O rosto, sempre iluminado por um otimista sorriso em Vladmir, foi aos poucos se fechando para uma expressão melancólica raramente vista no funcionário. Mesmo com sua memória curta, o quarto Donndubhán não deixava de sentir… falta. Falta de alguém, de uma presença marcante na casa dos irmãos icorianos, e sinceramente, aquilo pesava nele até os dias atuais. As mãos morenas foram juntadas e comprimidas, assim como os lábios, e o homem se segurava para não deixar as lágrimas escorrerem com a lembrança de Ivanna. Ela não era alegre, nem entusiasmada ––– jamais fora. A segunda Donndubhán era uma mulher fria, antipática, direta demais e as vezes suas palavras podiam machucas terceiros, mas perto de tudo o que ela e Gavril haviam feito pela família, aquilo não era nada mais que insignificante ––– os outros doze basicamente deviam suas vidas a Ivanna. “ ––– As palavras de Gavril.” Proferiu, levantando as íris castanhas marejadas para a Rubi. “ ––– Ivanna não vai voltar para casa.”