There is no light without the darkness and no darkness without the light.

★
Sweet Seals For You, Always

blake kathryn
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
Xuebing Du

pixel skylines
TVSTRANGERTHINGS
h

tannertan36

JVL

Origami Around
ojovivo
"I'm Dorothy Gale from Kansas"
NASA
Misplaced Lens Cap
will byers stan first human second

Love Begins
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year
almost home
seen from Germany

seen from Germany
seen from Germany
seen from Bangladesh
seen from Bangladesh
seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from Germany

seen from United States

seen from United States

seen from Ireland
seen from United States
seen from United States
@criimiinxl-blog
There is no light without the darkness and no darkness without the light.

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Mother mother mother mine, I’ve become your f a l l e n son
Permanecer passível diante da cena era impossível para o Jones, a visão sangrenta chamando a sua atenção assim como as expressões dos que estavam ao redor. ❛ —— Ei, ei, vocês todos precisam se acalmar. —— ❜ Dirigia-se tanto ao cidadão exasperado quanto a autoproclamada figura de autoridade que causara a cena percussora de toda a revolta ao redor. Afastou-se solenemente do soldado, com quem já não simpatizava, para tratar do cidadão. ❛ —— Melhor agora? Precisa de alguma coisa? —— ❜
Era quase impossível para o Buchanan manter-se alheio a situação toda, por mais que aquele fosse seu desejo. Toda a confusão proveniente da chegada das forças militares o despertou para algo que se recusava a acordar, tendo na figura dos soldados armados um breve vislumbre de seu futuro caso tivesse escolhido o caminho que seus pais queriam. O conflito, dessa forma, era quase inevitável uma vez que Warren não conseguia ver nos militares a figura de autoridade que eles clamavam possuir, sendo necessária a intervenção de um terceiro indivíduo para não haver o uso de violência. “Não é da sua conta, Jones.” Disse-lhe com uma hostilidade desnecessária. Conhecia Evan desde criança e sabia que nada daquilo era necessário com ele, respirando fundo para evitar qualquer agressividade. “I am sorry.” A desculpa era genuína, porém duvidava que ele fosse aceitá-la de imediato, afastando-se do soldado em companhia do outro. “De uma aspirina. And a gun so I can shoot these bastards.”
Eric caminhava ppor entre as paredes frias do local, parecia que desde que a epidemia havia começado a se alastrar mundialmente, as coisas haviam começado a ficar mais complicadas, mas sem vida, quando deveria ser o contrário, quando todos deviam estar batalhando para manter a vida viva, por mais estranho que aquilo soasse. Porém, o mais velho era suspeito de falar, nunca fora muito esperançoso, e a prova disso é que havia vindo para Savannah por um único motivo, e até agora, não havia criado devid coragem para cumpri-lo, quem dera ter coragem para sair pelas ruas à fora pedindo para que todos ficassem um pouco mais esperaçosos com a situação. A voz que soou por entre seus ouvidos fez com que ele voltasse à realidade, coçando a barba. ❝ — Devia dormir, se precisar agir rápido, seus reflexos não serão mais os mesmos. — pouco se importava se o outro seguiria seu conselho ou não, mas avisá-lo não custava nada. ❝ — Eu acho que não precisamos decretar nada para que o povo se esperte, e a situação aqui não está tão ruim assim. — deu de ombros, na verdade, não tinha ideia de como a situação estava, e não queria prolongar muito aquela conversa. Ouviu a frase dele e deu de ombros. ❝ — Saberia usar se encontrasse uma? — ironizou, voltando-se para encará-lo, uma fitura de sorriso maroto que provavlmente o tiraria do sério.
A relação que o Buchanan tinha com os progenitores era, no mínimo, algo complicado. Os pais sempre quiserem, de alguma forma, inseri-lo no mundo militar, mesmo com os diversos clamores do mais jovem acerca de sua falta de interesse, algo que o fez se desvencilhar desde cedo do casal e, por mais que negasse veementemente, sentia falta de uma figura a quem se guiar. Enquanto prostrado em consequência da privação de sono, a situação na qual se encontrava se tornou mais complicada ainda, tendo em vista que a recente companhia era um antigo conhecido da família e Warren não era exatamente bem falado quando em círculos familiares. Pouco conhecia o Kinneman e não sabia se sermões acerca de seu comportamento imprudente e condenativo seriam proferidos pelo mais velho, algo que, ele não tinha grande paciência para lidar com. “I have this theory that I do not sleep, they will confuse me with one of them and so will not devour me.” Era uma hipótese estúpida, tinha o discernimento disso, mas a sonolência o impedia de julgar seus dizeres com racionalidade antes de, de fato, expô-los. “O Senhor já esteve em outros lugares? Sabe, que também estão nessa situação... Já viu algum deles de perto?” Essa era uma pergunta que estava fazendo para todo e qualquer um que viesse a tratar do assunto com ele, uma vez que o próprio Warren via-se alheio à encontros com as criaturas. “I am not sure, but... Is not this the perfect time to find out?”

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Lexie sentava-se ao lado da janela, segurando sua própria xícara de café até agora intocada. Não conseguia enxergar muita coisa pelo vidro, apenas alguns vultos aqui e ali mexendo-se na escuridão da noite. Ela perguntava-se quem seriam eles, e se algum dia sentiria-se segura novamente ao andar pelas ruas. “Acho que deveria ir dormir, mas não sei se conseguiria pregar os olhos.” comentou, sem desviar o olhar da janela. Soltou um suspiro ao ouvir a resposta de Warren, finalmente alcançando o café à boca e dando três longos goles. “Eu sei. Não consigo me sentir segura nem mesmo em minha cama. Obrigada por me deixar ficar aqui essa noite, aliás. Meu apartamento cheio de caixas de papelão estava começando a me dar nos nervos.”
A morena deu de ombros às próximas palavras do amigo, não compreendia o motivo de tanto mistério da mídia. Não havia mais como esconder, todos estavam enxergando os acontecimentos com seus próprios olhos. “Pensam que somos idiotas.” Comentou em voz alta. Lexie finalmente desviara o olhar da janela e levara o mesmo para Warren, que agora falava sobre armas. “We’re not there yet.” Argumentou, esperando que ele não fizesse nenhuma besteira. “Se bem que, tudo o que eu tenho na bolsa é um spray de pimenta. Não sei se faria qualquer diferença naquelas coisas.”
Apesar de não se sentir totalmente seguro em casa, o tempo fazia-se impróprio para que o Buchanan deixasse o local, além, é claro, da companhia da velha companhia, a quem havia cedido abrigo em virtude dos anos de amizade. Todos os acontecimentos haviam sido repentinos e Warren acreditava que ninguém na cidade — com a possível exceção do velho Schreiber, encontravam-se despreparados para lidar com o novo cenário. “Assim que possível, eu garanto. Não tenho a menor pretensão de adormecer no meio de, você sabe... The dead ones.” Assegurou, sabendo que aquilo significaria sua morte certa. Entretanto, a falta de sono não se dava exclusivamente em virtude da praga de mortos-vivos que assolava a cidade, mas também por motivos ligados a seu irmão mais velho, com quem havia perdido contato há tempos. “You can try mine. Não é lá essas coisas, mas é dormível.” A cama que possuía era meramente lixo se comparada a que tinha na casa dos pais. O apartamento todo era. “Plus: I have four locks on the door. E disponha. O que aconteceu? Estava de mudança?” Não sabia se as fechaduras extras seriam capazes de segurar uma possível horda de monstros caso eles decidissem que queriam entrar em sua residência. “So... Have you seen one those things? De verdade? Chegou perto e tudo?” Esticou as costas contra a poltrona na qual se encontrava, tentando encontrar uma posição mais confortável para escutar a resposta da Jones.
O levantar foi repentino enquanto ia até sua cozinha em busca de um café mais tragável que aquele que havia em sua xícara, suspirando frustrado ao ver que não tinha sequer uma gota disponível. “We are running outta coffe.” Disse-lhe, voltando para seu local original sem o que havia ido buscar, contendo-se com um copo de água que seria utilizado para tornar o remédio inibidor de sono engolível. “Ten bucks we end just like New York.” A aposta era, em sua opinião, algo ganho uma vez que nada estava sendo feito para se evitar uma pandemia e nenhuma autoridade se manifestava. “Bem útil. Você pode disparar ou jato na coisa ou jogar a lata nela. The best of both worlds.”
Com uma velocidade alarmante, os dedos esguios massacravam o teclado do computador jurássico da delegacia. Ao seu redor, pilhas de papéis cuja idade e estado de conservação variavam de recente a indeterminável e uma xícara vazia. “That’s not gonna help when there’s a dead thing feasting on your neck and your instincts are lagging. But, y’know… suit yourself.” O foco permaneceu intacto, colado ao que era uma das únicas fontes de luz na delegacia àquela hora da noite. Que merda mudava se a reclamação de quatro anos atrás de um indivíduo sobre o barulho excessivo dos adolescentes da porta ao lado estava no sistema? Willa tinha uma arma e um par de pernas funcionais, prendê-la a um computador por uma madrugada inteira porque o xerife achava que ela passava tempo demais na delegacia era risivelmente contraprodutivo— e, por si só, prova do quão problemático era o senso de autopreservação daquela cidade. Ela exalou algo que não era exatamente um riso, mas que era próximo o suficiente. “Você tá brincando?” Erguendo os olhos até o rapaz, descansou as costas contra o apoio da cadeira e cruzou os braços na altura do peito. “Se depender deles a feira anual de produtos locais sai sem problema algum esse ano. A maioria da população dessa cidade não faz a mínima ideia da gravidade da merda toda. Estado de calamidade.”Coletou a xícara vazia e fez o caminho até os fundos do cômodo, utilizando-se da cafeteira para preenchê-la outra vez. Apoiou o quadril na mesa de madeira gasta, bebericando o café sem pressa alguma e permitindo que os lábios esboçassem uma curva mínima. “Don’t touch anything unless you wanna find out.”
Mesmo tão acostumado com o ambiente ao seu redor, a atenção aos detalhes, muitas vezes, era inexistente. Enquanto na delegacia de Savannah, o caçula dos Buchanan via-se numa situação perigosa, já que por muitas vezes apenas escapou de uma prisão definitiva em virtude da intervenção dos pais. Na atual circunstância, regido por uma sensação de sonolência inegável, o suspirar fez-se inegável quando a voz feminina adentrou os canais auditivos, Warren apoiando a mão no queixo para não pender e assim observar a tão familiar figura melhor. “Own. Look at you, all worried about me.” O tom era jocoso uma vez que sabia muito bem que não era essa a intenção da policial com o que queria lhe dizer. “The other inmates are gonna be jealous.” O número de outras pessoas na delegacia aquela hora era deveras reduzido e, para alguém que não estava preso ou sob qualquer acusação, a permanência no local era algo minimamente suspeito. Entretanto, os motivos que levavam Warren a estar lá eram puramente ligados a laços familiares uma vez que a preocupação sobre o estado do irmão era legítima. “Anyway, why are you here? Não devia estar, não sei, ajudando os indefesos? Super hero stuff.” Ter uma policial capacitada presa num momento como aqueles era, no mínimo, algo estúpido e crítico, além de por vida inocentes em perigo. “Okay, antes de tudo; você está louca. Não podemos cancelar a Feira, é como cancelar o natal. Oh my God, you want to cancel christmas too, Grinch?” O sarcasmo transbordava por entre as palavras, sendo a tal feira algo mais que insignificante sendo posta em paralelo com a recente epidemia. “E se você quiser minha opinião, acho que poderia ser uma boa ideia se vocês, autoridades, falassem com a população.” Sabia que não dependia da mulher tomar uma decisão daquelas e que provavelmente ela mesma já tinha pensado em algo semelhante, mas não podia evitar a abordagem direta. “Oh, but I already know, love. That is why I want them.” Sorriu ao findar da frase, fitando a arma da companhia certo de que ela notaria.
— O mais engraçado é que eu costumava listar ‘dormir’ como uma das minhas habilidades especiais, mas com tudo que está acontecendo? Eu não sei nem se quero dormir. — Levou a xícara branca outra vez até os lábios rachados em um gole curto. Era difícil pegar no sono com tranquilidade pensando que a qualquer momento sua mulher e filha poderiam precisar dele, mesmo que não fizesse ideia de onde ambas estavam naquele momento. — Você acha que está tão grave assim? Pra decretar calamidade como foi Nova York? Porque isso implica em isolamento da cidade.
O sono perante a conversação — curiosamente dotada de mesmo tópico — fazia-se presente e notável. “That makes both of us, Pal.“ Afirmou sentindo o corpo ficar mais suscetível ao cansaço, respirando fundo enquanto tentava não desmaiar ali mesmo, recorrendo ao café amargo para tentar estimular o organismo. “Você encontrou um deles? Já viu uma daquelas coisas pessoalmente?” A pergunta era genuína uma vez que o próprio Buchanan ainda não tivera o desprazer de se deparar com um dos tão famigerados monstros que assolavam a pacata cidade, não possuindo nem ao menos o misero desejo de ter tal encontro. “Honestamente? Eu acho que já deveríamos estar isolados. “Essa cidade não é grande, uma gripe pode afetar metade da população em o quê”? Uma semana? I don’t what to think…” Negou com a cabeça, insatisfeito com a possibilidade de uma pandemia generalizada por ocorrer em breve. “But, how are your wife? And daughter?”
᠂ ᠃ ᠅ Curiosidade, inocência e preocupação faziam-se conflitantes no cerne do jovem Bolton; Mantinha, todavia, a atenção na figura sentada perante a si na única lanchonete em Savannah que permanecia aberta ao decorrer da madrugada. ‘ Isso não é exatamente muito inteligente de sua parte. ’ Começou, os braços cruzandos frente ao corpo enquanto - ao mesmo tempo -, fazia-se satisfeito por encontrar distração para afastar-se dos próprios e solitários pensamentos; Outrora crente que não veria-se muito mais afetado em decorrer o restante de sua vida sozinho, Archer agora tinha em seu palato o amargo sabor do erro - a falta da figura matriarcal lhe era penosa, e nem mesmo os exaustivos estágios no hospital conseguiam removê-lo por completo de tal realidade. ‘ Eu não sei quanto ao que decretaram, mas posso dizer que o morto vai acabar sendo você se não descansar logo. ’ Benevolente de maneira quase infundada, o mais jovem não evitava em preocupar-se com o bem estar do homem que mal havia conhecido - e, também, fazia-se alheio para com a reputação que o mesmo carregava consigo. ‘ … Are you being serious about this or am I worrying over nothing? ’
Mesmo estando em tempos de crise, o Buchanan não podia deixar de comparecer a seu estabelecimento favorito, apesar de vagar desacompanhado não ser a melhor das ideias, principalmente para alguém como ele, visto que sua cabeça se encontrava a prêmio, além, é claro, da enorme possibilidade de ser surpreendido por uma das criaturas que assolavam a cidade naquele momento. A companhia, no entanto, apesar de inesperada não era indesejada e o mais velho permitiu-se a breve conversa, tentando se mostrar otimista perante tudo o que estava acontecendo. “Também não é muito inteligente da sua parte estar aqui, de madrugada, sozinho.” Constatou, porém, não possuía plena certeza da solidão do semelhante, olhando ao redor para se certificar de que ele estava, de fato, sem qualquer outra companhia. “What happened, Bolton? Got tired of the hospital?” Não tinha qualquer intimidade com o menor, mas sabia dos rumores acerca de sua história e de como ele, mesmo tão jovem, conseguiu o que muitos apenas sonhavam. A seguinte afirmação do menor fez uma preocupação latenta se manifestar, apesar de Warren escondê-la com maestria. Sabia que a privação de sono iria causar grandes malefícios se não fosse remediada em breve. “Nah. Don’t worry about me, kiddo." Preocupação advinda de outros para com ele era algo com o que o Buchanan não estava acostumado, assumindo que o Bolton fazia-se apenas algo natural de sua condição. “Mas, se você puder me receitar alguns inibidores de sono, eu agradeceria muito.” E provavelmente seria algo que salvaria sua vida. “And yes. Bem sério. Possivelmente nunca falei mais sério. This is the end of the world... Are you gonna eat this?”
“Did I mention I’m trying to preserve my future with Elena by not killing anyone?”

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
(✿◠‿◠)
Os olhos lutavam para permanecer abertos enquanto o copo contendo café puro jazia intocado, a bebida amarga aos poucos perdendo seu calor inicial e tornando-se intragável para o gosto do rapaz. “Dormir? Não. Faz uns três dias que eu não consigo fazer isso. Tem muita coisa acontecendo.” Sabia que a privação de sono era algo deveras maléfico para sua saúde, além de deixá-lo mais vulnerável aos ataques das criaturas póstumas que pareciam surgir em cada canto da cidade. Entretanto, não podia se dar ao luxo de cair em mundo onírico, já que sua cabeça estava a prêmio. “Já decretamos estado de calamidade ou vamos esperar até alguém importante morrer?” Apesar do cinismo, a dúvida de Warren era deveras genuína. Enquanto indivíduo, não podia evitar de ser ver preocupado com tudo o que estava acontecendo. Seres humanos, na maioria das vezes, temem o que não compreendem e o atual cenário no qual a pacata cidade estava situada era preocupante. Finalmente tomou um gole do líquido que há tanto esperava para ingerir, engolindo a contragosto o café puro e agora frio.“I wonder where they keep the big guns at...” Como assíduo frequentador da delegacia local, já sabia a resposta para a própria pergunta, porém, até o momento, não via a necessidade de dar continuidade.
rain came pouring down when i was drowning. that’s when i could finally breathe.

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming