MICHIEL HUISMAN © Hazel Huisman // Schön! Magazine

#extradirty
Cosmic Funnies

Janaina Medeiros
Stranger Things
I'd rather be in outer space 🛸

⁂
Alisa U Zemlji Chuda
One Nice Bug Per Day
Not today Justin
styofa doing anything

if i look back, i am lost
ojovivo
$LAYYYTER

izzy's playlists!
will byers stan first human second
Lint Roller? I Barely Know Her
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@nikkohler
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d0ctorwho:
William riu sonoramente ao ouvir a tentativa de Nikolaj em copiar o sotaque. O irlandês era uma figura mesmo. Logo Will sentiu o soquinho e as mãos a lhe empurrar, e o sorriso apenas se fez mais largo e mais divertido. Adorava as provocações, adorava se sentir um adolescente implicando com seu amigo, ou coisa assim. E verdade seja dita, Strauss não tinha essa liberdade com ninguém em Saint, talvez com alguns colegas de trabalho, mas nada comparado ao nível que tinha com Nik. — Aaah, vem cá querido, eu tava com saudades — fez um biquinho de charme, tentando puxar o outro para perto, mais uma de suas “implicâncias”, mas não a sustentou por muito tempo. — Você está sempre a trabalhar NIkolaj. Muito trabalho e pouca diversão, deixa a gente triste sabia? Palavra de médico — comentou, ajeitando a roupa que havia amaçado com aquelas brincadeiras — Eu? Imagine, você sabe que não tenho alguém assim na minha vida — e com alguém assim, ele retomava a pauta da esposa. Nik havia conhecido Athena, sabia do quanto ela havia sido importante e do quanto William sentiu sua perca. As vezes achava que jamais preencheria aquele vazio, então simplesmente preferia ignora-lo sempre que podia.
Muito mais que um amigo de longa data, William era a pessoa que conseguia arrancar alguns sorrisos de Nikolaj. Até mesmo uma brincadeira ou outra, alguns momentos de descontração que raramente aconteciam na vida do Köhler. Fez uma careta, deixando o riso escapar logo depois. Sentia-se um adolescente, e isso era bom, já que não teve uma adolescência comum. —— Ah, doutor Strauss, é que meu trabalho é minha diversão, sabe? Eu amo o que faço. —— O tom de deboche, descarado, porque sabia que não adiantaria mentir para ele. Não era diversão, era sua fuga. O momento em que ele fugia de seus pensamentos, seus sentimentos, e sentia-se mais próximo daquilo que tanto almejou: a riqueza. Uma pena que, agora que havia chegado até mesmo além de onde queria, percebeu que não era tudo o que ele imaginou. —— Com certeza não é por falta de opção. Ou talvez, você esteja fugindo ou ignorando coisas que não deveria fugir ou ignorar? —— A pergunta que, facilmente, poderia ser feito para si mesmo. —— Não que eu me identifique, sabe? Só fiquei... curioso.
michiel huisman in angela black 1.01
"Can I kiss you?" (Zara)
Havia sido gratuitamente romântico naquela noite. Sem nenhuma segunda intenção, apenas queria agradá-la, genuinamente. Dançava com ela, na enorme sala de estar da casa deles, após um jantar que ele contratou uma profissional para preparar para os dois. Abraçado a ela, fazendo um carinho em seus cabelos, ouviu a pergunta, e se afastou um pouco, ainda a segurando pela cintura. —— Angel eyes... você não precisa me pedir isso. Eu sou todo seu. —— Segurou-a pelo queixo, e selou os lábios carinhosamente nos dela.
“You look tense. You want a massage?” (Zara)
FLASHBACK | eight years ago in Ireland
Estava até tarde no escritório, tentando impressionar o chefe e, como sempre, sendo bem sucedido. Mas aquilo exigia esforço e dedicação, e por isso estava lá até altas horas. Foi surpreendido quando a filha caçula dos Yaxley apareceu, haviam se conhecido há poucos dias, e Nikolaj não perdeu tempo em jogar charme, mas nada além de um sorriso galante, um beijo delicado no dorso da mal, e olhares nem um pouco disfarçados. Agora estavam ali, a sós, e ele sentia que era uma ótima oportunidade. —— Não sabia que era boa massagista, senhorita Yaxley. —— Virou a cadeira na direção dela, permanecendo sentado. —— Acho que seu pai desaprovaria. Acharia um momento um tanto... íntimo demais. Eu, particularmente, não vejo problemas. Estou mesmo com uma dorzinha aqui. —— Apertou os próprios ombros.

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[ 📱 — sms ] i feel alone without you. (Zara)
Deitado na cama, revirando-se e sem conseguir dormir, um incômodo que não sabia bem dizer o que era exatamente. Até ouvir o celular vibrar e sentir a sensação de resposta ao que procurava. Sorriu um pouquinho, e respondeu.
📲 [ text ] : posso ir dormir com você?
❛ you look awful. what happened? ❜ ( @aslazs )
—— Discuti com a minha esposa e isso me tirou o sono. Mal dormi a noite e trabalhei o dia inteiro, depois bebi um pouco... Também não faço a barba há uns dias.
closed starter for @spectersister .
Ouviu a ideia da outra, pensando se deveria bancar o amigo preocupado e sensato e alertá-la, mas não fazia muito o seu estilo se preocupar com os outros. Ainda assim, decidiu falar alguma coisa, mesmo um pouco à contragosto. —— Olha, isso é um erro. Talvez um erro que você vai rir dele algum dia? Pode ser. Mas não é hoje. Hoje vai ser só desastre. Você tem certeza que quer fazer isso?
closed starter for @catalinzs .
Para quem já teve problemas com bebidas, a última coisa que Nikolaj poderia estar fazendo agora era estar sozinho, bebendo cerveja em um bar, com as chaves do carro bem ali esperando para dirigir de volta para casa. Ouvia a bartender falar sobre como gostaria de namorar uma pessoa que a busque de surpresa às três da manhã para olhar as estrelas. Nik bufou, fazendo pouco caso. —— Até parece... Você acha mesmo isso romântico? Se alguém me acorda às três da manhã para isso, eu sumo da vida dessa pessoa.
closed starter for @thlwells .
Chegava em casa, como sempre distraído e no automático. Viu a silhueta da mulher apoiada no batente da cozinha e caminhou até ela, com os olhos vidrados no celular. Segurou-a pela cintura e depositou um beijo em sua bochecha, quase no canto da boca. Só então percebeu que não se tratava de Zara. Afastou-se bruscamente, com os olhos arregalados. —— Thalia? Me desculpa, eu... Pensei que fosse a Lizzy.

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leondubcis:
‘ NÃO É GRACINHA, eu nem gosto de adolescentes pra me meter em um lugar cheio deles. nem pra fazer uma brincadeira. conferiu o endereço outra vez no celular constatando que o endereço estava certo. ‘ vamos vazar daqui. sempre tem um bar aberto proibido pra menores de idade.
—— É verdade. Por isso a gente se dá bem. —— Pelo aparentemente desprezo que ambos tinham por adolescentes, e talvez até muitas outras pessoas. A amizade baseada em não terem tanta intimidade parecia funcionar bem para ambos. —— Tem também a boate Le Rouge. Já conheceu? —— Perguntou, mas já se encaminhando de volta para o carro.
FLASHBACK || baile de gala armstrong
zarayaxley:
Balançou a cabeça em concordância, enquanto um sorriso saia soprado dos lábios. Nik poderia ser o homem de negócios que decidia tudo na empresa, mas por céus, como ele deixava os passeios, jantares, eventos e afins nas mãos de Zara, como se fosse incapaz de passar por qualquer uma daquelas ocasiões sem ela. Era aquele tipo de jogo, que deixava ela cada vez mais presa a ele, pois acreditava que a dependência era mútua. — Juro Nik, as vezes parece que você não conseguiria nem se vestir sozinho — brincou, pois claramente ele conseguia fazer tudo sozinho, todo o tempo, e era por isso que eles mais brigavam, mas não naquela noite. — Claro que iria, querido. Sabe que adoro estar com você — e era verdade, ela adorava passar tempo com ele, mesmo que essa reciproca não fosse tão verdadeira, e mesmo que fizessem meses que não passavam um tempo de qualidade junto. Ainda assim, ele era sua pessoa preferida em todo o mundo, a sua pessoa. — Não acho que corremos esse risco. Conheço você, Nik-bear, sei as coisas que gosta, que tentaria comprar. Sei até aquelas que compraria para me agradar — a provocação veleda no tom de voz, como se dissesse ter conhecimento dos joguinhos dele, de como ele fingia se importar tão bem, ao ponto de conseguir convencê-la que sabia seus gostos. E talvez ele soubesse, afinal ela estava sempre inclinada a acreditar que era por amor, e não por conveniência. Zara se encolheu nos braços do marido, como se fossem o seu encaixa perfeito. A reação imediata ao ser puxada contra ele. Os lábios em seu ouvido, o sussurro e o que ele dizia, tudo parecia calculado, montado para provocar e ele conseguia. O arrepio que subia pela espinha era automático, involuntário e pertencia a ele. — Nik… — ela tentou alertar, mas a voz a entregava ao sair baixa e um tanto falha. A ponta da língua umedeceu os lábios, um ato não tão discreto desta vez. — Sabe que não deve provocar, se não tiver a intenção de cumprir, não sabe? — alfinetou, pois apesar de estar envolvida, ela ainda era uma mulher machucada, e não conseguia se render tão fácil aos encantos temporários do marido, não quando estava acostumada com noites sozinhas em uma cama vazia. Se Nik tinha intenções naquela noite, teria de prova-las com a verdade, nada de promessas vazias.
—— Do you see, darling? Eu preciso de você na minha vida. —— E lá estava ele mais uma vez dizendo uma verdade, mas que o sentido era completamente diferente. A intenção era sempre suja, de manipulá-la para que ela acreditasse que a dependência era emocional, quando era bem o oposto daquilo. Segurava em sua cintura, balançando o corpo no ritmo da música que tocava ao fundo, em um ato tão carinhoso e romântico que quase parecia o mesmo Nikolaj de muitos anos atrás, de antes de conhecê-la, de antes de ter o coração estraçalhado com a perda de alguém que amava. —— Você me conhece bem demais, my dear. Me conta, então, o que acha que dei lance no leilão? —— Perguntou, curioso em saber a resposta, pensando no que chutaria que ela teria dado algum lance. Apertou-a mais na cintura, disfarçadamente roçando o corpo contra o dela, e distribuiu beijos molhados pelo pescoço, seguindo um caminho até a orelha, mordendo o lóbulo de leve antes de sussurrar. —— E quem disse que não tenho a intenção de cumprir? —— Poderia facilmente ser mais uma das milhares de promessas vazias dele, mas a rouquidão, a intensidade da voz, o corpo arrepiado por debaixo de toda aquela roupa. —— Quer saber? Se eu ganhar alguma coisa nesse leilão, eles entram em contato. Já gastei minha energia socializando o suficiente. —— Falava, alternando as palavras com selinhos pelo pescoço, ombros e rosto da mulher. —— Quer sair daqui? Ir para casa, procurar uma sala de aula vazia, o banheiro... Onde você quiser. Eu só quero você.
FLASHBACK || antes do baile de gala
zarayaxley:
Zara tinha acabado de colocar uma garfada na boca quando ouviu aquela pergunta, e a comida desceu em seco, como se estivesse rasgando sua garganta. Ela podia dizer exatamente por onde o alimento passava, então tomou de um gole do vinho para ajudar a empurrar. A língua passou entre os lábios úmidos do líquido, e o olhar se fixou ao dele. — Sei que não somos o casal perfeito, Nik. — e provavelmente nunca seremos, completou mentalmente — Mas sim, eu gostaria por mim, independente de nós, independente se terminássemos no dia seguinte ao nascimento deles — e ela falava sério sobre isso. Odiava pensar que teria uma família dividida, mas também não carregaria a ilusão de que os filhos salvariam seu casamento falido, ela não era dessas — Mas se é algo que você tem duvidas, podemos repensar — falou seca e fria, voltando a partir um pedaço da comida e levar até os lábios. Eles haviam se mudado para aquela cidade pequena, como ele queria e uma das promessas de Nik para fazer aquela mudança acontecer, envolvia os filhos. Era normal que Zara reagisse de forma frustrada diante do primeiro sinal de recuo do marido. Estava tão cega e tão tomada, que por alguns instantes ignorou a prova que ele deu na comida, voltando sua atenção apenas quando ele disse que havia gostado, e ela sorriu de canto. — Fico feliz, querido. Quem sabe não vamos adicionando coisas novas ao seu cardápio — comentou um tanto acida, observando os movimentos alheios de tirar uma prova do seu prato, dessa vez ela se manteve atenta as reações, colocando a magoa um pouco de lado. — Meu bom gosto ainda te surpreende, querido? — brincou, fazendo uma negativa com a cabeça. Ele tinha o poder de mudar o humor dela num clique, ou naquele caso, em um sorriso e um tom suave. — Nikolaj, eu não acredito que você seja fã de animações e eu nunca percebi isso — o tom de voz era incrédulo e teatral, acompanhado de uma mão suave sobre o peito. Mas era verdade que ela nunca havia notado — sim, o do rato que cozinha. Não faz o menor sentido, mas é um desenho divertido.
Apesar de insensível, ele observava as reações de Zara, tentando entender o que significava o que ela fez diante a sua pergunta. Tentava entender se ela estava insegura, aliviada, ansiosa, ou tão confusa quanto ele. A verdade era que casar e ter filhos havia sido um sonho de Nik, que não conseguiu realizar com a falecida namorada, e desde então se fechou tanto para o mundo que sequer sabia mais dizer se ainda tinha o sonho de ser pai. —— Ei, calma! —— Usou o seu tom sereno, esticando a mão para segurar a dele, como num pedido que olhasse em seus olhos. —— Eu só queria ter certeza de que não estava fazendo isso apenas por mim. Que também é um sonho seu. —— Tentou confirmar, pensando que se era um desejo real dela, talvez ele tivesse mais problemas em convencê-la a desistir da ideia. —— Não existe outra mulher no mundo que eu iria querer como mãe dos meus filhos. —— Sorriu, com a covinha à mostra, que quase nunca aparecia por seus sorrisos não costumavam ser sinceros. E, apesar de tudo, aquilo era uma verdade. Fosse porque Zara daria um sobrenome importante para as crianças, que teriam o futuro garantido, fosse porque ele sabia que ela seria uma mãe maravilhosa. E Nik queria que seus filhos tivessem o que ele não teve. —— Você sempre me surpreende de alguma forma. —— Soltou a mão dela com delicadeza, não sem antes depositar um beijo carinhoso no dorso. Sacudiu a cabeça, deixando escapar um riso baixo com o comentário. —— Olha, eu não diria fã de animações, mas o meu colega de quarto na faculdade era. Vez ou outra eu assistia junto. —— Deu de ombros, como se não fosse grande coisa. Realmente, haviam pequenas intimidades que mal sabiam um do outro. Continuava a comer, com sua elegância e educação, embora quisesse devorar o prato, porque realmente havia gostado da escolha da esposa.
comeonoverxval:
Então encontrou a pessoa certa pelo caminho. - piscou para o amigo, mantendo um largo sorriso no rosto, realmente feliz pela presença dele ali. - Ah que bom Nik, fico mesmo muito feliz. Eu sabia que iam gostar de Saint-Gingolph, inicialmente pode parecer diferente das cidades a que estamos habituados, mas rapidamente nos conquista. - pensou um pouco para onde os dois haveriam de ir para tomar alguma coisa e logo teve uma ideia. - Vamos ao “la dame du lac”, fica perto da praia municipal, tem uma ótima esplanada. - sugeriu se prontificando a entrar no carro de Nik, já que apesar da viagem ser rápida, ainda assim chegariam mais depressa. - Me contar algumas coisas? Agora estou curiosa.
—— É verdade. Me surpreendi, confesso que achei que iria detestar a cidade pequena. —— Mas, agora que já tinha conseguido o status social e financeiro que queria, não fazia mais questão de socializar. Na verdade, quanto mais recluso ficasse, melhor. —— Perfeito! —— Concordou, entrando no carro e ligando-o para irem ao local sugerido pela amiga. Suspirou e deixou escapar um risinho ao perceber que era tarde demais para voltar atrás e desistir do desabafo. —— O meu assunto é um tanto... delicado. O que acha de me falar um pouco de você antes? O que tem feito, como vai o trabalho, os namoradinhos ou namoradinhas... —— Brincou, fazendo referências às tias que sempre perguntavam por algo parecido.
d0ctorwho:
closed starter w. @nikkohler
Fazia algum tempo que não via o velho amigo de longas datas. William conheceu Nik antes mesmo de Zara existir, na fase das vacas magras por ai. Ou na fase em que ele tinha um coração mais quente do que agora. — My brother! — abraçou o outro por trás, dando um beijo em seu pescoço, apenas de zoação. William adorava tirar Nikolaj do sério. — O que você tá fazendo aqui? Fugindo da sua belíssima esposa?
Se havia alguém naquela cidade que havia conhecido um Nikolaj sorridente, apaixonado e romântico, era William, e o irlandês pretendia que o amigo guardasse aquele segredo a sete chaves. Costumava dizer que aquele Nik não existia mais, ou ao menos ele se esforçava muito para não existir. —— My brother! —— Respondeu ao cumprimento, copiando o sotaque dele. Deu um soquinho de leve, o empurrando quando sentiu o beijo no pescoço. —— Lá vem você... —— Comentou, ainda rindo. Mais uma vez, a intimidade poderia ser um problema as vezes, mas no fundo ele gostava de ter alguém que o conhecesse de verdade. —— Não estou fugindo da Zara. Estava trabalhando. —— Mentiu, na defensiva. —— E você, fugindo de alguém?

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FMK (Zara, Thalia, Valerie)
—— Eu já sou muito bem casado com a Zara. Há alguns anos, se ainda fosse solteiro, eu dormiria com a Thalia, ela é uma mulher muito bonita. Valerie é minha amiga, eu não iria querer estragar nossa amizade, mas ela também é linda, não seria sacrifício beijá-la. Claro, tudo isso hipoteticamente falando.
comeonoverxval:
Não tem problema Nik, não deve ser fácil essa vida de CEO. - brincou com o amigo, ainda que de certa forma tivesse a ser realista, imaginava que o trabalho dele exigisse bastante do seu tempo. - Se não tiver ocupado, sim! - assentiu apontando para uma cafetaria, não muito afastada de onde se encontravam, com vista para o lago. - Como é que você está? E como tem sido se mudar para SG? A sua esposa está a gostar? - jogou logo um monte de perguntas, enquanto caminhava na companhia do moreno.
—— E não é mesmo. Talvez por isso, mais do que nunca, eu precise de um tempinho para distrair a cabeça. —— E quem melhor do que a divertida Valerie? Sua possível única amiga que o conhecia bem, mais até do que ele gostaria. Sempre recluso, misterioso, introvertido. —— Estamos gostando bastante daqui. Graças a você. —— Agradeceu à pessoa que lhe indicou a cidade, com um sorriso sincero no rosto. —— E então, para onde vamos? Quero saber mais de como você está, te contar algumas coisas... —— Perguntou, já buscando as chaves do carro, caso a ideia dela fosse um pouco mais distante.