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House M.D.

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Eu jĂĄ escrevi melhor. Eu jĂĄ estive melhor. Eu jĂĄ fui melhor.
a questĂŁo sobre o fim Ă© que ele ficou martelando na minha cabeça durante meses, enquanto eu me culpava sobre o que poderia ou nĂŁo ter feito pra que a gente continuasse juntos. mas as perguntas estavam erradas. o que eu estava tentando obter do universo nĂŁo era a resposta do porquĂȘ de vocĂȘ ter ido embora, mas sim um sinal de que pudesse dar certo novamente. mas adivinha? nĂŁo deu. vocĂȘ nĂŁo retornou minhas ligaçÔes, eu tambĂ©m parei de correr atrĂĄs, fomos nos distanciando dia apĂłs dia, caminhando para lugares distantes, com outras pessoas e sensaçÔes. enquanto eu tentava me curar do que vocĂȘ foi na minha vida, vocĂȘ tambĂ©m tentava se curar, provando de outras lĂnguas, transformando o conceito de casa, outrora nosso, em uma histĂłria que ria e compartilhava com alguĂ©m que nĂŁo eu. eu sĂł fui entender que nĂŁo havia necessidade de me culpar quando percebi que, independente do que acontecesse, continuarĂamos sendo parte importante um da vida do outro. sem ligaçÔes no meio da noite, sem parabĂ©ns no aniversĂĄrio, sem mĂŁos dadas em festas, resenha na casa dos amigos, viagens e declaraçÔes silenciosas, que a gente recebe num afeto ou cuidado pequeno. eu entendi que nĂŁo precisava me culpar ou te esperar. que estava tudo bem seguir a vida, pois vocĂȘ jĂĄ o fazia e nada mais justo, natural e humano do que eu caminhar tambĂ©m. o universo nĂŁo me deu sinal algum de que voltarĂamos a ficar juntos e hoje penso muito sobre essa necessidade que nĂłs temos de obter respostas. Ă s vezes, nĂŁo hĂĄ nada. Ă s vezes, o que tem Ă© o vazio, o buraco, a perda e a ausĂȘncia. Ă s vezes, o que nos resta Ă© chorar, depois secar as lĂĄgrimas, respirar fundo e se dar conta: acabou. foi bom, durou o que precisava, mas hĂĄ outros coraçÔes esperando. outras histĂłrias, com pessoas novas e completas, que anseiam por uma oportunidade de nos encantar. permita-se conhecer outras pessoas e caminhos, vocĂȘ merece isso.
a questĂŁo sobre o fim Ă© que ele ficou martelando na minha cabeça durante meses, enquanto eu me culpava sobre o que poderia ou nĂŁo ter feito pra que a gente continuasse juntos. mas as perguntas estavam erradas. o que eu estava tentando obter do universo nĂŁo era a resposta do porquĂȘ de vocĂȘ ter ido embora, mas sim um sinal de que pudesse dar certo novamente. mas adivinha? nĂŁo deu. vocĂȘ nĂŁo retornou minhas ligaçÔes, eu tambĂ©m parei de correr atrĂĄs, fomos nos distanciando dia apĂłs dia, caminhando para lugares distantes, com outras pessoas e sensaçÔes. enquanto eu tentava me curar do que vocĂȘ foi na minha vida, vocĂȘ tambĂ©m tentava se curar, provando de outras lĂnguas, transformando o conceito de casa, outrora nosso, em uma histĂłria que ria e compartilhava com alguĂ©m que nĂŁo eu. eu sĂł fui entender que nĂŁo havia necessidade de me culpar quando percebi que, independente do que acontecesse, continuarĂamos sendo parte importante um da vida do outro. sem ligaçÔes no meio da noite, sem parabĂ©ns no aniversĂĄrio, sem mĂŁos dadas em festas, resenha na casa dos amigos, viagens e declaraçÔes silenciosas, que a gente recebe num afeto ou cuidado pequeno. eu entendi que nĂŁo precisava me culpar ou te esperar. que estava tudo bem seguir a vida, pois vocĂȘ jĂĄ o fazia e nada mais justo, natural e humano do que eu caminhar tambĂ©m. o universo nĂŁo me deu sinal algum de que voltarĂamos a ficar juntos e hoje penso muito sobre essa necessidade que nĂłs temos de obter respostas. Ă s vezes, nĂŁo hĂĄ nada. Ă s vezes, o que tem Ă© o vazio, o buraco, a perda e a ausĂȘncia. Ă s vezes, o que nos resta Ă© chorar, depois secar as lĂĄgrimas, respirar fundo e se dar conta: acabou. foi bom, durou o que precisava, mas hĂĄ outros coraçÔes esperando. outras histĂłrias, com pessoas novas e completas, que anseiam por uma oportunidade de nos encantar. permita-se conhecer outras pessoas e caminhos, vocĂȘ merece isso.
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pĂĄgina 252 do livro: âtodas as coisas que eu te escreveria se pudesseâ.

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âVocĂȘ deveria ter dado valor a minha companhia nos seus dias solitĂĄrios, ao meu esforço em te manter acordado enquanto seus pesadelos te assombravam, por ter me descoberto por achar que vocĂȘ sentia mais frio, pela guerra que eu travei contra seus medos pra te puxar um sorriso.â
â Patricia LiseÂ