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Raven Reyes in Coup de Grâce

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— Eu posso te dizer uma coisa, ele nĂŁo guarda um pote de ouro mas mata as pessoas por ai com sua bomba tĂłxica e sei como se diz que derrete as pessoas, legal nĂŁo é ? — respondeu, e logo ergueu a mĂŁo lado e fez algo com os dedos que fez soltar uma enorme teia e prendendo numa árvore a frente. — É isso que eu faço, e mais coisas.Â
   --- Que cara chato. Guardar um pote de ouro Ă© muito mais legal. --- Falou. fazendo uma careta. Na realidade, aquilo era horrĂvel, mas era bom sempre manter as coisas num nĂvel de ironia e sarcasmo saudáveis. Ficou um pouco boquiaberta com o ato do rapaz, olhando para a teia e para ele, revezando enquanto processava o que havia acontecido. Correu atĂ© a direção do mesmo, segurando e girando a mĂŁo alheia de todos os jeitos possĂveis. --- Como vocĂŞ... --- Começou a indagar, e depois afastou-se, cruzando os braços. --- Faz de novo.
            Olhar para aquela casa vazia com fitas amarelas na porta partia e o coração de Kim em milhões de pedaços só de lembrar o que acontecerá ali na noite que fora mordida pelo alfa. Ver sua irmã, indefesa e frágil, nos braços de um monstro. Aquilo com certeza era uma imagem que ela faria de tudo para apagar de sua mente. Talvez se ela fosse assim como é naquele momento, poderia ter salvado a irmã, mas se lamentar não a traria de volta. Ela hesitou em passar pelas fitas nas quais os policias colocaram ali na intenção de manter as pessoas longe, já havia se passado um bom tempo que aquilo havia acontecido mas eles simplesmente não conseguem explicar direito como aquilo tudo aconteceu. Talvez nunca consigam explicar.
           Respirou fundo e finalmente entrou dentro da casa na qual permanecia exatamente como havia ficado desde sua Ăşltima visita: destruĂda. Kim subiu lentamente as escadas para o secundo andar com uma das mĂŁos no corrimĂŁo que nĂŁo estava destruĂdo. Provavelmente, naquele momento depois de muito tempo, poderia chorar por conta de sua irmĂŁ já que estava completamente sozinha. Bem, estava. Ouviu um barulho vindo da porta fazendo ela se virar bruscamente para ver quem era, nĂŁo se importava se era um policial ou investigador, ela apenas queria ficar sozinha. Observou a pessoa que nĂŁo parecia ser nenhum dos dois fechando a cara, tentando diminuir o choro em sua voz.Â
             "Acho melhor você sair daqui. Agora.”
     Diferente dos policiais da regiĂŁo, ela conhecia a verdade sobre várias das coisas que todos gostavam de chamar de inexplicáveis. AtĂ© algum tempo atrás, May era uma dessas pessoas que sĂł acreditavam no que fosse explicado pela ciĂŞncia. NĂŁo mais. Agora ela sabia que por trás de algo sem uma explicação lĂłgica, sempre haveria algum outro tipo de explicação, que dentro do impossĂvel, era mais do que lĂłgico. NĂŁo era noite, mas ela estava decidida a investigar o que havia acontecido naquela casa a alguns quilĂ´metros da cidade. Sabia que a nĂŁo ser por seus amigos e sua tia, nĂŁo sentiriam sua falta, e nenhum destes gostava de prendĂŞ-la ou indagá-la.
 A maior parte a enxergava como uma órfã de mãe que precisava de um tempo de luto. Como se Mayliss fosse uma garotinha chorona e depressiva. Sim, ela chorava ao se lembrar da mãe caindo de um prédio, e chorava ainda mais ao se lembrar de tocá-la procurando desesperadamente por um pulso, um sinal de vida, e encontrando as marcas do assassino. Ainda assim, não se lamentava. Ela preferia fazer justiça e honrar a mãe exterminando todos e quaisquer vampiros, ou seja lá qual fosse a ameaça sobrenatural na cidade.
     As faixas indicavam o local interditado. Antes de entrar, checou todas as armas, preparando-separa o pior, e abriu a porta. Assim que o fez, notou o quanto tudo estava destruĂdo, como se uma verdadeira guerra do horrores houvesse acontecido, e logo em cima, viu uma garota que a olhava com carranca. Mordeu o lábio inferior, fechando a porta atrás de si. A voz da moça parecia um pouco embargada, mas nĂŁo iria a deter. Balançou a cabeça, apesar de estar tentando nĂŁo ser grossa, para variar.
          --- E por que eu deveria? O que você faz numa casa abandonada?
— Desculpa, mas nunca te vi antes em toda minha vida. Deve estar me confundindo com outra pessoa.
   --- Nem vem! Eu sei que você é a garota que me derrubou no lago outro dia! Não minta pra mim.
Eeei! Que roupa é essa? Até parece que acabou de sair da boca do boi.
--- ... Ok, eu nĂŁo sei se levo isso pro lado da ofensa ou nĂŁo.Â
— NĂŁo, eu nĂŁo quero uma visita desse cara nĂŁo. Já basta do Deadpool e agora de um caçador de vampiros ? NĂŁo, nem pensar, deixa ele com vocĂŞ que da mais certo, eu fico com o Abutre e o Duende Verde se nĂŁo se importar. — retribuiu o sorriso pra outra e se encostou no carro logo depois. — Bom, todos sĂŁo confundidos mas fazer o que, né ? E bom, eu sou o Homem-Aranha.Â
   --- Quantos nomes simpáticos. Principalmente Duende Verde, o que ele faz? Guarda um pote de ouro? Fica pequeno e entra nas suas calças? --- Zombou, e depois arqueou as sobrancelhas. --- Espera, vocĂŞ Ă© quem? Por quĂŞ? VocĂŞ solta teias ou come insetos? Eu nunca pego a lĂłgica desses codinomes.Â

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{eu tĂ´ muito animada com a May, vou sair respondendo tudo quanto Ă© open, 3bjos}
precious blood —  may&kali
Após um estressante dia no colégio, nada como sair para espairecer. No caso de Mayliss, nada como uma boa noite de caçada. Era a cidade vizinha, e ela havia ouvido falar sobre inquietações próximas a um antigo lago abandonado, onde sempre tinha o costume de ir junto da mãe. Existia uma casa que sempre deixavam em ótimo estado, e usavam como abrigo durante as poucas folgas que ela tinha. Os tolos que acreditavam em lendas antigas sobre o lugar ser lar de velhos fantasmas não se aproximavam, então era um lugar onde pairava a paz, e não o contrário. A memória fez sua usual carranca noturna vacilar, mas sabia que não era momento. Lembranças á parte, era hora do trabalho.
Seguiu silenciosamente pela floresta. A invenção da vez era uma arma de fogo, sempre com o mesmo sĂmbolo desenhado, igual ao que carregava no pulso direito. Devido á proximidade com materiais militares por parte do pai, ela tinha acesso ao suficiente para produzir suas armas, e nĂŁo faria a mĂnima diferença quando fosse conferida. Ou pelo menos atĂ© agora, nĂŁo havia feito. As usuais flechas, agora aperfeiçoadas com comando de voz sempre a acompanhavam caso algo falhasse, alĂ©m de ter as seringas com a mistura de substâncias lĂquidas preparada. Tinha tambĂ©m uma faca de prata banhada em água benta escondida no coturno.Â
Ela conhecia um dos atalhos menos usados, e seguiu com o carro atĂ© certo ponto, para depois caminhar a pĂ©. NĂŁo demorou muito para que um dos vampiros aparecesse, tentando atacá-la de surpresa. Usando o comando de voz, uma das flechas acertou-lhe -- por sorte de sua criadora, diga-se de passagem --- no coração. Segundo as informações, era a partir dali que começavam a desaparecer pessoas, provavelmente estavam se alimentando de seu sangue, ou fortalecendo o bando de sanguessugas malditos. Ou ambos, já que os vampiros recĂ©m-nascidos eram os mais famintos por sangue. Seguiu um pouco mais adiante, e sentiu o peso de um corpo cair contra o seu, derrubando-a com força. Tentou desviar-se ao notar as presas a poucos centĂmetros de sua face, e usou sua força para chutá-lo para longe. Infelizmente, vampiros tem uma força superior, e de nada adiantou. Mais e mais chutes, atĂ© que por um momento o vampiro acabou por vacilar, lhe dando espaço suficiente para movimentar uma das mĂŁos, mirando-a para um galho de árvore acima de ambos. No momento em que a flecha a acertou, o impacto fez com que o galho ficasse mais vulnerável. O vampiro avançou novamente, dessa vez ainda mais prĂłximo. Com o auxĂlio do ombro, movimentou o braço para frente, evitando uma proximidade maior por pelo menos alguns segundos, tempos suficiente para usar seu comando de voz para disparar outras flechas, e finalmente o galho cedeu e caiu, acertando a cabeça do vampiro, que ficou zonzo, dando a May a oportunidade para levantar e pegar uma das seringas, enfiando a substância direto no pescoço da criatura, que agonizou e por fim pareceu morrer.
Mayliss apertou os pulsos roxos, e continuou seguindo. Avistou mais dois vampiros, escondendo-se e atirando á longa distância. A mira nĂŁo era precisa o suficiente, mas o golpe foi eficaz o bastante para que conseguisse sair correndo e finalmente chegasse atĂ© a casa, escondendo-se. Por dentro da mesma, esgueirou-se por entre o corredor, atirando nos vampiros que apareciam, porĂ©m antes que conseguisse sequer reagir, acabou sendo pega por um deles, e fora obrigada a seguir pelo resto da casa. Seu plano de ataque já estava sendo elaborado enquanto seguia, porĂ©m o que viu na sala principal, onde haviam mais trĂŞs vĂtimas fora definitivamente estranho. Uma das vampiras estava prestes a morder uma garota magrinha, com cabelos escuros, que estava se contorcendo um pouco, mas, no exato momento em que os dentes da criatura foram fincados, esta desmaiou instantaneamente, vomitando sangue enquanto estava inconsciente, atĂ© que ficou completamente seca. Todos ficaram espantados, incluindo a prĂłpria garota, e apesar de May estar tĂŁo espantada quanto, aproveitou o momento para utilizar sua arma nova, atirando com a mira mais precisa que conseguiu em todos os vampiros da sala. Os que chegaram para ver o que havia acontecido acabaram sendo acertados tambĂ©m. Alguns normalizaram-se mais rápido, e isso sĂł a fez atirar mais, como se estivesse em algum game de tiros. Mais rápido do que uma bala, usou as flechas restante para completar o serviço, e as seringas como precaução. Quase escassa de armas, conseguiu exterminar o Ăşltimo. Seus braços doĂam, e o pescoço estava ardendo devido as unhas que uma das infelizes havia cravado em seu pescoço. Em certo momento, haviam batido sua cabeça contra a mesa, e seu nariz sangrava, alĂ©m de estar sentindo dores. Movimentou-se lentamente e olhou para todos na sala, ordenando que fossem embora, porĂ©m quando a garota que havia sido mordida fez um Ăşnico movimento, apontou-lhe o braço que ainda continha duas flechas.
--- Nem pensar. Você fica. --- Falou, ainda ofegando. --- Será que você pode me explicar que merda foi aquela?
— Uma vampira ? Ai meu deus, era sĂł o que me faltava. NĂŁo vai me falar que faz parte do grupinho do Blade ? Sabe, aquele cara me da arrepios. — respondeu pra garota enquanto ia saindo do carro aos poucos. — E bom… NĂŁo, mas mesmo assim parece que vocĂŞ se encostou em um e eles identificaram vocĂŞ como uma mutante.Â
   --- Parece que eu nĂŁo fui a Ăşnica que fiquei com sequelas do acidente aqui. --- Brincou --- Mas Ă©, Blade Ă© bem legal. Se ele quisesse me por no grupo dele, eu aceitaria. E pediria pra ele te fazer uma visitinha durante a noite. --- Abriu um sorriso maroto. --- EntĂŁo eu fui confundida por engano com uma mutante? SĂł se for por ser inteligente e criativa num nĂvel anormal. --- Deu de ombros, já de fora do carro. --- Tá, e vocĂŞ? O que tem de tĂŁo especial?
Raven Reyes: a character study.
”That bridge has survived a nuclear war and 97 years of weather. It won’t survive me.”
(octavia) (clarke) (insp.)
— Bom, mas por um outro lado, nós não morremos graças a esses arbustos grandes. — sorriu, entregando um pano pra ela limpar o sangue. — Eles estão atrás de mim, porque sou um mutante e bom… Você é uma ?
   --- Louvada seja a Mãe Natureza. --- Falou e acabou por dar uma risada, pegando o pano e limpando o rosto. --- Você é um mutante? Isso é interessante. Eu sou humana. Você sabe, do tipo comum. Exceto pelo fato de que eu caço vampiros ou qualquer força sobrenatural que ameaçe a minha cidade, e faço algumas outras coisas. Isso é um problema pra eles?

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— Foi mal por isso, mas a culpa foi daqueles malditos Sentinelas que estavam atrás de nós.
   --- Acredite, vocĂŞ chegou mais perto de nos matar do que eles. --- Resmungou --- Agora explica aĂ, qual Ă© a desses tais sentinelas mesmo?
   --- Ai! --- Reclamou, recuperando-se do impacto. --- Sério, da próxima vez eu dirijo.