Eu tÎ de novo naqueles dias de isolamento, aqueles que a minha cabeça começa a girar sem saber o que eu tÎ fazendo e o que tå acontecendo...
O peito aperta.
Um sentimento de tristeza toma todo o meu corpo que sozinho se retrai.
SerĂĄ que eu realmente tĂŽ sozinha? Eu me pergunto sem resposta e sĂł com um silĂȘncio que em nada me traz calma.
Desespero.
Suspiro.
Tentando focar a atenção no ar frio que entra nas narinas mas que arde feito uma labareda quando passa no peito, na esperança que esse mesmo ar acalme meu coração tão råpido como uma bateria de escola de samba nos desfiles das campeãs.
Meu Deus...
Minha cabeça viaja em milhÔes de rostos lugares e gostos a procura de alguma coisa que ela nem sabe o que é. Isso me då medo.
Ă estar sozinho e atormentado pela impressĂŁo de estar rodeada de pessoas, tudo ao mesmo tempo.
Pavor.











