" ––– You 𝖘𝖒𝖊𝖑𝖑 that? Take a ( 𝓭𝓮𝓮𝓹 𝓫𝓻𝓮𝓪𝓽𝓱 ) through the nose! Part man-smell, and the other part is 𝐫𝐞𝐚𝐥𝐥𝐲 𝐛𝐚𝐝 man-smell. I don't know why but all ᴛᴏɢᴇᴛʜᴇʀ it reminds me of the color 𝔹ℝ𝕆𝕎ℕ. 𝘠𝘰𝘶𝘳 𝘵𝘩𝘰𝘶𝘨𝘩𝘵𝘴?"
Isaac Deschamp as 𝐅𝐥𝐲𝐧𝐧 𝐑𝐢𝐝𝐞𝐫

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"I'm Dorothy Gale from Kansas"

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" ––– You 𝖘𝖒𝖊𝖑𝖑 that? Take a ( 𝓭𝓮𝓮𝓹 𝓫𝓻𝓮𝓪𝓽𝓱 ) through the nose! Part man-smell, and the other part is 𝐫𝐞𝐚𝐥𝐥𝐲 𝐛𝐚𝐝 man-smell. I don't know why but all ᴛᴏɢᴇᴛʜᴇʀ it reminds me of the color 𝔹ℝ𝕆𝕎ℕ. 𝘠𝘰𝘶𝘳 𝘵𝘩𝘰𝘶𝘨𝘩𝘵𝘴?"
Isaac Deschamp as 𝐅𝐥𝐲𝐧𝐧 𝐑𝐢𝐝𝐞𝐫

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13 – Se uma bola de cristal pudesse contar a verdade sobre você, sua vida, o futuro ou qualquer outra coisa, o que você gostaria de saber?
“ ––– Nada.” Disse simplesmente, recostando-se na parede próxima assim, enquanto cruzava os braços, a informalidade presente no gesto. Saber do futuro era uma possibilidade que Deschamp sempre achara… Desconfortável. Afinal, sempre ouvira dizer que o mundo dava voltas, e por mais confiante que fosse em relação a sua astúcia e determinação, não descartava a possibilidade de empecilhos futuros ––– não importa se estes fossem bons para o relaxar ou ruins para o preocupar. “ ––– O futuro não existe; o que existe é o presente, e somente ele. Ademais, a informação pode ser deveras desagradável, e afetar minhas atitudes atuais. Jamais desejaria isso.”
quais são seus principais “alvos” dentro da Corte de Luz?
“ ––– Alvos? Estamos na Corte de Luz ou em alguma caçada, dear?” Indagou, a cabeça levemente pendida para o lado, um sorriso discreto brotando no canto dos lábios. “ ––– Por uma questão de eu, por sorte, já conhece-las antes de Wisteria Hollow, eu diria que @cwrdh, @rcxnnz e @takecxntrxl.”
34 – Sua casa, contendo tudo o que você possui, pega fogo. Depois de salvar as pessoas e bichos de estimação que possam estar lá, você tem tempo para salvar apenas mais um item. O que seria? Por quê?
“ ––– A mochila contendo os objetos de valor que furtei, mas não foram vendidos. É mais valioso do que qualquer objeto individual que eu tenha em minha casa.”

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o que mais sente falta enquanto hospedado na fazenda?
“ ––– Liberdade.” A palavra veio antes que Isaac pudesse pensar, mas era inegável que aquilo era uma verdade universal. Não mentiria, Deschamp gostava de dinheiro, seja porque realmente apreciava todo o conforto que este lhe proporcionava ou porque viveu demais sem uma quantidade suficiente deste a ponto de quase passar fome, e agora achava que necessitava suprir o passado praticamente miserável com dinheiro demais. Por mais que Isaac soubesse a resposta, não admitiria para si mesmo tão cedo. “ ––– Liberdade de ir e vir, de cumprimentar terceiros pelo primeiro nome sem que te olhem torto. E de falar e agir sem… Bem, sem toda a formalidade requerida. Os Thorn não encaram isso muito bem.” Deu de ombros, o sorriso a tiracolo ainda presente nos lábios, por mais que este não denotasse alegria. “ ––– Seguimos as regras da casa, huh? Ademais, não é como se fosse ser recorrente em uma vida na alta sociedade.”
11 – Se soubesse que tem apenas mais um dia de vida, o que faria?
Um dia não era tempo o suficiente para concretizar seu objetivo ––– aquilo era a longo prazo e necessitaria de mais gente para faze-lo. Mas um dia… Bem, era difícil. Coisas demais para fazer em tempo de menos, e Deschamp apoiou o queixo no indicador e no polegar enquanto pensava. “ ––– Só uma coisa? É impossível dizer.” Concluiu, dando de ombros. “ ––– Antes de tudo, eu voltaria para Lorandy.” Ponderou. Conhecia seu país como a palma de sua mão, e era lorandiano com todo o orgulho que cabia em si, por mais que seu país estivesse longe de ser perfeito. “ ––– Falaria tudo o que penso para os sem vergonha dos D'Elia, diria na cara de algumas pessoas intragáveis que fui eu que bati a carteira deles, beberia com os que aprecio a companhia numa mesa de bar, e no final da noite, iria para perto do Arco do Triunfo para ver as estrelas. Se nunca foi ver as estrelas em Paris, você não viveu.”
The palaces above And alleyways below Funny when a city’s all you know How even when you hate it! Something in you loves it so
wcrkbitchhh:
Entreabriu os lábios por um momento, interrompendo sua caminhada quando percebeu com quem estava falando, verdadeiramente surpresa em encontrá-lo ali. “É bom demais pra ser verdade”, respondeu, com ironia, alargando o sorriso antes de se aproximar, correndo os olhos pelo homem. Parecia bem diferente daquele que havia conhecido em Lorandy, mas ainda mantinha os traços charmosos de sempre. “Acho que devo esconder minhas joias agora que sei que o senhor está aqui”, provocou, levando a mão até a pedra em seu pescoço, a qual designava sua posição no ranking. Não sabia como agir com o homem naquele novo papel; ela própria tornara-se outra coisa, muito além de uma ladra. Só podia prever que era um comprador agora, porém, eram apenas suposições. “Isaac Deschamp em Adoria? Devo assumir que roubou um carregamento especialmente bom dessa vez e resolveu comprar uma esposa com o dinheiro?”, perguntou baixo, não entendendo o que levara o moreno a deixar Lorandy.
Lorandy não podia ser tão pequena, e as coincidências dentro de Wisteria eram um empecilho que Deschamp não havia planejado ––– afinal, esperava não encontrar uma alma conhecida, quem diria quatro! Sua sorte é que não havia mudado de nome ao adentrar na propriedade dos Thorn, visto que isso não era estritamente necessário ––– poderia lhe dar problemas futuros, e durante a vida fora da lei, se recusava a usar o nome verdadeiro. O contato com Layla havia sido... peculiar. Ela era ladra, ele ladrão, mas ambos encontravam-se bem vestidos. Poderiam ser facilmente confundidos com civis os quais tinham posses que serviriam para pagar as despesas do final do mês. " ––– Depende." Proferiu, dando levemente de ombros, o sorriso irônico nos lábios. " ––– Devo me preocupar com minha carteira? Ou com o dinheiro designado para comprar uma joia, Layla?" Até onde sabia, ela era uma ladra; não imaginava que os Thorn aceitavam foras da lei como joias estando cientes disso. A loira certamente tinha uma história para contar, e Isaac estava curioso. " ––– Está duvidando da minha honestidade, dear? Devo dizer que a assumi para conseguir a renda para entrar em Wisteria." O proferir tinha um quê discreto de ironia, e claro que era mentiroso ––– mas Isaac não estava disposto a revelar como havia chegado ali. " ––– E você? Fingiu se passar por boa moça para os Thorn?"

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+ ✧ · ˚ . Não sabia porque pegara a comida, sendo que era incapaz de comer mais de um pedaço de bolo sem regurgitar tudo o que havia comido no dia anterior. Não o comeria de qualquer forma, mas uma voz em sua mente insistia em gritar que seria um desperdício jogá-lo fora. Talvez por isso, unicamente para livrar-se da guloseima com a consciência limpa, Charlie tenha se aproximado de @deschxmp com um sorriso carismático tomando conta de seus lábios — aprendera com a mãe de que a simpatia era a alma do negócio, e por isso por vezes era a escolhida quando tinham de lidar com pessoas importantes. ❛ O senhor aceitaria um pedaço de bolo? É uma tradição em Wisteria… ❜ A frase foi interrompida quando realmente prestou atenção no rosto masculino. Poderia não ser muito boa com fisionomia, mas aquele rosto em particular era algo difícil de se esquecer. ❛ Já nos vimos antes, certo? Antes daqui, eu digo… ❜
Sempre considerara o inverno de Lorandy rigoroso, e definitivamente, a pior época do ano. Era uma opinião que em vinte e seis anos não havia mudado, mas se concretizado quando saiu da casa dos D'Elia. Não tinha vida de aristocrata, mas tinha um colchão, um cobertor, e pessoas por perto; pessoas em que confiava. Afinal, com os empregados, não necessitava vigiar o ambiente vinte e quatro horas ao dia, nem temer por sua vida ou por sua liberdade em qualquer beco que entrava. Agora, no entanto, o frio de Adoria conseguia ser mais rigoroso do que o de Lorandy; e felizmente, Isaac tinha vestimenta o suficiente para se proteger das temperaturas baixas. É verdade que havia feito questão de conhecer as joias, mas até o momento, lhe faltava uma; e diziam que a mais valiosa. Não sabia, no entanto, que ela seria um rosto familiar para um Deschamp que repousou os olhos na figura feminina assim que ouviu o tilintar da sua voz. Não podia ser... Lorandy era pequena demais, e quatro anos era tempo o suficiente para conhecer a maior parte dela ––– as cidades grandes e alguns interiores. " ––– Não diga que não se lembra de mim." Proferiu, os olhos ainda surpresos, mas o sorriso ladino crescente nos lábios. " ––– Dizem que é falta de educação." Completou, no costumeiro tom jocoso.
Depois de ter de lidar com a ressaca moral de metade de Wisteria Hollow, tudo o que Lysandra merecia era um descanso. Tinha feito a boa moça e não tinha ingerido nem mesmo uma dose na noite anterior, embora tivesse contribuído para o porre de muita gente. Evidente que a Lazuli não admitira isso, e fugia sempre que alguém acusava, com medo de ser punida pela Sra. Culpepper — não seria a primeira vez. “É impressão minha ou você está me seguindo?”
Isaac nunca fora um rapaz tímido. Pelo contrário, era comunicativo e gostava de ter contato com pessoas, crendo piamente que comunicação era a chave para absolutamente tudo. E talvez por isso gostava de conhecer os arredores de Lorandy que frequentava, mas agora concluíra que o hábito acabara implicando mais do que ele imaginava nas relações dele com os hóspedes de Wisteria Hollow. As íris azuladas seguiram a voz alheia, e Deschamp não pode deixar de acha-la familiar. Não era das constantes presenças, mas ainda assim, não era estranha; e se lembrou de onde a conhecia assim que a loira virou o rosto para ele. “ --- Depende.” Proferiu, sorriso ladino amiúde formando-se nos lábios. “ ---Você está aqui para bater minha carteira?”
(✿◠‿◠)
cwrdh:
A concentração de Coraline era completamente voltada para o ódio que sentia a atividade que realizava, portanto, à princípio a estudante não pareceu notar que não se encontrava sozinha em meio ao corredor. Apenas o toque em seus ombros fora o suficiente para fazer com ela se tocasse daquilo. Em automático, a Hybern se virou encará-lo e bastou que colocasse o seu olhar sobre o Deschamp para que o pano e o frasco de limpadores de vidro viessem ao chão. Não! Não podia ser! Era Issac, seu amigo de infância, uma das poucas pessoas com as quais se importava verdadeiramente ao longo de sua vida. Como é que ele havia ido parar em Wisteria Hollow, afinal?! Ele nunca teria dinheiro para estar em um lugar como aqueles e…. Espere! Aquilo realmente importava? Por favor, é claro que não! Tudo que importava era que estava tendo a visão de um amigo, finalmente. Sendo assim, a turquesa não tardou a quebrar a distância entre seus corpos, jogando-se em seus braços em um abraço apertado. Precisava daquilo depois de tudo que vinha passando. ❛ —— Issac! Por… Por Uros, como é…. maravilhoso te ver aqui! ❜❜ ela disse antes de qualquer outra coisa, concentrando-se apenas em matar a saudade do rapaz à medida que sentia seus olhos lacrimejarem pelo gesto. ❛ —— Eu senti tanto a sua falta! ❜❜
Se há um ano, Isaac fosse informado que colocaria os pés numa residência do porte de Wisteria Hollow, não como empregado, mas como hóspede, ele teria rido e alegado que alcool havia subido a cabeça do que declarou. Contudo, lá estava ele. Não apenas em Wisteria Hollow; não apenas a um passo de alcançar padrões financeiros da alta sociedade, cara a cara com sua melhor amiga de infância ––– que não via há anos. " ––– Cora!" Repetiu, retribuindo o abraço com a mesma intensidade que Hybern o fazia. " ––– É você... Por Uros, é você! Eu não acredito!" Estivera em Lorandy todo esse tempo, e ela também ––– bem, pelo menos ele julgava que sim. Tinham seis anos para atualizar pela frente, e sinceramente, Isaac não imaginava o que teria acontecido na vida de Hybern durante nesse tempo. Por que Cora estava em Wisteria? Ela mesma dizia fazer parte genuinamente dos D'Elia, e por mais que Isaac não engolisse as palavras alheias, fazia esforço para acreditar que eram verdadeiras ––– pois de todas as pessoas em vida, ela era a única com que genuinamente se importava. " ––– E eu a sua." Secundou, enquanto as iris azuladas se permitiam voltar ao rosto de Hybern. " ––– Mas o que faz aqui, Cora?" Pelo pano e fraco outrora em mãos, julgava que trabalhava em Wisteria, mas não via motivo para tal. " ––– O que é isso?" Indagou com a sobrancelha erguida enquanto os dígitos iam em direção ao pano no chão. " ––– Não me diga que tem que fazer isso aqui também, Cora." Sabia o quanto a amiga detestava os trabalhos domésticos, e se os fazia novamente, devia ter uma boa explicação.
Roxanne e cavalos não era uma junção muito interessante a ser feita. Desde pequena a jóia tinha um certo fascínio pelo animal e por muitos anos havia pedido um presente para seus pais antes de finalmente se dar conta de que não teriam espaço em casa para um animal tão grande. Então a jovem admirava-o de longe, dava algumas maçãs e acariciava o focinho. Quando veio para Wisteria, seu primeiro impulso foi querer aprender a cavalgar, entretanto, a garota não era uma das melhores, na verdade era péssima. Havia aprendido recentemente a selar o animal, subir nele e até trotar lemevente, mas no primeiro ato difierente do animal a âmbar já ficava nervosa e esquecia como conduzir corretamente. Era exatamente isso que acontecia no momento, mas dessa vez pelo jardim do casarão, onde a garota apenas esquivava dos canteiros e plantações. Ela só não esperava que um corpo aparecesse em seu campo de visão. “Cuidado!” A jóia tentou avisar mas acabou sendo tarde demais, sentindo o animal bater no corpo alheio. Na mesma hora Roxanne tentou pará-lo ao puxar as rédeas mais uma vez porém somente teve sucesso quando um funcionário do local apareceu na frente do cavalo e conseguiu acalmá-lo. “Obrigada.” Agradeceu ao homem assim que desceu e entregou as rédeas ao mesmo, virando na direção da pessoa que havia atingido e indo correndo até ele. “Desculpe desculpe desculpe, eu juro para o senhor que eu não fiz por mal!” Chegou se desculpando mas franziu o cenho no momento que deu atenção ao seu rosto. “Isaac?” // @deschxmp
Sua estadia como trabalhador na mansão dos D’Elia o havia concedido uma certa experiência quando se tratava de equinos; e seria mentira dizer que Isaac não gostava a companhia dos animais, por apreciação própria ou costume. Lembrava-se da época em que trabalhava na mansão ––– e sempre que o fazia, inconscientemente os pensamentos eram levados de volta para Lorandy. Não que aquilo fosse, de fato, bom. Os tempos em D’Elia não poderiam ser considerados excelentes, mas na época, ele tinha família e amigos ––– e aquilo fazia com que a rejeição por parte da aristocracia tivesse peso de algodão. Foi surpreendido, no entanto, pelo chocar do corpo de um equino contra o dele, se virando na mesma hora para ver qual fora a situação. No entanto, a voz feminina se fez familiar, e Isaac não pôde deixar de franzir o cenho para o que ouvia ––– não era possível. Encontrar um rosto familiar fora surpreendente, mas dois? Deschamp não se demorou em ir em direção ao som, e o rosto de Roxanne confirmou os pensares anteriores. “ ––– Roxie!” Exclamou, deixando um sorriso surpreso desenhar-se no rosto enquanto permitia-se aproximar para um abraço amistoso. Conhecera a lorandiana na época em que fora operário, e junto dela, vieram as memórias dos dois anos que passara no emprego. “ ––– Não acredito, você também está aqui.” Se afastou do abraço para olhar para o rosto da amiga, sorriso ainda em lábios. " ––– Não nos encontramos em Lorandy, mas aqui sim, huh." Proferiu, tom jocoso presente na fala. " ––– O que eu perdi em quatro anos?"

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A dor de cabeça estava longe de ser o pior problema de Coraline naquela tarde. As fofocas corriam com o vento em Wisteria Hollow e, é claro, que aquela altura a Senhora Culpepper já sabia do vexame da turquesa durante o evento. E, daquela vez, a mulher tinha cumprido as ameaças que tanto fazia a joia, obrigando-a a limpar as janelas da mansão. Ótimo! Tudo que precisaria era lidar com uma ressaca daquela maneira.
Parecia tudo bom demais. Os corredores grandes, pilastras luxuosas, comidas e bebidas de todos os tipos... Aristocracia, pensava, mas não demonstrar deslumbre era difícil para alguém que um dia penara para comer uma vez por dia ––– por mais que a situação tivesse sido há anos deixada para trás. Isaac sabia que ele estava errado; sempre soube, não negava. Mas numa situação em que qualidade de vida era um privilégio, ele conhecia suas justificativas. A passagem por um dos corredores, contudo, as iris azuladas captaram a figura de alguém que outrora lhe parecia familiar, fazendo curiosidade despertar em Deschamp. Pendeu a cabeça para o lado e apertou as pálpebras, a fim de observar melhor. E quando se aproximou o suficiente, tocou levemente o ombro alheio para que as orbes azuladas finalmente pudessem discernir a imagem da amiga de infância. " ––– Cora?"
tag drop!!