
Love Begins
RMH
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open

pixel skylines

Product Placement
Sweet Seals For You, Always
Game of Thrones Daily
"I'm Dorothy Gale from Kansas"
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH
Mike Driver
YOU ARE THE REASON

★
Keni
ojovivo
Not today Justin
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year

occasionally subtle


seen from South Africa
seen from United States
seen from United States

seen from Germany

seen from Taiwan

seen from South Africa
seen from Taiwan
seen from United States
seen from United States

seen from Hong Kong SAR China

seen from Malaysia
seen from South Africa
seen from China

seen from South Africa

seen from Türkiye
seen from Türkiye

seen from Finland
seen from Indonesia
seen from United States

seen from United States
@fernandazem

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Ana Paula Renault, e a urgência de ser filha
Na última semana, fui profundamente atravessada pelas declarações de Ana Paula Renault, após receber, ainda dentro do reality, a notícia da morte de seu pai. Quem conhecia sua história a ouvia falar dele com amor, honra e ternura; em toda ocasião, ela revelava o orgulho de ser filha e expunha, de maneira vulnerável, o quanto a existência dele a sustentava — quase como um eixo invisível que organiza a própria identidade.
O impacto da perda veio acompanhado de palavras que não apenas comoveram, mas teologicamente ecoam algo muito mais profundo: “eu sou muito mais especial tendo um pai… porque eu sou filha dele; a única coisa que eu tinha de bom era ser filha dele, agora eu não sou filha de ninguém”.
Essa declaração fere porque revela uma verdade antropológica incontornável: a identidade filial não é acessória, é estrutural. E isso me atravessa por dois caminhos muito pessoais: primeiro, porque cresci sem meu pai, que partiu quando eu tinha sete anos; segundo, porque foi justamente essa ausência que me conduziu — pela graça — à descoberta da verdadeira paternidade em Deus.
Ao ouvir essas palavras, o texto de Efésios quase irrompeu em mim como um grito: “Em amor nos predestinou para sermos adotados como filhos por meio de Jesus Cristo, conforme o beneplácito de sua vontade” (Ef 1:5). Aqui, o apóstolo não fala de uma filiação simbólica, mas de uma realidade ontológica: em Cristo, não somos apenas acolhidos — somos feitos filhos.
Agostinho de Hipona já havia discernido essa dinâmica ao declarar: “fizeste-nos para Ti, e inquieto está o nosso coração enquanto não repousa em Ti”. A inquietação humana, nesse sentido, não é apenas existencial — é filial. É a saudade de um Pai.
E Tomás de Aquino, ao tratar da graça como participação na vida divina, nos lembra que a filiação não é mera metáfora, mas participação real na própria vida de Deus — uma elevação da criatura à comunhão com o Criador.
Ser filho, portanto, não é um detalhe da experiência humana — é sua necessidade mais visceral, tão essencial quanto respirar. No entanto, toda filiação terrena, por mais bela que seja, é também limitada e, em algum momento, atravessada pela finitude.
É somente em Cristo que a filiação encontra sua plenitude incorruptível.
Por isso, ainda que muitos não consigam nomear, o que pulsa em nosso coração é um desejo inconsolável por Deus — um anseio por um Pai que não morre, que não se ausenta, que não falha em nos reconhecer como filhos. E essa é a escandalosa boa notícia do Evangelho: esse Pai existe. Ele não apenas nos criou — Ele nos adotou.
E, como escreve o apóstolo, não nos deixou na orfandade, mas “nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus” (Ef 2:6), preparando-nos um lugar de descanso, pertencimento e eternidade.
Ser filha, no fim, não é algo que perdemos — é algo que, em Cristo, finalmente encontramos.
Fernanda Zem
Eu sou bom, mas não sou Deus.
É possível ser moralmente correto, viver uma vida longe de delitos e ser socialmente respeitável — e ainda assim, estar distante do Senhor.
Sim, é possível viver sem Ele e, mesmo assim, seguir bons exemplos, adotar posturas legítimas e defender o que é certo. Mas o que não se pode negar é que tudo isso são apenas rastros da graça de Deus. Essas virtudes não brotam de uma fonte autônoma: elas existem porque Deus marcou a nossa existência com mais do que a consciência do bem e do mal, Ele mesmo nos concedeu, graciosamente, um caminho de boas obras para que andássemos nele: “Porque fomos feitos por Deus, criados em Cristo Jesus, para boas obras, as quais Deus preparou previamente para que andássemos nelas.” Efésios 2:10
O perigo de viver o bem sem o Bem Eterno, sem a consciência da Sua presença, é confiar que nossas próprias obras nos bastam. SPOILER: não bastam! Gostamos da sensação de autossuficiência; é confortável olhar para si e dizer: “sou uma boa pessoa”. Mas mesmo quando me considero bom, não sou Deus. Há limites estabelecidos desde a eternidade — e quando esses limites foram rompidos, a cruz se fez necessária.
A bondade humana, por mais bela que pareça, é reflexo e não origem. Como dizia Agostinho, “tudo o que é bom em nós vem de Deus; o que é nosso, por nós mesmos, é apenas o pecado.” E Tomás de Aquino lembrava que Deus não é apenas bom — Ele é a própria Bondade. Sem Ele, nossas virtudes se tornam sombras do que poderiam ser. Pensar em Deus como dispensável é atestar o próprio fracasso, porque até o nosso desejo de fazer o bem é um dom d’Ele (Filipenses 2:13). E reconhecer isso não diminui o bem que fazemos, apenas o coloca no lugar certo: debaixo da graça, e não acima dela.
Fernanda Zem
Você não é o que fizeram com você.
Por melhores ou piores que tenham sido suas experiências, nenhuma delas é capaz de definir quem você é de forma última. Palavras de bênção ou de maldição, elogios ou ofensas, não têm poder definitivo sobre a sua identidade. Há apenas uma realidade que pode marcar todos nós de modo eterno — e, graças a Deus, não são nossos traumas. Estes, junto com toda dor e limitação, perecerão com o corpo mortal (Ap 21:4).
O que verdadeiramente define você é o fato de ter sido criada por Deus e carregar em si a imago Dei — a imagem e semelhança do Criador (Gn 1:26-27). Essa verdade é central na teologia bíblica: fomos feitos para refletir Seu caráter, manifestar Sua glória e viver em comunhão com Ele.
Por causa dessa imagem, seu valor não está fundamentado no que lhe aconteceu, nem no que disseram a seu respeito, mas no Deus que a criou, redimiu em Cristo e a selou com Seu Espírito (Ef 1:13-14). É essa identidade, e não qualquer outra etiqueta humana, que permanece para sempre. Tudo o que lhe atribuíram perde importância diante da realidade eterna de que você pertence a Deus e foi criada para Ele.
Fernanda Zem
HOPPER, A CRUZ E A ADOÇÃO DIVINA
Hopper perdeu uma filha. E desde então, tentou viver com o peso do que não pôde impedir. Ele carregava em silêncio as dores que ninguém via.
A morte de sua filha Sara devastou sua alma, deixando nele um vazio que nenhuma rotina, nenhum trabalho e nenhum isolamento foram capazes de preencher. O que Hopper vive, à sua maneira, é um luto que se estende para além da morte — um luto existencial. Ele se torna amargo, fechado, defensivo. Sua dor molda quem ele é.
Mas então, Eleven entra em sua vida.
Não como substituição, mas como graça inesperada.
Não como uma filha biológica, mas como alguém adotada por escolha, movido pelo amor e não por obrigação.
Essa adoção, embora imperfeita, nos aponta para um mistério eterno:
nós também fomos adotados. Não por um pai ferido, mas por um Pai perfeito e eterno, que decidiu, desde antes da fundação do mundo, nos chamar de filhos:
“Em amor nos predestinou para sermos adotados como filhos por meio de Jesus Cristo, conforme o bom propósito da sua vontade.” (Ef 1:5)
A adoção divina não nasce de uma perda de Deus, mas de sua abundância.
Ele não nos acolhe porque precisa preencher um vazio, mas porque deseja derramar amor. Porém, essa adoção teve um preço. Enquanto Hopper lutava para não perder mais uma filha, Deus, o Pai, escolheu entregar voluntariamente seu filho.
A cruz não é um acidente. É um ato intencional. Na cruz, o Pai não foi vítima do destino.
Ele “não poupou o seu próprio filho, antes, por todos nós o entregou” (Rm 8:32).
Cristo se entregou para que nós, que estávamos mortos em nossos delitos, fôssemos reconciliados com o Pai (Ef 2:1-6). E o Espírito Santo, derramado em nós, testifica que AGORA SOMOS FILHOS — não por natureza, mas por graça (Rm 8:15-16).
Enquanto Hopper escreve uma carta para sua filha adotiva com conselhos sobre a vida, Deus escreve Sua carta eterna em Cristo, que é “o verbo que se fez carne” (Jo 1:14).
A carta de Hopper é bela, mas finita. A revelação de Deus é viva, eficaz e eterna (Hb 4:12). E se Hopper, um pai humano e limitado, é capaz de amar tanto a ponto de se sacrificar, quanto mais o Pai celestial, que nos amou quando ainda éramos seus inimigos? O drama de Hopper emociona porque toca em uma verdade fundamental: ser filho é uma necessidade tão profunda quanto respirar. Mas somente em Cristo, essa filiação é restaurada de forma plena.
Não somos mais órfãos.
Temos um Pai.
E Sua paternidade não falha!
“Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus; e de fato, somos.” 1Jo 3:1
Fernanda Zem

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
INTEGRIDADE
A vida ensina integridade apenas àqueles que encaram as consequências de suas escolhas. Fugir da verdade não é uma opção para os íntegros — são eles que, como disse Viktor Frankl, escolhem sua atitude em meio à dor, conscientes de que o sofrimento pode ser o lugar onde a liberdade interior mais profundamente se revela.
São esses que, mesmo diante do olhar desencorajador daqueles que não suportam o peso de suas próprias decisões, enfrentam o isolamento, o repúdio e a difamação — porque sabem que viver em verdade é um chamado mais alto do que viver em conveniência. Como afirmou Dietrich Bonhoeffer, a verdade só pode ser dita dentro da forma de vida que a sustenta, e essa forma exige coragem.
Os íntegros aprendem a estabelecer limites — os mesmos limites que os protegem da mentira da “política da boa vizinhança”, que antes os mantinha em uma prisão de falsa segurança. Escolher a coragem ao invés do conforto, como lembra Brené Brown, é o que separa os íntegros dos que apenas desempenham papéis sociais para serem aceitos.
Eles escolhem os relacionamentos próximos com cautela e diligência, pautando-se no bem recíproco e sem medo de serem quem realmente são. Como escreveu Kierkegaard, viver para agradar aos outros é o caminho certo para o desespero — mas viver em verdade diante de Deus é liberdade.
A integridade, como afirmou C. S. Lewis, é fazer o que é certo mesmo quando ninguém está olhando. E isso, muitas vezes, significa conviver com a má fama e o silêncio. Mas eles o fazem com a consciência limpa de quem carrega marcas — marcas que não são feridas de derrota, mas evidências da libertação que vem quando a alma não negocia sua verdade.
Fernanda Zem
VIVER É UM ATO DE FÉ NO HOJE.
Há uma tentação sutil em reviver o passado — revistar memórias, tentar reencontrar o que já foi, insistir em sentimentos, lugares ou pessoas que não estão mais aqui. Mas a verdade é simples e, por vezes, dura: ninguém pode viver do que já não existe.
Viver implica presença, realidade, movimento. O que passou tem seu valor — nos ensinou, moldou e, em muitos casos, nos feriu e fez crescer. Mas ele não é o chão de hoje, tampouco o alimento da alma para amanhã. O que não existe mais não pode sustentar esperança, não pode consolar de verdade, nem pode dar direção.
Segurar o que já foi é como tentar colher frutos de uma árvore cortada. Não há vida ali. O que resta é saudade — e ela tem seu lugar — mas não pode ocupar o trono do coração.
Viver é um ato de fé no hoje. É olhar para o presente com gratidão, mesmo que ainda não se compreenda tudo. É deixar que Deus nos mostre que o que foi retirado, por mais precioso que tenha sido, não é o fim da história. É confiar que o que existe agora é suficiente para seguir — e que o que virá, nas mãos dEle, será abundante e bom.
Fernanda Zem
"Enquanto o pecado não for amargo, Cristo não será doce." ― Thomas Watson
Enquanto lia Quando Pecadores Dizem Sim, de Dave Harvey, deparei-me com essa citação. E ela veio justamente numa semana marcada por acontecimentos que retratam essa realidade com nitidez.
Quando o pecado não é amargo, Cristo jamais será doce. É por isso que tantas pessoas se escandalizam com Ele.
É por isso que o discurso "Não consigo imaginar Jesus dizendo isso..." ou "Jesus é legal, o problema são os seguidores dele" se repete tantas vezes.
Esse é o curso natural do pecado: a praticidade da ignorância, a um "lacre" de distância. É o pecado expondo a pretensiosa soberba, exalando vergonha.
Eu poderia escrever este texto com a intenção de responder a esses discursos, mas não o farei. Escrevo para quem entendeu.
Para quem sabe que o problema não está no outro, mas em todos.
Escrevo para quem olha no espelho e se lembra das palavras de Paulo a Timóteo:
"A mim, que anteriormente fui blasfemo, perseguidor e insolente; mas alcancei misericórdia, porque o fiz por ignorância e na minha incredulidade. Contudo, a graça de nosso Senhor transbordou sobre mim, juntamente com a fé e o amor que estão em Cristo Jesus.
Esta afirmação é fiel e digna de toda aceitação: Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o pior."
(1 Timóteo 1:13-15)
Dos quais eu sou o pior.
Quem sabe quem é, reconhece a urgente necessidade de um Salvador.
Quem entendeu o que o pecado fez — e faz — reconhece a própria miséria e busca, incansavelmente, redenção.
Afinal, como disse James I. Packer:
“Não há pecados pequenos contra um grande Deus.”
É somente nos corações onde o senhor do pecado ainda impera que Jesus jamais será doce. Vide os fariseus.
John MacArthur disse:
"Com rapidez, os crentes estão deixando de ver o pecado como a raiz de todas as aflições humanas. E muitos deles negam explicitamente que seu pecado possa ser a causa de seu sofrimento. Um número cada vez maior de crentes tenta explicar o dilema humano em termos totalmente antibíblicos: temperamento, vício, famílias disfuncionais, a criança interior, codependência e uma multidão de mecanismos de escape promovidos pela psicologia secular.
O impacto potencial dessa inclinação é assustador.
Remova a realidade do pecado e você exclui a possibilidade de arrependimento.
Anule a doutrina da depravação humana e você invalida o plano divino de salvação.
Apague a noção da culpa pessoal e você elimina a necessidade de um Salvador."
Muitos discípulos abandonam Jesus:
"Ao ouvirem isso, muitos dos seus discípulos disseram:
'Dura é essa palavra. Quem pode suportá-la?'
Sabendo em seu íntimo que os seus discípulos estavam se queixando do que ouviram, Jesus lhes disse:
'Isso os escandaliza? Que acontecerá se vocês virem o Filho do Homem subir para onde estava antes?
O Espírito dá vida; a carne não produz nada que se aproveite. As palavras que eu disse são espírito e vida.
Contudo, há alguns de vocês que não creem.'
Pois Jesus sabia, desde o princípio, quais deles não criam e quem o iria trair.
E prosseguiu:
'É por isso que eu lhes disse que ninguém pode vir a mim, a não ser que isto lhe seja dado pelo Pai.'
Daquela hora em diante, muitos dos seus discípulos voltaram atrás e deixaram de segui-lo.
Jesus perguntou aos Doze:
'Vocês também não querem ir?'
Simão Pedro lhe respondeu:
'Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras de vida eterna.'"
(João 6:60-68)
- escrito em junho de 2022.
Fernanda Zem
Paulo Júnior e a idolatria evangélica
Recentemente, o pastor Paulo Júnior, conhecido por suas mensagens firmes contra o pecado, veio a público confessar o seu próprio. Em um vídeo, ele disse:
“Muitas vezes, aquela dureza que vocês viam no púlpito era manifestada nos meus relacionamentos, na maneira como eu conduzia a igreja, ferindo, magoando pessoas, membros…”
No mesmo vídeo, ele explica que o conselho de sua igreja o confrontou. No início, tentou resistir, mas depois reconheceu o erro e aceitou se afastar do ministério (não fica claro se de forma definitiva ou temporária). Agora, ele pretende focar na família e no estudo da teologia.
Mas o mais impressionante nessa história não é o erro confessado nem a reação da igreja, e sim a forma como muitos reagiram: os comentários cheios de admiração por ele mostraram o quanto a idolatria evangélica ainda é forte. Pastores, teólogos e irmãos de diferentes denominações saíram em sua defesa — mas Paulo Júnior não é a vítima da história. Ainda assim, muitos cristãos brasileiros têm dificuldade em reconhecer as falhas de líderes religiosos, especialmente quando são figuras públicas.
Se mais pastores expusessem suas falhas publicamente e, caso necessário, se afastassem do ministério, talvez restassem poucos. Mas a verdade é que, na maioria dos casos, líderes só são questionados quando se envolvem em grandes escândalos — e, mesmo assim, sempre há quem os defenda, porque a idolatria impede que sejam confrontados.
E as vítimas?
Bom, elas não são pastores. Por isso, dificilmente recebem misericórdia ou defesa. A cultura da “honra” tem criado cristãos sem base bíblica, que, em nome da “paternidade espiritual”, destroem vidas dentro das igrejas. Para as vítimas, a punição nunca parece suficiente, enquanto a exclusão quase sempre é o caminho escolhido pelos líderes.
Igrejas com líderes autoritários fazem o que querem, quando querem, e sem remorso. Estão cercados por bajuladores fiéis, que os apoiam em troca de privilégios e status. Quando um erro acontece, dificilmente a culpa recai sobre eles — especialmente se for um erro de seus filhos. No fim, são os filhos de Deus que pagam o preço da idolatria evangélica, nunca os filhos dos pastores.
A idolatria evangélica não é só uma exaltação exagerada de líderes, mas um reflexo de um cristianismo distorcido, onde a honra aos homens se torna maior do que a verdade de Deus. Mas a Palavra nos alerta contra isso.
Jesus, nosso maior exemplo de humildade, condenou a hipocrisia dos líderes religiosos de sua época, que buscavam reconhecimento humano. Em Mateus 23:12, Ele disse:
“Quem a si mesmo se exaltar será humilhado; e quem a si mesmo se humilhar será exaltado.”
Paulo também alertou sobre esse apego a líderes humanos:
“Quando, pois, alguém diz: ‘Eu sou de Paulo’, e outro: ‘Eu sou de Apolo’, não estão sendo carnais? (…) Nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento.”
(1 Coríntios 3:4-7).
O verdadeiro líder é aquele que serve, e não o que busca ser servido. Jesus mostrou isso ao lavar os pés dos discípulos e dizer:
“Se eu, Senhor e Mestre, vos lavei os pés, vós deveis também lavar os pés uns dos outros.” (João 13:14). Mas o que vemos em muitos lugares é o oposto: líderes exigindo honra e colocando sobre os outros fardos que eles mesmos não carregam (Mateus 23:4).
A Igreja de Cristo não se edifica sobre homens, e sim sobre a Rocha, que é o próprio Senhor (Mateus 16:18). Que Cristo cresça e os homens diminuam. Que nossa fé esteja nEle, e não em figuras humanas.
Fernanda Zem

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Não reivindicamos nada de um Deus Soberano.
O verbo "reivindicar" carrega em si a força de um direito exigido, uma demanda que nasce da ideia de poder ou autoridade. Quando nos colocamos na posição de reivindicar, assumimos a postura de quem acredita ter o controle sobre aquilo que busca, como se o merecimento fosse algo a ser imposto. No entanto, esse impulso de exigência se encontra em tensão com a visão cristã da natureza de Deus e o relacionamento do ser humano com Ele.
A Bíblia nos revela um Deus soberano, cujo domínio é absoluto sobre toda a criação. Ele não se submete às nossas exigências, pois Sua vontade transcende a nossa compreensão. Quando alguém se põe a "reivindicar" algo de Deus, não apenas sugere que pode exigir, mas também desconsidera a verdade fundamental do cristianismo: a vontade divina é infinitamente superior à nossa, e deve ser acolhida com humildade, reverência e confiança.
Ao invés de reivindicar, a postura cristã nos convida a pedir, a orar, a confiar. A oração não é um ato de exigir, mas de se submeter à sabedoria divina, reconhecendo que Deus age com misericórdia e graça. Em vez de tomar o que achamos ser nosso por direito, devemos render nossos desejos ao Seu desígnio, aceitando que Ele, em Sua infinita bondade, sabe o que é verdadeiramente melhor para nós.
Fernanda Zem
Quando a vontade de Deus nos leva à fornalha
Muitas vezes, queremos acreditar que a vontade de Deus nos conduz apenas por caminhos tranquilos, livres de dor e sofrimento. Como se, por sermos filhos dEle, tivéssemos direito a uma jornada sem dificuldades. Mas será que isso realmente reflete a soberania de Deus? Será que Ele não pode, em Seu perfeito plano, nos levar a atravessar situações difíceis para cumprir propósitos maiores?
A verdade é que nem todo conselho bem-intencionado nos mantém no centro da vontade de Deus. Às vezes, aquilo que parece um desvio do sofrimento pode, na realidade, ser um desvio do próprio propósito de Deus para nós.
Sadraque, Mesaque e Abede-Nego: A fidelidade que enfrenta o fogo.
No livro de Daniel, encontramos a história de três jovens hebreus que se recusaram a adorar a estátua de ouro erguida por Nabucodonosor. A ordem do rei era clara: quem não se prostrasse seria lançado em uma fornalha ardente. Era uma ameaça real, um sofrimento iminente.
Se esses jovens estivessem cercados por conselheiros temerosos, talvez tivessem ouvido algo como: “Não precisa ser tão radical, Deus conhece o coração de vocês. Apenas se curvem para evitar problemas.” Mas eles sabiam que fidelidade a Deus não é negociável.
Diante da ameaça, responderam com firmeza:
“Se formos atirados na fornalha em chamas, o Deus a quem prestamos culto pode livrar-nos, e Ele nos livrará das tuas mãos, ó rei. Mas se Ele não nos livrar, saiba, ó rei, que não prestaremos culto aos teus deuses nem adoraremos a imagem de ouro que mandaste erguer.” (Daniel 3:17-18)
Eles estavam dispostos a confiar em Deus, não apenas se Ele os livrasse, mas mesmo que não os livrasse. E essa é uma lição poderosa: a vontade de Deus nem sempre nos impede de entrar na fornalha, mas sempre nos acompanha dentro dela.
E foi exatamente isso que aconteceu. O próprio Senhor esteve com eles no fogo, e quando saíram de lá, nem cheiro de fumaça havia em suas vestes.
Pedro e o desejo de evitar o sofrimento de Jesus.
Esse pensamento de que Deus jamais nos permitiria sofrer não é novo. Pedro também lutou com essa ideia quando Jesus começou a ensinar que precisaria sofrer, ser rejeitado e morrer. Tomado pelo impulso, Pedro o repreendeu:
“Nunca, Senhor! Isso nunca te acontecerá!” (Mateus 16:22)
A resposta de Jesus foi dura e direta:
“Para trás de mim, Satanás! Você é uma pedra de tropeço para mim, e não pensa nas coisas de Deus, mas nas dos homens.” (Mateus 16:23)
Pedro amava Jesus. Ele não queria vê-Lo sofrer. Mas seu pensamento era humano, limitado, incapaz de compreender que a cruz não era um erro na história—era o plano perfeito de Deus.
Quantas vezes, por não entendermos os caminhos de Deus, tentamos nos esquivar daquilo que Ele nos chamou para enfrentar? Quantas vezes queremos impedir que outros trilhem um caminho difícil, sem perceber que podemos estar tentando desviá-los da vontade de Deus?
Paulo e a decisão de ir para Jerusalém.
O apóstolo Paulo também enfrentou esse tipo de resistência. Em Atos 21, o profeta Ágabo previu que Paulo seria preso em Jerusalém. Os irmãos, preocupados, tentaram convencê-lo a não ir. Mas sua resposta foi clara:
“Por que vocês estão chorando e partindo o meu coração? Estou pronto não apenas para ser preso, mas também para morrer em Jerusalém pelo nome do Senhor Jesus.” (Atos 21:13)
Paulo não se deixou desviar do propósito de Deus, mesmo sabendo que isso lhe traria sofrimento. Porque, para ele, o mais importante não era evitar a dor, mas cumprir a missão que Deus lhe deu.
E nós?
Vivemos em tempos em que qualquer dificuldade pode ser interpretada como um sinal de que Deus não está nisso. Se algo não é confortável, logo pensamos que não pode ser a vontade de Deus. Mas será que estamos realmente dispostos a obedecer a Deus, mesmo quando isso nos leva a um caminho difícil?
Talvez você esteja diante de uma situação desafiadora e tenha ouvido conselhos para evitar esse caminho, para buscar um atalho mais fácil. Mas antes de decidir, pergunte-se: Esse conselho me aproxima ou me afasta daquilo que Deus já me confirmou?
A vontade de Deus nem sempre nos livra da fornalha. Mas podemos ter certeza de uma coisa: Ele nunca nos deixa sozinhos dentro dela.
Que nossa oração seja como a de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego: “O nosso Deus pode nos livrar, mas se Ele não nos livrar, ainda assim permaneceremos fiéis.”
Fernanda Zem
Selah.
Tudo que pode ser abalado, será.
(…) de forma que permaneça o que é inabalável. Hebreus 12:27b. Passei uma vida inteira tentando controlar as coisas, equilibrando demandas como um equilibrista em uma corda bamba. Finalmente, compreendi que não sou capaz de segurar o que Deus deseja que caia. A Ele pertence abalar o que precisa ser abalado; a mim, cabe descansar em Sua soberana vontade e caminhar sem peso algum, em linha reta, sobre a rocha mais firme, onde há descanso inabalável.
Fernanda Zem
Ah, como espero o dia Em que verei a face do meu amado Ah, como espero o dia Em que a alegria enfim será completa
– Sublime, FHOP.

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
EXPERIENCIAR O NOVO SEM ABANDONAR O VELHO
Há tempos sinto como se clamasse insistentemente por algo novo, limpo, sem rastros do passado e toda a bagagem que ele carrega — um desejo de recomeço, um respiro em meio às tormentas. Mas, constantemente, ouvimos que, para viver o novo, é preciso antes abandonar o velho, tudo o que passou, deixar o passado para trás. Isso sempre foi um grande desafio para mim. Como seria possível abandonar tudo o que me construiu até aqui? Pensando sobre isso e no peso de tantas vezes não saber como fazer isso, entendi algumas coisas e quero compartilhar com você:
Ninguém pode viver negando o passado. Sim, é verdade que viver nele é inóspito e não saudável, mas não lidar com tudo o que lhe aconteceu não faz com que o passado desapareça. As implicações de tudo o que você viveu merecem a devida atenção. No caso de traumas e dores, você não precisa ter pressa para se curar, nem agir como se já tivesse curado para satisfazer a expectativa de alguém. Essa história é sua, e você pode processá-la no tempo que ela precisar.
Deus tem interesse em transformar esse passado em força e maturidade. Mesmo quando as coisas terríveis que aconteceram ao longo do caminho pareciam não refletir Sua soberana vontade, Ele ainda deseja atuar no caos instaurado para trazer verdadeira cura e aprendizado a tudo isso.
Não é ignorando o passado que se viverá plenamente o presente ou se enfrentará o futuro. Lidar com o que se viveu e respeitar sua história é o único meio de seguir em frente.
José foi um homem que passou por profundas adversidades — traído por seus próprios irmãos, vendido como escravo e preso injustamente. Mas, ao longo de sua jornada, ele não abandonou as lições adquiridas no passado, nem negou sua história. Pelo contrário, ele usou suas experiências difíceis como ferramentas para crescer e amadurecer, mantendo sua fé inabalável em Deus, que o conduziu a um novo futuro, a um novo propósito.
Quando José se viu diante de seus irmãos, anos depois, ele não os rejeitou nem se vingou, mas usou o que viveu para promover reconciliação e sabedoria. Em sua fala, ele até disse: "Vocês planejaram o mal contra mim, mas Deus o tornou em bem" (Gênesis 50:20). Ele não abandonou o sofrimento do passado, mas permitiu que Deus transformasse aquele mal em um novo começo — e esse começo não veio de um lugar de negação ou fuga, mas de uma integração consciente de sua história. O novo não pode ser vivido de forma plena se tentarmos fugir ou ignorar as lições do velho. Deus não nos pede para esquecer o que vivemos, mas para permitir que Ele use até mesmo o que foi doloroso para nos amadurecer e nos preparar para algo novo. Como José, podemos encontrar um novo propósito no passado, sem precisar abandoná-lo. A cura, o crescimento e a transformação não são processos de negação, mas de integração — onde o passado é respeitado, tratado e transformado em algo que nos fortalece para o futuro.
Portanto, experimentar o novo sem abandonar o velho implica em uma postura de aceitação e reconciliação com nossa própria história. É entender que o novo não é um rompimento radical com o passado, mas uma continuidade. Assim como José, podemos olhar para o que vivemos com um coração cheio de gratidão e confiança, sabendo que, mesmo nos momentos mais difíceis, Deus tem a capacidade de usar todas as coisas para o nosso bem e para Sua glória.
Fernanda Zem
O FOGO DAS RESPOSTAS TARDIAS
Sem dúvida, o livro todo falou ao meu coração de forma muito especial, mas, se eu puder destacar apenas um ensinamento, destaco o capítulo 3, onde Bob explica a existência de uma “teologia do aprisionamento”. Já pensou nisso? Que existe um aprisionamento estabelecido pelo próprio Deus? E que esse aprisionamento é usado por Ele para aperfeiçoar e preparar Seus filhos para feitos maiores?
No livro, o autor menciona alguns exemplos bíblicos, como o apóstolo Paulo e José, que foram — literalmente — prisioneiros do Senhor. Embora com propósitos distintos, ambos passaram por um período de prisão, o que aparentemente os “limitou”.
O ponto em comum é sempre a limitação e o fato de não poderem fazer absolutamente nada quanto a ela. Deus aprisiona Seus escolhidos em situações e circunstâncias desconfortáveis e desfavoráveis, aumentando a pressão e o calor, refinando-os e gerando neles um amor sincero, provado pelo fogo. É na prisão que o coração do prisioneiro é revelado — não para Deus, mas para o próprio prisioneiro —, onde seus interesses precisam ceder à vontade soberana do Pai.
Quando Deus nos coloca em um local de aparente improdutividade, solidão e silêncio, só nos resta uma coisa: DEPENDER dEle. Nessa dependência, alcançamos o nível do descanso e do sossego, ao mesmo tempo em que nos empenhamos incessantemente em buscar Sua face e Suas respostas. É uma espera ativa e consciente!
Sabemos que Ele está fazendo um trabalho insondável, construindo nossa vida e moldando-a como o oleiro molda o barro. Estar na condição de prisioneiros nos faz sentir como se tudo estivesse acontecendo e estivéssemos perdendo tempo, e é nesse momento que somos tentados a agir por nossa própria força ou a exigir respostas imediatas de Deus. Porém, na verdade, esse tempo está provando nosso coração e revelando suas impurezas.
Segundo Bob, o fim da prisão só pode resultar em duas coisas: 1. Libertação ou 2. Martírio. Não sei o que seu coração pensa sobre isso, mas o meu, ao ler essas páginas, se alegrou. Sei que, no final, estarei com Aquele que me ama!
No findar de todas as coisas, eu O amarei ainda mais. Meu coração não se ofende com as tribulações ou prisões, e nossos corações não deveriam se ofender com qualquer coisa que o Senhor não faça ou explique, pois o objetivo é conhecê-Lo e amá-Lo acima de tudo. Um coração ofendido não ama, mas um coração perseverante e provado pelo fogo se rende ao Autor de todas as coisas, pois confia nEle.
ESSA É UMA LEITURA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS PESSOAS QUE ESPERAM NELE.
“Porque o Senhor ouve os necessitados e não despreza os seus prisioneiros.” — Salmos 69:33
“E que mais direi? Certamente me faltará o tempo necessário para falar de Gideão, Baraque, Sansão, Jefté, Davi, Samuel e dos profetas, os quais, por meio da fé, conquistaram reinos, praticaram a justiça, obtiveram promessas, fecharam a boca de leões… Outros passaram pela prova de zombarias e açoites, sim, até de algemas e prisões. Foram apedrejados, serrados ao meio, mortos ao fio da espada. Andaram como peregrinos, vestidos de peles de ovelhas e de cabras; passaram por necessidades, foram afligidos e maltratados. O mundo não era digno deles.” — Hebreus 11:32-33, 36-38a
Fernanda Zem