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Los Angeles Public Library Unveils the Worldâs Largest Pop-Up Book
Kirsty Elson Transforms Driftwood and Detritus into Whimsical Animal Sculptures
Arte dos restos do lixo.
1135. Yoshiyuki Nishimiya /// House in Matsuyama Hirata /// Matsuyama, Ehime, Japan /// 1984-85
OfHouses presents: Japanese Fields OfHouses, part V. (Photos: © Shinkenchiku-sha. Source: âJutakutokushuâ 11/1989; Yoshiyuki Nishimiya Architect and Associates Archive.) â This project will be published in our upcoming book: âJapanese Fields | OfHouses.â
1038. Sergio Puente & Ada Dewes /// Jungle House (La Casa del Ojo de Agua) /// Santiago Tepetlapa, Tepotzlan, Mexico /// 1985-90
OfHouses presents: Readings, part V - âThe House Bookâ.  (Photos: © R. Bryant. Source: John Welsh, âModern Houseâ, London: Phaidon Press, 1995; Christine Desmoulins, â25 maisons individuellesâ, Paris: AMC Moniteur, 2002; Charles Knevitt, âShelter - human habitats from around the worldâ, San Francisco: Pomegranate Artbooks, 1996; Nonie Niesewand, âContemporary detailsâ, London: Mitchell Beazley, 1992; âThe House Bookâ, London: Phaidon Press, 2004.)

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1023. de la Guardia Victoria Architects (Maria de la Guardia & TeĂłfilo Victoria) /// CaâZiff /// Coconut Grove, Miami, Florida, USA /// 1989-92
OfHouses presents: Readings, part II - Charlotte Von Moos, âIn Miami in the 1980s: The Vanishing Architecture of a Paradise Lostâ.  (Photo: © Liz Felicella, Rogier van Eck, Steven Brooke, Horst Neumann. Source: Metropolitan Home 06/1991; Abitare 325/1994; Bauwelt 12/1995.)
HelgessonGonzaga - Tjurpannans house, Grebbestad 2022. Photos © Mikael Olsson.
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A Series of Meticulously Carved Panels Combine Layers of Color to Make Tugboat Printshopâs âRiverâ Woodcut
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Sylviaâs tree frog, ïżŒCruziohyla sylviae
Through Whimsical Wooden Sculptures, Christian Verginer Explores Childhood Curiosity and Connection

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Thousands of Used Tea Bags Assemble in Ruby Silviousâs Delicate Full-Size Garments
Vibrant Patterns Envelop Dozens of Mythical Animal Sculptures That Explore the Folk Art Traditions of Mexico
Arte IncrĂvel
Speckled, Crackled, and Kintsugi Sheets of Ceramic Cloak Lisa Agnetunâs Tiny Spirited Ghosts
Pensão Zezé, d. 1980 / Canal Eduardo Souto*
âVALDECANS-BELĂM 19:15h - O Ten. AURĂLIO, reuniu a turma e avisou que o embarque seria no dia seguinte, 10 de março, Ă s 05:00h e que nĂŁo seria permitida nenhuma saĂda da base. ApĂłs uma reuniĂŁo no alojamento, o Micheloni convocou a garotada para um pequeno passeio na cidade de BELĂM e o primeiro problema era driblar o Ten. AURĂLIO. O segundo era arranjar uma condução, uma vez que a Base ficava distante da cidade.
Reunido o grupo, caminhamos ate o portĂŁo da guarda, onde o sentinela americano foi logo pedindo os passes, em um inglĂȘs com sotaque do Texas. A uma voz de comando do Micheloni, começamos todos a falar rapidamente em portuguĂȘs e gesticulando mais que italiano. O gringo ficou doidĂŁo e nĂŁo entendeu nada. Depois de soltar vĂĄrios palavrĂ”es abriu a cancela e mandou todos nĂłs para o inferno.Â
Aguardamos fora do portão algum tempo até que surgiu um caminhão basculante, que nos levou até o centro de Belém. Resolvemos visitar o Canal Zone, onde percorremos algumas pensÔes e boates e apesar da hora, 20:30h, o movimento era intenso.
Entramos na PensĂŁo da ZEZĂ, onde havia uma mistura de marinheiros, fuzileiros e soldados, brasileiros e norte-americanos, bem como muitos civis, todos na maior zorra. Junto com o Teixeira, Cardoso e Borges, conseguimos uma mesa junto Ă pista, enquanto o Micheloni ensaiava dançar um tango com uma mulata vestida de vermelho.
Nesta altura dos acontecimentos, o Ten. AURĂLIO, acompanhado de um capitĂŁo americano entrou na PensĂŁo, Ă nossa procura. A um aviso de debandar, saĂmos pela porta dos fundos e fomos direto para a Praça da RepĂșblica onde pegamos um tĂĄxi, retornando Ă base, esperando a bronca que iria virâ.
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Na Pensão da Zezé ~ Sentando a pua
* Dica do Prof. Marcellino Moreno
Companhia de Transportes Sul Americana, d. 1950 / Revista da Associação Comercial do Rio de Janeiro (1953)Â
âOs jornais do inĂcio de 1948 publicavam tambĂ©m foto do primeiro âDirigĂvel PĂ©rolaâ que começava a circular. No decorrer do tempo, foram cinco ao todo. Eram ĂŽnibus prateados, ou perolados, cuja carroceria imitava o formato de um âblimpâ ou balĂŁo, como os que os americanos utilizaram, durante a Guerra.
(âŠ)
Os nosso dirigĂveis foram, na verdade, criação da Viação Sul-Americana, de propriedade do contador do Banco Ultramarino ClĂłvis Ferreira Jorge & sĂłcios. E eram construĂdos na IndĂșstria SĂŁo JosĂ© de Ribamar LTDA., igualmente de sua propriedade. Tinham carroceria de madeira, ferro e flandres, pintados externamente na cor alumĂnio. O interior era me couro acolchoado. Em vez de cobradores, eram tripulados por âaeromoçasâ. No inĂcio dos anos 60 foram vendidos para Manaus e SĂŁo LuĂs. Antes disso, porĂ©m, inspiraram ainda uma marchinha carnavalesca assinada pelo Prof. Clodomir Colonino: âMamĂŁe eu quero, quero / andar de zepelim, / com tanta mulher boa / dando sopa, estĂĄ pra mimââ
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Armando Mendes ~ A cidade transitiva (1998)*
*Excelente dica do pesquisador José Maria de Castro Abreu Jr.

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