A quem eu recorreria?
No pior momento, nas cinzas que restaram, no pior do pior; quem?
Um psicólogo ou psiquiatra? Médicos não abraçam pacientes.
Um amigo ou conhecido? Mas será que ele me ouviria?
Um parente? Para me dar falsos concelhos?
Não quero ninguém que conheço, quero gritar o vazio que tem dentro de mim. Não quero abraços e nem falsas promessas de que tudo vai ficar bem.
Eu quero apenas alguém que me ouça quebrar.














