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@hufflepunk-oscar
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valeriednymer:
Valerie acompanhou Oscar até fora da loja, atenta, com as sobrancelhas arqueadas, ao que dizia. Era engraçado ficar sabendo do mundo trouxa aos olhos do amigo, apesar da mãe de Val ser nascida-trouxa e, consequentemente, ter trazido a família Nymer a um estado de constante conexão com os trouxas. “Só porque você é mais alto que eu, não quer dizer que eu seja tão pequena assim” retrucou ela, sem parecer ofendida. Sempre havia alguém em sua turma ao qual divergia em altura - com Oscar, ela esteve em grande desvantagem. “Ah, eu tinha me esquecido dos hábitos franceses” respondeu-o e fez uma singela careta. Sabia de curiosidades a respeito de países aleatórios sem mesmo visitá-los, apenas por gostar desse tipo de pesquisa. Ela achou que era algo necessário para alguém que gostaria de seguir a profissão de autora histórica. “Nunca vou me acostumar com isso de comer rãs. Fala sério, rãs? E você comeu rãs” repetia a palavra com indignação, como se não quisesse acreditar.
“Eu prefiro sapos que pulam quando abrimos o pacote a rãs, mesmo mortas” concluiu e deu de ombros. Aproximando-se dos Três Vassouras, Val sentiu uma súbita vontade de pedir cerveja amanteigada, algo que geralmente acontecia ao visitar Hogsmeade. “Cerveja amanteigada!” anunciou e puxou Oscar, sem perguntar, para dentro do bar.
Oliver sentiu o puxão no braço, já estava acostumado com aquele tipo de atitude da garota mais nova, na verdade aquela era uma das coisas que o rapaz tinha quase que certeza de que sentiria falta depois que terminassem o ano letivo. Sem impor resistência alguma foi arrastado para dentro do bar, que de fato fora a decisão certa a se tomar, uma vez que o ar aquecido dentro do estabelecimento era extremamente aconchegante, principalmente depois de passar muito tempo caminhando do lado de fora na neve. “Ok, mas você paga.” Exclamou brincando, enquanto levantava a mão para atrair a atenção do garçom.
aihara-kotoko:
Olhou ele com uma cara desanimada e mexeu a massa para misturar as gotas de chocolate enquanto penava em tudo aquilo. Ela não gostava de garotas, não podia aceitar um beijo só para beijar, tinha que ter algo a mais, infelizmente ela era como aquelas princesas de contos de fadas que queria o primeiro beijo com o seu verdadeiro amor. Mesmo ele sendo um idiota! “Oscar… Eu não gosto de garotas, eu gosto de garotos!! E mesmo assim… Ele pode ser um idiota, mas é o idiota que eu amo.” Terminou de misturar as gotas na massa e se encostou no ombro do amigo “As vezes eu penso em achar outra pessoa, mas sou retardada demais pra fazer isso!! Vem, vamos cozinhar os cookies!” Ergueu as mãos animada e se deu por conta que não podia cozinhar eles na tigela “Quer dizer, enrolar os cookies!”
Enquanto fazia as bolinhas com a massa Oscar girou os olhos. “É, eu também, mas isso não significa que eu não tenha beijado algumas garotas ao longo dos anos.” Deu de ombros. Ele sabia que o seu caso era um tanto quanto especifico, mas ainda assim não poderia deixar de usar-se como exemplo. “Eu fico ofendido, eu deveria ser o único idiota que você ama. Saber que o amor que poderia ser só meu está sendo dividido entre outras pessoas me ofende profundamente, Kotoko.” As bandejas no forno começavam a espalhar o cheiro por toda a sala, fazendo com que involuntariamente a barriga dele roncasse. “Bem, talvez você realmente devesse fazer isso. Mas você é toda romântica, se fosse eu no seu lugar já estaria beijando todas as bocas disponíveis em Hogwarts pra esquece-lo.”
dearmags:
Foi inevitável para a garota aquele leve risinho de satisfação ao perceber as cores rubras tomarem a pele da face alheia, Maggie achando extremamente adorável como a agressão e a timidez pareciam mesclar no mais velho, fazendo ele a lembrar seu gato, para dizer a verdade. “Oh, então sua mãe sabe cozinhar tão bem quanto você?” Questionou animada assim que acabou de engolir o novo pedaço do muffin que havia mordido. A loiro não estava exagerando sobre o sabor, era realmente delicioso. Mas por vez foi inevitável não perceber o fechar do garoto para si novamente, sentindo mais uma vez uma sensação de negação passar pela mente do outro. Maggi se viu instantaneamente chateada pela percepção, se sentindo extremamente tentada a ampliar sua legilimência para entender o que se passava na mente do mais velho, mas se freando para tal no último instante. “O que? Ah, eu não estou falando da violência. Quer dizer, não que eu goste da violência dos jogos, mas estou falando no sentido de varias mentes animadas de mais em uma única vez para eu poder lidar em absorver todos esses pensamentos de uma vez.” Comentou deixando sua legilimência inclusa, mesmo que ela não soubesse se o garoto tinha conhecimento do seu dom, duvidando que fosse o caso ou provavelmente ele nem estaria mais ali, ela admitiu tristemente para si mesma.
Oscar tirou o celular do bolso e viu que já era hora de voltar para o salão comunal. O ultimo período da turma acabava em poucos minutos e ele ainda precisava conseguir as cervejas amanteigadas na cozinha. Sem de fato prestar muita atenção no que a garota falava, ele concordava com a cabeça esperando qualquer brecha que tivesse para sair dali correndo, até que finalmente a conseguiu. “Ah sim, bem legal mesmo,” Lutou em sua mente tentando se lembrar do nome da garota que ouvira algumas vezes em aula. “Mags. Então eu preciso ir agora, estou um pouco atrasado.” Se desculpou enquanto andava de costas na direção que pretendia ir antes que aquela conversa acontecesse. “Foi bem legal falar com você. Te vejo depois do recesso, boas festas.” Gritou já do final do corredor enquanto corria para o salão comunal, esperando que ninguém houvesse chegado ainda.
dearmags:
Maggie não precisava usar legilimência para perceber que o rapaz estava um pouco sem graça com a situação, mesmo que não tão desconfortável como antes, motivo pelo qual era sorriu ainda mais quando retirou um dos muffins, acreditando na velha história de que não havia dor no mundo que sorrisos e abraços não poderiam curar. “Sendo assim, muito obrigada.” Agradeceu logo antes de dar uma mordida delicada no doce, sua boca logo sendo invadida pelo gosto conhecido, mas, ao menos tempo, novo. “Uhn!” Apreciou em voz alta, enquanto ainda mastigava, tendo levado uma das mãos aos lábios em um gesto involuntário de apreciação. “Isso está muito bom.” Disse quando já estava de acordo com as normas da boa educação, mas só então percebendo que havia se perdido um pouco no muffins ao ponto de só raciocinar para o que o garoto havia dito depois. “Ah, está falando de Quadribol? Sendo assim, faz sentido o porque de eu não ter ouvido tal coisa. Eu não acompanho os jogos, sabe, é muito… pesado.” Balançou a cabeça rapidamente algumas vezes, como se para afastar o pensamento das partidas. Era algo complicado de assistir quando se tornava mais difícil bloquear mentes alheias quando essas estavam em estado de extremas sensações, o que era o que acontecia em meio a partidas, deixando sua mente uma completa bagunça em momentos assim.
Uma das desvantagens de ter a pele muito clara é que não se pode esconder quando seu corpo decide que é a hora de corar. As bochechas de Oscar tomaram um tom de rosa extremamente forte quando a garota elogiou seus muffins. “Hm, é... Obrigado. Sabe é uma receita da minha mãe. Eu pensei que poderia testar, uma vez que não vou pra casa no recesso e...” Se interrompeu no meio da frase, não era de seu feitio se abrir daquela forma, principalmente com alguém que acabara de conhecer. Voltou a fechar sua expressão, na intenção de voltar a parecer o garoto durão que sempre fora, mesmo que, muito provavelmente não teria mais volta. “Serio? Você está acompanhando os mesmos jogos de quadribol que eu? Porque assim, essa temporada no campeonato britânico está uma piada. E honestamente, aqui dentro, não parece que vai ser muito melhor.”

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valeriednymer:
Ela confirmou com a cabeça, não se decepcionando com a decisão de Oscar. Certamente, não era do tipo que ficaria confortável em roubar uma loja, apesar da brincadeira antes feita. Era provável que, se o rapaz tivesse concordado em levar o pacote embora, Valerie voltaria minutos depois para deixar o pacote no lugar encontrado. “Seus sentimentos são um tanto invertidos, por isso vou levar esse comentário pelo lado positivo” a loira deu de ombros, referindo-se ao ‘odiar’ nem tão odioso assim. Ainda com humor, não deixou de pegar outro feijão, dessa vez um com sabor de vômito. A lufana reprimiu uma careta, pois não deixaria que o amigo a visse desgostar de um doce bruxo, principalmente durante aquela conversa. “Os sapos são de chocolate. Tenho certeza que os trouxas amam chocolate também” retrucou mais uma vez, levantando-se logo em seguida. “Acho melhor você não reclamar tanto dos sapos, sabe que eu posso invadir seu dormitório com facilidade, não sabe? Qualquer dia um aparecerá por lá.”
O rapaz girou os olhos nas orbitas ironicamente, fazendo questão que a garota visse. Tirou a carteira do bolso interno de sua jaqueta e largou alguns sicles sobre o balcão da loja, mais do que o suficiente para pagar os feijõezinhos que os dois pegaram. “Vamos embora, antes que nós destruamos mais alguma coisa.” Pegou um pirulito antes de abrir a porta da loja, uma vez que com o dinheiro deixado nela pagaria também o doce. “Sim, nós amamos chocolate. Mas ele não pula na nossa cara quando a gente abre.” Comentou enquanto os dois desciam a rua com as mão nos bolsos. “Você é má demais pra alguém do seu tamanho, sabia?” Exclamou olhando para baixo, na direção da garota. “Fique tranquila, eu não tenho problemas nenhum com sapos, eu só estou dizendo que eles não são os melhores doces do mundo, que sapos de chocolate que estão vivos são bizarros. Mas verão eu estive na França com os meus pais e rãs até que são bem gostosas, quando elas estão mortas, e sem correr o risco de sairem pulando por ai quando você tenta dar uma mordida.”
dearmags:
Falar de mais era quase inevitável para a loira, principalmente por essa oportunidade quase nunca ser dada para ela, fazendo-a exagerar quando lhe era dada a chance. E para piorar, a garota falava tanto, mas sequer percebia, assim como também não se dava conta da sobrancelhas franzidas do garoto para si, Maggie estando satisfeita de mais por receber menos raiva direcionada a si. “Por Morgana, de verdade?” Exclamou satisfeita, um sorriso perfeito desenhado nos lábios. A verdade é que aquele cheiro a lembrava de mais a padaria de seus bisavós, que já deixaram de ser da família, mas que sua tia Charlotte ainda a levava para visitar aos domingos. Era um cheiro adocicado, leve, que lhe lembrava manhas agradáveis, não tinha como não gostar de um cheiro assim. “Mesmo? Que reputação o senhor tem?” Perguntou em uma duvida real, afinal, os quadros e fantasmas que costumava conversar não eram tanto de fofoca como muitos alunos pareciam pensar.
Não pode evitar de sorrir junto com a garota, apoiando a bandeja em apenas uma das mãos, coçou a parte de trás da cabeça próximo a nuca. Algo em sorrisos de estranhos sempre o deixava desconcertado. “Claro, seria bom ter um feedback de alguém que não está acostumado a comer a minha comida.” Encolheu os ombros timidamente, em geral postura raramente vista fora do salão comunal lufano. “Sabe, eu acho que a galera da minha casa nem sente mais a diferença. Vai ser legal ter uma opinião nova.” Ele estendeu a bandeja na direção da garota. Mesmo com a sua falta de confiança nos grifinos, Oscar sempre teve um fraco com garotas gentis, o que raramente era positivo em jogos de quadribol, principalmente quando o time contrario era o da Sonserina, mas que naquela situação não poderia ser de grande desvantagem. O rapaz franziu as sobrancelhas com descrença. “Serio?” A descrença em sua voz era notável. “Oscar, batedor da Lufa-Lufa, já mandei vários colegas seus pra enfermaria por causa de balaços, as vezes por causa dos meus punhos mesmo. Continua sem saber?”
aihara-kotoko:
Ela olhou o garoto e fez que sim colocando as coisas dentro da vasilha e misturando com uma colher com calma, se lembrando dos conselhos do seu pai que uma comida feita com amor era melhor. Olhou o Oscar falando- Esses cookies vão ser feitos para você, já que estou brava com o Nott você é o segundo na linha do favoritismo, mas não fique se achando, já que você é o segundo lugar! -voltou o olhar para a massa fazendo um pouco mais de força já que estava estava começando a pesar- Você acha que um dia ele vai me notar? Na honestidade…. as vezes canso, parece perda de tempo. Não quero morrer sem beijar! -corou ao perceber o que falou e deu de costas para ele tossindo por conta do seu próprio susto- Oscar…. você me faz pensar coisas impuras toda vez… mente poluída
Com o tempo Oscar aprendeu a fazer Hogwarts parecer a sua casa. Descobriu que nas aulas de estudos trouxas era possível se manter em dia com as suas series inglesas favoritas, uma vez que esses programas eram parte da cultura trouxa. Fazendo aulas de Economia doméstica, além de aprender alguns truques mágicos muito uteis na hora de arrumar as malas, ele também tinha acesso a cozinha onde as aulas de culinária eram ministradas, o que permitia com que estivessem ali, mesmo que não fosse horário de aulas. “Isso começou muito bem, até você me ofender. Sabe, não é porque eu ando por ai intimidando as pessoas que eu não tenho sentimentos.” Exclamou em um falso tom de magoa, esticando-se para pegar as gotas de chocolate no armário superior, essa ação fez com que parte da sua barriga aparecesse sob a camiseta preta. “Você é uma garota bem difícil de não ser notada, Kotoko. Se ele não fez isso até agora ele é gay ou muito burro. Qualquer que seja a resposta, você não vai querer namorar alguém assim.” O garoto despejava as gotas de chocolate na massa enquanto falava. “Aliás, você não falou que uma garota da sonserina se ofereceu pra ser seu primeiro beijo? Vai atrás dela, quem sabe ela ainda está disposta, ai você ganha experiencia e quem sabe ela não passe a mensagem adiante e certos rapazes de olhos...” Oscar se interrompeu no meio da frase com a crise de tosses. Deu leves tapas em suas costas, rindo do constrangimento dela. “É pra isso que eu estou aqui, milady.”
Aquele é Oscar James O’Flahertie, um orgulhoso membro da Hufflepuff, além de participar do time de quadribol da Lufa-lufa. Isso tudo com apenas 17 anos! Oz às vezes pode ser confundido com MATT HITT. E, existem boatos afirmando que o sangue correndo em suas veias é nascido-trouxa.
BASIC INFORMATION
Varinha: Alamo, flexível, 27 centímetros, corda de coração de dragão.
Ocupação: Batedor da Lufa-lufa, Estudo dos Trouxas, Música Trouxa e Economia Doméstica
Ano: Sétimo ano
Malão: Sua coleção de discos, carregador do celular, revistas de culinária, livros de física,
Aniversário: 2 de novembro.
Conexões: i. um melhor amigx. ii. alguém de alguma outra casa que conheça o seu “lado sensível”. iii. alguém com quem esteja sempre discutindo e/ou brigando.
TAKE ME BACK TO THE PAST
Desde a infância a saúde de Oscar nunca foi das melhores. O diagnóstico de asma em seu primeiro ano de vida, quando o garoto deu entrada num hospital com dificuldade para respirar, a partir daí a sua mãe passou a se dedicar completamente à saúde do filho. Até os sete anos, Oscar raramente deixava a sua casa, e quando o fazia a mãe obrigava-o a usar máscaras para protegê-lo da poluição do ar. Infelizmente toda a precaução não ajudava em nada na melhora do estado de saúde do garoto, que continuava tendo ataques de asma constantes e a saúde ainda muito frágil. Em uma de suas visitas ao médico da família o doutor recomendou que o garoto vivesse como uma criança comum ou a sua resistência nunca cresceria. O médico recomendou que praticasse algum esporte, brincasse ao ar livre, afinal ele precisava aprender a viver no mundo real. Mesmo receosos com a recomendação médica, os pais do garoto o inscreveram em aulas de artes marciais. E para a surpresa de ambos os esportes ajudaram na melhora da saúde do garoto, mesmo andando sempre com a bombinha de asma, vê-lo correndo e brincando como as outras crianças era quase como um milagre para os pais.
Aos onze anos do garoto o dilema da família havia mudado. No final do verão daquele ano, um homem de vestimenta muito peculiar apareceu na porta da família ofertando ao garoto uma bolsa integral em algum colégio interno para crianças superdotadas. A princípio a família acreditou que aquilo fosse algum tipo de pegadinha, mas com a persistência da escola em enviar diariamente panfletos e informações sobre o campus os pais acabaram por ceder. Assim o garoto embarca no dia primeiro de Setembro, na estação King’s Cross, no trem em direção à tal Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Logo no trem o garoto já enfrentou o seu primeiro desafio, a maior parte das crianças e adolescentes ali pareciam já se conhecerem ou mesmo possuírem um certo grau de amizade. Um grupo de alunos, que se denominavam grifinória o que quer que aquilo quisesse dizer, se aproximou do garoto franzino sentado no corredor do trem com uma proposta, caso ele chegasse em um garoto negro alguns anos mais velho e o chamasse de “Comensal da Morte”, ele poderia passar a viagem até o castelo com eles. Sem nada a perder, Oliver se dirigiu ao garoto que indicaram. O arrependimento veio assim que as palavras deixaram a sua boca, o ódio nos olhos do garoto fez com que Oscar percebesse que aquela não tinha sido a coisa mais esperta a se fazer. Enquanto o garoto se preparava para apanhar sua asma atacou pela primeira vez longe dos pais, o que o salvou de uma possível surra e o conquistou um amigo. Descobriu então que o garoto que o provocara se chamava Eros, era filho de uma família tradicional bruxa, ao contrário dele, e também muito conhecido pelo seu temperamento explosivo. Os dois se tornaram muito amigos durante a viagem de trem até a escola. Ao ser selecionado para a Lufa-lufa, Oscar se sentiu levemente desapontado, ele ouvira os comentários dos outros alunos que também seriam selecionados, lufa-lufa era a casa dos covardes e ele não era assim. Além disso ele ficaria longe do seu único amigo naquela nova escola.
Seus primeiros meses de aulas foram extremamente conturbados, o garoto mal conseguia acompanhar as aulas, não tinha muitos amigos e era, por assim dizer, a chacota de toda a turma. Eros, que era alguns anos mais velho que ele, o ajudou em grande parte da adaptação e principalmente em como se defender. Oscar aprendeu a como usar seus treinos em um combate real e principalmente a como apanhar sem sofrer tantos danos. Eventualmente o garoto pegou o jeito com as matérias escolares e suas notas melhoraram, mas as piadinhas continuaram e as aulas de autodefesa davam um jeito nisso. Depois de um tempo as piadinhas pararam já que o garoto agora revidava, mesmo depois da saída de Eros da escola, Oscar continuou a manter a postura que aprendeu com o garoto mais velho, se mantendo superior aos que o criticavam. Por esse motivo, Oscar praticamente não tem amigos fora da lufa-lufa, sendo os lufanos os únicos que realmente conhecem o garoto por baixo de toda a aparência de badboy criada pelo garoto.
PERSONALITY TRAITS
+ ( Positive ) – Dedicado, Intuitivo, Autoconfiante.
- ( Negative ) – Rancoroso, Desconfiado, Temperamental
AESTHETICS
Bombinhas de Asma ☆ nós dos dedos machucados ☆ Discos do Pink Floyd ☆ pixações ☆ camisetas de banda ☆ calças rasgadas ☆ cookies ☆ cabelos bagunçados
THIS IS WHO I AM
Quem vê Oscar nos corredores de Hogwarts, quase sempre puxando brigas com outros alunos e muito frequentemente com hematomas espalhados pelo corpo, mal conseguem acreditar que aquele é um aluno da lufa-lufa, ele tem todo o porte para ser um sonserino ou mesmo grifino. Rebeldia, desprezo pelas regras, sempre arrumando encrencas por onde quer que passe. Mas quem conhece realmente, sendo esses muito raros, ri quando esse tipo de coisa chega aos seus ouvidos.
No salão comunal da Lufa-Lufa, Oscar é conhecido como o dono dos melhores cookies com gotas de chocolate de toda a Hogwarts. O garoto que durante as aulas em geral é encontrado dormindo ou mesmo discutindo com os professores, no salão comunal é um dos que mais passa tempo estudando e está sempre disposto a tirar dúvidas dos colegas. Extremamente paciente com os primeiranistas, grande parte das suas olheiras vem do fato de ser um dos primeiros a levantar e para consolar quando os alunos mais novos tem algum pesadelo ou estão com saudades de casa. Quando o garoto é mencionado por alguém das outras casas é comum que os lufanos troquem olhares divertidos, como se soubessem algo que os outros não sabem, o que não deixa de ser verdade, uma vez que Oscar só mostra esse seu lado em meio aos texugos, uma vez que ele descobriu que a sua casa era na verdade era a casa em Hogwarts que mais era como uma casa realmente, onde todos se aceitavam como uma família e principalmente, sabiam guardar segredos.
aihara-kotoko:
Terminou o exercicio com uma careta, tinha certeza que tinha errado o mesmo, o resultado tinha dado um numero que ão existia na tabela, ams deixou aquilo passar. Fechou o pergaminho e falou serio- Oscar só por hoje eu não quero mais falar dele… Porque o que adianta eu dar cookies pra ele e ele der pra primeira garota que passar, é inútil!!! -foi ate as prateleiras pegando as coisas para fazer os cookies e ma vasilha enorme- Eu odeio o meu coração. Já basta a cabeça ser ruim o coração tem que ser 3 vezes pior… Sem planos para conquistar ele, todos falharam!
“Okay, sem falar de garotos. Mas assim, eu consigo força-lo a comer, se você me pedir com jeitinho.” Abriu um grande sorriso malicioso, na intenção de animar a garota, mesmo sabendo que não funcionaria. “Não diga isso! Coitado do seu coração, ele está ai, trabalhando incansavelmente, filtrando sangue e te mantendo viva e você falando essas coisas. Meus pulmões são todos errados e você não me vê falando assim deles.” Aproveitou a deixa e tirou a bombinha do bolso, aspirando o remédio e depois soltando um pigarro. “Certo, vamos fazer cookies bem chocolatudos, porque alguém aqui precisa de um pouco de chocolate para levantar o astral.”

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dearmags:
“Meus… tornozelos?” Perguntou em confusão mental, até mesmo se inclinando para olhar para a parte do seu corpo em questão antes da realização lhe acertar. “Oh Mérlin, eu toquei em um ponto sensível, não foi? Perdão!” Tentou se desculpar em uma culpa sincera, sua voz saindo abafada pelas duas mãos que levou aos lábios na surpresa pelo erro cometido. Margret podia sentir a irritação do outro vindo em ondas para si e por alguns segundos ela se viu sem entender o porque de tal sensação, mas sua duvida logo foi sanada ao ter uma visão mais clara da mente alheia. “Oh, não se preocupe, eu jamais contaria para alguém, na verdade, acho que mesmo se eu quisesse, não seria a pessoa mais ouvida.” Riu meio sem graça da própria realidade, só então se sando conta de sua posição no chão, passando então a se por de forma ereta, tomando o cuidado de acertar sua roupa ao se levantar. “Eu prometo, nada sobre esses muffins com cheiro maravilhoso sairá dos meus lábios.” Fez sinal de lábios trancados tal como uma criança ao final, sentindo vindo do rapaz uma especie de raiva e medo que Margret tanto sentia em sua direção.
Era bem verdade que Oscar nutria certo desprezo pela casa vermelha e dourada a qual a garota em sua frente pertencia, em parte por terem tornado os seus primeiros meses na escola um inferno, parte por terem sido os responsáveis pelo isolamento de Eros em seus anos escolares. Desde que o garoto mais velho deixara a escola, há quatro anos, os dois mal se falavam. Ela continuava falando sem parar, o que fez com que Oscar franzisse as sobrancelhas, apesar de serem da mesma turma em algumas aulas, os dois nunca haviam trocado mais do que duas palavras nos últimos sete anos, algo que aparentemente estava prestes a mudar. “Quer sabe, se você gosta tanto assim do cheiro, pegue um. Não fará tanta falta assim.” Algo na garota lembrava-o das meninas da sua própria casa, apesar do uniforme com as cores erradas, algo que inevitavelmente despertava a sua simpatia. “Mas é serio, nem uma palavra. Eu tenho uma reputação a manter.”
aihara-kotoko:
Sentiu seu rosto pegar fogo e escondeu ele com as mãos numa tentativa inútil de fugir daquilo- Oscar… Eu nunca olhei pra bunda dele! -falou aquilo brava tirando a mão do rosto- Eu olho pro rosto dele, ele tem um ROSTO bonito -deu a enfase no rosto- Uma voz doce, é inteligente! -falou sorrindo boba e se deu um tapa- E nunca vai gostar de mim… Foca no Exercício!! -Pegou as coisas tentando fazer o mesmo de novo
Oscar sentou no balcão rindo e balançando a cabeça, a reação da colega de casa não era nada além do que ele esperava. “Sabe, só tem uma falha nessa sua afirmação,” Ele se inclinou, aproximando o rosto da garota. “você não pode ver o rosto de alguém quando a pessoa está de costas.” Voltou a se afastar ainda rindo da timidez da garota ao falar do colega da outra casa. “Ei, eu não estou te julgando. Ambas as partes do corpo dele são realmente atraentes.” Levantou um dos ombros despretensiosamente, como se o comentário não fosse nada de mais. “Isso, foca no exercício. Quer tentar fazer cookies? Eles são mais fáceis. Se ficar bom, você pode até oferecer alguns pra ele. Minha mãe sempre diz que o melhor jeito de conquistar um cara é pelo estomago.”
aihara-kotoko:
Desculpa Oscar… Deixa isso pra lá, ninguém ta esperando que eu resolva isso mesmo -fechou o pergaminho desanimada e ajeitou suas coisas mexendo as pernas- Não precisa comer se ficou ruim, eu te dou algo da cozinha… Vem, vamos!
“Você pode apostar que eu estou esperando, vamos, continua. Você estava indo bem até agora.” Passou a mão sobre a farinha espalhada no balcão e voltou a desenhar os números nela. Deu mais uma garfada na fatia do bolo, e respondeu ainda mastigando. “Não está ruim, você só colocou baunilha demais, é uma colher de chá, não o frasco inteiro. Para de ficar olhado pra bunda do Nott e foca na receita que você consegue!”
dearmags:
“Pelas barbas de Mérlin, perdão!” Se apressou em dizer ao se virar rápido e se deparar com o lufano quase dançando nas pontas dos pés para encontrar o equilíbrio, não precisando de legilimência para saber que havia assustado o garoto. “Perdão, perdão perdão, você está bem? Se machucou?” Perguntou em uma preocupação pura, mesmo que não houvesse sentido qualquer sensação de dor vindo do garoto, ela poderia sempre estar equivocada. “Oh, isso são muffins?” Se distraiu rápido, ligando a preocupação com equilíbrio que sentiu junto ao cheiro conhecido do bolinho, Maggie por sua vez, ao menos se sentando como se deve, ajoelhada tal como uma dama deveria, olhando com entusiasmo para o rapaz, quase como se houvesse se esquecido do acidente anterior.
Os anos praticando os mais diversos tipos de luta o ajudaram a manter o equilíbrio naquele momento. Sacodiu os ombros, para que a a jaqueta de couro voltasse a se ajustar no corpo, ofendido com a afirmação da garota. “Obvio que eu não me machuquei. Você vai precisar de mais do que esses tornozelinhos finos pra me derrubar.” A irritação em sua voz era quase que palpável e a pergunta que se seguiu apenas o constrangeu ainda mais, deixando as faces do garoto mais rosadas do que o de costume. “N-não. Não importa, eles não são pra você de qualquer forma.” Apoiou a bandeja em uma mão só, recolhendo os fones pendurados pelo seu bolso e os enrolando em volta do pescoço. “E não comente sobre isso com ninguém, ou farei questão de quebrar o máximo de ossos possível de todos os jogadores da grifinória no próximo jogo!”
aihara-kotoko:
Quanto é 1995 menos 25??? Desculpa eu sei que isso não e dever ser, mas você devia ajudar os menos providos de inteligencia. Porém se não quisertudo bem, mas eu não vou te dar esse pedaço de bolo incrível que eu acabei de fazer -estendeu um pedaço lindo de bolo pra pessoa a sua frente- Me ajuda?
“Meu Deus, Kotoko, sem querer ser grosso nem nada, mas eu já te expliquei que não é assim que faz essa conta. Isso é regra de três.” Mesmo girando os olhos, Oscar puxou o prato para mais perto e deu uma garfada no bolo. “Muita baunilha, de novo, pra variar. Você realmente quer fazer bolo e estudar matemática ao mesmo tempo?”

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valeriednymer:
“Ei, ganhar um pacote de doces de graça pra mim é sorte. Por mais que sejam esses tipos de doces” explicou-se e abriu um sorriso divertido para Oscar. A expressão intensificou-se ao observá-lo experimentar um, logo o com a cor mais duvidosa, e descobrir que não era de um sabor agradável. “Nós bruxos temos os melhores doces do mundo” retrucou ela e pegou o pacote, tentando caçar algum feijão cor de rosa ou que lhe parecesse melhor que o anterior. “Hum, esse é azul. Você quer?” fez menção de entregar o doce, mas acabou colocando na própria boca. “Há. Mirtilo!”
“Provavelmente peguei a sua sorte hoje.”
“Você sabe que eu vou pagar por isso, mesmo que não tenha ninguém aqui né?” Exclamou franzindo as sobrancelhas enquanto se levantava do chão. Por mais que tivesse toda aquela atitude de garoto mau, sua criação para ser uma pessoa honesta não o deixava. “Serio? Colocar uma bala com sabor de grama definitivamente prova o quão perturbados vocês são. E nem me deixe começar a falar desses sapos bizarros, como vocês conseguem comer essas coisas? Eu ainda tenho pesadelos com um que eu ganhei no primeiro ano.” O garoto coçou a cabeça se lembrando do doce que ganhou de Eros no seu primeiro ano. O sapo pulou direto em seu rosto, fazendo-o gritar. Olhava a garota com expectativa quando ela colocou o feijãozinho azul na boca. A frustração era obvia quando o sabor foi anunciado. “Jesus, eu te odeio, sabia disso?”
dearmags:
“Vamos lá Kitte, você quer o seu jantar agora, não é?” Disse em seu tom doce, inclinada com os olhos vagando pelo chão em busca de seu gato branco que havia se perdido de suas vistas. “Por favor, eu prometo que se você aparecer te compro um brinquedo novo essa semana, que tal?”
Oscar deixava a sala de economia doméstica com uma bandeja repleta de muffins, destinados para os seus colegas de casa, já que fazia um tempo desde a ultima vez que cozinhara para eles. Com os seus fones de ouvido no ultimo volume e balançando a cabeça no ritmo de uma das suas musicas favoritas, não notou a garota ajoelhada no meio do corredor. “PUTA QUE PARIU!” Exclamou raivosamente quando tropeçou nas pernas da garota, quase derrubando a bandeja em suas mãos.