É com pesar que noticiamos o falecimento de Pedro Antonio Souza Carvalho, de 21 anos. Filho de Tania Regina Souza Carvalho e Antonio José de Carvalho.
Seu corpo será cremado, com tudo que tinha junto dele. Sem nenhuma roupagem ou indumentária, já que estas nunca o pertenceram, serão queimados com ele seu ilustríssimo ódio, sua linda e paciente impaciência, que parecia gostar de estar, como se fosse um presente. Seus olhos brilhantes serão removidos antes da cremação, e serão substituídos por olhos de madeira, pintados e modelados para que imitem os que ocupavam antes as órbitas, porém sem o brilho, obviamente.
Seu falo, que por ele era odiado e amado, será arrancado à força, rasgando-o para fora do corpo, e será inserido dentro de sua própria cavidade oral.
Suas mãos e antebraços serão removidos cirurgicamente e acoplados na região pélvica.
Suas pernas, desde o início do fêmur, serão removidas cirurgicamente e esmagadas em uma prensa hidráulica, depois moídas em um grande moedor de carnes, e serão inseridas no tórax, a frente dos pulmões.
Seu sangue não será drenado. Os líquidos que forem expelidos do corpo durante o processo serão armazenados, e novamente inseridos dentro do corpo¹
Suas paixões, que tanto eram intensas e incontroláveis, morrerão com ele. O amor para ele nunca foi o suficiente, e sua mente indomável será finalmente acalmada, ainda dentro de seu corpo. Menos seus olhos, estes serão doados, para que continuem a buscar por algo que Pedro não encontrou, no corpo de um outro jovem qualquer.
E assim, Pedro retornará para onde nunca esteve.
¹Caso não seja possível, os líquidos serão fervidos até que sobre apenas uma plasta, que será inserida no estômago.
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Ela pode até ser minha musa, sim... Alguém que eu de fato ame e volte meus esforços pra fazer o que posso de melhor por ela. Mas preciso elaborar mais esse conceito de amor..
Mas eu não posso falar disso com ela, não antes de eu ter certeza que o beijo encaixa e o sexo seja bom. Senão nem uma amizade colorida seria possível (meu medo).
A questão é: Hoje eu percebo (e preciso ser sincero comigo mesmo em relação a isso) que eu tenho um tesão acumulado canalizado numa vontade insana, colossal, ameaçadora de dar prazer. Tenho medo de eu mesmo misturar as coisas.
Medo dela se apaixonar e eu não corresponder (menos provável)
Medo de me apaixonar e ela não corresponder (mais provável) digitar essa porra deu ansiedade só de pensar. Abrir esse meu lado me machuca. Eu só quero transar.
Af, encharquei os olhos. Queria encharcar ela. E se ela me trouxer pro chão um pouco, quem sabe eu me permito amar né. Mas eu preciso de sexo. Não sei nem se eu devia buscar isso com ela. Caralho agora chorei mesmo.
Porra eu amo ela. Como um amor pra construirmos uma vida juntos? Não sei. Como amiga? Com certeza! Mas eu não sei pois é muita responsabilidade, eu tenho medo. Eu não aceito errar com ela, ela não merece. Já me sinto culpado por algumas coisas, eu nem acho que ela me culpa, preciso me perdoar.
Terminei de digitar o texto acima soluçando de chorar. Vou editar aqui um rascunho de post no tt que não virou pelo excesso de exposição. Uma exposição perfeita pra cá:
"CARALHO hoje eu devo ter quebrado algum recorde: chorei na terapia cedo, chorei falando com meu pai na hora do almoço (citando oq surgiu na terapia). Aí de noite quis ler o próximo capítulo do "fragmentos de um discurso amoroso" junto com com meu pai, adivinha? o nome era Elogio às lágrimas. Sobre os diferentes modos e tipos de choro (no contexto amoroso claro). Li o capítulo. Aí a conversa depois de eu ler pra ele me fez chorar mais DUAS VEZES. Ele ficou com o olho vermelhinho só, achei fofo
mas enfim chorei quatro vezes hj sepa que toquei num ponto bem importante na terapia hj slc"
Chorei deitado na cama e escorreu lágrima pra trás da orelha, lugar estranho pra uma lágrima.
Bom, mas sobre o rascunho editado. Quanto mais tempo passa, mais parece que esse choro do dia inteiro tem uma única raiz, raiz essa que não é amorosa — não no sentido de ser amado por alguém, mas no sentido de amor próprio mesmo.
Eu não ter me amado em primeiro lugar foi um erro brutal. Eu não consigo me perdoar por ter errado tão feio comigo mesmo, e consequentemente, com ela também. Sinto culpa em ter tentado contra mim mesmo. Mesmo anos depois parece que eu nunca chorei tanto assim sobre isso especificamente.
Mas passou, tô respirando. Eu precisava escrever, colocar isso pra fora. Quem sabe depois que tudo isso passar eu mostro isso aqui pra ela.
Já chamei alguém de musa. Uma vez, em tom de brincadeira. Mas de forma séria a ponto de ainda lembrar mesmo depois de anos de ter brincado. Perguntei se ela gostaria de ser minha musa. Ela obviamente aceitou. Nunca mais falamos sobre. Escrevi algo pensando nela? Sim, justamente um texto super ultra romântico por ressaltar beleza e tal. E PUTA QUE PARIU eu tô relendo essa merda agora e eu não era um poeta PORRA nenhuma, em 2023 eu era é MALUCO isso sim. Aquilo não era amor, era uma pessoa pedindo socorro. Eu não tenho noção se eu me declarei pra ela de fato ou não, e nem se eu sequer estive apaixonado por ela, esse é o pior, eu não lembro de "estar gostando" dela, eu só tava super carente e eu acho ela uma pessoa bem bonita. Tem coisas que eu posso falar diretamente pra ela se ela me perguntar, aí eu converso com ela, não tenho o objetivo de me explicar, acho que nem seria necessário, ela deve ter entendido pelo tanto que a gente já conversou e compartilhou experiências fodas depois do texto e do papo da musa, junto com uma outra amiga que eu conheci e hoje acabei me afastando infelizmente, já que é de outra cidade, mas é uma pessoa bem gente boa. Enfim, tô saindo do assunto principal. Tem o fato da gente nunca ter se beijado de fato, mesmo com anos de amizade.
A gente já tem uma relação de amizade forte o suficiente, e já se passou tempo o suficiente daqueles textos pra eu entender que a minha relação com ela nunca chegou perto do romântico. Eu tentei forçar pra ficar um texto beeem bonito, mas o que eu fiz quando tentei forçar foi falar umas coisas ABSURDAS, que eu espero que ela não tenha lido, ou que se leu, que tenha me reprimido na hora, ou me confortado pelo absurdo que eu falei. Sinceramente a gente já deve ter falado sobre, espero que sim, porque eu sinto que preciso falar que eu não penso mais assim. Ah. Na real é óbvio. Passaram 3 anos. Nós dois devemos ter mudado bastante, se a gente olhar pra trás. Quer dizer, pelo menos eu me vejo bem diferente. Bom, fico muito feliz de estar achando minha própria escrita de 3 anos atrás terrível, isso significa progresso! Eu melhorei meu pensamento crítico.
"Mas é poesia, e se eu estiver interpretando errado?"
Pensei eu. Agora pouco, depois de terminar o texto pouco acima. Como sou péssimo de memória, fui atrás de gatilhos por meio de histórico de mensagens e PUTA MERDA, lembrei de bastante coisa, e o texto é mais do que uma "declaração de amor". Dá pra dizer que vou falar menos da minha querida amiga por aqui diretamente, afinal, o texto não é pra ela. O nome foi idealizado por um de nós dois, durante o papo depois de eu mostrar pra ela: "Esse texto não é pra você".
Amanhoje tenho que acordar cedo e eu já tô aqui escrevendo e lapidando ao mesmo tempo faz coisa de duas horas já.
Vou finalizar deixando aqui umas 4 notas pra mim mesmo (afinal, são do meu grupinho "meus escritos"), que eu escrevi um dia depois que escrevi o texto, antes dele receber o título e antes de eu mostrar pra ela:
"
Quero uma musa? Nem sei mais, tô complicado demais pra ter uma Musa
Eu sou meu próprio Muso, não consigo amar alguém além de mim mesmo ainda, só consigo amar Ela.
O problema é que Ela não existe. Existe ela, ela, outras, mas Ela não. Talvez eu consiga fazer com que Ela seja minha.
Mesmo que Ela não esteja no passado, nem no futuro, muito menos no presente.
"
P.S.: fiquei mais exatamente 18 minutos depois do momento que falei que ia parar. Aiai, e pensar que eu comecei esse texto pensando em falar que eu ia justamente "mudar" de musa ou algo assim. Mas eu preciso falar com "ela", e talvez transformar "ela" em "musa". Acho que ela vai gostar da ideia. É a cara dela. Espero que ela goste. Ela tem mais cara de musa. Que merda. Ela é minha amiga. Não sei se isso é melhor ou pior.
Hoje eu tive conversas e reflexões com meu pai e minha analista que me fizeram concluir coisas como: O amor como sentimento idealizado, como aquele algo a mais que te faz saber que ama tal pessoa, as borboletas no estômago, é pura balela. É um jeito de fazer pessoas não se questionarem, pular cegamente e torcer para serem abraçados de volta. Amor não deve ser isso. Amor é escolha consciente. É determinar pra si e para o mundo que você quer trilhar um caminho e dividir esse caminho com esse outro, em partes. Cada um tem sua vida e seu caminho, e o verdadeiro amor é a vivência do cotidiano compartilhado, são duas (a monogamia ainda é a estrutura, interna e externamente, fazer o quê né?) pessoas procurando entender a si mesmos e um ao outro, enquanto se ajudam a encontrar o próprio caminho.... Espera, acabei me contradizendo. Na verdade não, eu disse "em partes" mais cedo. Bem... sentido, significado, tudo isso é construído. Nada disso existe no vácuo.
Outro ponto é o medo. Mas esse ainda preciso entender e aceitar de forma mais razoável.
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O curioso é que eu escrevi em inglês, por ser mais fácil expressar emoções que eu não quero que sejam percebidas. o inglês vira uma barreira de interpretação pequena, mas o suficiente pra me fazer postar.
Se eu for ser completamente sincero aqui, ultimamente eu ando dando trela pra minha carência. No sentido de idealizar contatos. Idealizar e apenas isso.
O verdadeiro desabafo: eu hoje não penso mais em algo a longo prazo. Faz tanto tempo que não me sinto satisfeito que o paliativo se tornou o único meio possível. A desesperança me abraça calorosamente quando eu volto pra ela, é agridoce, mas se tem algum doce, tá valendo.
É como se eu estivesse a disposição de quem queira me usar. E eu, usar também, em resposta. Lógica dialógica! O sentido se constrói no meio, na relação.
Toda essa intelectualização é fuga. Se houvesse satisfação, não haveria a necessidade da lógica, do sentido. E as vezes eu me perco tanto nela que parece que eu estou aqui sozinho. As pessoas estão lá fora, sentindo medo, desespero, raiva, mas continuam, pois não há outro caminho. Pois elas tem algo no metafísico pra se "agarrar".
Nessas horas, o ceticismo se torna um pré conceito regrado pela ignorância do que não pode ser quantificado.
Se algo do que eu falei fez sentido, foi coincidência!
é possível um experimento mental onde o corpo e o objeto de desejo se colapsam? Será que é possível amor em um rizoma? Será que sobra algo em tanta abstração? Consigo perceber em mim que o excesso de abstração às vezes se resume em simples fuga da realidade material. É mais fácil ignorar o que está na sua frente se você tem processos complexos pra se ocupar com seu entendimento.
Entender-se como cientista, desbravador do universo, amigo da verdade, ingenuamente cruel.
Livre do julgamento pois é absolvido pela nobreza da busca pela verdade. Maldito o que colocou a necessidade de estrutura acima de tudo. Bendito (absolvido) aquele que determina um propósito para sua busca pelo conhecimento.
Depois que o primeiro ato teve a necessidade de ser justificado, nunca mais ninguém agiu livremente.
Não sei se eu amo ela a ponto de querer filhos. Mas eu amo a ponto de querer que ela seja perpetuada dentro de meu ser. Meh, isso foi mais poético que literal. Pra falar algo literal: Se existir algum tipo de intimidade (fisiológica), aí pode haver uma vontade. E a possibilidade dessa vontade, é ela que me assusta.
Hoje eu estou bem confuso. Preciso desabafar. Pensei que aqui seria o espaço perfeito.
Hoje eu tenho dificuldade em separar algumas coisas, mas também não sei se, ou como, devo separá-las. Coisas como sexo, tesão, amor, desejo, amizade, carinho, respeito e variáveis. O amor por si só aí no meio já é o ponto focal da discussão talvez. O que é amor? Onde todos os outros pontos entram, quando se trata de amor?
Eu sinto que preciso ser mais claro no texto pra conseguir ser mais claro comigo mesmo, mas pra isso eu preciso me expor, e como aqui eu vejo a possibilidade de gente conhecida lendo, quero me preservar. Contraditório, ainda mais com o que escrevi antes.
Como saber se eu gosto "romanticamente" de alguém? O que separa o desejo de um carinho? Claro que aí entra coisas como orientação sexual, identidade de gênero, e tals. Mas e quando existe alguém que eu sou amigo e que também se encaixa na mesma definição de alguém "desejável"? O que parece ser o mais próximo da minha experiência pessoal: existe uma escolha consciente de suspender a possibilidade do desejo. "Claro que não existe nada entre nós, somos amigos, praticamente irmãos!". Bem... Parabéns! Você está deixando de dar ouvidos pra partes de si mesmo! Mas isso tem objetivo, pra manter a ordem social não dá pra "sair todo mundo se comendo". Controle do desejo dos corpos é necessário pra manter ordem. Socializados e Docilizados.
O romance vira uma história bonitinha, vira um modelo a ser seguido de como se encaixar no social. Existe um modo certo de se apaixonar, uma ordem a ser seguida. Como achar espontaneidade num mundo assim?
Talvez essa crise de esvaziamento de conceitos que eu tô passando seja um começo de uma nova fase. Tenho medo, mas uma porta começou a se abrir. Eu senti um leve gosto da brisa. E ainda é difícil aceitar que o arrepio que me causou é uma reação de medo. Mas gosto de pensar que existe chance de ser feliz mesmo atrás dessa porta. E aceitar a possibilidade é o primeiro passo.
Tentei ser o mais ""racional"" pra escrever isso. Mas sei que, mesmo sem voltar pro que escrevi acima, pra revisar, sei que existem erros, impossível desviar deles. Que crise, que medo, que vontade. Tô com dificuldade de colocar tudo pra dentro de volta agora, pra sair do texto e voltar pra vida. Talvez eu deva falar com ela? Não, ainda não.
Hoje eu decidi voltar, no intuito de voltar a usar esse lugar como depósito de textinhos prontos de coisas e ideias que eu tenho me interessado. Basicamente quero tentar usar o espaço pra me expressar de alguma forma, com algum objetivo, seja artístico, "filosófico" se é q eu posso falar algo assim, ou o que for, vamos ver o que vai saindo. Ainda tô pensando em como vai ser, na verdade.
Acabei de ter a ideia, comecei falando como se já tivesse tudo definido, mas era só entusiasmo com a ideia. Ah! Isso me leva a outro ponto: auto-hermenêutica! Eu NUNCA tinha visto "auto" antes de hermenêutica, mas eu achei que faria sentido com o que eu pensava, dei um Google e sei lá, se existe algum conceito acadêmico rigoroso com esse nome, eu num achei, mas pô, é juntar a+b, eu sempre fico tentando deixar tudo o mais explícito possível, até as engrenagens dos meus pensamentos, como se eu precisasse dar satisfação de sentido pra tudo o tempo todo. Aiai, lembrei do meu pai.
Enfim, ando muito prolixo! Acho que é perceptível. Tô tentando escrever num flow e remover minhas próprias censuras, e tô tentando aproveitar ao máximo o momento, porque eu sei que logo vai acabar, sempre acaba, eu sempre volto a me segurar, seja por medo de julgamento, seja por medo de... Ah, é por medo — Mas nem sempre.
Nunca usei travessão de vdd, meu último contato com travessões foi pra entender o contexto que eles estavam inseridos pra removê-los de textos feitos por IA, será que é só substituir por vírgula? Genuinamente não sei. Mas isso é outra história.
Um título? Acho que esse não, mas uma tag pertinente, que tal?
Alegria por não ter postado mais nada aqui, e muita coisa mudou, e parte de mim cresceu desses textos, mas parte jamais vai crescer, e aí tá a beleza disso tudo
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Eu tenho um pouco de medo de falar tudo que tem na minha cabeça pra uma psicóloga, e ela me recomendar uma avaliação psiquiátrica.
Tomar remédio me é tão estranho, parece uma batalha perdida, parece uma falta de esperança. "Sua realidade é doente, faz seu cérebro não conseguir produzir as substâncias que deveria, vai ter que tomar remédio, afinal, não dá pra mudar o resto, então vamo botar essa cabeça pra funcionar nesse mundo desgraçado".
(considerando que não há uma pré disposição biológica pra esse defeito)
Do mesmo jeito que se deve tomar cuidado pra não cair em um sistema de crenças (cristãs normalmente, o que acaba sendo fácil pra mim em alguns casos), deve-se também se manter fora do niilismo, sendo este o outro extremo que queremos evitar. Retirar totalmente o valor ou sentido da vida é equivalente ao oposto extremo de dar a nós um significado tão confortável (e possivelmente falso) como o cristão. Em ambos os sistemas há o conforto da certeza, de um lado a certeza do sim, do outro a certeza do nada, por conta dessa convicção plena, tais sistemas tornam-se menos confiáveis respectivamente.
*É claro que a questão cristã é um pouco maior que o que trago, quando levada pra uma certa construção da moral, e tudo mais. Mas aqui, me refiro apenas a questão de crenças metafísicas, mais associadas a algum valor inerente ao universo (incluindo a existência de Deus), e não as regras de convivência baseadas nesses tais valores cristãos dados.
Antes de ir dormir, passei no quarto de minha mãe para dar boa noite. Depois do que aconteceu, passando a mão pelos cabelos dela, estes que começavam a branquear, começavam também a ser ressignificados, não ainda o suficiente para que eu mude meu jeito, mas o suficiente para eu perceber como o tempo tem passado, como as coisas tem mudado e eu tenho tentado desde muito tempo atrás a manter as coisas como são, coisas que na realidade são transitórias, coisas que sempre foram, e sempre serão efêmeras, não só para mim, mas para todos, e por elas mesmas.
Há coisas na vida que não posso controlar, você também não, ninguém pode. Especialmente o tempo. Pode-se até gerenciá-lo, mas tentar controlá-lo ou fugir dele, é uma receita perfeita para uma vida muito boa no início, para que, com o passar do tempo, e a percepção de sua passagem, o mundo a sua volta e sua própria consciência venham a tona em um processo de compreensão da realidade, fazendo-o pagar pelo tempo perdido interna e externamente.
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