˛ * ♡ EFFEMINATE MISOGYNISTIC GUY ⸻ ainda me lembro de encontrar com RYDER REYES nos corredores de acadia high! ele era tão parecido com LUCAS LYNGGAARD TØNNESEN, mas, atualmente, aos 30 anos, me lembra muito mais CODY FERN. também fiquei sabendo que atualmente é CURADOR EM GALERIA DE ARTE e que ainda é CRIATIVO e EGOCÊNTRICO. uma pena acabar encontrando ele assim… não é possível que esteja envolvido com a morte de idris niven, certo?
SEKELETON ESCOLHIDO: 014.
GÊNERO DO PERSONAGEM: homem (cis).
AESTHETIC: cheiro de guache, primavera, manchas de tinta, jeans com crochet, explosão de cores, hematomas roxos, camisas transparentes, coleção de vinil, móveis de madeira, pílulas da felicidade, cheiro de fumaça, textura de veludo.
& * YOU GOT A CRUSH ON ME?
a família reyes é conhecida por ter uma grande rede de gravadoras pela europa e austrália, algumas galerias de artes administradas pelos avós, mas o nome explodiu com o sucesso do astro do rock anthony reyes. ryder nasceu de uma groupie que se apaixonou por tony, mas depois de ter o filho apenas desapareceu no mundo. o rockeiro nunca deixou de lado seu espírito selvagem e muitos anos da vida de ryder foram passados com os avós em brighton. o grande contraste entre a mansão cheirando a álcool com fluídos corporais e a grande casa de campo cheirando a eucalipto. por conta dessa criação, ryder nunca foi pressionado a ser uma pessoa que não era e muito pelo contrário, o seu lado julgado afeminado e artístico sempre foi muito incentivado. durante todo o ensino fundamental ele era ensinado as artes, a pintura, a escultura, a fotografia e se mostrava muito que feliz com isso. entretanto ser bom, na verdade, incrivelmente bom em algo com tão pouca idade cria um ego maior do que o pode controlar.
no ensino médio não havia mais a piada sobre o seu jeito, sobre a pessoa que era. ryder muito facilmente conseguia tudo com um sorriso e palavras que ele cultivava com muito empenho. o rosto manchado de tinta e as roupas mais andróginas. ser convidado para uma festa do pijama majoritariamente feminina, ouvir tudo que pensavam e talvez até conseguir algo com uma delas no banheiro. estrelar a peça da escola e ter um quadro emoldurado no saguão da escola. dar uma festa em uma cabana perto do lago e facilitar o contato da classe com as drogas. por que não? ele conseguia tudo que queria com aquilo, quem ele quisesse e o que ele quisesse. não que alguém como idris fosse entender. porque ryder precisava daquelas coisas, porque ele era o melhor, porque ele estava acima e porque ele podia. se algum outro garoto cantasse uma menina tão bonita, era só ele presentear com algo feito a mão e dizer que foi feito do coração. comprar uma peça de roupa cara e dizer que ficaria linda nela. o coração era conquistado de formas simples e ele sabia exatamente o que fazer para isso. porque quando voltava para casa os avós estavam ocupados demais ou viajando, ele trazia quem ele queria. ou então tinha de ficar na casa do pai e aguentar os gritos pelos corredores, a música alta e as agressões de um bêbado. ryder amava o som de um coração partido.
não precisa se dizer que ele se formou com honra no colégio. que frequentou uma das melhores universidades do mundo, oxford, e se graduou com êxito em artes visuais, que fez uma pós em história da arte na frança. que foi empregado em uma das maiores galerias de artes, com seus trabalhos expostos em vários lugares enquanto subia cada vez mais na curadoria. aos poucos conquistava seu espaço próprio, bom, quase, deixando o que um dia foi o ensino médio cada vez mais fraco em sua memória. mesmo com as investidas de idris, que ryder não fazia ideia ser dele. os presentes e ligações bizarras no meio da noite que entendia como um trote, algo para assustá-lo que apareciam muito de vez em quando. até a notícia da morte do ex-colega de classe. pensou, e disse também, que provavelmente podia ser um suicídio. afinal, era ryder? não podia realmente ser um colega de turma, não? aquelas investigações não faziam sentido em sua cabeça.
˛ * ♡ EXTRA ⸻ board.
















