Eram dias comuns e eu fazia coisas comuns quando vocĂȘ apareceu Daquele dia em diante nĂŁo existiria mais nada comum como antes Daquele dia em diante eu seria afogada com sentimentos sem descrição alguma Sem aviso prĂ©vio, sem preparação, foi um tsunami e a marĂ© me carregou Mas eu aprendi, daquele dia em diante, que eu conseguiria respirar embaixo daquela ĂĄgua Daquela especĂfica ĂĄgua que era o meu amor por vocĂȘ Depois que eu consegui respirar, percebi que nada na minha vida seria diferente VocĂȘ me tomaria todos os dias como o tsunami que me tomou pela primeira vez VocĂȘ me entristeceria, mas me alegria logo depois (porque eu aprendi a respirar, lembra?) VocĂȘ seria o sol, o sal, o cĂ©u e o mar Seria tudo e, ainda assim, um dia ou dois seria nado (nado intenso para sair daquela imensidĂŁo) E ainda assim, depois de tudo, depois de milhas nadadas eu aprendi NĂŁo aprenderia mais a viver sem vocĂȘ
Um amor sem igual






















