Ă como um monstro, que vocĂȘ cria, que vem de vocĂȘ, que Ă© parte sua. E se alimenta nas beiradas, das coisas banais, daqueles minutinhos bobos, que se transformam em constantes. Quando vĂȘ, faz igual, faz pior, quer mais. O monstro começa a se rebelar, mas vocĂȘ sĂł quer parĂĄ-lo, quando percebe que precisa morrer. Mas nĂŁo Ă© fĂĄcil, ninguĂ©m entende, te machuca e vocĂȘ nĂŁo tem coragem de pedir ajuda, porque sabe da vergonha. Isso te rasga, fere, suja, desmonta, rebaixa. NĂŁo consegue se olhar, sabe que irĂĄ cair mais uma vez. E cai quando menos espera. Depois vem o processo de reerguer, um dolorido e sofrido levantar e resistir. Mas levantamos e caminhamos, atĂ© a eminente queda. - afinal, o final.















