O minimalismo entrou em minha vida em de 2014. Não que eu tenha adotado o estilo de vida minimalista nesta época, mas foi quando eu comecei a pesquisar um pouco mais sobre.
Em uma viagem que fizemos, eu e meu marido, para a Europa, onde iríamos passar por várias cidades, queríamos viajar com poucas coisas para facilitar o deslocamento entre os lugares. Mas tudo isso não passou de meras pesquisas. Acabamos levando malas grandes, malas de bordo, bolsa, mochila…tudo para atrapalhar.
O tempo passou e deixei o minimalismo de lado. Até que em meados de 2017 minha vida começou a virar um caos. Conta bancária no vermelho, fatura do cartão de crédito altíssima, vivia pedindo dinheiro para o marido cobrir minha conta, o consumismo estava absurdo, enfim, tudo isso virou uma bola de neve.
A gota d’agua foi quando me endividei com 2 cursos que eu não tinha a necessidade de ter feito, não trouxeram retorno financeiro e ainda fiquei super frustrada.
A vida estava um caos!
Foi quando percebi que tinha que mudar tudo em minha vida. E toda mudança acaba causando um desconforto.
Comecei a traçar estratégias para essa mudança. Parei de comprar parcelado, comecei a pensar em um plano para “sair do vermelho”.
Confesso que contei com o fator sorte neste caminho. Trabalho com meu pai há mais de 10 anos no escritório de contabilidade dele, e com isso tenho um salário fixo. Mas para consertar o estrago, eu precisava de mais dinheiro, e foi então de fui convidada a trabalhar na Clínica Gnosco, como fisioterapeuta (minha formação há mais de 15 anos). Foi aí que a virada começou.
Ganhando mais dinheiro por mês, decidi que precisava viver “um degrau abaixo” do que ganhava, ou seja, não adiantava eu ganhar mais e continuar a gastar do jeito que era antes. Já ouviram dizer que quanto mais você ganha, mais você gasta? Então, decidi que não seria assim comigo. Me condicionei a guardar uma parte do que eu ganhava, logo que o dinheiro caia no banco para pagar essas dívidas. E quando as dívidas acabaram (sim, elas acabaram!!!) eu continuei a guardar parte do meu dinheiro, na poupança (sei que é o pior modo de investir nosso dinheiro, mas era o que eu consegui e deu certo).
Com as contas em dia, chegou mais umas férias. E aí seria minha prova de fogo! Porque viajar, para muitas pessoas (me incluo nessa!), significa compras!
Nossa viagem foi para Dubai e Tailândia, uma viagem incrível e maravilhosa que foi planejada e só acabou acontecendo devido essa minha disciplina nas finanças.
Passamos 17 dias viajando, e pude, finalmente fazer a mala dos sonhos. Eu e o André viajamos com uma mala média, uma mala de bordo e eu levei uma bolsa e ele uma mochila. Despachamos as duas malas e ficamos livres para embarcar neste sonho de viagem. Acreditem: viajar com pouca bagagem é um sonho! A próxima quero viajar com bagagem de mão para nos livrarmos da espera das malas na esteira!
Mas e as compras? Não comprei muita coisa. Não é porque você viaja para fora do Brasil que você tem que fazer compras, as vezes compramos mais por prazer do que por necessidade. E ai está o problema. Me lembro da minha viagem de lua de mel. Qual compra eu fiz? Não me lembro de nada!!!! Agora e o pôr do sol que assistimos em Punta Del Este? Este nunca irei esquecer!
“Nosso pôr do Sol”
O que quero chamar a atenção é, quando você viajar, viva as experiências! É fácil deixar de comprar? Claro que não, mas eu garanto, viver experiências é recompensador!!!!
Só para deixar registrado aqui, eu fiz algumas compras sim! Mas foram poucas, e para mim, hoje, 1 ano após a viagem à Tailândia, não passam de “coisas”, sabe? Agora a sensação que tive em brincar com um elefante, essa foi a melhor experiência em viagem que tive! Vou levar para a vida toda.
Dá para ver minha cara de felicidade?
Viram a diferença?
Em um pouco mais de um ano praticando o minimalismo, percebi que podemos ser felizes apenas com o que é essencial.
Venham comigo nesta jornada! Juntos vamos descobrir que viver com pouco é a melhor coisa!
#ViverComPoucoéoQueMePreenche
O minimalismo em minha vida O minimalismo entrou em minha vida em de 2014. Não que eu tenha adotado o estilo de vida minimalista nesta época, mas foi quando eu comecei a pesquisar um pouco mais sobre.













