NAVEGAÇÃO MOBILE
O purismo, finalmente, havia se tornado crime, com a lei aprovada em janeiro de 2005 pelo Ministério, que classificava como discriminação e crime de ódio com pena passível a reclusão, o que fez com que aqueles que insistissem manter suas crenças fossem obrigados a guardar seus preconceitos para si. Mas qual o maior erro de todos? Acreditar que o “tudo estava bem” duraria para sempre.
Então, anony, não estamos mais abertas. O Maledictus foi ótimo enquanto durou, mas cansamos de todo o hate e drama que a tag trouxe pra nossa história, sendo que tudo que queríamos era colocar uma história legal para quem mais quisesse participar com a gente. Tudo isso nos saturou demais e nos tirou a vontade de seguir com o plot, então pra quem queria derrubar, depois de meses vocês conseguiram, mas encerramos com orgulho. Então não precisa ir em tumblr de ex-moderadora mandar hate pra ela. Cansamos de levar a culpa por coisas que não fizemos. Na tag agora só tem um rpg de hp que é o morsmordre-hqs, da uma olhada lá! Desejamos sorte pro próximo que vier, vão precisar.
Nós estamos com a consciência tranquila, sabemos que demos o nosso melhor para que o Maledictus fosse um ambiente confortável e acolhedor para todos, e sempre fomos muito bem elogiadas por todos que passaram por aqui. Mas infelizmente as pessoas não sabem ver nada dando certo sem ficarem cagando regras, mandando hate e causando intriga, mas não tem um c* pra pegar e fazer melhor. É isto, beijo pra quem fica!
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
✓ Live Streaming✓ Interactive Chat✓ Private Shows✓ HD Quality
Anya is LIVE right now
FREE
Free to watch • No registration required • HD streaming
Os seguintes blogs estão a sete dias sem atividade e possuem 24 horas para interagir(fotos, edits, aesthetics e etc não contam como atividade) caso contrário, será dado unfollow:
Hey guys, mandando isso para dizer que vocês são dez, eu cheguei aqui com o bonde andando e não só vocês aturaram minhas neuroses de benina ansiosa, eu fui tão bem recebida tanto dentro como fora de personagem que fiquei super emocionada. Se alguém quer um RP bom para entrar não tenha medo daqui por já ter começado há um tempo. O maledictus é realmente coração de mãe e eu sinto como se já tivesse aqui há um tempão quando só fazem dias.
* cries in mod language * AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH você não sabe o quão feliz receber uma ask assim nos deixa, sério! É receber um abraço no coração. Sabemos que não somos perfeitas, mas tentamos dar o nosso melhor para que o maledictus seja um lugar divertido, então receber feedback positivo é um grande win para nós. Muuuuuui(...)uito obrigada, sinta-se abraçada por nós três <3
Queremos aproveitar essa ask para agradecer aos nossos players por estarem com a gente. O Maledictus faz três meses dia 23 de dezembro e nós sinceramente não esperávamos ter chegado aqui, e se continuamos é por causa dos players maravilhosos que nós temos. Vocês são SEMPRE tão receptivos com todo mundo que entra tanto em ooc quando em ic que nos deixa orgulhosas, então se o maledictus é coração de mãe o mérito é de vocês também, por isso: obrigada! Vocês são sensacionais e o maledictus é para vocês. Prometemos dar o nosso melhor sempre <3
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
✓ Live Streaming✓ Interactive Chat✓ Private Shows✓ HD Quality
Anya is LIVE right now
FREE
Free to watch • No registration required • HD streaming
Mas seria minha primeira vez em rpg e não tenho muito prática
Não tem problema nenhum, gray! Vem pra cá que a gente te ajuda!! E ó, tem vários tutoriais que podem te ajudar a entender a dinâmica de como funciona um RPG no tumblr, vou linkar um AQUI , mas tem outros também! Qualquer coisinha chama no chat que a gente te ajuda <3
Olá, meu nome é JACK BONES e eu tenho DEZESSETE ANOS. Curso o ano SÉTIMO e minha casa é a LUFA-LUFA. Minhas matérias opcionais são TRATO DAS CRIATURAS MÁGICAS, ESTUDOS ESPECTRAIS, ESTUDO DOS TROUXAS, e também participo dos clubes de HERBOLOGIA E TRATO DAS CRIATURAS MÁGICAS. Faço parte do QUADRIBOL (BATEDOR). Meu status sanguíneo é PURO e eu fico ao lado da RESISTÊNCIA. Dizem que me pareço com o trouxa DYLAN MINNETTE, mas não acho que seja verdade.
Jack é filho de Susan Bones e nunca chegou a conhecer seu pai. Mais do que isso, boa parte da família Bones foi assassinada durante a guerra, então a infância de Jack se resumiu a ele e sua mãe. Apesar de Susan querer proteger ele dos rumores que circulavam sobre sua paternidade, Jack sabe que o pai não é alguém bem-visto pela sociedade bruxa.
Susan foi contra toda a sociedade bruxa e encontrou um refúgio no catolicismo trouxa, que a ajudou a lidar com seus traumas de guerra. Não abandonou seu lado bruxa, muito pelo contrário, já que trabalha no Ministério da Magia no departamento que esconde a magia dos trouxas. Ela nunca tentou impor sua fé para Jack, mas enquanto ele era criança, era forçado a ir para a igreja com ela. Isso não acontecia por pressão da parte dela, mas por não querer deixar o garoto sozinho. Hoje em dia Jack é maior de idade e já pode se virar sozinho.
Jack foi criado para ser uma boa pessoa, não machucar os outros e respeitar as diferenças. Quando era criança, decidiu virar vegetariano, já que não se sentia bem machucando animais, e isso o seguiu quando tomou afinidade por Trato das Criaturas Mágicas. Seu posicionamento está com a Resistência e tem muito orgulho de poder continuar o legado que sua mãe deixou para ele.
Pegadinhas inofensivas e senso de humor sarcástico fazem parte da personalidade dele. Jack tenta não sair do sério nas situações e encarar as coisas com bom humor, isso acaba fazendo com que também não leve à sério coisas que deveria. É normal para Jack ser repreendido por seus amigos por não levar seus estudos à sério, preferindo jogar Snap Explosivo ou jogar quadribol em seu tempo livre.
Ele prefere ser chamado de Bones ao invés do seu nome, sem motivo aparente, só por achar interessante ele ser a palavra “ossos”.
Gosta de enfeitiçar seu cabelo de azul, mas por não ser metamorfomago e nem perito em transfiguração, acaba tendo curta duração. Isso surgiu por causa de uma pegadinha de alguém da Corvinal alguns anos atrás, mas Jack gostou tanto, que acabou aderindo. Quando ele está se sentindo aventureiro, enfeitiça de rosa, ao invés de azul.
Com a eclosão dos novos conflitos internos relativos a sangue, Jack abertamente toma a posição de traidor de sangue. Apesar de ser relaxado, precisou sair da zona de conforto e tomar mais interesse em aperfeiçoar sua magia, pois provavelmente dependeria dela para salvar sua vida ou a de outra pessoa algum dia.
Jack é um ótimo ouvinte quando necessário, e por ser distraído, prefere se conectar com pessoas a coisas. Objetos e teorias não o estimulam, porque ele precisa de uma resposta para seus estímulos.
Olá, meu nome é ELIAS FYNN KAISEKAMP II e eu tenho DEZESSETE. Curso o ano SÉTIMO ANO e minha casa é a SONSERINA. Minhas matérias opcionais são ADIVINHAÇÃO, RUNAS ANTIGAS E ESTUDOS ESPECTRAIS, também participo dos clubes de DUELO E ARTES. Meu status sanguíneo é PURO e eu fico ao lado da HERDEIROS DE SANGUE. Meu dom é CLARIVIDÊNCIA. Dizem que me pareço com o trouxa DEAKEN BLUMAN, mas não acho que seja verdade.
O que a elite mágica tinha a oferecer para Elias Fynn era de tudo que ele poderia querer, nascido em berço esplêndido, o mais novo do clã Kaisekamp, ou pelo menos da ramificação de seu pai, Elias I, apesar de seu pai ter mais filhos de outros casamentos não aprovados e relacionamentos extra conjugais, apenas ele e seu irmão mais velho, o primogênito, receberam o direito dado pelos anciões da família de andar com o nome Kaisekamp. Emil por ser o primeiro filho de Elias e a insistência do pai, que na época tão novo era, para que sua vontade fosse feita naquilo, e Elias Fynn por ser o filho do único casamento de seu pai que foi aprovado pela família. Os Kaisekamp funcionam por hierarquias, e enquanto Elias Fynn e seu pai não estavam em nenhuma posição baixa, dada a natureza opositora de seu pai com os anciões, eles não eram considerados em tão alta estima quanto seus primos Egon, Lothar e Aaron. Mas quando Elias Fynn nasceu, foi uma época que seu pai finalmente começou a aquiescer aos murmúrios dos anciões da família. Elias Fynn foi criado nas mesmas ordens de que ensinamento de Durmstrang, tendo ambos pai e mãe ensinando lá, Arte das Trevas e Fylgjur e Materialização respectivamente.
Os anos em Durmstrang foram o esperado para alguém como ele, se enfiou em mais problemas do que poderia dar conta, escapou de muita coisa por causa do pai manter um olho nele apesar da mãe não aprovar disso. Com o passar dos anos seu pai tomava um certo interesse pelos acontecimentos na Inglaterra, um fato um tanto curioso pois Elias Kaisekamp I não se importava com nada fora de seu círculo imediato de interesse, mas aparentemente notícias curiosas chegaram a seus ouvidos e ele resolveu fazer o que qualquer outro de sua família faria, mandou o filho mais novo para descobrir do que isso tudo se tratava. E simplesmente assim foi decidida a transferência de Elias Fynn II, deixando de ser um problema em Durmstrang, para se tornar um problema em Hogwarts, dessa vez com o seu pai dando de ombros, sobre possibilidades de expulsão serem maiores considerando as diferenças de ideais entre as duas escolas. Isso fez com que Elias Fynn declarasse carta livre para ele fazer o que ele quisesse, desde que mandasse notícias sobre o que acontecia entre os bruxos ingleses.
Elias Fynn conseguiu o pior dos pais ao mesmo tempo que o melhor, seu senso de morais completamente baseado em seu próprio interesse e tédio. Um forte desejo para o sucesso — este mais direcionado para “se dar bem na vida”, muito disso o conquistou uma mente afiada, mesmo que sua casa em Durmstrang dizia que ele era uma pessoa de agir primeiro e depois pensar, ainda assim acabou na Sonserina em Hogwarts, talvez as afiliações locais haviam tido efeito na escolha do chapéu, de qualquer forma, ele não iria reclamar daquilo, ele só queria um ano interessante.
Elias Fynn sempre procura formas de se entreter, completamente horrorizado ao tédio e ócio ele se ocupa com as coisas mais inócuas que pode inventar em qualquer momento, desde estudos sérios a desafios pessoais completamente absurdos. Muito motivado pelo seu senso de gratificação instantânea, não costuma se preocupar com consequências de longo prazo. Afinal, todos vão morrer eventualmente.
Por conta de um pequeno erro no sistema ao transferir suas qualificações para as matérias avançadas de Hogwarts, Arte das Trevas foi equiparada à Defesa Contra as Artes das Trevas em questão de domínio para Elias, contudo o oposto não poderia ser mais verdade para seu caso, já que ensinado a matéria desde pequeno para Elias Fynn DCAT é completamente contra intuitivo, causando muitos momentos de hesitação pois ele sabe expressamente que não pode ser pego realizando magia das trevas dentro da escola.
Também por causa de magia das trevas, ele teve de comprar uma varinha nova para sequer entrar na Inglaterra, a sua sendo a prova perfeita de um bruxo das trevas entre os demais, mesmo que de onde ele venha esse tipo de magia não seja nada menos do que o esperado de qualquer bruxo instruído. Ele mantém a varinha bem escondida entre as suas coisas, posteriormente a esconde entre uma tábua enfeitiçada em sua cama.
Olá, meu nome é SIENNA CARRADINE e eu tenho DEZESSEIS. Curso o ano SEXTO e minha casa é a LUFA-LUFA. Minhas matérias opcionais são ADIVINHAÇÃO, TRATO DAS CRIATURAS MÁGICAS E ALQUIMIA. também participo dos clubes de CORAL DOS SAPOS E HERBOLOGIA. Meu status sanguíneo é NASCIDO TROUXA e eu fico ao lado da RESISTÊNCIA. Minha habilidade especial é MALEDICTUS. Dizem que me pareço com o trouxa MADDISON BROWN, mas não acho que seja verdade.
Ainda que conseguissem se virar no dia-a-dia da movimentada Londres, a situação financeira da família Carradine jamais foi folgada ou abundante. Por tal motivo, quando o correio trouxe aos habitantes da Turville Street, número 37, uma carta oferecendo vaga para sua filha mais nova na “Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts”, o primeiro pensamento do casal consistiu na maravilhosa oportunidade de educação de graça. Pouco importava se jamais tivessem a inscrito para tal bolsa de estudos, muito menos a natureza estranhíssima do nome da instituição. Em fato, Aticus Carradine dera um sorrisinho contente e admirado enquanto lia a lista de materiais para o ano letivo, a mente humana sempre tão rápida em buscar respostas óbvias para situações paranormais: Aquela só podia ser uma dessas escolas preparatórias, mas para a formação de mágicos, como o Houdini! Sua filha já sairia pronta para o mercado de trabalho! Ah, se ele tivesse tido isso na própria juventude… certamente não seria comerciante!
Pela perspectiva de Sienna, um mundo novo se descortinava. Os limites entre o possível e impossível na mente infantil eram borrados, incertos, e cada nova experiência era vivida com naturalidade. Seu pai a havia instruído para que desse o melhor de si na escola nova, que aproveitasse com avidez os anos que, pela experiência dele, custavam a voltar. Tais ensinamentos muito tinham a somar para a personalidade curiosa, expansiva e bem humorada da Carradine, disposta por aventuras pouco convencionais e propensa a buscar lado positivo em face a adversidades. Selecionada para a Lufa-Lufa, valores como lealdade, paciência e jogo limpo fazem sim parte de sua cartilha de características, assim como certa necessidade em ver felizes os que a rodeiam; mas engana-se quem acredita serem acompanhados de extrema passividade. Talvez seja outro traço adquirido pela criação da família de seio batalhador, mas é muito difícil conseguir relevar desaforos e menosprezos — orgulho que já lhe trouxe consequências irreversíveis.
Num passeio a Hogsmeade pouco após o início das ações dos Herdeiros de Sangue, o três vassouras foi palco de feitiço raro. Uma bruxa alcoolizada ofendia as vitimas do massacre de mestiços na mesa ao lado, sugerindo novos nomes em confidente tom desdenhoso para aqueles que a acompanhavam na bebedeira. A proximidade trouxera as palavras ao ouvido de Sienna da mesma maneira que levou sua reação aos ouvidos da bruxa: um sonoro “what a bitch” incontido, rasgado do fundo da garganta. A mulher virou a cabeça no exato segundo, olhos fixos na Carradine, desafiando-a a repetir. “Cadela.”, Sienna disse, cenho estreito e petulância. Momentos depois, tudo o que vira foi a luz ofuscante vinda da ponta da varinha alheia em sua direção; Tudo o que ouvira fora a palavra “maledictus” proferida em cântico através dos lábios femininos.
E então, Sienna era a cadela.
Um chihuahua de pelo longo, mais precisamente. Oh, o senso de humor sarcástico. A comoção gerou platéia, e o animal ladrou de maneira assustada para os rostos a sua volta sem nada entender. Viu a bruxa mais velha sair pela porta, aproveitando-se da distração. Viu também o olhar espantado de seus amigos e a recusa em se aproximar. Dia esquisito aquele, certamente, até para os padrões mágicos. Antes de ser levada à enfermaria, readquiriu forma humana espontaneamente em questão de poucas horas. E teria deixado o assunto para lá caso, dias mais tarde, um dos amigos presentes na cena não tivesse aberto um livro velho e pesado sobre a mesa de Sienna logo após uma aula de DCAT. Maledictus, ela leu o título. Enquanto lia o corpo do texto, era acometida por intenso arrepiar de pelos da nuca.
Estava amaldiçoada.
Enquanto tinha o chapéu seletor sobre sua cabeça, ouviu o objeto questionar suas opções como se parecesse dividido entre Lufa-Lufa ou Grifinória. Por fim, optara pelo primeiro.
Alguns parentes ainda acham que Sienna está treinando para ser o próximo Houdini. Nas primeiras férias, insistiram tanto para que mostrasse algum truque que ela cedeu, executando o feitiço “Fumos” e gerando uma cortina espessa de fumaça da ponta da varinha. Dez minutos mais tarde, uma carta do ministério chegou em sua casa afirmando que Carradine havia descumprido uma lei da Seção de Controle de Uso Indevido da Magia e, por tal motivo, estaria suspensa de Hogwarts por uma semana.
Desde então, vem aprendendo truques de mágica trouxa por conta própria. Ela os pratica com seus colegas bruxos e acha divertidíssimas as caras que fazem quando conta que não é magia.
Sente atração unicamente por meninas e é aberta sobre o fato para quem pergunte. Todavia, ainda não encontrou coragem para falar à família.
Sua gata de estimação, Serafina, a anda evitando e sendo arisca consigo desde que foi marcada pela maldição.
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
✓ Live Streaming✓ Interactive Chat✓ Private Shows✓ HD Quality
Anya is LIVE right now
FREE
Free to watch • No registration required • HD streaming
Oi oi, gray! A lista foi feita quando estávamos aceitando funcionários de Hogwarts, porque com os resources que ela tem, ela não passa como adolescente mais. Mas a Melissa estava banida pelo mesmo motivo que a Amber, nony. Não vamos entrar em detalhes a respeito, mas após recebermos uma ask perguntando sobre os FCs banidos nós fomos pesquisar e vimos que não existe evidência de agressão da parte da Melissa, então a removemos da lista, juntamente com os outros FCs banidos que não passariam como adolescentes. Está lá atualizadinha!
Olá, meu nome é ERIKA ALBERTANIO BORAGE e eu tenho DEZESSETE ANOS. Curso o ano SÉTIMO ANO e minha casa é a CORVINAL. Minhas matérias opcionais são TRATO DE CRIATURAS MÁGICAS, ALQUIMIA E ARITMANCIA, também participo dos clubes de TRATO DAS CRIATURAS MÁGICAS E CORAL DOS SAPOS. Faço parte do quadribol como APANHADORA. Meu status sanguíneo é SANGUE PURO e eu fico ao lado dos HERDEIROS DE SANGUE. Dizem que me pareço com a trouxa BRUNA MARQUEZINE mas não acho que seja verdade.
A família Borage é uma importante família de sangues puros brasileiros, um dos membros da família Labatius Borage criou o livro “Estudos Avançados no Preparo de Poções” o que fez com que o nome tivesse uma repercussão internacional, de modo que o sobrenome ficou muito conhecido em diversos lugares do mundo e fosse motivo de maior orgulhos para os bruxos daquela família.
Durante muitos anos, os integrantes foram focados em estudar mais a fundo poções, para que pudessem manter o bom nome, no entanto, logo acabaram indo para outros lados e não foi surpresa quando um de seus membros acabou se tornando representante do Brasil na Confederação Internacional de Magia.
E foi dentro dessa família tão poderosa no Brasil, que Erika nasceu, rodeada pelas histórias de seus distantes parentes. Seus pais, Luiz Carlos Borage e Ana Maria Abertanio Borage, são membros do Ministério da Magia do Brasil, sendo o pai responsável pelo departamento de Cooperação Internacional em Magia e a mãe pelo Departamento de Regulamentação de Criaturas Mágicas. E claro, ambos são sangues puros assim como todo o resto dos Borage que possuem um orgulho imenso em dizer que não se envolvem com nascidos trouxas ou mestiços.
Desde criança, Erika sabia que seria uma bruxa, fazia pequenos truques na casa dos avós enquanto os pais estavam trabalhando e estes registravam cada momento com a câmera fotográfica mágica. Sua maior expectativa, no entanto, era receber sua tão sonhada carta trazida por um arara-azul e quando a mesma chegou, a garota de 11 anos mal coube em si de tanta animação, acabando por nem conseguir ler direito o que estava escrito no papel e deixando o trabalho com seu orgulhoso avô.
Os anos no Castelobruxo não poderiam ter sido melhores, gostava do clima, amava os outros alunos — exceto os nascidos trouxas asquerosos, é claro — e principalmente, se sentia em casa no meio da mata e dos animais que foram protegidos de serem extintos pelos trouxas que apenas sabiam destruir toda aquela beleza natural. Porém, quando voltou de férias, no final do seu sexto ano, Erika recebeu a notícia de que o pai teria que se mudar para Londres a mando do Ministério da Magia, que buscava manter maior contato com os Europeus e assim conseguir mais alunos para o Castelobruxo… e a diga-se que a muito contragosto, a jovem concordou com aquilo.
Hogwarts não era nem um pouco parecida com a linda construção no meio da floresta Amazônica, era mais sombrio e a garota não achava aquilo nem um pouco legal. Sem contar que aquelas vestes escuras dos alunos eram estranhas demais para quem estava acostumada com o verde representando as flora brasileira. Sua casa acabou sendo Corvinal, que até parecia interessante e não demorou para que começasse a ouvir sobre os Herdeiros, achando totalmente nobre o que eles planejavam, afinal, precisavam afastar aqueles nascidos trouxas insolentes do mundo da magia, seja europeia ou brasileira, eles acabavam com o legado mágico.
Foi bem difícil para Erika — e ainda está sendo — se adaptar ao novo ambiente, ela achava estranho o clima meio depressivo da Europa sem contar que também estranhava que a floresta ao redor fosse proibida, porque afinal, no Brasil apenas era proibida durante a noite para que os alunos não arranjassem problemas com as caiporas que protegiam a escola. No entanto, a garota não pode negar que achou divertido como todos sabiam seu nome, principalmente por ser brasileira e a curiosidade dos alunos era um tanto reconfortante porque poderia falar de sua casa sem problemas.
É vegana e tem uma arara-azul como bichinho de estimação, bem diferente das corujas que visitam os alunos e adora ver a tonalidade do pássaro se destacar entre os outros;
É bem extrovertida — menos com nascidos trouxas — e faz amizade bem rápido com qualquer pessoa.
Descobriu um amor por quadribol e isso fez ela se inscrever para ser apanhadora da Corvinal.
Como alguns colegas no Castelobruxo — mesmo dizendo odiar o mundo trouxa — ela possui três tatuagens, uma na costela com o desenho de uma borboleta, uma do pulso até a altura do antebraço com o desenho de uma roseira e uma entre os seios com o desenho de uma rosa.
É metamorfomaga e gosta muito de sua habilidade, sempre mudando a aparência quando se cansa demais de alguma coisa — geralmente o cabelo, embora o mantenha sempre no tom de preto — e acha uma grande vantagem para os Herdeiros do Sangue.
Olá, meu nome é PARIS BLANKEY e eu tenho DEZESSETE ANOS. Curso o ano SEXTO ANO e minha casa é a GRIFINÓRIA. Minhas matérias opcionais são TRATO DAS CRIATURAS MÁGICAS, ESTUDOS ESPECTRAIS E RUNAS ANTIGAS, também participo dos clubes de TRATO DAS CRIATURAS MÁGICAS E CORAL DOS SAPOS. Meu status sanguíneo é NASCIDA TROUXA e eu fico ao lado da RESISTÊNCIA. Dizem que me pareço com a trouxa SOFIA CARSON mas não acho que seja verdade.
Algumas pessoas nascem para se tornarem estrelas, outras já nascem com as caras em cima de si. E o segundo caso foi o que aconteceu com Paris, filha de um famosíssimo lutador de UFC e de uma socialite, a garota já nasceu com todos os holofotes virados para si e sentindo que em qualquer lugar que iria haveria um fotógrafo para registrar o menor movimento que fizesse com sua mãe.
Ao contrário do que todos poderiam pensar sobre uma família riquíssima e famosa, os pais não desprezavam Paris e muito menos a deixavam sobre os cuidados de babás ou empregados, eles mesmos cuidavam da educação da jovem herdeira e tratavam de lhe mostrar que o dinheiro poderia comprar muitas coisas, mas nunca momentos reais em família. E eles aproveitavam para não deixar passar nenhuma fase do crescimento da garota, fosse aprendendo a falar ou até mesmo dando o seu primeiro passo.
É claro que também não passou despercebido para seus pais, algumas coisas estranhas que aconteciam pela casa quando a menina estava brincando e simplesmente aparecia em outro cômodo ou como fazia seus brinquedos ganharem vida. Coisas estranhas também aconteciam nos sets de filmagem que Paris trabalhava como atriz mirim, mas todos da família preferiam ignorar e fingir que nada não passava de uma simples coincidência. Mas não poderiam estar mais enganados.
Durante as férias de verão da escola, a garota recebeu uma carta, ela tinha onze anos e a carta chegou por coruja… algo muito estranho para ela e a mãe que tomavam café da manhã. A surpresa maior, no entanto, veio quando ela viu “Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts” e quase engasgou com o suco que estava tomando, assim como sua mãe, que jurava que aquilo só poderia ser uma brincadeira de mal gosto… mas não era, quando a segunda carta chegou com a mesma mensagem, só poderia ser verdade e explicava perfeitamente todas as coisas estranhas que Paris fazia acontecerem ao seu redor.
A animação logo veio quando descobriu o Beco Diagonal pela primeira vez, todas aquelas lojas de magia, sua varinha e um animal de estimação um tanto diferente — ou pelo menos era o que ela queria, mas os pais apenas lhe deram um gato preto —, vassouras e vestes bruxas… tudo parecia um sonho e ela não queria nunca acordar. Sem contar o dinheiro bem diferente que eles tinham que ir em um banco com duendes trocar por enormes moedas de ouro. O trem de Hogwarts e a entrada no Salão Principal para a seleção jamais sairiam da cabeça da Blankey.
Com o tempo ela se acostumou a se dividir entre os dois mundos, o mundo em que era famosa e qualquer lugar que ia estava sendo perseguida por fotógrafos loucos para saberem mais sobre sua próxima série; e do outro lado um mundo onde era simplesmente uma adolescente — que tinha enfrentar algumas provocações por ser nascida trouxa — mas que tinha realmente amigos e podia falar de suas férias no mundo trouxa.
A ideia de ficar do lado da resistência não foi nem um pouco complicado para ela, visto que seus pais eram trouxas e ela nascida trouxa, também nunca foi muito de se deixar intimidar pelas pessoas — seu pai lhe ensinou muita coisa e se havia algo que ela tinha certeza, era de que não precisava de uma varinha para se defender —.
Adora cantar, mas não mostra isso para todo mundo. Também adora tirar fotos e por isso resolveu entrar para o jornal de Hogwarts.
Olá, meu nome é SERAFINE LUNIERE e eu tenho DEZESSETE ANOS. Curso o ano SÉTIMO ANO e minha casa é a CORVINAL. Minhas matérias opcionais são ADIVINHAÇÃO E ALQUIMIA, também participo dos clubes de CORAL DOS SAPOS. Faço parte do QUADRIBOL — ARTILHEIRA. Meu status sanguíneo é MESTIÇA (MEIO-VEELA) e eu fico ao lado da RESISTÊNCIA. Dizem que me pareço com a trouxa RYAN DESTINY mas não acho que seja verdade.
O sangue sempre foi algo importante para os Luniere, prezando pela pureza de seus membros e orgulho em dizer que não se misturavam e por esse motivo a relação do primogênito da família com uma veela por quem se apaixonou perdidamente foi um verdadeiro baque. Claro, não fora muito bem aprovado pela família, mas acabaram por pensar que uma criatura mágica ainda era melhor do que um sangue ruim e ao que parecia, tentar colocar juízo na cabeça do rapaz.
A muito contragosto o casamento acabou acontecendo, luxuoso como era de se esperar e cheio dos sangues puros franceses e parentes de outros países, como era de se esperar. Da união nasceu Serafine, linda e encantadora como a mãe, logo tornando-se a queridinha dos avós — juntamente com a prima Amélie que eventualmente ia visitá-los —. No entanto, o trabalho do pai no Ministério da Magia da França acabou fazendo com que ele fosse para a África, representar o país dentro da Cooperação Internacional em Magia e por isso, para a infelicidade de toda a família, Serafine acabou indo para Uagadou assim que completou 11 anos.
Diferente do que pensou, a escola tornou-se sua segunda casa, amava cada aluno e cada professor, sem contar que adorava o fato de aprenderem a fazer magia sem precisar de varinhas — como acontecia em Beauxbatons — e sentia-se muito melhor sem ficar precisando pegar a varinha para qualquer coisa que fosse fazer.
Novamente, sua felicidade não durou muito já que o pai precisou de novo se mudar para Londres e Serafine acabou sendo transferida para Hogwarts — seu único consolo foi pensar que Amélie estava na escola e que poderia ter alguém que conhecia consigo, nem que fosse apenas para lhe dar apoio moral — e desta forma acabou sendo selecionada para Corvinal, entrando logo em seguida para o time de quadribol, onde descobriu ser uma ótimo artilheira.
A ideia de entrar para a Resistência era uma farsa, sabia de todo o purismo que sua família pregava e como era importante para o mundo bruxo que todos aqueles sangues ruins fossem expurgados, sem contar que os trouxas deveriam ser colocados em seu devido lugar. Só queria estar entre os perdedores para que pudesse conseguir o máximo de informações para os herdeiros.
A varinha de Serafine é de nogueira-negra, 27 cm, inflexível e fio de cabelo de veela (da sua mãe). É a primeira varinha que usa, já que em Uagadou não as utilizava para nada e ainda está procurando se adaptar.
Olá, meu nome é ISAIAH JONATHAN BARNES e eu tenho QUINZE ANOS. Curso o QUINTO ANO e minha casa é a LUFA-LUFA. Minhas matérias opcionais são RUNAS ANGIGAS, ESTUDO DOS TROUXAS E TRATO DAS CRIATURAS MÁGICAS, também participo dos clubes de HERBOLOGIA e TRATO DAS CRIATURAS MÁGICAS. Meu status sanguíneo é MESTIÇO e eu fico ao lado da RESISTÊNCIA. Dizem que me pareço com o trouxa AMIR MITCHELL-TOWNES, mas não acho que seja verdade.
Cresceu na pacata cidade de Bristol, junto a seus pais. Os Barnes, que nunca foram muito próximos entre si ou com o garoto. Apesar de ter mãe bruxa, e saber que possivelmente herdaria sues poderes, sempre houve um receio muito grande – por parte de seus pais – em como seriam as coisa quando a hora “chegasse”. Mais tarde descobriu que o medo era justamente por seus poderes ficarem fora do controle e machucar algum trouxa. Para Isaiah, aos treze anos, isso significava que uma quantidade aparentemente infinita de energia se acumulou dentro dele, fazendo com que ele se tornasse imprudente e impulsivo quando se tratava de magia, motivo a qual Barnes sempre teve bloqueios com o manuseio da varinha, mesmo sendo ótimo em poções, herbologia e com criaturas mágicas.
Bucky era, no geral, mal-humorado. Sua natureza fechada e desajeitada, provavelmente resultou dos estragos feitos por seus pais durante toda sua infância. O jovem era menos simpático do que um soco na boca do estômago. E já escutará, da maioria das pessoas, que acreditava ser superior à maioria das pessoas e que não fazia sentido estar na Lufa-Lufa. Mas a verdade é que Ivar é um garoto completamente introspectivo e inseguro, e por nunca ter tido muito com quem conversar, não sabe exatamente como agir em momentos “sociais”. Ele foi criado em uma atmosfera pouco receptiva, onde crianças não possuem direto a fala e tão poucas valem a pena serem ouvidas.
Assim que entrou em Hogwarts, demorou bastante tempo para aprender a praticar alguns feitiços e azarações, pois sempre conseguia escutar a voz da mãe em sua cabeça o dizendo para parar. Com ajuda de vários professores, ele custou a fazer o primeiro feitiço e ainda possui aulas particulares com a Diretora Minerva McGonagall, para aprender a controlar tudo da melhor forma possível. Ele foi descrito como “problemático” e “misterioso”. Tímido e retraído, durante a maior parte do tempo, isso o tornou muito mais vulnerável a azarações e brincadeiras de mal gosto por parte dos outros alunos. Até o momento, seu ciclo de amizade se limita apenas em seu gato, toda sua timidez e o medo de incomodar as pessoas o fazem se retrair e se auto excluir. Apesar do relacionamento difícil com seus pais, Ivar sempre teve amor e respeito imensos por seu avô paterno, Ducky. Seu avô levou o apelido por ser extremamente parecido com um personagem de desenho trouxa, Donald Ducky. Seu tio, que na verdade chama Thomas, é explosivo, mas extremamente carinhoso, principalmente com o garoto. Com tio, era como se pudesse simplesmente ser o Isaiah, o garoto esquisito e fissurado por quadrinhos, com risada frouxa e que adora pintar as unhas. Ele é espirituoso e tímido, mas é amigável quando quer ser. Embora Isaiah tenha boas intenções, ele normalmente é resmungão, medroso e desajeitado, o que Penélope apelida de “seus três humores naturais”. Quando ele se sente zangado ou assustado, ele acaba se enrolando nas palavras ou, ainda, falando muito mais que o habitual.
Isaiah é também conhecido como “Bucky”, um apelido carinhoso referente à um personagem de quadrinhos, a qual tanto o garoto sempre foi fascinado, e que, ironicamente, leva o mesmo sobrenome que ele. Apesar de seus pais reprovarem, o garoto normalmente se apresenta como “Bucky”, e não Isaiah.– nome em homenagem ao seu avô materno, que nunca sequer conheceu –, que geram frequentes discussões entre a família. Mas a realidade é que, quando “Bucky”, ele se sente uma pessoa completamente diferente de quando “Isaiah”, quase como se duas pessoas morassem em um mesmo corpo.
Bucky, possui uma varinha de combinação incomum e arriscaria dizer que até um tanto instável. A madeira de Avaleira com núcleo de pena de fênix, compõe um material sensível, que constantemente reflete o estado emocional do seu mestre, que quando seguro de si, costuma entender e administrar seus próprios sentimentos. Outros, se não o próprio dono, devem ser bem cuidadosos ao lidar com uma varinha de aveleira, caso seu dono recentemente ficou muito irritado ou sofreu uma decepção séria, porque a varinha irá absorver essa energia e liberar de forma imprevisível. O medo de Schott, contudo, a torna constantemente instável, causando pequenas explosões e, ainda, invertendo feitiços.
Desde muito novo, sabia que não se “encaixava” no padrão da maioria dos garotos – algo que não tem ligação com sua sexualidade, por mais que não o julgue importante. Ivar sempre foi uma criança muito artística, que se dava bem com papel e caneta, mas por volta dos treze anos, descobriu um talento completamente novo. O garoto é maravilhoso com maquiagens, por mais que ainda esteja se aperfeiçoando. Também é normal vê-lo com unhas pintadas, cortes que mudam de acordo com seu humor (rosa-claro para seus dias mais felizes, cinza para seus dias mais tristes).
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
✓ Live Streaming✓ Interactive Chat✓ Private Shows✓ HD Quality
Anya is LIVE right now
FREE
Free to watch • No registration required • HD streaming
Olá, meu nome é GRETA TIABEANIE HERON e eu tenho DEZOITO ANOS. Curso o SÉTIMO ANO e minha casa é a SONSERINA. Minhas matérias opcionais são RUNAS ANTIGAS, ESTUDOS DOS TROUXAS E ESTUDOS ESPECTRAIS. Meu status sanguíneo é NASCIDA TROUXA e eu fico ao lado dos RESISTÊNCIA. Dizem que me pareço com o trouxa TAYLOR MOMSEN, mas não acho que seja verdade.
A família de Greta é espalhada pelo mundo, o que dificulta quando falamos de “raízes”, já que ninguém sabe ao certo onde os Heron`s surgiram pela primeira vez. A garota tem família no Brasil, Estados Unidos, Dinamarca – onde nasceu –, e Austrália, e apesar de parecer impossível, todos se dão muito bem. E, mesmo tendo nascido em berço de ouro, e mostrando um grande coração desde pequena, ela carrega uma personalidade que pode facilmente ser dividida, entre “boa” e “má”. De família trouxa, a garota mudava de cidade praticamente todo ano, afinal, seu pai é tenente da marinha dinamarquesa. Por isso, é uma pessoa fechada, sem muitos amigos e nada a faz mais feliz do que um violão e um pouco de sossego para compor suas músicas.
Os pais de “Hero”, como gosta de ser chamada, sempre foram muito amorosos e preocupados com ela – que é, literalmente, a razão de suas vidas –, a única filha do casal recebeu tudo do melhor que a condição de vida deles poderiam dar, mas ela nunca ligou muito para isso. Greta é uma garota simples, que está sempre com as mesmas três peças de roupas em seu guarda-roupas, e em sua fase mais rebelde, até sapatos recusava-se a usar. E mesmo com o estilo “desleixado” e a expressão fechada, o que normalmente faz com que muitos pensem que tem uma personalidade explosiva e pavio curto, Heron é uma garota extremamente carinhosa e gentil, e engole muita coisa antes de realmente sair do sério.
Desde muito pequena, seus pais sempre incentivaram as artes e músicas e de fato, ela é apaixonada por todo tipo de expressão artística, mas possui um talento especial para a música, já participando de concursos e recebendo alguns prêmios quando criança. Entretanto, quando descobriu-se como bruxa, a princípio esse talento foi abafado pela empolgação causada pela magia que carregava em si. Desde que entrou em Hogwarts, Greta inciou um pequeno projeto e muito pessoal, compondo tudo que sente em relação a magia e a tudo que têm vivenciado, inclusive com todas as ameaças a nascidos trouxas e mestiços, até que apenas isso tornou-se insuficiente para ela. Foi então que se tornou ativa nas atividades da resistência, como treinos e sempre comprando brigas quando acha necessário.
Após várias visitas ao Brasil, a jovem se afeiçou a cultura do país, em especial, as músicas nacionais. Hoje em dia, dois de seus cantores preferidos, são brasileiros. Sendo eles, Pitty e Raul Seixas, mas ainda gosta muito de Rita Lee e uma dupla não muito antiga, chamada Anavitoria. Além das músicas, Heron se apegou a diversos escritores e obras, o que a ajudou com a aprender a língua portuguesa que, em seu ver, foi um dos maiores desafios de sua vida.
Desde pequena, por gostar tanto de artes, Greta se esforça para aprender a desenhar e pintar, e por mais que seus pais a apoiem, ela nunca foi muito boa. Ela não consegue desenhar mais que bonecos de palitos e um borrão, mas ainda sim, contexta a todos dizendo que apenas tem uma “maneira incompreendida” de se expressar.
Desde muito pequena, Greta tem uma enorme paixão por borboletas e mariposas e, hoje em dia, um dos maiores hobbys que tem com seu pai, é procurar por borboletas para colecionar. E em seu quarto, há quadros com várias borboletas raras que achou ao longo dos anos, mas suas preferidas, sempre são as com coloração azul e amarelas.
Olá, meu nome é JAMES SIRIUS POTTER e eu tenho DEZESSETE ANOS. Curso o ano SÉTIMO ANO e minha casa é a LUFA-LUFA. Minhas matérias opcionais são ALQUIMIA, RUNAS ANTIGAS E TRATO DAS CRIATURAS MÁGICAS também participo do clube de DUELOS. Faço parte do QUADRIBOL COMO ARTILHEIRO E MONITORIA. Meu status sanguíneo é MESTIÇO e eu fico ao lado da RESISTÊNCIA. Minha habilidade especial/dom/parte mestiça é ANIMAGIA. Dizem que me pareço com o trouxa XAVIER SERRANO, mas não acho que seja verdade.
𝐁𝐈𝐎𝐆𝐑𝐀𝐅𝐈𝐀
James Sirius, o que se esperar de alguém que seu nome já contava uma história que ele não podia sequer conhecer pessoalmente? Pesada é a cabeça a que a coroa é colocada. Uma tragédia junto da próxima, personagens heroicos que para James só podiam existir em seu imaginário. E nesse imaginário se tornavam heróis que apenas caíram graças a uma força maior do que eles, maior do que todos. Destino. Então, de cedo ele se deixou aprender que era essa a força maior que reinava a vida; mas sendo seu destino um grande mistério para si próprio, ele escolhia o destino mais fácil de reconhecer, aquele que lhe era preparado de berço, a história já contada da vida que ele deveria levar graças ao seu nome, a ser o mitológico filho do Herói do mundo bruxo moderno, ele tinha que seguir os passos certos para a vida perfeita que lhe foi gratuitamente dada, era o mínimo.
Passos esses que eram, conseguir exceder expectativas no quadribol, ou apenas numa vassoura, e se isso significava horas extensas que fugia no meio da noite para voar sem medo da queda, sem medo dos machucados e lesões, valia a pena. Escondia, claro, de seu pai isso tudo, implorando com grandes olhos castanhos para que sua mãe mantesse isso entre os dois. Ele sabia que ela entenderia dos esforços necessários para conseguir se tornar grande no quadribol. Seu pai se tornou apanhador aos onze anos de idade, ele queria chegar em Hogwarts já sabendo voar sem problemas.
O próximo deveria ser o mais fácil, mas se tornou sua primeira falha nesse grande plano de uma vida inteira. Ao sentar-se no banco abaixo do Chapéu Seletor ele desejou por entrar na Grifinória, mas só conseguiu um sermão sobre fazer decisões sem seu coração estar realmente nelas, no momento ele não entendeu, era claro que seu coração estava na Grifinória, era a casa de seus pais e de muitos de sua família, era a casa de ambos James e Sirius, como ele poderia ser diferente? Mas o Chapéu acabou o aconselhando a abrir seus olhos para a Lufa-Lufa, que era a casa que ele poderia crescer e desenvolver sua própria personalidade. Ele não sabia se deveria ficar ofendido com aquilo ou não. Não era nada contra a Lufa-Lufa, obviamente, mas ele não conseguia entender o comentário sobre sua personalidade, James podia ser muitas coisas, mas seu talento para entre textos não era existente, claramente a Sonserina nunca foi uma opção para ambos chapéu e garoto. O resultado havia sido uma carta com muitos contornos para chegar ao assunto de volta para casa, e uma resposta completamente inesperada de seus pais. Ainda assim, ele não conseguia tirar isso da mente pelo próximo ano inteiro, principalmente quando falhou na sua primeira tentativa de entrar no time da casa. Não seria James Sirius Potter a seguir os passos do pai com a entrada prematura no time.
Depois de garantidos os começos, mesmo com uma falha manchando seu plano, o próximo passo era se dedicar ainda mais que antes, um passo havia sido garantido sobre uma vassoura então ele podia pular para os truques de verdade de quadribol quando conseguisse usar o campo fora dos treinos dos times. Agora era o acadêmico, afinal, apesar de saber muito sobre o que ele precisava fazer, nada dizia qual seria o rumo que ele deveria tomar depois que todos esses anos estivessem terminados e ele precisasse tomar seu caminho na vida. Ele gostava de quadribol, amava na verdade, ainda sentia as vibrações na última copa que havia assistido com seus pais e não conseguia parar de pensar em jogadas e estratégias, mas ele precisava do acadêmico, pois mesmo com tanto amor pelo esporte, ele não sabia se era realmente uma vida inteira que ele queria disso, já que ele tinha um exemplo muito próximo sobre como realmente era a vida de um jogador profissional. Em outras palavras, ele mal havia chegado a completar seu primeiro ano em Hogwarts e já estava confuso sobre o que fazer quando chegasse sua formatura.
Então ele experimentou, fez experimentos e deu seu melhor possível para o máximo possível antes que conseguisse entrar no time, cada falha no recrutamento do quadribol era mais força para focar-se nos estudos, ele sabia que não tinha a naturalidade para nada disso, ele não estava nem perto de ser como sua tia famosa por ser a bruxa mais inteligente de sua idade, ele mesmo nem ousava sonhar em chegar perto disso, mas ele queria. Com palavras dançantes sobre o texto ele levava mais tempo que os demais alunos para conseguir ler as coisas, mas não podia parar por isso, apenas focar-se em horários a mais para contornar o problema.
Então veio o tão amado quadribol e as coisas apenas se tornaram mais difíceis, ele se aplicou para a monitoria antes mesmo de saber os resultados e para seu absurdo prazer e terror, chegaram as respostas de ambos positivamente, por fora uma celebração, por dentro apenas o desejo de voltar para sua comunal e passar dias e dias afundado nas almofadas perto da lareira. Torna-se-ia um com a mobília se pudesse, mas mesmo com tanto estudo, sabia não ser capaz de reverter esse tipo de transfiguração sem poder segurar sua varinha.
Novamente, pesada é a cabeça a quem é dada a coroa. Mas dessa vez, a coroa dada foi por si mesmo, considerando que ela apenas estava lá livre para ser tomada a seus olhos. James conseguiu sobreviver todos os últimos seis anos de escola nesse ritmo, e num positivismo assustador acredita que é capaz de seguir dessa forma, eletivamente cego aos efeitos de tal vida sobre tanto sua sanidade mental quanto física.
James, como bom lufano, pratica o esforço total para tudo que faz, ignorando o ditado de queimar a vela pelas duas pontas. Se não fosse pelos N.O.M. O impedindo de entrar em algumas matérias avançadas ele estaria tentando todas que o tempo permitisse para conseguir descobrir qual é o caminho que tem que seguir. Então, obcecado por seu trabalho tanto como estudante, monitor e quadribol é impossível o encontrar sem algo para fazer.
No momento que aprendeu que as fontes de seus nomes eram animagos ele decidiu que queria ser um também, mas quando conheceu Professora McGonnagal foi que ele teve certeza que ele precisava se tornar um. Sua forma animaga é a de um golden retriever castanho.
Tenta manter sua dislexia o mais escondida possível, assim como usa também feitiços para melhorar sua visão temporariamente apesar das dores de cabeça que sua exposição prolongada o causam. James deseja a imagem do Golden Boy, e luta por o que ele acredita que ela é. Partindo daí sua confiança e trejeitos à arrogância que não passam parte de uma fabricação muito bem construída e inserida no articular de James Sirius para o mundo. A esse ponto, ele não sabe mais abandonar esse hábito.