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Darling You gave me life Even tho was only sensations Then you took it away and brake me from de inside out You could live without me and without my imperfections I know you think about me And doesn't even know how to hide By being sick Or giving a such a bad lie I couldn't lost I just couldn't Fighting the battle i thought Maybe i'd win Even tho i wouldn't And that's the harderst part Keep feeling like this Even when we're apart It's okay I don't love you anymore At least i think so But that i'll never know
Então, minha paixão por ele apenas cresce, e finalmente eu tive a oportunidade de mostrar ao mundo um pouco do seu trabalho, Compartilho com vocês o roteiro de uma dramatização feita por mim em homenagem a literatura e a ele
Roteiro Da dramatização poética[Escrito por: Layse Sales Dantas]
[Inicia-se a apresentação]
Aluno 1 (Introdução): Essa peça foi inspirada em dois poemas muito famosos, sendo eles: Ismália de Alphonsus Guimarães que foi trabalhado no bimestre anterior nos segundos anos pelas professoras de língua portuguesa, e O corvo de Edgar Allan Poe, uma autor muito importante para o gênero suspense e policial.
O poema o Corvo foi programado para ser lendário. Todos os seus versos e detalhes narrativos foram minuciosamente planejados pelo autor. Desde o cenário, o luto do personagem, até a entonação das falas de cada personagem.
A nossa idéia foi pegar a criação desses dois autores, juntamente com a música da banda omnia, a adaptação de Machado de Assis e um pouco da criatividade dos nossos alunos. A idéia principal foi mesclar os dois, onde Ismália seria antecedente do corvo, e o corvo, continuação de Ismália. Tendo dito isso, que o show comece!
{NARRADOR DITA E ISMÁLIA ENCENA}
ISMÁLIA (Poema de Alphonsus Guimarães)
Jorge e Clodoaldo
Quando Ismália enlouqueceu
Pôs-se na torre a sonhar
Viu uma lua no céu
Viu outra lua no mar
No sonho em que se perdeu
Banhou-se toda em luar
Queria subir ao céu
Queria descer ao mar
E num desvario seu
Na torre pôs-se a cantar
Estava perto do céu
Estava longe do mar
E como um anjo pendeu
As asas para voar
Queria a lua do céu
Queria a lua do mar
{Ismália pula e o suicídio concretiza-se}
As asas que Deus lhe deu
Ruflaram de par em par
Sua alma subiu ao céu
Seu corpo desceu ao mar
O CORVO – EDGAR ALLAN POE
{Adaptação por Machado de Assis}
{Inicia-se a música}
[NARRADOR]
Em certo dia, à hora, à hora Da meia-noite que apavora, Eu, caindo de sono e exausto de fadiga, Ao pé de muita lauda antiga, De uma velha doutrina, agora morta, Ia pensando, quando ouvi à porta Do meu quarto um soar devagarinho, E disse estas palavras tais: "É alguém que me bate à porta de mansinho; Há de ser isso e nada mais."
[NARRADOR] Ah! bem me lembro! bem me lembro! Era no glacial dezembro; Cada brasa do lar sobre o chão refletia A sua última agonia. Eu, ansioso pelo sol, buscava Sacar daqueles livros que estudava Repouso (em vão!) à dor esmagadora Destas saudades imortais Pela que ora nos céus anjos chamam Lenora. E que ninguém chamará mais.
[NARRADOR] E o rumor triste, vago, brando Das cortinas ia acordando Dentro em meu coração um rumor não sabido, Nunca por ele padecido. Enfim, por aplacá-lo aqui no peito, Levantei-me de pronto, e[PROTAGONISTA INICIA A CANTAROLAR A FALA]] "Com efeito, (Disse) é visita amiga e retardada Que bate a estas horas tais. É visita que pede à minha porta entrada: Há de ser isso e nada mais."
{MELODIA/COREOGRAFIA}
{PAUSA-SE A MÚSICA}
[NARRADOR] Minh'alma então sentiu-se forte; Não mais vacilo e desta sorte Falo: [PROTAGONISTA]"Imploro de vós, — ou senhor ou senhora, Me desculpeis tanta demora. Mas como eu, precisando de descanso, Já cochilava, e tão de manso e manso Batestes, não fui logo, prestemente, Certificar-me que aí estais." Disse; a porta escancaro, acho a noite somente, Somente a noite, e nada mais.
{A MÚSICA RETORNA}
[NARRADOR] Com longo olhar escruto a sombra, Que me amedronta, que me assombra, E sonho o que nenhum mortal há já sonhado, Mas o silêncio amplo e calado, Calado fica; a quietação quieta; Só tu, palavra única e dileta, Lenora, tu, como um suspiro escasso, Da minha triste boca sais; E o eco, que te ouviu, murmurou-te no espaço; Foi isso apenas, nada mais.
[NARRADOR] Entro coa alma incendiada. Logo depois outra pancada Soa um pouco mais forte; eu, voltando-me a ela: [PROTAGONISTA]"Seguramente, há na janela Alguma cousa que sussurra. Abramos, Eia, fora o temor, eia, vejamos A explicação do caso misterioso Dessas duas pancadas tais. Devolvamos a paz ao coração medroso, Obra do vento e nada mais."
{COREOGRAFIA}
{PAUSA-SE A MÚSICA}
[NARRADOR] Abro a janela, e de repente, Vejo tumultuosamente Um nobre corvo entrar, digno de antigos dias. Não despendeu em cortesias Um minuto, um instante. Tinha o aspecto De um lord ou de uma lady. E pronto e reto, Movendo no ar as suas negras alas, Acima voa dos portais, Trepa, no alto da porta, em um busto de Palas; Trepado fica, e nada mais. Diante da ave feia e escura, Naquela rígida postura, Com o gesto severo, — o triste pensamento Sorriu-me ali por um momento, E eu disse:[PROTAGONISTA] "O tu que das noturnas plagas Vens, embora a cabeça nua tragas, Sem topete, não és ave medrosa, Dize os teus nomes senhoriais; Como te chamas tu na grande noite umbrosa?" E o corvo disse:[CORVO] "Nunca mais".
[NARRADOR] Vendo que o pássaro entendia A pergunta que lhe eu fazia, Fico atônito, embora a resposta que dera Dificilmente lha entendera. Na verdade, jamais homem há visto Cousa na terra semelhante a isto: Uma ave negra, friamente posta Num busto, acima dos portais, Ouvir uma pergunta e dizer em resposta Que este é seu nome: "Nunca mais".
[NARRADOR] No entanto, o corvo solitário Não teve outro vocabulário, Como se essa palavra escassa que ali disse Toda a sua alma resumisse. Nenhuma outra proferiu, nenhuma, Não chegou a mexer uma só pluma, Até que eu murmurei: [PROTAGONISTA]"Perdi outrora Tantos amigos tão leais! Perderei também este em regressando a aurora." E o corvo disse: [CORVO]"Nunca mais!"
[NARRADOR] Estremeço. A resposta ouvida É tão exata! é tão cabida!
[PROTAGONISTA] "Certamente, digo eu, essa é toda a ciência Que ele trouxe da convivência De algum mestre infeliz e acabrunhado Que o implacável destino há castigado Tão tenaz, tão sem pausa, nem fadiga, Que dos seus cantos usuais Só lhe ficou, na amarga e última cantiga, Esse estribilho: "Nunca mais".
[NARRADOR] Segunda vez, nesse momento, Sorriu-me o triste pensamento; Vou sentar-me defronte ao corvo magro e rudo; E mergulhando no veludo Da poltrona que eu mesmo ali trouxera Achar procuro a lúgubre quimera, A alma, o sentido, o pávido segredo Daquelas sílabas fatais, Entender o que quis dizer a ave do medo Grasnando a frase:[CORVO] "Nunca mais".
{RETOMA A MÚSICA}
[NARRADOR] Assim posto, devaneando, Meditando, conjeturando, Não lhe falava mais; mas, se lhe não falava, Sentia o olhar que me abrasava. Conjeturando fui, tranqüilo a gosto, Com a cabeça no macio encosto Onde os raios da lâmpada caíam, Onde as tranças angelicais De outra cabeça outrora ali se desparziam, E agora não se esparzem mais.
[NARRADOR] Supus então que o ar, mais denso, Todo se enchia de um incenso, Obra de serafins que, pelo chão roçando Do quarto, estavam meneando Um ligeiro turíbulo invisível; E eu exclamei então:[PROTAGONISTA] "Um Deus sensível Manda repouso à dor que te devora Destas saudades imortais. Eia, esquece, eia, olvida essa extinta Lenora." E o corvo disse: "Nunca mais".
{COREOGRAFIA}
[PROTAGONISTA] “Profeta, ou o que quer que sejas! Ave ou demônio que negrejas! Profeta sempre, escuta: Ou venhas tu do inferno Onde reside o mal eterno, Ou simplesmente náufrago escapado Venhas do temporal que te há lançado Nesta casa onde o Horror, o Horror profundo Tem os seus lares triunfais, Dize-me: existe acaso um bálsamo no mundo?" E o corvo disse:[CORVO] "Nunca mais".
[PROTAGONISTA] “Profeta, ou o que quer que sejas! Ave ou demônio que negrejas! Profeta sempre, escuta, atende, escuta, atende! Por esse céu que além se estende, Pelo Deus que ambos adoramos, fala, Dize a esta alma se é dado inda escutá-la No éden celeste a virgem que ela chora Nestes retiros sepulcrais, Essa que ora nos céus anjos chamam Lenora!” E o corvo disse:[CORVO] "Nunca mais."
[PROTAGONISTA] “Ave ou demônio que negrejas! Profeta, ou o que quer que sejas! Cessa, ai, cessa! clamei, levantando-me, cessa! Regressa ao temporal, regressa À tua noite, deixa-me comigo. Vai-te, não fique no meu casto abrigo Pluma que lembre essa mentira tua. Tira-me ao peito essas fatais Garras que abrindo vão a minha dor já crua." E o corvo disse:[CORVO] "Nunca mais".
[NARRADOR] E o corvo aí fica; ei-lo trepado No branco mármore lavrado Da antiga Palas; ei-lo imutável, ferrenho. Parece, ao ver-lhe o duro cenho, Um demônio sonhando. A luz caída Do lampião sobre a ave aborrecida No chão espraia a triste sombra; e, fora Daquelas linhas funerais Que flutuam no chão, a minha alma que chora Não sai mais, nunca, nunca mais!
{ENCERRAMENTO}

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Fases...
“ It's so quiet here And I feel so cold This house no longer Feels like home “
Quando você se aproveita do trabalho de praticas experimentais para ficar bonita e postar nas redes sociais
You should see me in a crown

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All living things are always trying to keep living
A orginized place keeps a organized mind
Even in my widest and quietest dreams i'll find you

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Too tired to invent a title {Diary of random things #2}
(07/08/19)
¨¨Thinking, thinking, thinking.¨¨
¨¨Saying, saying, saying.¨¨¨
Where’s the doing? why there’s always has to be so much talking, speaking and so less doing? Fuck, i’m a doer, i like to do things. Stop talking and crying wolf about it and everything else.
JUST DO IT
If you wanna kiss her, just do it. If you don’t, just tell her. If you wanna go, do it and let her go either.No one likes a person who knows what it wants but don’t admit it and say it out loud, or a person who admits it, but don’t do nothing about it. Stop wasting everyone’s time by doing nothing. My time for making you make a decision, the person’s heart you’re playing with, and wasting your own.
The time we spend on earth is the definition of our lives.In conclusion:
STOP WASTING EVERYONE’S LIFE AND DO SOMETHING, ASSHOLE