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We need more positive news to acknowledge that the world is actually getting better little by little. Here are some of the top performing positive news illustrations from 2021.
“O que eu odeio é que algum dia tudo se reduzirá a nada, os amores, os poemas. Acabaremos recheados de terra como um taco barato. Que coisa mais triste, tudo é tão triste — a gente passa a vida inteira feito bobo pra depois morrer que nem besta.”
— Bukowski. (via trovejo)
Night Train to Lisbon, 2013.

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I feel uptight on a saturday night, nine o'clock and the radio’s the only light…
Detroit Rock City, dir. Adam Rifkin (1999)
Bonus:
“Beth? Are you waiting for a confession? I thought you were jewish”
Gostaria de poder lhes contar sobre professores de ciência inspiradores nos meus tempos de escola primária e secundária. Mas, quando penso no passado, não encontro nenhum. Lembro-me da memorização automática da tabela periódica dos elementos, das alavancas e dos planos inclinados, da fotossíntese das plantas verdes, e da diferença entre antracito e carvão betuminoso. Mas não me lembro de nenhum sentimento sublime de deslumbramento, de nenhum indício de uma perspectiva evolutiva, nem de coisa alguma sobre idéias errôneas em que outrora todos acreditavam. Nos cursos de laboratório na escola secundária, havia uma resposta que devíamos obter. Ficávamos marcados, se não a conseguíamos. Não havia nenhum encorajamento para seguir nossos interesses, intuições ou erros conceituais. Nas páginas finais dos livros didáticos, havia material visivelmente interessante. O ano escolar acabava sempre antes de chegarmos até aquele ponto. Podiam-se encontrar livros maravilhosos sobre astronomia nas bibliotecas, por exemplo, mas não na sala de aula. A divisão pormenorizada era ensinada como uma receita culinária, sem nenhuma explicação sobre como essa sequência específica de pequenas divisões, multiplicações e subtrações conseguia conduzir à resposta certa. Na escola secundária, a extração da raiz quadrada era dada com reverência, como se fosse um método entregue outrora no monte Sinai. A nossa tarefa era simplesmente lembrar os mandamentos. Obtenha a resposta correta, e esqueça se você não compreende o que está fazendo. Tive um professor de álgebra muito competente, no segundo ano, com quem aprendi muita matemática; mas ele era também um valentão que gostava de fazer as meninas chorarem. Meu interesse pela ciência foi mantido durante todos esses anos escolares pela leitura de livros e revistas sobre a realidade e a ficção científica.
Carl Sagan, O mundo assombrado pelos demônios.
Assim eu a chamava, “a minha árvore”, linda, alta, forte, imponente. Estava lá desde o dia em que mudamos para aquele apartamento, bem em frente à janela do meu quarto, no sexto andar. Durante o dia eu a olhava banhada pelo brilho do sol. E, também, à tarde, quando chegava a hora de ele se pôr, deixando o céu todo tingido de cor-de-rosa alaranjado, como se já estivesse com saudades. Lá permanecia ela, imóvel com suas profundas raízes que eu só podia imaginar e que me faziam crer que jamais me deixaria.
Nas noites de lua cheia e céu estrelado, eu gostava de ficar horas sentada apreciando o contorno dos seus mil galhos em forma de uma mão gigante e aberta. Parecia até que ela estava ali para amparar e proteger minha janela e quem mais estivesse lá dentro de casa.
Minha árvore - que, na verdade, nunca foi minha, porque as árvores não têm donos - ficava do lado do meu prédio. Um lugar abandonado, cheio de mato, plantas e outras árvores menores. Era a minha minifloresta, que deixava a conturbada São Paulo menos cinza, menos feia e morta.
Mas o terreno tinha dono e, um dia, soube eu, foi vendido. Iam construir uma mansão. E a minha árvore, o que seria dela? Será que alguém teria coragem de tirá-la dali? Se fôssemos índios, certamente, não. Entretanto, há muito tempo deixamos de ser. Hoje, somos homens civilizados, que matam, derrubam e destroem. Traem a própria Mãe Natureza, para em seu lugar construir prédios escabrosos. Nós nos julgamos donos da Terra, esquecendo que somos filhos dela. Pensei em falar com o novo proprietário e implorar para que poupasse aquela árvore. Um discurso assim: “olha quanto bem ela faz a essa cidade!”. Mas quem se importa? Hoje em dia, quem gasta um segundo do seu dia para namorar uma árvore? Que direito tinha eu de interferir em sua construção? Destruição…
E a minha árvore continuava ali, forte e majestosa, esperando por seu destino, guardando minha janela, enquanto eles limpavam o resto do terreno. Não, eles não teriam coragem de derrubá-la, aquela obra de arte de quem chamamos de Deus.
Um dia, cruzei um porteiro do meu prédio em frete ao terreno onde homens já trabalhavam.
— E aí, seu Zé, acho que essa árvore fica, não é? Ela é linda, seria loucura tirá-la daí.
— Que nada, menina, ela sai e logo. Já colocaram até veneno para a bichinha morrer. Vai comendo por dentro. Quando estiver toda seca, os homens chegam com os materiais e cortam.
Do chão, olhei para a minha árvore, seus troncos, seus galhos, suas folhas…Dali ela ficava maior ainda. “Ah, minha guardiã fiel, você está morrendo e nem me falou nada?” Procurei um traço de tristeza em seu semblante. Nem sinal. Ela era mesmo forte, morria com dignidade. Uma certa dignidade que só as árvores têm.
Dias depois, fui viajar. Fiquei meses fora, não vi quando cortaram a árvore nem quando foi arrastada dali. Melhor assim. Em seu lugar, hoje há uma bela casa com piscina, churrasqueira e jardim projetado.
Saudades? Muitas! Mas sinto que, de certa forma, ela ainda está aqui me protegendo, forte e viva dentro de mim. E, quando o sol brilha, ou tinge o céu de cor-de-rosa alaranjado, eu saio andando pelas ruas do meu bairro apreciando as árvores, esses seres tão calados que me dizem tanto. E agradeço: obrigada, “minha árvore”, por ter me ensinado a amar e compreender.
Lição de árvore — Valéria Piassa Polizzi, Papo de garota (2001).
tell me now / i know that it just won’t stop / you will find your flow / when you go robot /

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“He lay there surrounded by catalogues of Japanese furniture and art, interrupting the conversation to telephone auction houses in order to bid for items he liked the look of; ‘Darling, I’ve just bought this, isn’t it wonderful?’ I couldn’t work out whether he didn’t realise how close to death he was or if he knew perfectly well but was determined not to let what was happening to him stop him being himself. Eventually he made the decision to stop taking any medication other than painkillers and died at the end of November 1991.
On Christmas Day, Tony [King] arrived at my front door, carrying something in a pillowcase. I opened it up and it was a watercolour by an artist whose work i collected called Henry Scott Tuke, an Impressionist who painted male nudes. There was a note with it: ‘Darling Sharon – thought you’d love this. Love Melina.’ While he was lying there, he’d spotted it in one of his auction catalogues and bought it for me. He was thinking about Christmas presents for a Christmas he must have known in his heart he wouldn’t see; thinking about other people when he was really too ill to think of anyone but himself. Like I said before: Freddie was magnificent.” - Elton John
“O que sentimos não é importante, não tem importância nenhuma. O que importa é o que fazemos. Se gente como você não aprendeu com o que aconteceu com gente como eu, então, qual é o proposito disso?”
— O Leitor.
“E eu continuo indo, seguindo meu caminho. Mudando, errando, mas principalmente, aprendendo com o que eu erro. Não me preocupo se minha evolução é lenta, contanto que ela seja pra melhor.”
— Tati Bernardi. (via um-estranho-so-de-passagem)
“A blade of grass is a commonplace on Earth; it would be a miracle on Mars. Our descendants on Mars will know the value of a patch of green. And if a blade of grass is priceless, what is the value of a human being?”
— Carl Sagan, Pale Blue Dot: A Vision of the Human Future in
Do you suppose it’s possible for us to already belong to someone before we’ve met them?
The Guernsey Literary and Potato Peel Pie Society (2018) dir. Mike Newell, DoP Zac Nicholson

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Real world animals that inspired Pokemon
This is implying bags of trash and mimes are living creatures
your implication that mimes are NOT living creatures is even more terrifying
Dreams 1990 ‘夢’ Directed by Akira Kurosawa, Ishirô Honda