mseojunâ:
Seojun sĂł queria sumir. De fato, a ideia de enfrentar todos aqueles imortais na mesma situação nĂŁo era agradĂĄvel e muito menos com todos eles pensando que aquilo era sua culpa. NĂŁo, nĂŁo era, afinal, ele tambĂ©m tinha sido atacado. Mas, talvez fosse visto como uma estratĂ©gia para cobrir seus rastros. Odiava aquele tipo de situação quando era impossĂvel acreditar em si. Seojun nĂŁo era uma mĂĄ pessoa, poderia ser lerdo, claro, mas nĂŁo era exatamente do tipo de gente que planejava e executava planos ruins. Seu coração ainda estava acelerado e conseguiu ver a desconfiança de todos nos seus olhares. âNĂŁo fui eu! Eu juro.â
â sabe, se entrasse na mansĂŁo sem explicaçÔes chances sĂŁo que acabaria morto, mas despertaria menos suspeitas. â o olhar se mantinha preso a seojun, observando-o curiosamente enquanto sua respiração ainda buscava um ritmo natural. delphine sempre fora boa em fingir, passar a imagem ou impressĂŁo que esperavam dela â e a habilidade era Ăștil (mais que isso), principalmente quando precisava ler pessoas. o rapaz, atĂ© entĂŁo, parecia terrivelmente genuĂno, mas tambĂ©m se recusava a recostar-se somente em intuiçÔes. precisava saber mais, todos precisavam. â vĂȘ que foi uma mĂĄ ideia agora, nĂŁo? â franziu o nariz, quase rindo diante da situação. desconfiança, no momento, nĂŁo levaria-os a lugar algum, menos ainda se acabassem por tornar a experiĂȘncia de encontrĂĄ-los ainda mais trĂĄgica. â vamos sair daqui. vocĂȘ ainda vai ter muito tempo pra se explicar. â














