Qual o nome do seu personagem? Há alguma razão por trás da escolha?
Evellyn Hartzler Bierhals. A escolha do nome não tem nenhum significado específico, eu apenas gostei da sonoridade e achei que poderia combinar com a personagem.
Quais os objetivos dele em Eden?
A Evellyn acredita que o tempo dela no Eden não tem um objetivo, é apenas mais um lugar onde ela vai passar uma temporada até se enjoar. Mas, fora do personagem, quero fazer com que ela resgate um pouco da essência humana, para talvez ela se desapegar um pouco do material e focar um pouco mais nas pessoas da vida dela.
Cite, pelo menos, 3 inspos que combinam com seu char.
Raymond “Red” Reddington (The Blacklist), Chandler Bing(Friends), Poison Ivy (DC) e Katherine Pierce (The Vampire Diaries).
Descreva seu personagem em 5 aesthetics.
Pianos, itens luxuosos, livros, drinks no fim de tarde, roupas elegantes mas com um toque provocativo, vinhos caros, sapatos louboutin, sangue escorrendo pelo canto da boca.
Qual aspecto do clã escolhido você mais gostaria de explorar com o personagem?
Evellyn já incorporou o aspecto "monstruoso" dos Tzimisce com a Vicissitude, nasceu com a idéia do "sou a melhor" por ser de uma família poderosa e é tão sentimental quanto uma pedra. Agora seria hora de explorar as dúvidas dela a respeito do clã e da seita, colocar ela em situações onde ela vai precisar mentir e ver como ela iria lidar quando fosse obrigada a agir contra o que ela acredita de verdade.
Como seu personagem lida com os humanos e sua alimentação?
Ela não tem nada contra os humano e é perfeitamente capaz de manter algum tipo de relação com um. Porém, ela ainda crê que os humanos sejam inferiores aos vampiros, logo, a afeição por eles não faz com que ela renegue sua fome.
Sempre que sai em busca de comida (vítimas), nunca é algo rápido, pois em sua concepção simplesmente se alimentar (matar) é entediante. Normalmente, ela cria alguns jogos mentais até chegar ao finalmente, por isso precisa de um certo tempo (um pouco sádica). E, como gosta de se alimentar com certa frequência, acabou optando por mesclar entre bolsas de sangue, humanos e, eventualmente, outros vampiros.
Liste os tipos de interação que mais te agradam e que gostaria de desenvolver na dash.
Falando sobre a escrita: eu gosto de escrever e detalhar o máximo que meus neurônios me permitem, mas também gosto de coisas menores, até porque nem sempre a criatividade ganha do tda que me faz esquecer mais da metade da resposta prevista.
Eu AMO temas de angst e drama. AMO uma briga e situações engraçadas. Então qualquer idéia desse tipo, eu estou topando. Também quero tentar desenvolver um lado mais empático e menos individualista da Eve. Ainda não pensei em situações específicas, mas, num geral, creio que seria isso.
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❛ A Companhia Amaranth não possui ligação alguma com a chuva de sangue, e Esperanza Sevilla não faz parte dos illuminati. Fico contente por esclarecer suas dúvidas, até mais. ❜ A voz, falsamente simpática, era soprada contra o aparelho celular, bastando que se despedisse para que deixasse um longo suspiro escapar. Os jornalistas só acresciam aos problemas desde que aquele maldito fenômeno havia ocorrido, e a cada ligação de um humano ignorante maior era a vontade de Catalina em revirar os olhos ou, ocasionalmente, fincar suas presas em algum pescoço. ❛ Se possuir alguma pergunta espere eu terminar o meu café. ❜ Anunciou, elevando o indicador no ar em direção à pessoa que notou se aproximar, ainda que não fizesse ideia se realmente queria falar com ela, ou não.
Parece que Evellyn Bierhals foi confundida com Margot Robbie enquanto passeava pelas ruas de Eden essa noite. Pertencendo ao clã Tzimisce, da seita Sabat, foi transformada em vampiro há 100 anos, mas ninguém diz que ela tem 128 anos, já que aparenta ser bem mais nova. Ganhou fama na cidade não apenas por ser uma investidora de sucesso, mas por se mostrar Inteligente e Narcisista. De qualquer forma, eu só me importaria em não estar por perto quando o sol se pôr...
HABILIDADE
Vicissitude – Uma habilidade que permite moldar tantos os próprios ossos e carne quanto o de seus inimigos, uma habilidade que Evellyn usa constantemente utiliza, seja para se livrar de problemas ou para acabar com seus inimigos.
DIETA
Tem uma forte aversão ao sangue animal, por isso só o bebe em circunstâncias bem específicas. Normalmente, usa bolsas de sangue fornecidas por um trabalhador do hospital, mas nas ocasiões em que sai caçar, opta por pessoas que, de certa forma estejam fazendo algo que perturbe a boa convivência, pois é o tipo de pessoa que, ao seu ver, não faz falta a ninguém caso morra.
HEADCANONS
Evellyn nasceu em uma família incrivelmente rica da Austrália. Por ser filha única e seus pais terem medo dos pretendentes da garota quererem apenas sua fortuna, teve uma criação um pouco diferente das mulheres de sua época. Não recebia apenas lições de como agradar um homem ou cuidar da casa; seus pais a fizeram estudar com os melhores tutores da época, tanto assuntos acadêmicos quanto artísticos, fez diversas viagens para conhecer novas culturas, e, quando fez dezesseis anos, seu pai a ensinou a caçar, o que, de certa forma, foi um escândalo, visto que ela havia sido a única mulher de seu vilarejo que havia aprendido a manusear uma arma. Conheceu apenas um homem durante sua vida humana capaz de prendê-la o suficiente a ponto de ela querer casar-se com ele. Sua transformação ocorreu um pouco depois de seu casamento, mas não impediu que ela ficasse com ele até o último dia de vida. Até hoje a lembrança do homem é algo doloroso para ela.
De tudo o que havia aprendido, o que mais gostava era a música. O primeiro instrumento que teve contato havia sido uma harpa, mas não havia gostado muito pois considerava seu som calmo demais. Logo após veio o violino, que era melhor que a harpa, mas ela ainda não sentia que aquele era o seu instrumento. Se encontrou no piano – ficava completamente encantada com a quantidade de emoções que os solos de piano conseguiam transmitir. Após se tornar vampira, por um tempo se dedicou a música, chegando a se tornar bastante conhecida na área, porém, ser conhecida acabou tornando bastante difícil esconder algumas coisas, principalmente o fato de que não envelhecia. Foi obrigada a modificar sua própria aparência, e, hoje em dia, usa do dinheiro que ganha(rouba) para investir em arte.
Uma de suas características mais marcantes era sua curiosidade. Por sempre ter tido muito contato com a filosofia e seus questionamentos, Evellyn sempre se considerou bastante cética quanto a crenças e divindades em um geral. Após sua transformação e entrada no Sabat, teve que aprender a aceitar mais facilmente a religiosidade. Por algumas décadas havia conseguido sem tantos problemas, no entanto, acabou surgindo algumas perguntas que, como esperado, não foram respondidas de forma realmente esclarecedora, mas, no ponto em que estava, simplesmente não valia a pena se voltar contra seu clã. Atualmente, reproduz de forma ferrenha todas as crenças dos Tzimisce e do Sabat sempre que se mostra necessário, mas em seu âmago, só quer viver de acordo com seus princípios.
CURIOSIDADES –
Ao longo de sua existência, devido as situações em que acabava se envolvendo, acabou aprimorando suas técnicas de execução da vicissitude a um ponto de já conseguir executar as mudanças tanto em si mesma quanto em outras pessoas com certa facilidade, dependendo apenas do quanto se alimentou quando vai executá-la;
Devido a sua paixão por artes, Evellyn fica extremamente empolgada quando as pessoas se mostram interessada em pinturas ou literatura, sendo capaz de falar sobre o assunto por horas - é dessa forma que costuma conhecer em quem vai investir;
Mantém em seu quarto dois vasos cheio de roseiras plantadas em terras vindas diretamente da Austrália, seu país de nascimento, e é capaz de matar qualquer um que ameaçar quebrar ou tirar os vasos de seu quarto. Um outro item que morre de ciúmes é um pequeno porta jóias que contém as alianças de seus pais e a de Salazar;
Em seus momentos de tristeza e inquietação, costuma compor melodias no piano ou passa horas tocando suas sinfonias favoritas;
Suas cores favoritas são o preto e o vermelho – facilmente perceptível pelas cores de roupas que ela costuma usar e pelas esmaltações das unhas;
O blefe foi a segunda habilidade que mais desenvolveu com o passar das décadas. Quando está entediada, ou apenas querendo alguma diversão, vai para o cassino e não saí até ter faturado uma boa quantia de dinheiro;
Não faz questão alguma de esconder sua preferência por objetos luxuosos – seu closet é repleto de roupas extremamente caras e, na garagem, guarda uma pequena coleção de carros esportivos.
OOC INFO: do lado da conexão está especificado os gêneros, por mais que sejam poucas exclusivas. sinta-se a vontade para sugerir mudanças ou alterações se você tiver alguma ideia! podemos sempre discutir mais detalhes se você preferir, da mesma forma que podemos também só fechar o plot e colocar os personagens para interagir para ver na prática como a dinâmica acontece.
VAMPIRE
INTERVIEW WITH THE VAMPIRE: Após Catalina cumprir algumas tarefas que lhe foram dadas, provando assim o tamanho de sua lealdade e honra para com os Lasombra, vampiros mais velhos do clã decidiram presenteá-la com um companheiro para a vida toda. O problema deu-se quando, após o abraço, MUSE A ficou horrorizado com sua nova condição, não aceitando-a de início. E tudo apenas piorou, passando a detestar Catalina e culpá-la por sua alma estar condenada ao inferno, quando descobriu os objetivos de sua transformação. [ open - 00/01 ]
HELLO DARKNESS MY OLD FRIEND: Amigos desde os tempos da brilhantina, MUSE B e Catalina ficaram extasiados ao se reencontrarem em Eden. É comum, desde então, que se reúnam seja em bares, nas suas próprias casas ou algum local mais discreto, como os bordeis, para relembrarem as peripécias que passaram juntos, desde a vez em que MUSE inspirou um poema até a vez em que confundiram Catalina com a namorada de uma estrela do rock. [ open - 00/01 ]
LAS MIL VIDAS: Definitivamente MUSE C é o melhor amigo da Catalina. Se encontraram em todas as décadas, levando nomes e desempenhando profissões diferentes, mas conhecendo um ao outro como de fato fossem amigos de outras vidas. Podem não pertencer ao mesmo clã, mas definitivamente se tratam como família ou para além disso. [ open - 00/01 ]
DORA AVENTUREIRA: Catalina e MUSE D tornaram-se próximos, não necessariamente amigos, quando vivenciaram uma situação na floresta Heavy Oak. Podemos combinar exatamente como essa situação desenrolou-se, mas seria interessante que acabassem sendo perseguidos por algum lobisomem e precisassem confiar um no outro para escapar disso!! [ open - 00/01 ]
ELIJAH MIKAELSON & KATERINA PETROVA: Dizem que a linha entre o amor e ódio é tênue e a relação desses dois é mera prova disso. MUSE E foi o primeiro amor da Catalina após transformação, quando o cenário onde estavam inseridos e a falta de maturidade não colaborou para que o relacionamento desse certo. Os dois viviam em uma montanha-russa de emoções, do céu ao inferno em segundos. Ciúme descontrolado de ambas partes, brigas constantes e encrencas aleatórias marcaram o namoro deles. Mas ninguém seria doido o suficiente em dizer que eles não se amaram… eles só eram muito intensos no que faziam até se tornar completamente inviável em seguir com aquilo. Imagine então a surpresa que não é, após décadas, se reencontrarem em Eden. [ closed for @brvjah ]
LUISA MELL: Enquanto Catalina está a frente da Amaranth, defendendo publicamente sua posição não apenas pela profissão ou clã que faz parte, mas por seus ideais, MUSE F está à frente do ativismo dos Gangrel, e não é raro que os dois se envolvam em discussões relacionadas ao que acreditam. O simples fato do outrem respirar, já é combustível para ainda mais desafetos. Mesmo assim, algo como diplomacia, os impede de saírem na agressão, ao menos por enquanto. Mas não duvide que algum dia os dois saíam no tapa, e dez minutos depois finjam que nada aconteceu… [ closed for @sonofthekingofthenight ]
FRENEMIES: É claro que como uma persona um tanto antagônica, e eterna, Catalina carrega consigo inúmeras desavenças. Com MUSE G, entretanto, é diferente. Apesar de Cata irritá-lo imensamente, eles não deixam de reconhecer que não conseguem, necessariamente, se odiar. Quando se encontram em situações difíceis, são incapazes de demonstrar indiferença ou acrescentar aos problemas, e acabam por se ajudarem. Em mais de uma situação, demonstraram suporte um ao outro mas não parecem capazes de manter uma boa convivência por muito tempo, principalmente por viverem competindo nos mais diversos campos. [ closed for @bloodwcter ]
HUMAN
THE AGE OF ADALINE: Catalina pode até achar a fragilidade humana risível, e ser incapaz de respeitar ou valorizar a espécie, mas alguns já foram capazes de despertar o interesse da vampira, e com um deles ela permitiu-se viver um rápido relacionamento. Sem permissão para abraçá-lo, contudo, a De Aragon o deixou após pouco mais de cinco anos, e pensou que nunca mais o veria em sua vida até encontrar-se com MUSE A em Eden, filho de sua antiga paixão e, aparentemente, capaz de despertar algo em Catalina também. [ male - open - 00/01 ]
ISABELLA SWAN: Por algum motivo que podemos combinar, ou ser ainda sem explicação para Catalina, ela salvou a vida de MUSE B em uma situação onde a morte era certa! Desde então, ela percebeu que foi a pior decisão que tomou em sua vida, e olha que nesses 124 anos ela tomou decisões muuuito erradas. Isso, porque, MUSE agora vem confrontando ela sobre como conseguiu a salvar, e até com suas teorias, e Cat não sabe exatamente o que fazer. Talvez matar MUSE venha se tornando uma boa ideia ? [ open - 00/01 ]
DESCENDANTS: Catalina não teve tempo para ter filhos, mas ela tinha uma irmã que com certeza deu sequência na linhagem delas, apesar do sobrenome De Aragon ter se perdido no caminho. MUSE C é sobrinh@ dela, com algumas gerações os separando. E isso faz com que Catalina alimente certa curiosidade e torne MUSE alguém mais propício a ser abraçado por ela, afinal, desde criança ela aprendeu que família é família. [ open - 00/01 ]
TYLER LOCKWOOD & KLAUS MIKAELSON: Sendo portadora da habilidade de dominação, MUSE D é alguém em quem Catalina gosta de exercer seu poder, não sendo raro que se alimente dessa pessoa e apague sua memória depois, ou então force MUSE a diversas situações, apenas porque pode. MUSE a lembra constantemente o porque a humanidade é tão engraçada e fraca. [ closed for @bcnitinha ]
LIZ FORBES & DAMON SALVATORE: Catalina e MUSE E flagraram um ao outro em situações, no mínimo, intrigantes, acabando por descobrir algum segredo que o outro guardava (no caso a pessoa pode descobrir sobre a natureza da Cat). Isso pode ficar ainda mais desastroso por nenhum dos dois ceder, fazendo com que vivam uma guerra fria. Tanto Catalina quanto MUSE não se importam em usar isso contra o outro para seus próprios benefícios, sempre mantendo uma ameaça velada, aquela coisa meio tensa, e explorando as vantagens que o outro tem. [ open - 00/01 ]
Parece que ROXANNE SHAH foi confundida com ANYA CHALOTRA enquanto passeava pelas ruas de Eden essa noite. Pertencendo ao clã SEGUIDORES DE SETH, da Seita SABAT, foi transformada em vampiro há QUINZE anos, mas ninguém diz que ela tem QUARENTA E UM, já que aparenta ser bem mais nova. Ganhou fama pela cidade não apenas por ser uma DANÇARINA DA BOATE LOUNGE mas por se mostrar ENGENHOSA E PRETENSIOSA. De qualquer forma, eu só me importaria em não estar por perto quando o sol se pôr…
MUSINGS ☽ TASK ☾ CONNECTIONS
☽. 𝖆𝖇𝖔𝖚𝖙
A vida de Roxanne Shah nunca foi fácil, seu pai era um imigrante que se mudou para os Estados Unidos da América com o mesmo sonho de um país de oportunidade que muitos outros imigrantes tentam alcançar. Sua busca o levou para Eden, mais precisamente o lado leste da cidade onde arranjou um emprego no polo industrial da Amaranth Company. Foi ali mesmo em Primitae que seu pai viria a conhecer sua mãe, os dois se apaixonariam e viveriam uma grande história de amor que acabaria pouquíssimos anos depois do nascimento do fruto do tal amor. Sendo assim, Roxie acabou crescendo na casa de um pai majoritariamente ausente, mas nunca por vontade própria, o homem jurava que daria a própria vida para que a sua garotinha tivesse mais oportunidades do que ele teve, infelizmente o universo tinha outros planos. Antes mesmo de terminar o ensino médio, Roxanne já tinha passado por alguns empregos de meio período e já compreendia que mesmo após terminar a escola, era mais fácil ela trabalhar de caixa em algum lugar do que seguir para uma educação superior. Sentia como se tivesse sido amaldiçoada a uma vida em que constantemente corria para tentar sustentar a medíocre existência que tinha, rapidamente sua mente deteriorava enquanto seu corpo cansava, temendo não haver escapatória dali.
Dito e feito, sua formatura do ensino médio parecia mais uma sentença a aquela prisão que tanto a assustava, mas seus anos rapidamente foram ocupados por constantes entrevistas de empregos que durava um pouco mais do que um ano, antes que fosse demitida e tivesse que repetir o ciclo. O peso em seus ombros piorou quando seu pai acabou sofrendo um acidente de trabalho e Roxanne se viu não somente tendo que lidar com as despesas financeiras da casa, como também dos médicos e ainda com as demandas de seu pai acamado e de seus empregos. Os dias passavam como chicotes em suas costas e era cada vez mais difícil olhar para o horizonte da cidade e sonhar com uma fuga dali, foi enfraquecendo e entristecendo e até mesmo seu pai notava que o sorriso que ele mais almejava proteger já não estava lá.
Foi só algumas semanas após seu pai se recuperar por completo que uma chave virou na cabeça de Roxie, estava cansada de viver com todo esse fardo, era a hora de entregá-lo para outra pessoa carregar. E quem mais poderia levar essa culpa se não sua própria mãe? Ela os tinha abandonado para lutarem à própria sorte, não era justo que Roxanne se mantivesse presa a aquela vida quando sua mãe teve a chance de fugir, sua mãe não merecia essa chance. Juntou alguns poucos rumores do paradeiro da mesma e foi se aventurar pelos outros bairros do lado leste de Eden - já que a mesma parecia ter sido enxotada de volta para esse lado do Giom - até finalmente chegar a Suketh. Prometeu que não sairia dali até conseguir resposta e acabou por conseguir, a conversa com sua mãe foi quase insuficiente o que fez com que Roxanne saísse da casa e limpasse a poeira da sola de seus sapatos, mas a máscara de valentia não demorou muito a cair, afinal já eram 26 anos nessa luta sem fim e cada vez que se debatia contra suas próprias amarras, mais elas pareciam prender seus braços e suas pernas, lentamente a puxando para baixo como areia movediça.
Em um beco da zona leste, ainda no território que depois ela chamaria de lar, a Shah desmoronou. Desejava alguém que a ajudasse, que pudesse dizer o que ela deveria fazer, que a acompanhasse para algum caminho mais leve, mais rápido, ao menos alguém que mostrasse que a vida era muito mais do que aquele terrível ciclo em que ela se encontrava, girando eternamente em alguma danação terrestre. É fácil cair na lábia de uma cobra se ela diz que existe uma fruta no campo queimado que alguma vez você já ousou chamar de jardim, palavras de libertação alcançaram seus ouvidos somente um pouco antes de presas encontrarem a pele de seu pescoço e finalmente entendeu que a vida era muito mais do que seu terrível ciclo.
A não-vida fez com que Roxanne se libertasse, de repente as preocupações mundanas de um mortal eram coisas de um passado distante ao sol. As palavras e a graça de Seth sempre foram vistas pela Shah como uma benção e nada menos que isso, cada restrição causada por sua nova condição era mil vezes melhor do que as amarras de sua vida mortal e no final de conta, grandiosos poderes como os dela - ou de seus outros irmãos da noite - pedem por algum tipo de sacrifício, tudo tinha um preço e ela entendia disso mais do que nunca. Nas noites, Roxie encontrou a força que lhe tinha sido roubada durante todos aqueles anos, agora se portando com maestria no complexo jogo da não-vida, sempre de cabeça erguida como se fosse dona de onde quer que pise - talvez porque muitos setistas pensem assim - sem mais sonhar, mas agindo conforme seus sonhos.
Mas tantos outros ainda precisam encontrar a liberdade por aí…
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"Caralho!", resmungou indo em direção a proa do iate, na expectativa de ficar sozinha.
Dani não acreditava que deu o azar de encontrar o homem sobre o qual publicou uma matéria na semana anterior. A manchete, destacada na capa do jornal Papiro Daily, dizia sem pudor: 'Homem misterioso revelado: entenda quem está por trás da falsificação das três obras do Le Musée d'Éternité', com a assinatura logo abaixo: 'por Doh Dani'. Ela não se arrependia, muito pelo contrário, estava orgulhosa de um trabalho tão minucioso em tão pouco tempo — além de sempre ter um sabor delicioso derrubar homens brancos, ricos e corruptos. Mas esse não era o ponto. A questão que a irritava era o fato de que, mesmo rastejando, aqueles parasitas filhos da puta ainda tinham seu valor. O sabor era amargo, no fim das contas.
O encontro, é claro, não foi dos melhores, ameaças e palavrões foram ditos, isso sem contar as ofensas misóginas ditas pelo filho da puta que não tirava o sorriso do rosto, como se estivesse feliz em vê-la.
"Mas que caralho!", chutou o chão de leve, procurando o maço de cigarros na bolsa preta.
Sequer olhava para frente quando não só encontrou o que queria, como fechou os olhos e contou até dez, tentando se livrar da irritação de uma nova dor de cabeça: estava sem cigarros.
"Puta que me pariu, viu!", praguejou e abriu os olhos, observando as luzes da cidade.
Decidida a extravasar, jogou a bolsa no chão de madeira e se aproximou do corrimão da proa. Ao segurar com firmeza no metal, começou a desabafar com a água, em coreano:
"Por que eu preciso passar por essas coisas? Já não é suficiente tudo o que vêm acontecendo?", perguntou retoricamente e respondeu a si mesma em seguida: "É, exatamente, não é justo!", bufou irritada e subiu em um dos corrimãos, inclinando o corpo para frente e se debruçando como uma criança inconsequente e dramática. "Shibal! Esse filho da puta! Se eu não tivesse no meio de uma festa e ele não fosse a porra de humano, seria uma estaca bem enfiada no peito! Só uma!"
Foi então que ouviu um barulho atrás de si e, ainda segurando firme na barra de ferro, ergueu o corpo olhando para trás, vendo muse. "Oi, tudo... bem?, foi a única coisa que disse, pensando no quão estranho deveria ser para a pessoa vê-la pendurada no corrimão de um iate parado, xingando em coreano, quase dando uma de Rose Dawson em Titanic.
Qual o nome do seu personagem? Há alguma razão por trás da escolha? ― De origem sino-coreana, Ha (昰) significa verão, grandeza e/ou talentoso, enquanto Yun (昀) significa luz do sol ou consentimento. Os pais de Hayun tinham em mente uma criança feliz, animada, mas com sabedoria para obter sucesso no que decidisse seguir como carreira. Já o nome Florence, ela mesma não pensou muito sobre. De origem do latim, significa florescer, prosperidade. Pensando em retrospectiva, era isso que ela mais queria no momento. Queria paz, mas também queria, no fundo do seu coração, seguir em frente.
Quais os objetivos dele em Eden? ― Viver. Florence quer aproveitar os anos que lhe foram tirados em vida, e não sabe quantos séculos sente que vão ser necessários para isso. Meio sem rumo, meio querendo ao máximo ajudar aqueles que precisam, Flor sente como se lutando uma batalha nas sombras (se não realmente fazendo isso).
✦ ― 오신다던 님은 기별이 없다
Cite, pelo menos, 3 inspos que combinam com seu char. ― Shinobu Kocho (Kimetsu no Yaiba), clotted cream cookie (Cookie Run Kingdom), Cale Henituse (Trash of the Count's Family).
Descreva seu personagem em 5 aesthetics. ― caderno com todas as folhas preenchidas, coleção de bichinhos de pelúcia, filmes da ghibli em tarde preguiçosas, caneta tinteiro, discutir teorias da conspiração tarde da noite.
Qual aspecto do clã escolhido você mais gostaria de explorar com o personagem? ― Quero que ela perceba que sua justiça é falha. Em algum momento ela vai se aproximar das outras pessoas do clã e perceber que tá todo mundo fazendo o melhor pra lidar com a própria situação.
✦ ― 죽어서도 원망하리
Como seu personagem lida com os humanos e sua alimentação? ― Lida com humanos da mesma forma que qualquer outro ser vivo, com respeito e atentos olhos cheios de si, com confiança que está fazendo o melhor que a situação permite. Só bebe sangue de animais que já iriam morrer, e quando se alimenta de humanos, somente em situações específicas (como quando saí para sua pequena caça). Ninguém sabe, e faz de tudo para permanecer assim. Faz de tudo que suas presas humanas permaneçam em segredo. Nem que precise levar o humano ainda vivo para o esgoto.
Liste os tipos de interação que mais te agradam e que gostaria de desenvolver na dash. ― Algumas coisas eu tenho em mente, como alguém que tenha o senso de justiça oposto do dela, ou a faça perder o controle e se irritar de verdade (ou no caso, mostrar que se irrita, porque se irritar de verdade nem é tão difícil). Alguém que a faça perder as estribeiras, digamos assim. Mas umas amizades soft, alguém que ela possa confiar e mostrar sua verdadeira face, isso seria um ou dois, no máximo. Mas ter em quem confiar faria bem pra ela. Não só de angst vive o homem. Mas é sempre bem vindo, ANGST !!! Quero.