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Oiee, pessoinhas. Sei que acabei dando mais um daqueles meus famosos chΓ‘s de sumiΓ§o por aqui, sΓ³ que dessa vez a justificativa estΓ‘ longe de ser falta de tempo, mas sim pq fui atropelada rs
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βββββββββ πππ Β· Por favor, confira minhas regras antes de enviar sua ideia na dm ou ask.
Β π \ . νλ
Β πππ
β’ ββββββββ π Β· ββ q Seja muito bem-vindo ao meu refΓΊgio criativo. Antes de mergulhar nas histΓ³rias, reserve um momento para entender como este espaΓ§o funciona e garantir que sua experiΓͺncia seja a melhor possΓvel. q β
β’ ββββββββ π Β· ββ q As personalidades aqui apresentadas sΓ£o interpretaΓ§Γ΅es puramente ficcionais para fins narrativos. Elas nΓ£o refletem o carΓ‘ter ou as opiniΓ΅es reais das pessoas que inspiram os personagens no caso de fanfics. q β
ππππ \ . μ¬λ
πππππ
β’ ββββββββ π Β· ββ q NΓ£o trabalho com temas que envolvam violΓͺncia extrema, relacionamentos abusivos romantizados ou conteΓΊdos que firam meus valores pessoais. Reservo-me o direito de recusar qualquer pedido que me cause desconforto. q β
β’ ββββββββ π Β· ββ q Para pedidos, deixem uma breve descriΓ§Γ£o do cenΓ‘rio ou dinΓ’mica desejada, isso facilita para que eu entregue algo que realmente me inspire e que vocΓͺs gostem de ler. q β
ππ \ . μ΄νλ
ππππππ
β’ ββββββββ π Β· ββ q Sempre que possΓvel, deixarei um status na bio indicando se estou em hiato criativo, produzindo ou aceitando ideias. q β
ππππ \ . μ΄μ
ππππππ
β’ ββββββββ π Β· ββ q Para facilitar a navegaΓ§Γ£o, use as tags do blog ou confira minha masterlist, lΓ‘ vocΓͺ encontra os contos divididos por gΓͺnero e personagens. q β
β§ ο½₯οΎβ π EstΓ‘ seΓ§Γ£o dedico a tudo aquilo que considero genuinamente interessante, curioso ou que me inspira de alguma forma. βπο½₯οΎβ§
ββββββββ ββ q πra mais uma daquelas segundas-feiras caΓ³ticas na agΓͺncia de entretenimento, na qual vocΓͺ trabalhava. O limite era uma linha tΓͺnue e a sensaΓ§Γ£o de um surto iminente estava Γ flor da pele, alimentada por um bombardeio de estΓmulos sensoriais que se tornavam insuportΓ‘veis.
Sobre sua mesa, a pilha de relatΓ³rios parecia crescer exponencialmente a cada piscar de olhos, contratos de artistas em ascensΓ£o, planilhas de orΓ§amentos estourados e briefings de eventos que, segundo a lΓ³gica distorcida da agΓͺncia, deveriam ter sido aprovados ontem. E, claro, todos vinham acompanhados de prazos absurdos, irreais, como se o calendΓ‘rio da empresa operasse em uma dimensΓ£o paralela onde o tempo corria para trΓ‘s e o atraso fosse um pecado imperdoΓ‘vel. Cada documento era um lembrete de que nΓ£o importava o quanto vocΓͺ se esforΓ§asse: sempre haveria mais uma demanda surgindo do nada, pronta para se empilhar sobre as outras e testar, pouco a pouco, o limite da sua sanidade.
A tensΓ£o nos seus ombros sΓ³ aumentava, fruto de horas sentada, imersa em nΓΊmeros, estatΓsticas e propostas. Enquanto lutava com os ΓΊltimos dados de uma planilha que insistia em apontar erros invisΓveis em suas fΓ³rmulas, foi entΓ£o que, quebrando a tensΓ£o, uma voz familiar e mansa ecoou por perto.
Sua atuaΓ§Γ£o como analista de projetos exigia uma rotina dedicada ao suporte contΓnuo de Hirai. Cabia a essa funΓ§Γ£o a responsabilidade pela gestΓ£o de prazos e pela qualidade dos briefings, assegurando que cada entrega chegasse ao cliente com mΓ‘xima pontualidade e precisΓ£o, livre de erros crΓticos.
Ao pegar o copo, seus dedos roΓ§aram levemente nos dela, um contato breve, mas incendiΓ‘rio. A pele macia e quente da mais velha enviou um arrepio direto para o seu nΓΊcleo, e um calor sΓΊbito subiu pelo pescoΓ§o, tingindo suas bochechas. VocΓͺ imediatamente tentou disfarΓ§ar sua reaΓ§Γ£o com um gole rΓ‘pido no expresso, o lΓquido escaldante queimou sua lΓngua, quase como uma puniΓ§Γ£o pela distraΓ§Γ£o.
A mulher apenas a observou por um momento, os olhos castanhos brilhando com algo indecifrΓ‘vel, seria diversΓ£o ou preocupaΓ§Γ£o? Antes que a conversa pudesse se estender e vocΓͺ dΓͺ com a lΓngua nos dentes, a designer endireitou a postura e deu um passo para trΓ‘s, colocando uma mecha de cabelo atrΓ‘s da orelha.
Os minutos se arrastavam, mas o relΓ³gio traiΓ§oeiro avanΓ§ava. O chefe passou pela terceira vez, murmurando algo sobre βexecutivos esperando perfeiΓ§Γ£oβ. VocΓͺ assente positivamente, forΓ§ando os dedos a trabalharem com mais rapidez, mas sua mente teima em vagar de volta para Hirai.
Uma notificaΓ§Γ£o piscou na sua tela: a entrega do projeto em que estava trabalhando foi oficialmente adiada. O cliente acabou nΓ£o enviando as informaΓ§Γ΅es necessΓ‘rias, dessa forma nΓ£o seria possΓvel dar sequΓͺncia. Perfeito. O arquivo foi salvo e, logo em seguida, vocΓͺ alongou o seu corpo sentindo um alΓvio momentΓ’neo dissipar toda a tensΓ£o acumulada.
Era hora de uma pausa rΓ‘pida, jogar uma Γ‘guinha gelada no rosto e respirar fundo. Ao se levantar, notou a mesa vizinha vazia. O laptop de Momo ainda estava aberto, exibindo o layout da campanha. Curiosa, vocΓͺ se aproximou. No canto da tela, viu uma foto de perfil dela, pelo visto a Hirai estava em uma praia, usando um biquΓni preto colado ao corpo molhado, deixando-a ainda mais gostosa.
VocΓͺ piscou, percebendo que estava encarando a tela por tempo demais.
Ao secar as mΓ£os no papel toalha de qualidade questionΓ‘vel, Γ‘spero como lixa, que irritava a pele jΓ‘ sensΓvel, a porta se abriu com um rangido. Pelo vΓ£o, infiltrou-se o burburinho do escritΓ³rio antes de o silΓͺncio retornar.
ββ "Olha o que temos aqui." β Cantarolou, a voz baixa e rouca, fechando a porta atrΓ‘s de si com um clique suave, antes de se aproximar.
Momo inclinou-se sobre a porcelana da pia, alheia ao fato de que o decote revelava o sutiΓ£ de preto de renda e o contorno sutil dos mamilos endurecidos sob o tecido fino. Era uma visΓ£o capaz de tornar o ar rarefeito e acelerar o pulso de qualquer um que ousasse observΓ‘-la.
ββ "Finalmente dando um tempo?"
β "Sim... Precisava acalmar os Γ’nimos." β Sua resposta veio carregada de timidez, provocando uma risadinha em Hirai que, sem hesitar, estendeu a mΓ£o para afastar uma mecha ΓΊmida que insistia em cair sobre a sua testa. O gesto a fez engolir em seco, com o coraΓ§Γ£o martelando em teu peito. β "E vocΓͺ, terminou de organizar a sala de reuniΓ΅es?"
ββ "Me faz companhia. SΓ³ por uma horinha, prometo que vai valer a pena." β Pediu, o sorriso agora era um convite aberto e os olhos semicerrados, desafiava qualquer tentativa de recusa.
A hesitaΓ§Γ£o foi breve, mas profunda, o cansaΓ§o acumulado pesava, mas o formigamento na espinha era um aviso de que o corpo ainda tinha sede. Shibuya Γ noite era uma tentaΓ§Γ£o e, com Momo ao lado, vocΓͺ sabia que nΓ£o teria forΓ§as, nem vontade, para resistir ao que poderia acontecer naquela noite.
β β "EstΓ‘ bem, me convenceu." β Cedeu, um sorrisinho escapando dos lΓ‘bios, traΓdo pelo calor que subia ao rosto. O cansaΓ§o de minutos atrΓ‘s parecia distante agora, dissolvido pelo magnetismo de Hirai.
O tempo voou, e o final do expediente chegou sem que vocΓͺ percebesse. JΓ‘ passava das 18:45 quando finalmente desligou o computador, a tela escura refletindo seu rosto cansado.
E lΓ‘ estava ela, te esperando sob o toldo de uma lojinha de conveniΓͺncia. Momo jΓ‘ havia tirado o carro do estacionamento exclusivo para funcionΓ‘rios daquele edifΓcio e agora se escorava nele, fingindo ser paciente, mas a verdade era que a mulher sΓ³ estava disfarΓ§ando o fato de que, internamente, se encontrava em surto, contando os segundos para vΓͺ-la. Assim que se aproximou, ela ergueu o olhar.
β "Demorou." β Disse ela, num tom baixo, provocativo, embora os olhos denunciassem o alΓvio. β "Achei que ia me deixar esperando."
VocΓͺ sorri culpada, ajeitando a bolsa em seu ombro, antes de murmurar uma desculpinha qualquer, baixa demais para soar convincente.
β "Ah, claroβ¦" β Ela disse, a voz carregada de sarcasmo. β "Entra ai vai, antes que eu mude de ideia." β Abriu a porta do passageiro.
Mas quando vocΓͺ fez menΓ§Γ£o de passar por ela, a mulher segurou seu pulso por um instante, tempo o suficiente para te fazer esquecer tudo ao teu redor.
β "TΓ΄ feliz que vocΓͺ veio."
Ela soltou sua mΓ£o logo depois, como se nada tivesse acontecido, e apontou para o banco do carro, retomando a postura casual de sempre, embora o leve rubor nas tuas bochechas denunciasse o contrΓ‘rio.
ββ "Pronta para fugir dessa loucura? β A Hirai pergunta, mantendo a porta do carro aberta para que vocΓͺ pudesse entrar."
βVocΓͺ se acomoda no banco do passageiro e puxa o cinto, enquanto ela contorna a frente do veΓculo e assume o volante. O motor ronca baixo quando Momo arranca, guiando por alguns quarteirΓ΅es, que na sua humilde opiniΓ£o, eram iluminados demais. A conversa flui solta, pontuada por queixas sobre o dia e risadinhas bobas. Ao se aproximar do barzinho, ela reduziu a marcha Γ procura de uma vaga, manobrou o veΓculo executando uma baliza impecΓ‘vel.
VocΓͺs duas desceram do carro juntas e, de longe, avistaram alguns colegas que haviam acabado de chegar, eles jΓ‘ cruzavam a porta do estabelecimento, entrando conforme o combinado.
Momo se certificou de que o carro estava trancado e posicionou-se ao teu lado. Juntas, seguiram em direΓ§Γ£o Γ entrada. Havia uma sensaΓ§Γ£o latente de que a noite estava apenas comeΓ§ando, prometendo muito mais do que um simples encontro pΓ³s-expediente.
Assim que as bebidas foram servidas, decidiram brindar. Ao primeiro gole, o Γ‘lcool desceu rasgando pela garganta, uma ardΓͺncia bem-vinda que aliviou a tensΓ£o em teus ombros e permitiu que vocΓͺ finalmente relaxasse.
EntΓ£o, de repente, um funcionΓ‘rio do setor financeiro, um homem de trinta e poucos anos, com a gravata frouxa e o ego inflado por bΓ΄nus trimestrais, aproximou-se com um sorrisinho canalha, segurando duas doses de tequila.
A proximidade indesejada trouxe consigo o odor enjoativo e sufocante de Γ‘lcool barato, impregnado em sua respiraΓ§Γ£o pesada, misturado ao aroma artificialmente adocicado do vape que ele provavelmente tragara instantes antes de entrar.
Sentindo o desconforto crescer, vocΓͺ recuou alguns centΓmetros, comprimindo-se contra o encosto rΓgido da cadeira numa tentativa vΓ£ de recuperar espaΓ§o, qualquer espaΓ§o, que a separasse daquele homem. O couro frio sob suas costas contrastava com o calor opressivo que emanava dele. Seus ombros se encolheram instintivamente, e os dedos apertaram a borda do assento como se aquilo pudesse ancorΓ‘-la ali, protegΓͺ-la.
ββ "VocΓͺ nΓ£o precisavaβ¦" β VocΓͺ se virou para ela, encontrando aquele maldito olhar que parecia ler seus pensamentos mais obscuros. A mulher soltou um riso anasalado, quase imperceptΓvel, e apertou um pouco mais sua coxa sob a mesa.
Ao se aproximar devagar, a respiraΓ§Γ£o pesada de Momo lhe provocou arrepios ao roΓ§ar no lΓ³bulo de sua orelha.
ββ "Precisava, sim." β Confessou. β "Fiquei com ciΓΊmes. NΓ£o gosto que permita que esses idiotas deem em cima de vocΓͺ."
VocΓͺ engoliu em seco, o saquΓͺ ainda queimando na garganta, e murmurou:
Ao umedecer os lΓ‘bios, ela sentiu seus olhos acompanhΓ‘-la, jΓ‘ que vocΓͺ nΓ£o conseguia desviar o olhar, de tΓ£o hipnotizada e faminta que estava. Naquele instante, Hirai percebeu que as hierarquias da empresa nΓ£o significavam nada. A ΓΊnica lei que regia aquele espaΓ§o era a da atraΓ§Γ£o.
β "Sabeβ¦ 'CΓͺ adora testar meus limites." β A japonesa comeΓ§ou, deixando as formalidades de lado. β "Mas essa noite, te quero sΓ³ 'pra mim."
ββ "Momo... Aqui nΓ£o." β Enquanto dizia βaqui nΓ£oβ, seu corpo a traΓa, arqueando-se em direΓ§Γ£o Γ mΓ£o da mulher em um reflexo instintivo, faminto pelo contato.
Hirai soltou uma risada contida, os olhos cravados nos seus. Ela afastou a mΓ£o devagar, levando os dedos aos lΓ‘bios para saboreΓ‘-los com uma lentidΓ£o deliberada. SΓ³ entΓ£o, com uma naturalidade perturbadora, envolveu o copo de saquΓͺ, como se nada tivesse acontecido.
Seus corpos se chocaram de leve contra a lataria do carro. A Hirai ameaΓ§ou beijΓ‘-la, apenas para recuar no ΓΊltimo instante, guiando vocΓͺ em direΓ§Γ£o ao elevador com um sorriso sugestivo.
βO elevador rangeu ao subir, as paredes espelhadas capturando cada detalhe, a camisa dela, aberta o suficiente para exibir a renda preta sobre o busto farto, e o seu prΓ³prio reflexo, visivelmente ofegante e ansiando por mais.
Assim que entraram no hall amplo do apartamento, com piso de porcelanato e janelas do chΓ£o ao teto revelando a cidade, a porta bateu com forΓ§a atrΓ‘s delas. A japonesa a empurrou contra a parede texturizada, lΓ‘bios famintos devoraram os seus em um beijo voraz, enquanto mΓ£os Γ‘vidas a exploravam com desespero.
βO beijo de Momo era viciante. Suas mΓ£os, Γ‘geis e possessivas, deslizaram por baixo da sua blusa, traΓ§ando a curva da cintura antes de subir para apertar seus seios. O toque dela arrancou um gemido abafado da sua garganta. VocΓͺ se arqueou contra ela, sentindo o peso do corpo dela prendΓͺ-la Γ parede, os quadris se encaixaram perfeitamente nos seus enquanto a lΓngua dela danΓ§ava com a sua, provocante e dominante.
Ela se afastou por um segundo, apenas o suficiente para morder seu lΓ‘bio inferior e sussurrar, rouca, contra sua boca:
βAntes que qualquer palavra fosse dita, ela a pegou no colo, forΓ§ando-a a enlaΓ§ar sua cintura enquanto atravessavam o apartamento em direΓ§Γ£o ao quarto. Ali, Momo a colocou na cama, caindo sem hesitaΓ§Γ£o de joelhos entre suas pernas abertas.
βSeus dedos Γ‘geis engancharam na borda da saia justa, puxando-a para baixo tΓ£o lentamente que fazia sua pele arrepiar todinha de antecipaΓ§Γ£o. O tecido roΓ§ava contra suas coxas, descendo junto com a calcinha de renda fina, essa que jΓ‘ se encontrava encharcada, assim expondo-a completamente ao ar fresco do apartamento. VulnerΓ‘vel e latejante, seu clitΓ³ris clamava pelo menor sinal de contato, uma sede que apenas o toque poderia saciar. O olhar escuro e faminto da mulher travou ao seu, enquanto um sorriso predatΓ³rio curvava seus lΓ‘bios ΓΊmidos. Ela lambeu o lΓ‘bio inferior, devagar, sem nunca desviar a atenΓ§Γ£o, como se saboreasse antecipadamente.
Sem pressa, ela afastou suas coxas com as palmas quentes. Os polegares traΓ§avam cΓrculos lentos na pele sensΓvel da virilha antes de mergulhar entre elas. O choque do hΓ‘lito quente contra a sua pele foi o estopim, fazendo seus quadris buscarem o contato de forma involuntΓ‘ria.
Ela agarrou teu cabelo, empurrando seu rostinho contra si e esfregando-se na tua lΓngua, que logo mergulhou faminta nas dobras da bucetinha dela. O sabor agridoce inundou sua boca enquanto sugava o brotinho inchado.
β "Porra, que delΓciaβ¦" β Praguejou antes de puxar a sua cabeΓ§a para longe dela com um grunhido satisfeito, fios viscosos ainda ligando seus lΓ‘bios lambuzados Γ buceta dela. β "Poderia ficar assim por horas, mas devo admitir que nΓ£o aguento mais a vontade de te comer, como sempre quis. Agora deita e abre essas perninhas βpra mim, amor."
βNΓ£o houve tempo para formular algum tipo de resposta, pois vocΓͺ foi rapidamente empurrada contra o colchΓ£o pela mulher, que se posicionou entre suas coxas novamente. Os olhos dela devoravam cada centΓmetro de sua tez exposta.
β "Que visΓ£o do caralho! Vou te foder bem devagarinho, tanto que vocΓͺ vai implorar βpra gozar."
Sem pressa, Momo separou os lΓ‘bios com os polegares, expondo o interior rosado e ΓΊmido, as paredes internas contraindo-se visivelmente em torno do nada. O ar quente que ela soprou sobre seu clitΓ³ris foi certeiro, fazendo-o inchar e pulsar em uma resposta imediata ao estΓmulo. Deslizou o dedo indicador ao longo da fenda, coletando o mel viscoso que escorria, e o levou Γ boca, chupando com um gemido gutural.
Ela parou propositadamente no montinho de nervos, circundando-o com a ponta da lΓngua em cΓrculos preguiΓ§osos, leves como uma pluma, sentindo a carne enrijecer mais contra ela a cada nova volta.
Agora, ela mergulhou mais fundo, enfiando a lΓngua na entrada apertada, fodendo devagar com movimentos curtos e ritmados, chupando o mel que jorrava enquanto as paredes internas praticamente sugavam sua lΓngua de volta para dentro.
β "Porraβ¦" β VocΓͺ deixa escapar.
Ela alternava com beijinhos molhadinhos nos lΓ‘bios maiores e mordiscando levemente os menores, puxando-os com os dentes, assim deixando-os ainda mais vermelhos e sensΓveis. Introduziu um dedo, em seguida curvando-o para acertar seu ponto G, sentindo teu corpinho convulsionar todinho. Adicionou um segundo dedo, esticando a entradinha com movimentos lentos de vai e vem.
Suas mΓ£os agarravam os lenΓ§Γ³is conforme seu corpo buscava ceder ao limite. Contudo, o peso dela a subjugava, mantendo-a imΓ³vel e entregue.
Entregue ao prΓ³prio prazer, ela deslizava a mΓ£o por entre as pernas, estimulando-se com fervor. Bastou ela persistir um pouco mais para que o seu Γ‘pice chegasse de forma avassaladora, te fazendo esguichar jatos quentes no rosto de Momo, que sorria perversamente.
A mulher riu baixinho contra tua pele, o hΓ‘lito quente enviando arrepios. Satisfeita com os tremores que provocava, deslizou para o lado da cama, abrindo a primeira gaveta da mesinha com um clique.
Os movimentos eram lentos, quase indolentes, fazendo comentΓ‘rios que seu quadril ergue-se involuntariamente, implorando por mais, mas ela pressionava a coxa contra vocΓͺ, mantendo o controle absoluto.
Ela gemeu, sentindo os prΓ³prios dedos escorregarem entre as pernas para retomar o toque, sincronizando-se a cadΓͺncia do vibrador que a invadia. O prazer era um suplΓcio e apΓ³s uma sequΓͺncia de movimentos torturantes, ela o retirou bruscamente de ti, sem desviar o olhar, lambeu o brinquedo, antes de descartΓ‘-lo ao lado.
βOs quadris dela colidiam contra os teus implacavelmente, e a lubrificaΓ§Γ£o abundante fazia com que cada choque soasse de maneira explΓcita. A cada investida vigorosa, a sensibilidade era levada ao limite, os clitΓ³ris se chocavam, garantindo que o prazer fosse tΓ£o inevitΓ‘vel quanto avassalador.
β ''Isso, porra, geme βpra mim." β Exigiu entre dentes. Enquanto mantinha o ritmo firme, a mΓ£o dela desceu, pinΓ§ando e girando o polegar sobre seu clitΓ³ris com uma rapidez impiedosa. O choque de prazer, beirando a agonia, fazia seus mΓΊsculos se contraΓrem em espasmos desesperados, um clamor silencioso pelo preenchimento que parecia estar ao alcance, mas que permanecia torturantemente ausente.
βVocΓͺ a puxou para si, os dedos enterrados com firmeza na nuca dela. Ao trazΓͺ-la para perto, o selar dos lΓ‘bios tornou-se um refΓΊgio e uma tortura. O beijo era sedento, uma sincronia perfeita onde o movimento das lΓnguas tentava acompanhar a cadΓͺncia implacΓ‘vel dos quadris.
β "Tem noΓ§Γ£o do que βtΓ‘ fazendo comigo?" β Sua pergunta escapou quase como um desabafo, aquela mulher possuΓa, de fato, o dom de desorientar seus sentidos, fodendo com sua mente por completo.
β "Pede βpra mim. Diz que quer gozar." β Com um roΓ§ar de dentes contra a pele sensΓvel, Hirai saboreou o suor em seu pescoΓ§o, arrancando-lhe um suspiro instΓ‘vel enquanto a provocaΓ§Γ£o surtia efeito.
Seu quadril se ergueu em uma tentativa desesperada para conseguir mais fricΓ§Γ£o, contudo, a reaΓ§Γ£o dela foi imediata e implacΓ‘vel, subjugando-a Γ total imobilidade.
β "Momo, por favor." β Suas palavras saem num sussurro entrecortado. A menΓ§Γ£o ao nome dela, desprendendo-se de seus lΓ‘bios como uma sΓΊplica desesperada, serviu como o estopim definitivo. Qualquer resquΓcio de lucidez que Momo ainda preservava desapareceu por completo.
β "Isso, princesinha... Implora mais." β Pediu, antes de capturar teus lΓ‘bios num beijo faminto, a lΓngua invadindo sem piedade enquanto seus dedos cravavam nas tuas coxas, abrindo-as ainda mais. β "Goza agora, porra." β Pediu, dando tapinhas na tua buceta.
Suas paredes internas contraΓram-se severamente no instante em que alcanΓ§ou o orgasmo, a mulher Γ sua frente a observa, quase que hipnotizada. Os jatos quentes que saem de vocΓͺ molhando ela, escorrendo por suas coxas e pingando no lenΓ§ol jΓ‘ encharcado. JΓ‘ vocΓͺ, grita pela mulher ao mesmo tempo que arranha as costas dela, as unhas cravando-se na pele, no momento em que o prazer a domina por completo.
Com cuidado, ela posicionou os joelhos de cada lado da sua cabeΓ§a, as coxas torneadas tremendo levemente de antecipaΓ§Γ£o. A intimidade dela, pairava diante de ti, a pouquΓssimos centΓmetros de distΓ’ncia. Seu nariz roΓ§ava o monte pΓΊbico dela, sentindo a leve textura dos pelos curtos e ΓΊmidos, enquanto gotas quentes de excitaΓ§Γ£o escorriam devagar, pingando exatamente sobre a lΓngua Γ espera, pronta para saborear o gosto da mais velha.
β "Isso!" β Gritou ela, acelerando o ritmo, cavalgando no teu rostinho. Tuas mΓ£os subiram instintivamente, apertando as nΓ‘degas dela com forΓ§a, os dedos afundando na carne macia. Ela estava completamente encharcada, o melzinho dela escorria generosamente, inundando sua boca, escorrendo pelos cantos dos lΓ‘bios e molhando o travesseiro abaixo. Seu nariz enterrado no clitΓ³ris inchado inalava o cheiro almiscarado de sexo puro, e vocΓͺ a chupava como se sua vida dependesse daquilo.
A entrega foi total quando ela inclinou a cabeΓ§a, expondo a garganta. Seus seios acompanharam o movimento, balanΓ§ando livremente e destacando os mamilos endurecidos, que pareciam suplicar por atenΓ§Γ£o, e vocΓͺ dificilmente ignoraria por muito tempo.
β "Porra." β As unhas de dela encontraram o teu couro cabeludo em um aperto firme, quase doloroso, puxando-te para mais perto de sua buceta.
Momo tremia por inteiro, usando as coxas grossas para te prensar, quase roubando seu fΓ΄lego enquanto te sufocava contra si. As paredes internas reagiam ao seu toque com pulsaΓ§Γ΅es involuntΓ‘rias, fechando-se ao redor da sua lΓngua faminta como se tentassem segurΓ‘-la ali para sempre.
β "TΓ΄ gozando, caralho!" β Gritou ela, esguichando forte direto na sua boca. Jatos quentes e abundantes jorraram sem piedade, enchendo sua boca, escorrendo pelo queixo e pingando nos seus seios expostos. VocΓͺ sorveu o quanto lhe foi permitido, a essΓͺncia transbordando por seus lΓ‘bios enquanto ela movia o quadril em uma cadΓͺncia desenfreada, prolongando o prazer que vocΓͺ lhe proporcionava.
Finalmente, a resistΓͺncia dela cedeu ao esgotamento, apoiando-se sobre o colchΓ£o enquanto buscava o fΓ΄lego perdido. O olhar dela, obscurecido por luxΓΊria, fixou-se ao seu, um sorrisinho de escΓ‘rnio e satisfaΓ§Γ£o insinuou-se em seus lΓ‘bios enquanto ela percorria o contorno de seu rosto com as pontas dos dedos, como se estivesse memorizando cada detalhe seu.
Com os corpos ainda colados e a pele pegajosa de um calor febril, ela depositou um beijo suave em sua testa suada. Seguiu para as pΓ‘lpebras cerradas e as bochechas que ainda ardiam, murmurando elogios em um tom de voz que sΓ³ vocΓͺ podia ouvir. Com extrema cautela, ela usou o lenΓ§o da mesinha ao lado para te limpar.
β "VocΓͺ foi perfeita, amor." β Sua mΓ£o livre massageou suas coxas doloridas e as Γ‘reas sensΓveis ao redor. β "Quer um pouco de Γ‘gua? Ou algo mais?"
β "NΓ£o, eu βtΓ΄ bem. SΓ³ quero vocΓͺ aqui comigo."
Ela atendeu ao seu pedido sem pensar duas vezes. Momo te envolveu em uma conchinha onde ela, sendo a maior, envolvia o seu corpo por inteiro.
O silΓͺncio do quarto era quebrado apenas pelo ritmo sincronizado das respiraΓ§Γ΅es que, aos poucos, se acalmavam. Com as unhas curtas, a mais velha desenhava formas abstratas em suas costas enquanto sussurrava confissΓ΅es bobas sobre como se apaixonou por ti. Naquele instante, a inseguranΓ§a deu lugar Γ convicΓ§Γ£o absoluta de que aquele sentimento era, enfim, correspondido e verdadeiro. q β
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Como disse anteriormente, nΓ£o tenho muita experiΓͺncia com namoro, mas tenho certeza de que nΓ£o era assim que eu deveria me sentir em um relacionamento.
Independente do lado que vc seguir, espero que dΓͺ tudo certo pra ti β€οΈ
β’ ββββββββ π Β· οΉ πππ π£πππππ οΉ βΆ Β· ββ q .Tenho refletido bastante sobre o que vocΓͺ disse, sobre ele nΓ£o demonstrar mudanΓ§a nem parecer realmente preocupado em mudar. Infelizmente, reconheΓ§o que isso faz sentido, e que o comportamento dele tende mesmo a se agravar com o tempo. AgradeΓ§o de coraΓ§Γ£o pela preocupaΓ§Γ£o e por desejar o melhor pra mim <3 Espero conseguir tomar uma decisΓ£o em breve. q β
Como disse anteriormente, nΓ£o tenho muita experiΓͺncia com namoro, mas tenho certeza de que nΓ£o era assim que eu deveria me sentir em um relacionamento. q β
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sΓ³ queria dizer que vc tem um dos perfis mais aesthetic dessa rede social β‘
β’ ββββββββ π Β· οΉ πππ π£πππππ οΉ βΆ Β· ββ q muito obrigada pelo elogio <3 jΓ‘ eu acho ele simples demais e meio xoxo. q β