ヽ ⠀ ⠀ ♡ ⠀ ⠀ ՙ ⠀ ⠀ preencha o juramento antes de continuar : em nome da excalibur, ❪ MARY-JUDE D'ORLEANS ❫ em seus ❪ VINTE E QUATRO ❫ anos, jura seguir o legado ❪ TIANA E NAVEEN ❫ durante a sua estadia na academia dos legados. com a sabedoria concedida a ela, deve se manter caminho da luz enquanto conclui o ❪ MÓDULO II ❫. com a bondade tocada em seu coração, recebe ❪ SOLICITUDE ❫ e não se permite ser corrompida por ❪ TEIMOSIA ❫. por último, é deixado um corte na mão de ❪ YARA SHAHIDI ❫ como prova de seu comprometimento com a luz.
traços positivos: altruísta, confiante, corajosa, obstinada, charmosa, observadora e cortês.
traços negativos: teimosa, vaidosa, impaciente, reservada, franca, argumentativa e egocêntrica.
inspirações: rachel green (friends), villanelle (killing eve), sarah cameron (outer banks), buffy summers (buffy the vampire slayer), carol danvers (marvel), angela hayes (american beauty), maddy perez (euphoria), morrigan (acotar), daisy jones (daisy jones & the six).
gostos: dias de sol, laranja (a fruta), vinho branco, noites estreladas, cheiro da comida de sua mãe, lagos e rios, trilhas, flores, roupas confortáveis.
o que todos esperavam sobre a primeira filha de tiana e naveen era o completo oposto do que eles aplicavam. todos acreditavam que seus pais seriam do tipo que colocariam as mais diversas responsabilidades em suas costas – o que nunca fora verdade. sempre deixaram mary-jude escolher o que bem entendia, desde que fosse algo benéfico para a família. e ela sempre honrou aquela liberdade que tivera. seus pais tinham dons naturais e o que mais a deixava frustrada era que não era boa em nenhuma das duas coisas. estar dentro de uma cozinha era como um filme de terror, as panelas correriam dela, se pudessem. e os instrumentos, então… nem se fala. mas mary-jude descobriu ser muito boa ouvindo as pessoas e as ajudando, da maneira mais direta da palavra. ser empática sempre trouxe bons frutos para suas relações interpessoais.
mesmo que não admita, talvez seja a mais " certinha ” de seus irmãos (e um pouco careta). claro que suas opiniões sobre os legados dos vilões não são as mais tradicionais, jude acredita que todos devem ter uma chance de recomeçar e em segundas chances, mas sequer ousa colocar os pés em castigo; preza muito por sua vida e tudo que os d’orleans representam em storydom. no momento, não está trabalhando em lugar nenhum, já que o módulo que está na academia tem sugado, metaforicamente, toda a sua energia, mas adorava quando podia ajudar o pai em ousadia e alegria.
quando chegou na academia, era um misto de sensações que jamais havia vivido. estava nervosa, empolgada e até mesmo com medo do que poderia acontecer, caso não apresentasse nenhuma habilidade mágica. e se fosse mais alguém sem magia? o que seria de si? todas aquelas preocupações simplesmente sumiram quando sentiu algo borbulhar dentro de si, como se fossem bolhas de champagne descendo pela garganta e se espalhando pelo corpo. não havia entendido muito bem o que estava acontecendo, mas aos poucos seus sentidos principais foram sumindo, como se estivesse dando lugar a outra coisa… e em um passe de mágica, ela soube ! a verdade é que jude tem receio de usar suas habilidades, visto que não sabe até onde a controla e o que ela pode fazer e evita a todo custo a demonstrar.
está no terceiro ano do módulo II e simplesmente seus pesadelos tem se tornado “realidade”. ela odeia admitir, mas sempre fora uma eximia aluna e com notas exemplares, mas nunca acreditou sobre o que diziam – até chegar no módulo II. ela sente-se insegura sobre tudo o que aprendeu e tem medo de reprovar mais vezes que pode contar e assim, decepcionando a sua família. ela quer agradar a todos em todos os momentos, mas não entende em como isso também pode estar afetando seu progresso dentro da academia.
PERSONALIDADE
mesmo que a sua aparência seja de uma menina rica e que se preocupa somente consigo mesma, jude é totalmente ao contrário. ela é muito altruísta e faz o que está ao seu alcance para ajudar quem a recorre. se ela esta falando de algo que gosta, é alguém que tem certeza sobre suas palavras e dificilmente abaixa a cabeça para alguém que não seja seus pais. é um pouco teimosa com o que defende e não abre mão das coisas com facilidade, quando quer algo, precisa ser do seu jeito e nunca desiste, até conseguir - mesmo que ela mesma tenha que ir atrás.
HABILIDADE MÁGICA
MANIPULAÇÃO SENSORIAL – apesar de conseguir controlar os cinco principais sentidos (audição, olfato, paladar, visão e tato), jude não consegue usufruir ou utilizar em si mesma os cinco de uma única vez, por conta da habilidade exigir muito de suas capacidades. a mesma possibilita a melhora, redução ou remoção temporária, tal como fazer com que o alvo sinta coisas que não estão lá ou preveni-lo de sentir coisas que podem ser prejudiciais para os sentidos.
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thunder era a égua que mais tinha tido afinidade durante todos os anos de treino enquanto desenvolvia o gosto por hipismo. e durante o recesso, a visita aos estábulos havia aumentado significativamente, já que seu tempo disponível era grande. estava saindo de uma das baías com o animal já encilhado quando viu uma figura conhecida e se aproximou. pigarreou, para chamar a atenção e abriu um sorriso. era o melhor que ela conseguia fazer, era melhor bora dar um desconto. “ e ai, senhor hunter. o que me diz que uma corrida? ” sua pergunta tinha um tom divertido. ela havia sido desnecessariamente grossa com ele na noite da virada e não era a melhor pedindo desculpas - aquilo era o máximo. “ o perdedor prepara o jantar. ” fez referência ao assunto do outro dia, para demonstrar que estava brincando.
onde: torre oeste, dormitório nova york (quarto 508)
com quem: @leonslegacie
as coisas haviam ficado confusas no dia do salvador e mary-jude odiava aquele sentimento de haver coisas mal resolvidas. tudo bem que o clima entre ela e nyarko era sempre de estarem se alfinetando e implicando um com o outro, mas tinha saído correndo da feira de livros e aquilo era um tanto quanto rude. e se tinha uma coisa que ela não era, essa coisa era rude. estava ali para se desculpar e segurava um prato com as tostadas de sua mãe. bateu na porta e esperou que quem atendesse fosse o motivo de ela estar ali. ao ver a figura masculina, abriu um sorriso mínimo e estendeu o prato. “ será que você consegue me desculpar depois de ter saído correndo aquele dia? ” ora, não custava tentar.
ela claramente tinha ficado ofendida com aquela afirmação. ou seria uma acusação? acusação, certamente. primeiro, jude jamais faria qualquer tipo de atentado contra qualquer outro aluno, ela apenas... estava apenas estava fazendo algo que não deveria e havia sido pega. o seu único erro e assumia a culpa era por estar se esgueirando entre os corredores. por azar do destino, zeno tinha sido a pessoa que passou perto demais e ela se assustou. ela não o reconheceu de cara e JAMAIS teria feito aquilo com ele depois do... ah, você sabe! “ desculpa! eu não queria estrangular você, eu apenas me assustei com você aparecendo assim do nada! ” resmungou, soltando o rapaz depois de tê-lo empurrado contra a parede. “ você está bem? ”
negou com a cabeça e de um modo rápido, para que não tivesse nenhum tipo de atenção enquanto murmurava com tahdg. o que quer que ele fosse fazer com a informação que estava tentando fazer com que jude ouvisse, não funcionava daquele jeito. “ não sei sobre o que você ouviu que eu sei fazer, mas não funciona assim! eu não consigo ouvir o que eles falam, eu controlo o que eles podem ouvir, é diferente. ” tentou explicar de um modo de fácil compreensão. ela podia fazer mais que aquilo, mas não tinha uma super audição ou um dom da invisibilidade para chegar perto do pequeno grupo em uma mesa do canto. “ o que de tão importante eles estão falando? ”
o riso que soltou quando ouviu a pergunta do menino entregou que estava sem jeito de falar sobre aquilo. as areias de seatopia pinicavam suas canelas enquanto ela afundava os pés. deu um gole na água de côco. “ não é bem assim, também. coisas menos irrelevantes eu não gravo. mas é porque eu acho que não tem importância, mas sim. eu lembro as habilidades da maioria, sabe? é sempre bom saber o que se tem por perto. ” deu de ombros, como se aquilo fosse alguma coisa normal. talvez a d’orleans fosse um pouco paranoica com relação aos demais e suas habilidades, não sabia para o que usariam e por isso gostava de saber, para poder descobrir como usar a sua contra. “ é algo meio estranho? talvez, mas útil. ”
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deu um sorriso animado com a pergunta da amiga. sua expressão era tão evidente quanto qualquer outra. bem, a única regra era que não se afastassem tanto da academia e voltassem antes do toque de recolher. aquela regra seria respeitada, afinal, quem era ambas para quebrar a regra? estava com o braço atrelado ao da menina quando pararam em frente à uma loja de roupas. “ sim, nós vamos! isso não é divertido?! ” suas companhias para aquele tipo de saída costumavam ser anne e sua mãe, mas tem mais alguém era tão bom. “ já pensou no que quer? eu queria algo diferente... disso. ” apontou para aquelas roupas na vitrine, que pareciam mais para bonecas e princesas.
onde: torre central, dormitório paris (quarto de jude)
com quem: @chamaaallera
tombou a sua cabeça de lado, dando de ombros. mary-jude não era boa em muitas coisas que envolvesse comida, mas ela fazia doces como ninguém e banoffee era a sua especialidade. deu uma risadinha com a pergunta de allera. “ eu tenho cara de quem não é confiável? ” soltou uma risadinha e negou com a cabeça. entregou um prato com uma fatia do doce para e a menina, junto de um talher. “ olha, eu sei que as coisas na academia estão... estranhas. mas eu só quero ajudar, de verdade. não estou pedindo para que eu seja sua melhor amiga, só que pode dividir esse peso comigo, se quiser. ” sorriu, sentando na frente dela com o seu respectivo pedaço.