sweet lies — apocalypse : quer um beijo meu? toma !
Em nome da Excalibur, DEAN “RHYS” SOUL em seus 21 anos, jura reverter o legado de ÚRSULA durante a sua estadia na Academia dos Legados. Com a sabedoria concedida a ele, deve se manter no caminho da luz enquanto conclui o MÓDULO I. Com a bondade tocada em seu coração, recebe DETERMINAÇÃO e não se permite ser corrompido por PERSUASÃO. Por último, é deixado um corte na mão de BRIGHT VACHIRAWIT CHIVAAREE como prova de seu comprometimento com a luz.
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about.
apelidos: rhys, den, dy, peixinho (unicamente por sua mãe)
aniversário: 11 de novembro
altura: 1.83
sexualidade: pansexual
tatuagem: uma frase nas costas (remember who you are)
posição no magibol: Defensor do Rotten to the Core
ocupação: Atendente na Bread With Love. Aos fins de semana, se divide em ajudar no Bordel da família e em participar de algumas lutas na Academia Gaston, onde assume o codinome de Neil e usa uma máscara de bandagens bege - que cobre totalmente a parte direita do rosto e ao redor dos olhos na parte esquerda. E nos tempos livres, posta vídeos (a maioria cantando) no Youfly.
dormitório: new york, 514.
personalidade.
qualidades: determinado, atencioso, encantador, sincero, extrovertido, criativo, corajoso, independente, simpático (quando quer), protetor defeitos: persuasivo, manipulador, desbocado, falso, egoísta, vingativo, narcisista, autoritário, orgulhoso, ganancioso
habilidade mágica.
clique no link abaixo para ver um gif que representa a cara dele.
Canto do tritão — Com um sorriso sem mostrar os dentes enquanto encara a pessoa com toda a atenção, como se estivesse apaixonado, seguido pela cereja do bolo, cantar, Rhys consegue convencer (manipular) qualquer um a fazer o que ele deseja através de sua voz, não necessariamente cantando já que uma vez envolto na névoa – que funciona como uma forma de hipnose – o alvo já está sob seu controle, então sua voz vai acabar saindo como uma música, acaba fazendo as pessoas de fantoches/bonecos. Parecia muito divertido, mas ao descobrir as diversas limitações, passou a desejar não ter poder algum já que não tiraria tantas vantagens. O controle vem mesmo com ações pequenas de terceiros, por exemplo, pedir para carregarem suas coisas por um tempo ou para deixarem que ele passe na frente de algo, extremamente chato, em sua opinião.
I) Começando com alvos, consegue, no máximo, dois e precisa ser rápido em capturar o segundo e manter o primeiro, felizmente só precisa sorrir e encarar uma vez - se for ágil. II) Infelizmente não consegue pedir nada material, como roupas ou dinheiro; se ocorre, a manipulação fica distorcida e o alvo não entende. III) Dinheiro? Nada de valores exorbitantes, precisa pedir quase que uma mixaria para que não desapareça de seus bolsos momentos depois. É tão desanimador, que prefere nem pensar nessa possibilidade. IV) E ainda corre o risco de ficar sem voz, se utilizar repetidas vezes sem intervalo… É completamente desnecessário.
background.
Órfão. É ótimo para o definir, visto que foi assim que se sentiu boa parte da vida, ele nunca frequentou o orfanato do Castigo, mas sua mãe morreu quando ele tinha três anos e seu pai não serviu para cuidar de si, sempre o deixando largado em todos os cantos e foi assim que chegou nos braços de Úrsula, a quem é extremamente grato. Era grande o suficiente para entender a situação que o pai se enfiou e que resultou em sua adoção, prefere não lembrar, mas o homem imprestável serviu para alguma coisa. Só tinha seis anos quando chegou para a Soul, tornando-se seu quinto filho de forma oficial, visto que vinha sendo cuidado por ela desde o falecimento de sua mãe biológica. Nunca soube seu nome de verdade, mas o apelido dado por aqueles que viviam ao seu redor acabou ficando. Ele atendia como Rhys, sentia que era seu nome e tudo estava bem, menos para Úrsula que disse que o menino merecia sim ter um nome digno, sendo assim, passou a ser Dean Soul e seu outro nome tornou-se um apelido carinhoso de sua preferência. Dentro de casa, era Dean, mas nas ruas, apenas Rhys! Claro que ficava feliz pela escolha de sua mãe, principalmente quando ela reforçava que era um nome bonito para um garoto bonito.
Ser adotado não foi ruim, longe disso, ele era muito grato a ponto de tratar a mulher como sua salvadora. Porque ela era mesmo, não gosta nem de pensar qual seria seu futuro se continuasse naquela situação, a ponto de passar dias sem comer… As coisas melhoraram, não ao nível que ele sempre sonhou, mas era muito melhor. Proferir “mãe” foi difícil, não se achava digno de tais palavras, mas com muita insistência acabou as proferindo e podendo conhecer um lado que nunca imaginou de Úrsula… O lado amoroso e carinhoso. Era difícil imaginar que uma vilã temida poderia cuidar de alguém com tanto amor e atenção, mas ele era a prova viva, pois não era seu filho biológico e recebia tantos sentimentos bons, que, finalmente, faziam com que se sentisse em uma família.
Uma boa criança, compreensível e muito pé no chão de sua realidade, isso graças às conversas frequentes com sua mãe que sempre deixava clara que a realidade deles era aquela, que existiam pessoas que os menosprezavam e que um dia, pagariam por aquilo. Os olhinhos brilhavam com o pensamento de estar no topo, o desejo era alimentado diariamente pela matriarca através de histórias ou frases soltas, ele só não sabia as consequências e lutas para que aquele desejo ocorresse, era infantil demais para visualizar aquilo. Em questão de idade, não era tanto, devia ter seus dez para os onze anos, mas é uma fase que optou esquecer por conta do que ele presenciou na pele, foi a época que sua mãe foi presa por uma revolução - nem sabia o que a palavra significada - e que ele teve que se virar sozinho, pois veja bem, até aquele momento, Dean vivia na sombra da mulher e praticamente não fazia nada com as próprias pernas. Talvez ter a mãe longe fosse bom, precisava pensar positivo de todo jeito.
A adaptação não foi fácil, mesmo entendendo a situação, era inevitável acordar chorando durante a noite sempre por pesadelos em que via a mãe morta e ele jogado na sarjeta novamente. A verdade é que Dean era fraco, mentalmente e fisicamente, precisava trabalhar naquilo, se não, nunca conseguiria atingir seus objetivos… A mudança foi rápida, até demais. Em um dia, estava chorando de saudade da mãe e no outro, começando a frequentar a Academia Gaston e surpreendendo todos já que o menino mirradinha parecia que ia quebrar a qualquer momento; mas o que ninguém sabia era que Rhys queria ser forte, queria proteger sua família de qualquer mal que poderiam cometer contra eles e claro, ter poder de mudar as coisas, com um plano mais elaborado que o anterior. Pena que determinação não é equiparada a força física, a força de vontade não era nada contra os outros, não o impedia de apanhar em todos os combates que entrava. Só que sempre acreditou que aqueles que têm determinação, podem chegar longe e ele tinha aquilo de sobra, logo, chegaria longe com seus esforços!
Foram meses naquela luta árdua e dolorosa, não tinha uma parte do corpo que já não tivesse sido atingida, mas ele continuava com sua escolha. Passou a treinar sozinho em seus horários livres, sempre tentando repetir os movimentos daqueles que observava, parecia bobagem, mas foi de grande ajuda para seu crescimento pessoal, porque copiar tudo estava o deixando mais ágil e forte, era um avanço que o deixava radiante, tanto que contava para sua mãe durante as visitas que fazia. Úrsula dizia estar orgulhosa de seu menino, o incentivava a continuar e ela nem imaginava o que aquilo alimentava em seu filho… Porque não foram muitos que notaram a mudança de personalidade, o menino bobo e dócil ainda residia no Soul, mas era pequena, pois foi dominada por um rapaz autoritário, manipulador e levemente mentiroso. Não que fosse compulsivo, mas lançava pequenas mentiras para se beneficiar ou fugir de muitas situações, era extremamente útil. Voltando a sua pequena carreira de lutador, ele estava queimado, todos o conheciam como “Rhys saco de pancada”, porque era isso que tinha se tornado e chegava ser vergonhoso a ponto de evitar pisar na academia por muitos dias e quando retornou, apenas treinava e recusava lutas, pelo menos, sob seu nome. Uma de suas maiores mentiras está ligada às lutas, queria mostrar-se forte para aqueles que lhe chamavam de fracote, mas não de mão beijada e foi assim que Neil nasceu, o lutador misterioso - menos para Gaston, que era um dos únicos que sabia dessa identidade - que tinha metade do rosto coberto por bandagens, o que dificultava o reconhecimento.
Neil era forte e cheio de si, diferente de tudo que o menino já mostrou no ringue. Isso não o tornou invencível, porque continuou apanhando, mas também passou a bater e até conseguiu algumas vitórias em sua conta. Parando para pensar, talvez esse alter ego tenha sido o responsável por sua grande mudança de personalidade, se antes não perceberam, aos quinze anos foi impossível não notar já que o garoto fraquinho que encolhia se alguém falasse mais alto havia sumido, em seu lugar surgiu um rapaz que peitava qualquer um que se metesse em seu caminho, que falava mais alto e manipulava como podia; era engraçado ver que atrás de um rosto tão bonito já nascia um comportamento perigoso e podre. Passou a ter duas marcas registradas, o sorriso debochado enquanto conversava com as pessoas e sua pequena mania de beijos, ele não sabe quando começou, mas tornou-se uma mania sua, tudo parece motivo para mandar um beijo ou oferecer um, porque, pessoalmente falando, Dean Soul é um galanteador para sua própria diversão, ele não se importa com um simples toque de lábios, não é importante mesmo.
Seus dezoito anos chegaram em meio a uma semana de vitórias nas lutas, não sabia o porque, mas parecia mais forte e vinha vencendo bastante; era estranho, mas resolveu não prender-se muito já que o dinheiro ia ser muito bem vindo, ainda mais tendo que se mudar para Arthurian e ingressar naquela academia que tanto falavam. Não queria ir. Queria ficar para sempre ali, tinha pouco, mas era melhor que aguentar os mocinhos, tinha um conceito de que todos eram insuportáveis e que receberia apenas desprezo deles, Úrsula também não parecia tão autoritária para o mandar ir, mas como era obrigatório, conversou seriamente com Rhys e pediu para que ele desse uma chance, ao menos, para tentar fazer alguma coisa grandiosa e que tivesse resultados positivos. Sempre genioso, o menino prometeu à mãe que seria tão bonzinho que iriam o confundir como um dos príncipes daquele lugar, era um personagem perfeito para si. Começou de imediato, encenando uma briga com aquela que sempre cuidou de si, gritando que nunca seria como ela, que nunca mataria ninguém para tentar chegar ao poder e pareceu colar em muitas pessoas, porque as expressões surpresas eram frequentes. Quando a hora realmente chegou, passou por todo o torneio idiota e pela primeira vez, sentiu o que era poder de verdade, mesmo que fosse estranho saber que tinha uma habilidade… Em frente ao último desafio, com a droga em seu organismo, ele estava pronto para atingir o que é que fosse, porque tinha certeza que se fosse sua mãe, ele aceitaria a mão para dominar tudo. A ganância pelo poder existia e um dia, poderia o cegar, mas não agora, não quando ele não tinha enganado qualquer cidadão daquela cidade. A imagem que teve foi do imprestável do pai, o ódio cresceu e em meio a um grito, o golpe ocorreu juntamente do barulho da plateia, só conseguiu pensar no quão bobos eram por acreditar em sua encenação tão leve.
Não parou por aí. Depois de sua vitória e a cerimônia, acreditou que poderia usar seus poderes como desejava, mas recebeu um anel que neutralizaria aquilo e a notícia de que se usasse teria que pagar, coisa que ele não queria já que tinha o mínimo de dinheiro consigo. Demorou um pouco para entender tudo que ocorria naquela academia, muitas regras e aulas, parecia difícil para uma pessoa que cresceu em meio ao mundo sem muitas limitações, por isso, seu plano foi pausado temporariamente. Quando se acostumou, começou a buscar emprego em algo que parecesse fácil e que conseguisse modelar sua personalidade fingida, era complicado fingir que gostava de tudo ali e tinha aversão por onde viveu, principalmente ao ter que falar coisas “ruins” sobre Úrsula, parecia até uma ingratidão contra aquela que lhe deu tudo, mas pelo bem de tudo e todos, precisava ser forte. Com três meses desde sua chegada, conseguiu um emprego na Bread With Love, fazendo seu melhor discurso de que buscava uma chance de mostrar que não era como a mãe e que colocaria amor em tudo. O que disse foi convincente, porque está até hoje no serviço e o que começou como uma obrigação, acabou como um hobbie, porque Rhys criou amor por panificação e qualquer coisa que envolva cozinhar, até se arrisca em algumas coisas quando dá vontade.
Mantém a personalidade de "príncipe encantado” como pode, porque tem momentos em que sua verdadeira face aparece, mas consegue contornar com rapidez. Quase fez uma festa ao entrar no time de magibol, uma paixão antiga e apesar de ser um dos reservas, participa dos treinos e pode falar que faz parte do time, então não se importa em não jogar.

















