Patacas bravas Hacendado
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Patacas bravas Hacendado
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Buffet no Lee Lee Tan
Espaguetes, fideos chineses, carne con verduras, albóndegas con prebe Thai e lascas de carne con prebe agridoce
Champiñón en tempura, anaco de peixe rebozado, calamar á romana, croquetas de pataca, langostino fritido con mel e sésamo, mini-roliño de primavera con prebe agridoce, wun tu e algún tipo de carne de molusco rebozada
Pan de gambas, distintos tipos de carne con verduras e champiñóns e porco agridoce
Unha especie de torta de queixo e macedonia de froitas (kiwi, pexego, mazá, mango e lichis)
Todos os restaurantes chineses deberían ser buffet. Chegar e encherse. Unha amplísima selección de pratos asiáticos (e non tanto) para todos os gustos: pasta, carne, peixe, verduras, fritidos, asados, cocidos... e como único límite o tamaño do teu bandullo. Os donos son turcos inda que tamén hai algún chinés traballando por alí. Servizo atento e limpeza. Tamén teñen unha carta mais penso que non paga a pena dada a amplitude do buffet. * Prezo: 2xbuffet (28'50 € - 10 € por un desconto dun libro de descontos), unha botella grande de auga con gas (4'50 €), cervexa (2'50 €) e vaso de auga (2'10 €) = 24'90 (I.V.E. incluido) * China-Restaurant Lee Lee Tan, Bahnstraße, Mönhcengladbach-Holt ** Nas fotos só sae o que comín eu.
Pintxos em Bermeo
De visita por Euskal Herria, o primeiro que há que provar som os pintxos, que por algo tenhem fama. Há em quase todos os bares, cafetarias, tascas e qualquer estabelecemento hostaleiro, incluso em franquias estatais. Porque se nom há pintxo, nom há clientes. Persoalmente, é algo que boto em falha por estes lares. O facto de almorçar um café e um pintxo é um auténtico placer, e seguro que muito mais saudável que meter boleria industrial no corpo. Como com tudo, há categorias. E de bar em bar a qualidade dos pintxos cámbiam como pode cambiar a música. Em geral, e sem ser sítios especialiçados, que também os há, sempre podes atopar os típicos pintxos de tortilha (também rechea de jamom e queijo ou vegetais), de txaka (surimicom maionese) ou sandes e bocadinhos variados. Ao meu ver, em geral abusam um tanto da maionese, e sempre tenho o problema de que a maioria deles levam pementos ou anchovas, cousas das que nom gosto. É por isso que quando atopo um local cumhas cousinhas algo variadas, percuro provar. E desta volta ocorreu-me em Bermeo. De entre os bares que havia parei no bar Olatu, onde provei dous pintxos: um de crêpe rechea de bonito (em Bermeo nom podia ser outra cousa) e outro de anchovas recheas, também de bonito. O das anchovas lembrou-me ás xoubas esparradas que fazia minha avó, so que ela as fazia com cebola no sítio do bonito. E suponho que terá que ver que ela era de zona de mar. A relaçom entre A Galiza e Bermeo é bem conhezida por todos e suponho que o intercámbio de receitas seria habitual. Este bonito de recheo estava preparado com salsa de tomate. E estava de vício. Um local altamente recomendável.
O outro que aparece na foto era um pemento de Gernika recheo de jamom e queijo e empanado, eu nom o provei, mas quem o fijo deu-lhe o visto bom. De preços, nom lembro nem apontei, mas adoitam andar entre 1 e 1,5 € cada um. Kafe-Bar Olatu, Portu Zarra, Bermeo
EU DENÚNCIO
Situemo-nos. Domingo de verám, dia de praia. Adoito jantar na pria muitas das vezes que vou. E essa era a intençom desta volta. E foi por essa razom que fum á praia que nos ocupa, Area da Secada, na Arousa. Por que esta e nom outra? Pois porque eu estava na Ilha, e porque á beira da praia há um chiringo desses nos que ponhem jantares, bocatas e tenhem bebidas frias. E como ia passar o dia e nom estava na minha casa nom podia levar o jantar feito. Assim foi que, pola manhá (nom cedo) passei á beira do chiringo em questom e vim umha piçarra na que ponhia que faziam jantares por encargo e bocatas, sem muita variedade, mas bem me valiam. Total, que dalí a um par de horas fum mercar um par de bocatas e pugem-me á cola, já que havia mais gente na mesma situaçom. E qual foi a minha surpresa quando escoito dizer a umha moça que atendia o local que nom havia bocatas até mais tarde. Quanto é mais tarde? perguntei eu. E obtivem umha encolhida de ombros por resposta. Semelhava que nom lhes quedara pam ou algo assim, ou isso davam a entender. Busquei polas imediaçons umha alternaiva que nom atopei, polo que decidim colher o carro e ir á vila, mas como tinha que passar outra vez por alí parei fazer a derradeira tentativa. Para provar sorte perguntei-lhe a umha camareira diferente. A resposta foi similar. Nom há bocatas. Mas o engadido foi diferente. Nom há bocatas porque estamos com os jantares e até que remate de vir gente a jantar de prato nom fazemos bocatas. Diga-se: nom fazemos bocatas porque nom nos sai dos mesmíssimos. De novo sem hora concreta. E aí começou o meu mosqueo. Se me dim que por umha má previssom quedarom sem pam, ou tenhem mui pouco e querem reserva-lo para os jantares de prato, entenderia-o. Mas nom era o caso. Nom faziam os bocatas porque nom queriam, discriminando assim aos clientes que queriamos bocatas, e que fomos muitos (na meia hora que passou logo desa resposta contaria mais de vinte persoas que marcharom sem o bocata que queriam). Se na piçarra pugeram que os bocatas só se fariam loga da quatro da tarde, tampouco me molestaria (teria-o visto á manhá e já nom iria até as quatro). Ou incluso nom me molestaria se da primeira volta que fum me digeram que nom faziam bocatas até as quatro. Ou as cinco, tanto me tem. Mas nom, nem horas nem um motivo válido mas que o de nom che sirvo um produto que tenho na carta porque nom quero. Aguardei mais de meia hora (plantado alí de pé para meter pressom) e quando faltavam dez minutos para solicitar-lhes umha folha de reclamaçons, chegarom outras duas senhoras perguntando se lhes faziam dous bocatas de lombo (perguntarom a umha senhora diferente ás duas que perguntei eu) e respostou-lhes que nom faziam bocatas de prancha (vaia! primeira nova! nim a mim nim a ninguém dos que foram até esse momento nos perguntarom de que queriamos o bocata!). Logo de explicar que pensavam que era lombo embuchado e que lhes valia de qualquer coisa, a senhora do chiringo foi fazer-lhes os bocatas, de tortilha, momento que aproveitei para pedir os meus, que me figerom também. Suponho que será denunciável, nom o sei exactamente, mas o que sim me pareceu foi de mui mal gosto e mui mala educaçom. Podia ter ido a outra praia. Podia ter mercado o jantar antes de ir. Podia ter feito muitas coisas, mas fum alí porque sabia que havia um serviço, serviço que nom me ofertarom quando diziam que sim. Impressentáveis. Total. O chiringo da praia de Area da Secada da ilha da Arousa discrimina aos que tomamos bocatas. Pola minha parte nom volto.
Bolo prenhado na Música na noite de Solháns
A passada fim de semana celebrou-se em Solhans (parróquia de Calo no concelho de Teo) o XII Música na noite. Já o ano passado tivem a oportunidade de ir e provar os estupendos bolos prenhados que serviam, mas com a emoçom nom lembrei para nada do Capítulo Cerdo e comim-o antes de poder tomar notas para adicar-lhe umha entrada. Assim que este ano voltei com o único objecto de fazer esta entrada (e passar umha noite de música, também). Sei que a foto nom é mui boa. A pessar de ir a tiro fixo, nom levei a câmara e tivem que tirar a foto com o móbil difuminando o flash cun cacho de gardanapos para nom queimar as cores. E saiu isso. Mas bem, imos ao choio. Para quem nom saiba (e pode haver gente que nom saiba, é bastante normal) um bolo prenhado é um bolo de pam normal e corrente, só que leva dentro um chouriço. Mas nom é um bocata de chouriço, nom. O chouriço mete-se dentro da masa antes de entrar no forno, e umha vez cozido tuda a graxa que solta é absorbida polo pam, ficando um chouriço jugoso e um pam pringoso. Este bolo em concreto (bem, estes, que comim dous), estava estupendo. O dito, jugoso, saboroso, mas faltou-lhe um pouco de temperatura. Nom sei se é que cheguei algo tarde, mas já estava algo frio. Nesse aspéito o do ano passado estava melhor. O próximo ano é de aguardar que voltaremos comprobar se mantem a qualidade.
Bolo prenhado
Prezo: 2 €.
Música na noite de Solháns, Calo-Teo

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Santiago (é)Patas
Próximamente en Capítulo Cerdo...
Menú do día no Momos
Despois dunha de cal e outra de cal, levo varias semanas indo a un sitio moi especial da Coruña chamado o Momos, situado a un par de rúas do Paraninfo. Se ben ao entrar xa sorprende por ser un local recollidiño e en pedra, imposibilitado para poñer sequera unha cadeira a maiores (o que a cotío pode supoñer ter que agardar uns minutos para sentar, se ben se permiten as reservas), a verdadeira sorpresa chega ao sentar. A camareira preguntarache cal dos dez ou once primeiros pratos che apetece, logo cal dos dez ou once segundos, logo a bebida, logo o postre ou o café; E se ben xa te podes emocionar con só imaxinarte podendo escoller entre tanta variedade e calidade, na realidade frustarate non lembrar nin a metade dos nomes dos pratos cando a camareira remate de recitar o soneto gastronómico que son a listaxe dos primeiros e segundos pratos. Primeiros Dase por feito que o primeiro prato é o lixeiro, o de asentar o estómago, pero ata nisto poderás escoller: Gambas en salsa rosa, caldo galego, ensalada de remolacha, boqueróns en vinagre, melón con xamón, espárragos trigueiros con idem, pasta de varios tipos, pementos do piquillo recheos de setas, un inenarrábel etcétera que varía cada día e unha fórmula case sempre presente que nunca falla: O chollo. O chollo viría a ser, en resumo, unha empanada ou sandwich de filloa rechea con moitos produtos de horta, embutido e atún, cuberto con maionesa. O resultado é certamente espectacular, delicioso, refrescante, e coa porción na xusta medida para que o des rematado antes de empalagarte -polo menos no meu caso-. A non perder, iso desde logo, sen desmerecer nin moito menos as moitas outras posibilidades. Segundos Entre os pratos -digamos- fortes, tampouco a casa se queda curta en posibilidades, e tamén terás que pedirlle que che repita algún. Como vos digo a lista é variábel -e adaptada a circunstancias coma a do clima-, pero teño elixido desde tenreira con castañas, ata filetes ou entrecot con patacas, pasando por peixe -do bo-, lacón con grelos e moito máis, cunha presentación tradicional e efectiva e un sabor que desvela moita calidade, arte e experiencia detrás de cada prato. Na imaxe, un filete con ovos e patacas. Postres e café Se algo se podería achacar á casa é que a variedade de postres é discreta, consistindo habitualmente en xelado ou flan de tarrina de marca branca, co que parece máis ben orientado a cubrir expediente que a coroar no padal a excelencia que a casa reivindica en cada proposta gastronómica. Se pides postre e máis café, o prezo do café súmase ao do menú do día. Bebidas Habitualmente pido refresco, pero ata onde sei o feito de pedir auga -galega e de litro-, caña, refrescos -de bote- ou copa de viño non inflúe no prezo total do menú, excentricidades aparte. Prezo do menú do día 9 euros. Si, no-ve, ese que está entre o oito e o dez. Sobra ningún comentario engadido. Conclusión Só me cabe poñerlle un 9 a este local, e paréceme demasiada inxustiza restarlle un punto polo discreto do postre e o feito de ter que agardar, que tampouco é que me tivera pasado moi a muido á hora que eu adoito chegar. O Momos non é un menú do día calquera. É un estoupido de cociña post-tradicional catalizado por produtos nacionais a un prezo tan razoábel que a clase social das garavatas e a dos buzos lixados lle dan o seu visto e prace unánime: De feito nunca sabes se che vai tocar sentar na mesa a carón dun grupo de estudantes planificando a tarde, dunhas mozas das que quitan o alento falando de alta costura, da xerencia dunha empresa pechando un bo negocio ou dunha cuadrilla de obreiros que apuran o café para volver o andamio. E isto, por riba de todo, é o que converte a un local excelente en máxico. Ubicación Aínda que tiña certos receos, finalmente vouna compartir ;-)
Hamburguesa completa no Tris
O da comida rápida, na maioria dos sítios, é umha falácia. Quitando os sitios como as franquias americanas, onde tenhem un sistema mui impersoal de trato ao cliente, nos estavelecementos onde se servem bocatas ou hamburguesas a velocidade é relativa. Muitas vezes falta organizaçom no local, o que faz que umha persoa tenha que aguardar dez minutos desde que chega até que lhe tomam nota, ou máis dum quarto de hora a que façam umha hamburguesa. E isso pode sumar mais de média hora aguardando. Isso nom é comida rápida. Mas se andas por Ponte-vedra e tes pouco tempo para comer podes, sem medo, ir ao Tris. Está num pátio interior dum edifício e tem umha terraça mui cómoda (eu fum um dia de sol). Pois bem, nada mais sentar já che traem a carta. A carta trae instruçons, e abofé que há que ler-as. As normas som cousas como que se pom um prato por pedido, ou que se queres um bocata cortado pola metade tes que solicitar um coitelo, ou que se paga na barra. Nom lembro mui bem agora, mas há que ler-as, sim. E imos ao choio. Pedim umha hamburguesa mexicana, que levava a carne, queijo, leituga, tomate e cebola, amais da salsa mexicana. Tardou menos de cinco minutos (dez em total desde que cheguei, tendo em conta que botei cinco máis pensando que comer). Um bom tamanho (uns 15 cm de diámetro) e um sabor picante, mas sem abusar. O pam, bem, pam de hamburguesa mas semelhaba de panadaria.Case me encheu, mas esquezim tirar a foto. Assim que tivem que pedir outra.
E pedim umha hamburguesa completa, como a anterior mas sem salsa. Mui boa, e soubo-me mais que a mexicana, pola falta se salsa picante e porque a carne era saborosa. Os meus acompanhantes probarom a hamburguesa ao curri, e também lhes parezeu boa. Por certo, também tenhem bocatas com vários pans. Boa nota para o Tris.
Hamburguesa mexicana e hamburguesa completa
Prezo: hamburguesa mexicana: 2,70 €. Hamburguesa completa: 2,40 €
Tris, Frei Joam de Navarrete, 10 int. Ponte-vedra.
Bocata de cogomelos com queijo
A de Morgan (nome com o que se lhe conheze) ou O Xa Chegou (nome ofizial) é umha taberna de compostela cumha grande tradiçom bocateira e de raçons onde começar as noites. Descrever o lugar nom é doado dada a sua peculiaridade que, principalmente, consiste em ser um local de-toda-a-vida. Tudo de madeira, com cozinha quase á vista e um cheiro a zorza que impregna á roupa para toda a noite. Ainda que por vezes isso é mui molesto, eu agradeço de quando em vez estar num local desse tipo. A consumiçom escolhida para a ocasiom foi umha das especialidades da casa (junto com o bocata de zorza), o bocata de cogomelos com queijo. Havia bem de tempo que nom ia por alí, e igual já tinha idealiçado o bocata, ou pode ser que coas festas andavam mui leados, mas o resultado nom foi o aguardado. Ainda estando por riba da meia dos bocatas que se podem tomar em Compostela, e tendo em conta que os cogomelos estavam bem preparados (eu nom gosto deles, mas figem o esforço de probar-os pola comunidade), o pam estava frio (suponho que seria descongelado, cousa que em princípio nom me importa, mas notava-se frio por dentro) e o queijo, que em tempos era queijo do pais, era queijo de barra tipo sande de Larsa ou algo assim. E isso é um baixom comparado com o que aguardava. Repito que, ainda com todo, o bocata estava estupendo, o pam ainda que frio era pam de verdade e o queijo, ainda que nom era pais, é o mais semelhante que podes atopar num bocata (algum haverá melhor, mas nom é o habitual). Haberá que probar noutra ocasiom a ver se foi umha cousa passageira ou perderom algo de qualidade. Quero pensar que foi a primeira. Nota: as fotos nom lhe fam justiça.
Bocata de cogomelos com queijo
Prezo: bocata de cogomelos 1,90 €. Suplemento de queijo 0,45 €
O Xa Chegou, Algália de Abaixo, 27. Compostela
Ravioli con prebe italián
Non vos deixedes enganar pola imaxe de baixa calidade tirada co meu móbil. eses raviolis eran tan amarelos coma o arroz dunha paella! E o prebe era realmente vermello! Mais pese á artificialidade da apariencia do prato o saber era bastante bo e a cantidade xenerosa. O prebe italián do Galeón leva champiñóns e tomate e os raviolis, pois non sei de que estaban recheos, nunca consigo acertar, mais tiñan un lixeiro sabor a allo que lle daba o toque perfecto. En definitiva, sair do prato combinado, bocadillo, hamburguesa do Galeón deu bo resultado e unha grata sorpresa. Unha mágoa que só teñan dous prebes para acompañar a pasta: o xa citado prebe italián e o prebe boloñés (con carne picada). Seguiremos investigando na carta do Galeón arriscando a nosa saúde mais non o noso peto.
Ravioli con prebe italián (champiñóns e tomate)
Prezo: 4'30 €
El Galeón do Toural, Cantóns do Toural, Santiago de Compostela

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Bocadillo de calamares en Soria
Seino. Deberíao ter pensado no momento. A quen se lle ocorre mercar un bocadillo de ca-la-ma-res en Soria!? Mais daquela pareceume unha boa idea. Recapitulemos. Viaxo de Logroño a Madrid en bus e paramos dez minutos na estación de autobuses de Soria. Prevendo que na T4 non vou ter tempo de mercar nin comer nada pido na cafetaría un bocadillo de calamares. Podería ter sido de chourizo, queixo, lombo ou calquera outra cousa, mais eu pedín calamares. Erro. Si, señores e señoras, comín un dos peores bocadillos de calamares que podedes atopar: pan industrial 'chicloso' e uns calamares da peor marca de conxelados do Lidl. O mellor de todo debía ser o papel de plata. Tampouco é que souberan mal, mais calquera parecido con calquer outro bocadillo de calamares que probarades con anterioridade era algo máis que unha casualidade. Espero que isto, como todas as entradas deste bló, lle sirvan a alguén para non caer no mesmo erro.
Bocadillo de calamares
Prezo: 4'20 €
Cafetaría da Estación de Autobuses de Soria
O Mesón Galego, Vigo
Hai un tipo de establecemento típico que cumpre unha dobre funcionalidade. Por unha banda son o sitio onde comen os operarios a diario, con menús do día asequibeis e por outra banda son os sitios nos que os turistas poden probar as especialidades da terra sen sentirse roubado. (Teñen unha terceira función, que é ter cocido e/ou callos para levar unha vez á semana, mais iso non vén agora ó caso). O Mesón Galego en Vigo é un destes sitios. Nada de decoración ostentosa, mesas, cadeiras e loza das de toda a vida, a televisión a todo trapo (primeiro disfrutamos de Escenas de matrimonio e logo de El Patriota) e un camareiro pachorrento coma el só (Nicole deulle o título de Camareiro máis lento do ano). Menú: Media ración de salpicón de marisco. Un clásico. Ben saboroso e xeneroso en cebola. Ración de pementos de Padrón e media ración de polbo. Os pementos ben sabemos que non eran de Padrón, que estivemos alí o domingo pasado e non había nin un só, mais estaban ricos e algún ata picaba. O polbo rico rico, no seu punto. Media ración de chipiróns. Se están ben feitos non hai nada que dicir. Ensalada sinxela. Nicole é adicta a ensalada en todas as súas formas, así que non pode faltar. En definitiva, O Mesón Galego é un local cun menú clásico sen nada especial, mais tampouco velenoso. Non especialmente recomendábel por nada, mais que pode estar ben nun momento que necesites cumprir o expediente.
Media ración de salpicón de marisco, ensalada, ración de pementos de Padrón, media ración de chipiróns, media ración de polbo, dous ribeiros, unha caña e dous cestos de pan.
Prezo: Media ración de salpicón de marisco (4'80€), ensalada (3'60€), ración de pementos de Padrón (4'50), media ración de chipiróns (4'80€), media ración de polbo (5'90€), dous ribeiros (3'00€), unha Estrella Galicia (2'00€) e dous cestos de pan (1'20€) = 29'80 €
Bar Restaurante O Mesón Galego, Rúa Laxe, Vigo
Restaurante Mexicano Tamarindo (II)
CAPÍTULO CERDOUS (ver capítulo cerdún) Hoxe mesmo ao mediodía decidinme a darlle outra oportunidade ao Restaurante Mexicano Tamarindo da Coruña, aproveitando que o meu compañeiro de traballo, co que adoito xantar, está de viaxe (por se as moscas). Primeira sorpresa: de novo o local estaba baleiro. Sento de novo ao libre albedrío, e a camareira tráeme a carta, á que me lanzo desesperado e famento a polo menú do día cal mergullador á procura do tope de navalla. Mais non, debiuse equivocar, o menú do día non aparece. Ao pedirllo á camareira, dime que non, que non teñen. Saco do peto ese vello documento da lexislación española sobre locais de restauración que tanto tempo levaba agardando para usar, e que no artigo 2.1 sobre Dereitos e obrigas dun usuario nun local de restauración (epígrafe Das cartas, dos menús e dos seus prezos) di o seguinte:
Os restaurantes clasificados como de luxo e de primeira categoría ofrecerán ao público os menús que consideren pertinentes, no prezo dos cales entenderase incluído o pan e o viño. Non teñen obriga de ofrecer menú do día nin prato combinado do día debido a que ao ser restaurantes dirixidos un público con alto nivel adquisitivo, non lles é precisa a existencia dun prato do día. Os restaurantes clasificados como de tres, dous e un garfo teñen a obriga de ofrecer ao público polo menos un menú da casa que se confeccionará polas empresas de acordo coas posibilidades do mercado de cada día e do tipo de cociña que ofrezan. O "menú da casa" e o "prato combinado da casa" (que é a denominación que reciben conforme ao estabelecido pola Orde do 29 de xullo de 1978 sobre modificación de menús e cartas en restaurantes e cafetarías) supoñen que baixo un prezo global vanse incluír un menú e tamén o pan viño e sobremesa.
Que ironía, aseguraría que o único restaurante de 4 garfos na Coruña é o Trueiro, no Meliá María Pita. En fin, burritos, dame un burrito,señora, que aprendín dunha para outra e iso non pode fallar, era o que pedía sempre na Cantina Lupita ferrolana con extra de picante, eu ben sei. Aínda que 8,40€... -Cantas unidades son?-. -Dos, pero después puedes pedir otra cosa si quieres...-. -(Por 8€ e pico? nin despois de 20 Estrelas coma esta...) Ok, ok, sublime, burritos logo-. Iso ten que dar para dous, pensei mentres idealizaba dous rechonchos roliños repletos de cousas alimenticias ao estilo kebab, e o meu estómago bulía xa cal oula de espagueti a punto. Uns dez minutos despois, vexo saír a camareira cun prato na man, supuxen que para min, e l'horreur. Non podía ser. Os burritos viñan desenvoltos, coa torta de millo aberta e cun mejunje similar ao descrito en capítulo cerdún, sendo a torta pouco máis grande ca un cinceiro mediano e o contido ocupando o centro do círculo. Despois dun intre de incredulidade, comecei a esbracexar coma o guiri que non sabe como agarrar a nécora no prato nin tampouco que está morta. Non sabía que facer, se tratar de enrolalo eu mesmo ou meterlle o garfo ao contido e usar as tortas de gardanapos. Mal, moi mal, isto xa non cola, na Cantina Lupita non eran así, e alí tiñan acento mexicano, vós tedes acento de Soria coma moito, non me foda señora. Como puiden, tras un frustrado intento por enrolar o chisme, optei pola vía rápida, unir os extremos da torta coma quen dobra un folio á metade, tentando sequera outorgarlle a mínima resistencia ao paquete para poder morder sen ciscar todo pola mesa. Ñam, ñam e ñam. Literalmente, tres bocados. Un burrito menos. Ñam, ñam e ñam de novo. Rematei de xantar. De feito, dubido que legalmente poida denominarse xantar. Vin pinchos de tortilla máis pantagruélicos. E o peor de todo foi pensar que nin tres pedidos máis iguais ca ese me saciarían. Morto de vergonza ao igual que tras a primeira visita, fixen tempo bebendo a cervexa a grolos curtos, revisando unha outra vez o móbil sen que este me achegara ningunha coartada para entreterme, todo para poder levantarme da mesa como mínimo entre 4 e 8 minutos despois de que o prato cerámico tocara a madeira do Tamarindo, mais a pilla da camareira decatouse -ben o tiña- de que rematara e achegouse a sondear. -¿Quieres algo más?-. -Non grazas, estou ben... (ben fodido!) ponme un café mexicano, tráeme un cinceiro (a ver quen engana agora este volcán de bandullo) e cóbrame-. "Burrito ración", 8,40€. Estrela Galiza, 1,90€. Café Mexicano (FTW), 1,70€. Bocata de lomo con queixo que pillei nunha cafeta ao marchar, 3€. Total: 15€, ao final non me foi tan mal. Veredicto final, pois non penso volver a tentalo: PROS -A comida sabe ben (unha vez que a atopas). -O café mexicano é do melloriño (en relación sabor bo/cantidade 10 cl./prezo 1,70€). -Pódese fumar (para enganar ao estómago entre a decepción e a bocatería da esquina). -O local é moi íntimo (das dúas veces estiven eu só). CONTRAS -Pasas verdadeira fame. -A carta é máis que enganosa. -Non ten menú do día, coma o Restaurante Trueiro do Meliá María Pita. -Por ese prezo ben podían aliñar con caviar beluga. Deixémolo así, equilibradiño. ;-) Nota: O feito de estar eu só con ocasión das dúas visitas cortoume bastante o rollo á hora de tirarlle fotos aos "pratos", dade grazas á miña timidez.
Restaurante Mexicano Tamarindo (I)
Sinto muito ter que facer isto, e moito máis que esta sexa a miña primeira colaboración con Capítulo Cerdo :-( CAPÍTULO CERDÚN Teño por costume, cando coinciden o feito de estar eu só e ter tempo, parar a xantar nalgún dos restaurantes exóticos da cidade onde me aloxe. O motivo, descubrir posíbeis xoias da gastronomía mundial entre tanta franquicia e, por suposto, non fracasar estrepitosamente no caso de levar a algunha mociña ao restaurante superespecial de turno sen antes coñecelo eu. Así dei nas páxinas amarelas co Restaurante Tamarindo, un mexicano coruñés situado na rúa Eduardo Pondal, na primeira transversal saíndo desde a Praza de Portugal bordeando Riazor. Primeira cuestión, chungo aparcar na zona, adoita estar petado. Logo dunhas complexas xestións automobilísticas que me levaron acabar nunha das traveseiras de Juan Flórez, entro no sitio, que me sorprende pola súa decoración, nin traza de franquicia. Ben. O local está baleiro. Debe ser que é sábado á 13:00h, a xente saiu onte e tal... debería dar grazas por que estes abriran, pensei. Sento onde me peta atendendo a ordes da casa e tráenme a carta. Máis ou menos o agardado: Mil cousas con frijoles, chiles, guacamole, jalapeños... burritos, nachos, tacos, quesadillas... facíaseme a boca auga ata que oscilei a vista cara aos prezos, que ao momento disecaron a miña boca e ánimo. Buf, problemón. O prato ascendía a entre 7-9 euros. Segundo problemón, n'hai menú do día (finde, claro). Boh, paso de arriscar, teño fame e o camareiro recomendoume a súa selección de antojos, unha especie de menú de variedades por 13 euros. Malo será que podendo probar de todo algo non me guste ou non remate farto, aínda que pague máis. Primeiro erro. O menú de antojos componse duns seis elementos da carta en formato micromachines, e se o panorama xa non sería demasiado alentador por si mesmo, menos cando todo está recuberto por litros -é un falar- de salsa policromática espolvoreada con queixo rallado. O aspecto final, pésimo (experiencia mediante), algo así coma o da paleta dun pintor ao óleo logo de 24 horas pousado nun recinto onde estiveran enxesando o teito. Case prestaba pedir unha culler para atacar aquilo. A duras penas, sondeando aquí e acolá co garfo e o cuitelo entre as salsas, pois calquera mete a man a iso, logrei ir dando conta dos diferentes antojos, que gustativamente case non puiden discernir aínda que en conxunto sabían ben. En Ferrol paraba bastante no Cantina Lupita, onde si se podía coller coas mans o taco, burrito ou o que fose, e escoller a cantidade de picante, que aquí tampouco... non ten e punto. En poucos minutos (tan poucos que me avergoncei de que puideran pensar que estaba esfameado), o prato só contén restos desa sopa, que aparto a un lado para pedir un café mexicano, un café só con algunha especia aromática sobre a que non vou especular... o mellor descubrimento sen dúbida da incursión étnica. O prezo total (Estrela incluída) foi duns 15 euros. Marchei decepcionado e culpando que escollera degustación en lugar de prato. Estame ben por ir de listo. Pararei a coller Doritos e gominolas na gasolineira antes de arrincar para Carnota, e volverei tentalo no capítulo cerdous.
Prato combinado nº 1
Un grande templo da fritanga en Santiago é El Galeón, que gracias ó seu éxito dende fai un par de anos ten un novo restaurante nos Cantóns do Toural. El Galeón, para o que non o saiban, é un restaurante de ambientación náutica onde podes comer todo tipo de prato combinado, bocadillo, sandwich, hamburguesa... O que sexa. E todo a bo prezo. Ademáis teñen zona de fumadores e non fumadores. O día do meu cumpreanos tiven que traballar pola tarde e comer fóra e só, así que elexín El Galeón para a miña solitaria festa de cumpreanos. Esa monstrosidade que vedes na foto é o Prato combinado nº1 que consta de arroz, unha salchicha, croquetas, dous ovos fritidos e un zanco de polo. Que queredes que vos diga, a cousa deixaba bastante que desexar. Parecíase bastante ás comidas do colexio ou dos campamentos de verán. O arroz estaba insípido, a salchicha era da peor calidade, as croquetas conxeladas e todo fariña, é difícil facer mal uns ovos fritidos e o zanco de polo era todo pel e graxa. Non me prestou moito. Para regar todo isto, unha caña. E de postre, xa que era o meu aniversario persoal coa miña propia persoa, pedín a Copa da Amante do Capitán. Unha boa idea feita con malos materiais. Agora non recordo ben, mais penso que leva tona, chiculate quente, xeado de fresa e noces. Teño bos recordos do Galeón orixinal, en Alfredo Brañas, mais as veces que fun a este quedei farto mais non gustei demasiado. Haberá que volver intentalo?
Prato combinado nº 1, caña e Copa da Amante do Capitán
Prezo: 11'50 ouros (aprox.) [a copa é o que sube]
El Galeón do Toural, Cantóns do Toural, Santiago de Compostela

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Hamburguesa especial Luces
O outro día fun ó concerto de Calexico a Vigo (conciertazo!) e como non sabía o que me agardaba ó chegar a Santiago decidín buscar un sitio pola cidade olívica onde meterlle algo ó corpo. O único que atopei aberto (mira que é difícil atopar algo para comer en Vigo máis alá das 11!) foi unha cafetería preto do aparcadoiro onde deixara o coche. É unha destas grandes cafeterías 'de toda la vida' de Vigo, que tamén é restaurante e café-concerto (de feito estaban montando toda parafernalia para o espectáculo), Luces de Bohemia. Como xa dixen non sabía o que me agardaba en Santiago así que pedín o máis grande que tiñan, a hamburguesa especial Luces, unha hamburguesa con leituga, tomate, panceta, xamón de York e queixo. Moi especial non era. Tampouco era especialmente grande. Sabor aceptábel, inda que recomendo non botarlle maionesa, que a que teñen alí sabíame un pouco rara (non, non tiña salmonelose) Sen dúbida non é un lugar para ir tomar hamburguesas, mais cumpre para unha emerxencia.
Hamburguesa especial Luces e auga:
Prezo: hamburguesa (4'50) + auga (1'70) = 6'20 ouros
Cafétería - Restaurante Luces de Bohemia, Rúa Colón, Vigo
Pizza a taglio
De paseo por Roma, os xantares rápidos dos autóctonos son a base de Pizza a Taglio ou, como se diria aquí, pizza ao corte. Tanto en fornos (tipo panadaria daquí) como en algúns restaurantes fan unhas pizzas rectangulares de como un metro de longo por corenta centímetros de largo que venden por porcións ao peso e comes pola rua. Ao final, e tendo en conta que dependendo do tipo de pizza ten un prezo diferente, a porción sae a menos de dous euros (non teño prezos exactos porque iamos oito persoas e mercamos ao mogollón). Eu probei dúas. A primeira unha pizza simple de salsa de tomate e queixo, nun forno Piazza do Campo di Fiore. Teño debilidade polas pizzas, e soubo-me estupenda. A grande diferenza coas que podes tomar por estes lares penso que está na salsa e na masa (que venden tamén sen máis ingredientes, pizza bianca lle chaman). A segunda foi unha pizza picante con salsa, queixo, tomate natural e herbas várias, nun restaurante chamado Pizza House na Via della Mercede, ao lado da Piazza de Spagna (onde creo que vive o Pacu Vázquez). A pesar de que o pizzero dicia que era piccolo, piccolo picante!, na boca queimaba a cristo. A pesar diso estaba moi boa tamén. Hai moitas outras variedades en todos os fornos, de verduras, de cogomelos, a xa mencionada pizza bianca que é moi típica, e un longo etcétera que depende do local ao que vaias e o momento no que chegues, xa que estás a expensas do que van quitando do forno. Moi rico todo, en verdade. O que queda claro é que é máis barato comer que tomar un café (os capuccinos non baixan de 3 €, e xa é complicado atopa-los a ese prezo)
Pizza a taglio
Prezo (aprox, van ao peso) : 2 € por ración
Forno de Campo di Fiore, Campo di Fiore, Roma, Itália
Pizza House, Via delle Mercede, Roma, Itália