EPSOSA NAMORANDO
Eu nunca imaginei que chegaria a esse ponto. Sentado na poltrona do canto do quarto, na penumbra, com o coração martelando no peito. As luzes suaves do abajur iluminavam apenas o suficiente para eu ver tudo. Danielle, minha esposa há doze anos, estava de pĂ© diante do espelho, ajustando o vestido curto preto que eu tinha comprado para ela. Seus cabelos castanhos caĂam soltos sobre os ombros, e o batom vermelho destacava o sorriso nervoso e excitado que ela me lançava de vez em quando.
— Tem certeza, amor? — perguntou ela pela terceira vez, aproximando-se e passando a mão no meu rosto.
— Tenho — respondi, a voz rouca. Meu pau já latejava dentro da calça só de imaginar.
A campainha tocou. Era ele. Lucas, o cara que ela conheceu no trabalho, alto, musculoso, com aquele jeito confiante que eu nunca tive. Danielle me deu um beijo rápido na boca e foi abrir a porta. Eu permaneci sentado, como combinamos. Sem interferir. Só assistindo.
Eles entraram no quarto rindo baixo. Lucas me cumprimentou com um aceno de cabeça, sem constrangimento. Danielle o puxou pela camisa e o beijou ali mesmo, na minha frente. O beijo começou lento, mas logo ficou faminto. As mãos dele desceram pelas costas dela, apertando a bunda por baixo do vestido. Ela gemeu contra a boca dele, um som que eu raramente ouvia quando estávamos sozinhos.
Sentei-me mais para a frente na poltrona, as mĂŁos tremendo sobre as coxas. Lucas virou Danielle de costas para ele, pressionando o corpo contra o dela. Puxou o zĂper do vestido devagar, revelando o sutiĂŁ de renda preta e a pele macia que eu conhecia tĂŁo bem. Ele beijou o pescoço dela enquanto tirava o vestido completamente, deixando-a sĂł de lingerie e salto alto.
— Ela é linda pra caralho — murmurou Lucas, olhando para mim como se pedisse permissão.
— É sim — respondi, quase sem voz.
Danielle virou o rosto para mim, os olhos brilhando de tesão. — Olha pra mim, amor... — sussurrou.
Lucas desceu o sutiĂŁ, expondo os seios dela. Chupou um mamilo com vontade, depois o outro, enquanto a mĂŁo dele deslizava para dentro da calcinha. Danielle arqueou o corpo, gemendo mais alto. Os dedos dele entravam e saĂam devagar, molhados, fazendo barulhinhos obscenos que enchiam o quarto. Eu abri o zĂper da calça sem conseguir me controlar, pegando meu pau duro na mĂŁo.
Ele a colocou de quatro na cama, de frente para mim. Tirou a calcinha dela e se ajoelhou atrás. Vi o pau dele — grosso, maior que o meu — roçando na entrada molhada da minha esposa. Danielle olhou nos meus olhos.
— Quero ele dentro de mim... — pediu, quase suplicando.
Lucas empurrou devagar. Eu vi cada centĂmetro desaparecer dentro dela. Danielle soltou um gemido longo, os olhos semicerrados de prazer. Ele começou a meter com ritmo, segurando os quadris dela. O som de pele contra pele era hipnĂłtico. Os seios dela balançavam a cada estocada, e ela nĂŁo parava de me olhar.
— Tá gostoso? — perguntei, masturbando-me devagar.
— Tá... tão fundo... — respondeu ela entre gemidos. — Ele me enche toda, amor...
Lucas acelerou, segurando os cabelos dela com uma mão. O corpo dela tremia. Eu via o pau dele entrando e saindo, brilhando com os sucos dela. Danielle gozou primeiro, gritando, o corpo convulsionando. Lucas não parou. Continuou metendo forte até que, com um grunhido, ele gozou dentro dela, enchendo-a.
Eles ficaram ali, ofegantes. O sĂŞmen dele escorria pelas coxas de Danielle quando ele saiu de dentro. Ela me olhou, o rosto corado, e sorriu.
— Vem aqui, amor... — chamou, estendendo a mão.
Eu me levantei, pau ainda duro, e fui até eles. O jogo estava só começando.


















