one of my red flags is that this was my favorite game, so yeah

@theartofmadeline

#extradirty

pixel skylines
dirt enthusiast
hello vonnie
he wasn't even looking at me and he found me
AnasAbdin

Sweet Seals For You, Always
cherry valley forever

Origami Around
Claire Keane
almost home

❣ Chile in a Photography ❣

Product Placement
Keni
I'd rather be in outer space 🛸
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH
$LAYYYTER
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@ensaiolirico
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Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
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NegligĂŞncia
E por mais que você odeie esse fato a verdade é que não dependo de você e nem do seu dinheiro. Não preciso da sua compaixão, pena e nem do seu incentivo. Tenho outras pessoas que cuidam de mim e mesmo se não tivesse consigo desempenhar esta função muito bem, afinal, é assim que eu sempre estive né? sozinha, eu contra qualquer coisa que se entrasse no meu caminho. Não tem nada que possa fazer depois de quase duas décadas de negligência pai.
se vocĂŞ ainda me lĂŞ
saiba que em todas as palavras que escrevo
e em todas que omito
eu sinto sua falta.
[vocĂŞ ainda ocupa cada espacinho dentro de mim].
I believe in myself, I know myself and my capabilities. Today I work and tomorrow I work so that the day after that is a little bit easier.
Escrevo-te para nunca esquecer dos teus olhos
que sobre mim reluziu
há tanto senti o acre sabor da melancolia extinguir-se de mim
em águas salgadas embebedando o lusco- fusco;
escrevo-te no martĂrio que remates minha angustia pois
na minha Ănsula pluviosa tu fostes amanhecer:
raio de sol brilhante e morno.
Deambulo entre os dias como peregrina de ruas mortas
uma sombra que guarda da noite olores perdidos.

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Francis, Paris nĂŁo Ă© a mesma sem vocĂŞ, nem o cĂ©u, nem as estrelas. A lua hoje pareceu menos bonita e aqueles cafĂ©s que eu amava agora nem fazem mais tanto sentido assim. Quando vocĂŞ dizia que era eu quem trazia beleza pros seus dias, nĂŁo imaginava o quanto vocĂŞ salvava os meus. Agora vocĂŞ foi embora e a saudade tornou tudo monocromático. Se quiser voltar, ainda tem a Torre Eiffel e aquela cafeteria prĂłxima da minha casa, nĂłs podemos nos encontrar e recomeçar, porque no fundo, o amor nunca foi embora daqui. Eu adoraria tentar novamente, seus erros nĂŁo seriam o problema, agora que atĂ© eles fazem-me tanta falta. Paris, 2016.Â
Scene from A Midsummer Night’s Dream, 1851, by Edwin Henry Landseer (1802-1873)
Para você que está lendo isso:
Eu te desejo toda a força que vocĂŞ precisa para superar os dias difĂceis.
Boa tarde. Criei esse Tumblr cm intenção de ajudar. Então se precisar de qualquer coisa pode me chamar tá? Seja pra desabafo, ombro amigo ou só conversar. Estarei aqui.
Por mais almas como vocĂŞ!
A dor Ă© intrĂnseca ao meu deleitoso eu qu’insiste em permanecer fantasiando defronte Ă poesia.

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“Na noite do dia 31, vou olhar para o céu e lembrar de tudo que vivi nesse ano: as mágoas, os sorrisos, as lágrimas, as histórias, os amigos que fiz e os que perdi, os momentos bons e os ruins. E não vou me arrepender de nada. Pois foram todos esses momentos, que fizeram com que esse ano valesse a pena.”
— Caio Fernando Abreu.
Detail of Venus and Cupid, c. 1700, by Sebastiano Ricci (1659-1734)
❀ Pink dresses in paintings by Edward Hughes, Václav BroĹľĂk & Paul de La Boulaye ❀
“Quando o amor é verdadeiro mesmo após o término o coração mesmo dolorido, machucado estará dizendo: “Estou aqui quando precisar.” E dará o sorriso mais doloroso de suas batidas ao vê-la(o) com outra pessoa.”
—
Paulo Marcos
Oferta válida por tempo indeterminado para o amor verdadeiro.
“Quando alguém “perde” alguns minutos ou até horas, só para escrever e te mandar uma declaração de amor, nunca nunquinha responda com emoji ou só 3 palavras. O pior é que sabemos, no dia seguinte a pessoa nem vai se lembrar do que você escreveu e falou. Mas acabamos ficando quietas e fingindo que nada aconteceu, pena que o coração não ajuda muito nisso e acaba se machucando um pouquinho. E nesse pouquinho em pouquinho, acaba se tornando tudo.”
— Ilusões de Esther.Â

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Arrume um tempo, o cabelo, suas coisas, a mente e saia por aà distribuindo sorrisos, diga pra si mesmo que não é hoje que você vai ficar triste, nem amanhã, e nem tão cedo. Invente um passa-tempo, faça algo que nunca fez, que seja inédito, se divirta mais, lembre-se que há bilhões de pessoas no mundo, no qual muitas delas, você adoraria conhecer. Telefone pros amigos, diga que sente saudade, marque de sair e ria um pouco com eles, volte pra casa andando… Sinta o vento, o tempo, as coisas que estão ao seu redor, ouça o barulho da noite, dos carros, das pessoas, se ouça. Deite na cama e olhe pro teto, pense no quanto a vida é bonita e boa de se viver, durma. Levante mais disposta a fazer melhor que ontem, cante, mesmo que não saiba, cante, acha que existe karaoke pra quê? Dance, invente sua própria coreografia, e se alguém te flagrar, não sinta vergonha, convide-a pra dançar também. Ajude sua mãe na cozinha, converse com ela sobre como o dia está lindo, deixe escapar um “Eu te amo, mãe” faça o mesmo com seu pai, não sinta vergonha, você sempre os amou mesmo. Saia de casa, corra… Calma seu coração não vai parar por isso, ria disso tudo e continue a correr, escute aquela música que te deixa completamente livre, sinta isso correr por todo seu corpo, essa sensação de liberdade, a brisa no rosto, sentiu? É felicidade. Você pode ter mais disso nos seus dias, basta querer e fazer por onde.
Jonatan F. Principar. (via poetavazio)
Cartas Ă um possĂvel alguĂ©m de pura alma. PossĂvel leitor, possĂvel âmago necessitado de palavras que acalentem seu ser. Quem Ă©s tu? Qual nome lhe vem aos pensamentos quando lhe redijo a palavra amor? Qual alma lhe fora dada de presente ao nascer e seu mentecapto instinto lhe fez perder? A vida Ă© um sopro e nĂłs somos fadados Ă solidĂŁo. Dir-te-ia, caro leitor, que o nome dele Ă© incompreensĂvel aos teus ouvidos. Dizem que o canto dos pássaros nĂŁo pode ser utilizado como nome atribuĂdo Ă um ser, e eu lhe desmistifico tal. O nome daquela alma de olhos castanho-mel soa como o canto do mais belo d'um Rouxinol. Nome que apazĂgua a alma, que amansa seus devaneios mais inseguros e lhe traz de volta ao Ăştero materno, com a segurança que a posição fetal lhe dá. O nome dele me soa como a melodia puritana de um amador clássico; nĂŁo tĂŁo deleitosa quando Chopin, mas abrasadora como Bach. Teu nome me vinha em tom francĂŞs! O tom do amor, entre tantas palavras que tinham origem no puro latim. O nome que me rodeava a aura e me vinha como um sopro de paz n'um dia caĂłtico apenas n'uma lembrança dolorosa. AtĂ© quando o observava partir pela porta da frente, cerca de quatro horas da manhĂŁ, afirmando que seria a Ăşltima vez que o veria vulnerável. Caro leitor, ele sempre soube que voltaria no dia seguinte e deitaria sobre meus braços cansados de tanto poetizar acerca de seus sorrisos. Ele sabia que minh'alma era seu habitat natural e seu olhar jamais negaria isso que lhe digo. Seus fios encaracolados caĂam sobre a pele leitosa todas as vezes que ele ria para mim, agraciando ainda mais os traços do que a vida denominaria temporariamente meu. O nome dele era como se fosse um complemento do meu. NĂŁo existiria Amado sem o dito-cujo canto dos pássaros que dava nome ao semblante pomposo que roubaria meu coração anteriormente. Era como se despedidas fossem a certeza de sua volta e declarações fossem a certeza da despedida. Jamais falarĂamos de amor n'um dia rotineiro. Jamais valorizamos o canto dos pássaros quando moramos n'um deleitoso campo, o rotineiro mata a ansiedade, o rotineiro esgota atĂ© mesmo o pobre canto do Rouxinol. A rotina nos fadava ao fracasso. Leitor, se tu estás aqui, dir-te-ei tambĂ©m que a voz dele era mais bela que o tal Rouxinol. Era como um grito de dependĂŞncia nunca dito Ă margem do Rio Ipiranga. Sabia que dependia dele e declarar uma independĂŞncia seria incorreto. Meu amor sempre foi posse daquilo que nunca tive. Sempre foi rodear meu pequeno Rouxinol de seguranças inapropriadas e dar a ele uma cama confortável para voltar apĂłs desenhar. Meu amor, ouvinte, costumava desenhar meu semblante cálido caĂdo pelos ares, sempre com a visĂŁo melancĂłlica do seu espaço, sempre com medo daquilo que lhe rodeava, sempre sob o mundo. Meu amor sempre fora honesto comigo e sabĂamos que d'entre nĂłs, sempre fui o mais propĂcio a adaptar-se com uma falsa satisfação. Ele sempre foi honesto consigo mesmo, sempre fora adepto Ă solitude, sempre fora amante da paz de espĂrito que era nĂŁo agradar aos outros. Sempre o admirei em silĂŞncio, depositando minhas expectativas de futuro nas asas do meu pequeno Rouxinol. Em noite de luar, pesava suas asas, por medo daquele cantar que me acalmava ver beleza na Lua. Sempre fui possessivo, assumo. Mas naquela noite, com o som da chuva enrubescida, o vi ir embora. ApĂłs um sexo fenomenal, apĂłs cravá-lo de corpo e dizer que o amava, o vi ir embora. E como de costume, o esperei. O esperei dia apĂłs dia, mĂŞs apĂłs mĂŞs, e ainda o espero, leitor, o espero tanto que o coloco em meu primeiro conto. O espero voltar em memĂłrias que me vem ao consciente n'uma tarde gĂ©lida, onde seu corpo sempre fora meu protetor. O espero quando meu ideal de encontro nĂŁo Ă© cumprido e me lembro daquele venusto sorriso que adornava minhas tardes sem muito se esforçar. Algumas pessoas — ou pássaros — nos marcam como tatuagem. Olho aos meus dedos e o vejo ali, sorrindo para meu olhar cabisbaixo, lembrando que sempre será a poesia que sairá pela minha Ăşnica arma. Eu prometi nunca lhe apagar. A escrita Ă© a arma e eu me mato todos os dias ao lembrar de ti. Mas, continuo a lhe esperar, sentado nessa cadeira, observando o luar. Rouxinol, faça-me uma visita. A Lua Ă© bela e eu sempre soube que nĂŁo deveria lhe permitir vĂŞ-la.
10/03. Ensaio lĂrico - Dores d’um outono mal interpretado por insensĂveis Ă poesia.Â