embriagado pelo orgasmo, olhou pela janela, sem se surpreender ao imaginar que aquele edifício provavelmente pertencia a Louis também. Tudo parecia parte do domínio dele, cada detalhe cuidadosamente controlado.
Louis, sentado ao lado, se moveu levemente na poltrona, afastando as pernas em um gesto deliberado. O seu pau já envergado latejava por uma atenção, a tensão evidente em seu corpo parecia clamar por alívio. Louis apertou o próprio pau a fim de conter a agonia se ter aquele garoto e ergueu os olhos para Harry, sua voz saindo baixa e carregada de autoridade:
— Venha até aqui.
Harry sentiu o convite como uma ordem, um comando silencioso que ele não tinha intenção de desobedecer. O cacheado foi recebido por mãos firmes que seguraram sua cintura modelada, o puxando para mais perto. Harry engoliu em seco quando ouviu Louis murmurar, o tom grave enviando arrepios pela sua espinha:
— Senta aqui — Louis disse puxando Harry para seu colo de maneira firme sem pressa.
Harry obedeceu, deslizando para o colo de Louis, as coxas abertas ao redor dele. O contato foi imediato e incendiário, o calor dos corpos se encontrando através das camadas finas de tecido. O pau duro de Louis pressionou diretamente contra a bunda de Harry arrancando dele um suspiro tremido.
As mãos de Harry foram instintivamente para os ombros de Louis, buscando apoio, enquanto as do sogro dele subiam pela cintura deslizando até a nuca para puxar ele mais perto. O olhar de Louis era voraz, faminto, e cada palavra que escapava de sua boca parecia carregar um peso insuportável.
— Você fica tão lindo assim, querido — Louis sussurrou com a voz rouca e baixa, como se fosse um segredo que apenas Harry deveria ouvir.
Harry tremeu, um arrepio correndo por todo o seu corpo. O peito subia e descia rapidamente enquanto ele tentava dizer algo, mas sua voz falhou no instante em que Louis levantou de maneira sútil os quadris, um movimento lento mas o suficiente para pressionar exatamente onde Harry estava mais sensível.
— Louis... — Harry disse mas as suas palavra morreram em seus lábios, se transformando em um gemido abafado que parecia incendiar ainda mais o olhar de Louis.
O movimento lento fez Harry arfar novamente, seus dedos apertando os ombros de Louis em um reflexo de puro prazer. Ele se inclinou para frente, os rostos tão próximos que suas respirações se misturavam. Louis observava cada reação com um olhar que era ao mesmo tempo dominador e adorador, como se Harry fosse uma obra de arte moldada apenas para ele.
— Assim — Louis murmurou, os dedos apertando a cintura de Harry o segurando no lugar. — Quero que sinta tudo.
O atrito, mesmo através das suas roupas, era sufocante. Harry arfou, jogando a cabeça para trás, o corpo reagindo sem escolhas buscando mais do prazer que Louis parecia administrar com uma precisão cruel. Em pequenas doses homeopáticas. Suas mãos deslizaram dos ombros de Louis até sua nuca, os dedos se entrelaçando no cabelo perfeito dele, enquanto sua pele se aquecia sob o toque quente e exigente de Louis.
Louis aproveitou o pescoço exposto de Harry, se inclinando para traçar beijos molhados e mordidas pela pele sensível dele. Cada contato arrancava novos gemidos de Harry, que agora movia a sua bunda com mais intensidade contra o pau dolorido de Louis, cada vez menos hesitante, cada vez mais desesperado.
Santo Deus, ele podia sentir tudo. Tudo de Louis.
— Perfeito — Louis murmurou contra a pele de Harry, a voz rouca e possessiva, cada palavra como um selo de aprovação. Ele repetiu, quase como um mantra, os lábios roçando na pele quente. — Perfeito, perfeito, perfeito...
Aquelas palavras queimaram algo profundo em Harry, o que fez Louis puxar Harry para um beijo faminto e urgente. As línguas se encontraram em um choque selvagem, refletindo a intensidade que vibrava entre eles. As mãos de Louis passeavam sem destino certo pelas laterais do corpo de Harry, traçando o caminho das costelas até os quadris, onde os dedos apertaram com força antes de deslizarem mais para baixo. O tecido justo da calça skinny parecia conspirar com Louis, realçando cada curva que ele queria tocar.
Quando os dedos finalmente alcançaram a bunda firme de Harry, Louis não hesitou. Ele apertou com força, arrancando um gemido rouco, urgente e mimado dos lábios entreabertos de Harry, como se o som tivesse escapado de forma involuntária, mas carregado de necessidade. Aquele som foi tudo o que Louis precisava para incendiar ainda mais o desejo que o consumia. Ele rosnou baixo que vibrou contra os lábios de Harry.
Harry, tomado pelo calor crescente, empinou os quadris instintivamente, pressionando o próprio pau rígido em sua calça contra o de Louis.
Ele precisava de mais, muito mais, e o corpo implorava por algo que só Louis poderia dar.
Louis, incapaz de conter sua própria fome, deslizou uma mão firme até o pescoço de Harry, o afastando de seus lábios. Seus olhos queimavam com um misto de controle e adoração enquanto observava o jovem rebolar em seu colo, desesperado por algo mais, algo que Louis estava pronto para conceder — mas no momento exato que quisesse.
— Olha pra você — Louis murmurou a voz rouca e carregada de luxúria. — Implorando como se fosse só meu... porque é.
A visão era deliciosa, para caralho.
Foi com esse pensamento que Louis deixou sua mão deslizar, libertando sua ereção com um movimento firme.
Grossa, rígida, a ponta brilhando com gotas de pré-gozo. Os olhos de Harry estavam fixos no membro, quase hipnotizados. A íris verde parecia engolida pela escuridão de suas pupilas dilatadas, revelando o desejo que transbordava
O pau de Louis latejou, pulsando de forma perceptível, arrancando um leve franzir das sobrancelhas de Harry. Sem hesitar, ele ergueu uma mão trêmula, os dedos fechando com cuidado em torno do comprimento pulsante.
Louis observava cada detalhe: os olhos atentos de Harry seguindo o movimento, a delicadeza com que sua mão subia e descia, o desaparecimento e reaparecimento da glande em sua palma.
Quando Harry pressionou a ponta, espalhando o pré-gozo pela pele quente, um gemido rouco escapou da garganta de Louis. Ele segurou a cintura de Harry com firmeza, controlando-se. Não. Harry não merecia algo apressado, bruto, apenas para aliviar a tensão que queimava em seu corpo.
Harry merecia algo mais. Merecia ser levado ao êxtase devagar, tão intensamente que o faria perder o fôlego — talvez até chorar.
O pau de Louis pulsava, como se reforçasse os pensamentos que corriam em sua mente. Ele inclinou-se, deixando os lábios tocarem o lóbulo da orelha de Harry, sussurrando com a voz carregada de desejo:
— Me deixa te foder, meu amor.
Harry parecia que havia entendido o que Louis queria e aumentou a pressão do seu punho, o tornando mais apertado.
— Por favor — Harry murmurou, a voz firme, completamente entregue.
Mas antes que fosse longe demais, Louis segurou o pulso dele, o forçando a parar. Qualquer outro deslize e ele gozaria ali mesmo.
Harry obedeceu, soltando o membro quente e pulsante. Seus dedos, agora úmidos com o pré-gozo de Louis, subiram até os lábios. Lentamente, ele passou a língua sobre cada um deles, saboreando, os olhos verdes nunca desviando do azul intenso que o encarava.
A pressa que correu nas veias de Louis e Harry os fizeram agir rapido. Harry desceu as mãos trêmulas até o cós da calça skinny e, num movimento rápido e preciso, a puxou para baixo junto com a sua boxer molhada pelo seu prazer anterior e atual.
Louis deixou que seu olhar percorresse cada centímetro de Harry, devorando-o com a intensidade de alguém que havia esquecido o que era controle. O corpo exposto de Harry era uma obra de arte, feito para ser admirado — e reivindicado. Cada curva, cada linha, parecia gritar pelo nome de Louis. O pau de Harry pulsava, junto com o de Louis exposto, com o pré-gozo escorrendo lentamente pela glande inchada e sensível. O desejo nos olhos de Louis era lgo tão bruto que Harry quase se contorceu sob o peso daquele olhar.
Quando Harry voltou a sentar no colo de Louis, a sensação da pele nua contra a ereção molhada fez ambos perderem o fôlego. A bunda quente de Harry pressionada contra o pau rígido de Louis era enlouquecedora, um contraste entre o calor avassalador e o controle que escapava por entre os dedos de ambos.
Louis contraiu o maxilar, tentando manter um resquício de sanidade, mas a ideia de estar dentro de Harry o consumia por completo. Um desejo profundo e incontrolável tomava conta dele, um desejo que o fazia perder o ar.
Certamente não era a sua primeira vez com um homem, mas Louis despertava algo em Harry que ia além do prazer físico. Era um impulso bruto, uma necessidade quase destrutiva. Ele podia ver isso nos olhos de Louis — um mar escuro e tempestuoso, cheio de camadas de desejo que se misturavam com algo mais profundo.
Por ele.
A mão de Louis, agora mais marcada por veias saltadas, percorreu as pernas, as coxas, até a cintura apertando a carne macia com tanta firmeza que parecia quase doloroso.
Para marcar.
Harry soltou um som, e Louis viu, pela primeira vez, algo como uma luz divina. Naquele momento, ele percebeu que, aos seus olhos, Harry era uma visão celestial.
As maçãs do rosto estavam coradas, tingidas por um rosa intenso que refletia sua excitação. A boca, vermelha e ligeiramente inchada de tanto ser mordida pelos próprios dentes, brilhava com a umidade da saliva.
Tentador e irresistível.
A luz do sol, filtrada pelas janelas do helicóptero, banhava sua pele, criando um brilho dourado que fazia Harry parecer um anjo caído, moldado para o pecado. Seus olhos verdes, mais claros do que nunca, reluziam como esmeraldas sob a luz, enquanto as pupilas dilatavam, denunciando o prazer que corria por seu corpo.
Era uma visão capaz de fazer Louis perder o fôlego, um espetáculo que parecia existir apenas para ele.
As mãos de Louis continuaram sua jornada, descendo até a bunda redonda e empinada de Harry. Ele a apertou com firmeza, a força suficiente para deixar as marcas de seus dedos cravadas na pele macia, como uma assinatura que gritava posse. Harry mordeu o lábio inferior, tentando conter o gemido que ameaçava escapar.
Louis puxou Harry para mais perto e com os dedos molhados em sua própria lubrificação, Louis os guiou até a entrada estreita de Harry, circulando o pequeno buraco antes de pressionar, forçando a entrada.
Harry não aguentou e fechou os olhos, a cabeça tombando para trás enquanto uma respiração entrecortada escapava de seus lábios.
— Abra os olhos — Louis ordenou, agarrando o queixo de Harry o forçando a encarar novamente. Manter seus olhos um no outro. — Eu vou te destruir, querido.
Porém, ao contrário de medo, Harry sentiu um prazer avassalador com aquela frase, tornando seu buraco menos apertado para o dedo de Louis e o pau se molhando ainda mais de pré-gozo.
— Eu vou te foder tão bem, e vai ser tão bom, tão bom que você me sentirá por dias em seu buraco. Eu fiquei marcado em você como uma marca que consome tudo — Harry se contorce rebolando no colo de Louis e esfregando sua bunda contra o pau duro que pressionava entre suas coxas. — Eu serei o dono dos seus pensamentos. — E em um golpe certeiro, Louis acerta a próstata de Harry o fazendo gritar abafado naquele helicóptero estacionado, cercados apenas pelo céu e pela vastidão verde.
— Mais, Louis... — Harry implorou, ofegante rebolando nos dedos dele. — Por favor... Mais... Mais..
— Calma, querido — Louis retirou os dedos devagar, provocando um suspiro frustrado de Harry. Ele o ergueu com firmeza pela cintura, alinhando a entrada com a cabeça do pau grosso e pulsante.
Louis empurrou devagar, e o pau dele tremulou ao sentir o buraco apertado de Harry se acomodando ao redor, quente e acolhedor, como se tivesse sido feito para ele. Cada centímetro que entrava arrancava gemidos altos e desesperados de Harry, que não conseguia segurar a voz.
Ele gemia como uma vadia desinibida, cada vez mais alto, tão alto que parecia querer ser ouvido por todo o céu ao redor. O helicóptero balançava levemente, testemunhando o frenesi, enquanto o suor escorria pelas pontas dos cabelos de Harry. Louis passou os dedos pelos fios úmidos, um toque breve de carinho que logo se desfez quando ele começou a levantar o quadril com força, suas investidas ferozes arrancando suspiros e gritos ainda mais altos de Harry.
Louis o comia com força, cada estocada mais profunda do que a anterior. O som molhado de seus corpos se chocando preenchia o espaço. Louis não podia deixar de observar o quão bonito Harry estava naquele momento, sentado em seu colo, acomodado em seu pau.
O recebendo tão bem.
Tão fundo em sua bunda.
Ele deu uma estocada bruta que arrancou o fôlego de Harry, fazendo-o choramingar. O contraste entre o corpo de Harry, que pedia delicadeza, com sua pele imaculada, tão clara quanto algumas nuvens distantes no céu, e a brutalidade de Louis, socando, estocando, metendo sem piedade, era avassalador.
Aquela comparação tão suja e obscena viveria nos pensamentos lúbricos para sempre.
— L-Louis... eu... eu vou... — Harry gemeu, ofegante, o fôlego saindo com esforço de seus pulmões. O helicóptero chegava à coisa proibida, enquanto o som ecoante das peles se chocando só fazia o tesão aumentar.
— Porra, você é uma puta tão boa, tão boa pra mim, querido — Louis disse, a voz rouca rosnando contra os lábios de Harry.
Louis continuou estocando até o momento em que se afastou de Harry.
— Vire. Vire de costas pra mim.
Harry, obviamente, obedeceu, se afastando do pau de Louis e virando de costas para ele, que teve a visão mais majestosa quando colocou o pau de volta no buraco de Harry, inclinando-o sobre o controle cíclico do helicóptero. A imagem do pau entrando e saindo era alucinante, fazendo sua cabeça girar em 180 graus.
A maneira como Harry se empinava para recebê-lo cada vez mais forte dentro de si, a forma como rebolava, era intoxicante.
Louis agarrou os cabelos de Harry, puxando-os entre os dedos, enquanto a curva de seu quadril contra a pélvis de Louis ficava gravada em sua mente.
Com uma das mãos livres, segurou firme a cintura de Harry, mantendo-o no lugar enquanto sentia seu pau contrair e esporrar fundo dentro dele.
Louis havia gozado, e Harry, ao sentir o calor quente o preenchendo, pensou que se tornaria facilmente um viciado em receber a porra de Louis dentro da sua bunda.
O alívio que tomou conta de Louis, como uma tormenta que se dissipava, o fez relaxar. Mas, instantes depois, com o movimento da bunda de Harry rebolando, Louis deu uma última estocada, arrancando de ambos um gemido alto. Harry quase gritou ao cair contra o colo de Louis, que o segurou, passando devagar a ponta do nariz pela bochecha suada de Harry.
— Shhhh... — Louis sussurrou, conduzindo o quadril de Harry a rebolar. Devagar, tão devagar. — Devagar, meu amor... assim.
— Hmm... — Harry gemeu, choroso, sentindo a pressão de Louis dentro de si.
Era tão bom.
Louis só queria manter seu pau naquele lugar apertado, quente como um aquecedor.
O seu aquecedor de pau.
Ele não demorou a gozar novamente, o prazer escorrendo do buraco de Harry, molhando as suas bolas.
Os dois permaneceram na onda de um orgasmo atrás do outro, enquanto a respiração de Harry se alterava ao alcançar o quarto clímax seguido.
Talvez Harry estivesse redondamente errado ao afirmar que não deixaria Louis o destruir, porque permitiria, sem hesitar, que o mesmo cenário se repetisse centenas de vezes.
Incontáveis vezes.
olá novamente babies, voltei, voltei com uma história nova e também para agradecer bastante. agradecer a todos os likes, a todos os comentários, seguidores, compartilhamentos, muito, muito obrigada. eu não tenho palavras para agradecer a todos vocês.
principalmente a maior delas, a minha amiga que me impulsiona assim como vocês @ihrryboobies, san, eu não tenho palavras pra você amiga, você é incrível, eu te admiro muito. se um dia me for permitido espero te abraçar bem forte e compartilhar com você a figurinha, a maior figurinha da minha cartela.
no fim, obrigada a todos vocês por deixarem fazer o que eu amo novamente que é escrever.
Obrigada! Até breve, e eu volto ein
Tenham um boa noite, xero no coração. 🥹🪽

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The Other Woman
💋Harry não conseguia se conter, não quando se tratava de Louis Tomlinson sócio direto do seu pai e não pararia até que tivesse seu cuzinho fodido pelo homem casado que ela tanto admirava.
Avisos: sexo anal, hinter, exibicionismo, degradation kink e menção ao breeding kink
💋
Minhas noites de verão poderiam facilmente serem descritas em pensamentos eróticos que camuflavam grande parte da minha mente desde que conheci Louis Tomlinson, o sócio do meu pai. Para Tomlinson, Desmond era Sr. Styles, mas eu queria também que pudesse ser "sogro". Mesmo que as circunstâncias não estivessem de acordo para que isso acontecesse.
Louis era casado há longos anos, não sei ao certo quantos mas nós sempre éramos convidados para comemorar suas bodas com Marylin. Porém isso não me impedia de cobiçá-lo e encarar inúmeras vezes seu cacete grosso que insistia em marcar nas calças sociais quando ele sentava com as pernas separadas. A minha bucetinha pulsava quando eu me pegava imaginando em como seria sentar nele e ter a grutinha alargada por todo aquele caralho grosso que marcava sem esforço.
Sua tarefa favorita além de participar do golfe nos fins de tarde era exibir que tinha uma eposa dizendo o quanto a amava. Vivia mostrando aos amigos sua aliança de ouro branco e seus lindos três filhos adolescentes que nunca sequer me chamaram tanta atenção quanto o pai. Louis já passava dos trinta e oito anos, tinha um sorriso invejável, músculos fortes, quadriceps torneados que mais tarde eu descobri que minha tarefa favorita era esfregar a bucetinha ali em meio aos nossos encontros escondidos. Eu amava a forma que sua pele bronzeada das coxas ficava brilhante e pegajosa por culpa do meu melzinho gostoso que escorria enquanto eu me esfregava nele, e a maneira sua boca atrevida chupava meus peitinhos gostosos. Ele era definitivamente viciado em meus peitos.
Nós nos conhecemos quando eu tinha dezoito anos e lembro-me bem da forma que ele costumava tocar a cintura de Marilyn enquanto a abraçava por trás após a reunião de negócios que papai havia feito aqui em casa. Naquele dia esfreguei incessantemente a minha bucetinha melada imaginando aqueles dedos grossos me fodendo e pensando como seria o pau de Louis. Ele provavelmente era grande e grosso o suficiente para deixar minha xotinha inchada e pingando a sua porra por todo o chão marmorizado da casa. Bom, algum tempo depois eu tive certeza disso.
Depois daquela noite eu não consegui parar de pensar em como seria perder a virgindade da minha bucetinha com um homem tão viril e experiente quanto o senhor Tomlinson. Eu pouco me importava se ele carregava consigo filhos e uma mulher, eu apenas queria seu caralho enterrado na minha xotinha sem qualquer objeção enquanto ele sussurrava baixinho que eu era sua amante mais putinha e gostosa, ao mesmo tempo metendo os dedos no meu cuzinho enquanto abafava meus gemidos com sua outra mão grande para ninguém desconfiar do quanto senhor Tomlinson era tarado por uma buceta novinha e bem meladinha.
Com o passar do tempo eu não tive medo em parecer uma oferecida. Diversas vezes papai convidava Tomlinson e sua família para nossa propriedade e sempre que eu enxergava sua Bugatti Veyron através das vidraças, eu trocava meus vestidos rodados por vestidos colados mais curtinhos onde meus peitos grandes pudessem ser marcados e meus mamilos avantajados ficassem a mostra, assim como a minha buceta inchada também ficava livre toda vez que eu me abaixava para pegar algo. Aqueles vestidos eram uma perdição, faziam com que eu me sentisse um verdadeiro objeto e mesmo se eu fosse, eu não me importaria em ser um objeto usado por Louis, aonde ele pudesse usar minha buceta como quisesse para depois a maltratar com tapas.
── Harry querida, será que você pode por gentileza buscar uma garrafa de vinho da adega?
Papai pediu com calma enquanto Alice colocava á mesa nossos pratos para o almoço de domingo.
── Claro papai. ── Sorri em resposta.
Antes de me levantar da mesa puxei meu vestido para baixo na altura dos seios, deixando um dos meus mamilos gordinhos escapar propositalmente, fazendo o olhar desejoso de Louis cair sobre meu decote grande. Esfreguei as coxas uma nas outras e mordi o lábio inferior aproveitando seu olhar safado no biquinho do meu peito, sorrindo quando vi ele apertar seu cacete por baixo da mesa e levar a mão livre até a coxa de Marilyn que se envolvia em uma conversa com papai, ele apertou tão forte que foi inevitável não me imaginar no lugar de sua esposa.
Caminhei até a adega sem arrumar meus peitinhos dentro do vestido, esbarrando com alguns funcionários da casa e sorrindo vitoriosa ao perceber seus olhares safadinhos para os meus peitos grandes. Desde quando Louis despertou o meu tesão, eu passei a agir feito uma vagabunda gulosa por pau. Eu masturbava minha xotinha de portas abertas quando papai não estava em casa só para os funcionários enxergarem minha bucetinha rosa e inchadinha pigando tesão, tomava banho de piscina sem roupa de banho, andava com saias minúsculas sem calcinha para o motorista passar os dedos entre minha bucetinha gordinha.
Matt por sinal era bom em brincar com meu grelinho, mas eu queria mesmo ser somente de Louis, por isso nunca deixei Matt ultrapassar barreiras, nem mesmo penetrar os dedos na minha xotinha. Ele só tinha passe livre para tocar minha buceta e mamar nos meus peitinhos quando ia me levar a escola. Eu amava quando ele parava em alguma rua deserta e pedia para eu sentar em seu colinho, eu sempre ficava louca sentindo seu pau tocando minha bucetinha enquanto sua boca mamava meus peitos.
Atravessei a adega e fui para a ala de vinhos italianos antigos, eles são definitivamente os favoritos de Louis e eu amo ouvir seu gemido de satisfação ao beber o vinho. Quando eu estava prestes a sair, senti uma presença masculina rodear minha cintura em um abraço gostoso. De imediato pensei que fosse Matt, mas segundos depois olhei para as mãos que repousavam em cima da minha barriga e reparei na aliança grande e nos dedos grossos com o vinte e oito tatuado. Sorri largo e gemi manhosinha sentindo as mãos subindo lentamente pelas laterais da minha cintura e apertando meus peitos sem pudor algum enquanto pressionava o cacete grosso na minha bunda gordinha coberta pelo vestido fino e minúsculo que subia com qualquer movimento brusco.
── Senhor, o que está fazendo, hm?! ── Perguntei baixinho inspirando fundo, rebolando gostoso no seu caralho entre as bandas do meu bumbum.
Minha bucetinha melada escorria meu melzinho pelas minhas coxas e eu precisava ser tocada ali.
── Não haja como se não soubesse o que está acontecendo aqui princesa.
As mãos firmes de Louis abaixaram rudemente meu decote e meus peitos gordinhos saltaram, eu não consegui conter meu gemido jogando o pescoço para trás, deixando meus cachos longos e macios encostarem em seu peitoral coberto.
── Você tá parecendo uma putinha exibindo esses peitinhos gostosos pra mim, acha que eu não reparo o jeito que você me olha sua vagabunda? ── Tomlinson soprou contra minha orelha, espremendo os biquinhos dos meus peitos entre deis indicadores e polegares fazendo meu corpinho tremer de tesão.
── Hmm Lou, a verdade é que eu sempre quis sentir esse cacete gostoso comendo minha bucetinha virgem. ── Gemi manhosa esfregando minha bunda no seu caralho bem duro, eu conseguia sentir o formato da cabecinha gorda entre as bandas do meu bumbum.
── Mas você é tão novinha bebê, deve ser tão apertadinha e já é assim tão safada por rola?
Louis sussurrava contra minha orelha enquanto apertava meus peitos com suas mãos firmes, seu pau grosso roçava no meu bumbum descoberto e seus lábios beijavam o topo da minha cabeça delicadamente. Meus cabelos estavam jogados em seu peitoral e meus olhos fechados apreciando todo aquele carinho gostoso que estava recebendo em meus peitinhos, a minha xotinha já estava toda meladinha esperando por aquele caralho grosso me fodendo ali entre as garrafas de vinho caro.
── Fica peladinha pra mim amor, quero ver essa bucetinha e esses peitinhos gostosos. ── Tomlinson soltou meus peitos dando um último beliscão em meus mamilos e eu choraminguei com a falta de contato entre nós.
Ele se sentou na poltrona de couro preto próximo ao painel de vinhos franceses e pela primeira vez eu consegui enxergar sua feição. Seus olhos azuis escuros me encaravam com firmeza, seus primeiros botões estavam desabotoados e seu cacete marcava perfeitamente na calça social.
── Sim senhor. ── Murmurei e prendi o lábio entre dentes.
Louis me observava como um predador, desatoboando sua calça e tirando de dentro dela somente seu cacete e suas bolas pesadas. Ele não usava cueca e estava completamente duro pingando sobre o tecido de brim da sua camisa cara, seu pré gozo manchava seus botões e pintava parte da roupa, ele parecia não se importar. Meus olhos imediatamente arregalaram ao ter a confirmação do quão grande e grosso senhor Tomlinson era. Seu caralho tinha as veias saltadas e a cabecinha gorda vermelhinha pingando pré porra em abundância, suas bolas pesadas formavam o conjunto perfeito pra todo aquele comprimento e grossura. Ele tinha poucos pelos que faziam um caminho extremamente sexy até seu umbigo.
── Sabia que eu adoro putinhas novinhas igual você, princesa? ── Ele rodeou a cabecinha do seu pau espalhando sua pré porra ali. ── Ainda mais se fizerem o que eu mando...
Seus dedos grossos rapidamente envolveram seu caralho babadinho de pré porra, batendo uma punheta gostosa observando a maneira que eu tirava meu vestidinho. Aos poucos eu ia revelando minha bucetinha gordinha, minha barriga lisinha e um pouquinho saliente e meus peitos grandes. Minha xotinha estava tão molhadinha que era possível ver o brilho do meu melzinho na parte interior das minhas coxas grossas, meu grelinho pulsava e era possível vê-lo inchadinho entre os lábios da minha buceta, vermelhinho e implorando pela boca gostosa de Louis me chupando enquanto aquela barba tocava o interior das minhas coxas.
── Tão gostosa amor... Quem diria que a filhinha do Des fosse tão vagabundinha assim... ── Ele sorriu lateralmente sem parar de mover sua mão para cima e para baixo no comprimento grosso da sua rola. Eu estava louca pra cair de boca naquele caralho. ── Vira de costas e se abre com as mãos bebê, quero ver seu cuzinho piscando pra mim.
Sua voz rouca causou espasmos no meu corpinho e meus mamilos ficaram ainda mais durinhos apontando em sua direção. Mordi o lábio inferior e me virei de costas rebolando meus quadris, levando ambas as mãos nas bochechas do meu bumbum, balançando e apertando minha carne farta. Ouvi Louis grunhir e os barulhos do seu caralho pesado e molhado ficarem ainda mais fortes. Apertei meu bumbum com mais força e abri minhas bandas deixando que ele pudesse enxergar meu cuzinho pequenininho e rosado, junto a minha xotinha meladinha escorrendo melzinho.
── Que cuzinho gostoso amor, você também nunca deu ele?
Olhei por cima dos ombros e ele estava batendo punheta enquanto desabotoava a camisa com a mão livre, expondo sua pele bronzeada e suas tatuagens em seu peitoral e abdômen viril.
── Não senhor. ── Gemi manhosa, passando os polegares nas bordinhas do meu cuzinho.
── Geralmente novinhas safadas igual você dão só o cuzinho e ficam com ele bem esfoladinho, só pra falarem que a bucetinha é virgem quando na verdade adoram dar o cu.
Continuei olhando por cima dos ombros e Louis se masturbava com as coxas esparramadas, apertando sua pele coberta pela calça social e os lábios vermelhos preso entre os dentes. Lambendo o meu dedo indicador, pressionei ele em meu cuzinho com a bunda bem empinadinha na direção de Louis, sem quebrar nosso contato visual, pensando em como seria ter todo seu caralho grande tirando a minha virgindade, enquanto eu esfregaria meu grelinho tendo o rabinho fodido por aquele cacete grosso.
Penetro a pontinha do meu dedo no cuzinho com facilidade já que as vezes eu brincava sozinha com alguns dedinhos no meu cuzinho e sempre ficava molhadinha. Eu adorava ter essa área preenchido. Eu nunca entendia quando as minhas amigas da minha idade faziam expressões de nojo ou diziam que nunca fariam sexo anal, se na verdade era uma das coisas mais gostosas a se fazer durante o sexo.
── Meu cuzinho é virgem senhor, não consegue ver o quão pequenininho e apertado meu cuzinho é? ── Rebolo gemendo baixinho e manhosa.
── Princesa vem cá!
Louis bateu em suas coxas e prontamente eu o obedeci. Sabia bem o que ele queria.
Caminhei até seu colo e passei as pernas ao redor de suas coxas separadas, encaixando minha xotinha melada em seu cacete duro. Gemendo manhosa ao sentir seu caralho roçar no meu grelinho sensível.
── Você se oferece feito uma vagabunda. Acha mesmo que aguenta meu caralho, vadia? Seu cuzinho é tão pequeno, acho difícil você aguentar.
── É claro que eu aguento senhor, e mesmo que eu não aguente você pode me usar da maneira que quiser.
Louis riu nasalmente com a minha frase. Eu me esfregava inconscientemente em seu pau, melando a cabeça do seu caralho com a minha buceta que pingava aos montes deixando tudo ainda mais gostoso.
── Se esfrega no meu cacete então putinha, goza assim e depois decido se você merece ser comida ou não.
Minhas mãos seguraram seus ombros fortes e as suas se prenderam em minha cintura para me ajudar nos movimentos. Movia minha pélvis para frente e para trás deixando que vez ou outra a cabecinha gorda do seu cacete entrasse na minha bucetinha. Louis gemia rouco e baixinho distribuindo beijos por meu pescoço e meus peitinhos que balançavam em frente ao seu rosto. Meu grelinho pulsava com os movimentos enquanto sua boca agora maltratava os biquinhos dos meus peitos.
Eu não aguentaria muito tempo, era demais sentir o pau grosso escorregar vez ou outra pra dentro da minha buceta quando tudo que eu queria era ser fodida por ele até desmaiar em seu colo, ser usada como a verdadeira putinha que era. Poder servir de depósito de porra do papai para que ele se sentisse completamente aliviado, enquanto eu no final deveria parecer apenas usada. Estávamos suados e ofegantes, meus cabelos grudavam nas minhas costas e Louis tinha as bochechas um pouco rosadas devido o esforço. Eu não sei como definitivamente esconderíamos o que estávamos fazendo.
Louis escorregou suas mãos para minha bunda e não se limitou em apenas apertá-la, ele distribuía tapas fortes que queimavam minha pele e serviam de combustível para que eu acelerasse meus movimentos.
── Vadia deixa eu gozar dentro da sua buceta. ── Ele pediu mais como uma ordem.
Eu prontamente aceitei, estava desesperada para ter sua porra preenchendo minha buceta. Levantei um pouco o quadril e deixei seu cacete entrar na minha xotinha. A glande gorda e avermelhada escorregando com facilidade para dentro e seu comprimento entrando pouco a pouco. A dor era sustentável. Eu poderia aguentar perfeitamente qualquer coisa que vinhesse de Louis.
── Princesa você é tão apertadinha. ── Louis gemeu baixo jogando a cabeça para trás.
Uma de suas mãos tocou meu clitóris que estava encostado em sua pélvis, ele esfregou lentamente me causando espasmos e em resposta levantei o quadril para que pudesse simular uma cavalgada. Sorri ao sentir suas coxas tremendo embaixo de mim e sua porra ser despejada dentro da minha bucetinha, que agora também pulsava em um orgasmo intenso. Agarrei os cabelos de sua nuca e enterrei meu rosto em seu pescoço gemendo alto como uma putinha, arquejando minhas costas sentindo sua porra escorrendo por minhas coxas. Ele havia me deixado completamente cheia de seus bebês como sempre sonhei. Eu estava realizada.
Sorri contra sua pele e o beijei como se dependesse disso para sobreviver. Ele não estava esperando um beijo, mas cedeu ao sentir minha língua tentando ultrapassar a barreira dos seus lábios. Ele segurou delicadamente minha cintura enquanto minhas mãos continuavam alternando entre ombros e nuca. Ele me beijava com carinho, deslizando seus lábios de maneira tão calma que não combinava com a forma que estávamos encaixados. Seu pau ainda dentro da minha xotinha enquanto sua porra escorria me deixando ainda mais meladinha.
── Se vista e volte para o almoço antes que seu pai e minha esposa descubram.
💋
Após aquele dia Louis e eu nos tornamos ainda mais próximos. Sempre que ele visitava a nossa residência fazia questão de me cumprimentar com abraços e beijos no topo da minha cabeça. Eu me sentia tão bem tendo a atenção do meu homem. Eu sentia que Louis era meu, mesmo que ele fosse casado, tivesse filhos e sempre estivesse andando por aí de mãos dadas com Marilyn. Eu adorava sentir seus dedos acariciando minhas coxas por debaixo da mesa de jantar ou sua boca chupando meus peitinhos quando arranjávamos tempo para nos encontrar a sós. Mas nunca era tempo o suficiente para foder.
Por mais que eu ficasse frustrada por nunca acontecer o sexo da maneira que queríamos eu ainda ficava satisfeita e feliz por ter suas mãos e sua boca em lugares inusitados.
Marilyn também me adorava e sempre ficava muito feliz ao me ver, mas eu a odiava. Odiava saber que mesmo que ele me tocasse era ele que dormiria agarrado com ele no fim das noites, enquanto deveria ser eu em seu lugar, porém era boa em fingir ter simpatia com a mulher. Por mais que ela fosse mais velha que eu, a diferença entre as idades era curta e ainda gostávamos de algumas coisas em comum como: falar sobre moda, vestidos, ir a manicure juntas e cozinhar. A casa de Louis havia se tornado uma segunda casa visto que Marylin sempre me chamava para passarmos a tarde juntas e eu sempre era contemplada com a vista de Louis sem camisa e com bermudas sem que usasse sequer cueca por baixo.
Os meus dias prediletos eram os que usávamos a piscina e seus filhos não estavam por perto pois sempre que Marilyn ia tomar banho, eu me certificava de invadir o escritório de Louis e dar meus peitinhos para que ele pudesse mamar enquanto brincava com minha buceta. Eu apenas colocava a cortininha do biquíni para o lado e deixava com que ele me usasse como bem queria.
Continuamos nessa rotina por cerca de alguns meses e Louis totalmente louco com a vontade de me foder da forma que queria, inventou para minha família que ele, sua esposa e os filhos fariam uma viagem em família para o Caribe e como Marilyn me adorava, ela queria a minha presença. Ele veio pessoalmente pedir a Desmond e minha mãe, que imediatamente concordaram com a ideia. Para sua mulher, Louis havia dito que faria uma viagem á negócios, então por isso que viajaria sozinho.
Nós viajamos no meio da semana, eu estava tão animada. Chegamos em um resort privativo na Colômbia em poucas horas já que fomos de jatinho, a noite ele me levou para um jantar e o tempo inteiro era romântico comigo. Ríamos de piadas bobas, sua mão acariciava o fim das minhas costas e ele não sentia medo de demonstrar carinho por mim visto que ninguém nos conhecia. Trocávamos beijos a todo momento e ele fazia questão de me elogiar sobre tudo o que eu fazia. Havia também certas provocações quando ele beijava meu pescoço em público e sussurrava sobre o quanto eu estava gostosa fazendo o papel de sua mulher, mas ainda ele conseguia ser romântico.
Naquela mesma noite fomos a praia que acontecia um luau pequeno, muitos bebendo bebidas caras e aproveitando o calor excessivo. Fiquei feliz por Louis ter me apresentado como sua mulher para aquelas pessoas que não conhecíamos, eu me senti amada e importante pela primeira vez.
Quando voltamos para a casa alugada por ele, Louis não aguentou me esperar e chupou a minha bucetinha durante o banho. Ajoelhou enquanto eu estava de costas lavando meu corpo e abriu minha bunda com ambas as mãos abocanhando minha bucetinha por trás, imediatamente me empinei e deixei que ele me comesse com sua boca. Ao levantar ele segurou meu pescoço por trás e encaixou seu caralho babado na minha grutinha metendo sem cuidado, me fodendo rápido e forte, gemendo rouco e baixinho no meu ouvido. Sussurrando como eu era uma boa vagabunda, alternando suas mãos entre apertar meus peitinhos e beijos no meu pescoço enquanto nos molhávamos na água gelada, com minhas unhas arranhando o ajuleizo branquinho que deixava a ponta dos meus dedos vermelhinha. Louis gozou tão gostoso dentro de mim sussurrando que me engravidaria e que iria me deixar cheia com seus filhos. Depois transamos na cama, totalmente molhados, eu chupei seu pau enquanto ele mamava meu grelinho metendo dois dedos no meu cuzinho, falando como como meu grelo parecia maior e mais apetitoso quando ele metia no meu rabinho.
Mas naquela noite não fizemos anal, nem nas outras noites.
Eu estava preenchida pela frustração que era nunca ter seu pau abrindo meu cuzinho como sempre imaginei.
Estávamos no resort há duas semanas, de dia explorávamos ilhas, almoçávamos em restaurantes chiques e a noite eu era fodida durante toda a madrugada pelo meu homem, sempre achando que eu ia ser comida no cuzinho mas nunca acontecia. Faltava alguns dias para nossa viagem chegar ao fim então decidi que tomaria a iniciativa.
💋
Louis havia alugado um iate para nós dois, estávamos próximo a uma ilha aproveitando a praia privada apenas para nós. Na noite passada dispensei a camareira e as cozinheiras do barco e na manhã de hoje era apenas nós dois. Acordei ao seu lado com a luz solar ultrapassando as janelas grandes do quarto do iate que era avaliado em cerca de setecentos mil dólares. Beijei seus lábios vermelhinhos e corri para o banheiro tomando um banho frio de banheira, preparando minha pele a deixando completamente hidratada, coloquei um biquíni que ainda não havia usado, ele era menor que qualquer um que eu já havia vestido, deixava minha bucetinha marcada e bem transparente e meus peitinhos marcados. Preparei um plug com a ponta diamantada e rosinha, enfiando no meu cuzinho para que ele ficasse um pouquinho mais dilatado e fui pegar sol na proa do iate.
Deitada na cadeira com óculos escuros relaxei sentindo o sol queimar a minha pele para reforçar a marquinha que Louis amava.
Com os olhos fechados ouvi o barulho de jets ski se aproximando e sabia que me divertiria um pouco antes de Louis acordar. Quatro homens em dois jets pilotavam lentamente pela área e se aproximavam do iate, mordi o lábio inferior e fingi ir apreciar a vista da praia, coloquei meus peitinhos para fora e me apoiei na barra da proa dando uma visão privilegiada aos homens que sorriam e me elogiavam em espanhol.
── Amor, o que está fazendo bebê? ── Louis surgiu atrás de mim me fazendo ter um breve susto.
Sua voz levemente rouca e seus cabelos um pouco bagunçados me fizeram estremecer.
── Sempre soube que era uma puta, mas tinha esquecido como era uma vagabundinha exibicionista. ── Ele deu um tapa forte na minha bunda.
Os rapazes dos jets faziam o retorno e direção de onde tinham vindo, mas Louis interviu.
── Ei rapazes, fiquem por favor! ── Ele gritou em espanhol.
Louis era ótimo falando espanhol e eu sempre babava na maneira como ele ficava gostoso falando outra língua além da nossa língua materna.
── Vagabunda, vou te comer tão gostoso hoje... ── Louis me agarrou por trás.
Suas mãos acariciavam minha barriga, subindo para meus peitinhos macios livres do biquíni, apertando meus biquinhos sensíveis. Ele foi rápido em desamarrar meu biquíni e descer os dedos para minha xota já meladinha. Era possível sentir o seu caralho grosso roçar na minha bunda e pulsar no meio das minhas bandas. Louis sempre dormia sem cueca, apenas com uma bermudinha fina que me permitia sentir deliberadamente sua ereção matinal.
── Fica de quatro pra mim na cadeira, agora!
Sem dizer uma palavra eu o obedeci, deixei meu bumbum empinado e olhei por cima dos ombros vendo ele abaixar a cueca até a altura dos joelhos.
── Quer que eu te foda com aqueles caras te olhando princesa? ── Sua mão estalou em minha bunda.
── Quero papai, quero que coma meu rabinho para que eles vejam que sou sua putinha.
Gemi baixinho qnd ele colocou meu biquíni de lado e afundou o plug no meu cuzinho. Rindo nasalmente em escárnio ao notar o que eu queria.
── Puta que pariu princesa... Como você é gostosa. ── Ele espalmou as mãos na minha bunda afastando minhas bandas deixando as bordas do meu cuzinho queimando enquanto eu piscava para tê-lo.
Minha buceta melada pingava no banco, Louis se limitou apenas em pegar um pouco do líquido e passar ao redor no meu cuzinho preenchido com o plug.
── Você merece ser comida sem preparação princesa, sei que você ia amar.
── Eu amo tudo o que vem de você amor.
Ele retirou o plug lentamente me causando um arrepio na espinha e abocanhou meu cuzinho alargadinho sem pensar duas vezes.
Louis tinha os lábios úmidos e salivava molhando ainda mais meu rabinho apertado. Sua língua passava vagarosamente em volta daq minhas bordas, deixando o local lubrificado. Louis beijava e chupava minha entradinha parecendo entorpecido com a minha pele macia sobre sua língua e os meus gemidos manhosinho que eram como música para seus ouvidos o estimulava a continuar. Suas mãos firmes apertavam a minha bunda farta abrindo mais as nádegas para conseguir lamber com mais facilidade enquanto eu rebolava gostoso tentando controlar os gemidos sentindo a língua quentinha lubrificar seu cuzinho.
Porra, eu estava a beira de enlouquecer. Meu grelinho estava tão duro e por quase não ter sido tocado, eu sentia que poderia gozar somente com os estímulos gostosos de Louis no meu rabinho. Ele sabia que se continuasse ali eu gozaria em breve.
Por isso se levantou e sem demora roçou a cabeça larga do seu caralho no meu cuzinho, segurando firme em minha cintura merecendo devagarinho. Revirei os olhos e senti as pernas amolecendo a medida que meu rabinho guloso era arrombado com seu cacete grosso que pulsava dentro de mim. Minha bucetinha piscava tanto e liberava meu melzinho em suas bolas agora encostadas na minha xota já que eu estava completamente preenchida pelo seu pau.
── Louis seu pau é tão grande, nunca vou me acostumar com ele. ── Gemi desesperada levando minhas mãos para trás abrindo a minha bunda em um convite implícito para ele começar a meter.
── Princesa seu cuzinho é tão apertado, exatamente como eu imaginei.
A dor me preenchia a medida que ele se movimentava vagarosamente, uma de suas mãos segurava minha cintura e a outra afundava a minha cabeça no tecido acolchoado da cadeira. Com meu bumbum pra cima, Louis me comia gostoso como havia prometido. Batendo em minha bunda vez ou outra enquanto metia seu pau sem dó maltratando o meu rabinho que o recebia tão bem. Eu não contive meus gemidos altos e gritava sentindo o quão fundo ele ia dentro de mim.
Eu conseguia sentir seu pau sendo ordenhado a medida que ele metia forte e nossos corpos se chocavam. A minha bunda gorda e macia batiam com intensidade contra as suas coxas grossas e morenas em um barulho insano se misturando com nossos gemidos. As mãos de Louis não conseguiam parar em um só lugar. Acariciavam as minhas coxas bronzeadas, minha bunda farta, vez ou outra subindo para roçar os dedos no meu pescoço. Seus quadris se moviam em sincronia com o meu quando eu os jogava para trás, seus olhos não conseguiam se manter abertos mas ele se esforçava somente para contemplar meu cuzinho ficando largo em volta do seu caralho a medida que eu rebolava lentinho.
── Goza dentro de mim papai, deixa meu rabinho cheio.
── Você é uma vagabunda mimada Harry, sabe que vai conseguir o que quer não é?! ── Ele envolveu o meu pescoço puxando minhas costas para que eu ficasse grudada em seu peitoral. ── Vou encher esse teu cuzinho de porra e depois chupar a tua buceta, você quer isso, amor?
── Sim sim sim, por favor. ── Gemi rebolando gostoso no seu pau.
Ele continuou segurando em meu pescoço aumentando o ritmo de suas estocadas me fodendo ainda mais duro. Meu cuzinho contraía pedindo sua porra, seus lábios beijavam meu pescoço e vez ou outra ele sussurrava o quanto eu era gostosa. Não durou muito tempo e quando ele gemeu rouco senti sua porra grossa ser jorrada dentro do meu rabinho, me preenchendo enquanto ele me apertava forte contra seu corpo, chegava a ser dolorido a maneira que pressionava a pélvis na minha bunda enquanto um orgasmo avassalador me atingia assim que senti o quentinho do seu leitinho me invadindo. Ele retirou seu pau lentamente e sua porra escorreu pelas minhas coxas como sempre fazia, mas desa vez fez um caminho por cima da minha bucetinha até que pingasse na cadeira.
Louis se deitou ao meu lado e aninhou seu corpo ao meu. Nessa altura não nos importavamos se ainda éramos observados, eu apenas queria o seu carinho.
── Eu amo você, sabia, princesa? Mesmo com essa nossa relação doida o meu carinho por você é enorme. ── Louis beijou meu ombro, deixando uma trilha de beijos até minha orelha.
── Eu também amo você Lou.
Fortune