E mandona, também.

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he wasn't even looking at me and he found me

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Mike Driver
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Love Begins
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@mikkoch
E mandona, também.

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Estou esperando… Vem.
Você parece a minha mãe, certas vezes…
Esse é um ótimo elogio. Sua mãe é bem legal e bonita.
@2mi on the party; flashback
Já com certa distância da namorada, o garoto umedeceu os lábios, repassando tudo o que aconteceu inicialmente. Era visível que ambos chegariam à transar, direta ou indiretamente. E, isso, mais uma vez, o excitava. Mas… Por outro lado, um raio de culpa transbordava sobre si. Afinal, fora lançado para fora da casa de Miyoung, literalmente. Agora, bom, ele estaria arrastando ela para uma festa e acabando totalmente com sua inocência. Tudo de uma só vez. Aquilo não parecia ser justo. Ao menos, não com o pai de Mikkoch. Logo, bebericando algumas cervejas e cogitando sobre isso, seguiu para o seu destino incerto.
Ficara esperando no banheiro, por vezes deixando algumas pessoas adentrarem-no, devido a demora dela. Cinco, dez, doze, vinte minutos… E nada. Nem um simples sinal de vida. Park começou a ficar preocupado e, realmente, seus pensamentos não eram positivos. Procurou em todos os cantos possíveis, até, em última opção, encontrá-la no chão da casa, perto da piscina, rindo à beça. — Eu não acredito… — disse, incrédulo, agarrando-a pelo pulso, ao passo que utilizava o outro palmo para amassar o copo de plástico (ao qual ela bebia.) — MiYoung! O que raios você está fazendo? Huh?! Quem foi o idiota que te deu isso?!
Impossível saber quantos copos a morena havia tomado, apenas a palavra "muitos" seria o suficiente para a situação. Seja lá o que tivesse naquela bebida, era viciante demais para resistir. Com um simples gole, MiYoung fora, praticamente, obrigada por ser próprio corpo à beber seguidos e seguidos copos, sem cessar. Após alguns minutos, sentia-se tonta a ponto de ir ao chão, porém feliz, tanto que não conseguia parar de rir de tudo ao seu redor. Apontava para as pessoas e sorria largamente, bobamente, fazendo-os olharem-na comicamente. Provavelmente, pensavam em como ela conseguia já estar drogada ainda sendo o começo da festa.
Ao ver Minwoo, Choi sorrira embriagada, falando alto seu nome, sem importar-se com a mão firme em seu pulso. — Minwoo! Oppa, você é tão amorzinho, mas desde quando tem um irmão gêmeo? — no momento, suas vistas pareciam rodar e, ao mesmo tempo, duplicadas. Com esforço, conseguiu levantar-se e, desfazendo-se da mão do namorado, foi levada cambaleante pela música ensurdecedora. Fechou os olhos e balançou o corpo. De vez em quando, cambaleava para os lados e ria do além. Obviamente, a moça não tinha nenhuma tolerância à álcool ou seja lá qual fosse a mistura misteriosa.

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latest favorite selcas of Minah // requested by anonymous.
Neither he or anyone else will get you outta me. — @2mi vs. @Choi
A caminhada de MW permanecia calada. As roupas, obviamente, encharcadas; algumas gotículas de água insistiam em invadir sua nuca, provocando certos arrepios pela região. Não encontrou outro meio além de andar em seu ritmo célere, em companhia da própria solidão. Por mais zangado que estivesse, buscava ouvir os passos de Miyoung atrás de si, confirmando sua segurança. Não mediria esforços para estraçalhar qualquer marmanjo que aparecesse, por ali, sem sua dada permissão.
Tão logo topando com a figura do casarão, adentrou o portão, deixando-o estrategicamente entreaberto. Seguiu as pequenas escadas até chegar na porta. Não parou. Nem mesmo com o chamado da namorada. Porém, antes que pudesse fazer qualquer outra coisa, Mikkoch o segurou delicadamente pela mão. Apertando forçadamente os olhos, torturou seu próprio olhar, sentindo o ardido consumir suas vistas.
E então ela o abraçou por trás. Engolindo em seco, MinWoo fechou o punho da mão livre, socando a entrada acima de sua cabeça. Os choros altos de Young apenas serviram para o mais velho relembrar-se de cenas curtas passadas, ainda que muito claras, quando EunJi estava prestes a levar algumas agulhadas no hospital, até passar por uma série de exames. Ela simplesmente não parava de berrar, gritar pelo seu nome, pedir por socorro. Seu coração contraiu. Com a cabeça igualmente tombada no acesso, deixou que algumas lágrimas esvaíssem, enquanto sua mente apresentava-se em conflito. O toque de Choi era a personificação perfeita da chuva: sorrateira, intensa, gelada. Ao passo que, quando em contanto com sua pele, torna-se inteiramente arrepiante e irrecusável. Não poderia — e não iria — negá-la, definitivamente.
Park virou-se, abraçando-a propriamente. Todavia, num ato repentino, segurou-a enfurecidamente pelo rosto, de forma que seus olhos vermelhos cravassem nos dela, cheios de inconstância. Observar qualquer mulher chorar, independentemente da quantidade, era doloroso. Não só por sentir que estava levando trocentas facadas — sendo todas simultâneas —, mas, também, por querê-la fazer parar. E simplesmente não conseguir.
Agora, entrelaçando suas mãos firmes ao redor do pescoço da menor, avizinhou-se do corpo dela. Acariciava calmamente os cabelos de Miyoung — embora estivessem inteiramente umedecidos —, expandindo seus dedos sobre algumas mechas ensopadas, afagando-as calmamente. A trazia ainda mais contra seu suéter molhado, pretendendo, por hora, fazê-la sentir seu típico aroma de perfume caro. Este, que, mesmo após a chuva, não fizera sumir com sua essência. Basicamente, acerca de um abraço apertado, MinWoo deixou sua amada chorar o quanto quisesse. Não implicaria, tampouco tentaria mudar isso. Só deixaria que acontecesse, o que quer que fosse. Pensou em dizer algo à mais, mas, realmente, palavras lhe faltavam, naquele instante.
No entanto, a noite começou a esfriar. O vento, a estremecer ambos corpos. MW, ao captar isso, fixou o crânio da mais nova sobre seu peito, à medida que descia seu palmo para as coxas desta, fazendo um movimento para pegá-la no colo. Sabia que Mikkoch nunca gostou da tal ação habitual de Park, contudo, a situação demandava que ele cuidasse dela.
Com as chaves em uma das mãos, acomodou o objeto custosamente na fechadura, em seguida o ajeitando corretamente. Dando entrada a casa, tateou a parede, buscando o interruptor da parte térrea da moradia. Não bastou muito para iluminar a grande Mansão, fechando a entrada com o pé. Mesmo molhados, MW subiu as escadas, em direção ao andar onde encontravam-se os quartos e banheiros. Ainda com Choi nos braços, foi no sentido de seu próprio quarto — o qual estava inteiramente escuro, inclusive os corredores —, procurando o armário. Estendendo a porta do móvel com um dos palmos — enquanto tentava ao máximo manter o equilíbrio — tirou uma camiseta aleatória. Não queria gastar tempo procurando os outros milhares de interruptores espalhados pela casa, um em cada canto. Portanto, apenas seguiu para o banheiro.
No local, deixou finalmente a outra em pé, tomando certo cuidado com o ato. Acendeu o recinto, sendo assim.
— Só… Tome um banho e troque de roupa. — pediu, quase que ordenando. Com a face mais desanimada possível, roçou a camisa — a qual servia de vestido — sobre a cintura da morena, a fim de que ela pegasse. Haviam várias toalhas novas ao redor dali. Desta forma, aproximando-se do ouvido desta, sussurrou-lhe: — E não demore.
Enfim, afastou-se, voltando a bater a porta. Assim como na última vez.
Enquanto envolvida por Minwoo, lágrimas e mais lágrimas caiam em um choro incessante, alto. Sua respiração estava célere, assim como as batidas de seu coração, e seu peito ainda doía como se tivesse levado uma facada ou pior. Seu desespero era extremamente visível e julgava-se por isso. Era ela quem deveria estar confortando o namorado, afinal fora ele quem mais se machucara. Porém, mais uma vez, demonstrava-se fraca, incapaz de proteger alguém que ama. Fechou os olhos fortemente, afugentando tais pensamentos, e apertou ainda mais Park contra si, sentindo as batidas de seu coração e seu doce perfume até que o mesmo tomasse seu rosto com as mãos, fazendo-a encará-lo por alguns poucos segundos. Sentia vergonha por agir daquela forma na frente dele, tanto que, não conseguindo mais sustentar o olhar, fechou-o mais uma vez.
Pouco a pouco, com as carícias, foi sentindo-se mais confortável, menos aflita. Era incrível como o garoto conseguia acalmar-lhe e transformar o clima, antes preto e branco, em cores mais vivas, mais felizes. Trouxe para fora tudo o que havia deixado-lhe mal, chorou tudo o que tinha de chorar. Logo mais, as lágrimas cessaram definitivamente, porém uma dor de cabeça enorme incomodava-lhe e sua maquiagem encontrava-se totalmente borrada, além de seus olhos extremamente vermelhos. Sentia ainda mais vergonha de demonstrar-se daquela forma ao garoto.
Com a chegada de um clima mais frio, Mikkoch tirou os braços, antes entrelaçados ao redor do outro, e encolheu-se, aninhando-se ao abraço, numa tentativa falha de esquentar-se. Ambos estavam encharcados, tremendo de frio, em risco de pegarem uma gripe. A mão gelada do outro descendo por seu corpo causava-lhe arrepios e, assim que fora pega no colo, agarrou MW pelo pescoço de forma delicada. Especialmente, nessa noite, não reclamaria desse ato, nem de nenhum outro.
Deixou-se ser levada, sem falar uma palavra sequer. Mantinha a cabeça apoiada bem perto do pescoço do rapaz, de vez em quando, roçando levemente o nariz pelo local. Não prestou a mínima atenção nos movimentos dele, concentrava-se em apenas ficar quieta em seu canto, tentando diminuir o trabalho que estava dando ao mesmo, ao passo que seus pensamentos de antes voltavam. Ela era apenas uma criança boba brincando de ser adulto em um mundo cruel, essa era a verdade que estraçalhava seu coração já machucado.
Quando teve os pés de volta no chão, manteve-se cabisbaixa, sem resquícios de coragem em seu ser para encará-lo novamente. Sua situação, naquele momento, era crítica e o que mais queria era fechar logo aquela porta. Sendo assim, pegou a camiseta oferecida e assentiu silenciosamente, aproveitando para sentir o perfume do maior, mais uma vez, ao tê-lo perto de si, antes de adentrar o cômodo por inteiro e ouvir o barulho da entrada cerrando-se. Encostou-se à porta, controlando-se para não bater em si mesma ou em qualquer outro objeto dali e, segurando o grito, mordeu o lábio inferior, o que fez apenas um barulho quase inaudível escapar. Isso não acabaria totalmente com o misto de emoções que sentia, contudo era o suficiente para aliviar-se.
Como o mais velho ordenou, MiYoung não demorou no banho. Lavara-se por tempo curto, porém fora o bastante para espairecer suas ideias e limpar o corpo. Em frente ao espelho, tocou o rosto um tanto cansado, encarou os próprios olhos, logo mais, encarando o próprio corpo enquanto enxugava-se e vestia-se. Já pronta, saiu do banheiro, mas não via nenhum sinal do namorado. Com a toalha em mãos, passou-a nos cabelos molhados, impedindo que molhassem o chão do quarto. Tateou toda a parede em busca do interruptor, acendendo-o em seguida. O quarto de Minwoo não tinha mudado muito desde a última vez que estivera ali, em uma tarde de domingo. Ainda haviam retratos da irmã falecida aqui e ali, além de típicas coisas de meninos. Suspirou pesadamente, deixando a toalha em cima da cadeira em frente à escrivaninha, e sentou-se na cama, esperando que ele desse um sinal de vida.
Tive uns contratempos com o Fire… Nada que precise se preocupar, shawty.
E não vou cansar de repetir.
Omo, Mikko…
Aww, que cachorro mau. Posso dar beijinho para sarar mais rápido se quiser.
Sei disso.
O que foi?
@2mi on the party; flashback
Mal conseguiu ouvir o que ela disse, definitivamente. Com o início da trilha de beijos, seja em seu queixo ou pescoço, MW permaneceu imóvel., excitado. Buscou apertá-la na cintura, enquanto fechava os olhos e mordia discretamente o lábio inferior, deliciando-se com a situação. Com certeza, devido aos chupões, chegaria marcado em casa. E adorava isso; além de ser provocado, incitado. Mas não era como se Park não soubesse o jogo de Mikkoch. Justamente por isso, sorriu lascivamente. Apalpou-a, enfim, na região da peruca, puxando-a para trás — com certo cuidado, afinal, não queria que a dela caísse também —, logo dando uma vista efetiva do pescoço desta. Sem pudor, literalmente a abocanhou, alternando entre chupadas e mordidas. — Então a donzela quer brincar… — murmurou, roçando ambos os lábios. — Eu não tenho medo do seu jogo, delícia. — friccionou sua boca novamente ao pescoço de Miyoung, passeando pela área. — Me encontre daqui cinco minutos, no banheiro à esquerda. Você não vai se arrepender. — dito isso, largou-a, mesmo querendo fazer o que tivesse de fazer ali mesmo. Controlaria sua excitação arduamente. Tão logo misturando-se à multidão, andou até um lugar específico, sumindo com sua silhueta.
Quando o jogo inverteu-se e, agora, era o moreno quem brincava com seu pescoço, Miyoung não conseguia fazer mais do que agarrar os cabelos do mesmo com força, puxando-os como se tentasse tirá-lo dali, e crispar os lábios. Para sua má sorte, também era fácil Minwoo manipulá-la, o que fazia seu plano ir por água abaixo e tornava o jogo bom e, ao mesmo tempo, ruim para ambos. Ao ser libertada das carícias, sorriu insatisfeita, logo mais, mordendo o lábio inferior e balançando a cabeça positivamente até que o namorado se afastasse. — Shit. Ele realmente sabe como jogar... — disse um tanto impressionada com as habilidades de MW. Não arrependia-se de tê-lo provocado, como antes resolvera, deixaria que ele fizesse o que quisesse. Entretanto, gostaria de ter continuado um pouco mais com sua brincadeira.
Em poucos minutos, percorreu a casa, falou com o aniversariante e esbarrou-se em alguns convidados. Sua caminhada parou apenas quando parou em frente a uma das mesas com comidas e bebidas. Comeu somente o que reconhecia, mas não podia falar o mesmo em relação à bebida. Apressada por seus cinco minutos terem acabado há doze minutos atrás, pegou um copo com um líquido qualquer. O gosto não lhe era familiar, contudo devia confessar de que era ótimo. Repetiu as doses algumas vezes, pouco a pouco esquecendo o pequeno compromisso com Park.
@2mi on the party;
Quando atentara à resposta negativa, o garoto revirou os olhos, proporcionando um semblante de puro tédio. Sim, ele havia prometido que pararia de beber. Entretanto, para isso, deveria evitar o máximo de festas e bares, o que não era bem o caso. Seu vício atiçava sua mente, ao passo que começava a fitar as bebidas coloridas — as quais alguns desconhecidos esbanjavam —, controlando assiduamente seu desejo mais obscuro. Não faltou muito para observar novamente Mikkoch, que sorria de uma forma extremamente sexy. Engolindo em seco, MW arregalou os olhos, totalmente abismado com a cena. Os sussurros certamente o deixavam excitado, ainda que um tanto quanto surpreso com a ação de Choi. Como ela consegue ser tão sensual e fofa, ao mesmo tempo? Era uma dúvida constante. Contudo, depois que ela afastou-se, Park tomou-a pela cintura. Isso fez com que seu chapéu de Sailor caísse, levando a peruca junto. Mas pouco importava-se. — É melhor parar. — murmurou, literalmente puxando-a contra si, com as testas coladas. Os cabelos negros dele permaneciam bastante esganiçados. — Antes que eu perca o meu juízo.
Divertia-se com o jeito que suas provocações deixavam o outro e o que o levava a fazer. Sabia que Minwoo não era do tipo que deixava passar oportunidades, tornando-o uma presa fácil. E embora ele fosse muito mais experiente nesse jogo, Mikkoch conseguia, de certa forma, manipulá-lo sem muito esforço. Deixou-se ser puxada pelo namorado, sorrindo da maneira mais sexy possível e, ignorando todas as falas, começou a atiça-lo mais, sem nenhum medo. — Acho que você deixou cair algo, minha Sailor... — dito isso, levou uma das mãos à nuca de Park, brincando com os fios negros, e beijou-o no queixo, logo mais, descendo para o pescoço, chupando-o por alguns segundos. Era meio desajeitada para tais atos justamente por ser inexperiente, porém tinha certeza que isso era o suficiente.

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special mixtape for Haejin
01. Not afraid - Eminem 02. I'm yours - The script 03. Without you - Hinder 04. Lose Yourself - Eminem 05. Ridin' dirty - Chamillionaire 06. Paradise Lost - Hollywood Undead [inst.] 07. Rap god - Eminem 08. Rehab - Rihanna 09. You don't know - Eminem ft. 50 cents, Cashis Lloyd Banks 10. We are bulletproof - BTS 11. Coma White - Marylin Manson [acous.] 12. Asleep - The smiths mixtape here. we are just acquaintances, but today is your day and i had to do it. minwoo help me, i don't know if these songs are cool for you, but i think they are good. at the end, one of my favorite musics, please listen. i hope you like it.
[Party #001] The time // @Mikkoch x @HaeJin
— Por incrível que pareça, não muitos. — Respondeu de forma natural, sendo sincero. Não estava alto daquele jeito, somente pelo álcool, já que ele mesmo não era muito chegado. Quem olhasse mais de perto - o que raramente fariam, porque, pelo amor de Deus, teriam o bom senso de não pensar em fazê-lo, ao que, aparentemente, não encontrariam motivos para isso -, veria que o real motivo para todo aquele ânimo e agitação, estava, em forma de furos, em seus braços. Não eram marcas vistosas ou escandalosas, mas suas veias estavam saltadas e basicamente pontilhadas por conta das agulhas entorpecentes que o garoto usara, ao despertar, pela manhã. — E se você precisar de mais um motivo para sorrir… Espere só os garotos caírem sem camisa, na piscina. Ou jogarem algum desavisado. — Suspirou, rindo logo em seguida, apontando para o além de seu próprio ombro. — Se quiser beber ou comer algo… A mesa é aquela ali — Apontou para a mais próxima, ligeiramente extensa. — E há mais coisas lá dentro.
— Ah... Sei. — disse sem intuito de discordar de Haejin. Assim, dera uma boa olhada no rapaz, parecia realmente muito feliz e, embora acreditasse em suas palavras — em sua bendita inocência —, continuava achando que ele havia bebido um pouco mais que "não muitos". — Nesse caso, Minwoo vendaria meus olhos. — um tom de ironia predominava em sua voz. Mesmo tendo falado em forma de piada, tinha um fundo verdadeiro em sua frase. Qualquer um que conhece o Park, sabia que ele era ciumento o suficiente a ponto de fazer loucuras. — Obri... — interrompeu-se com o próprio pigarro. — Valeu, cara. — com um tom masculino, agradeceu como normalmente via os garotos o fazerem. Sorriu satisfeita com sua interpretação, a cada vez que fazia aquilo, divertia-se bastante. — Ah! Antes que eu esqueça... — tirou a bolsa das costas e, em meio há vários outros objetos, pegou um embrulho pequeno e fino. — Minwoo disse que daria o presente por nós dois. Mas eu senti como se eu devesse fazer algo especial... — pronunciou, cabisbaixa, sem tirar os olhos do presente. — Não é algo caro, nem grandioso. Na verdade, é bem simples. Foi de última hora, então... — deu de ombros e suspirou, voltando o olhar para o aniversariante. — Feliz aniversário, de novo. — sorriu — um sorriso pequeno, mas sincero — e entregou-o o embrulho.
umm…
@2mi on the party;
Observando a expressão de deboche, dada por Miyoung, Park coçara a cabeça. — I’m not even drunk. — comentou, já adentrando à festa. Haviam tantas pessoas que, se por acaso não encontrasse HaeJin pela multidão, arranjaria um jeito de colocar o presente no quarto deste. Conhecia muito bem o lugar, afinal, foram várias vezes que dormira na casa. Muito provavelmente — e com a devida concessão dos pais — iria viver na moradia de Gong, dali para frente. — Mik, amor, querido… Eu posso beber? — pronunciou num tom audível, tentando não ser entrecortado pela música altíssima. Mesmo tendo ciência da resposta, iria insistir até o fim. — Por favor. — desta vez, sussurrou rente ao ouvido da menor, buscando não levar cotoveladas dos indivíduos bastante drogados, perto deles. Mesmo com um espaço colossal, era difícil locomover-se sem encostar abruptamente em alguém.
Após o comentário, deu um olhar quase mortal à Minwoo; este mesmo sabia que, em sã consciência, a moça — agora, quase um moço — não deixaria-o beber uma gota sequer de álcool. E se isso significasse ter de ficar na cola dele por toda a festa, ela o faria sem pensar duas vezes. Já em meio há várias pessoas travestidas dançando e bebendo como se não houvesse amanhã, Mikkoch segurou o braço do acompanhante para evitar perdê-lo de vista, logo ouvindo seu pedido. — Eh? Claro que não. Você prometeu que pararia de beber. E eu gostaria muito que cumprisse. — respondeu-o no mesmo tom de voz alto. Desaproximou-se bruscamente do maior, batendo-se contra algumas pessoa, ao tê-lo perto de seu ouvido. Arqueou a sobrancelha, observando-o como se estivesse o julgando. Logo mais, um sorriso um tanto malicioso invadiu seu rosto e, mordendo o lábio, achegou-se a ele o mais próximo possível, devolvendo-o o mesmo sussurrar de ouvido. — Meu amor... — pronunciou da forma mais sexy possível, aproveitando para roçar brevemente seu lábio pelo local. Ela realmente estava aprendendo com os atos do namorado. — Não adianta suplicar. Eu te proibi, lembra? — falou normalmente, cortando a anterior proximidade entre ambos.
— Agora venha para cá me dar um beijo de verdade, sim?
Minwoo e Mikkoch

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[Party #001] The time // @Mikkoch x @HaeJin
HaeJin ainda estava entretido observando os movimentos da garota travestida, que decidira que ele seria seu alvo espectador da noite, quando uma silhueta irrompeu em meio às outras e chamou sua atenção. Ao identificá-la, se estivesse sóbrio, não teria feito um terço do que fez: abriu os braços, erguendo o copo que estava em uma de suas mãos, e aproximou-se da garota. Definitivamente, ela também estava muito bem vestida, e o álcool conseguia lhe fazer o favor de não fazer com que Gong agisse como uma pessoa falsa ao abraçá-la. — Obrigado! — Agradeceu, em um tom igualmente alto. Ainda que o seu próprio estivesse, visivelmente, muito mais embargado que o de Mikkoch. — Você também não ‘tá de se jogar fora. — Comentou, risonho, ainda com a outra em seus braços. Torcia para que MinWoo não ouvisse aquilo. — Mais macho do que alguns amigos meus, em dias normais, sem festas temáticas.
De certa forma, foi uma surpresa o abraço que o aniversariante lhe dera, não lhe parecia que ele gostava de muita proximidade com as pessoas. Porém, após sentir o cheiro de álcool, entendeu o motivo. Ele estava tão bêbado que não conseguia ter total controle de suas ações. Riu para si mesma, enquanto dava tapinhas nas costas de Haejin. Após desvencilhar-se do mesmo, ouviu seu comentário, logo pondo-se a rir, desta vez, alto e. — Quantos copos você já bebeu? — perguntou por perguntar, não esperava uma resposta certa. Provavelmente, ele mesmo nem lembrava-se. — Acho que eu não deveria ficar feliz com isso, mas não consigo parar de sorrir. — abanou o próprio rosto, caindo em uma risada mais longa.
Neither he or anyone else will get you outta me. — @2mi vs. @Choi
As palavras agressivas do pai de Mikkoch — as quais retratavam as atitudes inconvenientes de MinWoo — não eram o real problema para Park, por incrível que pareça. Ao menos, não no instante em que o genitor mandou brutalmente a menor à calar a boca, fazendo um ódio inigualável borbulhar sobre seu ser. Se não possuísse um auto-controle absurdo, poderia meter-lhe um soco sem um pingo de pudor. Porém, buscou respirar profundamente pelas narinas. Apesar dos apesares, ele o escutara até o fim. E MW era justo o suficiente para monitorar sua ira, quando, o que mais gostaria, era dizer poucas e boas para o homem. Afinal, ninguém trataria sua namorada — sim, namorada — daquele jeito, na sua frente.
Em todo o percurso da discussão, manteve-se surpreso. Talvez… Frustrado, também. Mas, primordialmente, abismado. Ainda assim, não chegou a arregalar os olhos, ou sequer chorar. Permaneceu com a face sem reação. Estava acostumado com o que as pessoas falavam acerca de sua pessoa, sendo isso bom ou mal. Todavia, aquele era o cúmulo. Guardou tantas expectativas, tantos momentos idealizados… Aguardava um sorriso sincero, um singelo “sim”. Cogitava no fato de, quando for levar Mikkoch para sair, lançar uma piscadela para o Choi. “Sou Park MinWoo, senhor. Logo, vou cuidar bem de sua filha.” E risadas. De outros jantares, que viriam à ter, em contar piadas toscas e fazê-lo rir, soltar-se. Isso deixaria Young feliz. E das vezes em que levaria Kou para passear, até poderia chamá-lo. Lá iriam: Mikkoch, com o cachorro na coleira, e MW levando o genitor na cadeira de rodas, para tomar sorvete ou apenas passear por aí. Iriam divertir-se, desfrutar… Ele, sim, iria mostrar que não é tudo o que os outros dizem. Só que já era tarde demais…
Após um silêncio aterrorizante, olhou-o fulminantemente pela última vez, levantando-se. Deixou a mão, até então entrelaçada com a da menor, desvencilhar-se. Segurava o anel em mãos, lançando a caixa para a linha de visão de Kou. Engolindo em seco, Park sorriu de forma minúscula, sem um pingo de humor. — … Sabia que seria uma perda de tempo. E por quê raios eu continuo tentando? — havia sido uma pergunta retórica.
Agora, fitou Mikkoch. Crispou brevemente os lábios, lançando o olhar mais desesperançoso possível. Era visível que seus olhos estavam iniciando à ficar vermelhos, ao passo que algumas lágrimas pequenas instalavam-se sobre a linha deles.
— Não ouse mais tratar a Mikkoch desse jeito. Não foi ela quem matou a mãe. Não foi ela quem estava dirigindo aquele bendito carro. Ela faz tudo por você, e o que recebe em troca?! — lançou sua atenção para ele, com a expressão mais raivosa existente. — Aponte quantos dedos quiser sobre mim. Me julgue. Faça o que bem entender. Só lembre-se que três outros dedos voltarão para você, Choi.
Saindo o quanto antes dali, dirigiu-se até a porta. E, antes que pudesse definitivamente se mandar do local, pronunciou mais uma coisa:
— Você nunca vai encontrar algum garoto - independentemente do nível alto de inteligência, número de diplomas ou apenas um mauricinho qualquer - que ame mais essa menina, do que eu… E tenho dito.
Bateu a porta, enfim. Com o aguaceiro mais forte do que antes, o moreno abriu o portão, tão logo sentindo um ardido incomum nos olhos. Estava zangado, estupefato, depressivo… Inconstante.
A chuva — mesmo fortíssima — não o incomodava. Este só conseguia apertar o anel no punho, não permitindo que as lágrimas cedessem. A visão, já embaçada, mostrava o quanto sem rumo ele permanecia. Pensou em jogar o objeto na poça mais próxima, porém, as cogitações deram lugar à realidade.
Notando passos atrás de si, MW virou-se parcialmente, deparando-se com a figura de MiYoung. Esta, totalmente ensopada, igualmente a ele. Com o semblante altamente sério, MinWoo lançou o olhar mais mortífero que possuía. — Vá para casa, Young.— ordenou em alto bom som, com a voz ora embargada, ora cheia de ira. Poderia, sim, simplesmente ir até ela e beijá-la, concretizando seu desejo de o fazer na chuva. Poderia dizer que iria ficar tudo bem. Poderia afirmar que ninguém irá roubá-la de si, nem mesmo sendo o Choi. Poderia, portanto, largar de ser estúpido. Mas Park era Park.
Seguiu em frente, por fim, com os passos firmes. Ele realmente gostaria de ficar sozinho. Sofrer sozinho. Chorar sozinho, também… Lá no fundo, Park MinWoo demonstrava-se sentimental. Só é teimoso demais para compartilhar isso com outros, mesmo que isso envolva Mikkoch.
Definitivamente, ele esperava pelo pior. Choi faria de tudo para a menor evitá-lo, tanto enfiando coisas em sua cabeça, como ameaçando-a da pior maneira possível. E foi de pensar nisso que, num ato de nervosismo, usou a mão livre para massagear a barba. Com a outra, jogou o anel em qualquer canto da calçada, bufando. As gotículas de água, vagarosamente, invadiam suas costas, causando-lhe arrepios aterrorizantes.
Miyoung não sabia o que fazer. Sua respiração tornou-se acelerada, como se estivesse com uma grande dificuldade em respirar. De segundo em segundo, sentia seu coração falhar, mas não tinha certeza se era sua mente ou se realmente ele pararia e ela morreria ali mesmo. Aquelas palavras doíam-lhe lá no fundo, despedaçavam suas esperanças e destruíam seus sonhos de um perfeito namoro com Minwoo. Naquele momento, todos os momentos que imaginara, toda a alegria, todas as risadas e carinhos, passaram a ser apenas fantasias arruinadas por seu próprio pai.
Quando Park pôs-se em pé, soltando sua mão, seu rosto, antes cabisbaixo, voltou-se ao mesmo, observando seus olhos frustrados, cheios de desesperança. Sabia que ele estava tão machucado quanto ela e tinha medo do que ele tentaria fazer, porém não conseguia pronunciar uma palavra sequer, nem mesmo mover-se. Somente continuava com sua face emergida na dor, fitando-o até que seu olhar encontrasse com o dele; ambos igualmente emergidos na dor dos corações partidos. Com as seguintes frases, lágrimas e mais lágrimas rolaram por seu delicado rosto — num choro silencioso — , borrando sua maquiagem. Enquanto o senhor à frente deles apenas voltava a sua forma inatingível, descartando todas as falas de MW e, ao mesmo tempo, matando-o com o olhar por tamanha ousadia.
Saindo de sua "paralisia", tentou agarrar o braço do namorado, impedi-lo de ir embora e deixá-la sozinha para enfrentar o genitor, mais uma vez. Entretanto, este fora rápido demais, sem dar-lhe tempo de fixar seus dedos no pano do suéter. Suas últimas palavras, com certeza, foram as que mais deixaram a moça de coração partido, pois eram a mais pura verdade que o sr. Choi impedia-se em acreditar.
Respirou fundo, apertando os olhos e a mão contra o peito. Tomaria uma atitude que zangaria seu pai mais do que nunca. Assim, levantou-se bruscamente, quase derrubando a cadeira, e, sem dizer nada, dirigiu-se o mais rápido até a porta.
— Miyoung! — o homem chamou com força e autoridade, fazendo-a parar no mesmo instante.
Um minuto de silêncio instalou-se ali. Mikkoch cerrava os punhos, sem obter sucesso ao tentar, desse jeito, controlar sua raiva. A coragem invadiu seu corpo e, antes que o genitor pudesse pronunciar algo mais, disse sem pudor:
— Eu não sei quem ou o que é você. Mas tenho certeza que meu pai você não é. Não nesse momento... — e assim retirou-se do local, em busca de seu amado.
Não importou-se com a água molhando seus trajes, desmanchando ainda mais sua maquiagem e estragando sua sapatilha favorita. Nada importava, a não ser Minwoo. Apressou o passo, logo mais, alcançando-o. Não chamou-o ou agarrou-o, apenas seguiu seus passos. Quando o mesmo voltou-se à ela com aquele olhar, encolheu os ombros juntamente de uma expressão inocente. Abriu a boca, porém nenhum som foi emitido. Não sabia o que falar, nem como enfrentar os olhos raivosos do Park. Portanto, continuou quieta e, assim que este seguiu seu caminho, voltou a segui-lo a uma boa distância. Sua vontade era de abraçá-lo e nunca mais soltá-lo. Sofrer com ele, chorar com ele... Fazer tudo com ele sem preocupar-se com o que seu pai diria.
A chuva parecia tornar-se cada vez mais forte, a ponto de fazer Mikkoch limpar os olhos várias e várias vezes. Mal conseguia ver o garoto, apenas sua silhueta entre a escuridão da noite e os pingos d'água. Aparentemente, ele jogara algo no chão. Dando passos mais largos, conseguiu ver um pequeno brilho reluzindo à luz do poste. Era o anel que deveria estar em um de seus dedos. Apanhou-o, olhando bem antes de colocá-lo na palma da mão e cerrá-la, em seguida, continuando seu caminho.
Bom tempo perseguindo o rapaz se passou, no final, levando-a até a casa dele. Conseguia vê-lo ainda na porta de entrada. — Minwoo! — gritou, atravessando o portão rapidamente e agarrando uma das mãos do Park. — Oppa... — com os olhos mais uma vez marejados, aproximou-se até abraçá-lo por trás e começar a chorar alto.