{Koelho} Well… Semana de provas e tal, e eu estou estudando bastante. Posso responder alguns turnos durante a semana… Só acho. Tudo voltará a ser como era antes sexta, ok? Então até lá. <3

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{Koelho} Well… Semana de provas e tal, e eu estou estudando bastante. Posso responder alguns turnos durante a semana… Só acho. Tudo voltará a ser como era antes sexta, ok? Então até lá. <3

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Rápido super Koelho! O Nate está se vendendo por uma máquina de lavar!
{Koelho}......
~sesegurandopranãocomeçararir~
~sérioprodução?~
dekodeath
sansfierte
thief-and-lover-of-books
Quanto tempo fazia que não visitava aquela mansão? Desde que os pais humanos morreram? Isso realmente importava? Não tinha muita certeza. Encarou os objetos intocados por um bom tempo, mas logo se dirigiu até a biblioteca da mansão. Como era esperado, a poeira tinha se acumulado, então Juuri pegou o primeiro livro que viu com cuidado e saiu da sala. Limpou-o com cuidado enquanto ia para a sala de recepções. Sentou-se em um dos sofás e logo notou de que tinha mais alguém na Mansão. Suspirou calmamente e logo falou em alto e bom som. — O que você quer?
- Acho que está virando rotina de todos se perder. Isso já aconteceu várias vezes comigo! – Disse calmamente pois já estava acostumada a encontrar pessoas perdidas e ainda mais acostumada em se perder, então eles já tinham algo em comum. – Não se preocupe muito com isso. Ah, eu sou Juuri! É um prazer conhecê-lo, senhor. – A boa e velha formalidade de antes. Simplesmente não conseguia abandonar aquela mania de chamar todos de “senhor” ou de “senhora”. As vezes até irritava. Escutou o pedido do mesmo e logo sorriu gentilmente. – Eu adoraria. – Já estava pensando em passar para outra área para continuar com o “trabalho” então aquele convite realmente foi feito em uma boa hora. – Gostaria que eu lhe mostrasse alguns locais?
O mais alto se surpreendeu com a confirmação da garota, mas logo sorriu novamente, feliz pelo que havia ouvido dela. “Mesmo? É bom saber que não sou o único que me perco com facilidade.” Ele disse continuando com o sorriso no rosto, agradecido por saber de que a ruiva também se perdia constantemente.
“É um prazer a conhecer também, Juuri! Eu me chamo Keiji.” O moreno se apresentou, mas logo desfez seu sorriso após ter ouvido a última palavra da frase da mulher. “… ‘Senhor’? Você não precisa me chamar assim.” Ele comentou desde que não estava acostumado em ouvir tal pronome de tratamento constantemente, principalmente quando referido a ele.
Após ter ouvido de que a ruiva aceitou seu pedido, o homem não conseguiu conter o sorriso, e animou-se por causa disto. “Mas é claro!” Ele confirmou, com uma suave risada no final de sua frase. O Maeda já havia completamente esquecido de que tinha a missão de visitar a fortaleza, e provavelmente quando voltar a Echigo acabaria sendo repreendido por isso – novamente.
— Como disse, você não precisa se preocupar muito com isso. — Mas era óbvio que só falava aquilo porque já estava acostumada. Chegava a ser engraçado o número de vezes que a ruiva tinha se perdido. A única coisa boa nisso tudo é que acabava conhecendo vários lugares novos.
Fez uma breve reverência em um pedido de desculpas, mas logo voltou a sorrir. — Me desculpe por isso. — Pela forma como ele tinha reagido não era acostumado a ser chamado daquela forma. Se fosse outra pessoa, Juuri continuaria chamando-o de “senhor” mesmo que sem querer, mas como era ele, iria tentar parar. Afinal, não era todos os dias que encontrava alguém tão animado e feliz.
Tinha tantos locais para serem visitados na França, que mal sabia por onde começar. — Gosta de lugares agitados? Ou prefere lugares mais calmos? — Resolveu perguntar, desde que não queria acabar com o humor daquele homem. Dava para notar que Juuri gostava dele. Era raro encontrar alguém que já era feliz sem ter que tê-la por perto.
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– É uma pequena mania. Desculpe-me por isso. – E tinha de dar um jeito de parar com aquilo. Era uma mania bastante chata, e as pessoas pareciam não gostar muito disso. Balançou a cabeça várias vezes. Não tinha tempo para se preocupar com aquilo. No momento só queria ir para casa, já que estava se sentindo bastante fraca. - Deseja mais alguma coisa?
"Hahahaha, eu acho fofo, mas é que você é tão séria quando fala isso…" Ele disse sem muita convicção na voz, pousando a mão em sua cabeça e afagando seus cabelos, então piscou os olhos e tentou lhe aquecer com um sorriso caloroso. “Quando você respeita alguém suficientemente para falar assim, tente mostrar um sorriso.” Disse de forma gentil, tirando a mão de seu cabelo e no caminho apertou a pontinha do seu nariz, forçando-a a uma careta. Quando ela perguntou o que ele queria, o vampiro cruzou os braços, deixando a cabeça cair de lado. "Hã… Nada?"
— Fofo? — Não achava aquilo fofo, mas também não estava com vontade de discutir com ele. Simplesmente deu de ombros e suspirou. Só estava séria porque não confiava muito nele, o que era algo bastante raro. Ele estava agindo de uma forma totalmente estranha agora. Assentiu com a cabeça e logo deixou um sorriso se formar nos lábios. — Tudo bem então. — E após falar se sentou novamente no banco da praça. Não estava em condições de voltar para o trabalho, então iria esperar um pouco ali.

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Sorriu de forma calma "Cada um tem um ponto de vista diferente, não é mesmo?”. riu baixinho, acompanhando a garota. Mas normalmente era assim, num geral sua família era um pouco diferente dos costumes normais, afinal, a criação deles havia sido bem diferente. ”Temos que ser" respondeu aumentando um pouco o seu sorriso. Ela falou que a família era grande, mas o clã ja foi muito mais numeroso um dia, e obviamente que os remanescentes seriam unidos, a fim de um estar la para quando o outro precisar, e evitar mais perdas entre eles. "Entendo, mas família é família" sua expressão ficou mais gentil "Sei que pode ser bem problemática as vezes “ ah, e como sabia "Mas são as pessoas mais próximas que temos nesse mundo, de certa forma."
– Oh sim… Cada um com seu ponto de vista. – A ruiva respondeu mesmo sem ter muita certeza. Deu de ombros. Não devia se preocupar muito com coisas tão bobas. – Desculpe-me perguntar por isso, mas… Você não é um humano, correto? Ou talvez seja apenas meio humano. – Podia ter feito aquela pergunta logo de inicio, mas tinha decidido que iria esperar por um momento melhor. Por algum motivo se sentiu bastante triste. Balançou a cabeça algumas vezes e logo voltou a sorrir. – Você tem sorte por ter uma família completa. Heh. ~
Olhou surpreso para ela "Eh?…" não tinha reparado que havia algo de diferente na garota, pois de fato havia, pois humanos normais não iriam conseguir perceber isso. “Então acho que posso fazer a mesma pergunta a você, não posso?" perguntou com um sorriso meio brincalhão depois que se recuperou do pequeno ‘susto’. ”Pode-se dizer que sou um híbrido, metade humano, metade dingo, ah… cão selvagem australiano, se preferir" falou mantendo um leve sorriso nos lábios, agora estava curioso em relação à garota. "Restam poucos do nosso clã hoje em dia, por isso que somos unidos o máximo que der" terminou de explicar. "Então… Será que agora eu posso ter a honra de saber sobre o que você é?" sorriu de canto.
Sinceramente não estava com muita vontade de explicar o que realmente era, mas agora não tinha como fugir daquele assunto. O único que sabia sobre aquilo era Geli, além da própria criadora e dos meio-irmãos. Suspirou calmamente e logo voltou a sorrir. — Claro que pode saber, desde que saiba guardar segredo. — Não queria que muitas pessoas ficassem sabendo daquilo. Seria um grande problema tanto para ela, quanto para os outros da própria raça. — Sou uma haros ou se preferir, sou a Personificação da Felicidade.
{Koelho} Irei responder tudo agora, eu acho. Me desculpem pela demora. Estava um pouco desanimada esses dias, além de ter viciado em Kill la Kill, Magi e Hannibal. Emfim...
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Sorriu gentilmente com aquela falha tentativa de piada, só para ele não ficar mais envergonhado do que já estava. Concordou com a cabeça e sentiu a mordida segundos depois. De inicio achava que iria sentir dor, mas aquela sensação era totalmente diferente. Prazer. Levou a mão livre até a cabeça, tentando ignorar aquilo. Não sabia muito sobre os vampiros, mas nunca iria adivinhar que eles tinham esse tipo de habilidade. Assim que ele soltou a outra mão, Juuri suspirou e voltou a sorrir, mas não demorou muito para se levantar. – Satisfeito, Marco-sama?
Marco não bebeu muito, somente o suficiente para se alimentar naquele dia, mas indiferente de suas intenções, Juuri estava com menos sangue no corpo e provavelmente sentia-se um pouco mais fraca. Ele sorriu em resposta a ela, achando aquele sorriso dela um pouco estranho. "Ah, estou sim…" Ele inclinou a cabeça para o lado, um pouco confuso. "Porque o sama?"
– É uma pequena mania. Desculpe-me por isso. – E tinha de dar um jeito de parar com aquilo. Era uma mania bastante chata, e as pessoas pareciam não gostar muito disso. Balançou a cabeça várias vezes. Não tinha tempo para se preocupar com aquilo. No momento só queria ir para casa, já que estava se sentindo bastante fraca. - Deseja mais alguma coisa?
{Koelho} Cheguei!
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Não se surpreendeu muito com a resposta, logo associando ela com o fato da garota morar na cidade. Era algo bem normal entre as pessoas, elas gostam de passar finais de semana em propriedades rurais, ou em cidades pequenas, mas logo voltavam para casa, em busca da rotina agitada e da socialização. "E eu não gosto de passar muito tempo na cidade" respondeu “Prefiro a quietude daqui, embora também tenha suas agitações, só que diferente das que tem nas áreas urbanas.” falou se lembrando das competições informais que faziam no verão. "Não não" respondeu sorrindo “Aqui é o… “primeiro lar”, vamos dizer assim, de várias pessoas" explicou "Como minha mãe que, além daqui, também tem um lugar no pequeno vilarejo que tem a uns quilômetros daqui, ou da minha prima que tem que ficar na cidade por causa da faculdade.” olhou em volta por um momento, mantendo um sorriso leve no rosto. "Fora minha família, em que apenas um vive praticamente fora, tem mais umas 10 pessoas por aqui atualmente, mas é como eu disse, eles não ficam sempre aqui, então isso varia bastante." terminou, Acabará de alongando na explicação, mas ele particularmente não se importava com isso.
- Somos completamente diferentes quanto a isso, né? – E deixou uma breve risada escapar. Escutou toda a explicação do garoto e voltou a sorrir assim que ele acabou. – Uma família bastante grande a sua, huh. A minha também é assim, mas não somos tão unidos. Alguns ainda se aturam, apesar de serem poucos. – A ruiva por pura sorte ainda não tinha encontrado nenhum dos irmãos, mas sabia da existência deles. – Alguns moram distantes demais e outros apenas não tem vontade de ir procurar pela família. Apesar de tudo isso, somos uma família… – Não tinha palavras para descrever como seria a própria família, então abaixou a cabeça e suspirou.
Sorriu de forma calma "Cada um tem um ponto de vista diferente, não é mesmo?”. riu baixinho, acompanhando a garota. Mas normalmente era assim, num geral sua família era um pouco diferente dos costumes normais, afinal, a criação deles havia sido bem diferente. ”Temos que ser" respondeu aumentando um pouco o seu sorriso. Ela falou que a família era grande, mas o clã ja foi muito mais numeroso um dia, e obviamente que os remanescentes seriam unidos, a fim de um estar la para quando o outro precisar, e evitar mais perdas entre eles. "Entendo, mas família é família" sua expressão ficou mais gentil "Sei que pode ser bem problemática as vezes “ ah, e como sabia "Mas são as pessoas mais próximas que temos nesse mundo, de certa forma."
– Oh sim... Cada um com seu ponto de vista. – A ruiva respondeu mesmo sem ter muita certeza. Deu de ombros. Não devia se preocupar muito com coisas tão bobas. – Desculpe-me perguntar por isso, mas... Você não é um humano, correto? Ou talvez seja apenas meio humano. – Podia ter feito aquela pergunta logo de inicio, mas tinha decidido que iria esperar por um momento melhor. Por algum motivo se sentiu bastante triste. Balançou a cabeça algumas vezes e logo voltou a sorrir. – Você tem sorte por ter uma família completa. Heh. ~

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Ouvi dizer que existe um plano dos nazistas de usar coelhos treinados para a guerra.
{Koelho} … Não vou participar disso ai não.
{Koelho} Chegueeeei~!
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– Não sou como a maioria das pessoas. – E deixava aquilo sempre bem claro. Nunca tinha se incomodado em ser direta com as pessoas. Já tinha notado que as pessoas ao redor estavam começando a desconfiar de algo, mas não se importou com isso. Acompanhou o maior, ainda de mãos dadas e logo se sentou no banquinho da praça, suspirando. Puxou os cabelos ruivos para o lado, deixando assim o pescoço à mostra. – Pode morder.
”Ahá! Também não sou como a maioria dos vampiros! Vou morder o seu pulso, não seu pescoço!” Falou naquele tom de voz de “pegadinha do malandro!” tentando se achar engraçado, mas logo corou de vergonha, dando risadinhas envergonhadas. "Ah bem… Vou beber ok?" Segurou com delicadeza o pulso dela e abriu a boca, fazendo os caninos crescerem a olhos vistos, até que cravou os dentes em seu pulso. Não houve dor, somente um prazer extasiante, era como uma onda esmagadora, uma sensação incomparável, nem mesmo um viciado em álcool, tomando o melhor vinho do mundo conseguia um prazer desse porte. Todos os nervos da Haro estavam sendo “ligados” para transmitir aquela sensação.
Obs: Não sei como as Haros são por dentro, então se isso não for assim, desconsidere, ok?
Sorriu gentilmente com aquela falha tentativa de piada, só para ele não ficar mais envergonhado do que já estava. Concordou com a cabeça e sentiu a mordida segundos depois. De inicio achava que iria sentir dor, mas aquela sensação era totalmente diferente. Prazer. Levou a mão livre até a cabeça, tentando ignorar aquilo. Não sabia muito sobre os vampiros, mas nunca iria adivinhar que eles tinham esse tipo de habilidade. Assim que ele soltou a outra mão, Juuri suspirou e voltou a sorrir, mas não demorou muito para se levantar. – Satisfeito, Marco-sama?
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O que era aquilo? Simplesmente ele estava tentando dar uma de professor da vida? Não pôde deixar de rir daquilo. – Estamos falando de coisas normais? Oh, me desculpe. Achei que não fosse necessário agir normalmente, já que estou lidando com um vampiro. Além disso, não sou muito normal. – Ignorou totalmente o outro comentário do albino, já que não precisava ser saudável. Na verdade até precisava, mas não era algo extremamente necessário.
Se afastou dele em seguida e arrumou os cabelos. Quem estava começando a agir de forma estranha era ele. – Se deseja tanto assim, porque não bebe logo? – Deu de ombros e olhou ao redor. Se o problema dele era com as pessoas, só precisavam ir para um local distante.
”B-Bem, é que normalmente as pessoas não começam dizendo tudo na lata.” Disse o vampiro confuso e constrangido, aquilo era uma experiência nova para ele. Colocou a mão em seus ombros e pensou em morder ali, na lata, mas estavam lhe vendo, alguns até pensaram ser um casal e ele até mesmo poderia fingir ser um beijinho no pescoço, mas… "Ok, vamos para um local mais particular?" Disse segurando sua mão, enquanto a levava para um canto do parque, infelizmente estavam em um local bem denso e demorou um pouco até achar um banquinho afastado de todos.
– Não sou como a maioria das pessoas. – E deixava aquilo sempre bem claro. Nunca tinha se incomodado em ser direta com as pessoas. Já tinha notado que as pessoas ao redor estavam começando a desconfiar de algo, mas não se importou com isso. Acompanhou o maior, ainda de mãos dadas e logo se sentou no banquinho da praça, suspirando. Puxou os cabelos ruivos para o lado, deixando assim o pescoço à mostra. – Pode morder.
“My skin has turned to porcelain, to ivory, to steel.”

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Abriu um dos olhos quando ouviu alguém falar, despertando-se de seu devaneio, e quando avistou a garota se sentou, e ficou olhando-a por alguns segundos. “Fazenda Cascata, Colúmbia Britânica, Canadá" respondeu a pergunta dela com um sorriso de canto. ”Devo supor então que você esta perdida?" perguntou para ela, inclinando um pouco a cabeça para o lado.
– Sim, estou sim! Mas já estou me acostumando com isso. – Disse sorrindo e logo olhou ao redor. Era uma bela fazenda, sem dúvidas. – Eu moro na França, em Marselha. Mas é sempre bom visitar novos lugares de vez em quando. Aliás, você tem uma bela fazenda, senhor. – E logo apoiou a cabeça nas costas das mãos, suspirando calmamente. Deveria se apresentar, correto? Afinal, estava no território do garoto. – Me chamo Juuri. É um prazer conhecê-lo!
Riu um pouco num tom baixo quando ela falou que era acostumada com aquilo, só imaginava nas confusões em que ela deve ter se metido assim, como ele próprio estava se metendo ultimamente. Se levantou enquanto a ouvia “França ahn? É mesmo um belo país. Ah, obrigado, ela esta no nome da minha prima" Explicou, la era a casa de todos do clã que precisassem de um lugar. ”Muito prazer senhorita Juuri, meu nome é Chedan" fez uma pequena reverência como cumprimento, mantendo o leve sorriso no rosto.
– Você tem sorte por morar em um local assim. Sempre gostei de lugares quietos, mas não sei se conseguiria viver em um. – Aquilo era um pouco confuso de explicar, mas Juuri já estava acostumada com o barulho. Não conseguiria morar em locais quietos demais por simplesmente não ter muitas pessoas. Até arriscava falar que não conseguiria viver sem ver o sorriso de alguém. – Só vive você e sua prima nesse lugar? Isso aqui parece ser enorme.
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- Somos completamente diferentes quanto a isso, né? – E deixou uma breve risada escapar. Escutou toda a explicação do garoto e voltou a sorrir assim que ele acabou. – Uma família bastante grande a sua, huh. A minha também é assim, mas não somos tão unidos. Alguns ainda se aturam, apesar de serem poucos. – A ruiva por pura sorte ainda não tinha encontrado nenhum dos irmãos, mas sabia da existência deles. – Alguns moram distantes demais e outros apenas não tem vontade de ir procurar pela família. Apesar de tudo isso, somos uma família... – Não tinha palavras para descrever como seria a própria família, então abaixou a cabeça e suspirou.
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- Algum problema com isso, senhor vampiro? – Agora quem não estava entendendo nada ali era ela! Antes ele parecia tão determinado em obter o sangue, e agora até parecia estar com medo. Deixou uma breve risada escapar e logo se aproximou do garoto. – Me chamo Juuri, jovem. Mas creio que já tinha dito isso antes.
”Hey Juuri, não é normal as pessoas reagirem assim, normalmente elas ficam assustadas.” O vampiro adotou um tom mais professoral, ficando rapidamente sério e explicando as verdades da vida para a pequena garota. Não que aquilo fosse normal, ele estava explicando porque deveria ter medo. "Não é saudável ficar aceitando qualquer pedido, você pode se machucar, ou me assustar, já que isso foi estranho!"
O vampiro então adotou um sorriso e acariciou a face fofa e macia de Juuri, enquanto desarrumava os seus cabelos. “Agora que eu vejo você é bem fofa! Dá mais vontade de beber seu sangue…” Ele sussurrou a última parte, embora estivessem sendo abertos, ainda estavam em um local público. O vampiro meneou a cabeça e abriu um sorriso amigável. "Eu me chamo Marco."
O que era aquilo? Simplesmente ele estava tentando dar uma de professor da vida? Não pôde deixar de rir daquilo. – Estamos falando de coisas normais? Oh, me desculpe. Achei que não fosse necessário agir normalmente, já que estou lidando com um vampiro. Além disso, não sou muito normal. – Ignorou totalmente o outro comentário do albino, já que não precisava ser saudável. Na verdade até precisava, mas não era algo extremamente necessário.
Se afastou dele em seguida e arrumou os cabelos. Quem estava começando a agir de forma estranha era ele. – Se deseja tanto assim, porque não bebe logo? – Deu de ombros e olhou ao redor. Se o problema dele era com as pessoas, só precisavam ir para um local distante.