-Até que eu riria, mas tu realmente tá com cara de quem tá na merda então vou usar a boa ação de hoje.- A morena deu uma risada fraca a olhando com simpatia. Amélie guardou a varinha na botinha que usava ficando balançando as pernas conta a mureta -Olha, meus dias são meio sem sal então se piorar pelo menos vai ter um gostinho. Mas se quiser, pode me dizer o que posso fazer para melhorar um pouquinho mais do seu. Chocolate e carinho? Se quiser eu posso até ficar quietinha, oh que não falo isso todo dia en- ofereceu tentando anima-la um bocadinho.
Com o comentário da outra, permitiu-se rir baixinho, a Burke sabia animá-la em momentos difíceis como aquele. ‘ Não fale isso! ’ repreendeu a menina com o olhar, não aprovando aquilo. Se sua situação piorasse, certamente, cairia em um poço de insanidade, estava até que aguentando bem. ‘ Isso é falta de alguém para dar uns amassos. ’ com um sorriso travesso estampado no rosto, a provocou, cutucando-a delicadamente com o dedo indicador; aquela era sua tentativa de amenizar o clima. ‘ Por favor... ’ choramingou, precisava mesmo de bastante chocolate e carinho, algo que não recebia há alguns anos, seus pais, principalmente, sequer tocavam em seus cabelos. Então, levantou-se da mureta, prontificando-se para empanturrar a barriga de doces.
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
✓ Live Streaming✓ Interactive Chat✓ Private Shows✓ HD Quality
Anya is LIVE right now
FREE
Free to watch • No registration required • HD streaming
O Dursley fez uma leve careta ao ouvir a palavra de som tão estranho, porém logo tentou disfarçá-la ao notar que, pelo sotaque alheio, a garota não era britânica, e talvez se tratasse de uma palavra em sua língua nativa, não cabendo, naquele contexto, a ele perguntar o significado. Pela cara de frustração alheia, que apertou seu coração em dó, não deveria ser coisa boa. “Isso é bom! Pensamento positivo!” ele comemorou baixo com um risinho na tentativa de animar os tempos que haviam escurecido - literalmente e figurativamente - tão repentinamente. Esperava que não fossem tão essenciais a ela para que a perda não tivesse sido tão significativa, mas duvidava muito dada a reação da garota que, agora reparara pelo uniforme, tinha visto em algumas aulas, pelo salão comunal ou até mesmo na mesa da Corvinal durante alguma refeição, mas não por tempo suficiente para que o rosto dela lhe marcasse, ou para que tivesse a chance de saber seu nome. Sem contar que, apesar de ser bastante aberto com seus amigos, Duncan era uma pessoa tímida e que dificilmente tomaria a iniciativa de se aproximar. Até ouviu a resposta negativa, mas como já estava com a mão no casaco, resolvera oferecer mesmo assim, e para sua felicidade de não ter tornado a situação constrangedora, a garota aceitara a oferta, o deixando com um sorriso amigável nos lábios. “Não se preocupe comigo, eu vou ficar bem! O que mais molhou foi a minha capa, mas não tem problema, eu posso tirá-la e ficarei bem.” afirmou, dando de ombros enquanto já desabotoava a capa e a embrulhava com o lado mais molhado para dentro. Para falar bem a verdade, havia ficado com frio, mas havia sido educado por sua mãe para ser cavalheiro, e mesmo que tivesse acabado de conhecê-la, colocava as necessidades da garota em primeiro lugar. “Você também é da Corvinal.” constatou o óbvio, apontando o emblema bordado nas vestes alheias, e então chegou onde realmente queria com aquilo “Quero dizer, não precisa se preocupar em quebrar o código de vestimenta, ou explicar para alguém sobre estar com o uniforme da casa errada… Sabe?” Percebendo que havia sido uma afirmação um tanto desnecessária, agora que dita em voz alta o fazendo soar como o monitor seguidor de regras como era, Duncan pigarreou, pegando carona no comentário dela sobre climas mais frios para mudar o assunto “Sério? Onde? Já esquiou na neve?” Percebeu, então, que não tinha se apresentado ainda, e com um pigarreio, estendeu a mão a ela “Aliás, sou Duncan. Duncan Dursley. Acho que já te vi por aí, mas… Não lembro de termos sido apresentados.” comentou com um sorriso que erguia levemente as maçãs de seu rosto, esperando que realmente não tivessem se encontrado antes, e que ele não estivesse passando vergonha por esquecer. Com a mão esquerda livre, afastou da face algumas mechas de cabelo molhadas que insistiam em pingar sobre seu nariz.
Não conseguindo evitar a angústia, Lisa revirou os olhos, aquela positividade alheia era algo que não a apetecia, podendo transparecer um tanto amargurada. Porém, o invejou levemente, queria ser daquela forma, mas a escuridão parecia lhe perseguir sempre que possível. Não havia nada de positivo em sua vida. Assentiu levemente com a cabeça, trazendo o casaco para si; oferecendo-o um sorriso como agradecimento. Enfiou os braços nas vestes, ajeitando-o sobre o corpo e alegrando-se minimamente pela sensação acolhedora, não estava mais tão exposta aos ventos gélidos. Observou-o guardar a própria capa, embora não acreditasse nas palavras alheias, preferiu não insistir. Com a constatação, a menina olhou para o uniforme que vestia, como se precisasse checar a veracidade da exposição feita, um tanto cômico. ‘ Pode deixar, não irei. ’ confirmou, deixando uma curta risada escapar de seus lábios. O rapaz em sua frente parecia tão alheio ao seu redor, assim como ele, era uma monitora, mas talvez, não pelas mesmas razões. Com aquele cargo, ela poderia transitar livremente pelo castelo e acessar áreas restritas aos alunos comuns, esgueirar-se pelos corredores era quase uma habilidade sua. ‘ Bem, o inverno russo é um pouco severo. ’ um eufemismo exacerbado, em determinadas épocas do ano, a Rússia conseguia ser inabitável. Antes que pudesse prosseguir com a fala, foi interrompida pelo rapaz, vendo-o estender a mão. Hesitou por dois segundos, apertando-a em seguida. ‘ Vasilisa Dragoslav. ’ apresentou-se, desvencilhando-se do contato. É, ele não a conhecia, mas, Lisa pegava-se observando-o em algumas aulas, dessa forma, já sabia daquelas informações básicas. No entanto, escondeu aquilo. ‘ É possível que não, Hogwarts é um lugar muito grande, difícil conhecer todos. ’ comentou com um sorriso sem-graça no rosto, segurando um suspiro em sua garganta. Era até bom que Duncan não a conhecesse, certamente se espantaria com o histórico alheio.
Relaxa terá tempo pra tirar suas conclusões, mas espero não decepcionar, agora por favor não deixa ninguém ser babaca com você, sei lá joga uma azaração, se quiser ajuda sou boa nisso. A melhor, sua reputação de vingativa deixava claro, não deveriam mexer consigo, Asterin era boa mas com quem queria e quando queria, mas sabia ser a pior também. Espero não decepcionar. Ofereceu um pequeno sorriso, tinha uma reputação a zelar afinal. Oh ainda bem, meus anos de servir a vida profana serviram pra algo. A sim, gostava da atenção, da fama, não queria ser esquecida, isso poderia ser tanto para o bem quanto para o mal, apesar de não crer em tais percepções do mundo. Pior? Já gostei de você, acabou de achar uma parceira. Os olhos brilharam em tons escuros e um sorriso admirado, adorava realmente uma má influencia, era seu melhor grupo de amigos e isso só fazia sua intuição sobre a menina aumentar em positivo. Vasilisa. Murmurou quase em um cantarolar se acostumando com a pronuncia. Seu nome é lindo, diferente mas lindo. Um baixo riso escapou dos lábios da bruxa com a reação da mais nova, ela era de fato adorável, encantada as madeixas tomaram tons de azul. Preciso avisar pra ter cuidado, tenho um charme inegável de qualquer francês, cuidado pra não se apaixonar. Brincou, ou nem tanto. De nada, não custa nada ajudar. Encolheu os ombros, queria deixar a mesma mais confortável, talvez ser o suporte que não teve mais do que quando ela tinha se mudado, as coisas tinham sido difíceis, sabia como Hogwarts podia ser cruel, mas também sabia como podia ser incrível. Me dou melhor com magia alternativa e você? Afinal não eram porque eram bruxos que saberiam todos os feitiços, na verdade Asterin sempre se focava na área medicinal e nos extravagantes, feitiços simples e diários eram um problema. Os lábios se curvaram ao ver a mesma aceitar, era bom ao menos ter alguém para fazer companhia enquanto fumava, era extremamente complicado como muitos ainda eram mente fechada para as drogas. Os trouxas não tem isso. Asterin tragou mais uma vez e deixou a fumaça sair de seus lábios se transformando em uma cobra, normalmente era um feitiço fácil apenas com mentalização. Eu tenho um fascínio por cobras, não só pela casa. Riu um tanto frouxa, talvez um pouco entorpecida, subindo um pouco a saia do uniforme pra mostrar a tatuagem que tinha na coxa, de uma serpente rodeada por rosas e símbolos de runas, haviam muitas espalhadas pelo corpo, por todo o braço e busto, costas, era algo que realmente amava mas mais que isso acreditava ser uma fonte magica. Meu patrono é uma cobra e tenho uma de estimação, Malvim, ela deve estar em algum lugar assustando alguém. Riu só de lembrar o quanto as pessoas tinham medo apesar da mesma ser extremamente dócil, mas assim como parecia perigosa a mesma realmente poderia ser em algumas ocasiões. Também não estou nos meus melhores dias. Queria dizer mas era orgulhosa, não queria também ser chata, trazer mais problemas não os resolveria. Disponha, tem uma amiga, e se não quiser, uma inimiga a altura, e se não quiser me ofereço como diversão casual inoportuna e prazerosa.
Deixou uma risada sem humor escapar dos lábios machucados, possuía aquela mania terrível de mordiscá-los, deixando-os vermelhos e magoados. Não deixar ninguém ser babaca? Hogwarts, as vezes, parecia um poço de ignorâncias; já havia sido ameaçada algumas vezes, porém, a maioria dos alunos preferiam apenas lançar olhares feios. Embora não fosse vingativa, comtemplava, as vezes, a possibilidade de retrucar os insultos. ‘ Espero também que não decepcione. ’ sorriu com as palavras alheias, parceira, havia gostado da aproximação genuína da menina. ‘ Mas, pode me chamar de Lisa. ’ não que desgostasse do próprio nome, porém, para aqueles desacostumados com a língua russa, poderia soar estranho. Franziu o cenho, confusa e surpresa com a situação em sua frente; os cabelos de Asterin haviam atingido uma coloração azulado. ‘ Como você fez isso? ’ questionou, apontando delicadamente para a cabeça alheia. Mas, ao escutar a fala que sucedeu o acontecimento, Lisa, incrédula, engasgou-se, tossindo duas vezes para livrar-se daquilo. Escondeu o rosto, inclinando-o para o lado oposto, evitando ruborizar na presença da sonserina. ‘ Também me dou melhor com magia alternativa. ’ deixou implícito o teor em sua voz, os Dragoslav eram exímios praticantes de magia negra, portanto, a romena não destoava. Em Durmstrang, a prática era incentivada e curiosamente, Lisa ocupava as primeiras colocações em inúmeras matérias e, em especial, Artes das Trevas. Observou Asterin, de forma incrível, moldar aquela nuvem acinzentada em uma cobra, deixando-a espalhar-se pelo ar. ‘ Você precisa me ensinar depois. ’ comentou, amigável. Tragou mais uma vez, embora quisesse aprender aquele truque, soltou a fumaça calmamente pela boca. Cigarros lembravam-na de Ciprian, seu pai, já que ele carregava consigo aquele cheiro forte de tabaco. Hesitante, observou a garota erguer levemente a própria saia, expondo a belíssima tatuagem, conteve o desejo de senti-la, por sorte, sua mão estava ocupada segurando aquela droga. ‘ É linda, de fato. ’ não sabia se estava falando unicamente da tatuagem ou de Asterin por completo. ‘ Tatuagens ficam bem em você, acho que eu não teria coragem de adquirir uma. ’ Vasilisa ponderou, era uma estética que não combinava com ela, apesar de bonita. Patronos. Não possuía um, bem, achava que não. E após lutar muito contra o sentimento de inconformidade; aceitou, por fim, que jamais seria feliz ou capaz de conjurar um. Suspirou, aquele não era um assunto que a agradasse, mas por educação, engoliu a própria angústia. ‘ Cobras são adoráveis. ’ engoliu em seco, mas a voz levemente embargada a impediu de continuar a fala. Cobras, apesar das aparências graciosas, eram comumente associadas à coisas ruins. ‘ Obrigada, mas estou farta de inimigos por enquanto. Aceito sua amizade. ’
Duncan estava nas estufas quando tudo começou a ficar mais escuro, e mesmo que ainda fosse plena tarde, parecia precisar de velas para iluminarem o local. Em seguida, veio um trovão, que o fez notar as nuvens carregadas tomando conta do céu. Sabendo bem no que aquilo resultaria, tratou de logo guardar suas coisas em sua mochila e tomar o longo caminho a céu aberto até a entrada mais próxima do castelo. Mas, é claro, não era um homem de sorte, e a chuva alcançou-o no meio do caminho, resultando em um Duncan encharcado e com os sapatos e a barra da calça completamente enlameados. Não tão longe à sua frente, viu a figura feminina apressadamente juntar as coisas e também sair correndo, porém notou que ela havia esquecido um dos pergaminhos sobre a grama. Sabendo bem que perder uma lição bem feita era um pesadelo, ele resolveu salvar o pedaço de papel da chuva antes de finalmente abrigar-se, assim como ela, da chuva. Entretanto, antes que pudesse falar qualquer coisa, ela foi quem dirigiu-lhe a palavra, o deixando boquiaberto e sem graça. “E-eu… Não, eu não ia… Por que eu riria de você?” questionou com as sobrancelhas um tanto mais juntas em confusão, mas então resolveu aproveitar a brecha para explicar-se, maneando negativamente a cabeça e então começando a falar “Você deixou esse pergaminho lá… Eu até tentei salvá-lo, mas…” fez uma careta ao que estendeu as escritas todas borradas sobre o papel molenga devido à umidade. “Espero que não seja nada muito importante.” lamentou, sem ao certo saber o que dizer. Então sentiu um vento gelado soprar, característico acompanhante daquelas chuvas tempestuosas de outono, e ao sentir o corpo gelar, notou que ela também estava ensopada. “Você está com frio?” questionou, já nem esperando a resposta enquanto abria a bolsa de couro para resgatar dela um cardigan sobressalente que levava consigo para o caso de sujar-se com alguma pegadinha dos primos Weasley. “Eu tenho uma blusa aqui, posso te emprestar para você não acabar ficando doente…” comentou enquanto tirava a malha preta característica do uniforme da mala e estendia a ela.
Por que ele riria dela? Pois bem, poderia listar inúmeras razões, porém, decidiu por apenas dar de ombros e inclinar levemente a cabeça, sentindo o rosto ruborizar. ‘ Não sei.’ murmurou, não era surpresa pra ninguém mas, Lisa era quase uma estranha em Hogwarts, embora já estivesse lá há três anos, sentia-se como um animal em um zoológico, constantemente recebendo olhares tortos; era algo que jamais mudaria.‘ Gavno... ’ choramingou, pegando o pergaminho desfigurado e molenga, nojento. Suspirou, era quase impossível lê-lo, talvez, em alguns anos, conseguisse decifrá-lo. Era sim algo importante, mas ela não estava na Corvinal por nada... certo? Segurou-se para não chorar, especialmente estando na frente de terceiros, a situação degradante o suficiente, não poderia demonstrar mais fragilidade. ‘ Nada que eu não possa refazer. ’ omitiu a importância daquelas escrituras, colocando-as no chão. Abraçou o próprio corpo ao sentir um ar gélido lhe atingir, fazendo-a tremer levemente. Lisa parecia ter se desacostumado com as baixas temperaturas, em Durmstrang, era preciso que os alunos usassem pesados casacos de pelo, além de luvas e botas, os ventos setentrionais da Noruega conseguiam ser cortantes. ‘ Não. ’ disse, embora seu corpo reagisse de forma contrária, uma mentira descarada. O menino, por outro lado, acabou sendo mais rápido, oferecendo-a uma espécie de casaco. Delicadamente e de forma hesitante, a Dragoslav recolheu a veste, sentindo a textura com seus dígitos. ‘ Mas... ’ deu início a uma frase, contudo, a sensação quente em seu rosto a fez pausar. Como ele conseguia ser tão... tão... tão, ugh. Limpou a garganta levemente, livrando-se dos pensamentos afeiçoados e fitando-o com uma expressão confusa. ‘ Você não está com frio? ’ questionou, por pouco não esboçando um sorriso. ‘ Quer dizer, não preciso, já enfrentei frios mais rigorosos. ’ tentou soar firme, mas o cardigã era aconchegante e esquentava suas mãos trêmulas.
O pouco que Amélie conhecia Lisa a fez nutrir um certo carinho pela menina, sabia que ela tinha sofrido mais do que muitos ali e por isso mesmo se dispôs a ser um pouquinho de felicidade em seu dia. Ela atravessou a chuva com a varinha em mãos, em um simples feitiço que criava um guarda-chuva, e se sentou ao lado dela desfazendo o feitiço -Acha mesmo que eu iria rir de você?- perguntou séria. Aproveitando que estava com a varinha na mão Amélie fez um gesto que secou a roupa de Vasilisa -Está tão ruim assim? Digo, o seu dia…- perguntou um tanto em dúvida e com certo pesar na voz
Imediatamente, pode escutar o próprio coração partir ao meio. Estava tão patética que sequer conseguia conjurar um feitiço simples; e o pior, demonstrava fraqueza, inaceitável.‘ Não sei, Amélie. Olha meu estado, eu certamente riria.’ gesticulou com a mão, apontando para o uniforme encharcado. Porém, para sua surpresa, a amiga foi rápida em resolver o estado de suas vestes, secando-as. ‘ Bem, já tive dias piores. ’ deixou uma risada seca e sem humor sair de sua garganta. Ajeitou os cabelos, tentando disfarçar a angústia presente em sua alma. ‘ Pensando assim, acho que não está tão ruim. Mas, não quero falar sobre isso e estragar o seu dia. ’
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
✓ Live Streaming✓ Interactive Chat✓ Private Shows✓ HD Quality
Anya is LIVE right now
FREE
Free to watch • No registration required • HD streaming
Porque eu iria rir de uma mulher molhada? Deuses acha que eu sou tão patética? Asterin tragou mais uma vez o cigarro em suas mãos com um sorriso gentil, quase perturbado, havia escutado rumores sobre Vasilisa o que a fez ficar agitada na presença da mesma, qualquer assunto que remetesse a morte parecia no minimo um pesadelo, literalmente para a bruxa seu bicho papão, mas por outro lado a invejou afinal não fazia ideia do que acontecerá com sua mãe e talvez aquele fundo de esperança mesmo depois dos anos fosse mais torturante do que a morte em si. Realmente eu posso tornar um dia de qualquer um pior mas também sou conhecida por ser a melhor companhia de distração e diversão de Hogwarts, então talvez seja seu dia de sorte, modéstia a parte. O tom convencido era comum na mesma, apesar de realmente estar tentando ser um pouco empática com a outra. Sou Asterin, sonserina, ultimo ano, provavelmente uma má influencia. Os lábios se curvaram de forma perversa e travessa. Você vai congelar se continuar assim. A mais velha retirou a capa e colocando sobre os ombros da mesma. Deve ter algum feitiço pra secagem mas eu não sou a melhor com os estudos. O que era obvio quando era repetente mas deu de ombros porque realmente não se importava. Você quer? Estendeu um dos maços. Podem ajudar a se aquecer e também a relaxar, você parece tensa.
Deu de ombros, não sabendo ao certo como responder a pergunta alheia. Porém, em sua cabeça, ela sabia que não possuía uma das melhores reputações em Hogwarts, seus colegas constantemente lhe lançavam olhares tortos. ‘ Espero que esteja certa. ’ Lisa deu um pequeno sorriso, apesar das circunstâncias, a presença amigável havia conseguido acalmá-la moderadamente. ‘ Eu sei quem você é. ’ percebendo o tom convencido na voz da garota, tratou de encher seu ego com o comentário. Uma má influência? era quase cômico, sem dúvidas, a romena estava em primeiro lugar na lista de pessoas que você deve evitar em Hogwarts. ‘ Vasilisa, corvinal, sexto ano, reprovada e provavelmente uma pior influencia. ’ arqueou a sobrancelha de uma forma divertida, quase como se a desafiasse. Contudo, ao sentir o tecido sobre seus ombros, surpresa, arregalou os olhos, enquanto o rosto ganhava um rubor extremamente visível. ‘ Muito obrigada. ’ disse em um tom baixo, envergonhada e puxando a capa para si, esquentando-se. ‘ Provavelmente sim. ’ quase insultou-se mentalmente, uma menina tão inteligente sequer se recordava de um feitiço simples; porém a verdade era que, a Dragoslav era infinitamente mais habilidosa em Artes das Trevas, mas pela ausência da disciplina em Hogwarts, estava um pouco enferrujada. Assentiu com a cabeça e com delicadeza, puxou um cigarro de dentro do maço e o posicionou entre os dentes. De forma ágil, retirou a própria varinha da meia e recitou o feitiço Lacarnum Inflamare, conjurando fogo em sua ponta e assim, acendendo o item em sua boca. Lisa deu uma longa tragada, sentindo a nicotina e deixando a fumaça sair por suas narinas, como uma dragão. ‘ Você é uma ótima observadora. E obrigada mais uma vez, pela capa e pelo cigarro. ’
Outono, sem dúvidas, era uma de suas estações prediletas, a explosão de tons avermelhados e amarelados nas plantas deixava-a estranhamente aconchegante. O som crocante das folhas secas era como música para seus ouvidos, especialmente em Hogwarts, tudo parecia mais simples. Porém, em primeiro lugar, sempre estará o inverno; estação que a embrulha o estômago, uma sensação de amor e ódio. Lisa, ao contrário de muitos colegas, acostumou-se a beber ainda jovem, os destilados eram um dos poucos responsáveis por esquentá-la das temperaturas baixas da Rússia. Pensar no inverno, para ela, consistia em dar um profundo mergulho nas memórias, resgatando os vários momentos em que sentiu o ar gélido cortar seus lábios; lembrou-se de Durmstrang — o colégio, além de escuro, fazia-a ranger os dentes, e também de seu aniversário, ou melhor, aniversário da morte de seu pai. Fechou os olhos por alguns instantes, recriando o cenário em sua cabeça, embora estivesse sob o efeito angustiante da maldição cruciatus, pode ver, plenamente, o corpo de Ciprian em sua frente. Contudo, de supetão, foi retirada dos próprios devaneios; para incrementar o sentimento melancólico, do céu acinzentado, gotas fortes passaram a cair. Estúpida, justamente no dia em que havia escolhido não estudar na biblioteca. Vasilisa então, desesperada, recolhia as anotações espalhadas pelo chão, como se sua vida dependesse daquilo. De maneira ágil, enfiou a própria varinha em sua meia preta, ocupando as mãos com os livros e folhas de pergaminho, agora molhadas. Correu em direção a instalação, tendo que atravessar uma grande extensão de chão até o destino. Sentou-se na mureta, agora protegida da chuva. Passou as mãos sobre os cabelos, encontrava-se inteiramente molhada, os tecidos de seu uniforme grudados em seu corpo. Lisa quis chorar, gritar, mas focou-se em estabilizar a respiração ofegante. Escutando passos cada vez mais próximos, deixou de fitar o chão, levantando os olhos para encarar MUSE. ‘ Vai, pode rir. Não é como se fosse piorar o meu dia. ’ Era verdade, seu dia já estava uma merda.
* ✰. 𝐕𝐀𝐒𝐈𝐋𝐈𝐒𝐀 𝐄. 𝐑𝐎𝐌𝐀𝐍𝐎𝐕-𝐃𝐑𝐀𝐆𝐎𝐒𝐋𝐀𝐕 –––– an introduction !
There is something moon soaked and dawn flavoured about her. Something kissed by the wild and loved by lightning. She looks like Artemis after a night of storm hunting. She looks like the sun as it rises after kissing the dawn.
+ 𝐖𝐀𝐍𝐓𝐄𝐃 𝐂𝐎𝐍𝐍𝐄𝐂𝐓𝐈𝐎𝐍𝐒.
* ✰. Olá, meu nome é VASILISA EKATERINA ROMANOV-DRAGOSLAV e eu tenho DEZESSETE ANOS DE IDADE. Curso o SEXTO ANO e minha casa é a CORVINAL. Minhas matérias opcionais são ESTUDOS ESPECTRAIS E ARITIMANCIA também participo dos clubes de CLUBE DE DUELOS E JORNAL DE HOGWARTS. Faço parte da MONITORIA. Meu status sanguíneo é PURO e eu fico ao lado das TREVAS.
* ✰. 𝐁𝐈𝐎𝐆𝐑𝐀𝐅𝐈𝐀:
Os Dragoslav fizeram parte do diretório puro-sangue da Romênia por séculos, tendo sua reputação e fortuna construídas através de estudos sobre as inúmeras espécies de dragões. Poderosíssimos e assustadores, como as tais criaturas mágicas. Embora a família carregasse o rótulo de perfeita, jamais conseguiram alcançar o padrão. Em celebrações, eram sempre vistos com semblantes sérios e frívolos, porém, unidos. Utilizavam aquela tática para tentar esconder os pensamentos sombrios e insanos tão recorrentes em suas mentes; exímios em Artes das Trevas e extremamente corruptíveis, a natureza daquela magia os corrompia lentamente. De grande complexidade, manter uma linhagem purista demandava atenção e um árduo trabalho, portanto, em algumas ocasiões, casavam-se entre si. Para sorte de Ciprian, não foi necessário que se envolvesse com uma prima.
Ciprian enlaçou-se com Devora Natascha Romanov, uma mulher russa e assim como ele, puro-sangue, um acordo entre as famílias. Não havia amor naquela união, era apenas um contrato. Contudo, não impediu que se casassem em uma cerimônia extravagante e luxuosa, esbanjando dinheiro. Em um salão extenso e escuro, o casal recebeu inúmeros convidados e também, presentes. Para muitos, era gratificante ver as famílias unindo-se em um matrimônio. Apesar de terem frequentado o Instituto Durmstrang pelo mesmo período, possuíam círculos sociais completamente diferentes, em adicional, Ciprian sempre parecia estar extremamente ocupado infernizando o cotidiano dos menos favorecidos.
Embora não se amassem, possuíam o desejo em constituir uma grande família; gerar crianças saudáveis e fortes. Após um ano e sete meses, nasceu Viktor, o primogênito do casal. Vasilisa e Valentin, os gêmeos, nasceram após 3 anos do nascimento do irmão mais velho. Ciprian e Devora estavam felizes, pelo menos aparentavam, com os recém chegados. Não demoraram para apresentá-los à comunidade bruxa, prepararam um banquete farto e apetitoso, um costume espalhafatoso que a família possuía; jamais cansavam de suas comemorações.
Há quem diga que o dinheiro não compra felicidade; para aquelas crianças, sim. Enchiam-nas de brinquedos e doces, tentando compensar a ausência em suas vidas, já que suas profissões não os permitiam permanecer por longos períodos no lar. Vasilisa até achava gratificante, aos poucos foi-se acostumando com o absentismo, fazendo-a amadurecer precocemente. Porém, ainda eram crianças e já que não estavam em idade suficiente pra frequentar o Institudo Durmstrang, os gêmeos passaram a morar com os avós paternos e com seus primos, tias e tios. Por sorte, era uma casa grande. Como de costume, os Dragoslav pregavam o preconceito de sangue, passando o ideal para as gerações seguintes, apesar de ultrapassado; curiosamente, a casa desfrutava de uma má reputação, seus ancestrais não eram boas pessoas, comensais da morte, alguns encontravam-se mortos e outros, presos.
Assim como os pais, os gêmeos aos onze anos, ingressaram no colégio localizado nas regiões setentrionais da Noruega, gélido e pouco acolhedor. Entretanto, Vasilisa estava alegre por seguir os mesmos passos, em sua cabeça, eram perfeitos. Era conhecida em Durmstrang como a cria do grande Ciprian, o prestígio de do homem a perseguia, no entanto, não era algo incomodo, sempre almejou que ele a visse com outros olhos. E assim foi feito, Lisa era um prodígio, um talento natural nas disciplinas, destacando-se nas Artes das Trevas. Com a notícia, logo tornou-se a predileta de Ciprian, o Inominável. Embora as coisas parecessem caminhar de forma positiva, não passava de uma mera ilusão, por trás das cortinas, os pais da menina mergulhavam em águas profundas e cada vez mais sombrias.
O purismo, um crime, parecia não incomodá-los, já que conspiravam insanamente contra os trouxas. Vasilisa só almejava uma vida alegre, com sua família, que ao contrário dela, possuía outros planos. Quando dizem que a prática de Magia Negra corrompe o ser-humano é porque há inúmeros exemplos, vivos e mortos. Fingia não ver as reuniões que aconteciam em sua casa; vários homens e mulheres insanos. Mas, por ter crescido naquela meio, a menina não achava anormal, muito ao contrário, ás vezes, pegava-se querendo participar. Na noite anterior ao seu aniversário de catorze anos, recebeu como um presente, um massacre. Os Romanov-Dragoslav possuíam uma extensa lista de inimigos, infelizmente. Ser torturada por uma maldição imperdoável não estava em seus planos, assim como assistir o pai e o irmão mais velho serem mortos, contudo, comemorou o aniversário em pleno choque. Desde o fatídico dia, a família jamais foi a mesma, enlouqueceram.
Não soube lidar com as mortes e seu quarto ano em Durmstrang foi um fiasco; com um péssimo rendimento, Lisa implorou para que sua mãe lhe mudasse de colégio, aquele havia se tornado um ambiente tóxico. Surpreendeu-se ao ser selecionada para a Corvinal, embora possuísse inúmeras características corvinas, destacando-se por sua inteligência e criatividade. Apesar do péssimo histórico de sua família, a menina é o extremo oposto; carismática, astuciosa e generosa e sorridente. Porém, é extremamente instável, pois bem, após passar por tanta desgraça, seus traumas, algumas vezes, fazem-na ter crises. O péssimo hábito de esconder as próprias emoções também não a ajuda, dessa forma, torna-se um tanto agressiva e explosiva ao deparar-se com situações de estresse.
Seus familiares estão constantemente conspirando à respeito das mortes de Ciprian e Viktor, afirmam que ambos foram assassinados por autoridades do Ministério da Magia, por conta dos envolvimentos com Magia das Trevas; uma grande mentira, foram traídos por seus parceiros, embora não saibam. Dessa forma, Lisa mantém-se fiel aos puristas, apesar de não expor sua opinião, quer vingá-los. Não repugna os mestiços e nascidos-trouxas, mas, sente-se superior em relação a eles.
* ✰. 𝐂𝐔𝐑𝐈𝐎𝐒𝐈𝐃𝐀𝐃𝐄𝐒:
Ela, com toda certeza, não possuí memórias alegres o suficiente para conjurar um patrono corpóreo. É algo que a entristece profundamente, sua vida sempre foi um emaranhado de acontecimentos sombrios e melancólicos.
O bicho papão de Vasilisa é o seu próprio cadáver. Morte é algo que a tormenta intensamente; seus pesadelos, geralmente, abordam essa temática. Entretanto, já desejou estar morta.
É repetente, portanto, está um ano atrasada. Porém, isso não quer dizer que seja menos inteligente que seus colegas, apenas… não possuí um psicológico tão estável. Lisa evita ao máximo falar da própria família, sempre desvia do assunto; ainda há aqueles que desconhessem os Romanov-Dragoslav e se depender dela, irá continuar assim.
* ✰. 𝐈𝐍𝐒𝐏𝐎:
Bellatrix Lestrange (Harry Potter); Daenerys Targaryen (Game of Thrones); Camille Preaker (Sharp Objects); Cher Horowitz (Clueless); Cassie Howard (Euphoria).
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
✓ Live Streaming✓ Interactive Chat✓ Private Shows✓ HD Quality
Anya is LIVE right now
FREE
Free to watch • No registration required • HD streaming