Me sinto um monstro.
Aquelas palavras que me impediam, parecia que não funcionavam mais. Não acalmavam como antes, me sentia o mesmo monstro que precisava ser detido. E a única forma de sair de mim seria fazendo o sangue jorrar novamente.
Toda dor, toda mágoa, coração partido, TUDO de ruim ia embora com todo esse sangue que escorria pelo meu corpo. E, naquele momento que a dor emocional está no ápice, a dor física parece cosquinha.
E depois de ver todo aquele sangue, a sensação de liberdade, em meio a essa prisão, é de paz, é um sensação de alívio. Me sinto um monstro por sentir essas coisas, mas com essas marcas, me sinto um monstro controlado, calmo, e capaz de suportar mais um pouquinho.














