nĂŁo entender nada do que estava acontecendo com a pessoa mais importante de sua vida era algo suportĂĄvel comparado ao sentimento de impotĂȘncia que a cada segundo foi deixando de ser um incomodo chato no fundo do estĂŽmago, para se tornar algo desesperador a cada segundo que se passava. perdeu a conta de quantas vezes tentou algum tipo de contato cara a cara, no qual sempre acabava com a mesma frase dita de diferentes formas por todos os membros membros do fortnight atĂ© o momento que nem os meninos conseguiam dizer onde @ss-hyukâ se encontrava. "ele nĂŁo quer ver ninguĂ©m agora", "onde ele estĂĄ?" e "nĂłs somos melhores amigos e deverĂamos cuidar um do outro, porra!" eram algumas das coisas ainda conexas que rondavam sua mente de maneira simultĂąnea a cada uma das mensagens enviada na esperança de uma resposta e a cada Ășltimo toque antes de cair na caixa postal- o que aliĂĄs ela jĂĄ tinha conseguido lotar.Â
as mĂŁos mesmo que tremulas jĂĄ digitavam com agilidade todos os portais de fofoca que sempre acompanhava para saber da vida de seus idols favoritos, nunca agradeceu tanto pela existĂȘncia de cada um dos paparazzis de seoul e o desrespeito com a vida alheia dos mesmos. demorou alguns minutos a mais que o habitual para conseguir sair com o carro da garagem e disparar a quase noventa por hora para o outro lado da cidade, rezando para que ele nĂŁo estivesse muito longe do Ășltimo lugar que foi visto. sabia que era imprudente dirigir daquele jeito, principalmente quando estava naquele misto de sentimentos que a faziam querer gritar; mas naquele momento nada seria capaz de impedir min jiyoon de encontrar hyuk. precisava ver com os prĂłprios olhos que eles estava inteiro por fora, e estar perto o suficiente para ajudĂĄ-lo a juntar e colar todos os pedaços do emocional do mais velho. ainda nĂŁo tinha ideia do que estava acontecendo, porĂ©m o aperto constante em seu peito dizia que apenas ela poderia ajudar a resolver. Â
a rua desconhecida iluminada apenas pelas luzes da boate ali localizada fez com que um calafrio subisse por toda a extensĂŁo da espinha de yoon, fato que ela resolveu ignorar ao estacionar o carro de qualquer jeito e marchar atĂ© o outro lado da rua. sabia que aquela situação era inusitada e quem visse de fora acharia no mĂnimo cĂŽmico uma menina como a pequena sun em um lugar como aqueles, e isso sĂł se confirmou devido ao comentĂĄrio infame do segurança sobre ela nĂŁo parecer nada com as garotas que trabalhavam ali. os olhos se reviraram foi o mais prĂłximo de uma resposta que o homem conseguiu antes que a coreana estendesse todas as notas gordas que se encontravam em sua carteira e adentrasse o local sem mais avisos. o olhar se estendeu por toda a lotação, que sĂł a fez confirmar a teoria de que poderia reconhecer hyuk no meio de uma multidĂŁo quando momentos depois localizou o rapaz no bar.Â
a respiração estava ofegante e os olhos jĂĄ ardendo devido ao acĂșmulo de lĂĄgrimas que nĂŁo sabia se eram devido o alĂvio ou desespero. foi quando abriu a boca que percebeu que nĂŁo seria capaz de proferir nenhuma palavra naquele momento, entĂŁo fez o que sempre faz quando se encontram: se jogou no melhor amigo em um abraço desajeitado. Â













