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the princess has to pay for what she did that day.
úrsula / vanessa, imortal, rainha dos sete mares.
ESTÉTICA : uma planta carnívora se fechando sobre sua presa, sempre querendo mais, chamas douradas tremeluzindo em um castelo em ruínas, a sensação de apodrecimento: destruindo você lentamente por dentro, nunca permanecendo em um lugar por muito tempo, segredos guardados a sete chaves, a flor mais bela escondida em meio a uma floresta escura, você não nasceu com todo esse horror, se tornar a fera para nunca mais se esconder, abraçar a escuridão para se tornar ilimitada, a escolha entre contentamento e ambição sem fim.
THEME SONG : as good a reason by paris paloma.
nome completo: vanessa.
apelidos: úrsula de certa forma é um apelido , visto que não foi o nome com qual nasceu . pode ser a maneira qual é conhecida por - quase - todos hoje, mas uma vez , no refúgio das fadas , era vanessa ; a protetora das águas sagradas , juntamente com sua irmã ametista. depois que o castelo das duas pegou fogo e quando as tropas de tritão invadiram seu reino trazendo doença & destruição , vanessa tornou-se amargurada e foi amaldiçoada a viver como uma bruxa no fundo do mar, sendo expulsa do próprio lar por sua mãe , fae - ou como a maioria lhe conhece, fada madrinha.
títulos: ' fada do norte, protetora das águas sagradas ' - era um título longo que usava com muito orgulho . sua mãe lhe criou das águas do rio das lágrimas no norte do refúgio das fadas e lhe embutiu com poder suficiente para proteger todas as criaturas que ali vivessem. para alguns, chegar naquele pequeno paraíso não era sequer uma opção - devem se conformar com a vida que lhes foi dada, nunca estariam próximos da cidade mítica , e tinham de fazer paz com isso. que sempre estariam sob o controle opressivo do rei elderon, que reinava o mundo mágico na primeira era. mas para aqueles que conseguiam navegar suas águas cristalinas que supostamente vinham das lágrimas de milhões de fadas, era uma benção. mas não se engane, mesmo no rio utópico, você ainda pode se perder. era onde ametista entrava. a fada que nasceu da luz da lua refletindo o infinito azul daquele lago, e irmã mais nova de vanessa, era responsável por garantir que mesmo na escuridão da noite, enquanto permanecesse de coração puro, poderia achar seu caminho. ' a criatura ' , foi um título maldoso que as fadas do vento lhe deram quando começaram a aparecer escamas & guelras em sua pele de porcelana , significando que estava se transformando como pela maldição de freye , décima esposa do rei tritão. ' úrsula, a bruxa dos sete mares ' , foi como ficou conhecida depois de ser expulsa de casa pela mãe e exilada no fundo do mar, onde começou a colecionar coisas vivas & fazê-las sofrer , perdendo o que lhe restava da sanidade. que os sete mares concordem - ela era perversa de cabo a rabo.
idade: vanessa nasceu na primeira era - uma das criações mais perfeitas da mãe de todas as fadas, seu tempo no universo é medido de forma diferente ou pelo menos costumava ser. fazia aniversário toda vez que chovia e se enchiam os lagos , e veio a existir muito antes de imortais como north , ou sugarplum. estar exilada no fundo do mar lhe envelheceu alguns anos, mas quando volta para superfície , assumindo um novo corpo , diferente do que tinha íons atrás , aparenta ter cerca de vinte e seis anos. no verso de pixie hollow, vanessa ainda é jovem ( comparada as outras fadas ) , porém jamais terá menos que vinte e um anos.
tipo de personalidade: ENTJ - commander.
habilidades: como a primeira fada com talento para água, ela era capaz de manipular o elemento de maneiras surpreendentes. controlá-la, congelá-la ou fervê-la, além de moldá-la em várias formas ou usá-la para criar chafarizes. as fadas com talento para a água que vieram depois dela, moldadas a sua imagem , também conseguem criar mensagens em bolhas de sabão. vanessa conseguia entender a linguagem da fauna aquática, falar com ela e ajudá-la. hoje fadas da água, graças aos avanços de sua ancestral podem treinar girinos ou ajudar peixes a nadar contra a correnteza em cachoeiras. porém, até hoje ametista e vanessa são as únicas que conseguiram nadar sem se afogar. hoje é uma feiticeira habilidosa que age como um tipo de demônio da encruzilhada , fazendo contratos por sua magia que geralmente acabam em tragédia para os seres presos por suas palavras atraentes .
amethyst, the moon fairy.
vanessa e ametista nasceram no mesmo dia com alguns momentos de diferença , perto do palácio na cidade mítica , que era cercada pelo rio das lágrimas e cheia de magia correndo por cada tijolo que formava as casas pitorescas e em sua maioria azuis. nenhum mal podia as atingir ali - era como a versão um tanto quanto mais humana do castelo de vidro onde sua mãe e tias viviam. neste pequeno e especial lugar todos são regidos pelas duas fadas da água, as mais perfeitas de toda a criação.
ametista era uma pequena rebelde desde de sua criação , feita do poder incontrolável da lua e sua energia em constante mudança. não se importava muito com a ideia de governar e dava muita dor de cabeça a fada madrinha , querendo sempre deixar o refúgio para confraternizar com os meninos e meninas do vilarejo logo após a barreira que as mantinha escondidas e protegia seus poderes , e corações puros.
porém, quando alguém se perdia no lago das lágrimas, buscando as vezes roubar de sua água sagrada , ametista era a mais misericordiosa das irmãs , lhes mostrando o caminho para saírem dali em segurança e apagando sua memória para que não retornassem ou contassem a outros oque acharam - porém, no fundo de suas mentes , uma pequena voz permanecia viva e resistente , lhes dizendo como viver uma vida virtuosa ; era o que os humanos chamavam de consciência, apenas uma lembrança de seu encontro com a fada criada do brilho da lua refletindo nas águas de onde sua irmã ascendeu. todas as fadas da noite ainda admiram ametista e seu sacrifício para salvar o lar de todas elas, o concelho do sul tendo sido criado a sua imagem, seu rosto espalhado por todos os lugares no castelo de vidro e as lendas de sua vida ' perfeita ' e final trágico sendo contadas por suas devotas .
dawn, the queen of fairies.
dawn tinha muitos nomes e mais tarde seria conhecida como ' fada madrinha ' , mas quando criou ametista e vanessa, era apenas ' mãe ' . sua relação era uma de amor e respeito , as duas irmãs sempre buscando o conselho de sua criadora , e soberana , mesmo a mais rebelde das duas. vanessa, em especial, idolatrava a fada , pensava que nunca seria capaz de algum mal ou crueldade, e quando esta lhe dizia que foi concebida para ser a fada mais perfeita em toda criação, se sentia feliz e realizada.
tinha um propósito e alguém que acreditava em si , foi graças a essa fé cega que tornou-se uma boa governante para todos os seres de mítica e do refúgio . porém, tudo mudou depois que foi amaldiçoada pela esposa do rei tritão , e feita em uma coisa corrompida que era diferente do que a mãe queria quando lhe deu vida. fada madrinha tentou lhe esconder, e dizer a todos que também tinha morrido como a mais nova , protegendo o lar delas, mas logo foi descoberta , pois não conseguia conter as mudanças de seu corpo e as doenças da fauna aquática que vieram com sua transformação na bruxa do mar. em um último gesto de amor, disse a todos que tinha ficado ali pro conta própria e que dawn não sabia de nada, se despedindo da mãe que já não conseguia lhe olhar nos olhos , mas a abençoou antes que partisse para vagar os mares solitária e cheia de ressentimento e luto.
biografia.
então você pensa que sabe tudo sobre nossos vilões, caro leitor ? estou disposta a apostar que não ! a bruxa dos sete mares uma vez foi … como é que a chamavam ? ah sim ! ' a fada mais perfeita na criação ' & ela teve uma irmã ! uma vida que começou feliz e abençoada por boa fortuna mas foi roubada de si quando a tragédia veio bater na porta , como sempre faz quando se tem muito a perder. veja bem, alguns simplesmente nascem malucos como o chapeleiro , ou maldosos como sugarplum , sem razão ou rima por trás de suas ações além de um sentido estranho de indignação em não ser adorados . mas para outros, é mais complexo , iracebeth já teve uma cabeça de tamanho comum e úrsula já teve asas . não acredita ? pois sente-se, e vou lhe contar sobre as irmãs fadas que protegiam as águas.
ametista e vanessa eram seus nomes e quando vieram a existir , um pouco de luz brilhou na casa de todas as pixies do refúgio . apesar de ter plantado as sementes de suas irmãs , fada madrinha nunca havia tentado dar vida a alguém com talentos específicos , mas foi um grande sucesso. por anos comemoraram em todo lugar as novas vidas que agora eram responsáveis pela cidade de mítica dentro do lar de todas as criaturas mágicas com corações puros. vanessa tinha conhecimento sobre os seres que viviam dentro da água e sua magia era dedicada a eles, não se importava muito com os súditos além de seus amigos nos lagos e rios . porém, era inteiramente responsável e tinha pulso firme , queria punir todos que tentavam invadir sua casa , mas a irmã, sempre mais piedosa , os guiava para longe. sua mãe dizia que era uma falha ; aquele sangue fervente em suas veias que não sabia perdoar rapidamente , mas entendia pois ela tinha o mesmo problema - não impedia que fosse cheia de bondade, estava apenas tentando proteger seu povo . fada madrinha lhe acariciava as cabelos e cantava para que dormisse quando tinha pesadelos com fogo , com uma dor irremediável que ela pensava nunca poder entender, mas sentia visceral no âmago nas noites mais difíceis. porém quando o sol estava alto no céu , ignorava todo aquele sofrimento que nunca iria conhecer e voava com suas amigas.
porém, um dia , fatalidade veio buscar sua alma pristina . quando as tropas do rei tritão invadiram o lar das fadas, muitas foram massacradas pelos soldados que usavam corpos humanos deformados . fada madrinha lutou com coragem , assim como todas as suas irmãs, mas eles queriam apenas uma coisa : vanessa. segundo a décima esposa do governante dos mares , freye, ela causaria a desgraça de sua filha e sem saber como controlar a própria magia ou interpretar suas visões , a rainha mesma selou o destino da criança que ainda não tinha nascido quando ateou fogo a cidade mítica , acabando com muitas vidas na sua perseguição pela fada das águas sagradas .
ametista tentou esconder a irmã, e ficou na linha de frente contra a tomada de seu reino , mas estavam sendo limpadas da existência depois que fada madrinha caiu doente com um feitiço sombrio da bruxa maldita dos mares. foram dias de luta que não parecia ter fim , e então vanessa resolveu se render , mas a irmã impediu que acontecesse quando se sacrificou nas águas, atravessando uma adaga no próprio peito e sua magia, fluindo pelas veias de cada fada lhes deu poder o suficiente para fortalecer a barreira e sufocar os seres que não conseguiam mais respirar fora d'água e foram caindo um por um . no entanto, antes que lhe faltasse todo o ar de seus pulmões, freye e o marido fugiram , e a mulher deixou para trás uma maldição que achou vanessa enquanto chorava sobre o corpo da irmã ; ela seria limitada a servidão no reino de sua filha que nasceu algumas semanas depois.
a fada começou a mudar - já não podia ficar longe do lago por muito tempo , e seu corpo apresentava escamas onde uma vez teve pele macia , os dedos começaram a se juntar , e estava fraca demais para andar , podia apenas se arrastar como uma cobra. as tias e a mãe tentaram de tudo para reverter a maldição , mas não conseguiram , e antes que todos adoecessem por sua causa , rendendo o sacrifício de sua irmã inútil, a garota partiu para o fundo dos mares onde viveu solitária por décadas , criando tentáculos e dentes pontiagudos , perdendo sua beleza etérea e acima de tudo - seu tom melódico , sua voz suave , suas palavras pingando bondade e mel quente. era mesmo uma criatura infeliz como as fadas do refúgio lhe chamavam com medo.
porém, úrsula, o nome que adotou depois de algum tempo fazendo um contrato aqui & uma maldade ali, não deixou barato . mas isso todos já sabemos. ela cumpriu a profecia de freye e tentou trazer um final infeliz para a história de ariel, a menina que culpava por toda a sua desgraça , a quem sempre foi comparada , a quem sempre quis vencer. e apesar de ter falhado da primeira vez, quando a fada açucarada voltou de seu exílio , e os vilões se uniram , pode finalmente cantar vitória e o fez no leito de morte da antiga bruxa.
' que sempre falte ar nos seus pulmões ' , sibilou enquanto a outra fechava os olhos em desespero. matou tritão e espalhou seus restos pela costa para que nunca retornasse ao mar , onde agora reinava suprema . já sua filhas foram mandadas para prisões longínquas , e embora ariel viva com seu príncipe em terra firme, a mulher tem planos para concluir o que começou anos atrás.
main verse ──── eye for eye says you owe me a debt . . .
o verso principal de úrsula segue um mundo de conto de fadas onde todos os mocinhos - menos a fada madrinha - foram transformados em servos dos vilões, a mais poderosa sendo sugarplum. nesse au, o mundo real perdeu os contos de fada, perdeu sua fé, suas datas comemorativas, e tudo que trazia um pouco de mágica ao dia a dia.
main verse ──── left over from the other universe there is so much precious time . . .
este verso se passa no passado de úrsula, quando ela ainda era uma fada em pixie hollow e sua irmã ainda está viva.
voryn , the shadow, vinte e quatro anos / cinquenta e sete , espelho mágico.
ESTÉTICA : caminhos incertos, você pode ir a qualquer lugar, menos para casa, relógios perfeitamente sincronizados, você não conseguiria pintar o próprio rosto nem se deus implorasse, tempestades, a magia não é boa nem má – apenas magia, fazer o oposto do que as pessoas esperam, o cheiro de livros antigos, bailes de máscaras parecem confortáveis demais, música suave, cartas escritas à mão, ser resistência à passagem do tempo, elegante, poderoso e frequentemente incompreendido.
THEME SONG : only the beginning of the adventure by harry gregson-williams.
nome completo: voryn.
apelidos: ' a sombra ' não é um apelido que ganhou com carinho - afinal, existia alguém que gostaria de ser um espectro? - , na verdade era como chamavam o filho que não devia existir, aquele que se misturava a todos sem ser percebido ; sempre ali, sempre perto, mas mesmo que logo a sua frente ou seu lado, nunca realmente visto. sua mãe scylla sussurrava algo quando o via no berço, antes de ser levada por uma criada ou as vezes, seu próprio pai e ele gosta de imaginar que foi o nome qual ela sonhou lhe dar, e embora nunca fosse saber qual era, parecia começar com a letra a. praticou muitas vezes se olhar no espelho e saborear na língua diferentes formas de chamamento que não fossem ' peste ' ou ' o terceiro ' , deixava os nomes alexander, august, arthur preencherem o ar, mesmo sendo nomes que apenas os súditos usavam ; ah, ele não tinha preconceito nenhum, na verdade, se daria por feliz caso ganhasse a permissão de passar sequer um dia longe do palácio, entre as pessoas comuns e sem títulos nobres, como ele. que não viviam no luxo, mas ao menos, tinham um nome que usavam com orgulho.
títulos: voryn, a sombra foi um nome dado a si por alguém que pensou ser uma amiga, antes de ser apunhalado nas costas. mas durante a vida, teve um diferente título e papel : vance, o eterno. parecia uma piada que tivessem dado ao herdeiro aquele nome quando não podiam garantir sua segurança, e o deixaram morrer antes que pudesse conquistar qualquer coisa capaz de realmente solidificar sua memória no reino. mas voryn não pensou assim, ficou de luto pelo irmão que parecia ser boa pessoa, e nunca lhe causou nenhum mal, apesar de raramente terem se visto nos corredores. portanto, quando assumiu o lugar do gêmeo, prometeu fazer de seu nome, algo tão precioso, uma lenda.
idade: voryn parou de envelhecer aos vinte e quatro anos, e portanto é a idade com qual se apresenta. não tem muitas experiências de vida, não conheceu muitas pessoas, soube apenas ser invisível por décadas. então apesar de já ter cinquenta e sete, no tempo do distrito vermelho - uma versão cyberpunk do reino da branca de neve - que é onde se passa seu verso principal, ele é muito como um jovem ainda. sábio e sobrecarregado com o peso do futuro de todos menos o seu, mas ingênuo. a idade dele pode mudar de acordo com o verso, ou situação em que ele seja inserido, sou muito flexível, mas nunca vai ter menos de vinte e três anos!
orientação: heterossexual e heteroromântico.
tipo de personalidade: INFJ - advocate.
habilidades: voryn é capaz de prever o futuro com algumas limitações. existem ramos de possibilidade que ele pode ver, mas não sabe dizer com certeza qual é a mais provável a não ser que seja um destino completamente imutável - o que raramente acontece. desde que fundiu sua mente com a de ravena, tem conseguido manipular pequenas facetas da realidade, como criar distúrbios no espaço tempo, na condição que elas façam algum sentido ao cenário. por exemplo, não pode conjurar uma nova pessoa sem história nenhuma, mas pode atrasar uma pessoa para o trabalho visto que é algo que pode acontecer com qualquer um. já tentou voltar alguns segundos para trás e partir alguns para frente, mas depois de o fazer, frestas como rachaduras em um espelho começam a aparecer por onde anda, e delas não saem nada bom.
the sarkora.
o povo que habitava o antigo reino de neve onde voryn nasceu.
ficavam em uma localização isolada nas montanhas e eram em sua maioria abastados, embora ninguém além da direta família real tivesse títulos nobres. quando rei somir, o grande resolveu se casar com a herdeira de um dos covens de feiticeiros do norte, houve alvoroço por toda a capital, afinal, pessoas mágicas não eram bem quistas ali. mas com uma forte determinação ou alguns diriam, sua enorme cabeça dura, o monarca perseverou e foi em frente com seu casamento apesar da opinião pública. sua esposa ficou conhecida como scylla, o rumor, abandonando sua origem, seu lar, e raízes, deserdando seu povo em nome do amor que sentia por somir. teria sido uma bela história de amor, algo para os livros, se o verdadeiro plano do impetuoso rei não fosse usar aquela escolha - vista como traição - para abalar e massacrar os magos, assim conquistando suas terras férteis, prendendo muitos nos calabouços de seu reino ou em prisões longínquas, buscando manter a sabedoria mágica que cresceria com altivez suas plantações, e encheria os bolsos daqueles que os emprisionaram.
scylla pode apenas implorar para que os libertasse, mas seus clamores caíram em ouvidos surdos. o máximo que foi permitida era trazer os pais para o palácio, onde poderiam viver trabalhando na cozinha. a mãe da rainha morreu de desgosto na cadeia, enquanto seu marido viajou para o reino de neve apenas para tirar a própria vida na sala do trono onde devia estar jurando sua lealdade aos sarkora, assombrando a filha pelo resto da vida com o olhar se esvaindo de luz, e o sangue empoçando o mármore. morreu sem sequer saber que seria avô.
os sarkora eram um povo sem muita fé, não cultuavam nenhum deus e seguiam o lucro para onde os levasse, o que levou ao ditado: ' os melhores amigos de um sarkora são suas barras de ouro ' , que vinham do trabalho nas minas, nos campos, e em alguns investimentos mais tímidos no exterior - nos distritos. claro, existia crime, mas era em sua maioria de origem monetária. golpes, também como negócios obscuros na floresta encantada com os mercenários sem lei, mas eram severamente punidos se pegos independente da classe social. olho por olho, dente por dente, eles diziam.
porém, existia uma única crença na cultura sarkora que não devia jamais ser desrespeitada - a simetria. não era bem visto ter apenas uma casa, o ideal é que se tivesse duas. comprar apenas um cavalo? estritamente proibido! compre dois ou quatro, senão sem negócio. quando você tinha apenas um filho, era esperado que logo tivesse mais um, e se tivesse outro depois disto - seria sacrificado. era extremo e cruel, mas podiam controlar o crescimento populacional de forma estranha e ainda sim, eficaz, ninguém no reino da neve jamais conheceu fome. embora muitos tivessem as mãos pingando de sangue.
the districts and the enchanted forest.
os distritos são muitos para contar, cada um com seu governante, parlamento ou presidente, e os sakora não tinham - ou não deviam ter - relações com as pessoas de lá. são lugares altamente tecnológicos, onde até mesmo pensar pode ser uma questão de programação. muitos cidadãos dos distritos mais violentos são fundidos com suas armas, e não se acanham de ameaçar qualquer um que os perturbe. comparado ao reino de neve, praticamente não tem lei, visto que com um pouco de dinheiro muitas coisas saem impunes. já a floresta encantada abriga seus bons e velhos mercenários que usam de adagas e espadas, arco e flecha, para fazer o serviço, e a morte nos distritos é um tipo próprio de mercado, muitos querem ver regimes caírem e outros se erguerem. por isso existe tanta mudança política o tempo todo, e nem sempre para o melhor.
biografia.
nasceu sem um nome , gratidão o maior poema emaranhado no seu cerne - foi grato pelo lar confortável onde vivia, pelas cantigas doces da mãe nas noites de primavera & até mesmo pelas destemperanças do pai, pois em sua visão juvenil, que fosse abençoado o dilúvio que crescia o jardim. quando somir gritava as paredes se tornavam ocas, um sussurro contra o vento poderia ter derrubado aquela família com fundações tão frágeis, mas eles seguraram firme , graças a vance & kaelora, como foram nomeados seus irmãos gêmeos . sim, eles nasceram em três, algo comum para a raça de feiticeiros do norte de onde scylla vinha, mas ele não devia ter nascido e era lembrado a todo momento . só existia espaço para um herdeiro e uma herdeira, os sarkora do reino de neve tinham uma obsessão doentia com simetria e portanto, qualquer coisa fora dos padrões os desagradava. o menino apenas pode viver pois sua mãe foi fraca demais e não teve coragem de o sacrificar, como dizia o rei, mas jamais viveria como os outros dois - todos o chamavam de peste, e eram poucos que sequer tinham autorização para o ver pois ao povo nunca foi dito que a rainha teve um filho a mais do que esperado. ela já era mal vista graças as suas raízes, não precisavam de outro escândalo. com o tempo, o garoto foi desaparecendo em meio as paredes, misturando-se com as pinturas, camuflado perto das flores quando saia para o jardim, tinha se tornado uma sombra e a ninguém contava que podia prever o futuro.
foi nos seus dezesseis anos que conheceu ravena, mulher doce e gentil que começou a trabalhar no castelo, fazendo questão de se aproximar do mais jovem sem parecer interessada no fato de que ele nada mais era que um erro. se tornaram amigos rapidamente, e foi na calada de uma noite de verão, bebendo néctar na sacada que ela suspirou pela primeira vez o que ele adotaria como identidade : voryn. como o pássaro que migrava do sul para o norte, onde sua mãe cresceu, e não era visto por ninguém até o inverno quando saia de seu ninho para procurar comida.
foi apenas dois anos depois, que reclamou a segunda parte de seu título.
vance morreu - e o como ou porque não importava, apenas precisavam preencher o vazio do príncipe caído antes de sua coroação, e assim foi feito. para os súditos , voryn era vance, o eterno, que depois de um acidente de pégaso trágico tinha ficado completamente deformado, e usaria para sempre uma máscara em nome de seu orgulho. foi ali que pelos corredores do palácio começaram a sussurrar : a sombra. fingia não ouvir, mas sabia que se referiam a si. ao menos, por mais insano que fosse, estava sendo visto pela primeira vez. com seu dom conseguiu trazer prosperidade e paz ao reino, prevendo ataques antes mesmo que eles pudessem ser pensados e mapeados. conquistou terra de leste a oeste, e era amado por todos, até que um dia a sorte se virou contra ele.
foi em outra noite de verão que contou para ravena, sua velha amiga & agora esposa do rei noah, que ela teria um final trágico qual ele ainda não podia completamente prever pois envolvia uma recém nascida cujo o futuro ainda era incerto. nesta noite, enquanto dormindo após uma visita ao distrito vermelho, foi colocado por sua até então parceira em uma conspiração sórdida, um destino cruel - preso no espelho sem poder escapar. seu reino acabou destruído por um incêndio que preencheu todas as ruas , sua estava família morta e sua própria vida acabada. portanto, mesmo que houvesse escapatória, para onde ir?
muitas estações vieram e foram até o dia que branca de neve venceu ravena , e ele permaneceu no mesmo lugar - imutável & cada dia mais assombrado. quando a madrasta da mais bela de todas foi sugada pela magia de seu último feitiço, a matéria dos dois se misturou, assim como suas mentes. hoje ele pode sair do espelho durante a noite, onde vive clandestinamente , na sombra de quem uma vez foi. mas quando o sol está alto no céu , tem de voltar a seu confinamento.
main verse ──── this is how i fight . . .
o verso principal de voryn trata de temas como autoconhecimento, lealdade, trauma geracional, pensamentos intrusivos, entre outros, em um cenário fantástico. porém, eu estaria totalmente disposta a colocá-lo em um universo diferente!
you gave me your heart, now i'm here for your soul.
jack frost, imortal, soberano de temeros.
ESTÉTICA : o temor antes de uma tempestade de neve, uma sensação de abandono que não desaparece, um guarda-roupa que chama a atenção, palavras perfeitamente ensaiadas, um complexo de deus, um palácio solitário no topo de uma colina, sonhos idílicos esmagados como pétalas de rosa, tudo o que você tem são mentiras, uísque doce correndo em suas veias, amor dado como garantido até o momento que se torna fumaça, a sensação pegajosa da traição, suas mãos manchadas de sangue e seu coração de lágrimas, afogando-se em um mar de rosas murchas.
THEME SONG : the story of jobu by son lux, nina moffitt.
nome completo: jack frost.
apelidos: nunca foi um para apelidos, com seu nome já curto era chamado na pequena vila onde vivia de coisas banais como ' querido ' , ' doce ' , ' meu bem '. a única a lhe chamar de jackie foi sua irmã beth, mas depois de falecer e ganhar o nome de jack frost, ele não ouve muitos chamamentos diferentes exceto pelas veladas - ou nem tanto - ofensas do coelho da páscoa. fada do dente também as vezes se refere a ele com carinho ou costumava o fazer, mas não tem apelidos oficiais. no entanto, o prefixo ' the undying ' hoje é usado para se referir ao soberano do reino congelado, e claro, algumas pessoas de temeros lhe chamam por palavrões e espertas rimas foram construídas com seu nome, todas levando ao mesmo propósito - abaixo com o tirano.
títulos: an deireadh - muito literalmente traduzido para ' o fim ' , ambos os apoiadores de jack & aqueles que se opõe ao seu reinado usam esse título para se referir ao soberano. existiam lendas em temeros que contavam o fim do mundo em fogo, porém agora sabem que será em gelo. também já foi, uma vez, chamado de guardião como a maioria veio a lhe conhecer mas depois que sugarplum voltou de seu exilo e após uma perda que o abalou profundamente, ele renunciou ao chamado e viu os outros escolhidos pelo homem na lua serem amaldiçoados com a descrença.
idade: jack é oficialmente imortal e portanto não envelhece, está sempre preso nos vinte e quatro anos que foi a idade com qual morreu, e não será retratado como mais novo que isto embora possa ser envelhecido. na realidade, ele vive a muitos séculos, tendo visto o ascender e o cair de vários impérios, o mais antigo que se lembra sendo a queda de tenochtitlan.
orientação: heterossexual e heterorromântico.
tipo de personalidade: ENFJ - protagonist.
habilidade: jack adquiriu depois de décadas a habilidade de manipular o clima, e desde sempre foi capaz de moldar a neve e o gelo ao seu favor. usava isto para trazer felicidade as crianças especialmente no tempo de natal, onde o inverno era preenchido por acalento e diversão graças aos guardiões, especialmente ele mesmo e north. depois da tragédia que mudou o rumo de sua história, e sua aliança com sugarplum, começou a usar estes poderes para controlar o povo de temeros, levando o frio para o coração das pessoas e suas casas, que nunca foram acolhedoras novamente. pode se dizer que de certa forma ele controla os ânimos do ambiente onde está, visto que muitos declaram estar apáticos e deprimidos desde que ele tomou o trono do antigo rei belazar.
once upon a time.
nasceu jack alastair rietveld, o filho do meio entre três - em algum lugar bonito onde todos se ajudavam e não existia muito luxo mas também não havia guerras ou conflitos. na pequena vila, todos se ajudavam, as crianças eram criadas praticamente em conjunto, mães trocavam conselhos enquanto os pais estavam sempre presentes para alimentar, vestir e acompanhar os filhos enquanto brincavam. mesmo no inverno, onde suas plantações tornavam-se escassas, aqueles que criavam gado curavam carne para dividir com os vizinhos, os que criavam ovelhas teciam casacos para que ninguém passasse frio, e os lenhadores faziam questão de manter as casas quentes.
apesar de parecer um pequeno paraíso, jack não se encaixava muito bem ; era esperado que assim que estivesse um pouco maior escolhesse qual caminho seguir. plantaria? criaria animais? construiria sua casa com madeira que cortou usando a própria força? talvez fosse ferreiro, até mesmo fazer pão para comunidade era o suficiente! porém nada parecia certo, jack queria se divertir, andar pela floresta e pisar na água congelada como se fosse ithar, o deus da criação, invencível e poderoso. além disto, não tinha ambições, queria ser feliz, queria poder estar perto de grant e beth, dos avós que os criaram após a morte de seus pais, mas eles envelheciam rápido e o irmão mais velho continuava a insistir que não poderia prover para todos e cuidar da família para sempre. jack não escutou, continuou sua jornada de rebeldia e inconsequência, até que foi tarde demais.
grant viajou para longe do vilarejo buscando mantimento para todos, visto que os animais não estavam aguentando e logo viria o inverno, o que produziram durante o ano não seria suficiente devido as chuvas inesperadas que se prolongaram por meses. no entanto, acabou perdido no caminho de casa, e sem conseguir voltar ou avançar o suficiente para buscar abrigo, pereceu na floresta.
os homens começaram uma busca pelo filho dos rietveld, e quando acharam seu corpo congelado, tiveram a tarefa amaldiçoada de levá-lo de volta ao lar, onde esperaram o gelo derreter para poder enterrá-lo com os pais. jack ficou transtornado, e o que uma vez foi um menino alegre e cheio de vida, agora era alguém com raiva do mundo todo. um dia, ainda no inverno, foi até o lago congelado onde tinha visto grant por último antes que o irmão atravessasse para desaparecer entre as árvores. jack gritou com ithar, pediu a modur que trouxesse de volta seu irmão, pisando na água congelada com força e amaldiçoando os deuses que não pareciam se importar. quando o viu naquele estado de fúria, beth foi até o irmão e o abraçou, mas ele rejeitou seu toque, a empurrando e fazendo com que caísse no gelo onde tinha deixado uma rachadura com seu acesso de petulância. o que nunca podia ter esperado era que a mais nova fosse cair na água fria, abaixo da barreira glacial. desesperado ao ver a menina se afogando, ele pegou o cajado que grant tinha deixado consigo e qual agora carregava por todo lugar, e a puxou para superfície, mas não teve a oportunidade de se desculpar pois o gelo foi se quebrando sem parar e apenas gritou para que beth corresse o mais rápido possível e não olhasse para trás - assim não veria o único irmão que ainda lhe restava perder a vida.
the kingdom of temeros.
temeros era um portal entre o mundo mágico e algo muito além da compreensão - diziam ser uma terra sem lei onde o mal reinava, onde não havia justiça, fazendo todos do reino não tentarem cruzar além do véu, confortáveis no santuário de suas casas. também era o mais rico entre todos os outros reinos, a lenda contando que sua deusa patrona aita cobriu as ruas em ouro, e se certificou que não lhes faltaria comida, vinho ou saúde antes de ascender aos céus que era sempre tingido de uma cor rosada. era verão durante todo o ano mas não excessivamente calor, havia chuva mas apenas o suficiente para sustentar o cultivo e deixar que o povo dançasse nas ruas com suas celebrações que duravam meses. temeros era um retrato perfeito de equilíbrio e a família real era abençoada pela deusa ela mesma, justos e acolhedores, sequer haviam calabouços no castelo vendo que ninguém precisava roubar, ninguém tinha razão para trair, ninguém sentia a vontade de machucar seu próximo. porém, quando jack frost ou melhor, an deireadh, chegou , ele trouxe consigo o inverno e a tristeza, a fome e a desgraça. apoiado pelo exército de sugarplum, ele invadiu o reino e dizimou as tropas de magos e guerreiros de temeros, fazendo com que o povo perdesse a fé e começasse a fugir enquanto podia, mas o próprio conselho mágico tornou-se refém e nenhum lugar era muito melhor para se estar, ao menos ali, estariam perto de suas famílias e amigos.
biografia.
você de novo? parece que realmente gosta de tragédias. bem, neste conto em especifico temos um herói que traiu a si mesmo por um pouco de poder, e uma chance de ver de novo aqueles que mais amou. todos conhecemos jack frost ou costumávamos conhecer, pois ' the undying ' é muito diferente do benevolente guardião que trazia alegria as crianças. se não quer destruir suas memórias da infância, sugiro que pare por aqui e pense nele como o espirito livre que uma vez foi, mas se o que deseja é a verdade em todos os seus detalhes sórdidos - certo, pegue um chocolate e uma coberta, nossa história começa no inverno.
o tempo passa diferente naquele mundo, especialmente em temeros onde ficava a sede dos guardiões - irônico, não? north em um lugar cheio de sol - graças ao véu tênue entre o mundo mágico e o mundo real, qual todos eles atravessavam quando era o momento de recolher dentes, entregar ovos ou presentes, e nas noites depois de colocar os habitantes do reino para dormir. viviam no subsolo, onde todos tinham seu pequeno santuário abaixo da vida movimentada e feliz de seus protegidos ; breu tinha sido derrotado há muito tempo e tudo corria bem, até que a fada açucarada voltou de seu sono que todos pensavam ser eterno. aparentemente, a crença de algumas crianças dava vida até mesmo aos vilões. no amanhecer de seu reinado, as mais vis criaturas começaram a perambular as ruas novamente e os contos tornaram-se distorcidos, algumas pessoas desaparecendo, e outras surgindo do nada sem saber como se encaixavam no famoso ' felizes para sempre ' . o conselho do sul, liderado por fada madrinha foi o único a resistir com sucesso a conquista violenta de sugarplum. merlin, arthur, morgana, as três fadas, todos os mocinhos que faziam parte do governo antigo acabaram por cair, e se tornaram súditos da terra dos doces.
como jack frost se encaixa nessa história, você pergunta?
bem, era inverno - eu disse que começaríamos aqui - e os guardiões fizeram uma tentativa desesperada de salvar todos e derrotar a tirana, porém foram abatidos, muito fracos uma vez que com a opressão e a pobreza sendo distribuídas , as crianças pararam de acreditar que eles viriam em seu socorro ou então teriam parado aquela mulher antes que pudesse chegar aquele ponto. porém, jack se manteve de pé, nunca tendo perdido suas forças só porque não acreditavam nele, e entrou em uma batalha brutal com sugarplum, que arrancou sangue dos dois, o único que tinha conseguido chegar tão perto de a derrotar. isto é, até ela conjurar uma imagem da família de jack, fazendo com que o rapaz confundisse realidade e delírio por tempo suficiente para que ela entrasse em sua cabeça sussurrando mentiras e promessas.
tinha muita magia do seu lado, ela insistia, e não seria um problema trazer de volta as pessoas que ele amou. as pessoas que morreram por causa dele. jack fraquejou por um instante, caindo aos seus joelhos com lágrimas escorrendo pelas bochechas pálidas e as mãos cobrindo o rosto. podia ter resistido, vendo seus amigos caídos, lutando por suas vidas, tooth até mesmo tentou lhe estender um conselho, dizendo que ela mentia, que eles se foram, mas o escolhido do homem na lua não ouviu - limpou o sangue e água salgada com sua manga e se levantou. ' o que tenho de fazer ? ' , perguntou com firmeza no tom, selando não só o seu destino mas o de muitos outros.
as ordens da impiedosa foram confusas e inesperadas, mas ele não se deixou pensar muito sobre, dizendo a si mesmo que no final daquela miséria, existia a chance de viver feliz com a família como sempre quis. portanto, marchou com os soldados até o castelo de branca de neve, e quando estava na sala do trono com a rainha, seu cajado em mãos enquanto ela empunhava uma espada, fez o que lhe foi ordenado - primeiro congelou a espada que caiu das mãos da mais bela de todas e estilhaçou no chão de pedra, depois fabricou do gelo uma adaga e lhe apunhalou o coração.
gostaria de dizer, caro leitor, que houve hesitação da parte de nosso herói, ou melhor, nosso mais novo vilão - porém seria mentira, e estou comprometida com a verdade que me pediu. embora suas mãos tremessem enquanto carregavam o cadáver de branca de neve em um caixão de vidro pelas ruas até os quatro reinos onde sugarplum lhe esperava, não pensou duas vezes antes de atravessar o peito dela com o objeto pontiagudo que fez questão de jogar na parede, o assistindo se desfazer. quando chegaram ao palácio que uma vez pertenceu as stahlbaum, sua mais nova dona olhou com interesse doentio para o corpo ensanguentado de snow e com seus gestos sempre exagerados e teatrais, ela bateu palmas, dizendo que tudo estava pronto e seria - perfeito.
o corpo de branca de neve foi colocado no chão, mas não tão simples quanto um enterro. suas entranhas se espalharam pela terra como raízes e acima de si cresceu uma árvore mágica com maçãs envenenadas, o cerne da antiga princesa se dissipou por cada pedaço dos reinos mesmo os mais distantes, e por ter tido uma morte injusta, o rancor foi plantado no coração dos homens e lugares como temeros, charming kingdom, auradon, entre outros, caíram na desgraça. haviam duas opções - rendição ou morte.
jack sentiu-se doente com arrependimento mas era tarde demais, já tinha escolhido seu caminho e os antigos companheiros nunca iriam o aceitar de volta, em seu desgosto até mesmo a lua desapareceu quando invadiu germonia, usando da força de breu, mas o que não esperava era ser enganado pela maldita fada. depois de usá-lo como um perfeito peão em um jogo que não podia se dar ao luxo de perder, ela lhe ofereceu não sua família mas poder, poder como ele nunca teve antes, se apenas se tornasse seu consorte. disse até mesmo que um dia teriam seus próprios herdeiros e seriam também uma família. jack tornou-se novamente o garoto com raiva do mundo e rejeitou sua oferta, dizendo que reinaria sozinho e um dia, viria buscar a alma dela.
depois da decepção que sofreu - apenas sua culpa, sim - , o lamento de jack foi sentido por toda temeros, trazendo inverno perpétuo para o lugar que apenas conhecia o verão. fechando o céu que já foi rosado e assumiu um tom apático de cinza. pelas ruas o ouro foi desaparecendo, transformando-se em mármore e marfim, e as pessoas que nunca precisaram trabalhar agora tinham de pagar impostos para comer e ir para as minas.
quanto a família real? mortos pelos monstros que jack conjurou da neve. os templos de aita, destruídos. doença se espalhando, vidas inocentes se perdendo e sentado em um trono de gelo, jack ou an deireadh, como os locais sussurravam em suas profecias, muito literalmente ; o fim.
nas paredes de um casebre, onde grant tinha passado uma noite antes de sucumbir ao frio, estava escrito em sangue:
"when the time comes that ice rains from the sky, a broken man shall cause an era of sorrow."
main verse ──── goddamn right you should be afraid of me . . .
o verso principal do jack segue um mundo de conto de fadas onde todos os mocinhos - menos a fada madrinha - foram transformados em servos dos vilões, a mais poderosa sendo sugarplum. nesse au, jack se tornou um dos vilões. o mundo real perdeu os contos de fada, perdeu sua fé, suas datas comemorativas, e tudo que trazia um pouco de mágica ao dia a dia.
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drizella tremaine, trinta e um anos, investigadora privada / consultora.
ESTÉTICA : rugas de expressão, nós dos dedos sangrentos, opiniões fortes, buracos nas paredes, cigarros acesos, paredes repletas de evidências, memorandos de voz, uma vida passada sob a proteção da escuridão, a sensação de que a confiança reside apenas em si mesmo, nenhum fio de cabelo fora do lugar ou um botão fora do lugar, nunca com medo de sujar as próprias mãos, jornais deixados sobre cafés da manhã pela metade, lábios pálidos que se esqueceram como sorrir.
THEME SONG : go tomorrow by the newton brothers.
nome completo: drizella louise tremaine.
apelidos: boss é o apelido que drizella mais ouve, vindo diretamente de seus dois subordinados, o músculo & a garota do ti. os três viajam por toda a costa do maine resolvendo casos que foram arquivados pelos departamentos de policia, sem direito a uma investigação apropriada. não podem tecnicamente colocar ninguém atrás das grades mas compartilham todas as evidências com o comissionário, e deixam que faça - o que devia ser - seu trabalho. apesar de saberem a identidade um dos outros, tendo corrido extensas verificações de antecedentes antes de começarem a trabalhar juntos, não usam seus nomes de nascimento para nada envolvendo o trabalho. comunicação é feita por burner phones, e pagamento por contas estrangeiras. drizzy é um apelido que a família costumava usar consigo enquanto a enchiam de pílulas - coma isso, drizzy. beba isto, drizzy. tome isso, drizzy e essas ilusões vão desaparecer. logo você será normal. desnecessário dizer que ela odeia esta forma de chamamento. ella é guardado para os amigos ' imaginários ' que a acompanham desde a infância.
títulos: ' the benefactor ' , era como a chamavam quando estava no departamento de policia de são francisco. todos os outros detetives odiavam drizella pois sabiam que ela aceitava subornos, mas por causa de sua família influente com títulos nobres, não podia ser tocada, mesmo tendo cortado laços com a mãe. ela estava no caminho para se tornar a capitã mais nova da força, mas uma briga com um infrator reincidente foi gravada e a tremaine enfrentou a força do julgamento público - o homem tinha acabado de prender a filha com correntes, mas ela ainda foi a errada da história por quebrar seu nariz e algumas costelas. em grande parte, pois sentiram que tinha machucado a ' masculinidade ' de um homem que tinha família e um emprego estável. em meio a esse julgamento, a derrocada tornou-se pior quando foram expostos os extratos bancários de dinheiro vindo da família de vítimas. admitidamente, aquilo chocou seus parceiros, pois pensavam que a grande quantia de dinheiro que ela exibia vinha dos criminosos de alto calão, e não de famílias desesperadas por justiça. de qualquer forma, era errado & lhe tomaram seu distintivo. outro titulo oficial é: ' la mante ' , mas este tem uma conotação mais sombria, e nunca foi provado, mas corria um rumor que como na obra francesa, ela dissecava insetos e aprendia sobre anatomia para no final matar em sangue frio.
idade: drizella tem trinta e um anos no verse principal dela e embora eu esteja aberta a fazê-la mais velha, não tenho interesse em a fazer mais jovem, sinto muito! isso vem do caso de que ela está inserida em um horror au, e temas maduros vão ser retratados, o que eu acredito não ser adequado para alguém muito mais jovem!
orientação: homossexual e homoromântica.
tipo de personalidade: ENTJ - comandante.
habilidade: no verso principal, drizella é capaz de ver o passado com o toque de uma mão no que ela chama de "objetos amaldiçoados". era assim que, na maioria das vezes, ela conseguia capturar o verdadeiro culpado em seus casos. a mulher retorna à cena do crime, tira as luvas e se permite sentir a energia de algo deixado para trás após o assassinato. ela consegue ver através dos olhos de quem quer que seja o dono do objeto, ouvir suas vozes e, muitas vezes, assistir em tempo real ao ato violento sendo cometido. os efeitos disso são fadiga, sangramento nasal, vômito com sangue, inapetência por dias e, às vezes, embora raramente, ela adquire um hábito da pessoa cujo assassinato acabou de testemunhar — portanto, se a pessoa era fumante, ela começa a fumar compulsivamente; se era alcoólatra, ela começa a beber incessantemente; se tinha tendências violentas, ela fica irritável, provoca brigas e assim por diante. drizella tem medo de visitar a casa de sua infância, pois tudo lá é impecável, sem nenhum vestígio de memória nas pinturas dos corredores ou em seus brinquedos; o único lugar repleto de emoção, se é que se pode chamar assim – raiva, desespero, angústia, culpa – é o porão onde o corpo de lady tremaine apodrece.
esta introdução contém alusões a suicídio, alucinações, assassinato e rituais de sacrifício.
the tremaine family.
nunca foi revelado ao público o nome da mais nova esposa de lorde tremaine - ficou apenas conhecida, tão simples e banalmente como ' lady tremaine ' . supostamente nunca tiveram filhos antes de drizella, porém corriam rumores na cidade sobre as bailarinas do topo da colina, onde ficava a casa do para sempre do casal. diziam as más línguas que foram crianças a quem lady tremaine deu a luz anos atrás quando era apenas uma amante de um homem rico, e em uma noite de outono, conforme as folhas começavam a cair e deixavam o carvalho com seus grossos galhos a mostra, os frágeis corpos de duas meninas - uma de olhos azuis como o céu & uma com cabelos cor de cobre - foram encontrados pendurados alto na árvore. porém, nada jamais foi provado, uma vez que no dia seguinte, os supostos cadáveres haviam desaparecido, e a única evidencia que isto sequer aconteceu, embora muito fraca, é a toca de coelho que apareceu logo abaixo do local onde elas estariam.
bem, tecnicamente, existe outra prova, um pouco mais incontestável, a própria drizella. uma menina que jamais tinha sido apresentada a sociedade e segundo o pai vivia dentro de casa devido a uma doença sanguínea rara, de repente estava saudável, andando pelas ruas com seus vestidos verdes rodados e laços nos cabelos cacheados. nada parecia estar errado com ela - quase como se nunca tivesse tido algo de errado com ela, em primeiro lugar. e foi então que as acusações de sacrifício começaram.
drizella não pode lidar com os sussurros quando passava, os olhares tortos como se ela pessoalmente tivesse matada essas tais meninas que segundo os olhos da lei nunca nem existiram! logo se tornou demais para aguentar, começou a se isolar de novo, se perguntando porque tinha melhorado do dia para noite. seria possível? seus pais teriam coragem? queria acreditar que não. mas lorde tremaine era um homem carinhoso que mudou muito, e o amor que tinha por sua mãe, se foi. parecia, com quase absoluta certeza, que ele permitia que ela ficasse na propriedade pois a filha não fez nada de errado, e mesmo de seu jeito cada vez mais distante, ainda amava a garota.
porém, drizella começou a ser um problema para senhora da casa tremaine depois que alegou estar ouvindo vozes, que elas vinham das paredes, que essas mesmas paredes sangravam plasma preto, e acima de si na cama, enquanto completamente paralisada, conseguia ver a figura de uma menina loira, um pouco mais nova que si, com o pescoço quebrado, os olhos nublados e a pele podre.
foi quando as pílulas começaram, sua mãe colocava um pouco no seu café da manhã, no suco da tarde, nas frutas e na carne do jantar, além daquelas que pedia para filha tomar com um copo d'água. drizzy, como lhe chamavam então, não gostava, mas sabia que tinha de andar na linha se quisesse ter um teto tão luxuoso sobre a própria cabeça. porém, tudo mudou em uma noite de tempestade onde o pai tentou expulsar lady tremaine de casa, tendo acabado de descobrir sobre a medicação clandestina que ela dava para sua filha tão pequena e foi quando drizzy ouviu - a mãe com uma tesoura, os gritos do pai que a tempestade abafou para o resto do mundo, e depois a seguiu na surdina enquanto ela o arrastava para o poço da propriedade, fechando a tampa de ferro com a força de uma mulher enlouquecida. talvez deus tivesse chorado naquela noite, pois as gotas grossas limparam qualquer vestígio sangue, e uma semana depois lady tremaine deu o marido como desaparecido e se tornou dona de toda sua fortuna, declarando que ninguém devia subir a colina sem sua permissão.
drizella começou a alucinar com coisas vividas demais - ratos falantes, sapatinhos de cristal, pássaros que lhe puxavam as cobertas todas as manhãs com delicadeza, mas quando acordava, outro corvo tinha se matado batendo a cabeça no vitral de seu quarto no sótão. começou a estudar sobre anatomia humana, querendo ser uma cirurgiã mais tarde na vida, e com seus dezoito anos se aproximando, estava ansiosa pela universidade e acima de tudo, para fugir do controle de lady tremaine.
no entanto, era uma vez, na casa da colina, no lar do ' para sempre ' delas, o céu chorou os pecados de sua mais inocente filha enquanto ela cortava o corpo da mãe em pedaços e os colocava em um caixão de pedra, lacrando com uma prece, fechando o porão com sete chaves e o olhar de uma mulher ensandecida.
the town.
bitterend é uma cidade de fim de mundo onde todos se conhecem & ninguém faz qualquer coisa ou vai a qualquer lugar sem que os outros saibam. ficando na baía do reino unido, o clima é péssimo e os locais não são amigáveis, exceto por uma ou duas vovós que administram e cozinham na mesma lanchonete faz cerca de cinquenta anos. a politica é uma droga, e eles tem quase certeza que o homem mais rico da cidade também é o prefeito em papel, porém, ele faz tão pouco pelos cidadãos que seria difícil ter certeza.
não ajuda que nunca tem ninguém na prefeitura, e as pessoas não parecem lembrar quando foi a última eleição, sabendo apenas que foi na mesma época que os lordes e ladies desapareceram. de todas as formas, bitterend é um tipo de sala de espera de deus, onde as pessoas mais tristes se acomodam para esperar a morte, e o tempo parece ter estagnado em algum inverno décadas atrás. não existe sinal de telefone, e se quiser um banho quente, vai ter que pagar um bom preço por alguns minutos - o que é isso? uma pousada? um hotel chique? se manque! - diria esmeralda, dona da mais próxima espelunca onde você pode se instalar e esperar sua vez de morrer. ah, só por favor que não seja nos lençóis dela pois ela não é fã da mulher da lavanderia.
foi ali que drizella cresceu, e de onde escapou por anos, vivendo grande em são francisco, longe do ' legado ' dos pais, se podia sequer chamar disto. no entanto, um assassinato finalmente move a cidade antes deixada as traças, e ela tem que voltar a cena do crime. e caro leitor ? talvez eu devesse mencionar, no mundo onde drizella vive, não existe tal coisa quanto contos de fadas.
biografia.
veja bem, caro leitor, ao contrário do que você pode pensar ou ter sido ensinado, algumas histórias não são feitas para serem contadas em voz alta. elas pertencem aos rascunhos de livros que ninguém jamais vai ler, ou no máximo sussurradas no escuro. a história de drizzela tremaine é uma delas, onde não existe nada bom para trazer ao seu rosto um sorriso ou ao seu coração um acalento; não é esperançosa, e provavelmente vai ter um final trágico, pois não é isso que acontece quando roubamos o papel principal a força? certas dividas só podem ser pagas com sangue, afinal. mas se você continua aqui, pegue uma cadeira e um chá, essa crônica tem início em um ano desconhecido, numa cidadezinha sem saída e o primeiro parágrafo é um grito.
uma menina nasceu, rosada e um pouco abaixo do peso, prematura sim, mas aparentemente saudável & o casal tremaine não podia estar mais feliz. claro, lady tremaine não demonstrava visto que sua boca estava sempre presa em uma carranca, mas foi o momento em sua vida qual ficou mais próxima de esboçar alegria. no entanto, a festa pelo nascimento da filha não durou muito. descobriram que drizella, como tinham nomeado a criança, tinha uma condição rara no sangue que a dava no máximo seis anos de vida. a notícia partiu o coração de lorde tramaine, que não via escapatória daquele predicamento, além de fazer os curtos anos da filha mais confortáveis possíveis. porém, lady tremaine tinha outros planos em mente, e tudo começou quando visitou a mansão de annabelle song, uma figura misteriosa na cidade que tornou-se viúva cedo, e usava apenas vestidos pretos, supostamente em completo luto desde que chegou a bitterend, embora ninguém lembrasse quando exatamente foi isso. naquela consulta com a mulher elegante que tinha apreço por facas, cuja a senhora tremaine fez questão de levar uma de suas mais raras, descobriu o que precisava ser feito e devia começar logo, antes que drizella percebesse que não estava sozinha na propriedade dos pais - haviam também suas irmãs.
as garotas foram proibidas de chegar perto do quarto da mais nova, sem entender a razão, mas com muito medo de questionar a mãe & madrasta. com o passar do tempo, as mais velhas foram adoecendo e drizella tornava-se mais e mais forte, conseguindo andar e sem nenhuma ideia de que os vultos que costumavam assistir seus pequenos braços rechonchudos se movendo no carrinho eram simplesmente as duas que tornaram-se acamadas e foram trancadas no sótão.
drizella tinha amigos imaginários, que sussurravam sobre coisas mortas, muitas vezes ela foi salva de lugares altos demais pelo pai em um tipo de estupor, dizendo que foi levada ali pela mão por um dos amigos. robert não entendia o que acontecia com a filha mas sua esposa tinha certeza que era o efeito colateral dos talismãs, e encantamentos que aprendeu com aquela mulher. drizella estava com a saúde física estável mas sua mente tornava-se cada vez mais frágil, e se não fizesse algo rápido - algo drástico - podia perdê-la de qualquer forma.
quando chegaram ao seu aniversário de seis anos, um dia em que devia estar morta, drizzy foi trancada no quarto com um pedaço de bolo e a promessa de que no dia seguinte, a vida deles seria completamente diferente - e meu deus, realmente foi. a menina dos olhos azuis e a de cabelos vermelho cobre foram sacrificadas na noite, e quando drizella acordou no outro dia, conseguia correr e até dar piruetas. correu para os braços dos pais assim que abriram a porta de se quarto, e depois correu pela enorme casa, nunca antes tendo tido tanta energia - mas ela pediu por algo que não estava nos planos de nenhum deles. queria ir para a cidade! conhecer o mundo, ver as pessoas, passar tempo ao redor delas.
os tremaine não tiveram o coração de dizer a menina que não eram bem vistos pelo povo da cidade, que na verdade, os olhavam com julgamento e terror, como estranhos que nunca realmente pertenceram & assim, pegaram o carro e foram para o centro do pitoresco lugar. o clima na colina era nublado no outono mas não frio demais, existia névoa em seus campos e ainda sim, com um casaco conseguiu correr pelas peônias em suas novas botas - quais pensou terem sido seu presente - mas quando atingiram a praça da cidade, era congelante, não existia uma migalha de calor na forma que as pessoas se tratavam, e com alguns minutos olhando as lojas perto da fonte, já viu uma briga começar, ficando assustada por nunca ter tido uma demonstração de violência perto de si. pensou que poderiam ao menos entrar em um dos cafés e tomar algo quente para aquecer as mãos e a barriga, mas todos os estabelecimentos começaram a virar as placas de fechado conforme foram passando, confundindo a pequena e a fazendo segurar o choro.
a primeira visita foi um fracasso e voltaram sem nem mesmo um biscoito, apenas com uma drizella muito chateada. tentaram mais algumas vezes, a menina colocando seus vestidos verdes mais bonitos e prendendo seus cabelos após os cachear, mas não foi melhor que a primeira. em uma única ocasião, dona red lhe deu um cupcake e disse que não era sua culpa - drizzy não entendeu, mas aceitou de bom grado a guloseima. porém, murmúrios como aquele começaram a se tornar comuns onde ela passava. ' sacrifício, assassinos, aberração ' , e antes que ela pudesse entender demais, pediu para não voltar a cidade.
deitava-se nos campos de trigo, no jardim de peônias, sentava no balanço da árvore de carvalho e um dia percebeu algo engraçado - uma toca de coelho logo do lado de seu balanço. tentou procurar por pequenas criaturinhas para lhe fazer companhia, e tocou sem querer em algo. algo que uma vez foi viscoso e carmesim, e agora já estava seco mas não apagava as memórias frescas que invadiram sua mente de uma vez só - corpos fracos demais para resistir o levantar das cordas naquele mesmo carvalho, gritos fracos demais para serem ouvidos longe, e a falta de ar - deus, a falta de ar ; drizella se afastava na terra caindo com as costas para trás e as mãos enroladas no pescoço, debatendo-se contra o chão, os pulmões gritando por ar, e eventualmente - um som alto e odioso, um pescoço quebrando, uma vida se esvaindo e ela se endireitou num pulo, chorando sem parar e lutando para levantar. daquele dia em diante, não saiu mais do quarto.
exceto, naquela noite de tempestade, quando ouviu os gritos do pai sobre o som da ventania antes do céu começar a chorar, e ficou parada na porta, encarando a maçaneta por tempo demais - ainda se perguntava se caso tivesse feito barulho, poderia ter salvo mais uma vida que se perdia por causa dela. finalmente desceu as escadas, mas drizella sempre foi covarde demais, ambiciosa demais para ir contra a mãe. queria ser deixada em paz, mas contanto que estivesse ali, coberta em seu privilégio, sem nada lhe faltando, portanto apenas assistiu do último degrau, agarrada a parede, enquanto o pai insistia sobre a loucura da mãe e tentava impedir suas mãos que seguravam uma tesoura pontiaguda, até que o primeiro trovão soou, fazendo tremer as fundações da casa e com o susto de robert, lady tremaine lhe esfaqueou na jugular, o sangue jorrando em seus longos cabelos ébano, e no rosto de porcelana.
drizzy cobriu a boca com as mãos, embora o ruido da tempestade fosse tanto que nem mesmo seria ouvida. a mãe simplesmente não parava, cravava a tesoura de novo e de novo até que o mais velho estava nadando em uma poça do próprio sangue. arriscando tudo devido aos curiosos que as vezes subiam a colina para inventar histórias , tremaine levou o corpo do marido até o poço onde o trancou para apodrecer e depois, quando a chuva finalmente caiu, drizella a viu rir histérica como se a ideia de tirar uma vida fosse engraçada - como se porque já tinha o feito antes, agora fosse deus.
a filha voltou ao seu quarto, trancou a porta, e não saiu pelo resto da noite.
anos se passaram e lady tremaine se tornava cada vez mais odiada e rica, os cabelos que antes caiam livremente ao redor dos ombros esguios agora estavam sempre em um penteado imponente, e sua pele que já tinha sido pristina era marcada por linhas de expressões, a carranca que uma vez não pareceu tão maldosa, se contorcia em um tipo desdenhoso de sorrir sempre que falava com outra pessoa. para ela, drizella era um fardo e uma posse; depois de tudo que fez por aquela menina, como podia ficar sozinha naquela casa e deixar que ela fosse aproveitar a vida? a vida que ela lhe deu! portanto moveu a jovem para o sótão, e controlava até mesmo os horários que ela tinha permissão para visitar a biblioteca.
drizella, que agora odiava ser chamada de drizzy, sonhava em escapar daquela vida, estudar e deixar aquela cidade para trás - mas tinha algo no seu caminho: a mãe.
outra noite de tempestade, e a jovem atraiu a mãe até o porão com seu choro descontrolado, porém quando a velha chegou lá, saiu de trás da porta e a trancou - ' como se sente agora, mamãe ? sendo a presa ? ' - , havia um machado nas mãos e ela podia ter tirado algum tempo para pedir de volta sua vida, sua existência sem sangue nas mãos mas não o fez. já era parte daquela história, daquela maldição que atravessava o véu entre o que era real ou não, o que vivia e o que há muito tinha partido, portanto, faria daquilo - um rápido contratempo.
deixou ela em pedaços em um caixão de pedra que uma vez foi apenas decoração, até mesmo o fascínio dos tremaine com coisas mórbidas se virou contra eles. pegou todo o dinheiro que podia, as chaves do carro, e não olhou para trás. pois se tivesse dado atenção ao lugar no carpete onde o pai sangrou ou ao carvalho onde suas irmãs foram sacrificadas, não teria conseguido sair.
drizella tremaine era muitas coisas, e acima de tudo, a única sobrevivente da família que a criou, mas qual ela nunca quis ser ligada. a vida seguiu da forma mais melancólica possível, e aquela casa na colina ainda existe, assim como os fantasmas que perseguem a mulher por onde quer que vá.
main verse ──── once, everything was a gift . . .
o verso principal da della é uma versão mais puxada para o terror psicológico de contos de fadas. a della nesse verso é essencialmente uma narradora completamente não confiável então essa bio é como ela percebe os acontecimentos da vida dela, e podem ou não ser reais. talvez um pouco seja verdade, talvez nada seja verdade, talvez tudo seja verdade. annabelle song é minha versão da malévola, e uma coisa certa é que graças a ela alguns dos personagens clássicos vão estar vivendo outras vidas em terras onde não existem contos de fadas, e essa é a situação da drizella! nesse verso, ela estaria voltando para cidadezinha dela, ou em geral resolvendo crimes que a policia não consegue resolver, seja como investigadora particular ou consultora.
edward hugh sinclair, vinte e quatro anos, herdeiro da sinclair teach e engenheiro genético.
ESTÉTICA : ternos perfeitamente bem passados, jalecos impecáveis, pontes em chamas, muros altos, duas camadas de tinta azul pastel, itens vintage e antiguidades, infância perdida em nome da grandeza, tons baixos e segredos que mudam vidas, o peso do mundo sobre ombros inocentes, dentes cerrados e espelhos quebrados.
THEME SONG : the imitation game by alexandre desplat, london symphony orchestra.
nome completo: edward hugh antoine sinclair.
apelidos: alpha #3 costumava ser não exatamente um apelido mas um codinome usado pela segurança sinclair, as pessoas que trabalhavam para eles, e os políticos ao se referirem a família de cientistas. sua mãe e seu pai sendo alpha #1 e alpha #2, respectivamente. porém, depois da morte de seu pai, edward começou a ser chamado de alpha #1.2 , para significar que estava no mesmo nível de importância que a mãe, apenas não tinha a mesma experiência e para também, de certa forma, apagar a existência do pai. a melhor amiga de sua mãe, que foi uma das pessoas que o criou lhe chama de ' muffin ' , o que pode parecer comum, mas no tempo deles não existem esses tipos de guloseimas, sendo uma maneira aparentemente boba que ela tem de lembrá-lo do passado, algo que irrita sua progenitora. existe um guarda particularmente obcecado pelo legado de lucien sinclair que o chama de antoine, mesmo sabendo que esse nome foi removido de seu registro por ser da família de seu pai.
títulos: menino gênio, mente de ouro, menino prodígio e salvador são alguns dos títulos não oficiais de edward. dentro da cidadela todos o conhecem, e acreditam fielmente que seu intelecto e versatilidade para politica é o que os levará a um futuro melhor, quem sabe até mesmo, algo perto do que tinham antes.
idade: edward tem vinte e quatro anos em seu verso principal, e embora isso possa mudar, ele nunca terá menos de vinte e três anos para o conforto desta autora, espero que você entenda! em seu verso principal, as pessoas dentro da cidadela ainda seguem o calendário romano e estão no ano de 2057; aqueles que estão fora e, de alguma forma, não foram infectados pela febre, provavelmente perderam a noção do tempo. viajantes interdimensionais seguem seu próprio calendário. o aniversário de edward é em 16 de maio, o que o torna um touro, mas essas datas não são comemoradas na cidadela, o único feriado é o dia de aniversário da construção da barreira, e aqueles em trabalhos essências não são permitidos folgas.
orientação: assexual e heteromântico.
tipo de personalidade: INTP - logician.
habilidade: o sangue de edward é capaz de curar aqueles no estado inicial da febre, sem deixar sequelas ou rastros de infecção. ele mesmo não sabe ser possível tal resultado pois a mãe esconde de si essa habilidade. porém, conforme os dias passam, e ele tentativamente entra em contato com os rebeldes fora dos portões, as dúvidas começam a surgir. memórias supressas do ' acidente ' do pai voltam a frente da mente em forma do que ele considera serem pesadelos.
the sinclair family.
lucien sinclair vinha de uma família rica e influente, seus pais donos de uma das maiores industrias de farmacêutica do mundo. quando conheceu colette, ela era uma estudante batalhadora, trabalhando em vários empregos para pagar a mensalidade, no mesmo lugar que ele frequentava por diversão, para agradar aos pais, já que não havia nenhuma paixão pelas ciências em seu sangue. tornar-se médico ou cientista, as duas opções que lhe foram dadas, era apenas uma questão de conseguir o dinheiro quando seus progenitores falecessem. talvez tenha sido essa frieza que atraiu colette para ele, já que normalmente ela não daria a mínima atenção alguém como lucien.
mas, em muitos aspectos, eles eram parecidos. tinham objetivos claros, embora muito diferentes, e estavam dispostos a tudo para alcançá-los. então, eles partiram atrás do que tanto almejavam: colette queria o topo do mundo e ele queria dinheiro, se casassem, a ascensão dela ao que ela acreditava ser seu lugar de direito seria mais fácil e ele teria a fortuna com que sonhava. então, no início, tudo começou sem nenhum amor verdadeiro, e pode-se argumentar que assim foi até o amargo fim, pelo menos para colette, mesmo que ninguém saiba com clareza seus sentimentos.
ao contrário do que pensavam, os pais dele não aprovaram o casamento — não se importaram com o fato de colette ser a melhor aluna do campus, ainda mais do que o filho privilegiado. ela vinha de uma família pobre que não conseguia aumentar seus ganhos financeiros e, portanto, era indigna de seu precioso filho. lucien estava apaixonado por ela e pensou que teria que implorar e suplicar, mas não foi necessário, pois quando algo lhe era negado, a garota sempre se decidia a conseguir, e se esse algo era um playboy imprestável, que assim fosse.
eles se casaram em uma cerimônia muito pequena, tão extravagante quanto o apartamento de um quarto, que era tudo o que podiam pagar, embora o aluguel ainda fosse muito caro. colette continuou trabalhando em sua tese enquanto lucien finalmente se esforçava nos estudos para conseguir uma bolsa. quando se formaram, embora com alguns anos de diferença, lucien apostou tudo o que lhe restava — para uma lua de mel de casal — no crescente negócio da esposa, construindo um pequeno laboratório para ela nos subúrbios, já que não tinha dinheiro suficiente para comprar algo no centro da cidade.
no entanto, quando os relatórios de suas pesquisas começaram a revelar um mal devastador para o futuro, colette quis contar a verdade, compartilhar seus achados, mas seus sogros a impediram. ' se conhecemos a doença melhor do que ninguém ' , disse sua sogra, ' um dia eles virão até nós em busca da cura.' e assim, a sinclair tech foi criada, uma empresa familiar que se transformou em uma companhia bilionária da noite para o dia, depois que eles foram os primeiros a descobrir o que antes era considerado lenda ou loucura: viajantes interdimensionais.
mãe: colette sinclair.
pai: lucien sinclair.
filhos: edward hugh sinclair.
interdimensional travelers.
a viagem interdimensional ainda é um tema relativamente novo, visto que aqueles nascidos com esse gene só se tornaram conhecidos ao resto do mundo muito perto do momento da erupção solar. diz-se que a única vez que um deles cooperou com pesquisas foi com colette sinclair, que mais tarde desenvolveu as pulseiras magnéticas que os impedem de acessar seus poderes e permitem que sejam aprisionados na terra nº 99, como se referem a este mundo. pouco ou quase nada é compartilhado publicamente sobre os viajantes interdimensionais, e rumores se espalharam pelo mundo, mesmo após a erupção solar, de que eles são praticantes de magia. mas a verdade é muito mais complexa; está enraizada em avanços científicos dos quais eles não são mais capazes devido à destruição de seu mundo. a única informação factual verdadeira é que eles fizeram um acordo com o governo da cidadela para serem libertados em troca de uma solução temporária para os sintomas, mas se recusam a apresentar uma cura.
biografia.
a maioria das histórias começa com ' era uma vez ' e termina em ' felizes para sempre ' - mas esse não é o caso aqui, portanto se está procurando algo agradável para passar o tempo e ocupar sua mente, a autora aconselha que escolha outro conto, pois neste não há um começo feliz ; apenas uma terra longínqua . não há um meio feliz ; apenas uma morte misteriosa. provavelmente não haverá um final feliz. mas se insiste em ficar, pegue uma cadeira e um chá pois é longo o prelúdio .
o ano era 2053 , cedo demais alguns podiam ter dito, mas cientistas de todo o mundo previram décadas antes: o sol ia morrer, e com ele cessaria toda a vida. fútil se tornavam as brigas por poder, ou terreno, quando a própria sobrevivência da espécie como um todo era ameaçada, certo ? errado ! nações por todo o globo tentaram capitalizar na catástrofe prestes a acontecer, algumas falavam sobre bunkers debaixo da terra, outras de paraísos seguros onde não iriam precisar do sol, pois teriam uma réplica praticamente igual, e alguns tentaram sair do planeta para algum lugar onde a moléstia não pudessem atingir. o problema dessas soluções ? além de absurdas, é claro, também contemplavam apenas os mais ricos, políticos com conexões, bilionários e suas famílias. no final, anos & mais anos de negligência custaram caro, e o sol, bem, tecnicamente não deixou de existir ou se apagou , mas sem as proteções naturais destruídas por toda mudança de clima, a estrela brilhando no céu da manhã ficou simplesmente muito perto.
clarão solares, eles chamavam, as escoriações na pele e os incêndios catastróficos não foram o final do estrago. muito pelo contrário, podia-se dizer que foi apenas o começo. a febre, ou vírus VC37 começou a se espalhar rapidamente. uma praga que afetava o cérebro, causando dano permanente - mas não era capaz de matar. oque, sabendo a alternativa, seria muito mais misericordioso. não , o vírus VC37 transformava pessoas comuns em criaturas sedentas por carne humana, e o pior era que os infectados podiam infectar outras pessoas com uma só mordida.
no começo, pareceu algo vindo de um livro de terror e houveram muitos negacionistas - até que foram infectados ou mortos por aqueles já em estado avançado, provando perfeitamente que não podiam mais fechar os olhos. a febre era real, e estava acabando com o que restou da população. a maioria nem quis saber de uma cura para os já doentes , exigiram que fosse feito algo para salvar os que ainda estavam saudáveis e por pura resiliência - ou sorte - haviam permanecido vivos. foi então que a frança voltou com o projeto cidadela.
o que era o projeto cidadela? bem, se lembra que alguns países pregaram a palavra de um paraíso seguro? a nação francesa foi um deles, e surpreendentemente chegaram mais perto que qualquer um. seus lago e rios, antes belas vistas para turistas e moradores, agora eram uma perfeita barreira contra os infectados, já que os monstros - assim chamados pela maioria que esqueceu-se como um dia foram seus pais e irmãos - eram altamente hidrofóbicos . a cidadela foi construída com o dinheiro dos impostos, ao menos o que puderam recuperar, e a contribuição de homens ricos que exigiram ser os primeiros a povoar o esconderijo. pareceu justo para todos menos os que nunca teriam como pagar sua entrada, ou seja, a maioria, mas de qualquer forma, foi dito e feito. ano 2057, a cidadela se levantava imponente, e vasta com recursos abundantes. os mais ricos estavam seguros, por algum tempo, já que eventualmente, segundo até mesmo as previsões mais conservadoras, o vírus começaria a se espalhar pelo ar, e contra isso seus muros não podiam os proteger. duas alternativas surgiram então, wicked & os viajantes dimensionais, em lados similares e ainda sim, de alguma forma, diametricamente opostos.
wicked, a abreviação para : world in catastrophe: killzone experiment department, era uma iniciativa das industrias sinclair para achar uma cura antes que o vírus pudesse atravessar as barreiras. a cientista chefe era colette, uma jovem bióloga do sul da frança que se tornou muito rica depois de casar com o herdeiro de uma das maiores industrias de farmacêutica do antigo mundo e a única que se manteve de pé na luz do fatídico dia zero. o marido comprou a passagem deles para dentro da cidadela, mas foi ela quem garantiu sua estadia , focada em um só objetivo - que poderia ou não ser benevolente, a mulher nunca deixou claro - que era achar uma maneira de recuperar aqueles perdidos para a febre. não tiveram sucesso nenhum nos primeiros anos, apenas experimentos dando errado com pessoas muito humanas, que estavam prestes a perder aquela mesma humanidade, e desesperadas o suficiente para entregar seus corpos a ciência ou qualquer fosse o nome daquela tão vil crueldade.
colette não via problema no que fazia pois supostamente estava o fazendo pelo bem maior, e com o apoio de lucien, seu marido, era basicamente intocável. além do que, quais seriam as consequências por acelerar de forma dolorosa a morte daqueles que já estavam condenados ? dinheiro compra razão e a razão leva a impunidade.
agora, falemos dos viajantes dimensionais. armas poderosas, não ? mas antes apenas pessoas com habilidades extraordinárias que eram perseguidas, presas e estudadas pelo governo tentando replicar sua mutação. eles se rebelaram frente a febre, e ao ver que seus braceletes de tortura não funcionariam para os forçar a trabalhar em conjunto com os chefes da cidadela, foram soltos e criaram sua própria hierarquia. como eles se movem e se organizam ainda é um mistério para qualquer um que não seja parte do pequeno santuário que montaram nas montanhas, em uma localização qual os drones e soldados da cidadela ainda não conseguiram perfeitamente apontar, mas algo era certeiro - nenhum deles tinha a febre, e existia a especulação de que estavam roubando uma cura de outras realidades. tentaram apelar para suas consciências, e o que ganharam foi um alto e sonoro não .
colette deu luz a um bebê que chamou de edward no ano 2059, sem nenhuma felicidade em se tornar mãe. o marido ficou contente, pensava que podia ser sua chance de começar uma família ali mesmo dentro do paraíso que ajudou a construir do chão, mas a mais nova apenas via um empecilho a seu trabalho, que consumiria tempo precioso quando já estavam correndo contra o relógio. porém, nossa história muda de ritmo quando seu filho nasce, e oque era apenas incerteza e escuridão em tempo emprestado, se torna um deslumbre de um melhor futuro. ainda sim, não foi feliz. lucien, em uma operação voluntária fora dos muros, acabou sendo atacado por um dos afetados, e mordido no caminho de casa. quando chegou, veias escuras corriam por seu braço com plasma preto no lugar do sangue carmesim, e espuma se acumulava no canto de sua boca. foi quando pediu para se despedir do que restava de seu legado, o filho e a esposa , que herdariam tudo quando ele se fosse.
porém, semanas depois de dar adeus ao grande amor de sua vida , colette sorriu enlouquecida pois finalmente achou uma cura:
edward.
o pai havia o mordido antes de receber sua dose fatal e o que pareceu um predicamento infeliz para ela que perderia ambas as pessoas que amava da mesma forma, para aquela maldita doença que ela não conseguia vencer, se tornou um ponto de esperança. a ferida se fechou e curou tão rápido quanto abriu, e sem nenhum tipo de medicamento. era apenas o sangue dele, o primeiro imune a nascer e era seu filho ! mas com o passar dos dias, ela se tornou mais e mais preocupada, o que fariam com a única pessoa que lhe restava ao descobrirem que com o sangue dele podiam evitar aquele mal ? jurou o menino ao silêncio , e jamais compartilhou com ninguém o que descobriu, tendo ordenado mortas quaisquer testemunhas dos últimos momentos de lucien .
edward cresceu como um garoto retraído , que recebia amor por onde passava mesmo sem dizer muito, e era o mais inteligente em qualquer cômodo que entrava sempre. se mantinha a maior parte do tempo no laboratório, sendo ensinado pelas mentes brilhantes de muito literalmente os melhores que o mundo tinha oferecer, incluindo sua mãe. não tinha muitos amigos próximos mas era querido por todos. tornou-se o garoto propaganda de um novo futuro com wicked, e foi o responsável pela campanha: ' wicked is good ' .
main verse ──── somewhere in between all this noise . . .
o verso principal do edward segue o fundo pós apocalíptico do universo de maze runner com algumas mudanças / adições.
other ──── there is a silence so soft it's only memory . . .
o edward também está aberto para um verso de real life onde ele é o filho do divórcio entre a presidente dos estados unidos e um professor universitário.
victoria thropp, vinte e cinco anos, artista circense / dama de companhia.
ESTÉTICA: sapatilhas de balé, manobras em trapézios, vestidos florais, desenhos em carvão nas paredes & no chão, retratos destorcidos , o som de água fervendo, roupas remendadas de novo e de novo , sardas em bochechas coradas, cantarolar ao fazer tarefas de casa, óculos redondos, uma fé irredutível em amor a primeira vista, meias sem par, espelhos estilhaçados, viver nas sombras.
THEME SONG: cambridge, 1963 by jóhann jóhannsson.
nome completo: victoria grace cordelia thropp.
apelidos: aster foi o apelido dado por sua irmã mais velha. as flores roxas aster, variação do lírio significam ' amor eterno ' e costumavam crescer aos montes no jardim da mansão tropp, que era cuidado por sua mãe e, mais tarde, por victoria e elise. tornou-se a única coisa que elas podiam fazer juntas sem discutir; elise até compartilhava histórias sobre sua mãe casualmente, algo que raramente fazia no dia a dia. também foi conhecida como delia pelo pessoal do circo, e freya, a garota em chamas, era seu nome artístico. os outros não gostavam de chamá-la assim, pois soava muito impessoal e sabiam que victoria odiava, já que a fazia se sentir apenas uma atração que existia para o entretenimento bizarro dos outros. seu preferido tem que ser aster, pois a lembra da pessoa que mais amou no mundo, no entanto, não tem coragem de contar a ninguém seu passado & portanto falar sobre elise está fora de cogitação. se apresenta como cordelia.
títulos: lady victoria de umbre, terceira filha do duque albert thropp.
a garota em chamas.
cordelia grace, dama de companhia da corte da fada sugarplum.
idade: victoria tem vinte e cinco no verso principal dela, e embora possa variar, nunca vai ter menos de vinte e três por questão do conforto pessoal desta autora. ela faz aniversário no dia 14/02, sendo de aquário, porém, no verso principal ela não envelhece & vendo que o tempo passa diferente no mundo dos contos onde ela está presa, não vai se lembrar do próprio aniversário.
orientação: assexual e bi romântica.
tipo de personalidade: INFP - mediador.
habilidade: victoria consegue transformar sonhos em destruição. enquanto a maioria é capaz de construir mundos fantásticos e enchê-los de vida maravilhosa, ela só consegue trazer a tona finais infelizes. esse poder a acompanha desde criança, mas permanece adormecido na maior parte do tempo e ainda está fora de seu controle, pois ela não se lembra desses sonhos nem do que acontece enquanto está dormindo.
the thropp family.
a família tropp descendia de duas longas linhagens reais. albert fernand tropp possuía o ducado mais rico do país e conheceu a princesa cecilia dankworth em uma viagem à europa central. ela era a décima segunda de uma linhagem composta apenas por homens e, portanto, não tinha direito prático ao trono. eles se apaixonaram à primeira vista, em um baile de boas-vindas ao duque, onde dançaram até a meia-noite, sem perceber o passar das horas. no entanto, o rei dankworth tinha outros planos para o futuro de sua filha, principalmente casá-la com o herdeiro de um pequeno reino ao sul para que pudesse anexar pacificamente o território às suas terras.
contudo, o rei armin nutria muito amor por cecilia. sendo a única filha da família, ela era protegida e um pouco mimada, embora tivesse um coração de ouro. quando ela decidiu fazer greve de fome, seu pai ficou preocupado. durante doze dias, tudo o que comeu foi pão que as criadas lhe davam às escondidas e um copo d'água antes de dormir, dizendo que preferia morrer a viver o resto da vida sem albert, que, por sua vez, fazia o possível para conquistar o coração do futuro sogro, prometendo dar a cecilia a vida mais feliz que ela poderia ter.
no fim, armin cedeu e aprovou o casamento, uma cerimônia celebrada por umbre e o reino de cecilia durante semanas. ela abdicou do título de princesa e tornou-se duquesa. viveram, como albert havia prometido, felizes por muito tempo, dando as boas-vindas à sua primeira filha, elise, apenas alguns anos após o casamento. logo depois veio fitz, seu único filho homem, e quando cecilia estava grávida da terceira criança, a guerra eclodiu e seu marido, como duque, foi enviado para todos os cantos em busca de uma solução, negociando com a própria rainha. ele escrevia cartas, mas cecilia não conseguia responder, pois a gravidez era a mais difícil até então, e ela se sentia constantemente exausta e com a mente confusa.
quando victoria nasceu, albert não estava presente, chegando três dias atrasado apenas para saber que cecilia havia falecido durante o parto. albert, que antes fora charmoso e amoroso, um bom pai e marido, tornou-se distante e frio – a guerra havia sido vencida, em grande parte graças aos seus esforços, mas após perder o amor de sua vida, muita coisa mudou no estado da família tropp, que antes era cheia de vida. albert chegou a tentar viajar para o antigo reino de cecilia e deixar as crianças lá, especialmente victoria, pois não suportava cuidar delas. suspeitando que ele tentaria tirar a própria vida após passar a responsabilidade de as criar para frente, armin as rejeitou e removeu as três do registro familiar, deixando claro que, se algo acontecesse a albert, seriam elas que sofreriam, pois ninguém que conhecesse cecilia tinha permissão para lhes acolher, e a desobediência resultaria em morte. o tempo passou, e quem acabou criando os outros foi elise, já que o pai parecia sempre ocupado. quando victoria estava prestes a completar cinco anos, uma nova personagem entrou em sua casa e em sua história: katerina.
agora, contar qualquer coisa sobre katerina parece inútil, caro leitor, pois ela era vaidosa e superficial, casando-se com um homem de família rica com a promessa de ser uma boa mãe, mas ocupada demais com os muitos amantes que mantinha quando o marido estava ausente. elise, acima de todos, a odiava, e com razão: a garota sonhava em estudar arte em paris, mas como poderia deixar sua irmãzinha sozinha com aquela mulher? fitz estava prometido em casamento a uma moça do norte de umbre e sairia de casa em alguns anos. parecia que ela não tinha escolha; da mesma forma que abrira mão da infância, elise teria que abrir mão de seus sonhos em nome da criação de victoria. isso até a tragédia acontecer.
todos pensavam que ela havia sido derrotada, transformada em plástico novamente – sem vida e impotente. no entanto, ela ressurgiu dos desejos daqueles que ainda a amavam, em especial um garotinho no mundo real que acreditava que era real, mas essa é uma história para outro dia. uma vez de volta de seu longo sono, ela se escondeu nas sombras, reunindo seguidores que pensavam o mesmo: eles só deveriam existir se outros pudessem despertá-los com seus desejos? os brinquedos não deveriam ter controle sobre suas próprias vidas? logo, ela começou a se aventurar na magia proibida com as escrituras deixadas pela há muito desaparecida malévola, e criar um exército tornou-se fácil. aproveitando-se da ausência de clara, sugarplum derrotou a mother ginger e fez uma aliança com o reino dos flocos de neve e o reino das flores. eles apoiavam revolução na surdina, contanto que não fossem presos como a regente da terra da diversão.
a fada então fez uma estreia brilhante e doce na mesa dos conselheiros, onde o próprio merlin tentou expulsá-la e os príncipes tentaram lutar contra seus soldados, mas tudo foi em vão. eram criaturas das profundezas dos pesadelos — sim, ela já tinha visto breu uma ou duas vezes — e não podiam ser derrotadas no clima atual do universo mágico, visto que novas pessoas sem histórias começavam a chegar de todos os lados, causando pavor. sugarplum foi então aceita como parte dos líderes daquelas terras e, além disso, quando os outros se recusaram a abrigar as novas pessoas, ela lhes ofereceu um lar, alegando saber exatamente o que era não pertencer a lugar nenhum.
biografia.
devido a toda especulação sobre o incêndio misterioso na casa dos thropp em 13 de fevereiro de 1865 , deixe-me contar toda a história , exatamente como aconteceu:
era uma noite de tempestade no mês de outubro, seis anos antes da fatídica tragédia, e uma criança nasceu depois de complicações no parto do qual cecilia thropp nunca acordou - ela se chamava victoria & era tão bela quanto uma rosa, as mais vermelhas e elegantes, mas delicada como dálias na primavera, resistente tal peônias no inverno. perder a mãe não foi fácil, não porque guardava quaisquer memórias da mais velha, mas pelo estado de seu pai depois da morte de sua primeira esposa. ele se tornou um homem amargo que sequer podia olhar para os filhos. a mais velha dos três, elise cuidou de seus irmãos com um pulso de ferro , também ficando calejada, e sempre culpando victoria, com quem supostamente nunca se deu bem. porém, mesmo que brigassem como gato e rato, a mais nova sem aceitar o peso da responsabilidade por algo que não escolheu e jamais poderia mudar, elas se amavam, e nos mais terríveis momentos jamais iriam ficar sozinhas, afinal tinham uma a outra e essa verdade não iria mudar, certo ? errado.
um dia depois de seu aniversário de seis anos, a pequena foi dormir em sua cama de penas de pato, seus travesseiros de seda, suas cobertas de linho importado, mas quando acordou no meio da noite, estava de pé ao lado da cama de sua irmã, e a mansão estava pegando fogo. elise fez seu último sacrifício depois de jogar fora a própria infância para atender as necessidades da família - até após o casamento do pai com uma socialite que não se importava em cuidar da casa ou de seus enteados - , ela levou a caçula até a rua, passando por vários escombros e voltou para dentro de seu lar, buscando salvar o resto de seus parentes - bem, só me deixe dizer que não teve sucesso, naquela noite todos os thropp morreram queimados, o que convenhamos, é uma maneira amaldiçoada de se partir. alguns dizem que os gritos eram tão altos que iriam ecoar para todo o tempo em suas lembranças. e também me permita corrigir um erro, eu disse que todos os thropp morreram ? bom, isso não é verdade ! longe do incêndio, caída na calçada com as roupas e a pele queimada de forma irreversíveis, agarrando-se a vida por um fio, estava a mais nova deles, sua única sobrevivente.
foram anos de tratamento e cirurgias de risco mortal, anos de dor e agonia , seus berros de angústia soando longe por cada corredor do hospital, anos de morfina e outras drogas, anos de faixas e talas, anos, anos, anos, anos & mais anos. o dinheiro foi se esvaindo, afinal, não havia nada para vender e as sobras no banco não durariam para sempre; mas foi o suficiente até que fez seus dezesseis anos, uma década após o acontecido, passada em completa & lenta tortura . porém, acredite, tudo que é ruim sempre pode piorar - e para victoria, certamente piorou. houve um incêndio no hospital, um dia depois de seu aniversário de dezesseis anos, e tudo foi destruído, mas quando ela acordou estava do lado de fora, coberta em sua camisola e um cardigã, sem sequer um chamuscado. talvez tivesse sido obra de deus, olhou uma vez para seu estado e lhe poupou de mais uma desgraça.
naquela noite, ao que via o hospital onde foi tão miseravelmente tratada queimar, sorriu pela primeira vez, e perambulou as ruas até já esquecida de onde uma vez morou. foi também enquanto alguns tentavam apagar o fogo da instalação médica que viu através dos vitrais de uma casa de ópera, onde algum tipo de evento parecia acontecer, a garota mais linda que seus olhos já tinham achado. elas conversaram por um minuto, a outra talvez a única a não se espantar com sua aparência deformada e suas roupas de dormir, todos antes torciam o nariz e desviavam seus olhos como se ela tivesse sempre pedindo que carregassem o fardo daquela carne em seu lugar e contato demais os fariam pegar sua doença de má sorte. mas a garota sequer se importou e não abandonou sua pequena interação até que foi chamada para dentro, e aquela era um tipo novo de bondade, algo que victoria jamais esqueceria .
realmente - não esqueceu. por anos depois iria imortalizar seu rosto com carvão.
após meses vivendo na rua, comendo do lixo e fugindo na noite, a thropp inesperadamente foi visitada por um homem na fábrica abandonada onde se escondia, e ele fez uma oferta em iguais partes generosa e humilhante. ser um espetáculo, fazer de suas cicatrizes um show de horrores para quem pagasse o valor mais alto, iriam a chamar de: garota em chamas. ' um pouco de maquiagem, e roupas chamativas e vamos deixar você apresentável ' , ele disse. a menina, sabendo que era questão de tempo até a policia lhe pegar invadindo aquela propriedade, e simplesmente cansada de sobreviver dos restos ou existir em medo, aceitou sua proposta, e juntou-se ao que eles começavam a chamar de ' circo ', onde por anos foi uma das atrações mais lucrativas. eventualmente, aprendeu a andar no arame, fazer piruetas majestosas, truques fabulosos mas não era para isso que tinha sido contratada. as mulheres que ficavam nos arcos além do chão, usando do ar e sua força para voar em torno da arena, elas eram desesperadamente formosas. como um dia tinha sido e já não era mais. portanto, se apresentava para os amigos, e todos sendo rejeitados de uma forma ou outra, se entendiam. mas então, como se fosse por praga, ou algo pior - muito definitivamente pior - , o circo pegou fogo , não houveram sobreviventes além dos animais que foram, de algum jeito, libertados antes das chamas começarem a se espalhar. mais uma vez, victoria sobreviveu, estando frente ao seu antigo esconderijo quando acordou, sem ideia do que estava acontecendo e como foi parar ali. sozinha de novo, sem emprego ou economias, sem futuro ou família, ela andou até a ponte do rio tamisa, pronta para por um fim a sua vida de infelizes acasos.
porém, caro leitor, existia esperança, no final das contas ! apenas não ali, naquele mundo que havia a tratado tão duramente. mas em um lugar muito, muito distante, onde os sonhos se realizam, os vilões são pegos e todos vivem felizes para sempre. enquanto os pulmões enchiam de água, e ela era puxada para o fundo da infindável vastidão azul, um pequeno ponto de luz grudou ao seu braço - e então eram centenas, milhares, milhões, até que se tornou uma estrela incandescente no meio do mar, e quando deu-se por si, estava parada frente a um castelo de doces, naquela terra tão, tão distante.
ela usava um vestido florido, e seus cabelos tinham crescido mais uma vez, lindos e grossos, longos e sutilmente cacheados. seu rosto não era mais uma tela do que o fogo consumiu e o que deixou para trás, mas sim, um retrato da bela moça que cresceu para ser em seus vinte e cinco anos. na bochecha um único rasgo antigo, um lembrete.
aquele reino era onde cinderela vivia com seu príncipe, até que pessoas tão perdidas quanto nossa victoria começaram a aparecer de todos os lados & embora eles não soubessem como chegaram ali, uma coisa era certa, teriam de lutar por seus finais felizes tanto quanto qualquer princesa.
sei que prometi a história verídica sobre os acontecimentos do dia 13, mas a verdade como um pedaço interessante de correspondência tão raramente chega, e pode ser perdida facilmente. portanto, porque você não fica conosco pelo resto deste conto, e tenta descobrir o que em seu coração, é a verdade? boa leitura.
main verse ──── i shall not apologize for what allows me to see the stars . . .
victoria é uma das muitas pessoas trazidas do mundo real para a terra dos contos de fadas, onde a magia ganha vida.
other ──── all you sinners stand up & sing hallelujah . . .
um conto de bruxas, victoria se descobre parte de uma tradição antiga de sacrifícios para o coven, e essa foi a razão de toda a má sorte que lhe seguiu durante a vida - queriam que ela se encontrasse sozinha & desamparada para que o sacrifício fosse mais fácil. antes disso, no entanto, devem ganhar sua confiança, visto que a morte de uma bruxa deve ser sua própria escolha.
────୨ৎ──── it's more courageous to overcome / CANON.
drizella tremaine, trinta e um anos, investigadora privada / consultora, fc: lily collins, personagem canon divergente de cinderela, horror au.
ABOUT DRIZELLA.
jack frost, imortal, soberano de temeros, fc: tom blyth, personagem canon divergente de origem dos guardiões / villain au.
ABOUT JACK.
kiraz demirci also known as ' the baker ', vinte e quatro anos, fc: meltem akçöl, padeira do conto cinderela.
COMING SOON.
adam, trinta e oito anos, rei de auradon, fc: ben barnes, personagem canon divergente de bela e a fera.
COMING SOON.
annabelle song / malévola, trinta e seis anos, corretora de imóveis, fc: seo yeji, personagem canon divergente de bela adormecida, horror au.
COMING SOON.
lucia molina / sininho, vinte e nove anos, grande mestre de xadrez, fc: anya taylor-joy, personagem canon divergente de peter pan, horror au.
COMING SOON.
sugarplum, imortal, soberana dos quatro reinos, fc: margot robbie, personagem canon divergente de o quebra-nozes.
COMING SOON.
ursula, imortal, rainha dos quatro mares, fc: sophie thatcher, personagem canon divergente de a pequena sereia.
COMING SOON.
fada madrinha, imortal, líder do conselho mágico do sul, fc: ariana grande, personagem canon divergente de cinderela.
COMING SOON.
wendy darling, vinte e oito anos, garçonete no ' dirty golden spoon ', fc: lee jieun, personagem canon divergente de peter pan, horror au.
COMING SOON.
aaron warner, vinte e seis anos, comandante-chefe e regente do setor 45, fc: tyriq withers, personagem canon divergente de estilhaça-me.
COMING SOON.
bonnie bennett, trinta e cinco anos, arqueóloga, fc: laura harrier, personagem canon divergente de o diário do vampiro.
COMING SOON.
clara stahlbaum, vinte e quatro anos, escritora de literatura infantil, fc: deva cassel, personagem canon divergente de o quebra nozes.
COMING SOON.
────୨ৎ──── nothing you can take from me is worth dirt / OC.
victoria thropp, vinte e cinco anos, artista circense / dama de companhia, fc: hunter schafer, perdida dentro de um conto de fadas.
ABOUT VICTORIA.
edward hugh sinclair, vinte e quatro anos, herdeiro da sinclair teach e engenheiro genético, fc: jonathan daviss, oc em um universo fortemente canon divergent de maze runner.
ABOUT EDWARD.
yelena / red , vinte e nove anos, assassina de aluguel e advogada, fc: marina ruy barbosa, personagem original, fairy tale legacy au.
COMING SOON.
voryn, the shadow, vinte e quatro anos / cinquenta e sete, espelho mágico, fc: lee wonjung, personagem original, fairy tale legacy au.
────୨ৎ──── REMEMBER ME EACH TIME YOU HEAR A SAD GUITAR.
boa noite, caro leitor ! aqui é sua capitã, allie e falo boa noite pois aqueles deixados encalhados na breu da galáxia só conseguem ver o brilho dos astros, e se memória não me falha, parece muito com o céu estrelado da noite na terra ! mas não leve nada que eu falo como regra caso seja de outro planeta, faz tanto tempo que estou longe de casa ! abaixo estão as regras da nossa próxima missão ! se prepare e afivele os cintos, lembrando que o próximo destino pode ser hostil então mantenham suas caras de malvados ! boa leitura, te vejo no epílogo !
I. a maioria dos personagens retratados neste blog serão originais. porém, é completamente possível ver alguns nomes conhecidos & especialmente universos canon!
II. tenho vinte e cinco anos atualmente e não me sinto confortável jogando com menores de vinte e um anos, sinto muito. personagens ou face-claims de menor também não serão representados neste blog de forma alguma.
III. meu único gatilho descritivo é violência contra animais, mas creio que podemos usar o bom senso! não irei jamais participar de threads que envolvam temas tabu como incesto, non con, etc. com isto dito, qualquer discurso de ódio, triggers não tagueados, assim como smut sem estar no read more que sejam colocados na dash irão resultar em unfollow imediato e dependendo da situação, block.
IV. esse blog foi criado com a intenção de me divertir & deixar solta minha imaginação, por isso eu não aprecio cobrança sobre tempo de resposta. o final do ano é um pouco delicado para mim, e devo avisar que estou low activity no momento. tudo vai depender do meu estado emocional e físico. no entanto, não vou simplesmente sumir sem explicações, posso demorar um pouco mas sempre volto! dito isto, eu entendo totalmente se você precisar de um tempo, não tem necessidade de justificativas, e se cuide! volte quando quiser!
V. eu já tive algumas experiências onde todas as interações eram levadas para o lado sexual, e particularmente me deixa muito desconfortável. se você gosta de escrever apenas smut, eu não vou ser um bom match para sua jornada criativa.
VI. enquanto estamos no tópico de smut, quero deixar claro que eu escrevo - ocasionalmente - contanto que exista uma construção por trás dos personagens. por exemplo, não vou escrever na primeira interação deles, e enredos que se baseiam exclusivamente nisso, novamente, não são do meu agrado. eu vou me reservar o direito de abandonar certas threads ou até mesmo dar unfollow se eu perceber que existe uma tendência de sempre levar para esse lado.
VII. temas maduros fora smut vão sim acontecer. eu gosto de explorar personagens sobrecarregados pela morte, por maldições, traumas religiosos, entre outros. possíveis gatilhos vão estar exibidos junto com suas biografias, e claro, se algo te deixar desconfortável, por favor sinta-se livre para falar comigo! eu vou, com certeza, fazer o possível para priorizar seu conforto! eu não trato tais assuntos com leviandade ou os romantizo, mas ainda sim, podem não ser para todos e eu respeito isso totalmente!
VIII. eu escrevo também em inglês, então se por qualquer razão existir a vontade de fazer nossas threads nesse idioma, me falem!
IX. as minhas threads são geralmente mais longas, e com vários parágrafos. enquanto eu não tenho problema nenhum com respostas curtas, se eu ver nas suas regras que você não gosta de replies maiores, eu posso escolher não interagir! porém, fique realmente livre para responder da forma e tamanho que mais te deixar confortável e feliz, sem a preocupação de igualar parágrafos ou palavras!
X. este blog vai ser exclusivo quando se trata de relações românticas! estou muito animada para desenvolver todos os tipos de relações, oque, particularmente, me parece uma das melhores partes do indie! relações de amizade a ódio letal, lealdade insana, o bom found family, etc! mas claro, gosto sim de romance, e se eu curtir a química dos nossos personagens posso vir a pedir para sermos exclusive! porém, não sinta pressão nenhuma para dizer sim! se não for sua vibe, se não sentiu a mesma conexão entre os personagens, qualquer seja o motivo, sinta-se livre para dizer que não!
creio que é isto, mas estas regras podem ser atualizadas e farei um post sobre! obrigada por ler!
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