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parece que đđđđđđ đđđđđđ foi confundido com đđđđđđ đđđđđđ enquanto passeava pelas ruas de eden essa noite. pertencendo ao clĂŁ đđđđđđđđ, da seita camarilla, foi transformada em vampiro hĂĄ đđđđđđđđđ anos, mas ninguĂ©m diz que ela tem tudo isso, jĂĄ que aparenta ser bem mais nova. ganhou fama pela cidade nĂŁo apenas por ser uma đđđđđđđđđ đđ đđđđđ đđ đđđđđ mas por se mostrar đđđđđđđđđđđđ đ đđđđđđđđđ. de qualquer forma, eu sĂł me importaria em nĂŁo estar por perto quando o sol se pĂŽrâŠ
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lenora sonjai nasceu em uma famĂlia pobre de imigrantes que haviam acabado de se mudar para os estados unidos em busca de melhores oportunidades, com os conhecimentos dos pais da lĂngua do paĂs americano sendo tĂŁo pobre quanto eles prĂłprios, as tais oportunidades nĂŁo vieram tĂŁo fĂĄcil quanto esperavam. tal problemĂĄtica se fez presente tambĂ©m na educação de lenora que, apesar de frequentar escolas em que a maioria dos alunos era formada por crianças brancas que falavam inglĂȘs fluentemente por ser a lĂngua materna deles e de seus pais, tambĂ©m tinha um conhecimento escasso quanto ao idioma, passando nas matĂ©rias com certa dificuldade por nĂŁo praticĂĄ-lo em casa. com o passar dos anos o quadro foi mudando e ela, por ser a Ășnica que falava e escrevia em inglĂȘs, acabou ocupando cargos na famĂlia que deveriam ser destinados aos adultos da casa. ela era quem pagava as contas de casa ou ligava para empresas de gĂĄs e ĂĄgua quando tinham um problema, era ela quem entrava em contato com um faz tudo quando havia coisas em casa que deveriam ser consertadas e acima de tudo era ela quem cuidava das finanças dos pais, temendo que eles levassem um golpe por conta da sua falta de conhecimento e fluidez na lĂngua do paĂs que vinham vivendo. as condiçÔes de sua famĂlia nunca melhoraram, mesmo quando sua mĂŁe e pai foram contratados como jardineiro e empregados de uma famĂlia endinheirada de eden.
seu primeiro contato â embora inconsciente â com vampiros veio por intermĂ©dio dos patrĂ”es de seus pais, casal formado por um famoso crĂtico de arte e uma ex-modelo linda de tirar o fĂŽlego. ambos se afeiçoaram a lenora instantaneamente por sua postura e elegĂąncia, descrentes de que alguĂ©m cuja educação era tĂŁo decadente pudesse se portar com tanto orgulho e delicadeza. na verdade, ela prĂłpria nĂŁo sabia qual era a origem de seus modos, questionando sempre se os mesmos nĂŁo vieram naturalmente a partir do momento em que precisou amadurecer precocemente e ocupar a posição de adulta da casa. enquanto a patroa de sua mĂŁe se entretia ensinando uma menininha pobre a como se comportar como uma dama da alta sociedade, seu marido a introduziu ao mundo das artes, um mundo o qual â apesar de ter se apaixonado Ă primeira vista â ela jamais teria como arcar. essa foi a Ășltima vez que lenora pĂŽde experimentar uma vida de luxo antes de ser transformada em uma vampira.
a vida de lenora seguiu da maneira mais paupĂ©rrima possĂvel, a vida adulta a atingiu com força e ela se viu em um trabalho de garçonete que mal cobria os custos da casa agora que seus pais estavam ficando velhos e invĂĄlidos, ela estava condenada Ă quilo, Ă pobreza ferrenha e dolorosa. um mundo em que tomava chĂĄ da tarde conversando com senhoras que tagarelavam sobre seus maridos e obras de artes carĂssimas estavam penduradas nas paredes de casa nĂŁo era palpĂĄvel para ela. seus pais morreram pouco tempo depois de seu aniversĂĄrio de vinte anos, fracos e cansados apĂłs uma existĂȘncia dura onde tiveram que trabalhar atĂ© os Ășltimos dias dela. depois disso aos poucos a sonjai foi perdendo a motivação de viver, por que haveria de passar seus dias lutando quando tudo dizia que estava destinada a misĂ©rias e penĂșrias?
a verdade Ă© que lenora teve sua origem apenas apĂłs a sua transformação, foi a primeira vez em que ela verdadeiramente começou a viver. contudo, a ordem dos acontecimentos nĂŁo fora exatamente fĂĄcil, pois tudo se deu inĂcio a partir do momento em que alguĂ©m decidiu que, apesar de tudo, ela nĂŁo merecia morrer. lembra-se como se fosse ontem, de como estava determinada a dar um fim Ă sua vida sĂŽfrega quando o encontrou, seu criador. de inĂcio lenora pensou que ele era um caça-talentos ou alguma coisa do tipo, talvez um agente de modelos de tanto que era elogiada por aquele ainda desconhecido. a conversa tomou um rumo antinatural para ela que se viu contando seus maiores pesares para alguĂ©m que nunca havia visto antes, como se estivesse enfeitiçada e, quando contou seus planos de dar um fim a sua vida o tal homem se indignou, como uma criatura linda como ela poderia pensar em desperdiçar toda aquela beleza assim? foi quando ele a prometeu tudo que alguĂ©m poderia desejar, tudo o que o mundo um dia havia arrancado de suas mĂŁos e por mais que cada fibra de seu corpo emitisse um sinal de alerta e tudo indicasse que ela estava prestes a fazer um pacto com o diabo, lenora aceitou a proposta.
a conexĂŁo com o seu criador e o seu mais novo clĂŁ foi estabelecida imediatamente, todas as caracterĂsticas dela com os membros dele se alinhando como estrelas. a promessa de seu criador foi cumprida e ele a presenteou com tudo o que ela poderia sonhar, e foi assim que lenora conseguiu ingressar no curso de museologia anos apĂłs a sua transformação, quando finalmente se sentiu pronta para enfrentar o mundo lĂĄ fora sem que se sentisse insaciĂĄvel.
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a habilidade de lenora Ă© a presença, sua competĂȘncia permite que ela manipule a emoção das pessoas, afetando a percepção que elas tĂȘm dela. ela usa sua habilidade essencialmente para gerar atração irremediĂĄvel Ă s suas vĂtimas para se alimentar.
a dieta de lenora não é muito restrita, no passado estivera relutante quanto a se alimentar de humano, temendo perder o autocontrole. atualmente ela se alimenta de bolsas de sangue, animais ou humanos, o que quer esteja ao seu alcance. sua alimentação com sangue humano permanece contida e ela constantemente abusa de sua habilidade para tornar o serviço mais fåcil e desprovido de culpa.