— basic info
Eu juro que vi o skeleton 5 lá no píer de Santa Monica! Keith Lim é um homem cisgênero de 24 anos. Pelo que eu soube, ele estuda Fisioterapia na universidade. Dizem que Kei é muito amigável, mas também pode ser um pouco incostante. Na luz do sol da California, se parece bastante com Park Seoham.
— about the skeleton (créditos youngbloodhqs)
Tatuagens pelo corpo todo, personalidade calma, vontade de ganhar o mundo e ao mesmo tempo se sentir incapaz de sair de Santa Monica.
Já brigou (com direito a levar um soco na cara) com o SKELETON 6
Namorado da SKELETON 10
— biography
Keith nasceu e sempre viveu na Califórnia: seu pai era um aluno intercambista apaixonado pelos Estados Unidos e finalmente enxergava ali uma possibilidade de traçar o próprio caminho longe da cobrança familiar nas terras ocidentais. Foi em sua graduação na UCLA que conheceu Natalie, a americana que se tornaria não somente sua futura esposa, mas também a mãe de Kei, com quem logo engatou um romance e está junto até os dias atuais.
Por ter suas raízes no país, o garoto recebeu um nome em inglês, porém mantendo o sobrenome coreano de seu pai, o que por alguns anos causou estranhamento para professores e colegas de turma que não sabiam o pronunciar e invertiam a ordem dos mesmos, fazendo com que o menino adotasse apenas Kei como forma de se identificar para poupar seu tempo e paciência.
Kei cresceu tentando se misturar aos demais, adorava futebol americano, sempre teve amor ao seu país, era viciado em fast food e seguia mais dois ou três estereótipos americanizados, mas também tinha curiosidade em sair dali e viver algo que mudaria sua vida completamente, tal como seu pai fizera no passado, entretanto os anos foram passando e o garoto nunca saiu da ensolarada Califórnia.
O ensino fundamental se tornou ensino médio e o deu uma adolescência tranquila, que garantiu não somente uma boa personalidade, mas também uma combinação de DNA excelente que o tornou atraente quando começou a pensar em garotas e garotos.
Sempre foi calmo e gentil, levemente mimado e extrovertido, aproveitando a liberdade que tinha dos pais pra sair com os amigos ou virar a noite jogando com eles em seu próprio quarto.
Ser filho único teve suas vantagens, a principal delas era ser o xodó dos pais, que também o apoiaram em praticamente tudo, inclusive no pedido pra fazer sua primeira tatuagem aos 16 anos (que foi atendido desde que ela fosse pequena).
Com 17 fizera mais algumas pequenas e discretas também, com 18 já havia passado da marca das 10 tatuagens, todas escondidas embaixo de moletons e blusas de manga pra que não atrapalhasse seu futuro se seguisse uma carreira profissional mais conservadora.
A formatura com quase 19 anos se tornou a aplicação pro campus mais próximo de casa e a chama no coração, de abrir asas e voar pra longe, estava mais uma vez perdendo a combustão.
O e-mail com a aceitação parabenizando o desempenho do rapaz o levou pra faculdade de Fisioterapia e agora que estava quase a terminando, já tinha tudo o que precisava exatamente onde estava: uma família amorosa, uma namorada perfeita a quem amava, amigos pra toda hora e uma estabilidade que o mantinha numa zona de conforto que se tornou uma bolha. Mas não conseguia nunca abandonar a sensação de que precisava ir mais longe e não alcançaria isso em Santa Monica.
— trivia
Atualmente Kei tem mais de 30 tatuagens espalhadas pelo corpo, algumas grandes cobrindo suas coxas e costas completamente, outras menores espelhadas pelos braços, peitoral, barriga e pescoço. Ele as mantem escondidas na faculdade e no seu dia a dia, fazendo com que só seus pais, Dahlia e poucos amigos que já o viram sem camisa/só de cueca tenham conhecimento sobre as que não estão em seus braços.
Dahlia foi sua primeira e única namorada até o momento, o rapaz se apaixonou pela amiga ainda na adolescência e só tomou coragem pra se declarar pra ela no último ano do ensino médio, quando começaram o relacionamento e estão juntos até hoje, dividindo um apartamento.
Seu esporte favorito é futebol americano, que ele pratica há anos, apesar de nunca ter tentado se profissionalizar no mesmo. O coreano também gosta de nadar e já ganhou duas competições de natação no ensino médio.
A cor favorita do rapaz é o preto, o que faz com que suas roupas, acessórios e até as tatuagens sejam desse tom.
Keith nunca teve interesse em fumar, seja cigarro ou maconha, ou usar qualquer tipo de droga, mas costuma beber algumas vezes e fala demais quando está alcoolizado.
Diferente do que algumas pessoas acham, Keith é fluente não somente em inglês e coreano, mas também em japonês pelo seu sonho de ir embora do país para alcançar lugares maiores.
Seu talento secreto é dança, fazendo com que ele saiba algumas coreografias de kpop e passos de trend do tiktok, mas isso é algo que ele nunca vai tornar público.
Ele se descobriu bi com 16 anos e é assumido. Apesar de nunca ter tido nenhuma experiência homossexual, já teve uma quedinha ou outra por homens famosos e personagens de quem gosta.
— wanted connections
Confira aqui.


















