Atenção, atenção, quem vem lá? Ah, é NALA, da história KING LION! Todo mundo te conhece… Como não conhecer?! Se gostam, aí é outra coisa! Vamos meter um papo reto aqui: as coisas ficaram complicadas para você, né? Você estava vivendo tranquilamente (eu acho…) depois do seu felizes para sempre, você tinha até começado a GERENCIAR O NEGÓCIO DE EXPORTAÇÃO DE PEDRAS PRECIOSAS… E aí, do nada, um monte de gente estranha caiu do céu para atrapalhar a sua vida! Olha, eu espero que nada de ruim aconteça, porque por mais que você seja PRESTATIVA, você é RIGOROSA, e é o que Merlin diz por aí: precisamos manter a integridade da SUA história! Pelo menos, você pode aproveitar a sua estadia no Reino dos Perdidos fazendo o que você gosta: CONTINUAR VENDENDO PEDRAS PRECIOSAS.
Bom, você conhece A Nala. A leoa que foi criada junto com Simba em Pride Lands. Juntos, eram vistos correndo por todo canto da savana, até o trágico dia da morte do rei Mufasa. Ela nem sempre foi a mais responsável entre os filhotes, mas se viu obrigada a amadurecer quando seu reino foi dominado por Scar. Foram tempos sombrios, não havia liberdade como antes, nem seu melhor amigo para deixar as coisas menos difíceis de lidar. Graças a sua insistência em mudar aquela realidade, Simba acabou retornando e derrotou o tio, retomando o controle que outrora pertenceu à Mufasa.
Seu senso de responsabilidade é notável, motivo pelo qual Sarabi a escolheu para ficar responsável pelos negócios do reino. Exportar as pedras preciosas de Pride Lands era uma função importante e Nala interpretou como sendo um voto de confiança dado pela rainha. Os anéis que a permitiam mudar sua forma cedidos pela academia foram indispensáveis durante suas viagens a outros reinos em busca de parceiros de negócios e diplomacia.
A joalheria Bejewelions, gerenciada por Nala em sua forma humana, também lida com exportações da pedras preciosas antes produzidas em Pride Lands. Embora com menos frequência, devido à queda do reino.
A joalheria aceita funcionários, vendedores e ourives (para lapidarem as gemas e transformá-las em jóias par a venda). Todos tem treinamento com a própria Nala e o pagamento é generoso.
O interior da joalheria leva o cliente para a majestade das Terras do Orgulho, o chão é coberto por pedras polidas, criando um mosaico que lembra as planícies vastas e douradas do reino. As paredes são adornadas com murais pintados à mão, mostrando cenas da savana africana, como a majestosa Pedra do Rei, sob um céu estrelado que parece brilhar.
As vitrines, feitas de vidro cristalino, exibem uma coleção deslumbrante de pedras preciosas, todas vindas diretamente de uma outrora próspera Pride Lands. Cada pedra contém a essência da terra mágica, com cores vibrantes e uma luminescência interna que capta a luz de maneira etérea. Safiras azuis profundas, esmeraldas verdes luxuriantes e diamantes que brilham como o sol africano estão meticulosamente organizados, se destacando do fundo de veludo marrom-terra.
A decoração do restante da loja fica por conta de esculturas de animais como leões, elefantes e girafas, todos esculpidos em madeira (indicamos os do Gepetto). No centro da loja, uma pequena fonte de pedra com água cristalina corre suavemente.
Com relação aos perdidos, Nala permanece apreensiva quanto aos desdobramentos da presença de alguns perdidos. Visto que um deles afeta sua vida diretamente, está disposta a fazer o que tiver ao seu alcance para que ninguém seja ferido, nem ela, nem o perdido que aparentemente agora é seu irmão. O prospecto de sua nova historia não soa nada favorável à sua vista. Ainda assim, soa mais conformada depois de meses na companhia de alguns dos perdidos, percebendo aos poucos que eles talvez não sejam o maior mal existente atualmente no Reino dos Perdidos.
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
✓ Live Streaming✓ Interactive Chat✓ Private Shows✓ HD Quality✓ Free Actions
Free to watch • No registration required • HD streaming
@arieltritcn says ‘don’t you feel the vibes?’ at navio fantasma
Por costume, repuxou os lábios como se alguma presa e não apenas seus dentes perfeitamente humanos fossem ficar visíveis, piscando incrédula na direção de Ariel. "Vibe de morte? Pós-morte, nesse caso?" Não estava conseguindo idealizar a tal vibe que a amiga estava se referindo. O navio parecia até normal por fora, o fato de não estar na água deveria ser um ponto positivo, isso se ela pudesse ignorar a presença de todos aqueles fantasmas. Flashbacks da festa assustadora no baile de despedida a deixavam enjoada só com a lembrança. "A única coisa que poderia me fazer permanecer nesse lugar é alguma bebida bem forte."
@kit-bailecharme says ‘the way you’re laughing is actually really, really scary.’ at paintball sangrento
Nala não conseguia ver sua própria expressão, mas ouvir a observação de Kit a fez erguer uma sobrancelha ao perceber que talvez, apenas talvez, tinha enfim encontrado uma atividade do mundo dos perdidos que realmente tinha gostado. Aquele tipo de caçada era muito interessante, aguçava seu instinto de caça momentaneamente adormecido, despertando seu lado competitivo. "Você deveria estar agradecendo por nós estarmos no mesmo time, meu amigo." Sem diminuir seu sorriso satisfeito, acertou outra pessoa do time adversário que teria atingido Kit se ela não tivesse empurrado a cabeça dele para baixo e atirado antes. "Você vai nos fazer perder se ficar reparando no quão perturbador pode ser meu sorriso nesse momento." Pontuou apontando para a roupa dele. Aparentemente o vencedor seria definido pela quantidade de sangue na roupa no final de tudo. "Quando resolverem as questões do meu reino, posso te mostrar como eu fico quando caço de verdade, vai ver que não é tão fofo quanto devo estar agora." Seu sorriso não vacilando nem quando limpou os respingos de sangue que provavelmente estavam por seu rosto.
a respiração de violeta estava ansiosa desde o primeiro momento em que se percebeu naquele lugar. todos pareciam bem adaptados, até mesmo os que também não faziam parte das histórias originais, mas ela se sentia deslocada o suficiente para pensar apenas em ir embora. tinha um curso pra terminar na faculdade, não queria acabar reprovando por falta depois de todo o esforço pra ganhar uma bolsa. "AHHHHH!" o grito parecia ter saído do fundo da alma, tamanho fora o susto da aproximação desconhecida. deu alguns passos para trás, prestes a se esconder em algum lugar, e realmente o teria feito se o rosto de muse não parecesse tão amigável. "tinha um inseto esquisito no meu braço, por isso me assustei." mentiu, sequer se importando em soar verdadeira. só era humilhante demais assumir que estava com medo de todo mundo por ainda não confiar em ninguém. "se eu morrer aqui, morro na vida real também? é melhor ter um cuidado dobrado, né? vai saber." as palavras abandonavam a boca de maneira nervosa, sem se dar tempo nem pra respirar. apesar de ter alguém bem na sua frente, violeta fazia questão de olhar para os lados. estava assustada.
Apesar do estágio de se aborrecer com os perdidos já ter passado há muito tempo, ainda odiava mudanças. Entretanto, a leoa era curiosa, e quase se arrependeu por ter se aproximado tão sorrateiramente da perdida quando ela reagiu com aquele grito. Se ela não tivesse dito que foi um inseto, que aliás não viu sequer o rastro, Nala poderia cogitar que ela tinha sido o motivo do susto. O pensamento a fez passar a mão pelo cabelo, despretensiosamente, certificando-se de que tudo estava no lugar e que nenhuma teia de aranha da decoração da Bejewelions tinha grudado nela. "Os insetos também não vão te fazer mal. Simba até costuma comê-los de vez em quando." Argumentou um pouco na defensiva, ainda com a ideia de que talvez ela estivesse com medo de alguém. "Na verdade não sei muito bem o que acontece com você no seu mundo, mas se está aqui, como pode também estar lá?" Achava que já tinha ouvido de tudo quando o assunto era o estado de negação de alguns perdidos, mas lá estava ela. "Quer dizer, você não está totalmente errada, tem que tomar cuidado mesmo. Como qualquer um, mas os insetos não são um problema, fique tranquila."
evangeline já havia perdido a conta de quantas bibliotecas e livrarias tinha visitado desde o início do dia, tamanha era a sua fome por respostas. desde o primeiro evento cósmico que envolvia os perdidos, de alguma forma, ela tentava perceber padrões e criar teorias sobre o que causava tanta euforia no céu. "você se lembra de quando as estrelas se apagaram? naquele primeiro festival." com um livro em mãos, a estrela caída caminhava de um lado para o outro, tentando encontrar nas palavras algo que a fizesse saber mais do que já sabia. "isso nunca tinha acontecido antes, em reino nenhum. mas não foi a única anomalia no reino dos perdidos... a lua também tem piscado durante a madrugada, em dias aleatórios."
"Impossível esquecer." Respondeu fingindo normalidade. A verdade é que gostaria de evitar qualquer coisa que a fizesse se lembrar daquela noite. Não tinha muita opção afinal, precisava aprender a lidar, como o coelho tinha explicado a ela em uma das consultas. Ficou satisfeita por Evangeline estar bastante engajada em suas teorias para perceber o quão introspectiva Nala ficou. "É mesmo? Qual delas?" Era uma observação interessante, nunca tinha parado para pensar naquilo antes. "Notou alguma outra alterações nos padrões astrológicos desse reino?"
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
✓ Live Streaming✓ Interactive Chat✓ Private Shows✓ HD Quality✓ Free Actions
Free to watch • No registration required • HD streaming
malévola deu um sorriso de canto com a resposta dela. "imagino que para você seja ainda pior, considerando o ramo." ela não sabia tudo sobre todos os moradores daquele reino. quando em malvatopia, também não fez esforço algum para ter alguma conexão profunda com os vilões dos outros contos. mesmo assim, com a curiosidade e a cobiça por algo que não deveria ter, malévola sabia muito bem com o que nala trabalhava. "eu sempre tive facilidade de encontrar pessoas para trabalhar no sinister mirage, mesmo sendo um ambiente tão diferente. a sua loja tinha muitos empregados antes...?" era uma pergunta difícil, pois sabia as dificuldades que ela havia passado. malévola nem se importaria se malvatopia explodisse. tudo de importante tinha vindo com ela.
Nala refletiu por um momento, joias pareciam mesmo algo interessantíssimo para alguns perdidos. Não era para ela, pelo menos não pelo mesmo motivo, aquele que fazia alguns deles encararem as vitrines com um olhar de ganância alarmante. Mas a maioria parecia confiável. "Tem razão. Durante as entrevistas eu tento estar atenta às intenções deles, me considero uma boa julgadora de caráter." Pelo menos na maioria das vezes. "Jura? O que é preciso para trabalhar no Sinister Mirage?" Perguntou interessada, não que tivesse vontade de trabalhar lá, mas aproveitou a oportunidade quando ela lhe foi dada. "Não muitos, tinha um jovem leão fazendo a segurança, outra vendedora na vitrine e outra que me ajudava com os pedidos de exportação." Fez uma pausa voltando o olhar para seu sorvete lentamente derretendo no pote, ainda ficava emotiva quando se lembrava dos outros tantos moradores de Pride Lands que não conseguiu trazer para o Reino dos Perdidos. "Mas eles ainda estão comigo enquanto ainda procuro perdidos para essas vagas."
"Então você precisa visitar! Faremos isso o quanto antes." Ao terminar a frase, deu um mergulho novamente e após alguns giros na água, voltou para a superfície afim de olhar se Nala já estava entrando na água conforme havia pedido. "Já sei sobre tudo isso, Nala, mas a ideia é que a cada aula você faça alguma coisa que vai desenvolver o seu corpo a ir se acostumando com a potência da água e mergulhos mais profundos. Você está avançando muito rápido!" Na primeira aula conseguia enxergar a amiga muito mais tensa do que agora. Para visitarem o palácio, Ariel teria que usar magia, mas conforme os treinos avançassem, tinha certeza que mesmo no corpo de humana, Nala seria capaz de nadar muito bem e ter condições suficientes para respirar por um bom tempo debaixo da água. "É bom darmos uma primeira voltinha para aquecer..." Deu uma olhada ao redor e após encontrar uma rocha, indicou-a com o dedo. "Vamos dar a volta naquela rocha e voltar. Faz como te ensinei na última aula. Pronta para mergulhar?"
Como Nala nunca tinha visitado o lugar, precisava admitir, estava curiosa para explorar, mas como uma leoa que não era muito familiar com a água, não podia ignorar seu dilema. "Tudo bem, mal posso esperar. Você vai me mostrar tudo por lá, não é?" Deixando seus temores de lado, confiou em Ariel, não tinha motivos para não acreditar que ela faria a visita ser inesquecível da melhor forma possível. "Entendi sobre isso. Obrigada!" Acreditava nela, sentia que já não tinha tanto receio de estar dentro da água quanto antes. "Certo, vamos lá." Devidamente encorajada, tirou o vestido que usava e se certificou que seu anel estava bem ajustado no dedo antes de entrar no mar. Se sentindo familiarizada com o ambiente, seguiu a rocha que ela havia indicado, notando que não era tão longe. "Estou pronta." Usou os braços para se aproximar dela. "Preciso mergulhar durante a volta toda?"
♡⸝⸝ "então, vamos encontrar, vai estar aqui." assentiu tentando passar confiança para a outra, enquanto continuava a procurar por entre as árvores. "não acho que eles fariam isso, ou talvez quem sabe procurando pela dona. e bem, se for o caso, sempre podemos perguntar a Rainha Clarion ou até mesmo a Tink." comentou tentando assegura-la de que de um jeito ou de outro encontraria uma solução para ajudar a amiga. "aparentemente é algo comum entre reis, também não faço ideia por onde o Kit anda, não sei lhe dizer quanto tempo faz que não sentamos para conversas." um suspiro deixou seus lábios, mas logo balançou a cabeça afastando tais pensamentos. "não importa, ao menos não no momento.
"Tem razão, vamos encontrar de qualquer jeito." Concordou com a cabeça erguida, o olhar atento foi da amiga até o chão novamente. A confiança dela era contagiante. "Vamos dar mais uma olhada e se não acharmos, pedimos ajuda." Propôs parando sua busca por um momento, as orelhas ligeiramente alerta. Lembrando de como as obrigações reais podiam ser entediantes, se compadeceu de Cinderella. "Pode ser que ele esteja atolado em algum assunto chato de rei? Sinto muito que não tenham conversado. Acho que isso seria melhor do que as conversas que tive com Simba. Não temos mais tanta coisa interessante para dizer, você sabe, sem respostas sobre Pride Lands, ficamos com as patas atadas." Alongando as patas, se preparou para voltar à busca. "Vou tentar usar meu faro de novo, esses anéis costuma ter um cheiro específico. Coisa da Academia."
prompt: ❛ everybody's looking for somebody to blame. ❜
"Nesse caso, acho que sabemos bem quem culpar.", replicou as palavras da mulher em tom sereno, quase como se não fosse afetado pelo tópico sensível que partilhavam: todo o caos das últimas semanas. Merlin tinha prometido segurança e estabilidade enquanto os perdidos estivessem naquele lugar, mas ambos sabiam que não era exatamente isso que o mago estava entregando e, talvez, Nala soubesse disso melhor do que qualquer outro ali, então não cabia a Phillip colocar o dedo em sua ferida ainda exposta. "E eu sei que provavelmente vai me dizer que não é bem assim, que estou mirando no inimigo errado, mas...", ele parou no meio do caminho, enquanto observavam a exposição, para voltar-se na direção da mulher. As mãos enfiadas nos bolsos da calça, o olhar recaindo sobre ela e a expressão séria, moldavam a postura do príncipe. "O que ele tem feito de útil? Diga-me ao menos uma coisa, e eu posso considerar mirar em outro lugar.".
O complemento que ele fez sobre sua observação foi preciso. Nala duvidava cada vez mais de Merlin, para alguém que sempre confiou nele, a quebra de confiança era complicada. Além do mais, ela ainda se perguntava qual era o objetivo dele com tudo aquilo, os perdidos novos, histórias que não estavam no reino dos perdidos antes e agora era como se sempre estiveram ali. Usando Mushu de porta-voz, como se não tivesse coragem ele mesmo de dizer as coisas. Ele queria que todos enlouquecessem mesmo, mas ela não deixaria que aquilo acontecesse. Conversar com Phillip era bom, apesar do reino dele ainda existir, tinha uma visão parecida com a dela. Notando que ele tinha parado de andar, também cessou seu passo, enchendo seus pulmões antes de expirar lentamente como o coelho tinha ensinado. "O pior é que eu não sei mais se posso dizer isso." Começou, considerando a pergunta dele. O olhar foi da figura do príncipe para as joias de pérolas que estavam próximas a eles, expostas, a faziam lembrar de quando sua amiga contou como conseguiu os objetos. Aquilo a fazia lembrar que suas histórias sempre foram intocadas, e que com toda a desordem que assolava os habitantes de seu mundo, estava claro que Merlin não tinha mais controle de nada. Ele criou mas não podia mais controlar. Estavam à mercê de outro alguém, e isso era um grande problema. "Eu não saberia dizer." Respondeu pesarosa, voltando seu olhar para ele, estava sendo honesta, e depois de tanto, cansada. "Queria que ele pedisse ajuda. Que reunisse os melhores de nós e fizesse algo." Estava mais do que disposta a ajudar.
O primeiro contato de Nala com um anel foi quando os habitantes de Pride Lands ganharam de cortesia da Academia da Magia anéis enfeitiçados que permitiram que eles alternassem entre as formas animais e as formas humanas fora do reino. Foi um presente bem recebido, Nala entendia que não era muito interessante ter um amontoado de leões coexistindo com outras criaturas e até mesmo humanos de outros reinos. O segundo, foi quando Simba a pediu em casamento. Dessa vez, o anel tinha a pedra mais linda que ela tinha visto, e que até hoje continua sendo sua favorita. Depois disso, e de ter aceitado a função dada por Sarabi de cuidar do negócio de venda das pedras preciosas, muitos e muitos outros anéis foram desenhados e vendidos pela Bejewelions, pessoalmente são as peças favoritas de Nala.
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
✓ Live Streaming✓ Interactive Chat✓ Private Shows✓ HD Quality✓ Free Actions
Free to watch • No registration required • HD streaming
“all my life, i've been waiting for an opportunity like this.” (@outlxw)
Contendo o rolar de olhos que prontamente demonstraria o desgosto de lembrar que a existência dos perdidos significava literalmente que ela morreria num futuro muito possível, Nala apertou os lábios um mínimo sorriso. Precisava lembrar a si mesma a todo momento que a culpa poderia não ser deles, cada individuo preso naquele reino junto com ela e os outros habitantes também passavam pelos mesmo infortúnios. Ou quase todos. "Jura? E não te incomoda que alguns de nós não estejamos contentes com a presença de você em nosso reino?" Imaginava se sentiria a mesma coisa se seus felizes para sempre não sofressem alterações tão prejudiciais.
Intrigada com a afirmação aleatória, Nala mudou o olhar de Allison para o próprio braço, flexionando o bíceps para observar melhor. Nunca tinha parado para analisar com mais atenção a própria fisionomia enquanto usava o anel, na verdade, nem antes disso. Aparentemente leões tinham outras questões mais importantes em seu tempo livre, como caçar o próprio alimento, correr pelos campos, tomar banhos de sol, essas coisas. "Você acha?" Buscou uma confirmação, embora discordasse em parte. Quando estava em sua forma natural se considerava bem mais forte. "Pelo visto, acho que correr faz bem para os músculos. Você devia tentar."
Teria que confessar, não esperava mesmo que o perdido viesse até a Bejewelions atrás dela. Tinha a sensação de que devido ao emprego e as aulas, a maioria deles estava mais ocupado que antes. Apesar disso, ficou feliz com a visita. No outro dia quando se encontraram por acaso, Stanley tinha deixado uma boa impressão e Nala chegou a mencionar uma peça que julgava ter tudo a ver com ele. Obviamente ela não estava fazendo propaganda de sua loja, sabia que deveria mas estava ciente das condições financeiras dos perdidos naquele momento. "Bom, já que veio, vou te mostrar a pulseira. Entre!" O convidou passando pela pequena fonte no centro da joalheria, fazendo o caminho até a vitrine. Mesmo sem expectativas de uma visita, Nala separou numa caixinha a pulseira com a joia esverdeada. "Aqui, me diz se não concorda comigo. É muito a sua cara."
is there something about their personality they want to change?
Provavelmente a seriedade que veio com a ascensão de Simba. Ela se sentiu obrigada a deixar de ser mais brincalhona e passar confiança para o povo. A princípio Nala tinha a intenção de trabalhar nisso, mas só aconteceu tragédia atrás de tragédia, acabou não tendo tempo para focar nisso ainda.
"Pronta para sua próxima aula de natação? Hoje nós vamos mais para o fundo." Decidiu, enquanto começava a retirar os sapatos para poder adentrar a água. Com ajuda do poder do tridente de seu pai, Ariel se transformava em sereia todas as vezes que entrava na água do mar. Facilitava para poder visitar o palácio no fundo do oceano ou quando simplesmente sentia saudades de nadar. Por mais que tivesse paixão pelo mundo dos humanos e estivesse feliz em morar nele, a água sempre seria uma parte de sua vida. "Nunca te levei para visitar o palácio, levei?" Antes que escutasse a resposta da amiga, Ariel pulou para dentro do mar. Magicamente, sua cauda esverdeada tomava o lugar das pernas. Emergiu da água alguns segundos depois, transformada e direcionou um sorriso para a amiga. "Vai ficar só olhando até quando? Entra logo, Nala!"
A menção ao fundo fez Nala hesitar. Não tinha costume de nadar em Pride Lands, tampouco em qualquer outro reino que tinha visitado, além disso podia contar nos dedos quantas vezes esteve dentro de algum rio ou no mar e nenhuma das vezes foi por livre e espontânea vontade de nadar. Por esse motivo, entendia o quão importante estava sendo ter aquelas aulas com Ariel, e era muito grata à amiga, mas não significava que ela estava usando sua pele de destemida naquele momento. "Hm, não levou." Respondeu voltando à realidade, seguindo o movimento da amiga em retirar seus sapatos, — que não eram desconfortáveis, mas preferia não os usar. De certa forma estava curiosa, era um lugar que só ouviu falar, e estava prestes a conhecer pessoalmente. No entanto, era um desafio e com isso em mente, respirou fundo antes de ir em frente até entrar na água. "Vamos devagar, te falei que a respiração nesse corpo é diferente, né?"
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
✓ Live Streaming✓ Interactive Chat✓ Private Shows✓ HD Quality✓ Free Actions
Free to watch • No registration required • HD streaming
♡⸝⸝ Como sempre, Cinderela buscava se manter positiva, especialmente quando se tratava de ajudar seus amigos, a princesa buscava fazer o seu melhor sempre. " Eu tenho certeza que sim, tem que estar por aqui. " disse reforçando a fala da outra, dando pequenos passos para frente, afim de continuar perto da outra, afinal, a outra pior coisa que poderia acontecer era elas acabarem se separando e ficarem perdidas.
"Essa é a única certeza que eu tenho, porque eu me transformei aqui, então..." Um pensamento a fez interromper sua observação. "Você não acha que alguma fada pode ter pegado, certo?" Se não soubesse da natureza travessa de algumas fadas, não questionaria aquela opção. "Não queria te arrastar para essa situação. Mas eu não tenho muitas opções, não sei por onde anda o Simba. Deve estar ocupado."
"ainda não tive tempo pra analisar se os caras daqui são mais, menos ou igualmente inseguros do que os do meu mundo." começou, as palavras surgindo aleatoriamente no meio da conversa como se tivesse refletido por horas. "provavelmente o mesmo." um pequeno bico surgiu em seus lábios e logo desapareceu, dando de ombros em seguida. não se importava tanto assim para prestar atenção. "e é por isso que eu não consegui uma vaga de... dama de companhia? como que chamam por aqui? enfim... era óbvio que eu conseguiria conquistar a esposa de qualquer um. foi um movimento de medo." e bebericou a xícara de chá que estava segurando durante o monólogo.
Sem saber muito o que dizer, Nala foi assentindo conforme Ginevra falava. Mantendo sua xícara na boca, bebericando curtos goles como um álibi, se surpreendeu com a constatação da perdida. Acabou por se engasgar com um pouco da bebida e precisou tossir algumas vezes antes de se recompor. "O que te levou a chegar nessa conclusão?" Precisou perguntar, mesmo que soubesse que existiam muito motivos que poderiam justificar ela não conseguir o emprego que queria, ainda estava curiosa. Uma das pessoas que contratou uma dama de companhia não tinha um marido. As vezes o raciocínio dos perdidos intrigava Nala. "Alguma coisa específica aconteceu ou você supõe que seja isso?"