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@incancelavell

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Surprised, sold my house Split everything in two Now I can rest in peace
Suicide, alone in the crowd I donât know what to do Sirens hum like lullabies In a fading shade of blue
I wore a star upon my chest It never learned my name Cards kept falling from my hands Each one looked the same
The night would deal, Iâd always call Like I could change the end But luckâs a language I donât speak Just something I pretend
Streets I walked now blur and bend Like shadows out of tune Every step just echoes back A hollow, empty room
Thereâs a weight that pulls me down Soft as falling rain Not a voice, not quite a sound But it whispers all the same
KURT COBAIN Rock City - December 3, 1991

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Sententiae
In vino veritas Quem poderia imaginar Quantas contradiçÔes Cabem no seu olhar
Si vis pacem, Para bellum, Em outras palavras: Pernas, pra que te quero?
Dura lex, sed lex Mas para os amigos do rei Tudo relax
Natura non facit saltus Mas eu sim, pois nĂŁo Nasci quadrado
Errare humanum est Pois nos pertence E os inventamos
Homo homini lupus est Adestrado e castrado
Quid pro quo DelĂrio Panem et circenses RazĂŁo
Evangelho segundo o Bruxo do Cosme Velho
O amor parece uma almofada recheada de alfinetes. Essencial mas nunca macia.
Porque o conforto mata a chama, apaga o deslumbramento. E no silĂȘncio cĂŽmodo, amantes jĂĄ nĂŁo se veem, nĂŁo se escutam, nĂŁo se tocam.
Quantos passam pela vida sem jamais amar? Ou amam sĂł de leve, como quem teme o fogo.
O amor existe em abundĂąncia e se um dia vocĂȘ o entender, nunca mais terĂĄ sede.
Copilotos
VocĂȘ nem sonha em pensar⊠mas eu jĂĄ me encharquei de vocĂȘ. Sem toque, sem promessa. SĂł com o que inventei nas entrelinhas do teu silĂȘncio.
Talvez seja sĂł minha carĂȘncia, esse vĂcio antigo de criar deuses onde sĂł havia gente. Mas mesmo assim, eu fico. Rezo o teu nome como quem espera milagre.
Me afundo em mim pra te caber. Me livro dos velhos monstros (nĂŁo por mim, nunca foi por mim), mas por essa ideia tua que me acorda antes do dia.
VocĂȘ, talvez, ainda esteja longe. Alheia a esse amor que nĂŁo nasceu, mas jĂĄ sangra. Mas eu vejo. Vejo vocĂȘ como quem descobre fogo no escuro. VocĂȘ nĂŁo me vĂȘ. Ainda.
E o resto? O resto é só vontade. De escrever história em påginas que ainda estão nas årvores. Com pontos que tremem. Frases sem sujeito. E exclamaçÔes que nem foram gritadas.
Quero ser copiloto dessa viagem que vocĂȘ nem sabe que começou. Atravessar contigo uma estrada onde vocĂȘ talvez nunca entre. Mas eu tĂŽ aqui â com as mĂŁos no volante e o peito aberto. Esperando que vocĂȘ tropece nesse afeto mal-ajambrado que sĂł eu sei que existe.
Se for delĂrio⊠que seja o mais bonito.
Final Feliz
Dizem que o homem paciente serĂĄ imbatĂvel, mas quem disse que eu quero ser invencĂvel? Ăs vezes cansa, sabe? Esperar demais. Ficar parado enquanto a vida escorre pelos cantos, e os jardins ao redor parecem sempre mais verdes, mais floridos, mais vivos. Ă difĂcil suportar a ideia de que a primavera chegou para os outros e nĂŁo pra mim.
Mas mesmo assim⊠aqui estou. Aberto. VulnerĂĄvel. Querendo propor o impensĂĄvel: que vocĂȘ me veja, mesmo quando eu estiver disposto a ser destruĂdo. Que aceite essa minha rendição como um ato de coragem. Sem mĂĄscaras. Sem orgulho. Sem pudor.
Por vocĂȘ, eu trairia meus prĂłprios vĂcios. Romperia com tudo que sempre me prendeu. Faria o que nem por mim mesmo fui capaz de fazer. NĂŁo por desespero, mas por amor. Porque hĂĄ algo em vocĂȘ que me faz querer ser melhor, ser mais, ser inteiro.
E o teu final feliz... sou eu. Te esperando. NĂŁo como prĂncipe, nem como salvador, mas como chĂŁo. Como tropeço. Torcendo em silĂȘncio para que, distraĂda, vocĂȘ esbarre no que jĂĄ estĂĄ aqui hĂĄ tanto tempo.
Eu nunca vou te ferir. Nunca vou te abandonar. VocĂȘ serĂĄ, se quiser, a razĂŁo que faltava pra tudo isso aqui fazer sentido. Posso ser o que vocĂȘ desejar, basta que, um dia, vocĂȘ deseje ser minha.

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Jacaré que dorme
Eu jĂĄ mandei trazer
Minhas correntes paquistanesas
Hoje eu decidi perder
JĂĄ me desfiz das minhas defesas
E hoje a janta é fumaça
E o programa Ă© ver a vida passar
Meu suor escorre às traças
Fruto que outro provarĂĄ
Eu jĂĄ tentei me livrar
Até quis sair à francesa
Mas mais certo que o dever
Ă minha dose de tristeza Â
SĂł por hoje
Tomo remédio pra insÎnia mas não quero dormir. Quero curtir a onda, rir sem motivo, sentir o tempo escorrer sem me pedir desculpas.
JĂĄ passou da minha hora â eu sei. Mas eu fico. SĂł mais um pouco. Quero aproveitar esses minutinhos de mim. Quando ninguĂ©m exige. Quando sĂł eu me basto.
Posso me dar ao luxo, sĂł por hoje, de nĂŁo descansar. Porque Ă s vezes descansar Ă© esquecer quem se Ă©.
AmanhĂŁ vai chover. A cidade vai alagar, as promessas vĂŁo boiar. Mas tudo bem. Eu posso virar. E me virar.
Durmo na janela, meio acordado, enquanto espero o Seu Moisés buzinar alto e abrir o mar de carros pra minha travessia.
Cheguei. Sem desistir. Nem de mim, nem do trabalho.
O elefante entre nĂłs
- ...
- ...
- O que foi?
- ... Nada...
- O nada nĂŁo incomoda...
- Como?
- O nada nĂŁo incomoda!
- VocĂȘ estĂĄ incomodada?
-... VocĂȘ nĂŁo?
-... Acho que nĂŁo.
- O nada nĂŁo incomoda.
- Como assim?
- Quantas vezes nĂłs jĂĄ nĂŁo nos sentamos em silĂȘncio um na presença do outro? Apenas existindo... E isso nunca me incomodou, o silĂȘncio nunca foi tĂŁo gritante, as coisas nunca foram assim.
- Assim como? O que mudou?
- NĂŁo sei!
- Nem eu... Nem tudo precisa ser confortĂĄvel.
- Eu sei, mas até o desconforto esperado é toleråvel, isso é diferente.
- Isso o que?
- NĂŁo sei!
- Ok, talvez seja algo, mas precisa ser nomeado ou apontado? NĂŁo pode apenas ser?
-Talvez.
- VocĂȘ quer dar um nome?
-Quero!
-Qual?
- Nada!
La Nuova GioventĂș
Com vocĂȘ por perto Gostava mais de mim. Como se sua presença aclarasse partes que eu esquecia de olhar.
NĂŁo sei se Ă© certo. Talvez nĂŁo devesse ser assim â me encontrar no reflexo dos seus olhos atentos, distraĂdos.
E agora eu jĂĄ nĂŁo sei o que ficou, o que partiu: se vocĂȘ levou um pedaço de mim, ou se deixou o seu, quieto, por aqui.
Com vocĂȘ por perto, eu era mais inteiro. Como uma casa simples, mas viva, aberta ao sol do fim de tarde.
E havia algo nisso que parecia certo. Mesmo que fosse sĂł por um tempo, me fez acreditar em mim com mais calma.
Troca de lĂąmpadas
Ontem Ă noite, o primo da minha mĂŁe morreu. NĂŁo sei ao certo quantos anos ele tinha. Menos de quarenta, talvez trinta e poucos. Uma tragĂ©dia real. Daquelas que nem cabem em filme â de tĂŁo comum, de tĂŁo banal.
Foi trocar uma lùmpada em casa. Caiu da escada. Morreu. Simples assim. A vida se desfaz num tropeço.
O primeiro pensamento que me atravessou foi sobre a fragilidade da existĂȘncia. E a sua absoluta imprevisibilidade. NinguĂ©m â ninguĂ©m â sobe numa escada para trocar uma lĂąmpada esperando morrer.
Quantas pessoas acordam todos os dias completamente alheias ao fato de que estĂŁo vivendo suas Ășltimas horas na Terra? Praticamente todas que morrem.
à irÎnico. à cruel. à quase engraçado.
Depois do susto, minha mĂŁe comentou que a famĂlia nĂŁo tem dinheiro nem para enterrĂĄ-lo. O caixĂŁo da prefeitura parece uma caixa de fĂłsforos â pequena demais para a dignidade da morte. Indigno para quem vai e para quem fica.
E aĂ, quem morreu um pouco fui eu. Que mundo Ă© esse onde atĂ© para morrer se precisa pagar?
De novo: cruel. De novo: engraçado. De novo: irÎnico.
NĂŁo tenho muitas lembranças dele. Sua voz, seu rosto â sĂŁo fragmentos soltos, invisĂveis. E mesmo assim, ele me habita. Porque eu me vejo nele. Me vejo em todos que jĂĄ morreram.
Eu também troco lùmpadas. Eu também escorrego. Eu também caio. Eu só não morri. Ainda.
Descanse em paz, JĂșnior.

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Azul
E aĂ, vocĂȘ por aqui? Quanto tempo a gente nĂŁo se vĂȘ? Eu quase nem te reconheci Mas juro que jĂĄ vi vocĂȘ
Por aĂ, lĂĄ na UVV Com novos e velhos amigos Achei que nĂŁo fosse me reconhecer AfinalâŠ
Eu nunca soube se VocĂȘ tambĂ©m me achava ÂŹEspecial E mesmo com suas dĂșvidas Nunca me quis mal
E olha, que legal Acho que agora a gente Tem mais a ver E, sinceramente, Eu gosto de conversar com vocĂȘ.
Love Is Like Life
Love is like lifeâ It happens while Youâre busy Making other plans.
One day it hits Like a cannonball, Right through your heart.
But many times, Itâll just graze you, Or shoot you in the legâ So you can make it out alive.
Youâll carry Some scars, I wonât lie. But in the endâ At the very endâ It will be worth it.